PREFEITURA DE BELO HORIZONTE
|
|
|
- Dina Olivares de Almada
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PREFEITURA DE BELO HORIZONTE
2 DADOS DA CIDADE Data de fundação: 12 de dezembro de 1897 Área: 331 km 2 Latitude y Longitude 19 55'S, 43 56'W Minas Gerais BH INDICADORES DEMOGRÁFICOS População: habitantes Densidade: habitantes por km 2 (Fonte: IBGE / Censo 2010 ) Índice de desenvolvimento humano: 0,882 (Fonte: FJP; IBGE / PNAD 2009)
3 DADOS DA CIDADE Minas Gerais BH INDICADORES ECONÔMICOS (2010) Moeda: real Produto Interno Bruto PIB: US$ 25,2 Bilhões PIB per cápita: US$ 10,6 Atividades econômicas / Participação no PIB Indústria - 14,4% Comércio e Serviços - 69,4% Sector Público - 16,2%
4 DADOS DA CIDADE CLIMA Minas Gerais BH Clima tropical predominante, basicamente pelo regime sazonal de chuvas; estações úmida, chuvosa e seca Umidade relativa: Média anual de 1.450mm aproximadamente Temperatura média anual em torno de 21,1 C
5 DADOS DA CIDADE MALHA HIDROGRÁFICA 700 km de córregos 200 km canalizados 200 km leito aberto na malha urbana 300 km áreas de proteção ambiental
6 DESASTRES RECORRENTES
7 DESASTRES RECORRENTES
8 DESASTRES RECORRENTES
9 AÇÕES DE REDUÇÃO DE DESASTRES GRUPO EXECUTIVO DE ÁREAS DE RISCO (GEAR) O Grupo Executivo de Áreas de Risco congrega todos os gestores públicos e de empresas com vocação para a prevenção e resposta aos desastres. Reunindo-se sistematicamente todas as segundas feiras, são socializadas as necessidades de recuperação dos desastres acontecidos, a previsão metereológica para a semana seguinte e as necessidades de intervenções preventivas para os prováveis eventos adversos previstos.
10 AÇÕES DE REDUÇÃO DE DESASTRES GRUPO EXECUTIVO DE ÁREAS DE RISCO (GEAR) Na reunião, todos os 27 órgãos e instituições se manifestam sobre as ocorrências e vulnerabilidades da cidade. As soluções são construidas em conjunto, com contribuição técnica, logística e material daqueles que tem vocação e possibilidade para atuar. Ações e prazos são estabelecidos e na reunião seguinte são verificados os andamentos e resultados práticos pactuados. O grande ganho da metodologia está na possibilidade de agregar soluções e contribuições de todos os participantes. Deste modo a soma das grandes e pequenas contribuições produz resultados melhores! Atas da reunião são elaboradas e distribuidas para registro histórico e acompanhamento das decisões.
11 PROGRAMA EXECUTIVO DE ÁREAS DE RISCO Opera em áreas de risco geológico. antes antes depois depois O PEAR faz parte da Política Municipal da Habitação e tem por objetivo diagnosticar, prevenir e minimizar as situações de risco geológico-geotécnico nas vilas e favelas. Ao promover suas ações, o Programa contribui na diminuição de acidentes, na preservação e na melhoria da qualidade de vida da população. Belo Horizonte tem 211 vilas e favelas. (2009)
12 PEAR GESTÃO APROXIMADA Crear - Centro de Referência em Áreas de Risco Os Centros funcionam como uma espécie de posto avançado do trabalho preventivo no interior das vilas, favelas e conjuntos habitacionais populares. Assim, ficou mais fácil a solicitação de vistorias por parte dos moradores, além da intensificação do monitoramento de situações de perigo. Outra vantagem do CREAR é ampliar a possibilidade da participação dos moradores nas atividades de prevenção, interferindo com sugestões e soluções dos problemas causados pelo risco geológico. As suas instalações também são usadas para reuniões dos Núcleos de Defesa Civil e de entidades associativas. A equipe técnica que compõe cada CREAR é formada por um geólogo, um engenheiro e um estagiário residente na comunidade. O funcionamento se dá de 8h às 12h e de 13h às 17h, de 2ª à 6ª feira. Os CREAR também estão equipados com colchões, fogão e geladeira, para servirem de refúgio momentâneo para famílias em situação de risco alto em ocasiões emergenciais.
