Corynebacterium diphteriae
|
|
|
- Natan Branco de Miranda
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Prof. Felipe Piedade G. Neves (Bacilo diftérico) Bacilo Gram positivo pleomórfico (clava, pêra, fuso ou halter) Forma de agrupamento: paralelamente (em( paliçada ada) ) ou formando ângulos retos (letra chinesa); Divisão em 4 biotipos intermedius, gravis, mitis e variante belfanti Características coloniais e bioquímicas; Fatores de virulência Toxina diftérica (gene tox) principal fator de virulência tipo AB Codificada por alguns tipos de fagos, que lisogenizam o bacilo diftérico, sendo o fago mais conhecido denominado fago beta. Termolábil, letal em concentrações de 0,1 µg/kg de peso; Inicialmente, correlacionados à gravidade da doença; Hoje em dia sabese se que todos os biotipos causam as mesmas formas clínicas da difteria; Fago Beta Interação Toxina Célula do Hospedeiro 1. Fixação da toxina (domínio B) ao receptor presente em tipos celulares Endocitose 2. Translocação do domínio A para o citosol da célula 3. Domínio A ribosila o fator de alongamento da cadeia peptídica (EF2) interrompe a síntese protéica de maneira irreversível morte celular (necrose) Patogênese / Manifestações Clínicas Infecção em diferentes órgãos: : pele, fossas nasais, ouvido, faringe, laringe e órgãos genitais; Forma clínica mais importante Faríngea (angina diftérica) Transmissão: inalação de aerossóis (secreções de nasofaringe e orofaringe) provenientes de doentes ou de portadores assintomáticos; ticos; Uma vez fixados à mucosa faríngea Proliferação e produção da toxina; Ação da toxina: Local formação da pseudomembrana À distância (corrente sanguínea) nea) lesões importantes tropismo pelo miocárdio, sistema nervoso, rins e suprarenais renais) 1
2 Patogênese / Manifestações Clínicas Formação da pseudomembrana diftérica: Pode estenderse a laringe, traquéia e alcançar os pulmões difteria laríngea, associada à insuficiência respiratória aguda (crupe); Pode espalharse para os seios nasais difteria nasofaríngea, associada a complicações cardíacas (irregularidades no ritmo cardíaco), neurológicas (motoras), nefropatia tóxica e insuficiência renal aguda; Bacilos diftéricos não lisogênicos podem colonizar a garganta e causar uma faringite sem maiores consequências Epidemiologia A taxa de portadores na população (1( 1 a 3%) ) e nos contatos familiares (8( 8 a 14%); Crianças as de até 10 anos e idosos são comumente acometidos óbitos entre 1 e 4 anos; No Brasil,, o número n de casos vem decrescendo progressivamente: 640 casos em casos em casos em 2006; Em decorrência do aumento da cobertura pela vacina DTP; O maior surto na última década d do século s XX ocorreu na antiga União Soviética tica,, onde em 1994 quase casos foram documentados com mortes; A difteria é basicamente uma doença tóxica, embora dependa de um processo infeccioso inicial Diagnóstico Manifestações clínicas são mais úteis presença a da pseudomembrana Espécime clínico: Exsudatos de oro e nasofaringe ou de outras lesões cutâneas, conjuntivas, genitália externa, antes da administração de qualquer terapêutica antimicrobiana Cultura e Identificação Bacterioscopia: Coloração de Gram BG em paliçada ada ou letra chinesa Teste de ELEK (Teste de Toxigenicidade) A: Bacilo toxigênico B: Não toxigênico C: Antitoxina D: Linhas de precipitação Coloração de AlbertLaybourn evidencia denciação de grânulos metacromáticos ticos Reserva de nutrientes O teste ELISA vem substituindo o teste ELEK que fornece resultados em poucas horas; A amplificação do gene tox por PCR vem sendo uma alternativa bastante satisfatória e muito vantajosa para identificação definitiva; Coloração de AlbertLaybourn Apresenta 2 objetivos principais: 1. Neutralizar a toxina TRATAMENTO 2. Erradicar a bactéria do foco da infecção PREVENÇÃO Imunização adequada da população com toxóide diftérico (DTP( vacina triplice), que confere imunidade até a vida adulta As crianças as com 7 anos ou mais, adultos e idosos não vacinados ou sem comprovação de vacinação prévia devem receber 3 doses da vacina dt (Dupla Adulto) 1. Neutralização da toxina soroterapia Emprego de soro antidiftérico (SAD) preparado em cavalos 2. Erradicação da bactéria do foco da infecção: Penicilina/eritromicina eritromicina inibição do crescimento microbiano; Conseqüente ente interrupção da produção de toxina 2
