MANEJO DA CAATINGA PARA PRODUÇÃO DE CAPRINOS E OVINOS

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1 MANEJO DA CAATINGA PARA PRODUÇÃO DE CAPRINOS E OVINOS José Morais Pereira Filho

2 INTRODUÇÃO Exploração extrativista dos recursos naturais Extração de madeira Extração de óleos e ceras EXTRATIVISMO MADEIREIRO Caça de animais silvestre Mel de abelha Frutos nativos Plantas medicinais

3 INTRODUÇÃO Pecuária intensiva Agricultura itinerante + Superpastejo Agricultura

4 INTRODUÇÃO Exploração extrativista dos recursos naturais Agricultura itinerante + Superpastejo

5 INTRODUÇÃO Superpastejo - Bovino - Ovino - Caprino Sistema / Método de pastejo Lotação: - Contínua - rotacionada???

6 PASTAGEM NATIVA NA CAATINGA (escada da ilusão) Capim Milhã Erva de ovelha Capim de roça Feijão de rola Produção Extrativista Produção para subsistência Baixo nível tecnológico Capim rabo de raposa Alfazema brava Capim panasco Malva branca O que fazer?

7 Capim Milhã Erva de ovelha PASTAGEM NATIVA NA CAATINGA (escala da ilusão) Capim de roça Feijão de rola Produção Extrativista Produção para subsistência Baixo nível tecnológico Capim rabo de raposa Alfazema brava Capim panasco Malva branca O que fazer?

8 Exploração extrativista dos recursos naturais Superpastejo INTRODUÇÃO??O vilão??

9 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Plantas Lenhosas (Árvores e arbustos) Maioria até 8 m de altura (máximo de 20 m) Pouco grossas (DAP < 20 cm; Máximo de 70 cm) Densidade (1000 a 3000 plantas/ha) Diversidade (15 a 20 espécie/ha)

10 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Plantas Lenhosas (Árvores e arbustos) Dominância (3 espécie = 50 a 80% da densidade e biomassa) Presença de espécies raras (1 a 2 plantas/ha) Distribuição agregada Variável entre os diferentes sítio ecológicos

11 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Sucessão Secundária Marmeleiro Ceará Piauí Jurema Preta Paraíba R. G. Norte

12 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Plantas Herbáceas Normalmente são plantas anuais Poucas perenes (Cactáceas) Densidade dependente da cobertura das lenhosas (até 100 plantas/m²) Diversidade ( até 100 espécie/ha)

13 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Áreas em recuperação Capim milhã Erva de ovelha Feijão de rola Áreas degradadas Capim panasco Malva

14 DESAFIO Produção animal Quali/Quantidade Atividade competitiva Econômica X Social e ambiental

15 MANEJO DA CAATINGA PARA FINS PASTORINS Disponibilidade de MS Composição química Digestibilidade da MS Consumo de nutrientes Desempenho ganho de peso Rendimento de carcaça Relação custo x benefício

16 MANEJO PASTORIL DA CAATINGA: POTENCIALIDADES E UTILIZAÇÃO Nível de manipulação da vegetação da caatinga (Araújo Filho et al., 2002); Hábito de pastejo dos ruminantes (Pereira Filho et al., 2006); Necessidade de avaliação a longo prazo (Araújo Filho et al 1996; Pereira Filho e Bakke, 2010)

17 Produção de matéria seca nos diferentes níveis de manipulação da Caatinga Nível de Manipulação Caatinga nativa Caatinga rebaixada Caatinga raleada Caatinga enriquecida Produção (kgms/ha/ano) Distribuição da Fitomassa (%) Lenhosa Herbácea Fitomassa Pastável (%) Cobertura Lenhosa (%) (400kg) (1600kg) (2400kg) (3600kg) Fonte: Adaptado de: Araújo Filho e Crispim (2002), Araújo Filho (1992)

18 REBAIXAMENTO Oferta de MS (lenhosas+herbáceas) Oferta de MS das lenhosas

19 REBAIXAMENTO Caprino (50-60 kg PV/ha/ano) Ovino (35 kg PV/ha/ano) Bovino (30-40 kg PV/ha/ano) 24 kg de Carcaça/ha/ano 16 kg de Carcaça/ha/ano 20 kg de Carcaça/ha/ano

20 RALEAMENTO Controle de plantas lenhosas 35 % do solo coberto por árvores e arbustos Aumentar a oferta de MS de plantas herbáceas

21 Mortalidade (%) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos cm 50cm 75cm 100cm 84,6 77, , ,6 15,418,2 9,5 36,4 28,6 30,8 19,4 33,3 0 1º( ) 2º( ) 3º( ) Corte das rebrotas Mortalidade da jurema preta cortada em diferentes alturas, com corte de uniformização em setembro de 1997 e as rebrotas sendo submetidas a três cortes, em áreas de caatinga do semiárido da Paraíba (Pereira Filho et al., 2010)

22 Produção de MS (kg/ha) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos Sem controle 3098 Com controle , Densidade da jurema preta (pl/ha) Produção de matéria seca (gramíneas + dicotiledôneas herbáceas) em função da densidade da jurema preta, Patos-PB. (Pereira Filho e Bakke, 2010).

