FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES
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- Tomás Sampaio Ferrão
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1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES Ms. Vanessa Paula Reginatto Dra. Miriam Ines Marchi Dra. Eniz Conceição de Oliveira Um curso de formação continuada de professores ocorreu no Centro Universitário UNIVATES, com um grupo de quinze professores da Educação Básica do Vale do Taquari. Esses professores foram divididos em dois grupos, formados por docentes que pertenciam a duas escolas. Cada grupo contava uma série em comum de atuação e com professores de várias áreas do conhecimento, como História, Geografia, Inglês, Português, Ensino Religioso, Educação Artística, Matemática, Química e Física. Os professores desenvolveram duas Unidades Didáticas temáticas no curso sendo realizaradas atividades com seus alunos. Os temas que emergiram foram: A rota do DNA, um olhar sobre a multiculturalidade brasileira e Impactos ambientais e preservação dos recursos naturais. O propósito com o curso foi proporcionar aos professores e estudantes uma experiência de ensino interdisciplinar e contextualizada, buscando uma aprendizagem significativa. Nesta mesma linha, oferecer uma proposta motivadora com integração de saberes entre professores, estudantes, universidade e escola, possibilitando melhorias nas suas vidas e trabalhando com temas que auxiliem o estudante a conhecer e controlar suas necessidades do dia a dia. Como enfatiza Demo (2007, p. 17), o que se aprende na escola deve aparecer na vida. A interdisciplinaridade, segundo Fazenda, visa a refletir a prática pedagógica, na qual o aluno passa a ser o ponto de partida para toda e qualquer busca de conhecimento, destacando a importância do papel do professor. Conforme o autor,
2 O papel do professor é fundamental no avanço construtivo do aluno. É ele, o professor, quem pode captar as necessidades do aluno e o que a educação lhe proporcionar. A interdisciplinaridade do professor pode envolver e modificar o aluno quando ele assim o permitir (FAZENDA, 1999, p. 30). As formas de se pensar e agir interdisciplinarmente estão ligadas, segundo Pombo (2005), a algo que se quer fazer, que se tem vontade de fazer. O pensar e o agir interdisciplinar demandam o conhecimento sobre os conceitos das palavras. Em busca de uma conceituação interdisciplinar, podem-se trabalhar as várias disciplinas com a integração dos saberes de cada professor ou autor de sua própria história. A boa formação e a constante atualização de professores podem possibilitar uma aprendizagem significativa para os estudantes e professores. Neste contexto, é importante oportunizar cursos de aperfeiçoamento, possibilitando um (re)pensar nas práticas docentes. Conforme mencionado nos Parâmetros Curriculares Nacionais, refletir sobre a prática docente é uma tarefa que deveria ser realizada constantemente, pensando-se no que se está fazendo e no que realmente precisa ser feito. A prática de todo professor, mesmo de forma inconsciente, sempre pressupõe uma concepção de ensino e aprendizagem que determina sua compreensão dos papéis de professor e aluno, da metodologia, da função social da escola e dos conteúdos a serem trabalhados. A discussão dessas questões é importante para que se explicitem os pressupostos pedagógicos que subjazem à atividade de ensino, na busca de coerência entre o que se pensa estar fazendo e o que realmente se faz (BRASIL, 1997, p. 30). Assim, repensar as práticas docentes, procurar entender como o aluno aprende, produzir propostas com caráter interdisciplinar e contextualizado são caminhos que levam a interagir e envolvem os professores no processo como um todo. À luz dessas ideias desenvolveu-se um curso de formação continuada de professores com integração de saberes, buscando realizar um trabalho vinculado à prática da interdisciplinaridade e aplicado ao contexto dos estudantes.
3 OBJETIVO GERAL Produzir propostas interdisciplinares, contextualizadas proporcionando interação professor-professor, estudante-professor e estudante-estudante. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produzir subsídios para o trabalho docente em sala de aula, numa perspectiva contextualizada, interdisciplinar, resultando assim na produção de recursos didáticos pedagógicos temáticos que possam contribuir na formação do professor e no ensino-aprendizagem do estudante; Refletir sobre a prática docente, bem como sobre a importância da formação continuada dos professores num contexto interdisciplinar; Organizar e estruturar um curso de formação continuada de professores; Estruturar, explorar e discutir com os professores propostas de ensino envolvendo diferentes metodologias com potencial para uma aprendizagem significativa; Analisar as dificuldades e potencialidades encontradas pelos professores no desenvolvimento de suas Unidades Didáticas. DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES Realizou-se um curso de formação continuada com professores de diferentes áreas do conhecimento. Surgiram dois grupos. Cada grupo continha professores de diferentes áreas e mesma turma de atuação. Os encontros foram presenciais para o planejamento em conjunto, a fim de desenvolverem as Unidades Didáticas temáticas. Primeiro encontro: prática com enfoque interdisciplinar. Discussão das literaturas que poderiam ser usadas, escolha dos temas pelos professores; Segundo encontro: leitura dos artigos trazidos pelos professores e pelo grupo que desenvolvia o curso, observação de aspectos importantes e posteriormente discussão destes nos respectivos grupos. Discussão e elaboração da Unidade Didática de cada grupo;
4 Terceiro encontro: relatos da atividade e discussão das dificuldades encontradas no desenvolvimento do trabalho; Quarto encontro: continuação da elaboração da unidade didática,com auxílio dos pesquisadores e socialização; Quinto encontro: Apresentação das Unidades Didáticas e discussão. Considerações sobre o curso e entrega de certificados. Atividades de motivação. RESULTADOS OBTIDOS Percebeu-se grande motivação por parte dos professores participantes e a importância do planejamento em conjunto e do tempo para repensar as metodologias utilizadas em aula com a turma. O trabalho com a formação continuada proporcionou aprender a aprender, pois não é possível encontrar receitas prontas a serem seguidas para que haja aprendizado. É na vivência e nas trocas de experiência que se encontram algumas respostas para determinadas situações. No desenvolvimento dos trabalhos com os grupos ocorriam socializações, trocas de idéias, experiências e vivências. Acredita-se que foi possível desenvolver este trabalho por envolver pequenos grupos, no tempo disponível que eles tinham para discutir e planejar, pela possibilidade de poder expressar suas opiniões, de aceitar e fazer críticas sobre as atividades. Por meio das trocas, com colaboração e apoio dos demais pesquisadores envolvidos na pesquisa, os trabalhos foram sendo reestruturados em conjunto com cada grupo. Percebeu-se que os professores têm interesse, mas, às vezes, não encontram o que estão procurando. Nos grupos em que se desenvolveram as propostas houve boa participação, pois juntos eles se motivavam e se comprometiam. Nas falas dos professores emergiam aspectos que eles não gostariam de vivenciar em cursos de formação continuada, o que ajudou a construir a proposta do curso. Uma consideração abordada sobre os cursos de formação continuada é que alguns
5 palestrantes se contradiziam em relação ao seu discurso e à própria prática. Esses relatos contribuíram para enriquecer o trabalho, em que foi proporcionada uma vivência experimental e um ambiente para troca de ideias, questionamentos e interações. REFERÊNCIAS/LEITURAS SUGERIDAS BRASIL. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir. 7. ed. São Paulo: Cortez, FAZENDA, Ivani. Práticas interdisciplinares na escola. 6. ed. São Paulo: Cortez, POMBO, Olga. Interdisciplinaridade e integração de saberes. Liinc em revista, Rio de Janeiro, v.1, n. 1, p. 3 15, mar Disponível em: < Acesso em: 20 mar
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