Sumário A História da Arte... 2
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- Martín Salgado Braga
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2 Sumário A História da Arte... 2 Arte Pré-Histórica... 2 A Arte do Paleolítico Superior... 3 A Arte do Neolítico... 4 Arte no Egito... 7 A Arte na Grécia A Arte na Roma Referências Bibliográficas
3 ETAPA 1 A HISTÓRIA DA ARTE A arte data deste a antiguidade, quando os homens da Pré-História, desenhava a arte rupestre (desenhos feitos nas cavernas). As figuras representavam a caça, mas isso não significava como o grupo vivia, tinha um caráter mágico, fazia com o que o grupo se preparasse para a tarefa que garantia a sobrevivência. A palavra arte teve muitos significados durante a história. Sempre houve uma pequena discussão, pois alguns achavam que a arte era uma forma de criação, já outros, acreditavam que era uma forma de imitação. A arte foi se subdividindo de estilos em estilos, tais como Barroco, Gótico, Romântico e outros. O surgimento do Renascimento fez com que a arte se dividisse em conceitos: a pintura, literatura, música, escultura, arquitetura e a arte feita com cerâmica, tapeçaria, etc. Depois do século XIX, a arte teve como objetivo retratar a beleza, as criações estéticas. Já no século XX, a arte passou a se referir, principalmente, às artes plásticas. Toda arte criada é uma consequência do trabalho feito pelo homem. Em cada uma delas expressa a personalidade do autor, onde mostra o período em que foi feita, criada e sua influência cultural. Muitas vezes o artista se preocupa com a beleza da sua obra, isso faz com que ele busque matériasprimas para aproximar sua obra do mais real possível. Os artistas expressam em suas obras, todos os seus sentimentos. Com o tempo a arte foi se modificando e por isso a história da arte pode ser dividida de acordo com a divisão dos períodos da história da humanidade. São divididas em Pré-História, Idade Antiga, Idade Medieval, Idade Moderna e Idade Contemporânea. Arte pré-histórica A Pré-história se divide em três períodos: Paleolítico Inferior (cerca de a.c.), Paleolítico Superior (aproximadamente a.c.) e Neolítico (por volta do ano a.c.). 2
4 A arte do paleolítico superior As primeiras manifestações artísticas registradas por pesquisadores ocorreram neste período também chamado de Idade da Pedra Lascada, é o caso das pinturas pré-históricas encontradas, principalmente, nas cavernas deniaux e Lascaux, na França e Altamira, na Espanha. O homem foi primeiro escultor e depois pintor dada a maior capacidade de abstração exigida pela pintura. Nesse período aparecem figuras femininas talhadas em marfim, osso e pedra, apresentando, geralmente formas volumosas bastante gordas, que estariam ligadas a símbolos e rituais de fecundação. A principal característica dos desenhos é o naturalismo. O artista pintava os animais de modo como os via de uma determinada perspectiva, reproduzindo a natureza tal qual sua vista captava. Representava nas paredes das cavernas: bisontes, cavalos, renas, etc. chegando a atingir cinco metros de comprimento. A explicação encontrada para esta arte é que fazia parte do processo de magia, por meio do qual acreditavam interferir na captura de animais. O pintor supunha ter poderes sobre o animal, desde que possuísse a sua imagem. Em suas pinturas o homem da caverna usava óxidos minerais, argilas coloridas, ossos carbonizados, carvão, vegetais e sangue de animais. Os elementos sólidos eram esmagados e dissolvidos na gordura dos animais caçados. Como pincel utilizou inicialmente o dedo, mas há indícios de terem empregado também pincéis feitos de penas e pelos. Outra técnica utilizada era a das mãos em negativo, pintura rupestre que significa pintura nas paredes. Após obter um pó colorido a partir da trituração de rochas, os artistas sopravam, através de um canudo, sobre a mão espalmada na parede da caverna. A região em volta da mão ficava colorida e a parte coberta, não. Assim, obtinha-se uma silhueta da mão, como num filme em negativo. 3
