n = número de camadas de Neoprene b
|
|
|
- Marta Ribas Porto
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1/13 Aprelho de Apoio de Neoprene fretdo ( segundo norm lemã DIN ) Espessur totl de Neoprene = T ( mm) = n = número de cmds de Neoprene n t + 5mm 5,5mm d t = Neoprene s = chp de ço t = Neoprene,5mm t cori ment o, 5 mm
2 /13 Ldos, mm σ dm MP V dm. kn Tel d norm lemã DIN t Neoprene mm s Aço mm Número de cmds de Neoprene (n) Aprelho ixo se T<0, Aprelho lto se 0,<T<0,3 α dmissível por cmd de Neoprene ( %o) α() α() α ,0 4,0 5, ,0 3,0 5, ,0 3,0 4, , ,0,5 4, , ,0,0 3, , ,0 1, 3, , ,5 1,, ,0 1,, ,5,0 3, ,0 1,5, ,0 1,, ,0 1,, ,0 1,5, ,0 1,, ,0,0, ,5 1,5,1
3 3/13 Espessur totl do Neoprene = T( mm) = n t + 5mm d mm n t 5 n 1 = + + Espessur totl do prelho de poio = ( ) ( ) Determinção d espessur totl do Neoprene T (mm) s + 5 mm tn γ δ = T ( ) ( ) + G A tn γ δ = T ( ) ( ) + G A tn γ + tn γ 0,70 Ei = módulo de elsticidde equivlente ( idel) o Neoprene fretdo Bsler Witt : Compressão: E t d E idel = com k = 3k Pr um prelho de poio com: = 5cm ; = 40cm, t = 0,8cm t d 0,8cm ( 5cm) + ( 40cm) 0,8cm 47,cm k = = = = 0,038 5cm 40cm 5cm 40cm
4 4/13 kgf 30 E cm E idel = = = 6930kgf/cm >>> E Neoprene isoldo = 30 kgf/cm 3k 3 ( 0,038) O Neoprene fretdo é muito mis rígido que o mteril Neoprene isoldo. DIN Compressão: Ei compressão = Ei compressão = [ 0,399 0,194 (/) ] 3 G t 5 kgf 0,399 0, cm 5cm 0,8cm = 6113 kgf/cm Rotção: Ei Ei rotção = 0,0668 0,016 3 G t 5cm rotção 0,0668 0,016 5cm = 3 10 kgf 40cm cm 0,8cm = 1561 ( kgf / cmw)
5 5/13 Exemplos de ctálogo dos fricntes GUMBA, SPEBA, SBT segundo norm Alemão DIN Aprelhos de poio de Elstomero Fretdo Crg dmissível / σ dmissível / σ mínimo V / σdm/σmin Módulo equivlente N compressão Ei Número de cmds n Espessur d cmd de Neoprene t Deslocmento horizontl Admissível δh Altur totl d Espessur totl de neoprene T Rotção totl dmissível Arc. mm mm kn /MP/MP N/mm mm mm mm mm /1,6/3, , ,006 0,005 0, /1,5/3, , ,009 0,008 0, , ,01 0,010 0, ,015 0,013 0, , ,018 0,015 0, , ,01 0,018 0, /1,5/3, , ,006 0,00 0, , ,009 0,003 0, , ,01 0,005 0, , ,015 0,006 0, , ,018 0,008 0, , ,01 0,009 0,01
6 6/13 Crg dmissível / tensão dmissível / Tensão mínim V / σdm/σmin Módulo equivlente n compressão Ei Número de cmds n Espessur d cmd de Neoprene t Deslocmento horizontl Admissível δh Altur totl d Espessur totl de Neoprene T Rotção totl dmissível Arc. mm mm kn /MP/MP N/mm Unid. mm mm mm mm /1,5/3, , , , , ,005 0,00 0, , ,008 0,004 0, , ,010 0,005 0, , ,013 0,006 0, , ,015 0,007 0, , ,018 0,009 0, , ,00 0,010 0, /15,0/5, ,004 0,001 0, , ,006 0,00 0, , ,008 0,004 0, ,010 0,005 0, , ,01 0,006 0, , ,014 0,007 0, , ,016 0,008 0, , ,018 0,010 0, , ,00 0,011 0,0
