Matemática Discreta - 02
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- Estela Flores Silveira
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1 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 02 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] 1
2 Argumento O objetivo de um argumento é justificar uma afirmação que se faz, ou dar as razões para uma certa conclusão obtida. Exemplo: Você me enganou. Pois, disse que ia estudar e meu irmão lhe viu jogando bola. Um argumento demonstra/prova como a partir dos dados de um problema chegou-se a uma conclusão. 2
3 Argumento - Raciocínio e Inferência Para convencer que você sabe a resposta (que não é um chute!) você tem de expor as razões que o levaram a conclusão (justificar). Pontos de Partida Caminhos Seguidos Raciocínio ou Processo de Inferência Conclusão Um argumento poderia ser considerado uma reconstrução explícita do raciocínio efetuado 3
4 Argumento - Raciocínio e Inferência Inferência é a relação que permite passar das premissas para a conclusão (um encadeamento lógico ) A palavra inferência vem do latim, Inferre, e significa conduzir para. O objeto de estudo da lógica é determinar se a conclusão de um argumento é ou não decorrente das premissas (uma inferência). 4
5 Validade de um Argumento Em um argumento válido, as premissas são consideradas provas evidentes da verdade da conclusão, caso contrário não é válido. Quando é válido, podemos dizer que a conclusão é uma consequência lógica das premissas, ou ainda que a conclusão é uma inferência decorrente das premissas. 5
6 As formas simbólicas como fbfs em lógica formal para representar proposições são chamadas fbfs proposicionais. Usando ferramentas da lógica formal, podemos chegar a conclusões de proposições dadas. O sistema formal que usa fbfs proposicionais é chamado de lógica proposicional, lógica declarativa ou cálculo proposicional. Argumentos Válidos: um argumento pode ser representado em forma simbólica como: P 1 P 2 P 3... P n Q P 1,...P n são as proposições dadas, chamadas de hipóteses do argumento e Q é a conclusão do argumento. P e Q representam fbfs e não somente letras de proposição. Quando um argumento pode ser considerado válido? 6
7 Q é uma conclusão lógica de P 1,...P n sempre que a verdade das proposições P 1,...P n implica na verdade de Q. Uma fbf proposicional P 1 P 2 P 3... P n Q é um argumento válido quando for uma tautologia. Para testarmos se P 1 P 2 P 3... P n Q é uma tautologia, podemos construir uma tabela verdade, ou mais simplificadamente, utilizaremos um sistema de regras de dedução. Essas regras modificam uma fbf sem modificar seu valor lógico. Começando a partir das hipóteses P 1,...P n (supostas verdadeiras) para se chegar à conclusão Q verdadeira. 7
8 Uma sequência de demonstração é uma sequência de fbfs nas quais cada fbf é uma hipótese ou resultado de se aplicar uma das regras de dedução às fbfs anteriores na sequência. Usando lógica formal para provar que Q é uma conclusão válida de P 1,...P n, vamos produzir uma sequência de demonstração da forma: P 1 (hipótese) P 2... (hipótese) P n (hipótese) fbf 1 (obtida aplicando-se uma regra de dedução às anteriores) fbf 2... Q (obtida aplicando-se uma regra de dedução às anteriores) 8
9 Regras de Dedução para a Lógica Proposicional Dois tipos: equivalências e inferência. As regras de equivalência permitem que fbfs individuais sejam reescritas mantendo o mesmo valor lógico. As regras de inferência permitem a dedução de novas fbfs a partir de fbfs anteriores na sequência de demonstração. As regras de equivalência dizem que determinados pares de fbfs são equivalentes (R S, onde R S é uma tautologia). R pode ser substituído por S sem mudança do valor lógico. As regras preservam os valores 9
10 Regras de Equivalência Expressão Equivalente a Nome/Abreviação P Q P Q (P Q) R (P Q) R (P Q) (P Q) Q P Q P P (Q R) P (Q R) P Q P Q Comutatividade / Com Associatividade / Ass Leis de De Morgan / De Morgan P Q P Q Condicional / Cond (*) P (P ) Dupla negação / Dn P Q (P Q) (Q P) Equivalência / Equi (*) Demonstrar. 10
