Insuficiência adrenal em pacientes críticos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Insuficiência adrenal em pacientes críticos"

Transcrição

1 Insuficiência adrenal em pacientes críticos uma nova visão de um velho problema - Critical Care Review - 08/02/2002 o stress de origens diversas tais como, dor, febre e hipotensão, ativa o eixo hipotálamo-hipófiseadrenal (HPA) e se traduz por secreção de corticotropina e cortisol, de maneira contínua. O aumento da ação dos glicocorticóides é um componente indispensável da resposta ao stress, e mesmo um grau mínimo de insuficiência adrenal pode ser fatal no paciente submetido ao stress. Disfunção no eixo HPA é muito comum no paciente crítico e geralmente subdiagnosticada. Este artigo pretende fazer uma revisão dos fatores de risco, fisiopatologia, técnicas diagnósticas e tratamento da disfunção do eixo HPA no paciente crítico. Mecanismo de ação dos glicocorticóides Propriedades metabólicas Ações sobre o sistema cardiovascular Ações anti-inflamatórias e imunossupressivas 1

2 Propriedades metabólicas Ligação à 90-kd - proteína receptora de glicocorticóide intracelular (GR) Regulação da transcrição genética das células Aumento da gliconeogênese hepática Estimulação da liberação de ácidos graxos Liberação de aminoácidos Ações sobre o sistema cardiovascular Contratilidade cardíaca, tônus vascular, pressão arterial (angiotensina II, epinefrina e norepinefrina) Síntese de Na+ K+ ATPase Síntese de catecolaminas Produção de óxido nítrico Ações anti-inflamatória e imunossupressora Diminuição do acúmulo e função de células que participam das reações inflamatórias e imunes (linfócitos, células natural killers, monócitos, macrófagos, eosinófilos, neutrófilos, mastócitos e basófilos) Modulação da produção ou atividade das citocinas (interleucinas (IL) 1,2,3 6; interferon-y; fator de necrose tumoral-tnf; quimocinas; eicosanoides; ativação de complemento) Controle da produção de mediadores da inflamação (bradicininas, histamina, fator de inibição de migração de macrófagos) Aumento da liberação de fatores anti-inflamatórios (antagonista do receptor da IL-1, receptor solúvel do TNF e IL-10 Bloqueio da transcrição do RNAm para enzimas necessárias à síntese de alguns mediadores (ciclooxigenase-2, óxido nítrico) Inibição da fosfolipase A2 2

3 Regulação da secreção de cortisol A secreção de cortisol está sob o controle do eixo HPA num sistema de retroalimentação negativa assim descrito: sinal (citocinas, injúria tecidual, dor, hipotensão, hipoglicemia, hipóxia) SNC hipotálamo interpreta o sinal e ou o hormônio liberador de corticotropina (CRH) hipófise anterior adrenocorticotropina (ACTH) córtex adrenal liberação de cortisol, androgênios, aldosterona inibir o HPA Cortisol ligado à globulina Cortisol livre Citocinas e o eixo HPA O eixo HPA e o sistema imune estão intimamente relacionados num sistema de retroalimentação negativo Mediadores da resposta imune de pacientes sépticos podem estimular ou inibir a síntese e liberação de cortisol atuando no eixo HPA ou no GR A resposta do cortisol ao stress Stress home ostase eixo HPA cortisol Estimulação com altas doses de ACTH Hipoglicemia induzida Níveis de cortisol em resposta ao stress (>25µg/dL) Grau de ativação do eixo HPA e níveis de cortisol sérico são diretamente proporcionais à severidade da agressão (hipotensão e sépse) 3

4 Insuficiência Adrenal- diagnóstico Teste de estimulação com altas doses de corticotropina - HD- ACTH - (corticotropina sintética 250µg IV 30 a 60 níveis de cortisol <18µg/dL ou dos níveis séricos de cortisol <9µg) -- baixa sensibilidade Teste de estimulação com baixas doses de corticotropina - LD- ACTH - (corticotropina sintética 01 a 02µg ) Teste de resposta do cortisol ao stress 60 (>25µg/dL) Insuficiência adrenal primária - nível de cortisol sérico <25µg/dL após LD-ACTH e HD-ACTH testes Insuficiência adrenal por falha no eixo HPA - nível cortisol sérico <25µg/dL e > 25µg/dL com LD-ACTH e HD-ACTH testes Insuficiência adrenal resistente a ACTH - nível sérico de cortisol <25µg/dL com LD-ACTH e > 25µg/dL com HD-ACTH Administração de CRH - integridade hipofisária - sensibilidade e especificidade indeterminadas. Incidência da insuficiência adrenal em pacientes críticos Depende da patologia de base e do seu grau de severidade Aproximadamente 30% (50-60% em pacientes com choque séptico) Sinais e sintomas sugestivos de insuficiência adrenal em pacientes críticos Características especiais : Características gerais : Paciente séptico com hipotensão resistente à volume Paciente dependente de drogas vasoativas Eosinofilia (usualmente discreta) Na+ e K+ Hipoglicemia (raro) Insuficiência hipofisária (gonadotropinas, tireóide, diabetes insipidus) Hiperpigmentação (raro) Vitiligo (raro) Fraqueza,fadiga Anorexia, perda de peso Náuseas, vômitos Diarréia Anemia Acidose metabólica Febre inexplicável Alterações inexplicáveis do status mental Circulação hiperdinâmica 4

5 Causas de insuficiência adrenal aguda em pacientes críticos Insuficiência adrenal aguda ocorre naqueles pacientes incapazes de elevar sua produção sérica de cortisol em situações de stress: Disfunções hipotalâmicas e hipofisárias - insuficiência adrenal secundária (supressão brusca de corticóides (> 05 dias de uso), sépse, SIRS) Doenças adrenais degenarativas - insuficiência adrenal primária (D. de Addison, tuberculose, SIDA, tumores, etc) Doenças degenerativas da glândula adrenal A causa mais comum atualmente é a infecção pelo vírus HIV e outros agentes em pacientes imunossupressos (tuberculose, citomegalovírus, fungos), por ação direta na glândula ou indiretamente pelo número de drogas utilizadas no tratamento da infecção (cetoconazol, acetato de megesterol, rifampicina) Insuficiência adrenal induzida por glicocorticóides Glicocorticóides sintéticos suprimem o eixo HPA e dependem da potência do glicocorticóide, dose, posologia, tempo de uso Quando utilizados por período inferior a 05 dias não há supressão importante Entre 05 e 30 dias de uso o eixo HPA leva cerca de 14 dias para se recuperar Tempo de uso superior a 30 dias, o eixo HPA pode levar mais de 01 ano para se recuperar 5

