CONTABILIDADE FINANCEIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTABILIDADE FINANCEIRA"

Transcrição

1

2 2 CONTABILIDADE FINANCEIRA, CONTABILIDADE DE CUSTOS E CONTABILIDADE FINANCEIRA De acordo com Horngren (HORNGREN, 2000, p. 2) a Contabilidade Financeira preocupa-se com apresentação de informações ao público externo da organização e dessa forma segue efetivamente os princípios contábeis geralmente aceitos. Com isso, continua o autor, as informações produzidas pela Contabilidade Financeira ficam restritas às regras impostas pelos princípios contábeis que limitam a classificação de certos itens no Balanço Patrimonial e o reconhecimento de receitas. CONTABILIDADE DE CUSTOS A Contabilidade de Custos mensura e relata informações financeiras e não-financeiras relacionadas à aquisição e ao consumo de recursos pela organização. Ela fornece informação tanto para Contabilidade Gerencial quanto para Contabilidade Financeira. Segundo Anthony (apud PADOVEZE, 2000, p. 29) a Contabilidade Gerencial preocupa-se com a informação útil à administração. As informações da Contabilidade Gerencial incluem, de acordo com Warren (WARREN, et. al., 2001, p. 3), dados históricos e estimados usados pela administração na condução de operações diárias, no planejamento de operações futuras e no desenvolvimento de estratégias de negócio integradas. CONTABILIDADE FINANCEIRA E CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DAS CONTABILIDADES FINANCEIRA E GERENCIAL CLIENTELA PROPÓSITO CONTABILIDADE FINANCEIRA Externa: Acionistas, credores, autoridades tributárias. Reportar o desempenho passado às partes externas; contratos com proprietários e credores. Interna: Funcionários, administradores, executivos. Informar decisões internas tomadas pelos funcionários e gerentes; feedback e controle sobre desempenho operacional; contratos com proprietários e credores. DATA Histórica, atrasada. Atual, orientada para o futuro. RESTRIÇÕES TIPO DE INFORMAÇÃO NATUREZA DA INFORMAÇÃO ESCOPO Regulamentada: dirigida por regras e princípios fundamentais da contabilidade e por autoridades governamentais. Somente para mensuração financeira. Objetiva, auditável, confiável, consistente, precisa. Muito agregada; reporta toda a empresa Desregulamentada: sistemas de informações determinadas pela administração para satisfazer necessidades estratégicas e operacionais. Mensuração física e operacional dos processos, tecnologia, fornecedores e competidores. Mais subjetiva e sujeita a juízo de valor, válida, relevante, acurada. Desagregada; informa as decisões e ações locais. Fonte: Kaplan et al, 2000.

3 3 CONTROLE OPERACIONAL CONTROLE DO PRODUTO E DO CLIENTE CONTROLE ADMINISTRATIVO CONTROLE ESTRATÉGICO Fonte: Kaplan et al, FUNÇÕES DA INFORMAÇÃO GERENCIAL CONTÁBIL Fornece informação (feedback) sobre a eficiência e a qualidade das tarefas executadas. Mensura os custos dos recursos para se produzir, vender e entregar um produto ou serviço aos clientes. Fornece informação sobre o desempenho de gerentes e de unidades operacionais. Fornece informações sobre o desempenho financeiro e competitivo de longo prazo, condições de mercado, preferências dos clientes e inovações tecnológicas. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS QUANTO AO VOLUME DE ATIVIDADE CUSTO VARIÁVEL: É o custo que varia proporcionalmente à quantidade produzida. Assim quanto maior for a quantidade produzida, maior o custo variável total. Exemplo: matéria-prima. CUSTO FIXO: É o custo que não sofre alterações quando há mudança no nível de produção (quantidade produzida). O custo fixo existe mesmo quando não há produção. Exemplo: aluguel do galpão da fábrica. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA: $ Custo Variável Total Custo Fixo Total Quantidade produzida OBSERVAÇÕES: Custo Variável não varia por unidade. Custo Fixo varia por unidade. A variação do CF/u e CVT é inversamente proporcional. CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS QUANTO À ALOCAÇÃO AOS PRODUTOS A classificação dos custos em Direto e Indireto diz respeito a sua relação com o produto. CUSTO DIRETO: são os custos que podem ser alocados diretamente a cada unidade produzida, ou seja, não são utilizados critérios arbitrados para distribuição desses custos ao produto. CUSTO INDIRETO: para que esses custos sejam alocados aos produtos faz-se necessária a utilização de fator de rateio.

4 EXERCÍCIOS 4 1. Uma empresa industrial apresenta os seguintes gastos mensais: Custo fixo total... $ Materiais diretos e mão-de-obra direta por unidade... $60 Pede-se: a) Suponha que em determinado mês a empresa produziu 500 unidades. Qual será o custo total de produção e o custo unitário. b) Considerando o item (a), admita que houve um aumento de 50% na produção. c) Elabore um gráfico cartesiano que apresente o comportamento dos custos totais nas hipóteses dos itens (a) e (b). d) Elabore outro gráfico para representar o comportamento dos custos unitários. 2. Uma empresa industrial apresentou os seguintes custos: Materiais diretos $8.000 Materiais indiretos $1.400 Aluguel da fábrica $ Salários da supervisão $3.200 Mão-de-obra direta $4.800 Depreciação de máquinas $ Produção peças a) Calcule o custo unitário de produção (separe o custo unitário em fixo e variável). b) Calcule o custo total de produção considerando o nível de peças produzidas.

5 MÉTODOS DE CUSTEIO 5 CUSTEIO POR ABSORÇÃO OU GLOBAL De acordo com o Custeio por Absorção é considerada, na apuração do resultado, a parcela de custos proporcional à quantidade vendida. É relevante ressaltar que como os custos fixos são apropriados aos produtos por meio de rateio, estes ficam estocados até que ocorra a venda do produto, momento no qual esse custo será considerado no resultado do período. O custeio por absorção respeita integralmente o principio contábil da competência (ou confrontação de receitas e despesas), já que considera para apuração do resultado a parcela de custo proporcional à receita obtida. Apresentamos como modelo de apuração de resultado o seguinte esquema: DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO RECEITA DE VENDAS (-) cpv (=) LUCRO BRUTO (-) Despesas operacionais (=) LUCRO LÍQUIDO CUSTEIO DIRETO OU VARIÁVEL Para o Custeio Variável os Custos Fixos do período são considerados como despesa, não ocorrendo sua apropriação aos produtos e sua conseqüente estocagem. O Custeio Variável é um artifício gerencial para a obtenção de informações que servirão de base à tomada de decisão. Apresentamos como modelo de apuração de resultado o seguinte esquema: DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO RECEITA DE VENDAS (-) Custo Variável Total (-) Despesas Variáveis Totais (=) MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO BRUTA (-) Custo Fixo (-) Despesas Fixas (=) LUCRO LÍQUIDO CONCEITOS RELACIONADOS: ÍNDICE DA MARGEM OU ÍNDICE VOLUME-LUCRO: representa a margem de contribuição em percentual. Pode ser calculada da seguinte forma: Vendas Custo/Desp. Variáveis ÍNDICE DA MARGEM = Vendas MARGEM DE SEGURANÇA: é a diferença entre a receita atual e a receita no ponto de equilíbrio. Geralmente é expressa em percentual. Vendas Vendas no ponto de equilíbrio MARGEM DE SEGURANÇA = Vendas

6 COMPARAÇÃO DOS MÉTODOS 6 CUSTEIO POR ABSORÇÃO CUSTOS DESPESAS INDIRETOS DIRETOS RATEIO PRODUTO A PRODUTO B PRODUTO C ESTOQUE VENDAS CPV Fonte: MARTINS, 2003, p. 57. RESULTADO CUSTEIO DIRETO CUSTOS DESPESAS FIXOS VARIÁVEIS PRODUTO A PRODUTO B PRODUTO C ESTOQUE VENDAS CPV RESULTADO Fonte: Adaptado pelo autor

