CARBÚNCULO HEMÁTICO OBJETIVOS
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- João Guilherme Amaro Barros
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1 OBJETIVOS Construir a cadeia epidemiológica do carbúnculo hemático, identificando a principal via de transmissão do agente e valorizar as medidas profiláticas de ordem inespecíficas na prevenção da infecção pelo Bacillus anthracis na população animal e humana.
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3 CONCEITUAÇÃO A denominação carbúnculo (carvão) provém do aspecto enegrecido da cavidade abdominal dos animais mortos. É uma doença que acomete com maior freqüência os ruminantes (ovinos e bovinos), manifestando-se na maioria das vezes na forma aguda, produzindo septicemia fatal. A infecção ocorre, na maioria das vezes, pela ingestão de esporos presentes no solo. Acidentalmente pode ser transmitida ao homem, ocorrendo três tipos de infecção: cutânea, inalatória e gastrointestinal. Em condições naturais, a mais comum é a lesão cutânea conhecida como Pústula Maligna, sendo as demais raríssimas.
4 Família: Bacillaceae AGENTE ETIOLÓGICO Bacillus anthracis (anthrakis carvão) gênero Bacillus > 90 espécies (grupo Cereus) bacilos gram+ extremidade em forma de ângulo reto formas isoladas ou em cadeia 3,8 x 1,2 µm imóveis capsulados esporulados aeróbios estritos
5 Bacillus anthracis ESTRUTURA ANTIGÊNICA Polissacarídeo somático comum aos demais bacilos (D-galactose e D-glicosamina) Polipeptídeo capsular ácido glutâmico virulência
6 Bacillus anthracis Toxina Exotoxina termolábil Fração I: produção de edema Fração II: indução de anticorpos Fração III: fator letal Isoladamente: inócuas Conjunto: disturbios eletrolíticos hemoconcentração insuficiência renal aguda
7 Bacillus anthracis RESISTÊNCIA (1) Formas vegetativas facilmente destruídas por putrefação, pasteurização e pela maioria dos desinfetantes comuns. Formas esporuladas altamente resistentes às condições naturais de dissecação frio calor Nunca necropsiar animal com suspeita de carbúnculo hemático
8 Bacillus anthracis RESISTÊNCIA (2) Carcaças 12 anos Merchant cultura de Bacillus anthracis em ambiente 38 anos (Merchant & Packer) Ação do calor : fervura (100 o C) 5 minutos autoclave (120 O C) 5 minutos calor seco o C 3 hs 180 O C 2 hs
9 Bacillus anthracis RESISTÊNCIA (3) AGENTES QUÍMICOS FORMOL PÉLES - LÃS - CERDAS PÉLES mínimo 30 minutos em imersão LÃS e CERDAS fumigação (sala de expurgo) COURO bissulfito de sódio 2,5% 48 hs ácido clorídrico 8% com NaCl 12% 30 hs
10 CULTIVO MEIOS ARTIFICIAIS Crescem bem em meios comuns de crescimento, sólidos ou líquidos, em temperatura de 37 o C e ph ligeiramente alcalino (7,2 ph 7,8). ANIMAIS de LABORATÓRIO > >
11 CULTIVO MEIOS ARTIFICIAIS FORMAS VIRULENTAS = CAPSULADAS Colônias rugosas CABELEIRA de MEDUSA Bacillus anthracis grupo Cereus imóveis móveis não fundem gelatina fundem a gelatina não produzem hemólise hemólise NÃO-VIRULENTAS lisas
12 CULTIVO ANIMAIS de LABORATÓRIO Morte em horas Edema gelatinoso no local de inoculação Congestão generalizada do peritônio, baço, fígado e rins Gânglios aumentados de volume Coloração vinhosa escura Esfregaço bacilos gram+ em forma de cadeia
13 CULTIVO ANIMAIS de LABORATÓRIO VACINA PASTEUR Tipo I Tipo II VACINA STERN Bacillus anthracis Cultivo 5 a 10% de CO 2 COLÔNIAS LISAS NÃO-CAPSULADAS SEM VIRULÊNCIA
14 EPIZOOTIOLOGIA (1)