6 Insuficiência adrenal aguda reversível induzida por sépse e SIRS As evidências de insuficiência adrenal em pacientes críticos apontam para fatores supressivos circulantes liberados durante a resposta inflamatória Diagnóstico e tratamento são muito importantes se levarmos em consideração a alta mortalidade dessa patologia, quando não tratada Resistência à cortisol e ACTH Pacientes com infecções sistêmicas (sépse, HIV) estão associados à insuficiência adrenal por resistência ao ACTH Não respondem às doses de stress de corticotropina exógena, mas respondem com doses farmacológicas Alguns pacientes apresentam disfunção ou diminuição da afinidade aos receptores de glicocorticóides (GR) Também foram encontradas evidências de disfunção no clearence do cortisol, o que reflete diminuição na captação e metabolismo do cortisol nesses pacientes Síndrome de exaustão adrenal Pacientes com patologias crônicas internados em UTI desenvolvem insuficiência adrenal, cuja causa aparente parece ser resposta inflamatória sistêmica prolongada, com secreção crônica de citocinas e outras substâncias supressoras do eixo HPA (ex: pacientes em VM prolongada) Importância do controle da função adrenal nestes pacientes 6

7 Prognóstico Pior prognóstico para pacientes com níveis de cortisol sérico < 25µg/dL não tratados com corticosteróides e para aqueles com níveis de cortisol sérico > 45µg/dL Deficiência da resposta à ACTH e CRH estão associados à alta mortalidade Tratamento da insuficiência adrenal aguda Diversos estudos comprovam que o tratamento de pacientes críticos com Hidrocortisona 100mg IV de 8/8h por 07 dias contribui para reversão do choque séptico, diminuição dos dias de uso de drogas vasoativas, resolução precoce das disfunções orgânicas, encurtamento do tempo de ventilação mecânica e do tempo de permanência na UTI Corticóides e cirurgia Cirurgias pequenas (herniorrafias, colecistectomia videolaparoscópica, cirurgias do joelho) - hidrocortisona 25mg em dose única Cirurgias com stress moderado (colecistectomia aberta, ressecção parcial do colon, cirurgias não complicadas de coluna, osteossíntese de quadril ) - hidrocortisona 50-75mg/dia por 01 ou 02 dias Cirurgia de alto stress (pancreatoduodenectomia, esofagectomia, colectomia total, perfuração intestinal, revascularização miocárdica, revascularização de MMII) - hidrocortisona mg/dia por 02 ou 03 dias -- dose máxima diária de 300mg 7

8 Técnica terapêutica para pacientes com insuficiência adrenal presumida Tratamento para insuficiência adrenal primária, falência do eixo HPA e resistência ao ACTH: Paciente submetido à stress (dor, hipotensão, hipóxia) Dosar cortisol sérico Hipotensos com alto risco de insuficiência adrenal iniciar hidrocortisona 100mg IV de 8/8h Cortisol séricos <25µg/dL, manter hidrocortisona Paciente com melhoras e nível de cortisol sérico > 25µg/dL, continuar hidrocortisona por poucos dias - melhora persiste, desmamar hidrocortisona para dose de manutenção - Técnica terapêutica para pacientes com insuficiência adrenal presumida Pacientes com suspeita de insuficiência adrenal sem stress ou submetido à níveis baixos de stress : Teste com LD-ACTH (01µg) Tratamento empírico com hidrocortisona 100mg IV de 8/8h até o resultado do teste Em caso de não poder realizar LD-ACTH imediatamente, utilizar dexametasona (02mg) e realizar o teste nas próximas 12h Conclusão Disfunção do eixo HPA é uma enfermidade muito comum em pacientes críticos e mesmo uma leve deficiência na resposta da glândula adrenal pode aumentar a morbimortalidade sobremaneira. Acredita-se que o nível de cortisol sérico é o responsável pela sobrevida reduzida nestes tipos de pacientes.dessa maneira é que, desejamos alertar para uma suspeição precoce de insuficiência adrenal em qualquer paciente crítico e em especial naqueles com hipotensão refratária. Todo e qualquer paciente com suspeita de disfunção do eixo HPA deve se tratado com dose stress de corticosteróides, na dependência de seus testes diagnósticos. 8

Hormônios Adrenais. } Prof. Kellen Brunaldi. } Universidade Estadual de Maringá, } Departamento de Ciências Fisiológicas } Curso: Odontologia

Hormônios Adrenais. } Prof. Kellen Brunaldi. } Universidade Estadual de Maringá, } Departamento de Ciências Fisiológicas } Curso: Odontologia Hormônios Adrenais } Prof. Kellen Brunaldi } Universidade Estadual de Maringá, } Departamento de Ciências Fisiológicas } Curso: Odontologia Fisiologia Humana Dee Unglaub Silverthorn Anatomia Glândula supra-renal

Leia mais

DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO

DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO INAPÓS - Faculdade de Odontologia e Pós Graduação Curso de Graduação em Odontologia Disciplina de Periodontia 5 o período DISTÚRBIOS SISTÊMICOS E O PERIODONTO Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR PREVENÇÃO e CONTROLE do Clostridium difficile 1 Introdução Clostridium difficile (CD) é uma bactéria Gram-positiva, anaeróbia obrigatória com forma de bacilo, formadora de esporos e produtora de toxinas.