7 EXEMPLOS 7 CASO 1: UNIDADES VENDIDAS IGUAIS ÀS UNIDADES PRODUZIDAS Suponha que a Pheonix Co. fabricou unidades aos seguintes custos: CUSTO CUSTO TOTAL UNIDADES UNITÁRIO Custos de fabricação: Variáveis $ $ 25 Fixos $ $ 10 Total $ $ 35 Despesas administrativas e de vendas: Variáveis ($5 por unidade vendida) $ Fixas $ Total $ OBSERVAÇÃO: A empresa vende seus produtos ao preço de $50 cada. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO VARIÁVEL DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO POR ABSORÇÃO Como demonstrado acima, quando o número de unidades vendidas for igual ao número de unidades produzidas o resultado operacional será o mesmo em ambos os métodos. CASO 2: UNIDADES VENDIDAS MENOR QUE AS UNIDADES PRODUZIDAS Considerando os mesmos dados do caso anterior, suponha que tenha sido vendidas apenas unidades das produzidas. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO VARIÁVEL

8 8 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO POR ABSORÇÃO EXERCÍCIO 1. A Precision Audio Eletronics Inc. monta e vende aparelhos de CD. A empresa iniciou suas operações em 01/05/03 e operou a 100% de capacidade durante o primeiro mês. Os seguintes dados resumem os resultados de maio: Vendas ( unidades) $ Custos de produção ( unidades): Materiais diretos $ Mão-de-obra direta $ Custos indiretos de fabricação variáveis $ Custos indiretos de fabricação fixos $ $ Despesas de vendas e administrativas: Despesas variáveis de vendas e administrativas $ Despesas fixas de vendas e administrativas $ $ a) Prepare uma demonstração de resultados de acordo com o método de custeio por absorção. b) Prepare uma demonstração de resultados de acordo com o método de custeio variável. c) Qual é a razão da diferença entre o lucro operacional relatado pelos dois métodos.

9 ANÁLISE DO LUCRO POR CUSTEIO VARIÁVEL E CUSTEIO POR ABSORÇÃO 9 Analisaremos a seguir o efeito que as variações nos níveis de estoque provocam no resultado operacional apresentado pelo custeio variável e pelo custeio por absorção. EXEMPLOS Suponha que a Frand Company não tenha estoque inicial e as vendas estimadas sejam de unidades a $75 cada. Considere que os dois seguintes níveis propostos de produção estejam sendo avaliados pela administração da empresa: PROPOSTA I: PRODUZIR E VENDER UNIDADES. CUSTO TOTAL UNIDADES CUSTO UNITÁRIO Custos de fabricação: Variáveis $ $ 35 Fixos $ $ 20 Total $ $ 55 Despesas administrativas e de vendas: Variáveis ($5 por unidade vendida) $ Fixas $ Total $ PROPOSTA II: PRODUZIR UNIDADES; VENDER CUSTO TOTAL UNIDADES CUSTO UNITÁRIO Custos de fabricação: Variáveis $ $ 35 Fixos $ $ 16 Total $ $ 51 Despesas administrativas e de vendas: Variáveis ($5 por unidade vendida) $ Fixas $ Total $ DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO POR ABSORÇÃO Vendas (-) Custo dos produtos vendidos (-) Custo dos produtos vendidos (=) Lucro bruto (-) Desp. de vendas e administrativas (=) Lucro operacional UNIDADES PRODUZIDAS UNID UNID. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR CUSTEIO VARIÁVEL Vendas (-) Custo variável dos prod. vendidos (-) Desp. variáveis de vendas e administrativas (=) Margem de Contribuição (-) Custos fixos de fabricação (-) Desp. fixas de vendas e administrativas (=) Lucro operacional UNIDADES PRODUZIDAS UNID UNID UNID.

10 EXERCÍCIOS Antes de 31 de março, primeiro mês de operações, a Nitrate Products Inc. estimou os seguintes resultados operacionais: Vendas ( unidades x $ 135) $ Custos de fabricação ( unidades) Materiais diretos $ Mão-de-obra direta $ Custos indiretos de fabricação variáveis $ Custos indiretos de fabricação fixos $ Despesas fixas de vendas e administrativas $ Despesas variáveis de vendas e administrativas $ A empresa está avaliando uma proposta para fabricar unidades em vez de , gerando portanto estoque final de unidades. A produção das unidades adicionais não mudará as vendas, os custos indiretos variáveis unitários, o total dos custos indiretos de fabricação fixos e o total das despesas de vendas e administrativas. a) Prepare uma demonstração de resultados estimados, comparando os resultados operacionais se forem produzidas e unidades, pelos métodos de custeio por absorção e de custeio variável. b) Qual a razão da diferença entre os lucros operacionais relatados, nos dois níveis de produção, pela demonstração de resultados por custeio por absorção? 3. A High Road Bicycle fabrica e vende dois tipos de bicicleta, para cidade e campo. As bicicletas são vendidas em dois países, Holanda e França. As informações sobre as bicicletas estão descritas a seguir: CIDADE CAMPO Preço de venda $ 640 $ 380 (-) Custo variável dos produtos vendidos por unidade $ 260 $ 210 (-) Despesas variáveis de vendas por unidade $ 230 $ 40 (=) Margem de contribuição por unidade $ 150 $ 130 Eis o volume de vendas de unidades por território e por produto no período: HOLANDA FRANÇA Bicicleta para cidade Bicicleta para campo a) Prepare um relatório de margem de contribuição por território de vendas. b) Analise o relatório elaborado no item anterior e descreva os conselhos que você daria ao gerente da empresa.

11 11 4. A Sousa Band Instrument Company emprega sete vendedores para vender e distribuir produtos por todo o estado. Os dados obtidos dos relatórios recebidos dos vendedores durante o ano findo em 31 de dezembro são os seguintes: CUSTO VARIÁVEL DESPESAS TOTAL DE VEDEDORES DOS PRODUTOS VARIÁVEIS DE VENDAS VENDIDOS VENDAS Alpert $ $ $ Armstrong $ $ $ Goodman $ $ $ Hirt $ $ $ Kenny G. $ $ $ Marsalis $ $ $ Sevrensen $ $ $ a) Prepare uma tabela indicando a margem de contribuição, o custo variável dos produtos vendidos como porcentagem de vendas, as despesas de vendas variáveis como porcentagem das vendas e índice da margem de contribuição por vendedor. b) Qual dos vendedores gerou o maior índice de margem de contribuição do ano? 5. A demanda de solvente, um dos numerosos produtos fabricados pela Shine N Glow Products Inc., tem caído bruscamente por causa de recente concorrência de um produto similar. Os químicos da empresa estão testando várias fórmulas novas, e já se antecipou que a fabricação de um produto superior pode começar em 1º de novembro, dentro de um mês. Nenhuma mudança será necessária nas atuais instalações para produzir o novo produto, porque somente a mistura de vários materiais existentes será alterada. O controller tem sido questionado pelo presidente da empresa sobre se a produção do solvente durante o mês de outubro deve prosseguir ou se sua produção deve ser suspensa até 1º de novembro. O controlle reuniu os seguintes dados pertinentes: SHINE N GLOW PRODUCTS INC. DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS SOLVENTES MÊS FINDO EM 30 DE SETEMBRO DE 20-- Vendas ( unidades) $ (-) Custo dos produtos vendidos $ (=) Lucro bruto $ (-) Desp. de vendas e administrativas $ (=) Lucro operacional $ Os custos de produção e as despesas administrativas e de vendas, com base na produção de unidades em setembro, são apresentadas a seguir: Materiais diretos $ 58 por unidade Mão-de-obra direta $ 14,50 por unidade Custos indiretos de fabricação variáveis $ 4,50 por unidade Despesas variáveis de vendas e administrativas $ 5,00 por unidade Custos indiretos de fabricação fixos $ Despesas fixas de vendas e administrativas $