3 Neisseria meningitidis Diplococos Gramnegativos. Gênero Neisseria Forma de rim ou grãos de feijão. Algumas espécies são capsuladas. Oxidase e catalase *. Imovéis. Não formam esporos. (Meningococo) Espécies saprófitas podem colonizar a orofaringe e a nasofaringe. Gênero Neisseria Estrutura de Superfície das Bactérias Gram Negativas Saprófitas X Patogênicas N. lactamica*** N. cinerea N. mucosa N. polysaccharea N. sicca N. flavescens*** N. subflava*** N. elongata N. gonorrhoeae N. meningitidis Estrutura do LPS em Bactérias Gram Negativas Sistema Nervoso Central LOS lipooligossacarídeo Cérebro e medula espinhal; Meninges: Proteção contra choques mecânicos, infecções... 3 membranas: duramater, aracnóide e piamater. Entre a aracnóide e piamater circula o Líquido CefaloRaquidiano (LCR ou líquor ou CSF) 3
4 Sistema Nervoso Central Infecções por N. meningitidis Infecções: Empiema subdural Abcesso cerebral Meningite principal infecção Meningite: Ausência de microbiota ambiente estéril Meningococcemia e/ou meningite meningocócica Colonização da nasofaringe Patogênese: Invasão local Bacteremia / Meningococcemia Invasão da meninge Bactérias meningite piogênica ou polimorfonuclear; Vírus meningite asséptica ou linfocítica; Fungos e parasitas; Muitas vezes associada a complicação de outras infecções sífilis, tuberculose; Replicação bacteriana no espaço subaracnóide Liberação de componentes bacterianos (parede, LOS) Citocinas Inflamação do espaço subaracnóide rash hemorrágico Exantema petequial Fatores de Virulência: N. meningitidis 1. Espécimes clínicos DIAGNÓSTICO Fímbria tipo 4 LCR, sangue, material de lesões cutâneas e swab de nasofaringe. 2. Bacterioscopia direta do LCR Diplococos Gram negativos no interior de leucócitos PMN ou fora de células. 3. Cultura Ágar Chocolate ou ThayerMartin para cultura de sangue e LCR. Ágar ThayerMartin para cultura de nasofaringe e lesões cutâneas. Incubação: atmosfera úmida a 3537ºC com 5% de CO 2 por até 72h Variações de fase e antigênica: Fímbria tipo 4, OMPs, cápsula e LOS 4. Bacterioscopia e Identificação bioquímica COLETA DO LÍQUOR Bacterioscopia Direta do LCR Volume mínimo recomendável 1mL para isolamento de bactérias, 2mL para isolamento de fungos e micobactérias; 4
5 IDENTIFICAÇÃO PRESUNTIVA IDENTIFICAÇÃO O BIOQUÍMICA Aspecto morfológico das colônias Gram Prova da Catalase Teste de Produção de Ácidos a partir de Carboidratos Espécies Glicose Maltose Lactose Sacarose N. gonorrhoeae N. meningitidis N. lactamica N. polysaccharea Prova da Oxidase N. subflava N. sicca N. mucosa. G L S M Incubação em estufa a 35 Cº,, 24h, sem CO2 EPIDEMIOLOGIA 530% da população normal podem abrigar meningococos na nasofaringe. Durante as epidemias, a taxa de portadores atinge 70 a 80%. Afeta todas as idades, mas principalmente crianças (< 5 anos) e adultos jovens; Transmissão: contato direto com secreções de portadores ou doentes; Tipagem sorológica: cápsula 13 sorogrupos (A, B, C,D, 29E, H, I, K, L, W135, X, Y e Z) No Brasil: Ocorrem casos esporádicos (sorogrupos B e C); Teste de aglutinação de partículas de látex para a detecção de H.influenzae, S.pneumoniae, N.meningitidis e S.agalactiae Epidemias: Década de 70 A e C Década de 80 (1988) B Doença meningocócica no Brasil: Casos confirmados por local de ocorrência A doença a meningocócica cica no Mundo Aos sorogrupos A, B e C são atribuídos 90% dos casos na escala mundial. Região Total Sorogrupos B e C Norte Sorogrupos A e C Nordeste B:4:P1.19,15 Sorogrupos A e C Sudeste Sul Sorogrupos B e C B:4:P1.7b,4 C.Oeste B:15:P1.7b,3 Total Fonte: Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde, Cinturão da meningite (Senegal até Etiópia) epidemias recorrentes a cada 8 a 12 anos 5
6 TRATAMENTO, PREVENÇÃO E CONTROLE VACINAS MENINGOCÓCICAS Tratamento: Droga de escolha: Penicilina; Alternativas: Cefotaxima ou ceftriaxona; Alérgicos a βlactâmicos: Cloranfenicol; Quimioprofilaxia para contatos domésticos e outros contatos íntimos: Rifampicina, Ciprofloxacina ou Ceftriaxona; Evitar aglomerações. Vacinação. Vacina contra N. meningitidis sorogrupo B é pouco imunogênica 6
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DAS MENINGITES BACTERIANAS
