Orientações para Coleta, Transporte, Processamento,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientações para Coleta, Transporte, Processamento,"

Transcrição

1 Orientações para Coleta, Transporte, Processamento, Análise e Meios de Cultura. ARTIGOS PARA OS SEMINÁRIOS; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO; CASOS CLÍNICOS; blog do professor:

2 Colheita de Amostras Quando se suspeita de doença infecciosa Técnicas dirigidas à detecção sorológica de antígenos e anticorpos Sondas de DNA - PCR Anticorpos monoclonais Cultivos apropriados Outros procedimentos sem cultivo

3 Colheita de Amostras É possível que a colheita apropriada de uma amostra para cultivo seja a etapa mis importante na confirmação final de que um microrganismo é responsável pelo processo de enfermidade infecciosa. Uma amostra mal colhida: Na Fracasso instituição no de isolamento uma terapia deincorreta e ainda danosa, microrganismos caso o tratamento importantes. seja dirigido para um comensal.

4 Exemplo: (caso clínico) Klebsiella pneumoniae foi isolada do escarro de um paciente com pneumonia clínica; Klebsiella pneumoniae Escarro colhido de forma inadequada sendo constituído principalmente de saliva; pneumonia Nasofaringe

5 O pior: O tratamento seria inadequado e só resultaria efetivo, por casualidade, se a espécie causadora da pneumonia tivesse um padrão de susceptibilidade a antibióticos Pseudomonas aeruginosa similar à de K. pneumoniae. A terapia eleita poderia ter sido errônea.

6 Colheita de Amostras Considerações fundamentais na colheita de amostras. A amostra deve ser material do sítio real de infecção, devendo ser colhida com o mínimo de contaminação dos tecidos, órgãos e secreções adjacentes; Deve-se estabelecer o momento ótimo para a colheita de amostras, com o objetivo de contar com melhor possibilidade de isolar microrganismos causadores de enfermidades;

7 Colheita de Amostras Considerações fundamentais na colheita de amostras. Enviar Deve-se obter uma quantidade suficiente de Calcularam ao laboratório que Swabs o swab retais seco ou para secreções isolar amostra escassas para é uma realização prática inútil das e de técnicas custo de rendimento do isolamento espécies de Shigella, o material cultivo solicitadas; considerável para o paciente; de microrganismos colhido a partir deve ser inoculado de culturas de sangue diretamente na superfície de Com aumentava Devem demasiada ser utilizados cerca freqüência, ágar de dispositivos Mac Conkey são enviados de ou colheita, caldo ao recipientes 3% laboratório por ml de 0,5 sangue amostras ml enriquecido ou menos e meios de para material de gramnegativos cultura apropriados colhido; identificado (Mermel para como e Maki). assegurar escarro isolamento ou lavado ótimo bactérias anaeróbicas de microrganismos.; brônquico ;

8 Colheita de Amostras Considerações fundamentais na colheita de amostras. Sempre que possível, deve-se obter amostras Etiqueta antes da legível administração com nome, de antibióticos; número de idenficacção, origem, médico e a data/hora Neisseria meningitidis Garganta da colheita; Líquido O recipiente da amostra deve ser rotulado de forma correta; Haemophilus influenzae Neisseria gonorrhoea Amostras geniturinárias cefalorraquidiano (LCR)

9 Colheita de Amostras Outros exemplos importantes.

10 Transporte de Amostras O objetivo primário no transporte de amostras para diagnóstico consiste em manter a amostra o mais próximo possível de seu estado original, com deterioração mínima, e minimizar os riscos para os transportadores das amostras, utilizando-se dispositivos protetores do recipiente da amostra inseridos no interior de um recipiente adequado.

11 Transporte de Amostras Deve-se evitar: Frio Calor extremo Mudanças na pressão Condições ambientais adversas

12 Transporte de Amostras Se for previsto: Um atraso prolongado (acima de 4 dias por exemplo) antes da amostra ser processada; É preferível congelar a amostra a -70ºC, podendo ser utilizado um congelador a -20ºC, se o período de estocagem for breve.

13 Transporte de Amostras As amostras de escarro colhidas principalmente para o isolamento: Podem ser remetidas sem qualquer tratamento desde que colhidas em recipientes de propileno ou polietileno micobactérias esterilizados. fungos

14 Transporte de Amostras A maioria das amostras líquidas, em particular amostra de urina, deve ser transportada ao laboratório o quanto antes possível: Recomenda-se um limite máximo de 2 horas entre a colheita e a chegada da amostra ao laboratório. Contexto hospitalar

15 Transporte de Amostras O limite de tempo representa um problema quando as amostras são colhidas em consultórios particulares. Amostras de urina Podem ser utilizados recipientes contendo uma pequena quantidade de ácido bórico, se o transporte rápido não for possível.

16 Transporte de Amostras Para a maioria das amostras pode ser utilizado um meio de manutenção ou transporte, seguindo-se as instruções do fabricante. Meio de transporte Stuart Solução tampão, isenta de nutrientes e fatores de crescimento, conserva a viabilidade sem permitir a multiplicação das bactérias durante o transporte.