12 12 Espera-se que as vendas de outubro caiam cerca de 30% em relação ao mês anterior. Não se prevêem mudanças significativas nos custos fixos ou no custo variável por unidade. Nenhum custo extra incorrerá nas operações descontinuadas na parte da fábrica associada ao solvente. Espera-se que o estoque de solvente, do início e fim de outubro, seja insignificante. a) Prepare uma demonstração de resultados por custeio por absorção, para o mês de outubro, assumindo que a produção continua durante o mês. b) Prepare uma demonstração de resultados por custeio variável, para o mês de outubro, assumindo que a produção continua durante o mês. c) Qual seria o resultado operacional estimado se a produção de solventes fosse temporariamente suspensa em outubro? d) Que conselhos o controller deveria dar ao administrador?

13 ANÁLISE CUSTO/VOLUME/LUCRO (CVL) 13 PONTO DE EQUILÍBRIO (BREAK EVEN POINT) CONCEITO: É o ponto no qual a receita total é igual ao custo total, não ocorrendo lucro ou prejuízo. CONCEITOS RELACIONADOS: CUSTOS E DESPESAS VARIÁVEIS: variam na mesma proporção do volume de produção e vendas. CUSTOS E DESPESAS FIXOS: teoricamente se mantêm inalterados, independente das variações ocorridas no volume de produção e vendas. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA RECEITA $ ÁREA DE LUCRO CUSTO ÁREA DE PREJUÍZO PONTO DE RUPTURA QUANTIDADE FÓRMULA DO PONTO DE EQUILÍBRIO O ponto de equilíbrio ocorrerá quando as Receitas Totais (RT) forem iguais aos Custos Totais (CT): Sabemos que: RT = CT CT = CF + CV Ao trabalharmos com unidades podemos dizer que: Assim, Passará a ser: Portanto: Qtde. Preço unitário Custo Fixo Total Despesa Fixa Total (Custo Variável unitário Despesa Variável unitária)

14 MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO UNITÁRIA 14 É a diferença entre o preço de venda e o somatório dos custos e despesas variáveis. Representa quanto cada unidade vendida contribui para o pagamento dos custos e despesas fixas. Podemos concluir que o ponto de equilíbrio em unidades é: Ponto de Equilíbrio Custos e Despesas Fixas Margem de Contrib. Unitária EXEMPLO: Custo e Despesas Fixas... $ ,00 Preço de venda... $ 15,00 Custo Variável Unitário... $ 10,00 CONCEITOS RELACIONADOS: ÍNDICE DA MARGEM OU ÍNDICE VOLUME-LUCRO: representa a margem de contribuição em percentual. Pode ser calculada da seguinte forma: Vendas Custo/Desp. Variáveis ÍNDICE DA MARGEM = Vendas MARGEM DE SEGURANÇA: é a diferença entre a receita atual e a receita no ponto de equilíbrio. Geralmente é expressa em percentual. Vendas Vendas no ponto de equilíbrio MARGEM DE SEGURANÇA = Vendas EXERCÍCIOS 1. Uma empresa industrial produz um único produto cujos dados são os seguintes: Preço de venda... $ 240 Custo variável por unidade... $ 135 Despesas variáveis por unidade... $ 45 Custos e despesas fixas... $ Calcule o ponto de equilíbrio em quantidade e unidades monetárias.

15 15 2. Uma empresa industrial apresentou as seguintes informações referentes ao mês de setembro: Receita Total (7.500 unidades)... $ Custo e Despesas Variáveis Totais... $ Custo e Despesas Fixas Totais... $ a) Qual deverá ser a receita e a quantidade vendida para que seja atingido o ponto de equilíbrio? b) Qual a margem de segurança? 3. Uma empresa industrial apresenta a seguinte demonstração de resultado: Pede-se: a) O índice da margem; b) O ponto de equilíbrio; c) A margem de segurança. Vendas $ Custos variáveis ($ ) Margem de Contribuição $ Custos fixos ($ ) Lucro Operacional $ A Baxter Company, para o ano corrente a findar em 31 de março, espera custos fixos de $ , o custo variável unitário de $36 e o preço de venda de $65. Pede-se: a) Calcule o ponto de equilíbrio, em unidades. b) Calcule as vendas (em unidades) para gerar o lucro operacional desejado de $ c) Considerando a hipótese do item anterior, calcule a margem de segurança.

16 16 5. Atualmente o preço de venda unitário de um produto é $360, seu custo variável unitário é $250 e seus custos fixos são $ Uma proposta para aumentar o preço de venda unitário para $375 está sendo avaliada. a) Calcule o ponto de equilíbrio atual, em unidades e valores monetários. b) Calcule o ponto de equilíbrio antecipado, em unidades, considerando o preço unitário proposto e que todos os custos permaneçam constantes. MIX DE VENDAS E PONTO DE EQUILÍBRIO EXEMPLO: A Cascade Company vendeu unidades do produto A e unidades do produto B, durante o ano passado. O mix de vendas dos produtos A e B pode ser expresso em porcentagem (80% e 20%, respectivamente). Os custos fixos da Cascade Company são $ os demais valores estão na tabela abaixo: Produto Preço de Venda Unitário Custo Variável Unitário Margem de Contribuição Unitária A $90 $70 $20 B $140 $95 $45 Consideremos o mix como se fosse um produto. Assim, teremos: 6. A Crisp Snacks Inc. fabrica e vende dois produtos, batatas fritas e pretzels. Os custos fixos são $ e o mix de vendas é 65% de batatas fritas e 35% de pretzels. Os demais dados são: Produto Preço de Venda Unitário Custo Variável Unitário Batatas Fritas $1,80 $1,00 Pretzels $1,50 $0,90 a) Calcule o ponto de equilíbrio em unidades para o mix de vendas. b) Quantas unidades de cada produto, batatas fritas e pretzels, seriam vendidas no ponto de equilíbrio?

17 17 7. Considerando-se que a Dover Company, com $ em vendas no ponto de equilíbrio, tem vendas efetivas de $ , qual é a sua margem de segurança expressa em (1) unidades monetárias e (2) porcentagem das vendas? 8. Se a margem de segurança da Jackson Five & Beatles Company era de 20%, os custos fixos eram $ e os custos variáveis eram 70% das vendas, qual era o montante efetivo das vendas, em unidades monetárias? 9. Considerando que os custos variáveis representam 60% das vendas e que os custos fixos são $ , quanto deverá ser a receita de venda se a empresa deseja obter um lucro operacional de $80.000? 10. Considerando a receita obtida para o nível de lucro desejado, na questão anterior, qual será a margem de segurança? 11. Para o ano seguinte, a Horizon Company prevê o preço de venda unitário de $65, o custo variável unitário de $45 e custos fixos de $ Pede-se: a) Calcule o ponto de equilíbrio (em unidades). b) Calcule as unidades vendidas necessárias para gerar o lucro de $ c) Calcule a margem de segurança considerando a receita de vendas obtida no item anterior. d) Determine o resultado operacional provável se o total de vendas for de unidades.