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DAS MENINGITES BACTERIANAS Bioquímica: Rita de Cássia Campos Bertoncini Seção de Bacteriologia do LACEN/SC PRINCIPAIS EXAMES 1 2 3 3.1 3.2 3.3 Exame físico do LCR Aspecto Cor Exame
Perfil Epidemiológico da Meningite Brasil & Mundo
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis Unidade Técnica de Doenças de Respiratória e Imunopreveníveis
OFICINA INTEGRADA VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS. Juazeiro, Setembro de 2012
OFICINA INTEGRADA VIGILÂNCIA DAS DOENÇAS IMUNOPREVENÍVEIS DIFTERIA Juazeiro, Setembro de 2012 CARACTERÍSTICAS GERAIS Agente etiológico: Corynebacterium diphtheriae Bacilo gram-positivo, produtor da toxina
Meningite Bacteriana
Meningite Bacteriana Conceito Infecção aguda que acomete as leptomeninges (aracnóide e pia-máter), envolvendo o cérebro e a medula espinhal. Page 2 Epidemiologia Doença comum, de alta mortalidade e morbidade
Gênero Neisseria spp.
Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Gênero Neisseria spp. Introdução O gênero Neisseria é pertencente à família
Haemophilus Corynebacterium. Mycobacterium
Haemophilus Corynebacterium Mycobacterium Haemophilus spp. Bacilos Gram negativos pleomórficos oxidase positivos Família Pasteurellaceae Principais espécies de importância clínica: H. influenzae H. parainfluenzae
FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS MENINGITES. Prof. Ma. Júlia Arêas Garbois
FACULDADE CATÓLICA SALESIANA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE DOENÇAS INFECTO-PARASITÁRIAS MENINGITES Prof. Ma. Júlia Arêas Garbois MENINGITE Infecção que se instala principalmente quando uma bactéria
Informe Técnico: Vigilância das Meningites no Estado de Santa Catarina
GOVERNO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de Vigilância Epidemiológica Gerência de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis e Imunização Informe
02/11/2010. Família:Neisseriaceae Gênero :Neisseria. Neisseria. Formas, arranjos e localização. Diplococo Gram - Diplococo Gram - Cultura de LCR
Forma e Arranjo Família:ceae Gênero : Gram + 15-50% Gram 5% Formas, arranjos e localização Diplococo Gram - Formas, arranjos e localização Diplococo Gram - Cultura de LCR Secreção uretral Leucócitos e
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Introdução A meningite bacteriana aguda é um processo
Resolução da Questão 1 Texto Definitivo
Questão Derivado da palavra latina immunitas, o termo imunidade que, originalmente, se referia à proteção contra processos legais concedida aos senadores romanos durante o seu mandato significa, na área
Meningites- Etiologia
Meningites- Etiologia Meningites (meningo/encefalites) Virais Meningites bacterianas Meningites fúngicas e tuberculosas Meningites (meningo/encefalites) assépticas Outros (eosinofílicas) Meningites ndeterminadas
Diagnóstico Microbiológico
Diagnóstico Microbiológico Identificação e Tipagem Bacteriana Prof. Vânia Lúcia Diagnóstico clínico Sinais (mensuráveis) e sintomas (subjetivos) Origem Etiologia Natureza Diagnóstico laboratorial Identificação
MENINGITE. Lucila T. Watanabe. Coordenação das Doenças Imunopreveníveis e Respiratórias
MENINGITE Lucila T. Watanabe Coordenação das Doenças Imunopreveníveis e Respiratórias Histórico (I) 1975 Implantação do SVEM (Sistema de vigilância epidemiológica das meningites) Após epidemias de Doença
Capacitação. em Eventos. Situação Epidemiológica das. Meningites no Brasil. Área de Produção Editorial e Gráfica Núcleo de Comunicação
Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis Unidade Técnica de Doenças de Transmissão Respiratória e Imunopreveníveis Capacitação
TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA
TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA DEFINIÇÕES Febre neutropénica: T. auricular > 38ºC mantida durante 1 h, em doente com contagem absoluta de neutrófilos (CAN) < 500/mm 3, ou < 1000/mm
DIVISÃO DE LABORATÓRIO CENTRAL HC FMUSP PARAMETRIZAÇÃO DE COLETA
Dengue Dengue em tempo Real RT Adenovírus Colher 5 ml de sangue em tubo com gel separador (tampa amarela). Colher a primeira amostra na fase aguda da doença (até 7 dias após o início dos sintomas). Coletar
A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA DE PCR NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA MENINGOCÓCICA EM SAÚDE PÚBLICA
A IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA DE PCR NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA MENINGOCÓCICA EM SAÚDE PÚBLICA Elizete Fatima Fachim 1 Leandro José Michelon RESUMO Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter descritiva
Introdução ao sistema imune
Introdução ao sistema imune Simone Aparecida Rezende Dep. de Análises Clínicas - Escola de Farmácia Fone: 3559-1032. Aulas, exercícios, exemplos de questões de prova e comunicação com alunos em: www.aulasecia.com/imunobasica
Procedimentos Técnicos. NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Renato de Lacerda Barra Filho Dr. Ivo Fernandes. Gerente da Qualidade Biomédico
Versão: 01 Pg: 1/5 ELABORADO POR DE ACORDO NOME FUNÇÃO ASSINATURA DATA Dr. Renato de Lacerda Barra Filho Dr. Ivo Fernandes Biomédico 01/10/2009 Gerente da Qualidade Biomédico 20/10/2009 Dr. Jose Carlos
Rotina para a vigilância epidemiológica. de Meningites
Rotina para a vigilância epidemiológica de Meningites CID 10 - A17.0: M. tuberculosa - A39.0: M. meningocócica - A87: M. virais - G00.0: M. haemophilus - G00.1: M. pneumocócica Introdução As meningites
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro
www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Artrite de lyme Versão de 2016 1. O QUE É ARTRITE DE LYME 1.1 O que é? A artrite de Lyme é uma das doenças causadas pela bactéria Borrelia burgdorferi (borreliose
Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia
Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Módulo 04 Coqueluche 21 e 22 de maio de 2014 Salvador, Ba Maria do Carmo Campos Lima GT DTP/DIVEP/SESAB COQUELUCHE ASPECTOS LEGAIS Arts. 7º e 8º, da Lei nº
Raniê Ralph Semio 2. As encefalites causam alterações do nível de consciência, torpor. As meningites podem causar quando complicam.
29 de Outubro de 2007. Professora Vera. Caderno da Sassá. Meningites bacterianas Etiologias H. influenzae. Neisseria meningitidis. Streptococcus pneumoniae. Gram-negative bacilli. Staphylococci. Listeria
SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO. DICIONÁRIO DE DADOS - SINAN NET - Versão 4.0
MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA CENTRO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS EM VIGILÂNCIA EM SAÚDE GT-SINAN SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE FUNORTE
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE FUNORTE Curso de Pós-Graduação em Análises Clínicas SIMONÍ GLÁUCIA BALBINOT ESTUDO SOBRE CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE MENINGITES BACTERIANAS PARA IDENTIFICAR OS CASOS
CÓLERA CID 10: A 00.9
SUPERINTENDENCIA DE VIGILANCIA PROMOÇÃO E PREVENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSIVEIS E NÃO TRANSMISSIVEIS GERÊNCIA DE DOENÇAS TRANSMISSIVEIS ÁREA DE ASSESSORAMENTO
PCR em Tempo Real (RT-PCR) para o diagnóstico laboratorial das meningites bacterianas
PCR em Tempo Real (RT-PCR) para o diagnóstico laboratorial das meningites bacterianas Loeci Natalina Timm Daniele Menezes Julho de 2015 E-mail: [email protected] fone: (51) 3288-4030 Princípios
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 140 Página 1 de 6 1. Sinonímia Detecção qualitativa do DNA bacteriano de Chlamydia trachomatis (CT) e Neisseria gonorrhoeae (NG) por PCR ( Polymerase Chain Reaction) em urina de homens e mulheres,
Irritabilidade ou agitação; Choro persistente; Recusa alimentar;
VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS S Ano de 2013 - CID-10: A17.0 (M. tuberculosa); A39.0 (M. meningocócica); A87 (M. virais); G00.0 (M. haemophilus); G00.1 (M. pneumocócica); CASO SUSPEITO: Paciente maior de
DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO
UNESC ENFERMAGEM SAÚDE DO ADULTO PROFª: : FLÁVIA NUNES DOENÇAS INFECCIOSAS DO CORAÇÃO ENDOCARDITE REUMÁTICA O desenvolvimento da endocardite reumática é atribuído diretamente à febre reumática, uma doença
Coordenaçã. Março e Abril de 2014
Superintendência ncia de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis Coordenaçã ção o de Controle de Doenças de Transmissão o Hídrica H e Alimentar Vigilância Epidemiológica
Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997
RESOLUÇÃO Nº 93-CEPE/UNICENTRO, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2009. Aprova o Curso de Especialização em Saúde Pública com Ênfase em Doenças Infecciosas e Parasitárias, modalidade regular, a ser ministrado no Campus
