Elisabete Pereira (2003) Análise do Software Eu Aprendo Ciências da Natureza 6º Ano

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Elisabete Pereira (2003) Análise do Software Eu Aprendo Ciências da Natureza 6º Ano"

Transcrição

1 Elisabete Pereira (2003) Análise do Software Eu Aprendo Ciências da Natureza 6º Ano Trabalho realizado no âmbito da disciplina As TIC no Ensino das Ciências e da Matemática. Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Revisto por Isabel Chagas Como instrumento de análise utilizou-se uma adaptação da Ficha Síntese do Potencial Pedagógico, produzida pelo projecto PEDACTICE: ( Elisabete Pereira - 1

2 Análise de Software Multimédia Educativo P E D A C T I C E 2000 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO TÍTULO EDITORA Eu aprendo Ciências da Natureza 6º Ano Porto Editora multimedia DATA DE EDIÇÃO 1997 MANUAIS DE EXPLORAÇÃO TIPO DE SOTFWARE CONTEÚDO PRINCIPAL NÍVEL ETÁRIO NÍVEL DE ENSINO ÁREA CURRICULAR Não apresenta. CD-ROM Todos os conteúdos de Ciências da Natureza para o 6º ano. Alunos do 6º Ano (11 aos 13 anos, em média). 6º Ano de escolaridade 2º Ciclo do EB Ciências da Natureza aborda todos os conteúdos do programa AVALIAÇÃO ENQUANTO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM ADEQUAÇÃO E RELEVÂNCIA CURRICULAR (Necessidade, utilidade, ) A aplicação é relevante e útil para a área curricular em que pode ser utilizada. Os seus objectivos e conteúdos integram-se com facilidade no currículo, pois o software aborda todos os conteúdos do programa, separados pelos temas organizadores, tal como aparecem no currículo. Contém alguns elementos facilitadores da aprendizagem, relativamente a outros recursos como os vídeos que apresenta, as imagens e os jogos. O fácil acesso à informação permite facilidades no processo ensino/ aprendizagem. As suas vantagens relativamente a outros meios reportam-se ao facto de os conteúdos serem apresentados de um modo motivador, engraçado e interessante. Permite também visualizar algumas experiências laboratoriais e os seus vídeos e imagens são na sua maioria elucidativos. Desta forma, pode influenciar positivamente a aprendizagem, no entanto, não permite uma utilização transdisciplinar. ADEQUAÇÃO AOS UTILIZADORES (Nível etário, estilos de aprendizagem, níveis de complexidade, ) Em geral, a aplicação é adequada ao público a que se destina. No entanto, apresenta um estilo gráfico um pouco infantil e alguns alunos a frequentarem o 6º ano já com uma certa maturidade podem considerar a parte gráfica infantil, desvalorizando e desinteressando-se pelo seu conteúdo. O que está em causa é que infelizmente nem só os alunos que frequentam esse ano de escolaridade estão no nível etário médio para esse ano. Este software não permite uma Elisabete Pereira - 2