13 PEAR GESTÃO APROXIMADA Apolônia Paulo VI Morro das Pedras Taquaril Cabana Serra Vila CEMIG Santa Lúcia
14 PEAR - GESTÃO COMPARTILHADA O PEAR trabalha em contante colaboração com comunidade. Núcleos de Defesa Civil foram formados com moradores das áreas de risco que são capacitados para entender e adotar medidas preventivas inclusive com a utilização dos CREAR. Participam de forças tarefas onde pequenas obras preventivas são realizadas com mão de obra comunitária e orientação técnica da Prefeitura de Belo Horizonte Antes Trabalho comunitário orientado Depois
15 PEAR - MITIGANDO RISCOS Em 2011/2012, 124 obras foram concluídas através do PEAR/PBH, totalizando um investimento de US$ ,71 Antes Depois Antes Depois
16 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES O programa de mitigação e inundações, a Prefeitura de Belo Horizonte foi instituido para promover a descontaminação de cursos de agua, reduzir riscos de inundações, produzir controle de sedimentos nos recursos hídricos naturais do perímetro urbano. No programa Drenurbs, além de obras estruturantes e de mitigação de inundações, há uma vigorosa vertente voltada para o monitoramento, alerta e capacitação dos moradores para convivência segura nas áreas de risco. Através de 40 grupos de voluntários das comunidades, os alertas emitidos pelo centro de monitoramento são repassados à todas as familias das áreas de risco. Em constante treinamento sobre posturas e ações preventivas, inclusive com o Corpo de Bombeiros, esses grupos da comunidade em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte tem alcançado uma diminuição considerável nos danos humanos, materiais e nos prejuízos sociais nos desastres recorrentes em Belo Horizonte.
17 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES Localização dos Núcleos de Alerta de Chuva já implantados na cidade, comtemplando as principais áreas de risco de inundações e alagamentos. Forte participação popular na formulação e execução das políticas de mitigação e resposta aos desastres na cidade de Belo Horizonte.
18 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES O sistema de alerta foi todo concebido com a participação comunitária, através da elaboração de manchas faladas representação gráfica da percepção da área inundável de cada zona vulnerável a alagamentos e inundações. SISTEMA SISTEMA DE DE COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO DO ALERTA DE CHUVA DO ALERTA DE CHUVA Mapa da mancha falada e sistema de alerta NÓS SOMOS UM RAIN ALERT RECEIVED BY A NAC TECHNICIAN
19 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES HÁ CONSTANTE CAPACITAÇÃO DA COMUNIDADE PARA ATITUDES PREVENTIVAS E DE SOCORRO NAS ÁREAS VULNERÁVEIS:
20 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES O monitoramento e alerta são feitos através do uso de tecnologia compartilhada entre diversas entidades públicas do município, do estado e da federação. Atendendo às recomendações do Marco de Hyogo, foram instaladas 56 estações hidrometereológicas na cidade, permitindo acompanhamento dos índices pluviométricos e dos níveis dos rios e córregos. Juntamente com dados do radar e das demais tecnologias disponíveis são emitidos os alertas para moradores das áreas de risco, gestores municipais com vocação para ações de prevenção e para a imprensa que é parceira na divulgação imediata para toda a população. A credibilidade destas ações tem permitido uma participação efetiva da imprensa, sobretudo radiofônica, que interrompe programações para emitir os alertas da Defesa Civil.
21 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES A sinalização dos oitenta pontos de inundação e alagamento da cidade, socializando os riscos também é uma das medidas de prevenção para evitar mortes e diminuir prejuízos na cidade! Evite transitar nesse local em caso de chuva forte Isso tem permitido a criação de uma percepção de risco permanente, possibilitando tanto aos moradores quanto aos visitantes, o conhecimento das vulnerabilidades da cidade. As placas não só sinaliza pontos vulneráveis como indicam as vias de fuga recomendadas! Evite estacionar neste local em caso de chuva forte
22 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES O programa de mitigação de inundações já concluiu importantes obras de prevenção e ainda tem várias outras em andamento. SUB BACIA BALEARES Antes Depois
23 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES CÓRREGO JATOBÁ OLARIA
24 PROGRAMA DE MITIGAÇÃO DE INUNDAÇÕES SUB-BACIA DO CÓRREGO ENGENHO NOGUEIRA
25 PARCERIAS COM ENTIDADES E UNIVERSIDADES A visão sistêmica de proteção civil, implantada pela Prefeitura de Belo Horizonte, tem sensibilizado entidades de classe das áreas de engenharia, geologia e geotecnia. Técnicos de alta capacidade de forma voluntária, sistemática e programada, doam horas de trabalho para ações preventivas nos locais de risco da cidade. Como resultado temos um aumento da capacidade operacional e sobretudo maior qualidade técnica nas vistorias realizadas.