Leia mais

Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e

Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Papel do Laboratório de Microbiologia no Diagnóstico Laboratorial: Orientações para a Prática e Conduta. QUESTÕES DE PROVAS; CONTEÚDO DAS PRÓXIMAS AULAS; HORÁRIO DE ATENDIMENTO ON-LINE; blog do professor:

Leia mais

Glândulas. Paratireóides

Glândulas. Paratireóides Glândulas Paratireóides Paratôrmonio (PTH) Essencial para a vida Regulação da [Ca +2 ] plasmática. Baixa [Ca 2+ ] no plasma Células da Paratireóide Retroalimentação Negativa Hormônio da Paratireóide Controle

Leia mais

Sistema Endócrino e Exercício. Samuel Guerra Torres

Sistema Endócrino e Exercício. Samuel Guerra Torres Sistema Endócrino e Exercício Samuel Guerra Torres Introdução Visão geral do sistema endócrino: Juntamente com o sistema nervoso atua regulando e mantendo a homeostasia Relativamente pequeno Peso combinado

Leia mais

Christiano Coli Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva Hospital Mater Dei

Christiano Coli Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva Hospital Mater Dei SIADH, SPS E O PAPEL DA SALINA HIPERTÔNICA Christiano Coli Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva Hospital Mater Dei HIPONATREMIA Hiponatremia: Na < 135 meq/l Incidência: Pacientes hospitalizados:

Leia mais

Imunologia. Introdução. Imunidade = resistência a infecções. Células, tecidos e moléculas que medeiam resistência = sistema imune

Imunologia. Introdução. Imunidade = resistência a infecções. Células, tecidos e moléculas que medeiam resistência = sistema imune Imunologia Definição: Estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos. Introdução Imunidade = resistência

Leia mais

Reparação descrição geral

Reparação descrição geral Reparação descrição geral Capacidade para a regeneração de diferentes células Regeneração hepática Regeneração a partir de células multipotenciais Células multipotenciais embrionárias Células germinais

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM TERAPIA INTENSIVA MÓDULO DE INSUFICIÊNCIA CIRCULATÓRIA AGUDA CHOQUE Prof.: ALESSANDRO MÁRCIO TEIXEIRA CAVALCANTE Choque Hipovolêmico Choque hipovolêmico - Definição Distúrbio

Leia mais

FISIOLOGIA ANIMAL - UERJ

FISIOLOGIA ANIMAL - UERJ FISIOLOGIA ANIMAL - UERJ 1) Lipases são enzimas relacionadas à digestão dos lipídios, nutrientes que, em excesso, levam ao aumento da massa corporal. Certos medicamentos para combate à obesidade agem inibindo

Leia mais

Definir febre. Identificar os aspectos peculiares da avaliação e condução de pacientes com febre no ambiente de atenção primária à saúde / atenção

Definir febre. Identificar os aspectos peculiares da avaliação e condução de pacientes com febre no ambiente de atenção primária à saúde / atenção Definir febre. Identificar os aspectos peculiares da avaliação e condução de pacientes com febre no ambiente de atenção primária à saúde / atenção básica. Reconhecer os elementos fundamentais da avaliação

Leia mais

Filariose Linfática. - Esses vermes, chamados de filarídeos, não são geo-helmintos. Eles precisam de um vetor (mosquito) para completar seu ciclo.

Filariose Linfática. - Esses vermes, chamados de filarídeos, não são geo-helmintos. Eles precisam de um vetor (mosquito) para completar seu ciclo. Filariose Linfática Parasito Reino: Animalia Filo: Nemathelminthes Classe: Nematoda Família: Onchocercidae Gênero: Wuchereria Espécies: Wuchereria bancrofti - Esses vermes, chamados de filarídeos, não

Leia mais

PAPEL DOS HORMÔNIOS NO CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E ENVELHECIMENTO DO ORGANISMO HUMANO. Profa. Dra. Rosângela Fernandes Garcia

PAPEL DOS HORMÔNIOS NO CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E ENVELHECIMENTO DO ORGANISMO HUMANO. Profa. Dra. Rosângela Fernandes Garcia PAPEL DOS HORMÔNIOS NO CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E ENVELHECIMENTO DO ORGANISMO HUMANO Profa. Dra. Rosângela Fernandes Garcia 2012 Crescimento nos seres humanos Importante indicador da saúde física e

Leia mais

ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA

ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA ABORDAGEM CLÍNICA DAS ARBOVIROSES EPIDÊMICAS E HIPERENDÊMICAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DENGUES TIPO 1 A 4, CHIKUNGUNYA E ZIKA Pedro Guimarães Coscarelli Médico Dstrab/Cvast/Svea/SVS/SES-RJ Professor

Leia mais

Síndrome Metabólica: doença multicausal, multigenética e multiinfluenciada requisita novas atitudes dos profissionais de saúde

Síndrome Metabólica: doença multicausal, multigenética e multiinfluenciada requisita novas atitudes dos profissionais de saúde Síndrome Metabólica: doença multicausal, multigenética e multiinfluenciada requisita novas atitudes dos profissionais de saúde Prof. MSc Claudia Boscheco Moretoni 04/2009 Caso clínico 1 Paciente feminina

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA Prof a. Dr a. Nereide Magalhães Recife, fevereiro de 2005 HORMÔNIOS Sinais hormonais

Leia mais

Sangue Eritrócitos. Fisiologia Molecular BCT 2S/2011. Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP

Sangue Eritrócitos. Fisiologia Molecular BCT 2S/2011. Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP Sangue Eritrócitos Fisiologia Molecular BCT 2S/2011 Universidade Federal de São Paulo EPM/UNIFESP FUNÇÕES DO SANGUE 1) Respiratória: transporte dos gases O 2 e CO 2 2) Nutritiva: transporte dos diversos

Leia mais

MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR

MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR MANUTENÇÃO DO POTENCIAL DOADOR OBJETIVOS Objetiva otimizar a perfusão tecidual, assegurando a viabilidade do órgão Diminui o risco de evolução para parada cardíaca Mantém o órgão em melhores condições

Leia mais

Mecanismos Fisiológicos de Controle da Pressão Arterial. Fernanda Burle de Aguiar - Profª de Fisiologia Humana DFP - CCS - UFPB

Mecanismos Fisiológicos de Controle da Pressão Arterial. Fernanda Burle de Aguiar - Profª de Fisiologia Humana DFP - CCS - UFPB Mecanismos Fisiológicos de Controle da Pressão Arterial Fernanda Burle de Aguiar - Profª de Fisiologia Humana DFP - CCS - UFPB , O QUE É PRESSÃO ARTERIAL? Débito Cardíaco Pressão Arterial Média Resistência

Leia mais

Relevância. Grupos / Fatores de Risco. Como lidar com a intolerância medicamentosa no esquema com IV drogas?