3 utilização diferenciada em função de diferentes tipos de utilizadores. Os prérequisitos necessários para a sua utilização estão relacionados com conteúdos de ciências da natureza dos anos anteriores. OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM A aplicação proporciona aprendizagens centradas unicamente nos conhecimentos, com excepção de alguns jogos através dos quais se poderá desenvolver algumas capacidades e competências noutros domínios. O software encoraja pouco o aluno a reflectir sobre o que sabe ou sobre o que tem oportunidade de experienciar. No geral qualquer actividade permite desenvolver atitudes, quanto mais não seja a seriedade pelo trabalho que estão a desenvolver e a predisposição para desenvolver conhecimentos. Esta aplicação raramente faz conexões entre a nova informação e os conhecimentos já existentes. Prevê e proporciona condições para uma integração efectiva nas actividades que se desenvolvem sem a presença do computador, como por exemplo, na sala de aula (pode-se imprimir, efectuar as experiências, etc.). ESTRATÉGIAS DE EXPLORAÇÃO E INTERACTIVIDADE (Aprendizagem activa, manipulação, experimentação, criatividade ) Nesta aplicação o utilizador é colocado numa situação de aprendizagem activa e por ele controlada e as formas de acesso à informação são adequadas em função desse objectivo. A aplicação não apresenta problemas para o aluno resolver, a actividade cognitiva promovida é recordar, memorizar e aplicar conhecimentos, não permite que o utilizador desenvolva a compreensão do conteúdo através da sua acção sobre esse conteúdo, não inclui estratégias que promovam o desenvolvimento de competências metacognitivas. AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM A aplicação permite a auto-regulação do processo de aprendizagem por parte do utilizador. Não permite que o utilizador reflicta sobre as suas próprias estratégias de estudo e de pensamento, defina os seus próprios objectivos de aprendizagem e decida quando quer ser avaliado, bem como, não possui elementos de organização interna que permitam ao aluno perceber os conhecimentos que domina com facilidade e aqueles em que sente maior dificuldade, os alunos só poderão ter alguma noção ao realizarem alguns jogos. INTERACÇÃO SOCIAL A única forma de utilizar esta aplicação de um modo que promova o trabalho colaborativo é através do jogo Gloric nela incluído. Elisabete Pereira - 3

4 FORMAS DE AVALIAÇÃO (Auto-avaliação, avaliação formativa, ) Nesta aplicação os utilizadores não podem conceber tarefas de avaliação e decidir sobre os critérios de avaliação. Unicamente nas respostas a alguns jogos os utilizadores podem avaliar a sua aprendizagem. APRECIAÇÃO GLOBAL DO PRODUTO QUALIDADE GLOBAL (Flexibilidade, versatilidade, fiabilidade, ferramentas, ) A aplicação tem um comportamento consistente, estável e isento de erros. É consistente em termos de conteúdo, estilo e terminologia. A sua utilização para fins educativos é importante no sentido de enriquecer os conhecimentos dos alunos. As imagens são elucidativas, motivadoras e de certa forma interessantes. A forma como a aplicação foi concebida não permite desenvolver ou promover o uso de capacidades, além das do domínio do conhecimento, por parte de quem a utiliza, não promovendo o pensamento crítico dos alunos, a resolução de problemas, e a tomada de decisão. No entanto, este meio didáctico permite adaptar-se facilmente a diferentes ambientes de aprendizagem. Esta aplicação permite que os alunos obtenham informação sobre os conteúdos e que visualizem os mesmos. Podem visualizar experiências laboratoriais e pesquisar informação com facilidade. FACILIDADE DE APRENDIZAGEM E DE UTILIZAÇÃO O tempo de aprendizagem de utilização do programa é adequado ao pouco tempo disponível. Pode-se sempre voltar atrás e repetir, em todas as aplicações, as vezes que se quiser. Tem uma fácil utilização e manuseamento, sendo fácil aceder a todas as aplicações e fácil de aprender. QUALIDADE DO CONTEÚDO CIENTÍFICO (Rigor, actualidade, extensão ) Tem rigor científico e a informação é actual. A linguagem é adequada para o nível de ensino a que esta se destina. QUALIDADE DA INTERFACE GRÁFICA Do ponto de vista estético, a interface é agradável, embora seja um pouco infantil. O som é ajustável, o texto é de fácil leitura, os vídeos têm bom som e imagem, no entanto alguns não têm o som ajustado às imagens que se observam (ex. sistema digestivo), algumas imagens apresentam, também, uma cor pouco nítida (ex. sistema reprodutor), a animação é engraçada, contudo pode ser considerada um pouco infantil por alguns utilizadores. Proporciona situações com algum humor, cria algum entusiasmo e é motivadora, facilitando a aprendizagem, reduz ao essencial as funções relevantes, é simples e intuitiva. Elisabete Pereira - 4

