A CONCEPÇÃO DE ENSINO ELABORADA PELOS ESTUDANTES DAS LICENCIATURAS
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- Lorenzo Pacheco
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1 A CONCEPÇÃO DE ENSINO ELABORADA PELOS ESTUDANTES DAS LICENCIATURAS Osmar Mackeivicz Introdução Para Veiga (2006) o ensino constitui tarefa básica do processo didático e corresponde a diversas dimensões que nos auxiliam compreender a complexidade dessa tarefa. Para a autora, o ato de ensinar é intencional e exige planejamento didático, não constituindo apenas uma expressão técnica e linear focada na transmissão-assimilação. Destaca, ainda, que ensinar pressupõe a construção do conhecimento e rigor metodológico e que o grande desafio são as interfaces entre o conhecimento curricular e o contexto social que os estudantes vivem. Diante do contexto que envolve o ensino compreendemos os cursos de licenciatura, como espaço privilegiado no qual o acadêmico insere-se em processos que lhe permitem a formação de conceitos sobre a ação docente, e sobre o que ele compreende do ensino. Tais concepções elaboradas durante a graduação orientarão a sua prática educativa, por isso faz-se necessário durante a licenciatura, a construção de conhecimentos que possibilitem ao egresso estabelecer posicionamentos críticos em relação às práticas estabelecidas. O curso de licenciatura expressa uma intencionalidade educativa que provoca o acadêmico na construção de sua identidade docente. As abordagens de ensino procuram compreender o fenômeno educativo a partir de diferentes enfoques, muitos deles relacionados com o momento histórico de sua criação e do desenvolvimento da sociedade na qual estavam inseridas. Há muitas interpretações sobre o conhecimento dos fenômenos educativos. É um fenômeno histórico, humano e multimensional (MIZUKAMI, 1986, p. 107). No contexto da graduação, o ensino é uma atividade intencional, desenvolvida em um contexto institucional, a qual pressupõe uma interação entre o professor e os estudantes, objetivando mudanças que contribuam para profissionalização dos sujeitos/estudantes (GARCIA, 1999). Sendo o ensino uma atividade intencional, não linear que orienta os processos de aprendizagens e cria cenários formativos, e considerando a centralidade do processo de ensino na formação inicial de professores indagamos: qual é a concepção de ensino elaborada pelos estudantes das licenciaturas? 1
2 Sendo assim, a presente pesquisa tem como objetivo analisar as concepções de ensino elaboradas pelos estudantes das licenciaturas de uma Universidade a fim de subsidiar o processo de formação inicial de professores. Como objetivos decorrentes: Identificar as concepções de ensino elaboradas pelos estudantes da Universidade; e identificar as concepções de ensino presente no projeto político pedagógico das licenciaturas de Pedagogia, Matemática e Ciências Biológicas. Metodologia Tendo como objeto de estudo a concepção de ensino elaborada pelos estudantes de licenciatura, a presente pesquisa desenha-se numa perspectiva qualitativa por existir maior interesse pelo processo do que pelos resultados, enfatizando não apenas a descrição, mas também a indução: A abordagem da investigação qualitativa exige que o mundo seja examinado com a ideia de que nada é trivial, que tudo tem potencial para constituir uma pista que nos permita estabelecer uma compreensão mais esclarecedora do nosso objeto de estudo (BOGDAN; BIKLEN, 1994, p.49). Para consecução desta pesquisa utilizar-se-ão de três instrumentos de coleta de dados a saber: análise documental, questionário e grupo focal. Em um primeiro momento para coleta de dados dessa pesquisa utilizar-se-á de um questionário (em execução), com perguntas abertas e fechadas, aplicadas através do google docs e também com questionários impressos com estudantes 4º anos dos cursos de Pedagogia, Matemática e Ciências Biológicas da Universidade. A intencionalidade dos questionários é caracterizar os sujeitos da pesquisa, e coletar informações sobre como é o ensino na universidade e suas proposições de mudanças. Em nosso estudo o questionário é um estudo exploratório, mapeando algumas questões e alguns posicionamentos dos estudantes e que posteriormente serão aprofundados com a técnica de grupo focal. Para que possamos analisar e identificar as formas de organização pedagógica optamos pela análise documental dos projetos políticos pedagógicos dos cursos investigados, buscando articulações da proposta pedagógica de cada curso com as respostas dos estudantes envolvidos na pesquisa. Posteriormente serão realizados grupos focais, para que se possa discutir o objeto deste estudo. Esses grupos focais serão constituídos a partir do questionário que será utilizado como um estudo exploratório da temática. A análise dos dados coletados, realizar-se-á a partir da teoria de análise de conteúdo de Bardin (2011), a qual consiste em um conjunto de técnicas de análise das comunicações, 2