26 PARCERIAS COM ENTIDADES E UNIVERSIDADES A Prefeitura de Belo Horizonte mantém convênio com Universidades locais, onde alunos dos cursos de engenharia trabalham na defesa civil, dedicando trabalho voluntário em vistorias preventivas. O convênio tem os seguintes objetivos: Aumentar a capacidade operacional da defesa civil municipal Alunos de engenharia participando de vistorias Permitir aos alunos o contato com a realidade social da cidade, dentro se sua área de atuação. Despertar nos alunos, o desejo de pesquisa sobre o assunto de proteção civil, gerando conhecimento acadêmico específico sobre os problemas locais. Incentivar a institucionalização de uma engenharia social, voltada à orientação técnica das camadas mais pobres da população.
27 PARCERIA COM A COMUNIDADE Para a proteção civil na cidade, a Prefeitura mantêm duas páginas em redes sociais para emissão de alertas e interação com a população. Já temos mais de 4000 seguidores nas duas páginas
28 EXEMPLOS DE AÇÕES REALIZADAS MITIGAÇÃO DE RISCOS Antes Depois INTERAÇÃO COM A COMUNIDADE DE RISCO
29 EXEMPLOS DE AÇÕES REALIZADAS MITIGAÇÃO DE RISCOS VISTORIAS CONJUNTAS TREINAMENTO COM MORADORES ANTES DEPOIS
30 AÇÕES EM ALINHAMENTO COM O MARCO DE HYOGO 1. Garantir que a redução de risco de desastres (RRD) seja uma prioridade nacional e local com uma sólida base institucional para sua implementação Existência de legislação que institucionaliza a prevenção de riscos e desastres de forma sistêmica, onde todos os órgãos da prefeitura fazem parte dentro de sua vocação para a prevenção, preparação, resposta e reconstrução nos desastres recorrentes na cidade. Existência do GEAR, grupo de ação permanente que se reune sistematicamente todas as segundas feiras para discutir os riscos, as ameaças e as ações mitigadoras necessárias e urgentes. Políticas públicas bem definidas ( PEAR e Mitigação de Inundações) com grandes investimentos tanto em infraestrutura quando na aproximação com a comunidade em risco. Existência de um fundo municipal de calamidade pública, com recursos destinados à assistência e resposta aos desastres recorrentes na cidade.
31 AÇÕES EM ALINHAMENTO COM O MARCO DE HYOGO 2. Identificar, avaliar e observar de perto os riscos dos desastres, e melhorar os alertas prévios Existência de mapeamento de risco geológico, identificando moradia por moradia, atualizado de dois em dois anos. Existência de carta de inundação da cidade, segundo modelos matemáticos, identificando 80 pontos de inundação e alagamentos. SISTEMA DE COMUNICAÇÃO DO RAIN ALERTA COMMUNICATION DE CHUVA SYSTEM Existência do mapeamento de risco Mancha falada produzido em parceria com a comunidade, aproveitando o conhecimento e a percepção do risco daqueles que moram em áreas vulneráveis. Os mapeamentos são utilizados para planejamento e execução de ações mitigadoras estruturais. RAIN ALERT RECEIVED BY A NAC TECHNICIAN Implantação de moderno sistema de monitoramento, com 56 estações hidrofluviométricas, que aliado a outras tecnologias permite emissão de alertas mais precisos. Há uma importante parceria com a imprensa, que divulga os alertas emitidos, inclusive com as recomendações preventivas.
32 AÇÕES EM ALINHAMENTO COM O MARCO DE HYOGO 3. Utilizar o conhecimento, a inovação e a educação para criar uma cultura de segurança e resiliência em todos os níveis Elaboração de planos de contingência, em conjunto com a comunidade, permitindo maior alcance dos alertas prévios e melhora nas ações preventivas nas áreas de risco. Equipe da Prefeitura de Belo Horizonte e alunos do curso de engenharia em trabalho de campo. Treinamento das comunidades, em conjunto com outros atores que podem contribuir para a prevenção e resiliencia das comunidades em risco. Realização de palestras, peças de teatro e trabalhos lúdicos com as comunidades vulneráveis. Formação de parcerias com universidades para que alunos dos cursos de engenharia e outras ciências participem das vistorias e pesquisem sobre as questões do risco na cidade. Parcerias com Associações de Profissionais especializados em geologia, engenharia e perícias, agregando trabalho voluntário de profissionais de alta capacidade técnica, aumentando a credibilidade das recomendações preventivas.
33 AÇÕES EM ALINHAMENTO COM O MARCO DE HYOGO 4. Reduzir os fatores fundamentais do risco Está implantada uma legislação que disciplina a segurança das edificações, o uso e ocupação do solo e prevenção de invasões em áreas vulveráveis. Bacia de contenção de inundações Uma robusta política de redução de risco está sedimentada (PEAR) com intervenções estruturais simples com mutirões comunitários e também com intervenções complexas através de obras estruturantes nas áreas de risco geológico. De igual forma, para as inundações e alagamentos, investimentos em obras de mitigação de risco de pequeno e grande porte estão em andamento por toda a cidade. A comunidade tem ampla participação nessas políticas, tanto na definição de prioridades quanto na formação de redes de auto-proteção. COMDEC atua na prevenção de desastres 365 dias por ano, 24 horas por dia. Há um órgão de defesa civil (COMDEC), disponível 24 horas por dia, de fácil acesso por telefone 199, que realiza vistorias de risco e coordena ações dos demais órgãos do sistema para redução dos riscos verificados.