18 A Home Harvest Garden Tools Inc., operando com capacidade total, vendeu unidades ao preço unitário de $ 50, durante o ano de Sua demonstração de resultados para 2000 é a seguinte: Vendas $ Custo dos produtos vendidos ($ ) Lucro bruto $ Despesas operacionais: Despesas de vendas $ Despesas administrativas $ Total de despesas operacionais ($ ) Lucro operacional $ A divisão de custos entre fixos e variáveis é a seguinte: Fixos Variáveis Custo de vendas 25% 75% Despesas de vendas 20% 80% Despesas administrativas 70% 30% A administração está considerando um programa de expansão da fábrica que permitirá um aumento de $ em vendas anuais. A expansão aumentará os custos fixos para $ , mas a relação entre vendas e custos variáveis não será afetada. Pede-se: a) Determine o total de custos fixos e de custos variáveis. b) Determine (a) o custo variável unitário e (b) a margem de contribuição unitária. c) Calcule o ponto de equilíbrio em unidades. d) Calcule o ponto de equilíbrio em unidades com o programa proposto. e) Determine a quantidade vendida que seria necessária com o programa proposto para gerar o lucro operacional de $75.000, o qual foi obtido em 2000.

19 A Packer Parkas Company orçou a receita de vendas em $ , os custos variáveis em $ e os custos fixos em $ , para o ano de Pede-se: a) Qual é o índice da margem de contribuição da Packer? b) Determine a receita de vendas que ela deve gerar para atingir o ponto de equilíbrio. c) Determine a receita de vendas requerida para obter um lucro (antes do imposto de renda) igual a 20% da receita. d) Packer está considerando o aumento nas despesas com propaganda em $ Quanto deve aumentar as vendas decorrentes do aumento em propaganda para justificar essas despesas? 14. A Tenneco Inc. produz três modelos de raquetes de tênis: padrão, luxo e profissional. As vendas e a informação do custo para 2002 são as seguintes: Padrão Luxo Profissional Vendas (em unidades) Preço de venda por unidade $30 $40 $50 Custo variável de fabricação por unidade $17 $20 $25 Os custos fixos de apoio à produção são de $ e as despesas fixas de vendas e administrativas são de $ Além disso, a empresa paga a seus representantes de vendas uma comissão igual a 10% do preço de cada raquete vendida. Pede-se: a) Se o preço de venda das raquetes de luxo diminui 10%, espera-se que suas vendas aumentem 30%, mas espera-se que as vendas das raquetes padrão diminuam 5%, quando alguns de seus compradores potenciais de raquetes padrão passarem a comprar raquetes de luxo. Qual será o impacto dessa decisão na Tenneco? b) Ignore o item (a). Suponha que a Tenneco decida incrementar sua publicidade em $ Espera-se que isso aumente as vendas dos três modelos em 2% cada. Essa decisão é aconselhável?

20 A informação a seguir pertence ao demonstrativo de resultado orçado da Torasic Company para o mês de junho de 2002: Vendas (1.200 unidades a $250) $ Custo variável ($ ) Margem de contribuição $ Custo fixo ($ ) Prejuízo ($50.000) Pede-se: a) Determine o ponto de equilíbrio em unidades e valores. b) O gerente de vendas acredita que um aumento de $ nas despesas mensais em publicidade resultaria num aumento considerável de vendas. Quanto de um aumento nas vendas deve resultar do aumento da publicidade, para justificar esse gasto? c) O gerente de vendas acredita que um aumento nas despesas com publicidade de $ em conjunto a uma redução de 10% no preço de venda iria dobrar a quantidade vendida. Determine o lucro (ou prejuízo) líquido caso essas mudanças propostas sejam adotadas.

21 A Creativity Arts Company concluiu o lançamento de um novo filme em vídeo, Keeping in Balance. A administração está agora considerando suas estratégias de marketing. As seguintes informações estão disponíveis: Preço de venda unitário previsto $25 Custo variável unitário* $5 Volume previsto Custos de produção do filme $ Propaganda prevista $ * Custo da fita de vídeo, de embalagem e das cópias. Dois gerentes, Ann Wilson e John Harris, tiveram a seguinte discussão sobre a maneira de aumentar a lucratividade desse novo lançamento. Ann: Eu acho que nós precisamos encontrar alguma maneira de aumentar a lucratividade. Você tem alguma idéia? John: Bem, acho que a melhor estratégia seria tornar o preço mais agressivo. Ann: Agressivo, como? John: Se baixarmos o preço para $20 por unidade e mantivermos nosso orçamento de propaganda em $ , acho que conseguiremos vender unidades. Ann: Acho que esse é o caminho errado. Voe baixou muito o preço. Em vez disso, sugiro uma estratégia de propaganda agressiva. John: Agressiva, como? Ann: Se aumentarmos o orçamento para $ , poderíamos aumentar o volume de vendas para unidades sem alterar o preço. John: Eu não acho isso razoável. Nós nunca cobriremos os custos de propaganda. Qual estratégia é a melhor: Não fazer nada? Seguir o conselho de Ann Wilson? Ou seguir a estratégia de John Harris?

CEAP Exercícios Professor: Salomão Soares Turma: Contabilidade e Sistemas de Custos

CEAP Exercícios Professor: Salomão Soares Turma: Contabilidade e Sistemas de Custos CEAP s Professor: Salomão Soares Turma: Contabilidade e Sistemas de Custos Data: Nota: 1) Dos livros da empresa Cosmopolitec foram extraídos os seguintes dados, relativos ao período findo 31 de dezembro

Leia mais

Por que devemos conhecer os Custos?

Por que devemos conhecer os Custos? Terminologias e Classificação em Custos OBJETIVOS DA AULA: Entender o por que estudar os custos. Explorar a terminologia adotada. Definir e classificá los. Apresentar os elementos básicos. Por que devemos

Leia mais

Página 59 Inserir as questões a seguir após a questão 08.

Página 59 Inserir as questões a seguir após a questão 08. Atualização da obra Contabilidade de Custos 9ª para a 10ª edição Página 59 Inserir as questões a seguir após a questão 08. (Especialista/Anatel/2014) Com relação aos custos, julgue os itens de 09 a 11.

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES COMPLEMENTARES Exercícios Complementares Custeio Variável (Direto) / Custeio por Absorção e Custos para Decisão (Custo Fixo, Lucro e Margem de Contribuição) Cap. 1 e 2 1 O único produto da empresa

Leia mais

alocação de custo têm que ser feita de maneira estimada e muitas vezes arbitrária (como o aluguel, a supervisão, as chefias, etc.

alocação de custo têm que ser feita de maneira estimada e muitas vezes arbitrária (como o aluguel, a supervisão, as chefias, etc. Professor José Alves Aula pocii Aula 3,4 Custeio por Absorção Custeio significa apropriação de custos. Métodos de Custeio é a forma como são apropriados os custos aos produtos. Assim, existe Custeio por

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS

FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS Unidade I FORMAÇÃO DE PREÇOS DE VENDAS Prof. Me. Livaldo Dos Santos Objetivos Preços e custos premissas da análise e maximização dos lucros a natureza dos custos de produção a precificação e as receitas

Leia mais

01. Uma empresa fabrica três produtos: produto A, produto B e produto C, com os seguintes preços, custos diretos e consumo de matéria-prima unitários:

01. Uma empresa fabrica três produtos: produto A, produto B e produto C, com os seguintes preços, custos diretos e consumo de matéria-prima unitários: Página 1 de 14 01. Uma empresa fabrica três produtos: produto A, produto B e produto C, com os seguintes preços, custos diretos e consumo de matéria-prima unitários: Produto Preço Custos Diretos Matéria-prima

Leia mais

Administração Geral Administração de Custos

Administração Geral Administração de Custos Material de Apoio 04 Custos Diretos 1. Conceitos Custos gastos relativos a bens ou serviços utilizados na produção de outros bens e serviços. Custeio método de apropriação de custos. Custeio por absorção

Leia mais

Gestão de custos Aula 1. Objetivos da disciplina. Objetivos da aula. Por que estudar os Custos? Por que devemos conhecer os Custos?