INFECÇÕES DO APARELHO RESPIRATÓRIO SUPERIOR
INFECÇÕES DO APARELHO RESPIRATÓRIO SUPERIOR Consideram-se infecções do aparelho respiratório superior as infecções da: laringe nariz nasofaringe orofaringe seios perinasais ouvido médio Muito frequentes,
Infecções do Sistema Nervoso Central
Infecções do Sistema Nervoso Central Doenças graves com risco de vida. Podem ter evolução aguda (< 24horas), subaguda ( 4 semanas). Principais Infecções: Meningites, Meningoencefalites,
23/09/2016. Família Neisseriaceae. 1. Gênero Neisseria. Neisseria gonorrhoeae. - Neisseria gonorrhoea - Neisseria meningitidis. 2.
Família Neisseriaceae LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS Família Neisseriaceae 1. Gênero Neisseria - Neisseria gonorrhoea - 2. Gênero Moraxella Prof. Dr. Mario J. Avila-Campos http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac
15/05/2012. A. L. S. Neisser (gonococo) 10 espécies- maioria: orofaringe e nasofaringe ou membranas anogenitais
A. L. S. Neisser (gonococo) 10 espécies- maioria: orofaringe e nasofaringe ou membranas anogenitais Patógenos humanos - meningococo e gonococo Outras espécies virulência limitada; pacientes imunocomprometidos
RELAÇÕES AMBIENTE-MICRORGANISMO
RELAÇÕES AMBIENTE-MICRORGANISMO Bactérias Gram(+) e Gram(-) Profa. Ms Solange A O Neves Curso: Enfermagem 1 Profa. Ms Solange A O Neves 2 1) Estafilococos Staphylococcus aureus BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS
Fisioterapia aplicada a pneumologia e terapia intensiva DOENÇAS PULMONARES INFECCIOSAS
Fisioterapia aplicada a pneumologia e terapia intensiva DOENÇAS PULMONARES INFECCIOSAS Pneumonia É uma inflamação ou infecção do parênquima pulmonar Agente etiológico: bactérias, vírus, fungos, helmintos,
BACTÉRIAS. Prof. Kauê Costa [email protected] 2014
BACTÉRIAS Prof. Kauê Costa [email protected] 2014 A célula bacteriana Estruturas bacterianas Parede celular Multicamadas. A camada interna é composta por peptideoglicanos; a camada externa varia quanto
Cocos Gram negativos de interesse médico
LABORATÓRIO DE ANAERÓBIOS Cocos Gram negativos de interesse médico Prof. Dr. Mario J. Avila-Campos http://www.icb.usp.br/bmm/mariojac Família Neisseriaceae Família Veillonellaceae Família Neisseriaceae
Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria
2012 Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria UNIPAC-Araguari Santa Casa de Araguari 2012 2 INTRODUÇÃO Pneumonia é uma inflamação ou infecção dos pulmões que afeta as unidades de troca
Imunologia dos Tr T ansplantes
Imunologia dos Transplantes Base genética da rejeição Camundongos isogênicos - todos os animais possuem genes idênticos Transplante de pele entre animais de linhagens diferentes rejeição ou aceitação depende
Aspectos Clínicos Relevantes da infecção
Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis Coordenação de Controle de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar Rotavírus ROTAVÍRUS O VÍRUS
Estimativa do número de casos no Brasil. A diminuição do Haemophylus influenzae com a vacinação. Os casos de doença meningocócica
Antibioticoterapia das meningites bacterianas ❶ Importância do tema Estimativa do número de casos no Brasil A diminuição do Haemophylus influenzae com a vacinação Os casos de doença meningocócica Alterações
PNEUMONIAS COMUNITÁRIAS
PNEUMONIAS COMUNITÁRIAS A maior parte dos casos são as chamadas comunitárias ou não nosocomiais Típica Não relacionada à faixa etária. Causada por S. pneumoniae, H. influenzae e S. aureus. Sintomatologia
INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO. Profa. Marinez Amabile Antoniolli Unochapecó Outubro, 2013
INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO Profa. Marinez Amabile Antoniolli Unochapecó Outubro, 2013 Sistema Urinário Formado por: - Um par de rins; - Um par de ureteres; - Bexiga; - Uretra 18-20 cm 4 cm Microbiota
3. Enfatizar a importância da coleta de material para o diagnóstico laboratorial das meningites e da
TEMAS SELECIONADOS - Ano XI - N 0. 02 / 2011 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL
Cilinon ampicilina sódica
Cilinon ampicilina sódica USO ADULTO E PEDIÁTRICO Apresentação Pó injetável Embalagem contendo 1 frasco-ampola + ampola de diluente. Embalagem contendo 100 frascos-ampolas com ou sem ampolas de diluente.