23 1816 N plantas/ha Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos Inicio (1993/94) Ano da avaliação 96% 80% Número de plantas de marmeleiro (Croton sonderianus) no corte de uniformização (período seco/1993) e durante o período de 1994 a 1996, em função da altura de corte das rebrotas (início das chuvas) e novo corte de uniformização na transição chuva/seca, em Sobral, Ceará. (Carvalho et al., 2001).

24 Produção de MS (kg/ha) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos Sem controle 4930, ,33 Com controle 3932, , , Altura de corte da rebrota (cm) Produção de matéria seca (gramíneas + dicotiledôneas herbáceas) em função do controle do marmeleiro, no período de 1994 a 1996, Sobral, Ceará. (Carvalho et al., 2001).

25 RALEAMENTO Caprino (37 kg PV/ha/ano) Ovino (50 kg PV/ha/ano) Bovino (60 kg PV/ha/ano) 16 kg de Carcaça/ha/ano 23 kg de Carcaça/ha/ano 30 kg de Carcaça/ha/ano

26 Disponibilidade de matéria seca do estrato herbáceo em Caatinga raleada e pastejado por caprinos Época do ano Disponibilidade de MS (kg/ha) Composição Florística (%) Gram. Dicot. Total Gram. Dicot. Início (28/05/2007) 1102,9 1759,5 2862,4 38,5 61,5 Meio (09/07/2007) 1417,9 1929,9 3347,8 42,4 57,6 Final (06/08/2007) 1494,8 236,8 1731,6 88,6 11,4 Início (01/06/1994) 1677,2 525,9 2203,1 76,1 23,9 Meio (01/09/1994) 1271,6 409,5 1681,1 75,6 24,4 Final (01/11/1994) 1263,2 258,6 1521,8 83,0 17,0 Referência Carvalho Júnior et al. (2009) Pereira Filho et al. (2007)

27 ENRIQUECIMENTO Controle de plantas lenhosas 15 % do solo coberto por árvores e arbustos Introdução de gramíneas e/ou leguminosas para aumentar a produção e oferta de MS

28 ENRIQUECIMENTO Caprino (100 kg PV/ha/ano) Ovino (150 kg PV/ha/ano) Bovino (130 kg PV/ha/ano) 45 kg de Carcaça/ha/ano 68 kg de Carcaça/ha/ano 65 kg de Carcaça/ha/ano

29 Disponibilidade de matéria seca e composição florística do estrato herbáceo em caatinga raleada e enriquecida com capim-buffel, Patos-PB Época Disponibilidade de matéria seca (kg/ha) Composição Florística (%) C.buffel O. G.¹ Dic.² Total C.buffel O. G.¹ Dic.² Área pastejada por caprinos em 2008 Maio 227,2 568,7 2349,9 3145,8 7,2 18,1 74,7 Junho 437,4 143,7 2874,0 3455,1 12,7 4,2 83,1 Julho 352,3 130,3 1690,4 2173,0 16,2 6,0 77,8 Setembro 481,2 306,3 367,4 1154,9 41,7 26,5 31,8 Área pastejada por ovinos em 2008 Maio 742,7 199,5 1536,1 2478,2 30,0 8,0 62,0 Junho 971,6 122,8 1767,6 2862,1 33,9 4,3 61,8 Julho 1039,9 606,4 1340,4 2986,7 34,8 20,3 44,9 Setembro 868,6 274,5 780,6 1923,8 45,1 14,3 40,6 ¹ Gramíneas; ² Dicotiledôneas; Fonte: Soares e Pereira Filho (2009)

30 BOSQUE DE JUREMA PRETA SEM ACÚLEO Área foi vedada e plantada com jurema 5 x 5m Após 2,5 anos de implantados (Pereira, 2000) Esp. herbáceas + presentes Milhã = 62% Panasco = 27% Erva de ovelha = 73 Centrosema = 56 Malva branca = 47 Produção MS total = 3942,78kg/ha Jurema preta = 236,78kg (6,01%) Gramíneas = 864,80kg (21,93%) D. Herbácea = 2841,20kg (72,06%)