Gestão de custos Aula 1. Objetivos da disciplina. Objetivos da aula. Por que estudar os Custos? Por que devemos conhecer os Custos? Gestão de custos Aula 1 Terminologias e Classificação em Custos Regis Garcia Mestre em Contabilidade com ênfase em Finanças pela UFPR, Especialista em Contabilidade Societária e Gerencial e em Controladoria

Leia mais

Exercícios - 02. Contabilidade Gerencial. Prof. Ederson Firmino Página 1 de 6. Análise da relação de Custo-Volume-Lucro.

Exercícios - 02. Contabilidade Gerencial. Prof. Ederson Firmino Página 1 de 6. Análise da relação de Custo-Volume-Lucro. Página 1 de 6 Análise da relação de Custo-Volume-Lucro. 1) A Cia Eletrônica Rykor produz um aparelho de CD sofisticado que é vendido por R$ 1.200,00. As despesas operacionais totais de julho foram as seguintes:

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL. Aula 5. Prof.: Marcelo Valverde

CONTABILIDADE GERENCIAL. Aula 5. Prof.: Marcelo Valverde CONTABILIDADE GERENCIAL Aula 5 Prof.: Marcelo Valverde Plano de Ensino da Disciplina: CONTABILIDADE GERENCIAL UNIDADE 03 Relação Custo X Volume X Lucro 3. Ponto Equilíbrio Contábil 3.1.1 Métodos de apuração

Leia mais

PROFESSOR DOCENTE I - CONTABILIDADE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. Com base nas informações abaixo, responda às questões de nº 26 a 30.

PROFESSOR DOCENTE I - CONTABILIDADE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS. Com base nas informações abaixo, responda às questões de nº 26 a 30. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Com base nas informações abaixo, responda às questões de nº 26 a 30. ELEMENTOS DE GASTOS VALOR EM R$ Matéria-prima consumida 10.000 Aluguel da loja comercial 5.000 Energia da

Leia mais

Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial Controladoria Prof. Dr. Fábio Frezatti aula 07 Etapa Financeira Aula 7 Ao final desta aula você: - Inserirá o conceito de gastos, custos, despesas e investimentos na análise do orçamento. - Explicitará

Leia mais

Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA

Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) HALLYSON VIEIRA ANTÔNIO ADILTON VALDÉLIO FERREIRA Adoção do Sistema Orçamentário O objetivo será a apuração de valores que irão refletir a atividade

Leia mais

Biblioteca de Custos

Biblioteca de Custos Biblioteca de Custos 22 21 Ciências Contábeis Pode ler qualquer um dos livros de minha biblioteca, encontrando dicas para a 4 BIMESTRE 2013. (é só clicar nas estantes). 21 e 22 deverão ser os últimos a

Leia mais

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional

Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Orçamento Empresarial Orçamento é... Expressão quantitativa Plano de aquisição e uso de recursos financeiros Plano de como alocar recursos para cada unidade organizacional Plano, meta, demonstrações pro-forma.

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE EXAME DE SUFICIÊNCIA Bacharel em Ciências Contábeis

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE EXAME DE SUFICIÊNCIA Bacharel em Ciências Contábeis BACHAREL EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS Nome: Prof. Valbertone C. Araújo Página 0 Exame de Suficiência - 01/2000 II - CONTABILIDADE DE CUSTOS 7 - O conceito de Custo Padrão é: a) não é baseado em princípios científicos,

Leia mais

Institute of Finance - Consultoria e Treinamento de Executivos em Finanças consulte o nosso site: www.gecompany.com.br CASES PARA ESTUDO

Institute of Finance - Consultoria e Treinamento de Executivos em Finanças consulte o nosso site: www.gecompany.com.br CASES PARA ESTUDO CASES PARA ESTUDO 1) A AMBEV na produção da SKOL apresentou os seguintes dados em volume de Hectolitros (01 ponto). Preço unitário de vendas: R$ 66,80; custo variável de produção R$ 57,60 e um custo fixo

Leia mais

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO

TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO TERMINOLOGIAS E CLASSIFICAÇÃO DOS CUSTOS Gastos, custos, despesas Custos diretos e indiretos Método de avaliação de estoques PEPS, CUSTO MÉDIO 22/02/2016 1. DEFINIÇÕES E TERMINOLOGIAS BÁSICAS Dispêndio

Leia mais

Análise e Gestão de Custos Prof.ª Marisa Gomes da Costa

Análise e Gestão de Custos Prof.ª Marisa Gomes da Costa 1.2 Fator de Limitação (Restrição ou Gargalo) O objetivo desta aula é identificar os tipos de informações de custos relevantes para a tomada de decisão de produção e venda de múltiplos produtos mediante

Leia mais

CONTROLADORIA E CUSTOS

CONTROLADORIA E CUSTOS PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO EM NEGÓCIOS DE ALIMENTOS MÓDULO: 15 CONTROLADORIA E CUSTOS Coordenador: Hellen Coelho Professora: Marisa Lipi Data: 28/05/2010 CONTROLADORIA E CUSTOS Marisa Lipi www.companhiadoscursos.com.br

Leia mais

A ESTRUTURA DE CUSTOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS. REFLEXÃO DA VIDA CORPORATIVA! Como faço uma escultura? Simplesmente retiro do bloco de mármore

A ESTRUTURA DE CUSTOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS. REFLEXÃO DA VIDA CORPORATIVA! Como faço uma escultura? Simplesmente retiro do bloco de mármore A ESTRUTURA DE CUSTOS GESTÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS. REFLEXÃO DA VIDA CORPORATIVA! Como faço uma escultura? Simplesmente retiro do bloco de mármore tudo o que não é necessário." Michelangelo. 1 Estimados,

Leia mais

Empreendedorismo CAPÍTULO [13] UNIDADE I. Plano de Negócios: Plano Financeiro. www.demostenesfarias.wordpress.com

Empreendedorismo CAPÍTULO [13] UNIDADE I. Plano de Negócios: Plano Financeiro. www.demostenesfarias.wordpress.com Empreendedorismo Plano de Negócios: Plano Financeiro [13] UNIDADE I CAPÍTULO PLANO DE NEGÓCIOS - Dever de casa (1) Capa; SUMÁRIO EXECUTIVO: Enunciado do Projeto; Competência dos responsáveis; os produtos

Leia mais

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Nov/2012 Para que serve? Definir as quantidades de cada matéria prima necessária para

Leia mais

Assinale a alternativa que corresponde às afirmações CORRETAS. A) I e II B) I e III C) II e III D) I, II e III E) I, III e IV

Assinale a alternativa que corresponde às afirmações CORRETAS. A) I e II B) I e III C) II e III D) I, II e III E) I, III e IV QUESTÃO 01 PROVA ESPECÍFICA São fins da Contabilidade I - Assegurar o controle do patrimônio. II - Fornecer informações sobre a composição e as variações patrimoniais. III - Fornecer informações sobre

Leia mais

Contabilidade de Custos

Contabilidade de Custos Contabilidade de Custos Marcia Sousa Nascimento Ariede Contabilista com Pós Graduação em MBA Controladoria pela FMU - Universidades Metropolitanas Unidas, atuando na contabilidade e Controladoria de uma

Leia mais

CONTABILIDADE GERENCIAL

CONTABILIDADE GERENCIAL CONTABILIDADE GERENCIAL PROF. ª MARISA GOMES DA COSTA 2º SEMESTRE/2010 1. A CONTABILIDADE GERENCIAL E O AMBIENTE EMPRESARIAL... 1 1.2. O TRABALHO DA ADMINISTRAÇÃO E A NECESSIDADE DE INFORMAÇÃO... 1 1.3.