Relevância. Grupos / Fatores de Risco. Como lidar com a intolerância medicamentosa no esquema com IV drogas? XI Curso Nacional de Atualização em Pneumologia e Tisiologia da SBPT Rio de Janeiro Abril, 2009 Fernanda C Queiroz Mello Coordenadora do Ambulatório de Tisiologia Instituto de Doenças do Tórax / Hospital

Leia mais

INTEGRAÇÃO E REGULAÇÃO HORMONAL DO METABOLISMO

INTEGRAÇÃO E REGULAÇÃO HORMONAL DO METABOLISMO INTEGRAÇÃO E REGULAÇÃO HORMONAL DO METABOLISMO INTEGRAÇÃO E REGULAÇÃO HORMONAL DO METABOLISMO 1) MECANISMOS DE REGULAÇÃO METABÓLICA 2) ESPECIALIZAÇÃO DOS ÓRGÃOS Cérebro, Músculos, Tecido Adiposo e Fígado

Leia mais

FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI

FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI 1 FUNDAÇÃO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE BARUERI EEFMT Professora Maria Theodora Pedreira de Freitas Disciplina: Educação Física 1º ano Ensino Médio 1º Trimestre Professor: Renato Doenças e suas relações com

Leia mais

Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011)

Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011) Diverticulite Resumo de diretriz NHG M99 (setembro 2011) Berger MY, De Wit NJ, Vogelenzang R, Wetzels RV, Van Rijn-van Kortenhof NMM, Opstelten W traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto

Leia mais

ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO

ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO ANEXO III ALTERAÇÕES AO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO E FOLHETO INFORMATIVO 25 ALTERAÇÕES A SEREM INCLUÍDAS NAS SECÇÕES RELEVANTES DO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO PARA MEDICAMENTOS

Leia mais

Glândulas e hormônios. Profª Talita Silva Pereira

Glândulas e hormônios. Profª Talita Silva Pereira Glândulas e hormônios Profª Talita Silva Pereira O sistema endócrino É formado pelo conjunto de glândulas endócrinas, as quais são responsáveis pela secreção de substância denominadas hormônios. As glândulas

Leia mais

Caso clínico 5: Ajuste de dose de drogas no diabético com doença renal crônica

Caso clínico 5: Ajuste de dose de drogas no diabético com doença renal crônica Caso clínico 5: Ajuste de dose de drogas no diabético com doença renal crônica Camila de Oliveira Carolina Jorge Perez Cristiane Puccioni Katsuda Denis Barbosa Fernanda Araujo Naiara Manocchio Samira Silva

Leia mais

ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO

ALERGIA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. Laíse Souza. Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO ALERGIA X INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Laíse Souza Mestranda Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição PPGAN / UNIRIO COMO DIFERENCIAR A ALERGIA ALIMENTAR DA INTOLERÂNCIA ALIMENTAR?! ALERGIA ALIMENTAR

Leia mais

TEORIAS E TÉCNICAS DE MASSAGEM PROF.ª DANIELLA KOCH DE CARVALHO UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE COSMETOLOGIA E ESTÉTICA

TEORIAS E TÉCNICAS DE MASSAGEM PROF.ª DANIELLA KOCH DE CARVALHO UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE COSMETOLOGIA E ESTÉTICA TEORIAS E TÉCNICAS DE MASSAGEM PROF.ª DANIELLA KOCH DE CARVALHO UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA CURSO DE COSMETOLOGIA E ESTÉTICA Segundo o grande filósofo e cientista árabe Avicena (980 1037), o

Leia mais

Lista de exercícios de Biologia- Prof. João Paulo. Sistema Endócrino

Lista de exercícios de Biologia- Prof. João Paulo. Sistema Endócrino Lista de exercícios de Biologia- Prof. João Paulo 01) (UFABC/2009) Leia a tirinha: Sistema Endócrino Enquanto o futuro não chega, diabéticos controlam a glicemia através de injeções diárias de insulina

Leia mais

Cada comprimido de LISODREN contém 500 mg de mitotano. Ingredientes inativos: celulose microcristalina, macrogol, amido e dióxido de silício.

Cada comprimido de LISODREN contém 500 mg de mitotano. Ingredientes inativos: celulose microcristalina, macrogol, amido e dióxido de silício. APRESENTAÇÃO LISODREN é apresentado na concentração de 500 mg por comprimido em frascos com 100 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de LISODREN contém 500 mg de mitotano. Ingredientes

Leia mais

número 17 - março/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

número 17 - março/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS número 17 - março/2016 RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida

Leia mais

FUNÇÃO HEPÁTICA. Msc. Danielle Rachel

FUNÇÃO HEPÁTICA. Msc. Danielle Rachel FUNÇÃO HEPÁTICA Msc. Danielle Rachel 1 S FÍGADO 2 FUNÇÃO S Órgão de funções múltiplas e fundamentais para o funcionamento do organismo. Entre elas, destacam-se: ü Armazenamento de glicose: O glicogênio

Leia mais

Relação entre a velocidade de circulação e o diâmetro dos vasos? Constância dos fluxos

Relação entre a velocidade de circulação e o diâmetro dos vasos? Constância dos fluxos Relação entre a velocidade de circulação e o diâmetro dos vasos? Constância dos fluxos Área dos segmentos vasculares é muito variável, fluxo é obrigatoriamente constante - velocidade de circulação varia...