17 Transporte de Amostras Tioglicolato de sódio tem função de agente redutor para melhorar o isolamento de bactérias anaeróbias; Ágar (pequena quantidade) proporciona uma consistência semi-sólida que impede a oxigenação e o derrame durante o transporte;

18 Transporte de Amostras Solução de borato de sódio Tampão com sacarose, fosfato e glutamato

19 Transporte de Amostras As amostras devem ser embaladas de modo a suportar golpes ou mudanças de pressão que podem ocorrer durante a manipulação e causar vazamento do conteúdo; Um recipiente que vaza não apenas predispõe a amostra a uma potencial contaminação, mas também expõe os microrganismos ao pessoal que transporta ou recebe a amostra;

20 Transporte de Amostras Técnica apropriada para embalar e rotular agentes etiológicos: Recipiente primário com tampa à prova d água Recipiente secundário de preferência de metal Embalagem para envio fabricada em cartão ondulado, cartão grosso ou gomaespuma

21 Recepção de Amostras luvas jalecos máscaras

22 Processamento de Amostras Ingresso de dados essenciais em um livro de registros ou em um terminal de computador; Exame visual e determinação do cumprimento de todos os critérios para aceitação da amostra; Para certas amostras, o exame microscópico de montagens úmidas ou de esfregaços corados, para estabelecer um diagnóstico presuntivo;

23 Processamento de Amostras USO DE CORANTES EM MICROBIOLOGIA: É recomendável que os microbiologistas efetuem exames microscópicos diretos das amostras enviadas para cultivo; Rápido diagnóstico presuntivo Guia para selecionar os meios de cultura apropriados

24 Processamento de Amostras Coloração de Gram Cristal violeta serve como coloração primária, unindo-se à parede celular bacteriana após tratamento com uma solução de iodo fraca (mordente para a ligação do corante); Descorante (mistura etanol 95% e acetona) as bactérias que retêm o corante aparecem azuladas se observadas ao microscópio e são denominadas gram-positivas;

25 Processamento de Amostras Coloração de Gram Contracorante Safranina certas bactérias perdem a coloração primária com cristal violeta quando são tratadas com o descorante e captam a contracoloração com safranina e aparecem em vermelho quando observadas ao microscópio, denominandose gram-negativas; A coloração de Gram pode ser utilizada para efetuar identificações presuntivas.

26 Processamento de Amostras Colorações de àlcool-ácido-resistência micobactérias Recobertas por um espesso material ceroso que resiste à coloração, entretanto, uma vez coradas, resistem à descoloração mesmo por solventes orgânicos fortes, como o álcool-ácido. Fenômeno descoberto por Ziehl e Neelsen (1881).

27 Processamento de Amostras OUTROS CORANTES: Laranja de acridina Azul de toluidina e Azul de Metileno Coloração com Prata Coloração com Wright-Giemsa Ácido periódico de Schiff

28 Processamento dos Cultivos Após recebimento de amostras para cultivo no laboratório de microbiologia, devem ser tomadas as seguintes decisões: Selecionar os meios de cultura primários apropriados para o tipo de amostra particular; Determinar a temperatura e a atmosfera de incubação para isolar todos os microrganismos potencialmente significativos;

29 Processamento dos Cultivos Determinar qual dos microrganismos isolados em meios primários requer uma maior caracterização; Determinar se são necessárias provas de suscetibilidade a antibióticos, uma vez conhecida a identidade do organismo; Comum a todos é o reconhecimento das dificuldades envolvidas na manutenção da qualidade dos serviços, em vista das políticas de redução de custos, cada vez mais rigorosas;

30 Seleção de Meios de Cultura Primários Meios não-seletivos são isentos de inibidores e permitem o crescimento de microrganismos encontrados freqüentemente em laboratórios clínicos; Gardnerella vaginalis Haemophilus influenzae Ágar com 5% de Ágar com sangue sangue de carneiro humano Ágar com sangue de cavalo ou de ovelha

31 Seleção de Meios de Cultura Primários Pode-se tornar o ágar sangue seletivo mediante a adição de um ou mais antibióticos ou de certas substâncias químicas; Inibem gram-positivos Colistina e o ácido Canamicina e vancomicina nalidíxico Bacilos Inibe gram-negativos e favorece anaeróbios o crescimento (bacteroides) gram-positivos Ágar McConkey Ágar-KV sangue Ágar EMB

32 Seleção de Meios de Cultura Primários O caldo de enriquecimento é empregado para isolar microrganismos patogênicos de amostras, como fezes, nas quais existe uma elevada concentração de microrganismos comensais; Fase logaritmica Escherichia coli e outros comensais entéricos Salmonella e Shigella Fase de latência

33 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas Uma vez que a amostra tenha ultrapassado os vários critérios para rejeição e tenha sido aceita para cultivo, porções apropriadas da mesma devem ser transferidas aos vários meios de cultura descritos no item anterior. Essa atividade também é usualmente realizada luvas em uma parte separada de outras áreas do laboratório, conhecida como área de máscaras semeadura ; jalecos

34 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas O equipamento necessário para a inoculação primária de amostras é relativamente simples:

35 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas Espalhamento nos quatro quadrantes UFC

36 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas O meio nos tubos pode ser líquido, semi-sólido (0,3 a 0,5% de ágar) ou sólido. O ágar semisólido é adequado para as provas de motilidade;

37 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas Os microrganismos diferem quanto à temperatura ótima de incubação. Porém, a maioria dos microrganismos cresce a 35ºC; assim, se o laboratório dispõe apenas de uma estufa, esta deve estar ajustada para 35ºC; O crescimento da maior parte dos microrganismos é potencializado por uma atmosfera de 5% a 10% de CO 2 ;

38 Transferência e Cultivo de Amostras Biológicas Mais importante que o modo de incubação é a prevenção de amplas flutuações na temperatura. Deve-se cuidar para que os tubos e placas fiquem protegidos de correntes de arcondicionado ou de fluxos de calor; O controle da umidade no interior da estufa também é importante. A maioria dos microrganismos tem crescimento máximo quando a umidade é de 70% ou superior;

39 Interpretação dos Cultivos A identificação dos cultivos primários após 24 a 48 horas de incubação requer uma considerável habilidade; O microbiologista deve avaliar o crescimento das colônias e decidir se são necessários procedimentos adicionais; Essa avaliação se faz:

40 Interpretação dos Cultivos Anotando as características e o número relativo de cada tipo de colônia isolada em meios de ágar; Determinando a pureza, reação à coloração de Gram e morfologia das bactérias em cada tipo de colônia;; Verificando mudanças no meio que circunda as colônias, o que reflete atividades metabólicas específicas de bactérias isoladas;