5 QUALIDADE DOS MATERIAIS DE SUPORTE E POSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO EM REDE Não se encontram dados para se analisar este critério. MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO GLOBAL (do ponto de vista do aluno) A forma como a aplicação está concebida motiva e estimula o interesse dos alunos, os materiais e actividades propostos encorajam os alunos a aprender mais, conseguindo mantê-los motivados. Proporciona um ambiente agradável para a aprendizagem, dá prazer e transmite confiança aos alunos na tarefa e êxito na aprendizagem. PONTOS FORTES No geral todos os aspectos da aplicação contribuem e reforçam a aprendizagem. Os aspectos que mais gostei foi o fácil acesso a todas as aplicações. Sempre que aparecem conceitos novos há uma ligação para ler o seu significado, pode-se voltar atrás, parar ver de novo em todas as aplicações. Outro aspecto é a facilidade com que se trabalha. PONTOS FRACOS OUTROS ASPECTOS DIGNOS DE REALCE Alguns alunos podem considerar a animação infantil e desinteressarem-se. Esta aplicação valoriza unicamente os conhecimentos. Atendendo a que as actividades propostas nos jogos permitem apenas memorizar conceitos e recordar factos. As actividades não proporcionam condições para os alunos desenvolverem capacidades de pensamento, nomeadamente de pensamento crítico. Não permite a tomada de decisão ou a resolução de problemas. Não gostei da forma como os diagramas são apresentados, sendo complicada a sua visualização. Professor-avaliador Elisabete Pereira Data: 12/01/2004 Verificado por Data: Dados introduzidos por Data: Elisabete Pereira - 5

Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica

Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica Ana Silva (2003) Análise do Software Poly Pro Programa de Geometria Dinâmica Trabalho realizado no âmbito da disciplina As TIC no Ensino das Ciências e da Matemática. Departamento de Educação da Faculdade

Leia mais

Carla Rodrigues (2003) Análise do software Vrum... Vrum...

Carla Rodrigues (2003) Análise do software Vrum... Vrum... Carla Rodrigues (2003) Análise do software Vrum... Vrum... Trabalho realizado no âmbito da disciplina As TIC no Ensino das Ciências e da Matemática. Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da

Leia mais

Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010)

Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. JOÃO DA PESQUEIRA Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) Ficha de Registo Avaliação do Desempenho Docente do Ensino Básico e

Leia mais

O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS. Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues

O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS. Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues Portfolio - Definição - Pressupostos - Âmbito de Utilização - Objectivos - Características - Vantagens

Leia mais

SOFTWARE EDUCATIVO MULTIMÉDIA AUDACITY

SOFTWARE EDUCATIVO MULTIMÉDIA AUDACITY Universidade de Aveiro - Departamento de Educação Avaliação de Recursos Multimédia Educacionais 2010-2011 SOFTWARE EDUCATIVO MULTIMÉDIA AUDACITY Sérgio Santos nº 22093 Introdução Este trabalho foi realizado

Leia mais

ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 (RE) PENSANDO A ESCOLA COM AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E

ÍNDICE GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 (RE) PENSANDO A ESCOLA COM AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E ÍNDICE GERAL Agradecimentos...IV Resumo... V Abstract...VI Índice das figuras...xi Índice dos Gráficos... XII Índice dos organigramas... XIII Índice das tabelas... XIV INTRODUÇÃO... 17 1. Problema... 18

Leia mais

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico da ESEG

Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico da ESEG Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico da ESEG De acordo com o documento orientador de 2005 e o An para o 1º e 2º anos, 2 B elaborados pela Comissão de

Leia mais

Plano Estratégico do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais

Plano Estratégico do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais 1. Introdução O Plano Estratégico é um instrumento de gestão orientado para a produção de decisões e de acções que guiam o que uma organização quer alcançar a partir da formulação do que é. A elaboração