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12 Regras de Equivalência Ex.: Suponha que uma hipótese de um argumento proposicional pode ser simbolizada como (A B ) C Então, o primeiro passo de uma sequência de demonstração para o argumento poderia ser: 1. (A B ) C (Hip) 2. (A B) C (De Morgan) 3. (A B) C (Cond) 12
13 Regras de Inferência Se uma ou mais fbfs fazem parte de uma sequência de demonstração, então podemos adicionar uma nova fbf na sequência, substituindo uma anterior por uma nova fbf correspondente. Ao contrário das regras de equivalência, as regras de inferência não funcionam em ambas as direções. A idéia básica de se utilizar inferência é da dedução de novas proposições a partir de proposições já conhecidas. 13
14 Regras de Inferência De Podemos Deduzir Nome/Abreviação P, P Q Q Modus ponens / mp P Q, Q P Modus Tollens / mt P, Q P Q Conjunção / conj P Q P, Q Simplificação / simp P P Q Adição / ad Ex.: P P Q Q V V? V F? F V? F V? Se P, então Q. P. Portanto Q. 1. Se chover, então fico em casa. 2. Choveu. 3. Portanto fico em casa. 14
15 Regras de Inferência Ex.: P Q Q P V F F Se P, então Q. Q é falso. então P é falso 1. Se existe fogo aqui, então tem oxigênio 2. Não há oxigênio aqui 3. Então aqui não há fogo 15
16 Regras de Inferência Ex.: 1. A (B C) - hip 2. A - hip 3. B C 1,2 mp Ex.: 1. (A B ) C - hip 2. C - hip 3. (A B ) 1,2 mt Ex.: 1. (A B) C - hip 2. A - hip 3.? (mp não se aplica) Para usar uma regra de dedução, as fbfs tem que ter a mesma forma descrita na regra. 16
17 Usando a lógica proposicional, provar que o argumento abaixo é válido. A (B C) [(A B) (D C )] B D 1. A hip 2. B C hip 3. (A B) (D C ) hip 4. B hip 5. C 2,4, mp 6. A B 1,4, conj 7. D C 3,6, mp 8. C D 7, com 9. C D 8, cond 10. D 5, 9, mp 17
18 Usando a lógica proposicional, provar que o argumento abaixo é válido. [(A B ) C)] (C D) A D 1. (A B ) C hip 2. C D hip 3. A hip 4. A B 3, ad 5. C 1,4, mp 6. D 2,5, mp 18
19 Exercícios Usando a lógica proposicional, provar que os argumentos abaixo são válidos. a) (A B) A (B V C) C b) (A C B ) A C B c) (A B ) B (A C) C Regra de equivalência - Contraposição 19
20 Sugestões de Dedução Modus ponens é a regra mais intuitiva e deve ser usada muitas vezes. Fbfs da forma (P Q) e (P Q) dificilmente são úteis em uma sequência de demonstração. Usar as leis de De Morgan para convertê-las em P Q e P Q respectivamente. Fbfs na forma P Q também não são úteis em sequências de demonstração. Usar a dupla negação para converter P Q em (P ) Q e depois usar a condicional para obter P Q. 20
21 Métodos Dedutivos e Outras Regras Suponha que o argumento que queremos provar tem a forma: P1 P2 P3... Pn (R S) A conclusão é uma implicação. Mas, ao invés de usar P 1,...P n como hipóteses e inferir R S, o método dedutivo nos permite adicionar R como hipótese adicional e depois inferir S, na seguinte forma: P1 P2 P3... Pn R S A vantagem é que nos dá mais uma hipótese para demonstração. 21
22 Use a lógica proposicional, usando o método dedutivo, para provar que o argumento abaixo é válido. [A (A B)] (A B) [A (A B)] A B 1. A (A B) hip 2. A hip 3. A B 1,2, mp 4. B 2,3, mp 22
23 Use a lógica proposicional, usando o método dedutivo, para provar que o argumento abaixo é válido. (A B) (B C) (A C) (A B) (B C) A C 1. A B hip 2. B C hip 3. A hip 4. B 1,3, mp 5. C 2,4, mp A demonstração acima descreve a regra para o Silogismo Hipotético. 23
24 Silogismo Hipotético De P Q e Q R pode-se deduzir P R. De maneira formal: (P Q) (Q R) (P R) Por ser uma outra regra de dedução legítima, o silogismo hipotético pode ser usado em um passo de uma demonstração. Ex.: Demonstrar a validade do argumento abaixo. (A B) (B C) (A C) 1. A B hip 2. B C hip 3. A B 1, cond 4. A C 2,3, sh 24