41 Interpretação dos Cultivos Características macroscópicas das colônias

42 OBRIGADO

Introdução à patologia. Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13

Introdução à patologia. Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13 Introdução à patologia Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13 Patologia Definição: Pathos: doença. Logos: estudo. Estudo das alterações estruturais e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar

Leia mais

Objetivo: Conhecer e praticar as técnicas de transferência e repicagem de culturas. 1- Aproveitando o material que vocês prepararam na aula passada:

Objetivo: Conhecer e praticar as técnicas de transferência e repicagem de culturas. 1- Aproveitando o material que vocês prepararam na aula passada: AULA PRÁTICA Nº2 TÉCNICAS DE TRANSFERÊNCIA E REPICAGEM INTRODUÇÃO Os ingredientes necessários para o crescimento de microrganismos podem ser supridos por um sistema vivo, como um hospedeiro animal ou vegetal,

Leia mais

MICROBIOLOGIA CLÍNICA PERGUNTAS & RESPOSTAS

MICROBIOLOGIA CLÍNICA PERGUNTAS & RESPOSTAS MICROBIOLOGIA CLÍNICA PERGUNTAS & RESPOSTAS 1) Quais as possíveis interpretações para um resultado negativo de cultura de urina de jato médio que mostra leucocitúria acentuada no exame de sedimento urinário?

Leia mais

Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e

Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Conduta. QUESTÕES DE PROVAS; CONTEÚDO DAS PRÓXIMAS AULAS; HORÁRIO DE ATENDIMENTO ON-LINE; blog do professor:

Leia mais

Procedimentos Técnicos. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Renato de Lacerda Barra Filho Dr. Ivo Fernandes. Gerente da Qualidade Biomédico

Procedimentos Técnicos. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Renato de Lacerda Barra Filho Dr. Ivo Fernandes. Gerente da Qualidade Biomédico Versão: 1 Pg: 1/6 ELABORADO POR DE ACORDO NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Renato de Lacerda Barra Filho Dr. Ivo Fernandes Biomédico 01/10/2009 Gerente da Qualidade Biomédico 20/10/2009 Dr. Jose Carlos

Leia mais

Bactérias. Meios de Cultura e Curva de crescimento in vitro. Meios de cultura

Bactérias. Meios de Cultura e Curva de crescimento in vitro. Meios de cultura Bactérias Meios de Cultura e Curva de crescimento in vitro Microbiologia profª Janara Meios de cultura NUTRIÇÃO Obtenção de ENERGIA (ATP) e construção de componentes celulares. Nutrientes necessários à

Leia mais

AUXILIAR DE LABORATÓRIO

AUXILIAR DE LABORATÓRIO UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO AUXILIAR DE LABORATÓRIO Parte I: Múltipla Escolha 01 Assinale a opção com o equipamento freqüentemente

Leia mais

Prof. MS. Maurício A. Gomes Heleno

Prof. MS. Maurício A. Gomes Heleno COLETA E CONSERVAÇÃO DE AMOSTRAS PARA EXAMES DE URINA Prof. MS. Maurício A. Gomes Heleno OBJETIVOS Apresentar aos acadêmicos as técnicas de coleta de amostras de urina para diferentes tipos de análise,

Leia mais

PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Comissão de controle de infecção hospitalar PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Eva Cláudia Venâncio de Senne Luciana Paiva Patrícia Borges Peixoto EPIDEMIOLOGIA Trato urinário representa

Leia mais

Doença infecto-contagiosa, mais comum do Sistema Nervoso Central, causadas por bactérias, fungos e vírus.

Doença infecto-contagiosa, mais comum do Sistema Nervoso Central, causadas por bactérias, fungos e vírus. Doença infecto-contagiosa, mais comum do Sistema Nervoso Central, causadas por bactérias, fungos e vírus. Inflamação das meninges membranas que recobrem e protegem o sistema nervoso central (cérebro e

Leia mais

MATÉRIAS PRIMAS NA ALIMENTAÇÃO. Prof. Ana Paula Lopes

MATÉRIAS PRIMAS NA ALIMENTAÇÃO. Prof. Ana Paula Lopes MATÉRIAS PRIMAS NA ALIMENTAÇÃO. Prof. Ana Paula Lopes Definição de Alimento De acordo com o Código Nacional de Saúde, Decreto-Lei 986/1969, alimento é toda substância ou mistura de substâncias, no estado

Leia mais

Grandes Áreas de Ensino da Saúde Especialização Patologia Clínica em Oncologia

Grandes Áreas de Ensino da Saúde Especialização Patologia Clínica em Oncologia Concurso INCA 2010 Grandes Áreas de Ensino da Saúde Especialização Patologia Clínica em Oncologia Este Caderno contém vinte questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondente ao curso descrito

Leia mais

CURSO PARA REMETENTES 2011. Módulo VII Perguntas Freqüentes e Ferramentas

CURSO PARA REMETENTES 2011. Módulo VII Perguntas Freqüentes e Ferramentas Módulo VII Agosto 2011 Página 2 de 18 Perguntas freqüentes Perguntas freqüentes Página 3 de 18 1. Onde comprar embalagens para expedição? 2. Como se faz a expedição de nitrogênio líquido refrigerado? 3.

Leia mais

FONTES DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS. Profa. Msc Márcia Maria de Souza Americano

FONTES DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS. Profa. Msc Márcia Maria de Souza Americano FONTES DE CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS Profa. Msc Márcia Maria de Souza Americano CONTAMINAÇÃO DOS ALIMENTOS POR MICRORGANISMO Vários fatores interferem na vulnerabilidade dos alimentos aos processos de

Leia mais

Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos

Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA Seleção dos pontos de monitoramento (localização dos provadores) Histórico de agressividade do fluido; Histórico

Leia mais

GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES

GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES A estabilidade de produtos saneantes depende de fatores ambientais como temperatura, umidade e luz, e de outros inerentes ao produto

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO FRIO PRODUÇÃO ARTIFICIAL DO FRIO

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO FRIO PRODUÇÃO ARTIFICIAL DO FRIO 1 CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO FRIO PRODUÇÃO ARTIFICIAL DO FRIO O frio industrial é produzido pela expansão de um gás, que tenha um baixo ponto de ebulição. Tabela 6.1. O gás escolhido é mantido sob pressão,

Leia mais

Capacitação para a realização do teste rápido Alere para diagnóstico sorológico da leishmaniose visceral canina (LVC)

Capacitação para a realização do teste rápido Alere para diagnóstico sorológico da leishmaniose visceral canina (LVC) Capacitação para a realização do teste rápido Alere para diagnóstico sorológico da leishmaniose visceral canina (LVC) Leishmaniose Visceral Epidemiologia Cerca de 400 mil novos casos por ano no mundo.

