CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA ENTRE DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO FÍSICA EM QUESTÃO
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- Rafaela Rico Damásio
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1 1 CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA ENTRE DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO FÍSICA EM QUESTÃO Danielle Batista Mestranda em Educação Universidade Federal de Mato Grosso Bolsista Capes Profº. Dr. Evando Carlos Moreira Orientador Universidade Federal de Mato Grosso RESUMO Esta pesquisa teve como objetivo verificar como os docentes no ensino superior que atuam na formação de professores de Educação Física lidam com a sua formação continuada. Para tanto, desenvolveu-se um estudo bibliográfico que abordou as necessidades da formação de professores, tanto no que se refere a formação inicial como na formação continuada, especificamente dos que atuam no ensino superior, por entender que este campo de atuação tem grande importância na formação de novos professores. Por sua vez, o estudo empírico foi realizado com base na abordagem qualitativa, adotando um caráter descritivo. O universo de pesquisa foi uma instituição de ensino superior, sendo que desta, 12 professores foram elencados como sujeitos. O instrumento de coleta de dados utilizado foi uma entrevista estruturada, organizada em pautas, composta por 20 perguntas. Constatamos que os professores entendem os elementos importantes no processo de formação continuada e que a base para a construção do seu saber teórico-prático são as leituras, cursos, palestras, congressos, aquisição de livros, envolvimento com grupo de pesquisa e pós-graduação. Observamos ainda que a entrevista possibilitou aos professores uma reflexão da sua atuação como docente e uma autocrítica daquilo que têm realizado dentro e fora de sala. Assim, concluímos que as concepções dos professores sobre formação continuada podem até ser semelhantes, mas a forma como eles a concebem durante a sua carreira são diferentes. Com base nas reflexões proporcionadas pelas entrevistas, percebemos que os professores foram conduzidos a pensar a sua formação e atuação, auto-avaliando seu papel como professor universitário na construção de uma identidade profissional transformadora. Palavras-chave: Ensino Superior. Formação Continuada. Professor INTRODUÇÃO Compreender que a formação continuada é um processo permanente e de ampla conscientização pessoal, é entender que a construção do seu conhecimento se faz a partir da reflexão da prática perante a atuação como professor. Isso permite que o professor questione suas próprias concepções sobre os diferentes aspectos do processo de ensino-aprendizagem a partir da [...] necessidade de uma formação de professores construída dentro da profissão. (NÓVOA, 2009, p. 28). O processo de formação não é algo que deve ser restrito apenas ao período da graduação, dentro da sala de aula. A busca incessante do conhecimento permite que o 02007
2 2 professor compreenda seu real papel como mediador do conhecimento. A continuidade traz uma visão de sequência, algo que a cada instante instiga mais investigação, mais questionamentos, mais reflexões acerca da prática no seu processo de formação, refletindo na sua atuação dentro e fora de sala. Para uma melhor compreensão, García (1999, p. 26 apud SOARES; CUNHA, 2010, p. 30) define formação de professores como: [...] a área de conhecimentos, investigação e de propostas teóricas e práticas que, no âmbito da Didática e da Organização Escolar, estuda os processos através dos quais os professores em formação ou em exercício se implicam individualmente ou em equipe, em experiências de aprendizagem através das quais adquirem ou melhoram os seus conhecimentos, competências e disposições, e que lhes permitem intervir profissionalmente no desenvolvimento do seu ensino, do currículo e da escola, com o objetivo de melhorar a qualidade da educação que os alunos recebem. Compreende-se ainda que, esta relação entre professor-aluno pode ser um grande componente para a formação deste docente como referencial de experiência como professor atuante na promoção do conhecimento. Sua formação se dá a partir das reflexões que este professor traz quanto à sua atuação dentro e fora da sala de aula, compreendendo que ser docente não é ser um mero reprodutor de informações. Seus saberes pedagógicos devem ser oferecidos a todo o momento, tendo a prática investigativa como ferramenta essencial na construção de um profissional apto para atuar e formar alunos pensantes. Dessa forma, Soares e Cunha (2010, p. 24) afirmam que: [...] apesar de bastante difundida a crença de que o domínio dos conhecimentos específicos do campo científico ou profissional assegura a transposição para uma efetiva aprendizagem do estudante, a ausência de saberes pedagógicos limita a ação do docente e causa transtornos de naturezas variadas ao processo de ensinar e aprender. Assim, para que o processo de ensinar e aprender ocorra é fundamental a existência de uma consciência formativa contínua, que vá além do seu limite, da sua simples atuação em sala de aula. Tal processo instiga este professor a pensar e repensar suas atitudes como formador. Vale lembrar que a [...] docência universitária é profissão que tem por natureza constituir um processo mediador entre sujeitos essencialmente diferentes, professor e alunos, no confronto e na conquista do conhecimento. (PIMENTA; ANASTASIOU, 2002, p. 109)