I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS
Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva
INTRODUÇÃO. Diabetes & você
INTRODUÇÃO Diabetes & você Uma das coisas mais importantes na vida de uma pessoa com diabetes é a educação sobre a doença. Conhecer e saber lidar diariamente com o diabetes é fundamental para levar uma
Nível Técnico Especialização Patologia Clínica em Oncologia
Concurso INCA 2010 Nível Técnico Especialização Patologia Clínica em Oncologia Este Caderno contém vinte questões discursivas de Conhecimentos Específicos correspondente ao curso descrito acima. Confira
meropeném Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda. Pó para solução injetável 500mg 1g Página 1 de 8
meropeném Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda. Pó para solução injetável 500mg 1g Página 1 de 8 meropeném Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999. IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome genérico: meropeném
a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e.
Questão 1 Preencha as lacunas a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Verdadeiro ou falso. Se falso, altere a declaração de modo a torná-la verdadeira. b) A exposição
Epidemiologia da Infecção Meningocócica
Doença Meningocócica Fascículo 1 Epidemiologia da Infecção Meningocócica Prof. Dr Eitan Naaman Berezin CRM 28871/SP Professor titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo São Paulo
Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular
Disciplina de Imunologia Curso de Biomedicina Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Como o sistema imune exerce sua função fisiológica principal = Proteger o hospedeiro de infecções por agentes
Streptococcus pneumoniae ISOLADO EM NASORAFINGE DE ADOLESCENTES EM SALVADOR-BAHIA
COLONIZAÇAO AO E RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA DE Streptococcus pneumoniae ISOLADO EM NASORAFINGE DE ADOLESCENTES EM SALVADOR-BAHIA Déa Mascarenhas Cardozo Professor orientador: Cristiana M Nascimento-Carvalho
COLÉGIO SÃO JOSÉ. 7º ano- Ciências Ensino Fundamental Professora Vanesca 2015
COLÉGIO SÃO JOSÉ 7º ano- Ciências Ensino Fundamental Professora Vanesca 2015 REINO MONERA - Formado por bactérias (heterótrofas) e algas azuis (autótrofas) Célula bacteriana Ribossomos Citoplasma Membrana
ANTIBIOTICOTERAPIA NA NCIA. Dulce Emilia Moreira
INFÂ Dulce Emilia Moreira INFÂ O ANTIBIÓTICO TICO É REALMENTE INDICADO DIANTE DOS ACHADOS CLÍNICOS? INFÂ INFECÇÕES BACTERIANAS ÓBVIAS X INFECÇÕES BACTERIANAS PROVÁVEIS VEIS INFÂ Fatores que devem ser considerados
Tópicos da Aula. Classificação CHO. Processo de Digestão 24/09/2012. Locais de estoque de CHO. Nível de concentração de glicose no sangue
Universidade Estadual Paulista DIABETES E EXERCÍCIO FÍSICO Profª Dnda Camila Buonani da Silva Disciplina: Atividade Física e Saúde Tópicos da Aula 1. Carboidrato como fonte de energia 2. Papel da insulina
PORTARIA No- 3.318, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010
PORTARIA No- 3.318, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 Institui em todo o território nacional, o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso. O MINISTRO
Conceito básicos e cadeia epidemiológica de transmissão de infecção.