7 7/13 Crg dmissível / σ dmissível / σ mínimo V / σdm/σmin Módulo equivlente n compressão Ei Número de cmds n Espessur d cmd de Neopren e t Deslocment o horizontl Admissível δh Altur totl d Espessur totl de neoprene T Rotção totl dmissível Arc. mm mm kn /MP /MP N/mm mm mm mm mm /15/5, , ,005 0,004 0, , ,008 0,006 0, , ,010 0,008 0, , ,013 0,010 0, , ,015 0,01 0, , ,018 0,014 0, , ,00 0,016 0, , ,03 0,018 0, /15/5, , ,004 0,003 0, , ,006 0,005 0, , ,008 0,006 0, , ,010 0,008 0, , ,01 0,009 0, , ,014 0,011 0, , ,016 0,01 0, , ,018 0,014 0, , ,00 0,015 0,05
8 8/13 Elstomero de poli-cloropreno Estrutur moleculr C Cl C C C n CR = Chloroprene Ruer Monômero ásico Polimerizção A ligção dos monômeros ger o polímero ixo. Cl Cl Cl Cl C C = C C C C = C C C C = C C C C = C C Policloropreno = Neoprene
9 9/13 Tipos de cdeis moleculres otids prtir do monômero CR ásico. O polímero tipo 1,4-trns predomin em 90% dos polímeros
10 10/13 O Neoprene usdo nos prelhos de poio é o poli-cloropreno vulcnizdo quente. Cl Cl Cl Cl C C = C C C C = C C C C = C C C C = C C C C = C C C C =C C C C = C C C C = C C Cl Cl Cl Cl Poli-cloroprene ntes d Vulcnizção Vulcnizção é dição de Enxofre S elevds temperturs. Formm-se lgums ligções trnsversis entre os polímeros, como mostrdo n figur d próxim págin. A resistênci mecânic ument, trvés desss ligções trnsversis, chmds de Cross Linking. A reção de vulcnizção é irreversível.
11 11/13 Segundo Willim D. Cllister, Jr, Mterils Science nd Engineering Introdution 4th edition Wiley : Após vulcnizção, com ligções trnsversis feits pelo enxofre S, estrutur moleculr tem o specto ixo. As ligções trnsversis não necessitm ser muito numeross. O teor de enxofre vri entre 1% 5% do peso d orrch. Cl Cl Cl Cl C C = C C C C C C C C = C C C C C C S S S S C C = C C C C C C C C = C C C C = C C Cl Cl Cl Cl Poli-cloroprene vulcnizdo = Neoprene ( esquemático )
12 1/13 Com vulcnizção o Neoprene gnh resistênci. Willim D. Cllister, Jr, Mterils Science nd Engineering Introdution 4th edition Wiley Borrch nturl vulcnizd Resistenci à trção( MP ) vulcnizd não vulcnizd longmento ( % )
13 13/13 A durilidde do Neoprene é o, como se pode ver n tel ixo de utori de Willim D. Cllister, Jr, em Mterils Science nd Engineering Introdution - 4th edition Wiley Amiente Envelhecimento pel luz do sol Envelhecimento o r livre Oxidção Fissurção por Ozônio Álcli diluído Álcli concentrdo Acido diluído Acido concentrdo idrocronetos clordos, Desengordurntes idrocronetos lifáticos, Querosene, etc Óleos nimis Óleos vegetis Resistênci à degrdção em diversos mientes o o excelente excelente excelente excelente excelente excelente usr com cuiddo regulr o o Segundo K. Rhlwes e R. Murer, ver Beton Klender 1995, lguns mteriis prejudicm durilidde do Neoprene, ser: Benzol, Lc, Nft, Óleo SAE-10, Tereentin, e Toluol.