Leia mais

MUDANDO DE MÉTODOS DE ANÁLISE

MUDANDO DE MÉTODOS DE ANÁLISE MUDANDO DE MÉTODOS DE ANÁLISE AVALIAÇÃO DE MEIOS DE CULTURA DIRCE M.Y.YANO 14.06.10 1 QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ENSAIO ISO NBR ABNT 17025:2005 Garantia da Qualidade Conjunto de ações planejadas e sistemáticas

Leia mais

FISIOLOGIA BACTERIANA

FISIOLOGIA BACTERIANA FISIOLOGIA BACTERIANA 1. Analises as afirmativas e veja se são verdadeiras ou falsas Os macronutrientes são os nutrientes requeridos em grandes quantidades por serem os principais constituintes dos compostos

Leia mais

ÁREA/ESPECIALIDADE: TÉCNICO EM LABORATÓRIO/ANATOMIA PATOLÓGICA

ÁREA/ESPECIALIDADE: TÉCNICO EM LABORATÓRIO/ANATOMIA PATOLÓGICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO ÁREA/ESPECIALIDADE: TÉCNICO EM LABORATÓRIO/ANATOMIA PATOLÓGICA

Leia mais

Distância entre o eléctrodo de medida e a parede do tanque ( eléctrodos ). Área da superfície dos eléctrodos. Constante dieléctrica da substância.

Distância entre o eléctrodo de medida e a parede do tanque ( eléctrodos ). Área da superfície dos eléctrodos. Constante dieléctrica da substância. O nível de líquidos, interfaces e sólidos granulares pode ser medido usando o efeito de capacitância eléctrica.. A capacitância do condensador é principalmente influenciada por três elementos: Distância

Leia mais

Volumetria de Neutralização Ácido-Base

Volumetria de Neutralização Ácido-Base Volumetria de Neutralização Ácido-Base 1 O que é um Processo de Titulação? A Titulação é uma operação analítica utilizada em análises volumétricas com o objetivo de determinar a Concentração de soluções.

Leia mais

Medidas de Prevenção da Transmissão Nosocomial do Vírus da Gripe Aviária (GA)

Medidas de Prevenção da Transmissão Nosocomial do Vírus da Gripe Aviária (GA) Serviço de Doenças Infecciosas Medidas de Prevenção da Transmissão Nosocomial do Vírus da Gripe Aviária (GA) Filomena Coelho Medidas de Gerais de Prevenção da Transmissão Nosocomial (GA) Vacinação (V.

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1)

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1) PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE INFLUENZA A(H1N1) P1 QUAIS OS CUIDADOS DE BIOSSEGURANÇA NA RECEPÇÃO / ATENÇÃO AO PACIENTE COM QUEIXA E SINTOMATOLOGIA DE INFLUENZA A(H1N1), NO DOMICÍLIO, NA UNIDADE BÁSICA DE

Leia mais

Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada

Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1 Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada 1. Questões de estudo - Como preparar uma solução aquosa de NaOH 0,1 M? - Como preparar uma solução

Leia mais

Diagnóstico laboratorial das infecções fúngicas

Diagnóstico laboratorial das infecções fúngicas Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Projeto de Extensão Diagnóstico laboratorial das infecções fúngicas Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Doutor em Biotecnologia Jequié 2015 Introdução Diagnóstico

Leia mais

http://www.oc-praktikum.de SO 4 O 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1)

http://www.oc-praktikum.de SO 4 O 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1) NP 5012 Síntese do ácido acetilsalicílico (aspirina) a partir do ácido salicílico e anidrido acético CH CH + H H 2 S 4 + CH 3 CH C 4 H 6 3 C 7 H 6 3 C 9 H 8 4 C 2 H 4 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1)

Leia mais

Aprovação: P&D Químico: Adelice F. de Moraes CRQ n o : 004215189. Elaborado: 27/07/2011 Revisão: 00 Página 1 de 6. Elaboração: P&D Solange Hernandes

Aprovação: P&D Químico: Adelice F. de Moraes CRQ n o : 004215189. Elaborado: 27/07/2011 Revisão: 00 Página 1 de 6. Elaboração: P&D Solange Hernandes Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Códigos internos: Flor de Lavanda com Avelã (24/500ml): 13005 Flor de Lavanda com Avelã - Refil (24/500ml): 13006 Flor de Lilly com

Leia mais

Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo

Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo Equipamentos de Proteção Individual Quais as evidências para o uso? Maria Clara Padoveze Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo Declaração Sem conflite de interesse para o tema da apresentação

Leia mais

GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL

GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS GUIÃO PARA A REALIZAÇÃO DE UMA ACTIVIDADE LABORATORIAL CLASSIFICAÇÃO DE BACTÉRIAS PELO MÉTODO DE GRAM Maria Augusta Oliveira da Silva Crespo Ferreira Caldas das Taipas,

Leia mais

A importância da investigação do ambiente de trabalho

A importância da investigação do ambiente de trabalho A importância da investigação do ambiente de trabalho José Roberto Teixeira 26 Junho - 2006 PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional Riscos no ambiente de trabalho Exposição da População

Leia mais

Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal

Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS SEMENTES DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANA D. L. C. NOVEMBRE [email protected]