34 AÇÕES EM ALINHAMENTO COM O MARCO DE HYOGO 5. Fortalecer a preparação em desastres para uma resposta eficaz a todo nível Há planos de contingências elaborados com a participação da comunidade, envolvendo mapeamento de riscos, monitoramento e alertas e comportamentos ideais em casos de desastres. A comunidade é organizada em Núcleos de Risco Geológico (NUDEC) e Núcleos de Risco de Inundação (NAC) e treinadas especificamente dentro da dinâmica de cada tipo de vulnerabilidade. Há um plano de contingências definindo a responsabilidade dos órgãos da Prefeitura e também das demais agências com vocação para a prevenção e resposta aos desastres recorrentes. Há um Fundo de Calamidade Pública, com recursos definidos para assistência e resposta. Cada órgão da Prefeitura, dentro de um conceito sistêmico tem recursos para responder aos desastres dentro de sua competência institucional. Todos os órgãos da Prefeitura, constituem o sistema municipal de defesa civil e se reunem todas as segundas feiras, junto com demais agências e setories da sociedade no GEAR ( Grupo Executivo de Áreas de Risco). Nesse fórum permanente, todos os riscos de desastres são discutidos, soluções são construídas e pendências verificadas.
35 RESULTADOS ALCANÇADOS Desde o ano de 2003 não há mortes por deslizamento ou escorregamento em belo horizonte. em 2004 estavam mapeadas moradias em risco alto e muito alto de escorregamento. Em 20/11/2012 foram reduzidas para em risco alto e muito alto de escorregamento. (Todas permanecem permanentemente monitoradas) Apesar de ínumeras inundações, registramos apenas três mortes por este desastre nos últimos três anos, sendo uma por ano. A política de mitigação de riscos e desastres em Belo Horizonte tem proporcionado grandes resultados a partir da visão sistêmica de que todos tem algo a contribuir, todos estão envolvidos e que proteção civil somos todos nós!
36 Alexandre Lucas Alves Coordenador Municipal de Defesa Civil Tel: E.mail:
Gestão de Riscos no Brasil
Gestão de Riscos no Brasil Eduardo Soares de Macedo Géologo PROCESSOS CAUSADORES DE RISCOS NATURAIS Classificação COBRADE SEDEC-MI CATEGORIA GRUPO SUBGRUPO 1. Terremoto 1. GEOLÓGICO 2. Emanação vulcânica
BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS
BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -
-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros.
-Esta apresentação foi realizada no âmbito do projeto Moradia é Central durante a Oficina 3 - Financiamento para habitação social em Centros. -Data: 05/12/2008 -Local: Instituto Pólis MORADIA É CENTRAL
CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS. Junho 2013
CAMINHO PARA DESENVOLVER UMA AGENDA DE ADAPTAÇÃO EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS NAS EMPRESAS Junho 2013 PROPÓSITO Aqui apresentamos o caminho para as empresas adotarem uma estratégia em adaptação às mudanças climáticas,
PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ
PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado
Plano Agropecuário Municipal de Preparação e Resposta à Seca Piquet Carneiro-Ceará Mônica Amorim
Plano Agropecuário Municipal de Preparação e Resposta à Seca Piquet Carneiro-Ceará Mônica Amorim Fortaleza 20 de novembro de 2014 Plano de Preparação e Resposta a Seca é parte de estratégia maior Diálogo
Experiência do Município do Rio de Janeiro na Gestão de Risco de Deslizamentos de Encostas através da Fundação GEO RIO
Experiência do Município do Rio de Janeiro na Gestão de Risco de Deslizamentos de Encostas através da Fundação GEO RIO Caracterização do Município e Descrição do Problema O Município do Rio de Janeiro
COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ABC E FNSHDU S E LO D E M É R I TO 2 0 1 3 PROGRAMA GESTÃO
COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS ABC E FNSHDU S E LO D E M É R I TO 2 0 1 3 PROGRAMA GESTÃO pós-morar Apresentação Geral Em 2011 o Governo de Minas, por meio da Companhia de Habitação do
A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso. Fabio Ribas Recife, março de 2012
A importância do diagnóstico municipal e do planejamento para a atuação dos Conselhos dos Direitos do Idoso Fabio Ribas Recife, março de 2012 Uma pauta para nosso diálogo: 1)Desafios para o fortalecimento
Bairros Cota na Serra do
Geotecnia Ambiental Bairros Cota na Serra do Mar em Cubatão riscos em ebulição e planos de ação em andamento Os bairros localizados nas encostas da Serra do Mar, na cidade de Cubatão, passam por um processo
Riscos de deslizamentos de encostas em áreas urbanas
Riscos de deslizamentos de encostas em áreas urbanas Thiago Galvão Geógrafo Desenvolvimento Urbano MINISTÉRIO DAS CIDADES Celso Carvalho Frederico Seabra Leonardo Ferreira Thiago Galvão A resposta necessária
PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais
PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO DO IFMG CAMPUS OURO PRETO Resultados da Oficina de Planejamento e das Reuniões Setoriais Escopo O IFMG Campus Ouro Preto atua, de forma integrada, nas áreas do ensino, pesquisa