Notas de aula. Aparelho de apoio de Neoprene fretado em uma ponte em concreto prtendido
Aprelhos de poio de Neoprene fretdo - ª Prte 1/1 Aprelho de poio de Neoprene fretdo em um ponte em concreto prtendido Fotos: Cortesi Eng Alexndre C. Cordeiro torimento,5mmaprelhos de poio de Neoprene fretdo
ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO PARTE 2
ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO ARTE uro de Arrimo A designção uros de Arrimo é utilizd de um form genéric pr referir-se qulquer estrutur construíd com finlidde de servir de contenção ou rrimo um determind mss
Resistência de Materiais 2
Resistênci de Mteriis Ano ectivo 0/04 º Exme 8 de Jneiro de 04 Durção: hors Oservções: Não podem ser consultdos quisquer elementos de estudo pr lém do formulário fornecido. Resolver os prolems em grupos
Resistência dos Materiais
Aula 3 Tensão Admissível, Fator de Segurança e rojeto de Acoplamentos Simples Tópicos Abordados Nesta Aula Tensão Admissível. Fator de Segurança. rojeto de Acoplamentos Simples. Tensão Admissível O engenheiro
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a. Se AB tiver diâmetro de 10 mm
Professor: José Junio Lopes
Aula 2 - Tensão/Tensão Normal e de Cisalhamento Média; Tensões Admissíveis. A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a.
uso externo Nº 2117 1
Nº Data Revisões Aprov.: Vanderlei Robadey Página 1 de 12 DESENHO 2 - CORPO DA CAIXA DISPOSITIVO PARA LACRE DE SEGURANÇA A B ROSCA M6 x 1 TORRE DE FIXAÇÃO ROSCA M10 x 1,5 C TORRE DE FIXAÇÃO ROSCA M10 x
FÍSICA. 16) Uma pedra é solta de um penhasco e leva t 1 segundos para chegar no solo. Se t 2 é o
FÍSICA 16) Um pedr é solt de um penhsco e lev t 1 segundos pr chegr no solo. Se t 2 é o tempo necessário pr pedr percorrer primeir metde do percurso, então podemos firmr que rzão entre t 1 e t 2 vle: A)
Resistência dos Materiais
Aula 4 Deformações e Propriedades Mecânicas dos Materiais Tópicos Abordados Nesta Aula Estudo de Deformações, Normal e por Cisalhamento. Propriedades Mecânicas dos Materiais. Coeficiente de Poisson. Deformação
TYP R. Porta-pilar regulável Aço ao carbono com zincagem Dac Coat TYP R - 01 REGULÁVEL SOBRELEVADO CUIDADOS COM OS PORMENORES DAC COAT
TYP R Porta-pilar regulável Aço ao carbono com zincagem Dac Coat REGULÁVEL Altura registável também após a montagem. O sistema de regulação é escondido pelo manguito, para uma estética eficaz CAMPOS DE
140 Nm 140 Nm 25. Linha Neutra
Engenharia ecânica LISTA 2 1)Uma barra de aço tem seção retangular de x60 mm e fica submetida à ação de dois conjugados iguais e de sentido contrário que agem em um plano vertical de simetria da barra,
SÍNTESE DE CONTEÚDO MATEMÁTICA SEGUNDA SÉRIE - ENSINO MÉDIO ASSUNTO : OS PRISMAS (PARTE 2) NOME :...NÚMERO :... TURMA :...
SÍNTESE DE CONTEÚDO MATEMÁTICA SEGUNDA SÉRIE - ENSINO MÉDIO ASSUNTO : OS PRISMAS (PARTE ) 1 NOME :...NÚMERO :... TURMA :... 6) Áres relcionds os prisms : ) Áre d bse : É áre do polígono que represent bse.
ENSAIOS DOS MATERIAIS
Ensaios Mecânicos dos Materiais Ensaio de tração NBR ISO 6892:2002, Assossiação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Entre os diversos tipos de ensaios existentes para avaliação das propriedades mecânicas
Estaca Escavada Circular
Estaca Escavada Circular 1 Definição e Recomendações da Norma NBR 6122 / 96 A Norma NBR 6122 / 96 define estaca escavada como o tipo de fundação profunda executada por escavação mecânica, com uso ou não
Se a força de tração de cálculo for 110 kn, a área do tirante, em cm 2 é A) 5,0. B) 4,5. C) 3,0. D) 2,5. E) 7,5.