Conceito básicos e cadeia epidemiológica de transmissão de infecção. Juliana Arruda de Matos Doutora em infectologia pela UFRJ Médica infectologista do HUCFF UFRJ Chefe substituta da Área de Infecção Hospitalar
Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica
Dengue NS1 Antígeno: Uma Nova Abordagem Diagnóstica Dengue é uma doença endêmica que afeta mais de 100 países, incluindo as regiões de clima tropical e subtropical da África, Américas, Leste do Mediterrâneo,
Boletim Epidemiológico Julho/2015
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA COORDENADORIA DE PROMOÇÃO À SAÚDE SUBCOORDENADORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA CENTRO DE INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA EM VIGILANCIA
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras
Teste seus conhecimentos: Caça-Palavras Batizada pelos médicos de diabetes mellitus, a doença ocorre quando há um aumento do açúcar no sangue. Dependendo dos motivos desse disparo, pode ser de dois tipos.
CARBÚNCULO HEMÁTICO OBJETIVOS
OBJETIVOS Construir a cadeia epidemiológica do carbúnculo hemático, identificando a principal via de transmissão do agente e valorizar as medidas profiláticas de ordem inespecíficas na prevenção da infecção
Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação
Rev: 03 Data: 19/07/2010 Página 1 de 5 Anexo I - Rol de Vacinas cobertas por esta Política Vacina Nome da Droga Pré-requisitos para cobertura Documentação necessária Observação Crianças de 1 a 12 anos:
Uso de antibióticos no tratamento das feridas. Dra Tâmea Pôssa
Uso de antibióticos no tratamento das feridas Dra Tâmea Pôssa Ferida infectada Ruptura da integridade da pele, quebra da barreira de proteção Início do processo inflamatório: Dor Hiperemia Edema Aumento
3ªsérie 2º período B I O L O G I A QUESTÃO 1 QUESTÃO 3 QUESTÃO 2 2.3
2.3 QUESTÃO 1 Observe estas figuras, em que estão representados alguns aspectos da organização estrutural de um tecido. B I O L O G I A 3ªsérie 2º período Figura I Y X Explique a relação entre o megacariócito
OS 5 PASSOS QUE MELHORAM ATÉ 80% OS RESULTADOS NO CONTROLE DO DIABETES. Mônica Amaral Lenzi Farmacêutica Educadora em Diabetes
OS 5 PASSOS QUE MELHORAM ATÉ 80% OS RESULTADOS NO CONTROLE DO DIABETES Mônica Amaral Lenzi Farmacêutica Educadora em Diabetes TER DIABETES NÃO É O FIM... É o início de uma vida mais saudável, com alimentação
Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO
Mudanças no sistema de tratamento da tuberculose do Brasil Perguntas e respostas freqüentes TRATAMENTO 1- O que mudou no tratamento da tuberculose (TB) padronizado no Brasil? A principal mudança consiste
Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho
Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho 36 anos, IO: 0000 Infecções urinárias de repetição prévias à gravidez Alergia a trimetoprim sulfametoxazol Gravidez espontânea, simples, sem intercorrências
CASO CLÍNICO. Felipe Santos Passos 2012
CASO CLÍNICO Felipe Santos Passos 2012 ANAMNESE ESP, feminino, 5 anos, natural e procedente de Salvador. QP - Febre há 12 horas 2 ANAMNESE HMA - Mãe relata que a criança apresentou quadro de febre (39
azitromicina di-hidratada Laboratório Globo Ltda. Comprimido Revestido 500 mg
azitromicina di-hidratada Laboratório Globo Ltda. Comprimido Revestido 500 mg azitromicina di-hidratada Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES: azitromicina di-hidratada
AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana
AIDS Síndrome da Imunodeficiência Humana Vírus da imunodeficiência humana (HIV) gp120 gp41 p17 Dupla camada de lipídeos p24 Material genético e enzimas Estrutura do genoma do HIV-1 vpr rev rev gag vif
VITAXON C Airela Indústria Farmacêutica Ltda Comprimido efervescente 1G/comp. eferv.
VITAXON C Airela Indústria Farmacêutica Ltda Comprimido efervescente 1G/comp. eferv. VITAXON C ácido ascórbico APRESENTAÇÕES Forma farmacêutica: comprimido efervescente Concentração: 1 g de ácido ascórbico
7.012 Conjunto de Problemas 5
Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 5 Pergunta 1 Enquanto estudava um problema de infertilidade, você tentou isolar um gene hipotético de coelho que seria responsável pela prolífica reprodução desses
REINO MONERA BACTÉRIAS
REINO MONERA BACTÉRIAS 7º ANO - CIÊNCIAS PROFESSORA LISIANE VIEL MORFOLOGIA Parede celular DNA circular e pedaços de DNA = plastídeos Presença de flagelos = locomoção Ribossomos e grãos de glicogênio =
Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco.