Leia mais

A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM SAÚDE MENTAL. Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014

A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM SAÚDE MENTAL. Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014 A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO EM SAÚDE MENTAL Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014 ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO PARA TRANSTORNOS MENTAIS E DEPENDÊNCIA DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Em saúde mental nem sempre

Leia mais

Síndrome de Guillain-Barré

Síndrome de Guillain-Barré Enfermagem em Clínica Médica Síndrome de Guillain-Barré Enfermeiro: Elton Chaves email: [email protected] Síndrome de Guillain-Barré É uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico

Leia mais

TRH. Libera o TSH que, por sua vez, estimula a produção de T 3 e T 4 pela Tireóide; Ações dos hormônios tireoidianos:

TRH. Libera o TSH que, por sua vez, estimula a produção de T 3 e T 4 pela Tireóide; Ações dos hormônios tireoidianos: Instituto Biomédico Departamento de Fisiologia e Farmacologia Disciplina: Fisiologia Veterinária II Curso: Medicina Veterinária Glândula Tireóide Homeostase W. Canon (1871-1945) Tendência do corpo normal

Leia mais

Irene Biasoli. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFRJ, Serviço de Hematologia do HUCFF da UFRJ, Rio de Janeiro.

Irene Biasoli. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFRJ, Serviço de Hematologia do HUCFF da UFRJ, Rio de Janeiro. Tema ABORDAGEM INICIAL AO PACIENTE COM ANEMIA Parte 1. Elaborador Irene Biasoli. Professora Adjunta da Faculdade de Medicina da UFRJ, Serviço de Hematologia do HUCFF da UFRJ, Rio de Janeiro. Caso clínico

Leia mais

dropropizina Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Xarope 7,5 mg/5 ml e 15 mg/5 ml

dropropizina Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Xarope 7,5 mg/5 ml e 15 mg/5 ml dropropizina Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Xarope 7,5 mg/5 ml e 15 mg/5 ml dropropizina Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Xarope pediátrico de 7,5 mg/5ml: frasco com 120 ml

Leia mais

Dr. Ruy Emílio Dornelles Dias

Dr. Ruy Emílio Dornelles Dias Colelitíase Pedras na Vesícula Biliar O QUE É A VESÍCULA BILIAR E O QUE ELA FAZ? A vesícula é uma pequena saculação (como uma bexiga murcha) que se encontra junto ao fígado e sua função é armazenar bile,

Leia mais

CAMOMILINA C. Theraskin Farmacêutica Ltda. Cápsulas. extrato de camomila 25mg, extrato de alcaçuz 5mg, vitamina C 25mg, vitamina D3 150UI

CAMOMILINA C. Theraskin Farmacêutica Ltda. Cápsulas. extrato de camomila 25mg, extrato de alcaçuz 5mg, vitamina C 25mg, vitamina D3 150UI CAMOMILINA C Theraskin Farmacêutica Ltda. Cápsulas extrato de camomila 25mg, extrato de alcaçuz 5mg, vitamina C 25mg, vitamina D3 150UI CAMOMILINA C extrato de camomila 25mg, extrato de alcaçuz 5mg, vitamina

Leia mais

Metabolismo dos Carboidratos

Metabolismo dos Carboidratos Metabolismo dos Carboidratos Disciplina: Nutrição Aplicada a Educação Física Prof ₐ Mda. Vanessa Ribeiro dos Santos Definição O que são carboidratos? Os carboidratos são compostos orgânicos que contêm:

Leia mais

Quantificação do Treinamento

Quantificação do Treinamento Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade III Quantificação do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Quantificação do Treinamento Nesta unidade tentaremos quantificar o treinamento. Iremos analisar

Leia mais

Bula para paciente. pomada. 1 mg/g

Bula para paciente. pomada. 1 mg/g MUD oral Bula para paciente pomada 1 mg/g Mud Oral (triancinolona acetonida) TÓPICO FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES: USO ADULTO USO ORAL Embalagem contendo 1 bisnaga de 10 g. COMPOSIÇÃO: Cada grama

Leia mais

Fisiologia do sistema endócrino: hormônios da tireóide

Fisiologia do sistema endócrino: hormônios da tireóide Fisiologia do sistema endócrino: hormônios da tireóide Prof. Kellen Brunaldi Universidade Estadual de Maringá, Departamento de Ciências Fisiológicas Curso: Odontologia Fisiologia Humana Dee Unglaub Silverthorn

Leia mais

Probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana pela idade, sexo e sintomas

Probabilidade pré-teste de doença arterial coronariana pela idade, sexo e sintomas Pergunta: Quais são as principais indicações do teste ergométrico? Resposta: Há décadas o ECG de esforço vem sendo o principal instrumento no diagnóstico da doença cardíaca isquêmica estável e sua indicação

Leia mais

Terapia Nutricional em situações de demanda calórica e proteica elevada

Terapia Nutricional em situações de demanda calórica e proteica elevada Terapia Nutricional em situações de demanda calórica e proteica elevada Diversos estudos revelam pacientes desnutridos diagnosticados logo no momento de admissão hospitalar, variando entre 30% e 70% 3.

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Diprosone N.V. 0,05 mg/g Pomada Dipropionato de betametasona

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Diprosone N.V. 0,05 mg/g Pomada Dipropionato de betametasona FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Diprosone N.V. 0,05 mg/g Pomada Dipropionato de betametasona Leia atentamente este folheto antes de utilizar o medicamento. - Conserve este folheto. Pode

Leia mais

Uso de Inotrópicos em Cirurgia Cardíaca. Paulo do Nascimento Jr

Uso de Inotrópicos em Cirurgia Cardíaca. Paulo do Nascimento Jr Uso de Inotrópicos em Cirurgia Cardíaca Paulo do Nascimento Jr O problema cirurgia cardíaca e síndrome do DC mortalidade Síndrome do DC pós cirurgia cardíaca e CEC PAS < 90 mmhg IC < 2,2 L.min -1.m -2

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) PROJETO DE LEI Nº, DE 2009 (Do Sr. Capitão Assumção) Altera dispositivo da lei 8.069 (Estatuto da Criança e do Adolescente) para obrigar a realização da triagem neonatal completa realizada em recém nascidos.