Leia mais

CURSO: ADMINISTRAÇÃO Prof Dra. Deiby Santos Gouveia Disciplina: Matemática Aplicada FUNÇÃO RECEITA

CURSO: ADMINISTRAÇÃO Prof Dra. Deiby Santos Gouveia Disciplina: Matemática Aplicada FUNÇÃO RECEITA CURSO: ADMINISTRAÇÃO Prof Dra. Deiby Santos Gouveia Disciplina: Matemática Aplicada FUNÇÃO RECEITA Conforme Silva (1999), seja U uma utilidade (bem ou serviço) cujo preço de venda por unidade seja um preço

Leia mais

USP-FEA Curso de Administração Disciplina: EAC0111 Noções de Contabilidade para Administradores. Quais são os objetivos do tópico...

USP-FEA Curso de Administração Disciplina: EAC0111 Noções de Contabilidade para Administradores. Quais são os objetivos do tópico... USP-FEA Curso de Administração Disciplina: EAC0111 Noções de Contabilidade para Administradores TEMA 09. Dem. Fluxos de Profa. Dra. Joanília Cia ([email protected]) 1 Quais são os objetivos do tópico...

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Orçamento Empresarial Prof. Isidro Copyright Pereira, F. I.

Leia mais

3ª Aula. Desenvolvimento do Tema: Custos

3ª Aula. Desenvolvimento do Tema: Custos 3ª Aula Desenvolvimento do Tema: Custos Os participantes poderão apresentar entendimentos e experiências com base em suas atividades cabendo ao professor os comentários pertinentes com destaque dos aspectos

Leia mais

Unidade II CONTROLADORIA E ORÇAMENTOS. Profª Ma. Divane A.Silva

Unidade II CONTROLADORIA E ORÇAMENTOS. Profª Ma. Divane A.Silva Unidade II CONTROLADORIA E ORÇAMENTOS Profª Ma. Divane A.Silva Controladoria e Orçamentos A disciplina está dividida em duas Unidades: Unidade I 1. Missão e Estrutura da Controladoria e o Papel do Controller

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. PALESTRA:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Técnico Etec: São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

O QUE É UMA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO EFETIVAMENTE BOA

O QUE É UMA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO EFETIVAMENTE BOA O QUE É UMA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO EFETIVAMENTE BOA (Qual a margem de contribuição ideal)! Alcançar o ponto de equilíbrio basta?! A margem de contribuição unitária diz alguma coisa?! A TIR responde se

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA PARA COMÉRCIO. Olá, quero lhe dar as boas vindas a mais um conteúdo exclusivo do Instituto Empreenda!

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA PARA COMÉRCIO. Olá, quero lhe dar as boas vindas a mais um conteúdo exclusivo do Instituto Empreenda! 1 Sobre o autor Roberto Lamas é empresário há 26 anos e possui dois negócios sendo um deles no ramo de alimentação e outro no setor de educação online. É graduado em Administração de Empresas e especialista

Leia mais

APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS

APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS APOSTILA DE ANÁLISE DE CUSTOS Volume 2 Prof Fabio Uchôas de Lima São Paulo 2013 Não é permitida a cópia ou reprodução, no todo ou em parte, sem o expresso consentimento deste autor com base na Lei 9.610/92.

Leia mais

CUSTOS. Prof. Aline Hilsendeger Pereira de Oliveira

CUSTOS. Prof. Aline Hilsendeger Pereira de Oliveira CUSTOS Para Leone (2000), custos são o consumo de um fator de produção, medido em termos monetários para a obtenção de um produto, de um serviço ou de uma atividade que poderá ou não gerar renda. Martins

Leia mais

Francisco Cavalcante ([email protected])

Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) RATEIO DE GASTOS E ECONÔMICA ANÁLISE O problema está no rateio em si, e não no critério utilizado. As distorções provocadas na análise econômica. Quando ratear é válido e quando não é. Francisco Cavalcante

Leia mais

Engenharia Econômica

Engenharia Econômica Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,

Leia mais

ANÁLISE DA RELAÇÃO CUSTO VOLUME LUCRO

ANÁLISE DA RELAÇÃO CUSTO VOLUME LUCRO ANÁLISE DA RELAÇÃO CUSTO VOLUME LUCRO A análise da Relação Custo Volume Lucro tem a finalidade de calcular o ponto de equilíbrio, isto é, o ponto em que as receitas de vendas se igualam com a soma dos

Leia mais

Conhecimentos Bancários

Conhecimentos Bancários Conhecimentos Bancários Conhecimentos Básicos em Administração Financeira: Fundamentos e Técnicas; Orçamento e Controle de Custos Professor Lucas Silva www.acasadoconcurseiro.com.br Conhecimentos Bancários

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF:

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS DIVIDENDOS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO AÇÕES CNPJ/MF: Informações referentes a Dezembro de 2014 Esta lâmina contém um resumo

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DOS PRODUTOS

DETERMINAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DOS PRODUTOS DETERMINAÇÃO DO PREÇO DE VENDA DOS PRODUTOS Wagner Machado dos Santos Professor-Tutor Externo: Rosangela Becker Cossa Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Processos Gerenciais (EMD0090)

Leia mais

APOSTILA DE ACOMPANHAMENTO ORÇAMENTO

APOSTILA DE ACOMPANHAMENTO ORÇAMENTO Questões conceituais APOSTILA DE ACOMPANHAMENTO ORÇAMENTO 1. O que é um orçamento? O que é controle orçamentário? 2. Discuta alguns dos principais benefícios obtidos com a criação de orçamentos. 3. O que

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73. Informações referentes a Julho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES DIVIDENDOS 06.916.384/0001-73 Informações referentes a Julho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

Apuração do custo da atividade produtiva de uma pequena propriedade rural. ral

Apuração do custo da atividade produtiva de uma pequena propriedade rural. ral Apuração do custo da atividade produtiva de uma pequena propriedade ru APURAÇÃO DO CUSTO DA ATIVIDADE PRODUTIVA DE UMA PEQUENA PROPRIEDADE RURAL Acadêmico: Luiz Kelvis Betti Prof. Orientador: Ms. Eloi

Leia mais

ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Brasília, Dezembro/ 2013 Unidade de Políticas Públicas NOTA TÉCNICA ITG 1000 PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Baseado nas Normas Internacionais de Contabilidade IFRS,

Leia mais

CUSTOS. Prof. Aline Hilsendeger Pereira de Oliveira

CUSTOS. Prof. Aline Hilsendeger Pereira de Oliveira CUSTOS Para Leone (2000), custos são o consumo de um fator de produção, medido em termos monetários para a obtenção de um produto, de um serviço ou de uma atividade que poderá ou não gerar renda. Martins

Leia mais

Contabilidade Gerencial para PMEs. Professora: Geni Vanzo

Contabilidade Gerencial para PMEs. Professora: Geni Vanzo Contabilidade Gerencial para PMEs Professora: Geni Vanzo Se vc. for empregado da PME Se vc. for empregado da PME Se vc. for empresário (a) contábil Vc. dependerá do cliente!! Em qualquer caso, seja

Leia mais

HG Brasil Shopping - Fundo de Investimento Imobiliário (CNPJ no. 08.431.74/0001-06) (Administrado pela Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A.