5 A arte do neolítico Este período também é chamado de Idade da Pedra Polida, pela técnica de construir armas e instrumentos com pedras polidas pelo atrito. A fixação do homem garantida pelo cultivo da terra e pela manutenção de manadas ocasionou um aumento rápido da população e o desenvolvimento das primeiras instituições, como a família e a divisão do trabalho. Assim o homem do Neolítico desenvolveu a técnica de tecer panos, de fabricar cerâmica, construir as primeiras moradias e deu início ao trabalho com metais. A consequência imediata foi o abandono do estilo naturalista que predominava na arte do Paleolítico, e o surgimento de um estilo simplificador e geometrizante, formado por sinais e figuras que mais sugerem do que reproduzem os seres. Mudam a maneira de desenhar, pintar e os temas da arte. Começam as representações da vida coletiva dando a ideia de movimento, com cenas de danças coletivas ligadas ao trabalho de plantio e colheita. A preocupação com o movimento fez com que os artistas criassem figuras leves, ágeis, pequenas e de pouca cor. Com o tempo, estas figuras foram se reduzindo a traços e linhas muito simples, surgindo assim, a primeira forma de escrita, a escrita pictográfica, que consiste em representar seres e ideias pelo desenho. Além dos desenhos e pinturas, o artista produziu uma cerâmica que revela sua preocupação com a beleza e não apenas com a utilidade do objeto. Quanto à escultura, encontramos o uso de metal em seus trabalhos, servindose do método com forma de barro e da técnica da cera perdida. As esculturas em metal representam guerreiros e mulheres. Os monumentos mais importantes e característicos da arquitetura neolítica foram as construções palafíticas que são construções rústicas de madeira, erguidas sobre pilotis estacas resistentes e profundas enterradas no fundo dos lagos ou às margens de rios ligados a terra por uma ponte atendendo à necessidade de segurança e defesa; e os monumentos 4
6 megalíticos (grande pedra) são enormes construções de pedra, toscamente lavrada, conhecidos como dolmens e menhires. Menhires são grandes blocos de pedra erguidos verticalmente, dispostos enfileirados ou em círculos, tendo como provável significado serem estátuas de divindades e observatório astronômico para o estudo do sol. O maior exemplo é o Stonehenge, na Inglaterra. Responda 1. Explique, com suas palavras, o que você entende por arte: 2. Qual o objetivo que a arte teve depois do século XIX? 5
7 3. Cite o nome das cavernas da Arte da Pré-história: 4. O homem na Pré-história foi primeiro e depois. 5. Qual a principal característica do desenho na pré-história? 6. Que materiais eram usados? 7. Quais as diferenças entre paleolítico e neolítico? 8. Cite dois monumentos arquitetônicos do período neolítico. 9. O que significa pintura Rupestre? 6
8 10. Qual era a preocupação do homem pré-histórico com a cerâmica? ARTE NO EGITO A arte egípcia dividi-se em três períodos: Antigo Império (3200 a 2200 a.c.), Médio Império (2000 a 1750 a.c.) e Novo Império (1580 a 1085 a.c.). Uma das principais civilizações da antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. O governo era teocrático, ou seja, governado pelos deuses representados pelo faraó e por isso a religião foi o aspecto mais significativo da cultura egípcia. O faraó detinha o poder máximo sendo considerado a encarnação do deus Hórus, o falcão. A religião determinava toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua organização social e política; determinando o papel de cada classe social e consequentemente orientando toda a produção artística desse povo. Acreditavam numa vida após a morte e achavam que essa vida era mais importante do que a que viviam no momento. Dessa forma, a arte egípcia concretizou-se nos túmulos, nas estatuetas e nos vasos deixados junto aos mortos. A Arquitetura A arquitetura se define nos monumentos funerários e religiosos. Suas principais características são: dimensões grandiosas, simplicidade nas formas, aspecto maciço e pesado, predominância do horizontal sobre o vertical, solidez e durabilidade. Os monumentos funerários eram: mastabas, pirâmides e os hipogeus. As mastabas eram os túmulos dos primeiros faraós, tinham a base retangular e forma trapezoidal. As maiores pirâmides são as dos faraós: Queóps, Quéfren e Miquerinos. Estes monumentos revelam o domínio que os egípcios demonstram em sua técnica de construção, pois não existe nenhuma espécie de argamassa entre 7
9 os blocos de pedra que formam as paredes. Junto à pirâmide de Quéfren está a Esfinge, uma obra de 20 metros de altura e 74 metros de comprimento, representando a figura do faraó lavrada em Rocha. Os hipogeus são túmulos escavados na rocha. Os dois maiores monumentos religiosos são os templos de Luxor e Carnac. Na frente das mesmas há uma longa e ampla avenida de esfinges. A Pintura A arte egípcia servia de veículo para a difusão dos preceitos e das crenças religiosas. Por isso, era bastante padronizada, não dando margem à criatividade ou a imaginação pessoal. Assim os artistas egípcios foram criadores de uma arte anônima, pois a obra deveria revelar um perfeito domínio das técnicas de execução e não o estilo do artista. Dessa forma, na pintura e nos baixo relevos existiam muitas regras a serem seguidas. Dentre 8