Ações técnicas e governamentais no contexto de enchentes em Campos dos Goytacazes/RJ
Ações técnicas e governamentais no contexto de enchentes em Campos dos Goytacazes/RJ Edison Pessanha Campos dos Goytacazes, que já enfrentou grandes enchentes, como as de 2007, com o rio Paraíba atingindo
Vulnerabilidade x Resiliência em Cidades Brasileiras
Fundação Nacional de Saúde IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Vulnerabilidade x Resiliência em Cidades Brasileiras Dr. Neison Cabral Freire Fundação Joaquim Nabuco, Recife/PE Belo
GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos. VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto
GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO Eduardo Henrique de Accioly Campos VICE-GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO João Soares Lyra Neto SECRETÁRIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E MEIO AMBIENTE Luciana Barbosa de
PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado
PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE PROGRAMA Nº- 250
PROGRAMA Nº- 250 QUALIFICAÇÃO E CAPACITAÇÃO DE PROFISSIONAIS E DEPENDENTES QUÍMICOS SUB-FUNÇÃO: 244 ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA Realizar Cursos de Capacitação para Profissionais que atuam na área de reabilitação
MINUTA PROJETO DE LEI. Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima.
MINUTA PROJETO DE LEI Súmula: Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima. A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná decretou e eu sanciono a seguinte lei: Art. 1º. Esta Lei institui a Política
PALAVRAS-CHAVE: Desastres naturais; hidrologia; Porto Alegre
APRENDER HIDROLOGIA PARA PREVENÇÃO DE DESASTRES NATURAIS Meio Ambiente Maurício Andrades Paixão Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Maurício Andrades Paixão 1 ; Masato Kobiyama 2 ; Gean Paulo
Considerando a necessidade da observação e análise permanente da situação de saúde da população:
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIMIRIM GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 901 de 04 de Agosto de 2011. ESTRUTURA E ATRIBUI O DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA
ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA.
ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA. OBJETIVOS DO PROGRAMA A VALEC, como concessionária da Ferrovia Norte Sul será a responsável pela operação
MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR
MELHORIA DA INFRAESTRUTURA FÍSICA ESCOLAR Este projeto visa investir na melhoria da infraestrutura escolar, por meio de construção, ampliação e reforma, bem como dotá-las com equipamentos e mobiliários
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS.
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS. O Programa de Educação Ambiental nas Escolas terá como marcos norteadores: - A educação ambiental contida na Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA),
Gestão das Águas urbanas e a Drenagem
Gestão das Águas urbanas e a Drenagem Carlos E. M. Tucci Instituto de Pesquisas Hidráulicas UFRGS Porto Alegre-RS Brasil Conteúdo Desenvolvimento urbano e a fonte de impacto na gestão das águas As fases
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da
30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis
Universidade Metodista Recuperação Ambiental de Áreas Degradadas Impactos gerados pelo uso e ocupação do solo no meio urbano Final século XVIII Revolução Industrial Migração do homem do campo objetivo
O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL
O AGENTE DA MOBILIDADE URBANA NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA CIVIL Autores: Carlos Aparecido de Lima - [email protected] José Eduardo Vasconcellos - [email protected] Carlos Roberto
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: VALBER LUIZ MARCELO DE CARVALHO Nome do ponto focal: Alexander Anthony
MOBILIZAÇÃO SOCIAL COM O AUXÍLIO DA CARTILHA O MUNICÍPIO QUE QUEREMOS: ENTENDA POR QUE SANEAMENTO É BÁSICO E SUA PARTICIPAÇÃO É MUITO IMPORTANTE
MOBILIZAÇÃO SOCIAL COM O AUXÍLIO DA CARTILHA O MUNICÍPIO QUE QUEREMOS: ENTENDA POR QUE SANEAMENTO É BÁSICO E SUA PARTICIPAÇÃO É MUITO IMPORTANTE Aline Paez Silveira (1) Graduada em Engenharia Ambiental
ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS
ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades. Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado
Gestão de impactos sociais nos empreendimentos Riscos e oportunidades Por Sérgio Avelar, Fábio Risério, Viviane Freitas e Cristiano Machado A oferta da Promon Intelligens considera o desenvolvimento de
AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA
AVALIAÇÃO DE REDES DE SENSORES SEM FIO COMO FERRAMENTA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ALERTAS ANTECIPADOS DE EMERGÊNCIAS NO ESTADO DA PARAÍBA BRITO 1, Antônio Cavalcanti CARVALHO 2, Fabricio Braga Soares MARINHO
VALID / Relatório de Sustentabilidade / 2011. Gestão