25.(TRT-18/FCC/2013) Uma barra de aço especial, de seção circular com extremidades rosqueadas é utilizada como tirante em uma estrutura metálica. O aço apresenta f y = 242 MPa e f u = 396 MPa. Dados: Coeficientes
Estruturas Mistas, PUCRS- Profas:Maria Regina Leggerini/Silvia Baptista Kalil
EXEMPLO DE VERIFICAÇÃO DE UM PRÉDIO EM ALVENARIA ESTRUTURAL 2 1 VERIFICAÇÃO DA ESTABILIDADE GLOBAL 1.1 ASPECTOS ARQUITETÔNICOS 1.1.1 RELAÇÕES ENTRE LARGURA (L), ALTURA (H) E COMPRIMENTO (C) C 19,12 1,6
Terceira Lista de Exercícios
Universidade Católica de Petrópolis Disciplina: Resitência dos Materiais I Prof.: Paulo César Ferreira Terceira Lista de Exercícios 1. Calcular o diâmetro de uma barra de aço sujeita a ação de uma carga
BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS
A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Últim tulizção Mio/2011 VERSÃO MAIO/2011 ACABAMENTOS NATURAL: O cbmento pdrão d chp possui bi reflectânci e pode presentr vrições de brilho. BRILHANTE: Esse tipo de cbmento
Cálculo de Estruturas e Tubulações Industriais AULA 6 CALCULO PARTE 2
Cálculo de Estruturas e Tubulações Industriais AULA 6 CALCULO PARTE 2 PROF.: KAIO DUTRA Calculo da Espessura da Parede oconsiderando um cilindro sujeito a uma pressão interna, deduzem-se teoricamente as
MEMORIAL DE CÁLCULO 072211 / 1-0. PLATAFORMA PARA ANDAIME SUSPENSO 0,60 m X 4,00 m MODELO RG PFM 4.1
MEMORIAL DE CÁLCULO 072211 / 1-0 PLATAFORMA PARA ANDAIME SUSPENSO 0,60 m X 4,00 m MODELO RG PFM 4.1 FABRICANTE: Metalúrgica Rodolfo Glaus Ltda ENDEREÇO: Av. Torquato Severo, 262 Bairro Anchieta 90200 210
Cilindros Hidráulicos. Série C200
Cilindros Hidráulicos Série C200 Apresentação A CUDELL - Engenharia & Serviços possui uma experiência de mais de 50 anos na área da óleo-hidráulica, e os cilindros standard Cudell são concebidos com base
1 heae. 1 hiai 1 UA. Transferência de calor em superfícies aletadas. Tot. Por que usar aletas? Interior condução Na fronteira convecção
Trnsferênci de clor em superfícies letds Por ue usr lets? Interior condução N fronteir convecção = ha(ts - T Pr umentr : - umentr o h - diminuir T - umentr áre A Intensificção d trnsferênci de clor Exemplo:
Física Fascículo 02 Eliana S. de Souza Braga
ísic scículo 0 Elin S. de Souz r Índice Dinâmic Resumo eórico...1 Exercícios... Gbrito...4 Dinâmic Resumo eórico s 3 leis de ewton: 1. lei ou princípio d Inérci: res = 0 = 0 v = 0 v é constnte. lei ou
MECÂNICA APLICADA 4º, 5º E 6º CICLO (ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul grace.ganharul@anhanguera.
MECÂNICA APLICADA 4º, 5º E 6º CICLO (ENGENHARIA MECÂNICA E DE PRODUÇÃO) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul [email protected] Graduação em Engenharia Mecânica e de Produção Disciplina:
Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto
Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve
Apresentação. Sistema de Recirculação Existem 2 sistemas de recirculação das esferas: Interno e Externo.