Leia mais

Painel Isolamento Térmico. Recomendações de segurança para sistemas de PU com agentes de expansão

Painel Isolamento Térmico. Recomendações de segurança para sistemas de PU com agentes de expansão Painel Isolamento Térmico Recomendações de segurança para sistemas de PU com agentes de expansão Prof. MSc. Fabriciano Pinheiro Diretor de Gerenciamento de Risco Toxicológico Intertox Ltda. 27 de outubro

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PALHA DE AÇO ( BRILLO )

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PALHA DE AÇO ( BRILLO ) Página 1 de 6 I - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: PALHA DE AÇO ( Brillo 00, 0, 1 e 2) Códigos Internos: 2219 (n 00 - Palha Super fina); 2216 (n 0 - Palha Fina); 2217 (n 1 - Palha Média); 2218

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EAF210 Microbiologia de Alimentos

Programa Analítico de Disciplina EAF210 Microbiologia de Alimentos 0 Programa Analítico de Disciplina Campus de Florestal - Campus de Florestal Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 5 Carga horária semanal 2 2 4 Períodos - oferecimento: I Carga

Leia mais

ANÁLISE DE COLIFORMES TOTAIS E FECAIS: Um Comparativo entre técnicas oficiais VRBA e Petrifilm EC aplicados em uma indústria de carnes

ANÁLISE DE COLIFORMES TOTAIS E FECAIS: Um Comparativo entre técnicas oficiais VRBA e Petrifilm EC aplicados em uma indústria de carnes ANÁLISE DE COLIFORMES TOTAIS E FECAIS: Um Comparativo entre técnicas oficiais VRBA e Petrifilm EC aplicados em uma indústria de carnes Juliana Aline Mascarenhas de Geus (UTFPR) [email protected] Isaura

Leia mais

Rolamentos II. Para evitar paradas longas na produção, devido. O que verificar durante o funcionamento

Rolamentos II. Para evitar paradas longas na produção, devido. O que verificar durante o funcionamento A UU L AL A Rolamentos II Para evitar paradas longas na produção, devido a problemas de rolamentos, é necessário ter certeza de que alguns desses rolamentos estejam disponíveis para troca. Para isso, é

Leia mais

da tuberculose, entre outras), fungos, vírus, etc.

da tuberculose, entre outras), fungos, vírus, etc. SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE EPIDEMIOLOGIA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVENÍVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS E DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA MENINGITE

Leia mais

Controle de Qualidade em

Controle de Qualidade em Controle de Qualidade em Laboratório de Anatomia Patológica Renata Cristina de Oliveira O que é Qualidade? Definição de Qualidade A totalidade dos requisitos e características de um produto ou serviço

Leia mais

Precauções e isolamentos

Precauções e isolamentos Universidade Federal do Triângulo Mineiro Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Precauções e isolamentos Enf ª Eva Claudia Venancio de Senne Enf ª Luciana Paiva Enf ª Patrícia Borges Peixoto Contaminação

Leia mais

Título: Iodometria. Aula Experimental n 16

Título: Iodometria. Aula Experimental n 16 Aula Experimental n 16 Objetivos: - Padronização de solução de Na 2 S 2 O 3. - Determinação do teor de cobre (Cu 2 ) de uma amostra. - Determinação do teor de Cloro ativo em uma amostra de água sanitária.

Leia mais

HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA NÍVEIS DE PREVENÇÃO I - HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA

HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA NÍVEIS DE PREVENÇÃO I - HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA NÍVEIS DE PREVENÇÃO 1 I - História Natural da Doença 1 - Padrões de progressão da 2 - Determinação da História Natural da Doença 3 - Fases da história natural da a) Período de

Leia mais

MANUAL COLHEITA E REMESSA DE MATERIAL

MANUAL COLHEITA E REMESSA DE MATERIAL MANUAL COLHEITA E REMESSA DE MATERIAL CITOPATOLOGIA O exame citológico oferece inúmeras vantagens, sendo atualmente um método que auxilia o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e procedimentos

Leia mais

Perícia relativa a manifestações patológicas recorrentes, em processo de repintura das paredes externas de Parque Fabril.

Perícia relativa a manifestações patológicas recorrentes, em processo de repintura das paredes externas de Parque Fabril. APRESENTAÇÃO LUÍS HENRIQUE POY Engenheiro Civil UFSC, 1989 Especialista em Patologias nas Obras Civis UTP, 2008 Consultor, Perito e Avaliador Judicial Perícia relativa a manifestações patológicas recorrentes,

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ Nome da Empresa: Guimarães Produtos Químicos e de Limpeza Ltda Telefones da Empresa: Fone: (48) 3623-1175 Fax: (48) 3623-0041 e-mail: [email protected] Ficha de Informações de Segurança de Produtos

Leia mais

LIMITAR A QUANTIDADE DE MATERAIS ENVIADOS AO NUMERO DE ESPAÇOS DISPONÍVEIS PARA CADA TIPO DE EXAMES.

LIMITAR A QUANTIDADE DE MATERAIS ENVIADOS AO NUMERO DE ESPAÇOS DISPONÍVEIS PARA CADA TIPO DE EXAMES. I PREENCHIMENTO DO PEDIDO DE EXAME: A Divisão de Laboratório Central do Hospital das Clínicas da FMUSP disponibiliza dois tipos de pedidos de exames microbiológicos, a saber: a) Requisição de exames do

Leia mais

Estudo da Doença Cárie Dentária I Conceitos - Etiologia

Estudo da Doença Cárie Dentária I Conceitos - Etiologia Estudo da Doença Cárie Dentária I Conceitos - Etiologia Cárie Dental Doença bacteriana Relacionamento estreito com biofilme Dependente da presença e freqüência de açúcares simples na dieta Modificada pela

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. Trabalho Prático nº 1

INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente. Trabalho Prático nº 1 INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) 1. Introdução Trabalho Prático nº 1 Medição do volume e massa