54 VALID / Relatório de Sustentabilidade / 2011 8. Gestão VALID / Relatório de Sustentabilidade / 2011 55 8. Gestão PÚBLICOS DE RELACIONAMENTO A Valid desenvolve seus relacionamentos com os públicos de
REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA
REGIMENTO DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC CAPÍTULO I DA NATUREZA Art 1º - O Conselho de Desenvolvimento do Território CANTUQUIRIGUAÇU - CONDETEC é composto por entidades
Planejamento estratégico 2016-2019
Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO
Proposta para elaboração de PROJETO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL E FORTALECIMENTO DO SUBCOMITÊ DO SISTEMA LAGUNAR DE JACAREPAGUÁ
1. COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA da Baía de Guanabara Proponente: Grupo de Trabalho de Educação Ambiental do Subcomitê Lagunar de Jacarepaguá Subcomitê: Lagunar de Jacarepaguá Endereço (logradouro, número
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO APL CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 2010/2014
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO APL CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 2010/2014 RESUMO 1. APRESENTAÇÃO Com a missão de promover ações para o fortalecimento do segmento da construção civil no Espírito Santo,
XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SEGURANÇA DE TERCEIROS AÇÃO COMUNITÁRIA ENERGIA PARA A VIDA ACEV
XV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SEGURANÇA DE TERCEIROS AÇÃO COMUNITÁRIA ENERGIA PARA A VIDA ACEV JOSÉ DE SOUZA REIS FILHO COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS -CEMIG SENDI ACEV
COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL
COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Roteiro para montagem de um Plano Preventivo de Defesa Civil Apresentamos o presente roteiro com conteúdo mínimo de um Plano Preventivo de Defesa Civil ou Plano de
RELATÓRIO SEMESTRAL PCH JARARACA JULHO A DEZEMBRO 2013
RELATÓRIO SEMESTRAL PCH JARARACA JULHO A DEZEMBRO 2013 Porto Alegre, março de 2014 APRESENTAÇÃO Este documento visa atender a condicionante 8.5 das Licenças de Operação LO LO 7961/2012, concedida a Vêneto
Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto
Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Autores: Emílio Rodrigues Versiani Junior 1 Geraldo Aristides Rabelo Nuzzi Andréa Rodrigues Fróes Resumo O Projeto
PREFEITURA MUNICIPAL DE HORIZONTE ANEXO VIII (EDITAL DE CONCURSO 01/2014) Atribuições sumárias dos cargos
ANEXO VIII (EDITAL DE CONCURSO 01/2014) Atribuições sumárias dos cargos ADMINISTRADOR Desempenhar atividades relativas à administração de pessoal, material, orçamento, organização e métodos, sistemas de
4.21 - Programa de Apoio a Infraestrutura Local... 1/7
2935-01-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV GILBUÉS II - OUROLÂNDIA II ÍNDICE... 1/7 4.21.1 - Objetivos... 1/7 4.21.2 - Justificativas... 1/7 4.21.3 - Metas... 2/7 4.21.4 - Metodologia... 2/7 4.21.5 - Público-alvo...
Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos de Desastres Naturais
SECRETARIA NACIONAL DE ACESSIBILIDADE E PROGRAMAS URBANOS Departamento de Políticas de Acessibilidade e Planejamento Urbano Cooperação Técnica Internacional BRASIL-JAPÃO Fortalecimento da Estratégia Nacional
Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos
Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Avaliação Econômica como instrumento para o aprimoramento da gestão das ações sociais 26/09/2013 Fundação
PLANO DE COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIANCÓ- PIRANHAS-AÇU
PLANO DE COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIANCÓ- PIRANHAS-AÇU CAICÓ - RN COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PIANCÓ-PIRANHAS-AÇU PLANO DE COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL
Plano Intersetorial de Políticas sobre o Crack, Álcool e Outras Drogas
Plano Intersetorial de Políticas sobre o Crack, Álcool e Outras Drogas Estruturar e organizar a rede de serviços de prevenção, tratamento e acolhimento do município de São Paulo destinadas aos cuidados
Epidemiologia de Desastres. Organización n Panamericana de la Salud Organización n Mundial de la Salud
Epidemiologia de Desastres Organización n Panamericana de la Salud Organización n Mundial de la Salud Nestes momentos milhões de pessoas estão sendo afetados por desastres no mundo. EVENTOS ADVERSOS Fenômenos
Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância
Carta de recomendações para o enfrentamento às violências na primeira infância Rio de Janeiro, 2 de abril de 2015 A todas as pessoas que atuam na promoção e defesa dos direitos das crianças A Rede Nacional
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC
POLÍTICA DE GESTÃO DE PESSOAS DA SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PREVIC 1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES 1.1 Políticas de Gestão de Pessoas são o conjunto de estratégias ou políticas específicas
Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.
Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas
A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade
A Organização da Atenção Nutricional: enfrentando a obesidade Introdução Há cerca de 20 anos, a Secretaria de Saúde de um grande município começou a desenvolver e implantar iniciativas relacionadas à Alimentação
Política de Gerenciamento de Risco Operacional
Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de
Verificação do Cumprimento e Avaliação dos Indicadores do Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção
Verificação do Cumprimento e Avaliação dos Indicadores do Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção JUSTIFICATIVA O método de verificação e avaliação dos
IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010
IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O presente Manual de Estágio apresenta as orientações básicas para o desenvolvimento das atividades
Texto para discussão. Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG
1 Introdução Texto para discussão Desenvolvimento profissional dos integrantes da carreira de EPPGG Como resultado da coleta de subsídios para aperfeiçoamento da gestão da carreira de Especialista em Políticas
Eficiência energética
Eficiência energética A realização de pesquisas para otimizar a utilização da energia elétrica faz parte da postura sustentável adotada pelas empresas Eletrobras. Conheça nas próximas páginas as principais
SUGESTÕES PARA A REFORMULAÇÃO DOS SISTEMAS DE TRANSPORTE PÚBLICO DE PASSAGEIROS URBANOS E METROPOLITANO DE PORTO ALEGRE 1
SUGESTÕES PARA A REFORMULAÇÃO DOS SISTEMAS DE TRANSPORTE PÚBLICO DE PASSAGEIROS URBANOS E METROPOLITANO DE PORTO ALEGRE 1 Contribuições ao debate do Conselho Deliberativo Metropolitano - CDM Por Mauri
Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Inclusão, Diversidades e EJA
Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Inclusão, Diversidades e EJA Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário
IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011
IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE - Não seja portador de Preconceito - 2014 1 OBJETO As Políticas Institucionais de Acessibilidade Não seja portador de preconceito tem como objetivo promover ações
PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03
PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO
TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE VIABILIDADE AMBIENTAL - EVA
TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE VIABILIDADE AMBIENTAL - EVA 1. OBJETIVO GERAL As instruções técnicas contidas no presente Termo de Referência objetivam estabelecer os procedimentos e os
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO DAS MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DAS ÁREAS DE PROTEÇÃO AOS MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ SP
PROGRAMA DE REFLORESTAMENTO DAS MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DAS ÁREAS DE PROTEÇÃO AOS MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS NO MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ SP Fernanda Longhini Ferreira 1 O município de Santo André,
Gestão de Ambientes de Saúde
Gestão de Ambientes de Saúde É sempre tempo de melhorar a performance do seu ambiente de saúde Não adianta você ter um avião rápido e seguro se não dispõe de um piloto capacitado para viajar. O mesmo ocorre
Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade
Ministério das Cidades SeMOB - Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade Porto Alegre RS Abril de 2015 Política
Projeto: I Seminário para formação dos servidores da saúde em temas relacionados à política nacional de saúde do trabalhador/ Betim (MG)
CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Projeto: I Seminário para formação dos servidores da saúde em temas relacionados à política nacional de saúde do
PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013
PORTARIA No- 2.681, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2013 Redefine o Programa Academia da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos
GOVERNANÇA DE TI: Um desafio para a Auditoria Interna. COSME LEANDRO DO PATROCÍNIO Banco Central do Brasil
GOVERNANÇA DE TI: Um desafio para a Auditoria Interna COSME LEANDRO DO PATROCÍNIO Banco Central do Brasil Programação da Apresentação Evolução da Auditoria Interna de TI no Banco Central; Governança de
Mobilidade Urbana. Linhas gerais, resultados e desafios selecionados
Mobilidade Urbana Linhas gerais, resultados e desafios selecionados Apresentação A política de desenvolvimento urbano é estratégica para a promoção de igualdade de oportunidades, para a desconcentração
Consulta Pública nº 01/2016
MAPA CONCEITUAL MATRIZ POR COMPETÊNCIAS Figura 1. Mapa conceitual da estrutura de matriz por competências As ações-chave podem ser desdobradas ainda (de acordo com o nível de especificidade de uma matriz
INFORMATIVO. Carreiras reestruturadas e concursos públicos realizados para. uma melhor prestação de serviços