25 Silogismo Disjuntivo De P Q e P, pode-se deduzir Q. De maneira formal: (P Q) P Q É outra regra de dedução adicional, chamada de silogismo disjuntivo, que pode ser usada em um passo de uma demonstração. Ex.: Demonstrar a validade do argumento abaixo. (A B) A B 1. A B hip 2. A hip 3. A B 1, cond 4. B 2,3, mp 25
26 Argumentos Verbais Um argumento verbal formado por declarações simples, pode ser testado logicamente por um processo de duas etapas: 1. Simbolize cada declaração usando fbfs proposicionais. 2. Prove a validade do argumento construindo uma sequência de demonstração através das regras de dedução. Considere o argumento: Se as taxas de juros caírem, o mercado imobiliário vai melhorar. Ou a taxa federal de descontos vai cair, ou o mercado imobiliário não vai melhorar. As taxas de juros vão cair. Portanto, a taxa federal de descontos vai cair. Definir a notação do argumento em lógica proposicional e provar a validade do argumento, por sequência de demonstração. 26
27 Se as taxas de juros caírem, o mercado imobiliário vai melhorar. Ou a taxa federal de descontos vai cair, ou o mercado imobiliário não vai melhorar. As taxas de juros vão cair. Portanto, a taxa federal de descontos vai cair. Usando a notação: J A taxa de juros vai cair. I O mercado imobiliário vai melhorar. F A taxa federal de descontos vai cair. O argumento fica: (J I) (F I ) J F 1.J I hip 2.(F I ) hip 3.J hip 4.I F 2, com 5.I F 4, cond 6.J F 1,5, sh 7.F 3,6 mp 27
28 Nos exercícios abaixo que regra de inferência é ilustrada pelo argumento dado. 1) Se Martins é o autor, então o livro é de ficção. Mas o livro não é de ficção. Portanto, Martins não é o autor. 2) Se a firma falir, todos os seus bens tem que ser confiscados. A firma faliu. Então todos os bens foram confiscados. 3) Se Paulo é um bom nadador, então ele é um bom corredor. Se Paulo é um bom corredor, então ele é um bom ciclista. Portanto, se Paulo é um bom nadador, então ele é um bom ciclista. 28
29 Nos exercícios abaixo que regra de inferência é ilustrada pelo argumento dado. 4) A condição suficiente para que a caixa d água encha é que a válvula esteja aberta. Sabe-se que a válvula está aberta. Portanto a caixa d água vai encher. 5) A moqueca não pode ser feita nem de Baiacu e nem de Cação. Isto é equivalente a dizer que é falso afirmar que: a moqueca é feita de Baiacu ou de Cação. 6) Se o show deu muita gente então é porque fez sol. Mas, sabe-se que não fez sol. Portanto o show não deu muita gente. 29
30 Ex.: Verifique a validade do argumento: Meu cliente é canhoto mas, se o diário não tiver sumido, então meu cliente não é canhoto; portanto, o diário sumiu. Usando a notação: C Meu cliente é canhoto D O diário sumiu. O argumento fica: C (D C ) D 1.C hip 2.(D C ) hip 3.(D ) C 2, cond 4.D C 3, dn 5.C D 4, com 6.C D 5, cond 7.D 1,6 mp Obs: A validade do argumento é uma função apenas do seu formato lógico e não tem nada a ver com a verdade fatual de nenhum dos seus componentes. 30
31 Ex.: Verifique a validade do argumento: Se a segurança é um problema, então o controle será aumentado. Se a segurança não é um problema, então os negócios na internet irão aumentar. Portanto, se o controle não for aumentado, os negócios na internet crescerão. Usando as letras de proposição S, C, N: 31
32 Você foi convocado a participar de um júri em um processo criminal. Jason está sendo acusado de um crime. O advogado de defesa faz o seguinte argumento: Se meu cliente fosse culpado, a faca estaria na gaveta. Ou a faca não estava na gaveta ou Jason viu a faca. Se a faca não estava lá no dia 10 de outubro então Jason não viu a faca. Além disso, se a faca estava lá no dia 10 de outubro, então a faca estava na gaveta e o martelo estava no celeiro. Mas todos sabemos que o martelo não estava no celeiro. Portanto, senhoras e senhores, meu cliente é inocente. O argumento do advogado está correto? Verifique a validade do argumento. Como você votaria? 32
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