15 EPIZOOTIOLOGIA (2) HERBÍVOROS mais suscetíveis CARNÍVOROS pouco suscetíveis AVES (GALINHA) estresse (gelo) Pasteur P. E. Trato digestivo (Trato respiratório e pele) - germinação dos esporos multiplicação na forma vegetativa - relação hospedeiro/parasita -disseminação por via sangüínea e linfática (maior comprometimento: fígado, baço, rins e medula óssea) - PRODUÇÃO DE EXOTOXINA choque irreversível (comprometimento eletrolítico, hemoconcentração e insuficiência renal)
16 EPIZOOTIOLOGIA (3) BOVINOS Período de incubação: 2 a 9 dias Infecção assintomática ou inaparente Forma supra aguda (APOPLÉTICA) Forma aguda e sub-aguda SINTOMATOLOGIA NÃO É CARACTERÍSTICA MORTE: eliminação de sangue pelos orifícios naturais rigidez cadavérica incompleta. V. E. (antes da morte) fezes, urina, descargas nasais e sangue NUNCA NECROPSIAR ANIMAL COM SUSPEITA DE CARBÚNCULO CARCAÇA MILIONÁRIA em B. anthracis SUÍNOS forma cutânea
17 HOMEM Hospedeiro acidental INALATÓRIA GASTROINTESTINAL CUTÂNEA ANTRAZ INALATÓRIO febre dos tosquiadores Robert Koch FORMA CUTÂNEA PÚSTULA MALIGNA (aspecto enegrecido) Zoonose ocupacional maiores vítimas: operários das indústrias de lã, pele, couro e cerdas. Atualidade: profissionais de jardinagem e paisagismo
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20 DIAGNÓSTICO BOVINOS SINTOMATOLOGIA INCONCLUSIVA Envenenamento (carrapaticidas, bernicidas ou herbicidas) Plantas tóxicas (erva-de-rato) Picada de cobra (Bothrops) Clostridioses NUNCA NECROPSIAR MATERIAL sangue recém-eliminado das narinas (papel de filtro ou zaragatoa) fragmento de orelha osso de canela desarticulado.
21 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL ISOLAMENTO INOCULAÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO REAÇÃO DE ASCOLI
22 EPIDEMIOLOGIA (1)
23 EPIDEMIOLOGIA (2) AGENTE -- HOSPEDEIRO -- AMBIENTE
24 PROFILAXIA (1) VIAS DE TRANSMISSÃO Vala de no mínimo 1,60 m de profundidade Cobrir totalmente as carcaças com cal virgem Cremação: não-recomendada (somente fornos crematórios) FARINHA DE CARNE, DE OSSOS E DE SANGUE boa procedência SUCETÍVEIS Diagnóstico rápido e tratamento dos contactantes Vacinação em áreas endêmicas Vacina Sterne
25 PROFILAXIA (2) HOMEM VIAS DE TRANSMISSÃO Controle adequado de ventilação e poeira nas fabricas que trabalham com produtos de origem animal LÃS e CERDAS sala de expurgo (fumigação= formoldeido + permanganato de potássio) PELES duas lavagens com água e sabão e banho de imersão em formoldeido 15% / 30 minutos COUROS banhos de imersão: bissulfito de sódio 2,5% / 48 horas ácido clorídrico 8% em cloreto de sódio 12% / 30 horas (o volume de água o volume/peso dos couros).
26 PROFILAXIA (3) HOMEM SUSCETÍVEIS - Roupas adequadas para operários de estabelecimentos que manipulam produtos de origem animal - Uso de luvas na prática de jardinagem e paisagismo - Uso de luvas à palpação e necropsia VACINA : amostra não capsulada (não virulenta) inativada baixa imunogenicidade (mínimo 3 doses)
27 BIOTERRORISMO
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29 BIOTERRORISMO
30 BIOTERRORISMO ARMA BIOLÓGICA - (meu conceito) baixíssimo risco a) Inalação de grande número de esporos (condições excepcionais) b) Transmissão inter-humanos raríssima c) Não é doença incurável (penicilina, doxiciclina, ciprofloxacina, etc)
31 REFERÊNCIAS ACHA, P.N.; SZYFRES, B. Carbunculo. In: ACHA, P.N. (Ed.). Zoonosis y enfermidades transmissibles comunes al hombre y a los animales. Washington: Organización Panamericana de la Salud, v. 1, p (Publicación Científica y Técnica 580). CDC Centers for Disease Control and Prevention - < acesso em 22/05/12 MENDES, C.M.; SAMPAIO, J.L.M. ArtigosTécnicos: Antraz ou Carbúnculo. < acesso em 22/05/12
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