INFORMATIVO GESTÃO DE PESSOAS 2013-2016 Maio - 2016 Carreiras reestruturadas e concursos públicos realizados para uma melhor prestação de serviços uma sociedade cada vez mais complexa e dinâmica exige
Há 25 anos a Multiway apresenta o que existe de mais moderno em projetos de tecnologia
Há 2 anos a Multiway apresenta o que existe de mais moderno em projetos de tecnologia Com vasta experiência em integração e redes, a empresa investe no setor de segurança desde 2004. Primeiro na área de
PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS
PROJETO DE LEI Nº 433/2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. CAPÍTULO I DOS CONCEITOS Art. 1º Esta Lei institui a Política Municipal de estímulo à Produção
TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2783 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº
Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 21/11/2013-18:05:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2783 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO
Gestão das Unidades de Prevenção Social à Criminalidade Coordenadoria Especial de Prevenção à Criminalidade Funções e atribuições dos Gestores Sociais
Gestão das Unidades de Prevenção Social à Criminalidade Coordenadoria Especial de Prevenção à Criminalidade Funções e atribuições dos Gestores Sociais Andreza Naves Diretora do Núcleo de Implantação e
Eficiência Energética na Iluminação Pública
96 Eficiência Energética na Iluminação Pública Estudo de caso sobre Belo Horizonte Elaborado por Luciano Haas Rosito, Emerson Salvador, Marcel da Costa Siqueira e Ricardo Ficara Fotos por Luciano Haas
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESCOLAR INTEGRADORA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO por PROFª Ms. Maria Rosa Silva Lourinha Rio de Janeiro, MARÇO / 2013. 1 ÍNDICE Apresentação 1.
Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização
Unidade de Projetos de Termo de Referência para elaboração e desenvolvimento de Planejamento Estratégico Setorial para a Internacionalização Agosto de 2009 Elaborado em: 4/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil
ATA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PLANO PLURIANUAL PARTICIPATIVO 2016-2019 SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ - RO
ATA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA DO PLANO PLURIANUAL PARTICIPATIVO 2016-2019 SÃO FRANCISCO DO GUAPORÉ - RO Aos vinte e dois dias do mês de junho se reuniram na escola Campos Sales representantes do Governo para
ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)
ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,
14 de maio de 2013 Belo Horizonte (MG)
14 de maio de 2013 Belo Horizonte (MG) Empresa: Mineração Maracá Indústria e Comércio Trabalho premiado: Avaliação do uso de correntes em caminhões fora de estrada Categoria: Lavra Autores: Bolívar Augusto
Gestão de Riscos e Política Nacional de Defesa Civil
Gestão de Riscos e Política Nacional de Defesa Civil Final dos anos 90 - ações sistemáticas com enfoque em conhecer melhor as variáveis condicionantes que determinam a intensidade e a extensão do impacto
PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO
º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir
RELATÓRIO DO TRABALHO DE CAMPO
Universidade Federal de Pelotas Departamento de Medicina Social Programa de Pós-graduação em Epidemiologia RELATÓRIO DO TRABALHO DE CAMPO Doutoranda: Elaine Thumé Orientador: Luiz Augusto Facchini Pelotas
Capacitação para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia
Programa 0502 Amazônia Sustentável Objetivo Promover o desenvolvimento da Amazônia, mediante o uso sustentável de seus recursos naturais. Indicador(es) Número de Ações 9 Taxa de participação de produtos
Orientações Gerais para o Mobilizador 1
Orientações Gerais para o Mobilizador 1 Índice CADERNO 1: ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O MOBILIZADOR 1.1. Mensagem ao mobilizador... 03 1.2. Materiais de implantação do Ciclo 4... 05 1.3. As reuniões: quantas
Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil - Desafios ao Desenvolvimento Urbano Resiliente
Mudanças Climáticas e Desastres Naturais no Brasil - Desafios ao Desenvolvimento Urbano Resiliente São Paulo, 12 de mao de 2016 Estrutura da Apresentação Panorama Geral - Mudanças Climáticas - Desastres
Programas. Com Maior Cuidado. Segurança Viária para Idosos
Programas Com Maior Cuidado Segurança Viária para Idosos www.fundacionmapfre.com.br 2013 Página 1 de 9 FUNDACIÓN MAPFRE A FUNDACIÓN MAPFRE no Brasil segue a diretriz internacional da FUNDACIÓN MAPFRE na
CONSULTORIA E SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA GESTÃO INTELIGENTE DE REDES Julho 2015
CONSULTORIA E SOLUÇÕES INTEGRADAS PARA GESTÃO INTELIGENTE DE REDES Julho 2015 1 Sumário Quem Somos Produtos e Soluções Descrição do Produto Contato 2 Quem somos BRSIG é uma empresa de Gestão de Informações