HG Brasil Shopping - Fundo de Investimento Imobiliário (CNPJ no. 08.431.74/0001-06) (Administrado pela Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. HG Brasil Shopping - Fundo de Investimento Imobiliário (CNPJ no. 08.431.74/0001-06) Demonstrações financeiras em 30 de junho de 2007 e parecer dos auditores independentes Balanço patrimonial em 30 de

Leia mais

COMO FAZER A APURAÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICOS COM SEGURANÇA

COMO FAZER A APURAÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICOS COM SEGURANÇA COMO FAZER A APURAÇÃO DE RESULTADO ECONÔMICOS COM SEGURANÇA A apuração de resultados econômicos não é uma tarefa trivial mesmo para os profissionais que atuam na contabilidade e que têm a responsabilidade

Leia mais

Econômico - Financeira

Econômico - Financeira 7 Fundamentos de Análise Econômico - Financeira Já vimos como é feito o registro contábil do patrimônio da nossa empresa, elaboramos uma equação a equação fundamental do patrimônio líquido financeiro (PFL)

Leia mais

CONCEITOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Fundamentos

CONCEITOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Fundamentos /05/20 CONCEITOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Fundamentos Prof. Carlos Faria (adaptação) 20 O QUE É SISTEMA? Grupo de elementos inter-relacionados ou em interação que formam um todo unificado e que trabalham

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Gestão Financeira I Prof.ª Thays Silva Diniz 1º Semestre 2012 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Cap.1 A decisão financeira e a empresa 1. Introdução 2. Objetivo e Funções da

Leia mais

Elaboração e Análise de Projetos

Elaboração e Análise de Projetos Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional:

Leia mais

Orçamento de Caixa. Sabrina Alencar Larissa Falcão Adriana Sampaio

Orçamento de Caixa. Sabrina Alencar Larissa Falcão Adriana Sampaio Orçamento de Caixa Sabrina Alencar Larissa Falcão Adriana Sampaio Fortaleza 2011 Fluxo de bens e serviços x Fluxo de caixa Orçamento de Caixa: Projeção de entradas e saídas de caixa; Necessidades de financiamentos;e

Leia mais

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS 1 DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS CUSTODIO ROCHA Você bem preparado para o futuro da 2 1 OBJETIVOS Revisão dos principais aspectos da contabilidade de custos (conteúdos mais frequentes nas últimas

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓD. 14

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CÓD. 14 1 Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome PROVA DE CONHECIMENTOS

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Código da Disciplina: 18331 Vigência: 2 / 2007 Disciplina: CONTABILIDADE DE CUSTOS Código do Curso: 122 Curso: Ciências Contábeis (Ênfase em Controladoria) Unidade: NÚCLEO UNIV BARREIRO Turno: NOITE Período:

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BRADESCO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO ADVANCED 01.919.660/0001-33 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém

Leia mais

Projetos CUSTOS. Prof. Anderson Valadares

Projetos CUSTOS. Prof. Anderson Valadares Projetos CUSTOS Prof. Anderson Valadares Gerenciamento de custo O gerenciamento de custos visa essencialmente assegurar aos patrocinadores que o projeto será concluído dentro do orçamento aprovado. Gerenciamento

Leia mais

Ferramentas para a Qualidade

Ferramentas para a Qualidade Diagrama de processo: seu objetivo é a listagem de todas as fases do processo de forma simples e de rápida visualização e entendimento. Quando há decisões envolvidas pode-se representar o diagrama de processo

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB

CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB CONTABILIDADE GERAL PARA AUDITOR-FISCAL DA RFB Prof. Marcondes Fortaleza Professor Marcondes Fortaleza Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, tendo exercido anteriormente o cargo de Analista-Tributário

Leia mais

Análise de Mercado. Plano de Negócios

Análise de Mercado. Plano de Negócios Análise de Mercado Plano de Negócios Estudo de Clientes 1 º passo Identificando as características gerais dos clientes Se pessoas físicas Qual a faixa etária? Na maioria são homens o mulheres? Tem família

Leia mais

Estudo para utilização do método de custo-padrão combinado com o sistema de custeio variável no gerenciamento de custos

Estudo para utilização do método de custo-padrão combinado com o sistema de custeio variável no gerenciamento de custos Estudo para utilização do método de custo-padrão combinado com o sistema de custeio variável no gerenciamento de custos Antonio Gilberto Marquesini (UNESP/BAURU) [email protected] Júlio César Scaramusi

Leia mais

COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO NOVO

COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO NOVO COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM A construção de um fluxo de caixa. A relação VPL / Investimento Depois do primeiro preço, o que vale é a margem de contribuição. Francisco Cavalcante ([email protected])

Leia mais

PROCESSO DE COMPRA DOS MATERIAIS

PROCESSO DE COMPRA DOS MATERIAIS PROCESSO DE COMPRA DOS MATERIAIS Instituições de saúde privadas compra direta sistema desburocratizado ágil Instituições públicas seguir, rigidamente, as normas relativas aos procedimentos legais que regulamentam

Leia mais

USO DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

USO DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO USO DA MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO Prof. Valbertone C. Araújo MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO Verificamos que a Margem de contribuição unitária de um determinado produto é representada pela diferença entre o a Preço

Leia mais

Aula Orçamento de produção. Profa. Nilcéia Cristina dos Santos Email: [email protected]

Aula Orçamento de produção. Profa. Nilcéia Cristina dos Santos Email: nilceia_santoss@yahoo.com.br Aula Orçamento de produção Profa. Nilcéia Cristina dos Santos Email: [email protected] ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO Orçamento de produção tem a finalidade de determinar a quantidade de produtos que

Leia mais

Classificação de Custos:

Classificação de Custos: 1 Departamento de Contabilidade AULA TEÓRICA 2 Classificação de Custos: Os Custos e as Demonstrações Financeiras CONTABILIDADE DE GESTÃO I Gestão Finanças e Contabilidade GIL 2014/2015 2º semestre Aula

Leia mais

Profa. Daciane de Oliveira Silva. FONTE: Adm. de pequenas Empresas LONGENECKER, Justin et. al MBA em Gestão Estratégica de Negócios-FACCEBA

Profa. Daciane de Oliveira Silva. FONTE: Adm. de pequenas Empresas LONGENECKER, Justin et. al MBA em Gestão Estratégica de Negócios-FACCEBA Profa. Daciane de Oliveira Silva FONTE: Adm. de pequenas Empresas LONGENECKER, Justin et. al MBA em Gestão Estratégica de Negócios-FACCEBA Relação entre faturamento X volume de vendas SITUAÇÃO A Qtde vendida

Leia mais

CONTABILIDADE DE GESTÃO I. 1º Mini Teste Ano letivo de 2014/2015 1º Ano de GESTÃO. 11 de março de 2015 Duração: 75 min. Versão B.

CONTABILIDADE DE GESTÃO I. 1º Mini Teste Ano letivo de 2014/2015 1º Ano de GESTÃO. 11 de março de 2015 Duração: 75 min. Versão B. CONTABILIDADE DE GESTÃO I 1º Mini Teste Ano letivo de 2014/2015 1º Ano de GESTÃO 11 de março de 2015 Duração: 75 min Versão B Curso Turma Nome Nº Tenha em atenção: 1 Não deve desagrafar o teste. Vai ter

Leia mais

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E 2008 CONTEÚDO

Leia mais

QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS IMPOSTOS MAIS IMPORTANTES - PARTE I

QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS IMPOSTOS MAIS IMPORTANTES - PARTE I QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS - PARTE I! Imposto de Renda! Lucro Presumido! Lucro Arbitrado! Lucro Real por apuração mensal! COFINS Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas

Leia mais

Como definir a melhor meta de vendas através do Índice da Margem de Contribuição (Imc)

Como definir a melhor meta de vendas através do Índice da Margem de Contribuição (Imc) Como definir a melhor meta de vendas através do Índice da Margem de Contribuição (Imc)! Qual a quantidade ideal de venda de cada produto, considerando uma maior rentabilidade?! Se os produtos de menor

Leia mais

Assunto: Plano Financeiro (I parte)

Assunto: Plano Financeiro (I parte) Assunto: Plano Financeiro (I parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Nesta disciplina, todos os assuntos

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC FI ACOES PETROBRAS 2 12.014.083/0001-57 Informações referentes a Abril de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC FI ACOES PETROBRAS 2 12.014.083/0001-57 Informações referentes a Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FUNDO DE INVESTIMENTO EM ACOES. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

2. Uma sociedade empresária que tem como atividade operacional a prestação de serviços registrou as seguintes transações no mês de agosto de 2011.