10 elas, a lei da frontalidade, que tanto caracteriza a arte egípcia. Esta lei determinava que o tronco das pessoas fosse sempre representado de frente, enquanto que a cabeça, pernas e pés eram vistos de perfil. O olho também é representado de frente. O objetivo é que seja uma representação e não o próprio ser humano. Os egípcios não usavam a perspectiva. Para representar o espaço, a profundidade, sobrepunham as figuras ou cenas em faixas horizontais. Isto significa que as figuras da faixa mais baixa estão mais próximas e as da faixa mais alta estão distantes. Utilizavam a técnica do afresco, em que a pintura é feita sobre a parede com a argamassa ainda úmida. Utilizavam os hieróglifos (escrita) junto aos desenhos e baixo relevos contando feitos históricos. A Escultura As estátuas de enormes dimensões são comuns e manifestam a impassibilidade e a serenidade. Utilizavam materiais como: granito, basalto, calcário e madeira. Foram excelentes no baixo relevo e no desenho de incisão com que cobriam as paredes e as colunas dos templos com a finalidade de oferecer ao morto uma imagem de todas as ações que lhe eram usuais: caça, pesca, trabalho, festas, etc. 9
11 Artes decorativas Os artesãos egípcios foram mais criativos no que tange às artes decorativas. Criavam todos os tipos de móveis conhecidos, elegantes e confortáveis. Inventaram o papiro (espécie de papel), o esmalte, o vidro e o azulejo. A Música Utilizavam a harpa, a cítara, flautas e instrumentos de percussão. A música se fazia presente em todos os momentos da sua vida social. O povo tinha seus cantos religiosos, guerreiros e de trabalho. Responda: 1. Quais as principais características da arquitetura egípcia? 2. Qual técnica caracteriza sua pintura? 10
12 3. Cite materiais utilizados nas suas esculturas. 4. Quais invenções destacaram nas artes decorativas? 5. De que maneira a música estava presente em seu meio social? 6. Cite os três períodos da arte egípcia. 7. O que são hipogeus? 8. A arte egípcia servia de veículo para a difusão e das. 9. Que tipo de arte os artistas egípcios foram criadores? 10. Comente sobre as artes decorativas. 11
13 A ARTE NA GRÉCIA A arte grega dividi-se em três períodos: Arcaico (1000 a 600 a.c.), Clássico (600 a 400 a.c.) e Helenístico (400 a.c. a 30 d.c.). Dos povos da Antiguidade, os que apresentaram uma produção cultural mais livre foram os gregos. Eles não se submeteram às imposições de sacerdotes ou de reis e valorizaram especialmente as ações humanas, na certeza de que o homem era a criatura mais importante do universo. Assim, o conhecimento, através da razão, esteve sempre acima da fé. Devido ao contato entre os gregos e os povos orientais, a arte grega desenvolveu-se com características próprias, como o ritmo, o equilíbrio, a harmonia, um profundo humanismo e a eterna busca da perfeição. Seus ideais de beleza foram imitados por romanos, renascentistas e até hoje influenciam a arte. Períodos Arcaico e Clássico O período Arcaico vai de meados do século VII a.c. até a época das Guerras Pérsicas, no século V a.c. Tem início então o período Clássico, que vai até o final da Guerra do Peloponeso (século IV a.c.). Nesse período, a ênfase recai, sobretudo no século V a.c., chamado século de Péricles, época em que as atividades intelectuais, artistas e políticas manifestaram o esplendor da cultura helênica. A evolução da escultura grega Aproximadamente no final do século VII a.c., os gregos começaram a esculpir, em mármore, grandes figuras de homens. Era evidente, nessas esculturas, a influência do Egito, não só como fonte inspiradora, mas também da própria técnica de esculpir grandes blocos. Mas o escultor grego acreditava que uma estátua que representasse um homem não deveria ser apenas semelhante a um homem, mas também um objeto belo em si mesmo. O escultor grego começou a não se satisfazer mais com a postura rígida e forçada do Kouros. A estátua conhecida como Efebo de Krítios, por exemplo, mostra alterações nesse aspecto: em vez de olhar bem para a frente, o modelo tem a cabeça ligeiramente voltada para o lado; em vez de apoiar-se igualmente sobre as duas pernas, o corpo descansa sobre uma delas, que assume uma 12