31 BANCO DE PROTEÍNA)

32 PROPOSTA DE SISTEMA DE PRODUÇÃO DE BOVINO DE CORTE (CBL) DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO Área de caatinga Área com capim buffel Banco de proteína (leucena)

33 PROPOSTA DE SISTEMA DE PRODUÇÃO AGROSILVIPASTORIL DA EMBRAPA CAPRINOS PARA O SEMI-ÁRIDO NORDESTINO Agricultura Pecuária Silvicultura Milho/Leucena

34 SORGO E GUANDU

35 HÁBITO DE PASTEJO DE CAPRINOS E OVINOS Animais ramoneadores Animais pastejadores

36 Composição da dieta de diferentes espécies animais em pastejo Tipo de Forrageira % na Dieta Equinos Bovinos Ovinos Caprinos Gramíneas Ervas de folhas largas Arbustivas Bell, 1978 (In: Girad et al., 1980)

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39 MANEJO PASTORIL DA CAATINGA POTENCIALIDADES E UTILIZAÇÃO Conservação da forragem da caatinga (Ferreira et al., 2009); Na forma de feno (Pereira Filho et al., 2003) Na forma de silagem (Silva, et al., 2004) Valor nutritivo da forragem da Caatinga Suplementação em pastejo de caprinos (Carvalho Júnior et al., 2011; Suplementação em pastejo de ovinos (Dantas et al., 2008).

40 FENO DE PLANTAS NATIVAS??? Produção de feno Principais espécies (mais estudadas) Mata-pasto Jurema-preta Maniçoba Flor de seda Mororó Sabiá Dentre outras Fatores antinutricionais

41 Matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e tanino de leguminosas da região semiárida Nome vulgar/científico Catingueira (Caesalpinia bracteosa)** %MS % na MS PB FDN FDA Tanino 87,9 11,3 45,5 37,1 6,3 Referência Gonzaga Neto et al. (2001) Pau rato (C. pyramidalis) * 37,0 19,7 52,3 37,6 Zanine et al. (2005) Cipó de escada (Bauhinia guianenseis)* 48,7 21,1 64,7 43,1 Zanine et al. (2005) Mororó (B. cheilantha) ** 90,1 19,0 40,3 20,8 12,7 Beelen et al. (2002) Jurema-preta (Mimosa tenuiflora) ** 91,2 14,3 44,5 29,5 21,9 Pereira Filho et al. (2007b) Jurema-preta ** 94,7 17,8 40,0 22,0 20,1 Beelen et al. (2002) Mata-pasto (Senna obtusifolia) ** Vaqueta (Aspidosperma cuspa) * * Material in natura ; ** Feno 90,9 7,6 66,7 Barros et al. (1991) 54,0 13,0 48,5 38,2 Zanine et al. (2005)

42 % DIVMS Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos y = 1,8884x + 30,431 R 2 = 0, % NaOH Efeito do tratamento químico com NaOH na DIVMS do feno de jurema-preta. (Pereira Filho et al., 2003)

43 % TANINO Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos y = -0,7828x + 22,299 R 2 = 0, %NaOH Efeito do tratamento químico com NaOH na concentração de tanino do feno de jurema-preta. (Pereira Filho et al., 2003)

44 %DIVMS Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos y = -1,6044x + 68,681 R 2 = 0, %Tanino Relação entre o teor de tanino e a DIVMS do feno de jurema-preta tratado com NaOH (Pereira Filho et al., 2003)

45 Composição química das gramíneas e dicotiledôneas herbáceas de três áreas de Caatinga raleada no sertão da Paraíba Componente MS(%) MM¹ PB¹ EB² FDN Época de coleta/ Fonte Gramíneas 30,67 9,14 9,8 4,21 77,51 Maio/2007/Carvalho Dicotiledôneas 28,91 7,36 12,42 4,21 60,60 Júnior (2008) Gramíneas 51,75 6,15 4,35 4,14 79,64 Junho/2007/Carvalho Dicotiledôneas 71,48 5,98 8,29 4,27 66,35 Júnior (2008) Gramíneas 70,51 6,85 5,71 4,16 80,31 Julho/2007/Carvalho Dicotiledôneas 44,72 6,35 13,43 4,57 67,12 Júnior (2008) Gramíneas 43,26 7,68 6,84 4,52 66,53 Dicotiledôneas 47,35 6,96 14,42 4,18 51,36 Maio/2004/Rufino (2005) Gramíneas 66,54 7,30 4,08 4,48 79,27 Setembro/2005/Santos et Dicotiledôneas 50,63 6,70 9, ,31 al. (2010) Gramíneas 43,6 7,5 3,3 83,8 Julho/2008/Silva et al. Dicotiledôneas 25,6 8,0 8,7 61, Gramíneas 76,9 6,4 1,4 83,1 Setembro/2008/Silva et al. Dicotiledôneas 77,1 4,5 4,1 80, Dados expresso em percentagem da matéria seca; ² = Mcal/kgMS