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DA CURVA DE TEMPERATURA DE UMA LAVADORA-DESINFETADORA PÓS QUALIFICAÇÃO TÉRMICA

AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DA CURVA DE TEMPERATURA DE UMA LAVADORA-DESINFETADORA PÓS QUALIFICAÇÃO TÉRMICA AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DA CURVA DE TEMPERATURA DE UMA LAVADORA-DESINFETADORA PÓS QUALIFICAÇÃO TÉRMICA Introdução Problemas referentes às práticas de limpeza, desinfecção e esterilização dos materiais,

Leia mais

Sistemas / equipamentos para combate e incêndios ( legislação específica )

Sistemas / equipamentos para combate e incêndios ( legislação específica ) ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DE UMA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO FARMACOTÉCNICA I Aula 2.2 INFRA- ESTRUTURA ( RDC 67/2007 ) A farmácia deve ser localizada, projetada, construída e adaptada, com infra-estrutura adequada

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [LEPTOSPIROSE]

www.drapriscilaalves.com.br [LEPTOSPIROSE] [LEPTOSPIROSE] A Leptospirose é uma doença infecciosa grave. 2 leptospirose É causada por uma bactéria, a Leptospira interrogans, que tem vários subtipos (chamados sorovares). Esses sorovares têm diferentes

Leia mais

INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS. Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011

INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS. Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011 INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011 Objetivos Definir infecção primária de corrente sanguínea (IPCS); Diferenciar infecção primária e secundária

Leia mais

Avaliação de uma fração proteica de 38 a 40 kda isolada de Acinetobacter baumannii como alvo para imunoterapia

Avaliação de uma fração proteica de 38 a 40 kda isolada de Acinetobacter baumannii como alvo para imunoterapia Avaliação de uma fração proteica de 38 a 40 kda isolada de Acinetobacter baumannii como alvo para imunoterapia Lucas Machado, Programa de Biofármacos, Bio manguinhos Introdução Patógenos ESCAPE (ESKAPE)

Leia mais

Diferenciação entre Mycobacterium tuberculosis e outras Micobactérias com ácido ρ-nitrobenzóico utilizando o sistema MGIT960

Diferenciação entre Mycobacterium tuberculosis e outras Micobactérias com ácido ρ-nitrobenzóico utilizando o sistema MGIT960 INT J TUBERC LUNG DIS 11(7):803 807 2007 The Union Diferenciação entre Mycobacterium tuberculosis e outras Micobactérias com ácido ρ-nitrobenzóico utilizando o sistema MGIT960 C. M. S. Giampaglia,* M.

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 03/09/07

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 03/09/07 1 - ROVA DE QUÍMICA GERAL 03/09/07 Nome: Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Dados R = 0,0821 atm L mol -1 K -1 T (K) = T ( C) + 273,15

Leia mais

A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, DEFINE O TERMO TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, COMO SENDO A

A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, DEFINE O TERMO TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, COMO SENDO A A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, DEFINE O TERMO TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, COMO SENDO A APLICAÇÃO DE MÉTODOS E DE TÉCNICAS PARA A PRODUÇÃO, ARMAZENAMENTO, PROCESSAMENTO, EMBALAGEM,

Leia mais

Augusto de Lima, 1715, Belo Horizonte, Minas Gerais. 1 Laboratório de Pesquisas Clínicas, Centro de Pesquisas René Rachou, Fundação Oswaldo Cruz. Av.

Augusto de Lima, 1715, Belo Horizonte, Minas Gerais. 1 Laboratório de Pesquisas Clínicas, Centro de Pesquisas René Rachou, Fundação Oswaldo Cruz. Av. Estudo da implantação e estimativa de custo direto de testes diagnósticos para Leishmaniose Visceral Humana em Ribeirão das Neves, Minas Gerais, Brasil Tália Machado de Assis; Paloma Nogueira Guimarães;

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PH DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC

DETERMINAÇÃO DO PH DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC DETERMINAÇÃO DO PH DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CÂMPUS CAMBORIÚ. Gubertt, Leticia 1 ; Silveira, Vitor Terra Munari da 1 ; Teixeira, Ana Cristina Franzoi 1 ; Martendal,

Leia mais

Bacteriologia 2º/ /08/2017

Bacteriologia 2º/ /08/2017 CULTIVO DE MICRORGANISMOS IN VITRO Para cultivar microrganismos em sistemas artificiais, deve-se obedecer a requisitos básicos, como a utilização de um meio com aporte nutritivo adequado para aquele microrganismo,

Leia mais

MODELO DE INSTRUÇÕES DE USO CAIXAS DE INSTRUMENTAIS Containers em Geral

MODELO DE INSTRUÇÕES DE USO CAIXAS DE INSTRUMENTAIS Containers em Geral MODELO DE INSTRUÇÕES DE USO CAIXAS DE INSTRUMENTAIS Containers em Geral PRODUTO NÃO ESTÉRIL. ESTERILIZAR ANTES DO USO. REPROCESSÁVEL. Descrição As caixas de instrumentais foram concebidas para organizar

Leia mais

Higienização de Ambiente Aplicada ao Controle de Infecção Hospitalar Enf.ª Simone Moreira Esp. Controle de Infecção Hospitalar Me.

Higienização de Ambiente Aplicada ao Controle de Infecção Hospitalar Enf.ª Simone Moreira Esp. Controle de Infecção Hospitalar Me. 3º Encontro de Esterilização: práticas seguras em respeito à vida Higienização de Ambiente Aplicada ao Controle de Infecção Hospitalar Enf.ª Simone Moreira Esp. Controle de Infecção Hospitalar Me. Avaliação

Leia mais

TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS

TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS Andréia Cristina Silva Hirata Eng. Agr., Doutora, Pesquisadora científica do Polo Regional Alta Sorocabana/APTA [email protected] Edson Kiyoharu

Leia mais

Ar de combustão. Água condensada. Balanço da energia. Câmara de mistura. Convecção. Combustível. Curva de aquecimento

Ar de combustão. Água condensada. Balanço da energia. Câmara de mistura. Convecção. Combustível. Curva de aquecimento Ar de combustão O ar de combustão contém 21% de oxigênio, que é necessário para qualquer combustão. Além disso, 78% de nitrogênio está incorporado no ar. São requeridos aproximadamente 10 metros cúbicos

Leia mais

O que é citologia e histologia?