14 posição mais afastada em relação ao eixo de simetria, e mantém o quadril desse lado um pouco mais alto. Nessa procura de superação da rigidez das estátuas, o mármore mostrouse um material inadequado: era pesado demais e se quebrava sob seu próprio peso, quando determinadas partes do corpo não estavam apoiadas. Os braços estendidos de uma estátua, por exemplo, corriam sério risco de se quebrarem. A solução para esse problema foi trabalhar com um material mais resistente. Começaram então a fazer esculturas em bronze, pois esse metal permitia ao artista criar figuras que expressassem melhor o movimento. O Zeus de Artemísio é um exemplo disso. Os braços e as pernas dessa estátua mostram uma atividade vigorosa. Seu tronco, porém, traduz imobilidade. A Arquitetura Na arquitetura grega, as edificações que despertam maior interesse são os templos. Essas obras foram construídas não para reunir dentro delas um grupo de pessoas para o culto religioso, mas para proteger das chuvas ou do sol excessivo as esculturas dos seus deuses e deusas. 13
15 Os templos gregos eram cobertos por um telhado inclinado para as laterais. Dessa posição do telhado resultava um espaço triangular sobre a cornija, tanto no pórtico de entrada quanto no dos fundos. Esse espaço, denominado frontão, era intensamente ornamentado com esculturas. A pintura em cerâmica Na Grécia, como em outras civilizações, a pintura apareceu como elemento de decoração da arquitetura. Vasos painéis pintados recobriam as paredes das construções e, muitas vezes, as métopas dos templos apresentavam pinturas em lugar de esculturas. Entretanto, a pintura grega encontrou também uma forma de realização na arte da cerâmica. Os vasos gregos são conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para ornamentação. Na medida em que passaram a revelar uma forma equilibrada e um trabalho de pintura harmonioso, além de utilitários, tornaram-se também objetos artísticos. As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades cotidianas e cenas da mitologia grega. Artistas gregos do final do século VI e do século V a.c. pintavam figuras negras sobre a cerâmica de cor natural vermelha. A partir de 530 a.c., aproximadamente, artistas gregos criaram o estilo da figura vermelha, o inverso do estilo anterior. Os artistas pintavam a cerâmica em negro e deixavam aparecer o fundo vermelho natural nas formas de suas figuras. Os pintores deste estilo, assim como os escultores gregos desse período, criaram figuras altamente realistas. Este estilo tornou-se a principal característica da chamada arte clássica dos gregos e romanos. 14
16 A Escultura A escultura do século IV a.c. apresenta traços bem característicos. O primeiro deles é o crescente naturalismo. Os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento. Outro é a representação, sob forma humana, de conceitos e sentimentos, como a paz, o amor, a liberdade, a vitória, etc. Um terceiro é o surgimento do nu feminino, pois nos períodos arcaico e clássico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas. Praxíteles, por exemplo, esculpiu uma Afrodite nua que acabou sendo a sua obra mais famosa e ficou conhecida como Afrodite de Cnido, cuja cópia romana encontra-se no Museu do Vaticano, em Roma. O grande desafio - a grande conquista - da escultura do período helenístico foi à representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados. Assim é o grupo formado pelo soldado Gálata que acaba de matar sua mulher e está pronto para suicidar-se. É importante notar que esse grupo revela ao observador, além de beleza, uma carga de dramaticidade de qualquer lado que seja visto. 15
17 Responda: 1. Cite os períodos que compõem a arte grega. 2. Que civilização influenciou a escultura grega? 3. Que material utilizavam? 4. Quais as características da arquitetura grega? 5. Descreva uma técnica de pintura grega. 6. Como são conhecidos os vasos gregos? 7. Comente sobre a escultura do século IV a.c. 8. Qual foi o grande desafio da escultura no período helenístico? 16
18 A ARTE NA ROMA O aparecimento da cidade de Roma está envolto em lendas e mitos. Tradicionalmente indica-se, para a sua fundação, a data de 753 a.c. Sabe-se, porém, que a formação cultural do povo romano deveu-se principalmente aos gregos e etruscos, que ocuparam diferentes regiões da Itália entre os séculos XII e VI a.c. A arte romana, portanto, sofreu duas fortes influências: a arte etrusca, popular, é voltada para expressão da realidade vivida; e a da grecohelenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza. Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções. Esses dois elementos arquitetônicos desconhecidos na Grécia permitiram aos romanos criar amplos espaços internos, livres do excesso de colunas, próprio dos templos gregos. Mas no final do século I d.c., Roma já havia superado essas duas influências a grega e a etrusca e estava pronta para desenvolver criações artísticas independentes. Enquanto a concepção arquitetônica grega criava edifícios para serem vistos do exterior, a romana procurava criar espaços interiores. O Panteão, construído em Roma durante o reinado do Imperador Adriano, é certamente o melhor exemplo dessa diferença. 17