46 DMS (%) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos 80 Gram Dic 70 66,78 67,27 70, ,98 57,64 60,62 40 ( ) ( ) ( ) Época da avaliação Digestibilidade da matéria seca de gramíneas e de dicotiledôneas herbáceas de uma Caatinga raleada, Patos-PB. (Carvalho Júnior, 2008)

47 65 60 Capim buffel Dicotiledôneas Outras gramíneas 59, ,1 41,4 51,3 41,4 47,0 49,9 42,8 42,8 42,2 37, ,9 25 Junho Julho agosto setembro Digestibilidade da matéria seca do capim buffel, dicotiledôneas herbáceas e outras gramíneas em caatinga raleada, Patos-PB. (Silva et al., 2011)

48 Matéria orgânica, proteína bruta e digestibilidade in vitro da matéria orgânica (DIVMO) da dieta de ovinos e caprinos em caatinga raleada e enriquecida com capim buffel Animal MO PB¹ DIVMO Ovino 89,89 9,15 51,34 Caprino 86,97 9,34 56,66 ¹ = Valor expresso com base na matéria orgânica Fonte: Oliveira (2011) Caprinos = 93 g/dia Ovinos = 51,08 g/dia

49 SUPLEMENTAR ANIMAIS NA CAATINGA?

50

51 Consumo de forragem (gms/dia) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos Y = 51,38x 2-81,966x + 538,82 R 2 = 0,9892 0,8 0 0,5 1 1,5 Suplementação (%PV) Consumo de forragem por caprinos F1 Bôer x SRD terminados em pastagem nativa com diferentes níveis de suplementação (Carvalho Júnior, 2008)

52 Substituição (%) Manejo da Caatinga para Produção de Caprinos e Ovinos Y = -38x ,2x + 1,6 R 2 = 0,876 0,74 0,0 0,5 1,0 1,5 Suplementação (%PV) Coeficiente de substituição do consumo de volumoso pelo concentrado em captinos F1 Bôer x SRD. (Carvalho Júnior, 2008)

53 Ganho de peso vivo diário (g) por período de cabritos mestiços F1 (Boer x SRD) terminados em pastagem nativa e submetidos a diferentes níveis de suplementação (Carvalho Júnior, 2008) Período 0 0,5 1,0 1,

54 FLOR DE SEDA Desenpenho de ovinos Santa Inês (Lira, 2004) 33% de feno de Flor de seda + 37% de feno de sorgo + 30%conc 220g/dia de ganho 66% de feno de Flor de seda + 4% de feno de sorgo + 30%conc 200g/dia de ganho Após 42 dias perde peso(morte)

55 CONSIDERAÇÕES FINAIS A exploração da caatinga para fins pastoris passa, necessariamente, pela criação de caprinos e ovinos Reconhecer a fragilidade dos ecossistemas da caatinga, mas a incorporação de algumas tecnologias podem contribuir no uso sustentável dos recursos pastoris e gerar renda para os produtores A sustentabilidade pastoril da Caatinga deve considerar todos os recursos naturais existente

56 OBRIGADO! José Morais Pereira Filho UFCG Patos-PB Fone: (83)

57 Exploração extrativista dos recursos naturais Agricultura itinerante INTRODUÇÃO

58 Tanzânia (Panicum) PASTAGEM CULTIVADA (escala da ilusão) Braquiarão Produção Extrativista Modismo (ondas) Substituição de forrageira Decumbens Humidícola O que fazer?

59 ESCALA DA ILUSÃO (pastagem cultivada) Tanzânia (Panicum) Braquiarão Produção Extrativista Modismo (ondas) Subatituição de forrageira Decumbens O desafio é! Humidícola?...

60 CARACTERIZAÇÃO DA CAATINGA Arbóreo Arbustivo

61 Vegetação em sucessão secundária Três estratos - Arbóreo - Arbustivo - Herbáceo Situação é!!! - Arbustivo-herbáceo - Herbáceo -arbustivo

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