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE GRELHA DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO Nome do(a) Avaliado(a): GR: Departamento Curricular de: Nome do(a) Avaliador(a):

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 5/2010. Plataformas de Gestão de Aprendizagem (LMS) Modalidade: Curso de Formação

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 5/2010. Plataformas de Gestão de Aprendizagem (LMS) Modalidade: Curso de Formação Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 5/2010 Plataformas de Gestão de Aprendizagem (LMS) Modalidade: Curso de Formação

Leia mais

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS

OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;

Leia mais

1. Objectivos: 2. Conteúdos:

1. Objectivos: 2. Conteúdos: Avaliação da Componente Científico-Pedagógica: Observação de aulas Roteiro para as sessões de trabalho Duração: 5 horas Público-alvo: avaliadores da componente científico-pedagógica em exercício efectivo

Leia mais

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática.

promovam a reflexão sobre temáticas fundamentais relacionadas com a aprendizagem da Matemática. Áreas prioritárias no apoio ao sistema educativo 1º ciclo área da Matemática Perspectivas sobre o trabalho a ser desenvolvido na área da Matemática Proposta Enquadramento A visão de que o ensino da Matemática,

Leia mais

e-manual Premium Manual Guia Pedagógico (na banda lateral do manual) (oferta ao aluno) Dossiê Pedagógico

e-manual Premium Manual Guia Pedagógico (na banda lateral do manual) (oferta ao aluno) Dossiê Pedagógico CIÊNCIAS NATURAIS 9.o ANO Manual Guia Pedagógico (na banda lateral do manual) Experiment@com (oferta ao aluno) Caderno de Atividades Dossiê Pedagógico Gestão Curricular Caderno + Fichas de Apoio Guia de

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009 OBJECTIVOS GERAIS Visa-se com este programa a melhoria da qualidade da formação profissional, através da aquisição e do desenvolvimento

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação 1 - Considerações Gerais: A avaliação incide sobre as aprendizagens, sendo um processo contínuo. Os alunos participam no processo de avaliação através da auto-avaliação. A avaliação deverá ser: Individualizada

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 4/2010. Gestão Integrada da Biblioteca Escolar do Agrupamento. Modalidade: Curso de Formação

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 4/2010. Gestão Integrada da Biblioteca Escolar do Agrupamento. Modalidade: Curso de Formação Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 4/2010 Gestão Integrada da Biblioteca Escolar do Agrupamento Modalidade: Curso

Leia mais

Concepções e Práticas de Professores e Expectativas de Alunos

Concepções e Práticas de Professores e Expectativas de Alunos Avaliação das Aprendizagens Concepções e Práticas de Professores e Expectativas de Alunos Tese de Mestrado de Mª Amélia Rafael, DEFCUL,1998 Alexandra Preto Sílvia Dias 9 de Dezembro de 2005 Objecto principal

Leia mais

3º Ciclo de Observações do OPMUSA AE António Sérgio

3º Ciclo de Observações do OPMUSA AE António Sérgio 3º Ciclo de Observações do OPMUSA AE António Sérgio Ana Mouraz junho de 2018 Contexto geral da observação 22 guiões de observação Disciplinas observadas Geografia Artes Visuais Biologia e Geologia Educação

Leia mais

Departamento das Expressões e da Representação Curso de Comunicação Audiovisual Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Projeto e Tecnologias _11º ano

Departamento das Expressões e da Representação Curso de Comunicação Audiovisual Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Projeto e Tecnologias _11º ano Departamento das Expressões e da Representação Curso de Comunicação Audiovisual Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Projeto e Tecnologias _11º ano Áreas tecnológicas constituintes da disciplina de Projeto

Leia mais

D23. PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário

D23. PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário D23 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Teoria

Leia mais

VIII Oficinas de Formação A Escola na Sociedade da Informação e do Conhecimento praticar ao Sábado. E-learning. 3 de Março de 2007