Leia mais

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE

REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE Conceito REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE PROF. MANUEL JUNIOR IMUNOLOGIA - ENFERMAGEM Resposta imune adaptativa, exagerada ou inadequada, resultando em reação inflamatória e/ou dano tecidual Os antígenos

Leia mais

Resposta Imune celular

Resposta Imune celular Introdução Resposta Imune celular A maioria dos Ag microbianos são processados pelas APC e apresentados ao linfócito T helper, preferencialmente associados com classe II do MHC Induz linfócito B a produzir

Leia mais

Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia. Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com

Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia. Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com Respostas hormonais ao exercício Mecanismos do emagrecimento e da hipertrofia Prof. Ms. Alexandre Sérgio Silva www.aulalivre.com ADAPTAÇÕES AGUDAS Metabolismo energético e mobilização de substrato EXERCÍCIO

Leia mais

NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!!

NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!! M.S 6.6969.0027.001-8 FÓRMULA ESPECIAL : GUARANÁ + 21 VITAMINAS E MINERAIS UMA CÁPSULA AO DIA 1200 MG. ALTO PODER DE CONCENTRAÇÃO NÃO ENGORDA! NERVITON PLUS É MAIS ENERGIA!!! É um polivitamínico completo

Leia mais

Patogenia das Infecções Virais

Patogenia das Infecções Virais Introdução A patogenia das infecções virais é determinada pela combinação entre os efeitos diretos e indiretos da replicação viral e as respostas do hospedeiro à infecção. Períodos de infecção Período

Leia mais

FARMACODINÂMICA MECANISMO DE AÇÃO DE DROGAS

FARMACODINÂMICA MECANISMO DE AÇÃO DE DROGAS FARMACODINÂMICA A farmacodinâmica estuda os mecanismos pelos quais um medicamento atua sobre as funções bioquímicas ou fisiológicas de um organismo vivo (o que a droga faz no organismo). MECANISMO DE AÇÃO

Leia mais

Sangue Professor: Fernando Stuchi

Sangue Professor: Fernando Stuchi Zoologia e Histologia Animal Sangue Professor: Fernando Stuchi Sangue Em animais invertebrados o líquido circulante no interior do sistema cardiovascular é a hemolinfa. Nos vertebrados esse liquido é o

Leia mais

Reação de Hipersensibilidade: Resposta imune que ocorre de forma exagerada ou inapropriada.

Reação de Hipersensibilidade: Resposta imune que ocorre de forma exagerada ou inapropriada. Reação de Hipersensibilidade: Resposta imune que ocorre de forma exagerada ou inapropriada. Resposta para antígenos inócuos Resposta para antígenos inócuos estranhos (não próprios) que são desreguladas

Leia mais

Fisiopatologia Ação Hiperglicemiante Glucagon Corticóides Adrenalina Ação Hipoglicemiante Insulina Tecidos alvo da insulina Músculo Fígado Tecido adip

Fisiopatologia Ação Hiperglicemiante Glucagon Corticóides Adrenalina Ação Hipoglicemiante Insulina Tecidos alvo da insulina Músculo Fígado Tecido adip Epidemiologia Assistência Farmacêutica em Diabetes Diabéticos no mundo 1985 30 milhões 1995 135 milhões 2000 177 milhões Estimativa para 2025 300 milhões de diabéticos Fonte: OMS 2002 Doença crônica, multifatorial,

Leia mais

Exames para propedêutica de polineuropatia

Exames para propedêutica de polineuropatia NOTA TÉCNICA 222/2013 Solicitante: Marly Gonçalves Pinto - PJPI 3998-2 - Oficial de Apoio Judicial B - Escrivã Judicial da Comarca de Cláudio/MG. Data: 12/11/2013 Medicamento x Material Procedimento Cobertura

Leia mais

Osteoartrose. Ms. Roberpaulo Anacleto

Osteoartrose. Ms. Roberpaulo Anacleto Osteoartrose Ms. Roberpaulo Anacleto Introdução Sinônimos: Osteoartrite; Doença Articular Degenerativa Não há sintomas sistêmicos Locais mais acometidos: Membros inferiores e segmentos vertebrais. Associação:

Leia mais

4. Sistema Nervoso Autonômico

4. Sistema Nervoso Autonômico 4. Sistema Nervoso Autonômico Organização anatômica do Sistema Nervoso Autonômico Responsável pelo controle e regulação das funções dos órgãos internos Regulação da musculatura lisa de diversos órgãos,

Leia mais

DROGAS Na ADOLESCÊNCIA

DROGAS Na ADOLESCÊNCIA DROGAS Na ADOLESCÊNCIA Drogas seus efeitos e características As drogas são substâncias químicas, naturais ou sintéticas, que provocam alterações psíquicas e físicas a quem as consome e levam à dependência

Leia mais

TÍTULO: BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS E PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO ANTIOXIDANTE EM PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

TÍTULO: BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS E PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO ANTIOXIDANTE EM PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA TÍTULO: BENEFÍCIOS DOS ALIMENTOS FUNCIONAIS E PLANTAS MEDICINAIS COM AÇÃO ANTIOXIDANTE EM PACIENTE COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: NUTRIÇÃO

Leia mais

ANSIOLÍTICOS E SUAS INDICAÇÕES

ANSIOLÍTICOS E SUAS INDICAÇÕES CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSIQUIATRIA ANSIOLÍTICOS E SUAS INDICAÇÕES TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DOS TRANSTORNOS ANSIOSOS Autor: Dr. Iso Jorge Teixeira Adaptação: Dr Alexandre

Leia mais

Modificação Covalente

Modificação Covalente Controle Celular Sistema de Controle Celular Governa a Maquinaria do Ciclo Celular Ativação e desativação cíclica Ativação e Inativação Proteínas chaves e dos complexos protéicos Iniciam ou regulam Replicação

Leia mais

DONILA. Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos 5 mg e 10 mg

DONILA. Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos 5 mg e 10 mg DONILA Aché Laboratórios Farmacêuticos Comprimidos revestidos 5 mg e 10 mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DONILA cloridrato de donepezila

Leia mais

Diabetes. Hábitos saudáveis para evitar e conviver com ela.