Apresentação A Bressane indústria Mecânica Ltda., fabrica dois tipos de Fusos de Esferas: Fusos Laminados e Fusos Retificados, com maior precisão de passo e tolerâncias mais apuradas. Realiza serviços
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ESTACAS DE CONCRETO PARA FUNDAÇÕES - carga de trabalho e comprimento
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ESTACAS DE CONCRETO PARA FUNDAÇÕES - carga de trabalho e comprimento Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios ESTACAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO NBR 6122/1996
15 aulas. Qual o número m ximo de faltas que ele ainda pode ter? (A) 9 (B) 10 (C) 12 (D) 16 (E) 24
Pré-AFA 2017 Simuldo A 28 de junho de 2017 Questão 1 (CFN) Qul é o número nturl que elevdo o qudrdo é igul o seu triplo somdo com 0? (A) 5 (B) 6 (C) 8 (D) 9 Questão 2 (CFN) Sbendo-se que tn(0 ) =, o vlor
Física Geral e Experimental I (2011/01)
Diretori de Ciêncis Exts Lbortório de Físic Roteiro Físic Gerl e Experimentl I (/ Experimento: Cinemátic do M. R. U. e M. R. U. V. . Cinemátic do M.R.U. e do M.R.U.V. Nest tref serão borddos os seguintes
Eletrotécnica. Módulo III Parte I Motores CC. Prof. Sidelmo M. Silva, Dr. Sidelmo M. Silva, Dr.
1 Eletrotécnic Módulo III Prte I Motores CC Prof. 2 3 Máquin CC Crcterístics Básics Muito versáteis (bos crcterístics conjugdo X velocidde) Elevdos conjugdos de prtid Aplicções em sistems de lto desempenho
Bibliografia referência para esta aula. Propriedades dos materiais. Propriedades. Solicitações. Propriedades mecânicas. Carga X deformação
Propriedades dos materiais Prof. Maristela Gomes da Silva Departamento de Engenharia Civil Bibliografia referência para esta aula ISAIA, G. C. (editor) Materiais de Construção Civil e Princípios de ciência
ESTRUTURAS METÁLICAS LIGAÇÕES SOLDADAS Cap Moniz de Aragão
ESTRUTURAS METÁLICAS LIGAÇÕES SOLDADAS Cap Moniz de Aragão 1. Resistência do material da solda 2. Cálculo de solda de entalhe 3. Cálculo de solda de filete 4. Dimensões mínimas de solda de filete 5. Simbologia
Válvulas de comando de débito e de bloqueio Válvulas estranguladora Série CH01. Catálogo impresso
Válvuls de comndo de débito e de bloqueio Válvuls estrnguldor Ctálogo impresso 2 Válvuls de comndo de débito e de bloqueio Válvuls estrnguldor Qn = 38-2800 l/min Rosc intern - Rosc intern 3 Acessórios
Cilindros de Paredes Grossas (Solução de Lamé)
Deptmento de Engenhi Mecânic Mecânic dos Sólidos II Cilindos de Pedes Gosss (Solção de Lmé) Pof. Ath Bg eoi d Elsticidde Polem F Copo sjeito ção de esfoços extenos (foçs, momentos, etc.) F 7 F 8 F F 3
Física D Extensivo V. 2
Físic D Extensivo V. Exercícios 01) ) 10 dm =,1. 10 5 cm b) 3,6 m = 3,6. 10 3 km c) 14,14 cm = 14,14. 10 dm d) 8,08 dm = 8,08. 10 3 cm e) 770 dm = 7,7. 10 1 m 0) ) 5,07 m = 5,07. 10 dm b) 14 dm = 1,4.
Conversão de Energia I
Deprtmento de ngenhri létric Aul 5.3 Gerdores de Corrente Contínu Prof. Clodomiro Unsihuy Vil Bibliogrfi FITZGRALD, A.., KINGSLY Jr. C. UMANS, S. D. Máquins létrics: com Introdução à letrônic De Potênci.