O que é citologia e histologia? Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/ 1. O que é Citologia e Histologia? 2. Qual a sua importância e a relação com as outras ciências? 3. Como é preparado o material para seu estudo? Outras

Leia mais

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Observação de células e estruturas celulares

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Observação de células e estruturas celulares LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA Observação de células e estruturas celulares INTRODUÇÃO Existem essencialmente 2 tipos de microscópios: de luz e electrónicos, existindo ainda entre cada uma destas classes

Leia mais

Segregação de resíduos. Segregação de resíduos. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Segregação de resíduos

Segregação de resíduos. Segregação de resíduos. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Segregação de resíduos USP Segregação Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde 2014 1 Custos de tratamento de RSS perigosos R$ 800,00 a 2.000,00 / ton (R$ 8,00 a 20,00 / kg) Composição média Classificação Parcela Grupo

Leia mais

RELATO TÉCNICO: PROCESSAMENTO MÍNIMO DE MANDIOCA. Celina M. Henrique Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA

RELATO TÉCNICO: PROCESSAMENTO MÍNIMO DE MANDIOCA. Celina M. Henrique Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA RELATO TÉCNICO: PROCESSAMENTO MÍNIMO DE MANDIOCA Celina M. Henrique Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA [email protected] Patricia Prati Eng. Agr., Dr., PqC do Polo Regional Centro

Leia mais

CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR

CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Universidade Federal do Pampa Campus de São Gabriel Centro de Ciências Rurais Curso de Ciências Biológicas CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Monitora: Rosangela Gonçalves Célula Vegetal As células vegetais

Leia mais

Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água

Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Saneamento Básico Padrões de Potabilidade da Água e Estação de Tratamento de Água Renato

Leia mais

Orientações sobre o Manejo de Resíduos Perigosos no HC/UFTM

Orientações sobre o Manejo de Resíduos Perigosos no HC/UFTM APRESENTAÇÃO [email protected] Tel: 34 3318-5261 Orientações sobre o Manejo de Resíduos Perigosos no HC/UFTM Uberaba, 2012 Esta cartilha tem como objetivo levar informações imprescindíveis sobre o Plano

Leia mais

AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA EXPOSIÇÃO A DROGAS DE ABUSO.

AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA EXPOSIÇÃO A DROGAS DE ABUSO. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ciências Farmacêuticas Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas Laboratório de Análises Toxicológicas AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA EXPOSIÇÃO A DROGAS DE ABUSO.

Leia mais

TEGAN (alfaestradiol) Libbs Farmacêutica Ltda. Solução Tópica 0,25 mg

TEGAN (alfaestradiol) Libbs Farmacêutica Ltda. Solução Tópica 0,25 mg TEGAN (alfaestradiol) Libbs Farmacêutica Ltda. Solução Tópica 0,25 mg TEGAN alfaestradiol APRESENTAÇÕES Solução tópica capilar contendo 0,25 mg de alfaestradiol. Embalagem contendo 1 frasco plástico com

Leia mais

MANCHAS E DANOS NO ENXOVAL: COMO PREVENIR? Por: Marcelo Pierri

MANCHAS E DANOS NO ENXOVAL: COMO PREVENIR? Por: Marcelo Pierri MANCHAS E DANOS NO ENXOVAL: COMO PREVENIR? Por: Marcelo Pierri OBJETIVO DA LAVAGEM DE ROUPA OBTER ROUPA LIMPA, HIGIENIZADA, ISENTA DE MICROORGANISMOS, COM BOA COLORAÇÃO E EM PERFEITAS CONDIÇOES DE USO.

Leia mais

AVALIAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO POR Escherichia coli EM AMOSTRAS DE ÁGUA DE LAGOA

AVALIAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO POR Escherichia coli EM AMOSTRAS DE ÁGUA DE LAGOA AVALIAÇÃO DE CONTAMINAÇÃO POR Escherichia coli EM AMOSTRAS DE ÁGUA DE LAGOA Vitor Irineu Oliveira (1) Estudante de Graduação do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Federal de Viçosa-

Leia mais

NOTA TÉCNICA DVS/DVE/SESACRE Nº 09/2009 INFLUENZA A (H1N1)

NOTA TÉCNICA DVS/DVE/SESACRE Nº 09/2009 INFLUENZA A (H1N1) Governo do Estado do Acre Secretaria de Estado de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Epidemiológica Av. Antônio da Rocha Viana, nº 1294, Bairro Vila Ivonete E-mail: [email protected]

Leia mais

- água livre: água em excesso, em concentração superior à solubilidade no combustível à temperatura do ensaio

- água livre: água em excesso, em concentração superior à solubilidade no combustível à temperatura do ensaio 1 de 12 O presente procedimento destina-se a avaliar aspecto visual de amostra de Óleo Diesel Rodoviário ( B S500/ B S10 ) com vistas à detecção de: - água livre: água em excesso, em concentração superior

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Nº: 54/14 Data de emissão: Novembro/2014 Setor Tipo TAREFA Executante PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 00 Data da revisão: Centro de Saúde Assistencial, Vigilância em Saúde Teste rápido para detecção de

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006 1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE PÚBLICA DEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIA DISCIPLINA - EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 2006 Avaliando a Validade do Diagnóstico e de Testes de triagem Introdução

Leia mais

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS

Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Elaboração do Plano de Gestão de Logística Sustentável do Senado Federal - PGLS Sustentabilidade Contexto Aumento no número de pessoas Maior quantidade de recursos explorados Produção e consumo: compras