19 A concepção arquitetônica do teatro Graças ao uso de arcos e abóbadas, que herdaram dos etruscos, os romanos construíram edifícios sobretudo anfiteatros muito mais amplos do que teria permitido a simples influência da arquitetura grega. Nos edifícios destinados à apresentação de espetáculos, os construtores romanos, usando filas sobrepostas de arcos, obtiveram apoio para construir o local destinado ao público o auditório. Com isso, não precisaram mais assentá-lo nas encostas de colinas, como faziam os gregos. A primeira consequência dessa solução arquitetônica foi a possibilidade de construir esses edifícios em qualquer lugar, independentemente de sua topografia. Assim era o Coliseu, certamente o mais belo dos anfiteatros romanos. Externamente o edifício era ornamentado por esculturas, que ficavam dentro dos arcos, e por três ordens de colunas gregas. 18
20 A escultura Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas no temperamento eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos. Os escultores romanos sofreram forte influência das concepções helenísticas a respeito da arte, só que não abdicaram de um interesse muito próprio: retratar os traços particulares de uma pessoa. O que acabou ocorrendo foi uma acomodação entre concepção artística romana e a grega. Isso pode ser melhor compreendido quando observamos a estátua do primeiro imperador romano, Augusto, feita por volta de 19 a.c. Apesar de o escultor ter usado o Doríforo, de Policleto, como ponto de referência, foram feitas alterações, adaptando a obra ao gosto romano. Essa preocupação de representar elementos bem determinados pode ser observada não só nas estátuas dos imperadores, mas também nos relevos esculpidos nos monumentos erguidos para celebrar algum feito importante do Império Romano. Os gregos sempre representavam fatos mitológicos e intemporais; ao contrário disso, os relevos romanos especificavam nitidamente o acontecimento e as pessoas que dele participaram. Dentre os monumentos comemorativos destacam-se a Coluna de Trajano e a Coluna de Marco Aurélio. A arte dos romanos revela-nos um povo possuidor de um grande espírito prático: por toda parte em que estiveram, estabeleceram colônias e construíram casas, templos, termas, aquedutos, mercados e edifícios governamentais. 19
21 Responda: 1. Qual característica da arquitetura romana é usada até hoje nas construções? 2. O que esta característica possibilita? 3. Cite um monumento caracterizado por esta concepção arquitetônica. 4. Qual a principal influência sofriam os escultores romanos? 5. Cite diferenças entre escultura grega e romana. 6. Dentre os monumentos comemorativos destacam se de e a coluna de. 7. A arte dos romanos revela-nos que tipo de povo? 8. Que tipo de arte os romanos admiravam? 20
22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BUORO, Anamelia. O olhar em Construção: Uma experiência de ensino e aprendizagem da arte na escola. São Paulo: Cortez, CHILVERS, I. Dicionário Oxford de arte. São Paulo: Martins Fontes, FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.; FUSARI, Maria. F. de Rezende e. Metodologia do Ensino de Arte. In: Coleção Magistério. 2º grau. Série Formação do professor. 2. ed. São Paulo: Cortez, GRIMSHAW, C. Arte: Conexões. São Paulo: Callis, (Conexões). HALDDAD, Denise Akel; MORBIN Dulce Gonçalves. A arte de fazer arte. 2. ed. Reform. São Paulo: Saraiva, PEDROSA, I. Da cor à inexistente. Brasília: UnB, VELLO, Valdemar, COLUCCI Mônica; ARIANE Paula. Artes: pranchas de linguagem visual: minigaleria e glossário. V. 4. São Paulo: Scipione, FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.; FUSARI, Maria. F. de Rezende e. Arte na Educação Escolar. In: Coleção Magistério. 2º grau. Série Formação do professor. 2. ed. São Paulo: Cortez, Calabria, Carla Paula Brondi Arte, história e produção: arte brasileira/carla Paula Brondi Calabria, Raquel Valle Martins. São Paulo: FTD,
23 FERRAZ, Maria Heloísa C. de T.; FUSARI, Maria. F. de Rezende e. Metodologia do Ensino de Arte. In: Coleção Magistério. 2º grau. Série Formação do professor. 2. ed. São Paulo: Cortez, Graça Proença História da Arte. Ed. Ática, Referências imagens Google. 22
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