3 visando o conteúdo das mensagens, possibilitando a obtenção de indicadores que permitam a inferência de conhecimentos relativos as condições de produção dos conteúdos das mensagens expressas. Fundamentação teórica Para se compreender a razão de ser das práticas de ensino, relação entre professor e aluno, formas de avaliação, é necessário entender que as teorias pedagógicas são constituídas socialmente em circunstâncias históricas determinadas. Tais circunstâncias históricas são determinantes para as relações das práticas pedagógicas. Para Veiga (2004, p. 15), a intencionalidade educativa está presente no processo de ensino e é indicadora das concepções de quem a propõe. Essa intencionalidade educativa influi e aponta o caminho que se propõe a percorrer, e assim constituir concepções de ensino. Não se pensa o ensino desconectado de um contexto social mais amplo, seja ele econômico, político ou cultural. O modelo tradicional de educação, no qual o professor caracteriza-se como detentor do conhecimento e o aluno uma tábula rasa é questionado pelas exigências do mundo contemporâneo em que nos encontramos. Assim Cunha (2010, p. 13), afirma: o modelo de docente porta-voz de um saber dogmatizado, capaz de transferir, pelo dom da oratória, em aulas magistrais, seus saberes profissionais, não mais atende às necessidades da sociedade contemporânea. No entanto, essa concepção ainda é notável nos cursos de formação de professores. Paulo Freire, denomina esse modelo de ensinar de educação bancária. Por outro lado Romanowski (2007), destaca que a educação é uma prática social, e que a identidade dos professores é construída na relação com a história, a cultura e a política no qual encontra-se inserido e exerce sua profissão. Investigar as concepções de ensino dos estudantes, sugere pensar em uma reforma no modo de ensinar, pois como afirma Morin (1999, p. 20), a reforma do ensino deve conduzir à reforma do pensamento e a reforma do pensamento deve conduzir à reforma do ensino. Assim sendo, as pesquisas de Martins (1998) e Imbernòn (2001) ressaltam a importância da reflexão crítica sobre a prática docente, como proposta de mudança para o cenário educacional. É refletindo a partir desses movimentos complexos, que a universidade deve repensar seu modo de ensinar. O professor continua sendo figura importante no processo de ensino e aprendizagem, porém assume a postura de mediador do processo, estimulador do pensamento 3
4 crítico e reflexivo. O ensino na universidade exige uma mudança de paradigma do que é ensinar, aprender e de como avaliar a aprendizagem do aluno. Considerações sobre resultados iniciais Pensar as questões de ensino, não é apenas pensar no domínio de conteúdos, mas também na formação pedagógica do professor de forma articulada. O ato de ensinar só se realiza na totalidade (BRZEZINSKI, 2002, p. 138). O trabalho docente deverá ser compreendido em sua totalidade, e não fragmentado, compartimentado. Assim sendo, essa pesquisa tem como ponto de partida alguns questionamentos acerca das práticas de ensino que veem sendo desenvolvidas nos espaços universitários. Chama-nos a atenção, mesmo que previamente, a fragmentação do ensino na universidade, a relação teoria e prática, bem como a falta de identidade do curso de licenciatura em Matemática da Universidade. Percebe-se uma reprodução metodologias e métodos de ensino, sem nenhuma conectividade com a realidade contemporânea. Espera-se, com essa pesquisa, proporcionar reflexões acerca das concepções de ensino dos acadêmicos, bem como oferecer subsídios para repensar a formação de professores nas licenciaturas. REFERÊNCIAS ANDRÉ, M. E. D. A. Formação de professores: a constituição de um campo de estudos. Educação. Porto Alegre, PUC/ RS, v. 33, p. 6-18, BARDIN, L. Análise de conteúdo. 2. Ed. São Paulo: edições 70, CUNHA, M.I. (org). Pedagogia universitária: energias emancipatórias em tempos neoliberais. Araraquara, São Paulo: Junqueira & Marin, BOGDAN, R.; BIKLEN, S. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto Editora, BRZEZINSKI, I. Profissão Professor: identidade e profissionalização docente. Brasília: Plano Editora, GARCIA, Carlos Marcelo. Formação de Professores para uma mudança educativa. Portugal: Porto Editora, GATTI, B. A.; BARRETTO, E. S. de S.; ANDRÉ, M. E. D. A. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: Unesco, IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez,
5 MARTINS, P. L. O. A didática e as contradições da prática. Curitiba: Ibpex, MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, MORIN, E. Repensar a reforma, reformar o pensamento: a cabeça bem feita. Lisboa: Artes Gráficas, ROMANOWSKI, J. P. Formação e profissionalização docente. Curitiba: Ibpex, SAVIANI. D. Escola e Democracia. Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, n. 5. São Paulo: Cortez e Autores Associados, SOARES, S. R; CUNHA, M. I. Formação do professor: a docência universitária em busca de legitimidade. Salvador: EDUFBA, VEIGA, I. P. A. as dimensões do processo didático na ação docente. In: ROMANOWSKI, J.P.; MARTINS, P.L.O. e JUNQUEIRA, S. R.A. Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação docente. VoI I. Curitiba: Champagnat, 2004, p Lições de didática. Campinas, SP.: Papirus,
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