Diabetes. Hábitos saudáveis para evitar e conviver com ela. Diabetes Hábitos saudáveis para evitar e conviver com ela. diabetes É uma doença crônica, caracterizada por um distúrbio do metabolismo da glicose (açúcar). Consiste no aumento dos níveis de glicose no

Leia mais

O Colesterol na Prática Médica

O Colesterol na Prática Médica O Colesterol na Prática Médica 1 Metabolismo do Colesterol o colesterol encontra se presente na dieta de todos os indivíduos, especialmente daqueles que consomem produtos animais, visto que, este esteróide

Leia mais

Glaucoma. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Glaucoma. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Glaucoma Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho GLAUCOMA O Glaucoma é uma doença causada pela lesão do nervo óptico relacionada a pressão ocular alta. Glaucoma Crônico e agudo Crônico:

Leia mais

EBV - Sumário. José Miguel Azevedo Pereira - Virologia Teórica. Características morfológicas e estruturais. Características clínicas (MNI, linfomas)

EBV - Sumário. José Miguel Azevedo Pereira - Virologia Teórica. Características morfológicas e estruturais. Características clínicas (MNI, linfomas) EBV - Sumário Características morfológicas e estruturais Características clínicas (MNI, linfomas) Patogénese da infecção Latência do EBV - controlo da infecção Potencial oncogénico do EBV Diagnóstico da

Leia mais

NOTA TÉCNICA 12/2014 DIVEP/SVS. Assunto: Definição e atualização internacional de casos.

NOTA TÉCNICA 12/2014 DIVEP/SVS. Assunto: Definição e atualização internacional de casos. GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE NOTA TÉCNICA 12/2014 DIVEP/SVS Assunto: Definição e atualização internacional de casos.

Leia mais

Boa leitura! Luiz Carlos Motta, presidente

Boa leitura! Luiz Carlos Motta, presidente Nos últimos anos, infelizmente o assunto dengue tem ganhado cada vez mais espaço no noticiário. Os casos não param de aumentar e o número de cidades onde a doença se transformou em epidemia, também. Para

Leia mais

Aldactone espironolactona

Aldactone espironolactona Aldactone espironolactona I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Aldactone Nome genérico: espironolactona APRESENTAÇÕES Aldactone 25 mg ou 50 mg em embalagens contendo 30 comprimidos. Aldactone

Leia mais

Cortisol. Antiinflamatórios 04/06/2013. Córtex da SR. Fascicular: Glicocorticóides AINES. Esteroidais. Hormônios da Supra Renais

Cortisol. Antiinflamatórios 04/06/2013. Córtex da SR. Fascicular: Glicocorticóides AINES. Esteroidais. Hormônios da Supra Renais Glicocorticóides Antiinflamatórios AINES Esteroidais Prof. Herval de Lacerda Bonfante Corticosteróides - Glicorticóides Hormônios da Supra Renais Medular: SNA (Adrenalina) Córtex: Corticosteróides Corticosteróides

Leia mais

ABSORÇÃO CUTÂNEA E PROBLEMAS DE PELE. Professora: Erika Liz

ABSORÇÃO CUTÂNEA E PROBLEMAS DE PELE. Professora: Erika Liz ABSORÇÃO CUTÂNEA E PROBLEMAS DE PELE Professora: Erika Liz Permeabilidade Cutânea É a capacidade que a pele tem de deixar passar, seletivamente, certas substâncias em função da natureza química ou de determinados

Leia mais

Infecções Genitais Femininas

Infecções Genitais Femininas Infecções Genitais Femininas 1963 2011 FMBotucatu 20ª Jornada de Ginecologia e Obstetrícia Maternidade Sinhá Junqueira Vulvovaginites Recorrentes Ribeirão Preto 2011 Mecanismos de Defesa do TGI TGI Feminino

Leia mais

A. Ossos B. Articulações. 2 Letícia C. L. Moura

A. Ossos B. Articulações. 2 Letícia C. L. Moura Ossos e Articulações Profa. Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da aula A. Ossos B. Articulações 2 A. Ossos Modelagem, Remodelagem Óssea Crescimento e Desenvolvimento Ósseos Anormalidades de Desenvolvimento

Leia mais

Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes. O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes?

Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes. O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes? Alimentação Saudável A Nutrição & Os Nutrientes O que são Nutrientes? Quais as funções dos Nutrientes? Os Nutrientes Os nutrientes são substâncias indispensáveis ao funcionamento do organismo, e que obtemos

Leia mais

INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS. Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011

INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS. Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011 INFECÇÕES PRIMÁRIAS DA CORRENTE SANGUÍNEA CRITÉRIOS NACIONAIS Dra Rosana Rangel SMSDC/RJ 2011 Objetivos Definir infecção primária de corrente sanguínea (IPCS); Diferenciar infecção primária e secundária

Leia mais

MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE

MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE Estado de São Paulo 2015 Divisão de Dengue e Chikungunya Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac CCD COORDENADORIA DE

Leia mais

Introdução à patologia. Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13

Introdução à patologia. Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13 Introdução à patologia Profª. Thais de A. Almeida 06/05/13 Patologia Definição: Pathos: doença. Logos: estudo. Estudo das alterações estruturais e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar

Leia mais

Nesse caso, responda aos itens a seguir:

Nesse caso, responda aos itens a seguir: 01 Uma mulher de 39 anos de idade, obesa mórbida, foi submetida à gastroplastia redutora. Evoluiu, no pós-operatório imediato, com dor abdominal intensa, hipotensão arterial, queda da saturação de oxigênio

Leia mais

O QUE É A CICLOSPORINA TEVA E PARA QUE SE UTILIZA. Forma farmacêutica e conteúdo; grupo fármaco-terapêutico

O QUE É A CICLOSPORINA TEVA E PARA QUE SE UTILIZA. Forma farmacêutica e conteúdo; grupo fármaco-terapêutico FOLHETO INFORMATIVO CICLOSPORINA TEVA 25/50/100 mg Cápsulas moles Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento. - Conserve este folheto Informativo. Pode ter necessidade de o ler novamente.

