Visão Educação Integral 2025 (texto provisório)
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- Sebastião Gusmão Moreira
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1 Visão Educação Integral 2025 (texto provisório) O Brasil Marista desenvolve experiências pedagógicas de educação integral, em tempo integral, que dialogam ativamente com as necessidades, desejos e proposições das crianças, adolescentes e jovens que alcança, tomando- os como sujeitos centrais das práticas educacionais. As escolas privadas e sociais cultivam uma cultura escolar que valoriza inovação, autonomia, pertencimento, sustentabilidade, multiculturalidade, felicidade e corresponsabilidade, com currículos dinâmicos, de itinerários flexíveis e com enfoque em direitos. O manejo do espaçotempo favorece o acesso das crianças e adolescentes a múltiplas linguagens, valorizando o intelecto, o corpo e o espírito, e tais experiências não se encerram dentro das escolas, alcançando outros territórios geográficos, virtuais e simbólicos. Os modelos de gestão institucional respondem às demandas pedagógicas e favorecem participação e corresponsabilidade da comunidade escolar, o que assegura os recursos materiais necessários, além de atrair, formar continuamente e preservar as equipes. A sociedade brasileira reconhece o compromisso do Marista com a educação de qualidade, sua capacidade de garantir e demonstrar desempenho acadêmico e formação humana de maneira indissociável, bem como sua abertura a alianças que apoiem a qualificação da educação básica no Brasil. 1
2 Resultados e Indicações (texto provisório) 1. Experiência educacional e desempenho acadêmico de excelência para crianças, adolescentes e jovens. Oportunizar espaços para que os educando reflitam e construam projetos de vida. Assegurar excelência no desempenho acadêmico, tanto nas avaliações externas oficiais, quanto nas avaliações institucionais. Construir metodologias de monitoramento e avaliação de educandos e ex- educandos, visando mensurar o impacto social. 2. Princípios éticos, políticos e teóricos fortemente enraizados na comunidade educativa. Fortalecer a integração de ações pedagógicas, sociais e pastorais. Assegurar que as práticas pedagógicas sejam pautadas pela identidade Marista e nas normativas nacionais e internacionais de educação e direitos humanos. Fortalecer a influência da comunidade educativa nos espaços internos e externos de incidência política. 3. Desenhos curriculares inovadores, inclusivos, participativos, dinâmicos, flexíveis e plurais, que favoreçam o desenvolvimento integrado do intelecto, do corpo e do espírito, com enfoque em direitos e promoção do protagonismo. Compreender o currículo como expressão das diferentes vozes dos sujeitos da comunidade, considerando a cultura local e global. Integrar as diferentes manifestações dos saberes e áreas do conhecimento, a teoria e a prática, o espaço e o tempo, garantindo o currículo integrado e em movimento. Desenvolver projetos pedagógicos em rede, voltados para a autonomia, o sentimento de pertença, a consciência planetária e a corresponsabilidade. 2
3 4. Escola como espaçotempo para formação integral de sujeitos educadores que promova estudo, pesquisa e construção de novas práticas educacionais. Garantir tempo de formação para os educadores dentro de sua jornada semanal de trabalho. Garantir políticas de formação continuada para educadores e gestores. Firmar parcerias que ampliem o envolvimento de instituições de ensino superior com educação integral e favoreçam a formação latu e strictu sensu de educadores e gestores. Oportunizar a sistematização e partilha de experiências e saberes. 5. Experiências pedagógicas com itinerários flexíveis, dialogando com as necessidades, desejos e proposições das crianças, adolescentes e jovens. Garantir a participação das crianças, adolescentes e jovens na gestão do projeto político pedagógico pastoral. Oportunizar espaços de escolha e de construção coletiva de diferentes projetos pedagógicos que dialoguem com as necessidades e desejos das crianças, adolescentes e jovens Garantir espaços de auto- gestão que promovam a convivência entre os educandos por meio do lúdico, do diálogo e do ócio- criativo. 6. Gestão institucional capaz de responder as demandas pedagógicas e favorecer a participação e corresponsabilidade da comunidade educativa. Desenvolver programas de formação continuada que respondam às necessidades da comunidade educativa. Desenvolver políticas de gestão que favoreçam o compromisso, engajamento e felicidade das equipes escolares. Garantir na gestão local espaços de participação da comunidade para tomada de decisão sobre o projeto político pedagógico pastoral. 3