Física D Extensivo V. 2
GITO Físic D Extensivo V. Exercícios 01) ) 10 dm =,1. 10 5 cm b) 3,6 m = 3,6. 10 3 km c) 14,14 cm = 14,14. 10 dm d) 8,08 dm = 8,08. 10 3 cm e) 770 dm = 7,7. 10 1 m 0) ) 5,07 m = 5,07. 10 dm b) 14 dm =
PERFIL COLABORANTE. Dimensionamento
PERFIL COLABORANTE Dimensionamento O dimensionamento da laje mista, usando o perfil COLABORANTE, pode ser feito através da consulta, por parte do projectista, de tabelas de dimensionamento de uso directo,
Aplicações da Integral
Módulo Aplicções d Integrl Nest seção vmos ordr um ds plicções mtemático determinção d áre de um região R do plno, que estudmos n Unidde 7. f () e g() sejm funções con-, e que f () g() pr todo em,. Então,
Mecânica dos Sólidos - Colecção de Problemas Resolvidos. 2º ano da Licenciatura em Engenharia Civil
ALVARO F. M. AZEVEDO Mecânica dos Sólidos - Colecção de Problemas Resolvidos 2º ano da Licenciatura em Engenharia Civil Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - Portugal 1993 Faculdade de Engenharia
Capítulo 3 - PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS
Capítulo 3 - PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS 1*. Um determinado latão, cujo módulo de Young é 1,03x10 5 MPa, apresenta uma tensão de cedência de 345MPa. (a) Considerando um provete desse latão, cuja
ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE ESCORA SIMPLES Com Assento Plano, Assento Esférico ou Contraplaca CONCEPÇÃO, TIPOS E CARACTERÍSTICAS
B 206 ROLAMENTOS AXIAIS ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE ESCORA SIMPLES Assento Plano, Assento Esférico ou Contraplaca ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE ESCORA DUPLA Assento Plano, Assento Esférico ou Contraplaca
Resistência ao Fogo. Por exemplo:
Resistência ao Fogo Na atual regulamentação a resistência ao fogo é classificada pelas Euroclasses de resistência, através da conjugação de letras, sendo que as mais usadas são: R Resistência estrutural
Resumo. QM - propriedades mecânicas 1
Resumo tensão e deformação em materiais sólidos ensaios de tracção e dureza deformação plástica de materiais metálicos recristalização de metais encruados fractura fadiga fluência QM - propriedades mecânicas
- Operações com vetores:
TEXTO DE EVISÃO 0 - VETOES Cro Aluno(): Este texto de revisão deve ser estuddo ntes de pssr pr o cp. 03 do do Hllid. 1- Vetores: As grndezs vetoriis são quels que envolvem os conceitos de direção e sentido
MEMORIAL DE CÁLCULO 062611 / 1-0 TRAVA QUEDAS
MEMORIAL DE CÁLCULO 062611 / 1-0 TRAVA QUEDAS FABRICANTE: Metalúrgica Rodolfo Glaus Ltda ENDEREÇO: Av. Torquato Severo, 262 Bairro Anchieta 90200 210 Porto alegre - RS TELEFONE: ( 51 ) 3371-2988 CNPJ:
1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE
Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço
Principais elementos de liga. Cr Ni V Mo W Co B Cu Mn, Si, P e S (residuais)
Aços Ligas Aços ligas A introdução de outros elementos de liga nos aços-carbono é feita quando se deseja um ou diversos dos seguintes efeitos: Aumentar a resistência mecânica e dureza. Conferir resistência
Série 7E - Medidor de Energia. Características PTB 1
Características Medidor de Energia - Monofásico Tipo 7E.13 5(32) - largura de 1 módulo Tipo 7E.16 10(65) - largura de 2 módulos Conforme as normas E 053-21 e pr E50470 Conforme as normas EU MID-directive
Apostila 02 - Linguagens Regulares Exercícios
Cursos: Bchreldo em Ciênci d Computção e Bchreldo em Sistems de Informção Disciplins: (1493A) Teori d Computção e Lingugens Formis, (4623A) Teori d Computção e Lingugens Formis e (1601A) Teori d Computção
Esforços internos em vigas com cargas transversais
Esforços internos Esforços internos em um estrutur crcterizm s igções interns de tensões, isto é, esforços internos são integris de tensões o ongo de um seção trnsvers de um rr. Esforços internos representm
Mecânica Geral. Aula 04 Carregamento, Vínculo e Momento de uma força
Aula 04 Carregamento, Vínculo e Momento de uma força 1 - INTRODUÇÃO A Mecânica é uma ciência física aplicada que trata dos estudos das forças e dos movimentos. A Mecânica descreve e prediz as condições
AULA 7 EFICIÊNCIA E EFETIVIDADE DE ALETAS
49 UL 7 EFICIÊNCI E EFETIVIDDE DE LETS Efiiêni de let teori desenvolvid n ul nterior é stnte útil pr um nálise em detlhes pr o projeto de novs onfigurções e geometris de lets. Pr lguns sos simples, existem
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA 26. Considere o desenho abaixo: Dentre as vista apresentadas a seguir, qual representa corretamente a elevação (vista frontal)? a) b) c) d) e)
4 SISTEMAS DE ATERRAMENTO
4 SISTEMAS DE ATEAMENTO 4. esistênci de terr Bix frequênci considerr o solo resistivo CONEXÃO À TEA Alt frequênci considerr cpcitânci indutânci e resistênci Em lt frequênci inclui-se s áres de telecomunicções
Autómatos Finitos Determinísticos. 4.1 Validação de palavras utilizando Autómatos
Licencitur em Engenhri Informátic DEI/ISEP Lingugens de Progrmção 26/7 Fich 4 Autómtos Finitos Determinísticos Ojectivos: Vlidção de plvrs utilizndo Autómtos Finitos; Conversão de utómtos finitos não determinísticos
Pisos e Passadeiras de Borracha
Pisos e Pssdeirs de Borrch Pisos PISOS Os Pisos ORION são lmindos de borrch indicdos pr áres de circulção com constnte fluxo de pessos em que é necessário segurnç, belez e durbilidde, mesmo em condições
P1 de CTM OBS: Esta prova contém 7 páginas e 6 questões. Verifique antes de começar.