Função renal: excreção, controle do volume e composição dos líquidos corporais. Composto por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra. Os rins situam-se na parte dorsal do
Perguntas e Respostas sobre Chikungunya CARACTERÍSTICAS
Perguntas e Respostas sobre Chikungunya CARACTERÍSTICAS O que é Chikungunya? É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus Chikungunya (CHIKV), que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti
Departamento de Microbiologia e Imunologia Instituto de Biociências - UNESP Distrito de Rubião Júnior s/n CEP / Botucatu/ SP /Brasil Tel.
Gênero Neisseria Prof. Adjunto Ary Fernandes Junior Prof. Adjunto Ary Fernandes Junior Departamento de Microbiologia e Imunologia Instituto de Biociências - UNESP Distrito de Rubião Júnior s/n CEP 18618-000/
FICHA DE SOLICITAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS
SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SUVISA GERÊNCIA DE IMUNIZAÇÕES E REDE DE FRIO GIRF COORDENAÇÃO DE EAPV/CRIE FICHA DE SOLICITAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS CENTRO DE REFERÊNCIA PARA IMUNOBIOLÓGICOS
Dia Mundial da Diabetes - 14 Novembro de 2012 Controle a diabetes antes que a diabetes o controle a si
Dia Mundial da Diabetes - 14 Novembro de 2012 Controle a diabetes antes que a diabetes o controle a si A função da insulina é fazer com o que o açúcar entre nas células do nosso corpo, para depois poder
RESPOSTA RÁPIDA 147/2014 Peptamen Junior, fibra em pó, equipos
RESPOSTA RÁPIDA 147/2014 Peptamen Junior, fibra em pó, equipos SOLICITANTE Dra Regina Célia Silva Neves Juíza de Direito da Comarca de Itaúna NÚMERO DO PROCESSO 0338.14.001204-2 DATA 21/03/2014 SOLICITAÇÃO
AZITROMICINA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Revestido 500mg
AZITROMICINA Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido Revestido 500mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: AZITROMICINA Medicamento genérico Lei n 9.787, 1999 APRESENTAÇÕES Comprimido revestido
29/03/2012. Biologia. Principais glândulas endócrinas humanas
Biologia Tema: Módulo 01: Anatomia e fisiologia Marcos Vinícius Introdução É um sistema que juntamente com o sistema nervoso atua no controle das funções gerais do nosso organismo. É representado pelos
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PARANAGUA PROVA PARA ENFERMEIRO
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO HOSPITAL REGIONAL DO LITORAL PARANAGUA PROVA PARA ENFERMEIRO 1. Marque com (V) as alternativas corretas e com (F) as falsas: ( ) O sistema nervoso é formado pelos neurônios.
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE BOTULISMO. MIYOKO JAKABI INSTITUTO ADOLFO LUTZ SÃO PAULO e-mail: [email protected]
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE BOTULISMO MIYOKO JAKABI INSTITUTO ADOLFO LUTZ SÃO PAULO e-mail: [email protected] DIAGNÓSTICO LABORATORIAL Evidência da toxina (soro, vômito, lavado gástrico, fezes e alimentos);
BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA. Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos. Importador:
BOLETIM TÉCNICO IMUNOCAN VACINA Vacina para Tratamento e Prevenção da DERMATOFITOSE em Cães e Gatos Importador: 1 As Dermatofitoses são micoses superficiais nas quais a infecção fungica afeta as camadas
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Biociências e Biotecnologia Laboratório de Biotecnologia. Cianobactérias
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Biociências e Biotecnologia Laboratório de Biotecnologia Cianobactérias Disciplina: Biologia dos Vegetais Inferiores Coordenadora: Dra. Denise Dagnino
ASPECTOS LABORATORIAIS
INFLUENZA A (H1N1) 1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS LABORATORIAIS Os agentes infecciosos prioritários para investigação etiológica são os vírus influenza. As amostras de secreções respiratórias devem ser
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016. Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda
TREINAMENTO CLÍNICO EM MANEJO DA DENGUE 2016 Vigilância Epidemiológica Secretaria Municipal de Saúde Volta Redonda DENGUE O Brasil têm registrado grandes epidemias de dengue nos últimos 10 anos com aumento