4 7. Recursos materiais, estruturais e financeiros necessários à educação integral disponíveis nas escolas e centros sociais. Definir o custo aluno qualidade para os cenários de educação integral do Brasil Marista. Realizar estudos de viabilidade e formular planos de negócio que garantam a implantação da educação integral. Monitorar e avaliar a eficácia da aplicação dos recursos 8. Posicionamento institucional Marista com enfoque em direitos humanos, articulação em rede, tendências de mercado e políticas públicas. Alinhar o posicionamento e ampliar a representação Marista, prioritariamente nos espaços de controle social de educação e direitos da criança e do adolescente. Promover a articulação do planejamento estratégico do Brasil Marista com as áreas de negócio das províncias. Fortalecer e evidenciar a incidência do Brasil Marista na formulação de políticas públicas para as infâncias e juventudes. Dar visibilidade a atuação Marista por meio de campanhas que comuniquem o posicionamento internacional na defesa dos direitos humanos. 9. Projetos educacionais envolvem a comunidade educativa, em diálogo com seus territórios, para a promoção do bem viver. Promover e avaliar a integração e inserção dos projetos educacionais em seus territórios. Promover, intensificar e avaliar a presença de princípios de direitos humanos nos projetos educacionais. Garantir que a comunidade educativa se sinta feliz com a escola. 4
5 10. Avaliação formativa com elevada capacidade de dar feedbacks para a comunidade educativa e de garantir qualidade dos processos de ensino e aprendizagem. Promover a avaliação formativa com foco no desenvolvimento dos educandos, educadores e gestores, na sua especificidade. Garantir que os resultados da avaliação subsidiem a gestão educacional e as práticas pedagógicas. Garantir que os resultados das avaliações sejam compartilhados com a comunidade educativa para subsidias a elaboração do planejamento estratégico local. Orientações para próximos passos do trabalho 1. Que orientações devem guiar o preparo do site de educação integral? Portal dinâmico, interativo, com imagens (no formato de infográfico), com ideia de Mandala, com links que se articulem, que abram cenários, que naveguem de um lugar a outro. Como exemplo da articulação em infográfico o grupo gostou da proposta desenvolvida pela Escola Ecológica.! 5
6 Site deve ser desenvolvido especificamente para este caso, com outra tecnologia em relação ao atual hot site usado pelo grupo. Discutir a possibilidade de operar como Observatório, o que exige processo específico e investimentos da UMBRASIL. 2. Que tratamento será dados aos textos daqui em diante? Os textos precisam ser lidos, receberem as considerações que faltam, e receber ajustes. Os textos precisam ganhar unidade, identidade comum, o que irá exigir trabalho de edição. Irão nutrir o site (pergunta 1). Passos: (a) recebimento e fechamentos dos textos v1. (b) integração e edição dos textos. (c) ler, debater e ajustar o conjunto dos textos no GT. (d) encaminhar para leitura crítica externa. (e) disponibilizar, via site ou não. Presencial em 4 e 5 de Junho. o Revisar alguns elementos dos resultados e indicações. o Dedicar tempo para melhor debater a pergunta 3. Prazo final da entrega do GT, em Agosto. 3. Que movimentos o GT sugere para que o Brasil Marista conheça, debata e formule projetos de educação integral em diálogo com a produção do GT? a. Construir o Custo Aluno Qualidade para a educação integral. b. Promover debates sobre o assunto nos espaços de estudo e formação do Brasil Marista, articulando com outros GTs., etc. c. Debater a viabilidade do Observatório de Educação Integral. d. Dialogar com a produção do GTDCA. e. Acompanhar o trabalho da Comissão de Educação Básica e as relações de sua produção com a produção deste GT. f. Dar atenção ao processo de construção de indicadores para os projetos de educação integral. 6
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