P de CTM 0. Nome: Assintur: Mtrícul: Turm: OBS: Est prov contém 7 págins e 6 questões. Verifique ntes de começr. Tods s resposts devem ser justificds. Não é permitido usr clculdor. As questões podem ser
-6-- B T 30 = 3.2,5 T = 37,5 N = F DINAMÔMETRO RESPOSTA: b. F R = m. a T P = m. a 100 80 = 8. a
-6-- www.pascal.com.br EXERCÍCIOS SUPER FÍSIC (aula ) Prof. Edson Osni Ramos 35. (UEL - 96) Dados: m =,0 kg; m = 5,0 kg; m C = 3,0 kg a =? P = m. g P =. 10 P = 0 N P C = m C. g P C = 3. 10 P C = 30 N T
Capítulo 4 Cisalhamento
Capítulo 4 Cisalhamento 4.1 Revisão V dm dx 4.2 A fórmula do cisalhamento A fórmula do cisalhamento é usada para encontrar a tensão de cisalhamento na seção transversal. VQ It onde Q yda y' A' A' Q= momento
Definição 1 O determinante de uma matriz quadrada A de ordem 2 é por definição a aplicação. det
5 DETERMINANTES 5 Definição e Proprieddes Definição O erminnte de um mtriz qudrd A de ordem é por definição plicção ( ) : M IR IR A Eemplo : 5 A ( A ) ( ) ( ) 5 7 5 Definição O erminnte de um mtriz qudrd
Lista de Exercícios de Física II - Gabarito,
List de Exercícios de Físic II - Gbrito, 2015-1 Murício Hippert 18 de bril de 2015 1 Questões pr P1 Questão 1. Se o bloco sequer encost no líquido, leitur n blnç corresponde o peso do líquido e cord sustent
ARAMES INDUSTRIAIS. 1cm
ARAMES INDUSTRIAIS 1cm Os Arames Industriais Gerdau atendem a várias aplicações industriais, com destaque para aramados, aplicações destinadas a cromeação, linha branca, autopeças, suportes, correntes,
Capítulo 8 Dimensionamento de vigas
Capítulo 8 Dimensionamento de vigas 8.1 Vigas prismáticas Nossa principal discussão será a de projetar vigas. Como escolher o material e as dimensões da seção transversal de uma dada viga, de modo que
Válvulas Limitadoras de Pressão Pilotadas Tipo DB; DBW
R 80/0.0 Sustitui: 0.0 Código R90077 Válvuls Limitdors de ressão ilotds ipo D; DW mnho Nominl 0 Série ressão máxim de operção 0 r Vzão máxim 0 l/min Indíce H088/98 + H089/98 ipo DW 0 -/-EGN9K com conector
Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário
Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo
Exemplos de autómatos finitos
Exemplos de utómtos finitos s s 2 reconhece lingugem: {x {, } x termin em e não têm s consecutivos} s s 2 reconhece lingugem {x x {, } e tem como suplvr} Deprtmento de Ciênci de Computdores d FCUP MC Aul
CAIXA METÁLICA PADRÃO "A"
0 30 0 0 0 0 0 30 CIX METÁLIC PDRÃO "" FURO P/ LCRE Ø mm FECHDUR REDOND DE EMUTIR COM RESSLTO TRINGULR INTERNO Ø mm VIST FRONTL PERSPECTIV VIST SUPERIOR VIST INFERIOR - CIX METLIC DEVERÁ SER USD P/ INSTLR
DETALHAMENTO DAS ARMADURAS: Resistência Última de Aderência ( f bd )
DETLHMENTO DS RMDURS: Resistência Última e erência ( f b ) (NBR-6118/2003-item 9.3) resistência e aerência e cálculo ( f b ) entre armaura e concreto na ancoragem e armauras passivas eve ser obtia pela