3 3 É importante conceber que a formação contínua é um processo infinito, que demanda deste docente uma consciência que: [...] suas necessidades e as do contexto em que atua, se compromete reflexivamente na transformação das práticas e na afirmação da profissionalidade docente. (SOARES; CUNHA, 2010, p. 32). A partir destas considerações surgiu a seguinte inquietação: como os professores do ensino superior concebem a formação continuada, bem como investem em sua formação? Dessa forma, tem-se como objetivo do presente estudo verificar como os docentes no ensino superior que atuam na formação de professores de Educação Física lidam com a sua formação continuada. METODOLOGIA O presente estudo adotou a abordagem qualitativa, uma vez que esta não tem a intenção de obter dados numéricos, mas, informações de cunho comportamental. Sendo assim, Oliveira (2000, p. 165) define que, esta abordagem de pesquisa: [...] não emprega dados estatísticos como centro do processo de análise de um problema. Quanto ao seu caráter, esta se apresenta descritiva, pois de acordo com Gil (1991, p. 42) [...] tem como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre variáveis. O universo de pesquisa foi a Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso, tendo como sujeitos 12 professores pertencentes ao corpo docente da faculdade, independente da sua titulação. Para a coleta de dados, o instrumento foi à entrevista estruturada. A análise dos dados ocorreu a partir da codificação das respostas, conforme mencionam Bogdan e Biklen (1994, p. 221, grifo do autor): É um sistema que percorre os seus dados na procura de regularidades e padrões bem como de tópicos presentes nos dados, pois à medida que se vai lendo, os dados repetem-se ou destacam-se certas palavras, frases, padrões de comportamento, formas dos sujeitos pensarem e acontecimentos. Em seguida, escreve-se palavras e frases que representem estes mesmos tópicos e padrões. Estas palavras ou frases são categorias de codificação. As categorias constituem um meio de classificar os dados descritivos que recolheu [...]. Para atender aos objetivos desse estudo e à proposta de análise, foram estabelecidas as categorias a partir das respostas dos sujeitos. Dessa forma, parte das 02009
4 4 respostas ou mesmo respostas completas foram transcritas literalmente, evitando distorções interpretativas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Percebemos no decorrer do presente estudo que a reflexão e a autocrítica a respeito da sua formação continuada e atuação em sala de aula foi percebida pelos professores. Questionamentos que os conduziram a autoavaliar-se, o que se apresenta positivo tanto para a sua consciência profissional quanto para o crescimento do conhecimento na área de atuação, refletindo assim, numa possível modificação do perfil de docente formador. Dentre os resultados encontrados, destacamos a contribuição dos elementos importantes que dão base para a construção do seu saber teórico-prático, dentre eles estão às leituras, cursos, palestras, congressos, aquisição de livros, envolvimento com grupo de pesquisa, pós-graduação, sendo estes, a partir das respostas dos professores, subsídios para uma formação diferenciada. Logo, estes novos elementos enriquecem a atuação pautada na formação do aluno, tornando este professor o diferencial no processo de formação dos futuros professores. Observou-se também, que os professores refletiram acerca de sua atuação como docente universitário, por alguns instantes percebeu-se a reflexão, crítica pessoal e sincera a respeito da função de formador e provedor do conhecimento. Esta consciência crítica revela o quanto, muitas vezes, os professores deixam de refletir, de pensar em sua prática, de pensar em como tem se disponibilizado para o preparo das aulas, na escolha do conteúdo a ser ministrado e na relação professor-aluno no ensino superior. Percebeu-se ainda que, a atuação pedagógica exercida pelo docente no ensino superior requer um comprometimento do professor para com sua qualificação, buscando entender-se como docente a partir das transformações no campo do ensino superior, das competências que precisa ter e dos elementos que contemplam a formação e intervenção desse professor universitário e sua relação com os saberes necessários à formação dos futuros professores. Como último ponto, destacamos a concepção que os docentes universitários tem a respeito da sua formação continuada. Observamos que os estes entendem que a formação continuada e a docência no ensino superior exigem uma formação para além das quatro paredes, e que esta se faz a partir da reflexão da sua prática como professor do ensino superior. A docência não é uma técnica que se tem ou não, mas se constrói no 02010
5 5 dia a dia, a partir das vivências e experiências pessoais, adquirindo-as no campo de atuação para uma formação construtiva, reflexiva e pessoal. Dessa forma, exige-se do professor uma multiplicidade de saberes e competências que conduzam, de forma pedagógica, a atuação voltada à aprendizagem do aluno, a partir do desenvolvimento de suas competências como docente formador, sustentado em conhecimentos formativos tanto práticos quanto teóricos. Perceber que a reflexão sobre a formação do professor passa pelo entendimento das competências profissionais, que por sua vez, constrói uma identidade firmada num ensino transformador é fundamental. Para tanto, a formação continuada deve se fazer presente constantemente, é um ciclo que não cessa e isso precisa partir primeiramente do professor. REFERÊNCIAS BOGDAN, Robert; BIKLEN, Sari. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, NÓVOA, A. Professores: imagem do futuro presente. Lisboa: Educa, OLIVEIRA, S. L. de. Metodologia da pesquisa. In:. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, tgi, tcc, monografias, dissertações e teses. 2. ed. São Paulo: Pioneira, PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. das G. C. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez, SOARES, S. R.; CUNHA, M. I. da. Formação do Professor: a docência universitária em busca de legitimidade. Salvador, BA: EDUFBA,
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