2. Uma sociedade empresária que tem como atividade operacional a prestação de serviços registrou as seguintes transações no mês de agosto de 2011. CEAP Questões do CFC 2011-2; 2012-1 Professor: Salomão Soares Revisão Aluno (a): 1. Uma indústria de alimentos pagou em 1º de dezembro de 2010 o valor de R$4.800,00 pela contratação de prêmio de seguro

Leia mais

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE

INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE 1.1. Contabilidade para não Contadores INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE Objetiva ensinar a Contabilidade para aqueles que não são contadores, mas necessitam interpretar (entender) a Contabilidade, os relatórios

Leia mais

Exercícios ponto de equilíbrio e alavancagem operacional. Teórica

Exercícios ponto de equilíbrio e alavancagem operacional. Teórica Exercícios ponto de equilíbrio e alavancagem operacional Teórica 1. O que significa o termo alavancagem? A que tipo de risco a alavancagem é geralmente relacionado? 2. Como se pode usar a análise do ponto

Leia mais

Custos e Orçamentos 63 Prof. Tamanaha --------------------------------------------------------------------------- CUSTO PADRÃO 1.

Custos e Orçamentos 63 Prof. Tamanaha --------------------------------------------------------------------------- CUSTO PADRÃO 1. Custos e Orçamentos 63 CUSTO PADRÃO 1. CONCEITO: Dutra, R.Gomes: Em Custos uma abordagem prática,pg.236, assim relata com respeito ao Custo :..aplicação do custo padrão apresenta grande resistência muito

Leia mais

Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;

Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos; CONTABILIDADE ANALÍTICA I [12003] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Pretende-se fornecer um enquadramento teórico e prático da Contabilidade de Custos ou Analítica, em particular, dos objetivos prosseguidos

Leia mais

José Wammes, Toledo, Paraná, 2013. 1

José Wammes, Toledo, Paraná, 2013. 1 1 José Wammes Coordenação Editorial: Osmar Antonio Conte Editoração: José Wammes Ficha Catalográfica: Rute Teresinha Schio - CRB 1095 Wammes, José W243 Depreciação: um fato contábil e econômico / José

Leia mais

Demanda. A curva de Demanda. Material 2

Demanda. A curva de Demanda. Material 2 Material 2 Microeconomia Gilmar Ferreira Abril 2010 Demanda Oferta Equilíbrio de Mercado Elasticidade Excedente Concorrência Perfeita Monopólio Monopólio natural Impostos Demanda Lei da Demanda: preços

Leia mais

ROSSI RESIDENCIAL S. A. COMENTÁRIOS SOBRE O DESEMPENHO CONSOLIDADO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2.003

ROSSI RESIDENCIAL S. A. COMENTÁRIOS SOBRE O DESEMPENHO CONSOLIDADO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2.003 ROSSI RESIDENCIAL S. A. COMENTÁRIOS SOBRE O DESEMPENHO CONSOLIDADO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2.003 PRODUTOS, LANÇAMENTOS E PERFORMANCE COMERCIAL: Durante o primeiro trimestre de 2003, a Rossi Residencial

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC SELEÇÃO TOP AÇÕES 02.436.763/0001-05 Informações referentes a Junho de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

Feira de Negócios. Capitulo 5.3.3 - Utilizando a Planilha Custos-MarkUp nas Estratégia de Preço Promoções Brincadeiras com o Promotor

Feira de Negócios. Capitulo 5.3.3 - Utilizando a Planilha Custos-MarkUp nas Estratégia de Preço Promoções Brincadeiras com o Promotor TIC- Trabalho Interdisciplinar Elaborado por Prof.Mestre Rosimeire Ayres Feira de Negócios Capitulo 5.3.3 - Utilizando a Planilha Custos-MarkUp nas Estratégia de Preço Promoções Brincadeiras com o Promotor

Leia mais

5 são flamenguistas. A metade dos restantes é

5 são flamenguistas. A metade dos restantes é Simulado de matemática Professor Quilelli Academia do Concurso Público 1) Joana comeu metade das balas que haviam em um saco. Marina comeu a terça parte das balas do saco. Eulália comeu as 5 balas restantes.

Leia mais

Gabarito da Apostila de Contabilidade Internacional

Gabarito da Apostila de Contabilidade Internacional Gabarito da Apostila de Contabilidade Internacional 2011.1 2º Bimestre Capítulo 4: IAS 17 ARRENDAMENTO MERCANTIL 4.5.1 O Arrendamento deve ser classificado como Financeiro, pois o Prazo do Contrato cobre

Leia mais

CONTABILIDADE BÁSICA

CONTABILIDADE BÁSICA CONTABILIDADE BÁSICA PARTE 2 / EXERCICIO RESOLVIDO http://www.grupoempresarial.adm.br 24/7/2007 16:18 Página 1 de 6 Conteúdo 1. Balancete de Verificação pág. 3 2. Demonstrativo de Resultados pág. 4 3.

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS I

CONTABILIDADE DE CUSTOS I CONTABILIDADE DE CUSTOS I 3º SEMESTRE CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROF. ROBERTO L. GUERRINI 1ºSEMESTRE/2012 MATERIAL CEDIDO GENTILMENTE PELA PROFª MARISA GOMES DA COSTA CONTABILIDADE DE CUSTOS I 2 Sumário 1 Bases

Leia mais

PROVAS DISCURSIVAS P 3 (questões) e P 4 (parecer) RASCUNHO QUESTÃO 1

PROVAS DISCURSIVAS P 3 (questões) e P 4 (parecer) RASCUNHO QUESTÃO 1 PROVAS DISCURSIVAS P (questões) e P (parecer) Nestas provas, faça o que se pede, usando, caso deseje, os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva os textos para o CADERNO

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE : IMOBILIZADO E DEPRECIAÇÃO

TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE : IMOBILIZADO E DEPRECIAÇÃO TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE : IMOBILIZADO E! Definições e mudanças propostas no Projeto de Lei 3.741 que altera a Lei 6.404/76.! O que é AMORTIZAÇÃO? Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador

Leia mais

Contabilidade Questões Comentadas da Cesgranrio

Contabilidade Questões Comentadas da Cesgranrio 1 - (Cesgranrio - Contador ANP - 2008) A Indústria Alvorada, no Balanço encerrado em 31 de dezembro de 2006, apresentou a seguinte informação parcial, em reais, de seu Ativo Permanente / Imobilizado: Computadores

Leia mais

PROVOU 2016. 5. ENTREGA DO MATERIAL E GABARITO: Ao retirar-se da sala, você deverá entregar o cartão de respostas.

PROVOU 2016. 5. ENTREGA DO MATERIAL E GABARITO: Ao retirar-se da sala, você deverá entregar o cartão de respostas. UNIOESTE Universidade Estadual do Oeste do Paraná Processo Seletivo para Ocupação de Vagas Remanescentes nos Cursos de Graduação PROVOU 2016 OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: 1. PROVAS: Este caderno contém a prova

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DA GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS COMERCIAIS

A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DA GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS COMERCIAIS A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DA GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS COMERCIAIS Gestão Empresarial Dalva Daniela Pereira Acadêmica do Curso Ciências Contábeis Univás - Pouso Alegre/MG e-mail: [email protected]

Leia mais