Leia mais

Enzimologia Clínica. Catalisadores biológicos de reacções metabólicas Função em reacção específica

Enzimologia Clínica. Catalisadores biológicos de reacções metabólicas Função em reacção específica Enzimologia Clínica Catalisadores biológicos de reacções metabólicas Função em reacção específica Presentes nas células A maioria proteínas sintetizadas sob controlo de genes específicos Nomenclatura 1

Leia mais

Hormônios Vegetais (Fitormônios)

Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais Os fitormônios, como também são chamados os hormônios vegetais, são substâncias orgânicas atuantes nos diferentes órgãos das plantas: raiz, caule, folhas,

Leia mais

Aula V 2013 Biologia Cursinho Ação Direta. Respiração:

Aula V 2013 Biologia Cursinho Ação Direta. Respiração: Aula V 2013 Biologia Cursinho Ação Direta Respiração: O processo de respiração tem como objetivo básico tornar possível extrair a energia química presente nos alimentos e utilizá-las nas diversas atividades

Leia mais

Mecanismos de ataque dos patógenos. necessitam do hospedeiro para retirar nutrientes para o seu metabolismo

Mecanismos de ataque dos patógenos. necessitam do hospedeiro para retirar nutrientes para o seu metabolismo Patógenos necessitam do hospedeiro para retirar nutrientes para o seu metabolismo necessitam desempenhar suas atividades vegetativas e reprodutivas Patógenos Características necessárias fixar e penetrar

Leia mais

Teste de Caminhada de 6 minutos

Teste de Caminhada de 6 minutos Nome: Idade: Altura: F.C. máx prev, = Teste de Caminhada de 6 minutos Sexo: Peso: F.C. sub. máx prev.= Opção de teste: ( ) esteira ( ) terreno plano Glicemia: Teste Ergométrico Data: Tempo (min) Repouso

Leia mais

TEORIAS DO ENVELHECIMENTO. Dra Silvana de Araújo Médica Geriatra Doutoranda CLM - UFMG Março/2008

TEORIAS DO ENVELHECIMENTO. Dra Silvana de Araújo Médica Geriatra Doutoranda CLM - UFMG Março/2008 TEORIAS DO ENVELHECIMENTO Dra Silvana de Araújo Médica Geriatra Doutoranda CLM - UFMG Março/2008 Particularidades do envelhecimento Variável nos diversos indivíduos Variável entre os sistemas de um mesmo

Leia mais

HPV Vírus Papiloma Humano. Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende

HPV Vírus Papiloma Humano. Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende HPV Vírus Papiloma Humano Nome: Edilene Lopes Marlene Rezende O HPV (papiloma vírus humano) é o agente causador de uma doença sexualmente transmissível (DST). Condiloma Acuminado vulgarmente conhecida

Leia mais

Leia com atenção este folheto antes de começar a utilizar este medicamento, pois contém informação importante para si.

Leia com atenção este folheto antes de começar a utilizar este medicamento, pois contém informação importante para si. Folheto Informativo: Informação para o utilizador Ben-u-ron 125 mg supositórios Lactente paracetamol Leia com atenção este folheto antes de começar a utilizar este medicamento, pois contém informação importante

Leia mais

Prof. Adjunto Paulo do Nascimento Junior

Prof. Adjunto Paulo do Nascimento Junior Cardiopatias na Gestação Anestesia Prof. Adjunto Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia da Faculdade de Medicina de Botucatu Cardiopatias na Gestação e Anestesia Gravidez e Parto Doença

Leia mais

28/02/2012. Fisiopatologia e Farmacoterapia do Sistema Cardiovascular. .:Farmacologia do ritmo cardíaco:. .:Fisiologia Elétrica do Coração:.

28/02/2012. Fisiopatologia e Farmacoterapia do Sistema Cardiovascular. .:Farmacologia do ritmo cardíaco:. .:Fisiologia Elétrica do Coração:. Fisiopatologia e Farmacoterapia do Sistema Cardiovascular 1. Farmacologia do ritmo cardíaco 2. Farmacologia da contratilidade cardíaca 3. Farmacologia da regulação do volume 4. Farmacologia do tônus vascular

Leia mais

CREATINA MONOHIDRATADA

CREATINA MONOHIDRATADA CREATINA MONOHIDRATADA CREATINA MONOHIDRATADA Suplemento para Atletas Nome Químico: N-caminoiminometi N-metilglicina monohidratada. CAS Number: 6020-87-7. Formula Molecular: C 4 H 9 N 3 O 2 H 2 O. Peso

Leia mais

EIXO HIPOTÁLAMO HIPOFISÁRIO

EIXO HIPOTÁLAMO HIPOFISÁRIO EIXO HIPOTÁLAMO HIPOFISÁRIO ESTRUTURA ANATÔMICA DO EIXO HIPOTÁLAMO-HIPOFISÁRIO Núcleo Núcleo supraóptico Quiasma óptico Adenohipófise paraventricular Hipotálamo Infundíbulo Haste hipotálamohipofisária

Leia mais

Monitorização ambulatória da pressão arterial na idade pediátrica

Monitorização ambulatória da pressão arterial na idade pediátrica DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA CLÍNICA UNIVERSITÁRIA DE PEDIATRIA Monitorização ambulatória da pressão Patrícia Mendes Unidade de Nefrologia Pediátrica Coordenadora: Margarida Almeida Serviço de Pediatria Médica

Leia mais

RIM Funções Manter a homeostasia de: Fluidos Electrólitos Solutos orgânicos Envolvimento no sistema renina-angiotensinaangiotensina Produção da eritro

RIM Funções Manter a homeostasia de: Fluidos Electrólitos Solutos orgânicos Envolvimento no sistema renina-angiotensinaangiotensina Produção da eritro Nutrição Clínica Insuficiência Renal Crónica Fernando Santos RIM Funções Manter a homeostasia de: Fluidos Electrólitos Solutos orgânicos Envolvimento no sistema renina-angiotensinaangiotensina Produção

Leia mais

Lisossomos. Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas.

Lisossomos. Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas. Lisossomos Os lisossomos são organelas citoplasmáticas possuem cerca de 40 enzimas hidrolíticas. Essas enzimas atuam em um em grande número de substratos. A principal função destas organelas é a digestão

Leia mais