CONTACTOS. > Sítio: www.estig.ipbeja.pt/~pdnl > E-mail: [email protected]. Pré-dimensionamento. Processos de Construção Docente: Pedro Lança
PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS ESTRUTURAIS EM BETÃO ARMADO E l S i d T l i Tecnologia e Gestão de Beja CONTACTOS > Sítio: www.estig.ipbeja.pt/~pdnl > E-mail: [email protected]
patologias Fissura devida à deformação da laje Fissura Laje δ Deformada da laje
patologias Fissura devida à deformação da laje Laje Fissura δ Deformada da laje 171 patologias Fissura devida a deslocamento horizontal da parede Laje Fissura 172 patologias Fissura devida à rotação da
Fau USP PEF 604. Estruturas em aço. Prof. Francisco Paulo Graziano. Baseado em anotações e apresentações do Prof. Waldir Pignata
Fau USP PEF 604 Estruturas em aço Baseado em anotações e apresentações do Prof. Waldir Pignata Disponibilidade de produtos Tipo de Aço f y f u (MPa) (MPa) ASTM A-36 250 400 ASTM A-570 250 360 (Gr 36) COS-AR-COR
Tecnologia em Automação Industrial Mecânica dos Fluidos Lista 03 página 1/5
Curso de Tecnologia em utomação Industrial Disciplina de Mecânica dos Fluidos prof. Lin Lista de exercícios nº 3 (Estática/manometria) 1. Determine a pressão exercida sobre um mergulhador a 30 m abaixo
Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa
Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção
Estruturas de Contenção. Marcio Varela
Estruturas de Contenção arcio Varela A designação uros de Arrimo é utilizada de uma forma genérica para referir-se a qualquer estrutura construída com a finalidade de servir de contenção ou arrimo a uma
1. Técnicas de Reforço. clica. Ensaios experimentais. Ensaios experimentais. Estudo paramétrico. Cálculo em termos de resistência ou de ductilidade
RFORÇO O D LMNTOS STRUTURAIS D BTÃO ARMADO PARA AS ACÇÕS SÍSMICASSMICAS Carlos Chastre Rodrigues [email protected] Sumário 1. Técnicas de Reorço 2. Reorço o de pilares à compressão - monotónica nica ou
Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais II Estruturas III. Capítulo 5 Flambagem
Capítulo 5 Flambagem 5.1 Experiências para entender a flambagem 1) Pegue uma régua escolar de plástico e pressione-a entre dois pontos bem próximos, um a cinco centímetros do outro. Você está simulando
ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO I 11 ESTADO LIMITE DE RESISTÊNCIA À FLEXÃO COMPOSTA E DESVIADA
11 ESTADO LIMITE DE RESISTÊNCIA À FLEXÃO COMPOSTA E DESVIADA PROGRAMA 1.Introdução o etão rmdo 2.Bses de Projecto e Acções 3.Proprieddes dos mteriis: etão e ço 4.Durilidde 5.Estdos limite últimos de resistênci
PROVA COMENTADA PELOS PROFESSORES DO CURSO POSITIVO Vestibular ITA 2016 QUÍMICA
01. Alternativa: A 02. Alternativa: E 03. Alternativa: SEM RESPOSTA 04. Alternativa: E PROVA COMENTADA PELOS 05. Alternativa: C 06. A soma do n ọ de prótons com o n ọ de nêutrons é definido como número