Leia mais

ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES

ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES ATUAÇÃO DA CCIH NO CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES Francisco Eugênio Deusdará de Alexandria e Mestrando em Genética e Toxicologia Aplicada Em muitos países o controle e prevenção das infecções hospitalares

Leia mais

MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS

MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS Programa de formação sobre a aplicação de MÓDULO IV SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS TEMA 1 ASPECTOS TOXICOLÓGICOS DA APLICAÇÃO DE PRODUTOS FITOFARMACÊTICOS TENDO EM CONSIDERAÇÃO A

Leia mais

Química - 9º ano. Água Potável. Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação

Química - 9º ano. Água Potável. Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação Química - 9º ano Atividade complementar sobre as misturas e suas técnicas de separação Água Potável A água é o constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial da vida, a água é talvez

Leia mais

Película Refletiva para Placas de Licenciamento

Película Refletiva para Placas de Licenciamento 3 Película Refletiva para Placas de Licenciamento Boletim de Produto Dezembro 2007 Revisão 1 Fevereiro 2008 Descrição Este boletim de produto descreve as propriedades físicas e óticas da película refletiva

Leia mais

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Bacteriologia Rodada: Ago/2008. Prezado Participante,

Seleção de Temas. Questionário - Proficiência Clínica. Área: Bacteriologia Rodada: Ago/2008. Prezado Participante, Seleção de Temas Prezado Participante, Gostaríamos de contar com a sua contribuição para a elaboração dos próximos materiais educativos. Cada questionário desenvolve um assunto (temas) específico dentro

Leia mais

Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo

Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo Aula de Laboratório de Materiais de Construção Civil Professora: Larissa Camporez Araújo De acordo com a NBR 12655, o responsável pelo recebimento do concreto é o proprietário da obra ou o responsável

Leia mais

Microbiologia Geral- Jean Berg Biotecnologia - UFERSA

Microbiologia Geral- Jean Berg Biotecnologia - UFERSA O corpo humano é continuamente habitado por vários microrganismos diferentes, em sua maioria bactérias que, em condições normais e em um indivíduo sadio, são inofensivos e podem até ser benéficos. Comensal:

Leia mais

Após agitação, mantendo-se a temperatura a 20ºC, coexistirão solução saturada e fase sólida no(s) tubo(s)

Após agitação, mantendo-se a temperatura a 20ºC, coexistirão solução saturada e fase sólida no(s) tubo(s) 01) (Covest-2006) Uma solução composta por duas colheres de sopa de açúcar (34,2g) e uma colher de sopa de água (18,0 g) foi preparada. Sabendo que: MMsacarose = 342,0g mol -1, MMágua = 18,0 g mol -1,

Leia mais

EVOLUÇÃO DA FORMAÇÃO DE BIOFILME UTILIZANDO EFLUENTE DE ABATEDOURO DE SUÍNOS

EVOLUÇÃO DA FORMAÇÃO DE BIOFILME UTILIZANDO EFLUENTE DE ABATEDOURO DE SUÍNOS EVOLUÇÃO DA FORMAÇÃO DE BIOFILME UTILIZANDO EFLUENTE DE ABATEDOURO DE SUÍNOS Marcos Antonio Machioni Junior*, Ana Carolina Pierotti Jacobs*, Bruna de Souza Raña*, Camila Zoe Correa* e Kátia Valéria Marques

Leia mais

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq

NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Serviço Público Federal Ministério da Educação Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul NORMAS INTERNAS DA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DO CÂMPUS DE AQUIDAUANA - UFMS/CPAq Define

Leia mais

55. X X X X. XXX. líquido: 1 - glicerina 2 - seco

55. X X X X. XXX. líquido: 1 - glicerina 2 - seco Manômetros Balflex Os manômetros Balflex são utilizados para medição de pontos com pressão dinâmica, pulsação ou com vibrações elevadas, na hidráulica ou em compressores. A gama de manômetros Balflex é

Leia mais

VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação.

VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação. Descrição VEDAJÁ é um revestimento impermeável de alta aderência e de fácil aplicação. Pode ser aplicado sobre concreto, alvenaria e argamassa. VEDAJÁ proporciona impermeabilidade, mesmo com a ocorrência

Leia mais

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS

SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS NOTAS DE AULA (QUÍMICA) SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: ITALLO CEZAR 1 INTRODUÇÃO A química é a ciência da matéria e suas transformações, isto é, estuda a matéria. O conceito da

Leia mais

PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos

PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 1 de 7 Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos Página 2 de 7 1. Objetivo-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

Clonagem Molecular Patricia H. Stoco Edmundo C. Grisard

Clonagem Molecular Patricia H. Stoco Edmundo C. Grisard Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas Programa de Pós Graduação em Biotecnologia e Biociências Clonagem Molecular Patricia H. Stoco Edmundo C. Grisard Desenvolvimento da

Leia mais

PROTOCOLO LABORATORIAL PARA DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE - Teste Rápido (PCR em tempo real), Cultura, Teste de Sensibilidade e Baciloscopia.

PROTOCOLO LABORATORIAL PARA DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE - Teste Rápido (PCR em tempo real), Cultura, Teste de Sensibilidade e Baciloscopia. PROTOCOLO LABORATORIAL PARA DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE - Teste Rápido (PCR em tempo real), Cultura, Teste de Sensibilidade e Baciloscopia. QUANTO A SOLICITAÇÃO DO EXAME - Para todo sintomático respiratório

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PINHO BRIL PLUS

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) PINHO BRIL PLUS Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: Pinho Bril Plus Códigos internos: 8001 (200ml), 8002 (500ml), 8004 (1L) e 19326 (5L) Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014

Leia mais

Diagnóstico Virológico

Diagnóstico Virológico Diagnóstico Virológico Auxílio no diagnóstico clínico: determinação do agente causal em casos de diarréia, infecções respiratórias, etc. Vigilância epidemiológica: febre amarela diagnóstico clínico de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.

Leia mais