VIII Oficinas de Formação A Escola na Sociedade da Informação e do Conhecimento praticar ao Sábado. E-learning. 3 de Março de 2007 VIII Oficinas de Formação A Escola na Sociedade da Informação e do Conhecimento praticar ao Sábado E-learning 3 de Março de 2007 Plataformas de E-learning em contexto educativo Intervenção de José Luís

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores. Presencial. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP)

PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores. Presencial. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP) PROGRAMA DO CURSO - Formação Pedagógica Inicial De Formadores Presencial (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP) Em parceria com: Índice 1. Destinatários Pág. 3 2. Objetivo Geral Pág. 3 3. Objetivos

Leia mais

Aprender e Ensinar a Distância. Maria de Fátima Goulão, DCSP, Universidade Aberta

Aprender e Ensinar a Distância. Maria de Fátima Goulão, DCSP, Universidade Aberta Aprender e Ensinar a Distância Maria de Fátima Goulão, DCSP, Universidade Aberta Bolonha e e-learning Escola Superior de Tecnologia-Setúbal, 25 e 26 de Setembro 2006 Uma proposta de reflexão Uma proposta

Leia mais

Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação

Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação ATITUDES Inovação tecnológica Abertura à tecnologia Aceitação da tecnologia Capacidade de adaptação/mudança do papel do professor O professor

Leia mais

[Critérios Específicos de Avaliação Disciplina de Projecto e Tecnologias _11º ano D1/D2/D3] 1. Introdução à disciplina. 2- Objectivos da disciplina

[Critérios Específicos de Avaliação Disciplina de Projecto e Tecnologias _11º ano D1/D2/D3] 1. Introdução à disciplina. 2- Objectivos da disciplina Departamento das Expressões e da Representação Curso de Comunicação Audiovisual Ano Lectivo 2011/2012 Disciplina de Projecto e Tecnologias _11º ano Diurno e Nocturno [Critérios Específicos de Avaliação

Leia mais

Ano Lectivo 2007/08. Agrupº. Escolas Padre Vítor Melícias

Ano Lectivo 2007/08. Agrupº. Escolas Padre Vítor Melícias Ano Lectivo 2007/08 Agrupº. Escolas Padre Vítor Melícias FR: Luísa Chedas Competências De acordo com os princípios do Decreto lei 6/2001, o Ministério da Educação define um conjunto de competências que

Leia mais

PARECER DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA ACERCA DO DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO FORMATIVA

PARECER DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA ACERCA DO DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO FORMATIVA PARECER DA ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA ACERCA DO DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO FORMATIVA A investigação em educação realizada nas últimas décadas tem evidenciado claramente que a avaliação formativa

Leia mais

Plano Anual Curricular TIC - Pré-Escolar -

Plano Anual Curricular TIC - Pré-Escolar - Plano Anual Curricular TIC - Pré-Escolar - O Projeto de TIC A elaboração deste projeto tem como objetivo principal a estrutura organizacional das TIC (Tecnologias de Informação e de Comunicação) no Externato

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Motricidade Humana 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática

O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática O trabalho de projecto e a relação dos alunos com a Matemática A experiência do Projecto MAT 789 Paulo Abrantes 1994 Mestrado em Educação - Didáctica da Matemática - 2005/2007 Desenvolvimento Curricular

Leia mais

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Licenciatura em Educação Básica - 1º Semestre O jogo é

Leia mais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais

Competências gerais. Princípios e valores orientadores do currículo. Competências gerais Currículo Nacional do Ensino Básico Competências Essenciais Competências gerais Princípios e valores orientadores do currículo A clarificação das competências a alcançar no final da educação básica toma

Leia mais

Projecto de Apoio à Literacia. Introdução. Pesquisa e tratamento de informação

Projecto de Apoio à Literacia. Introdução. Pesquisa e tratamento de informação Projecto de Apoio à Literacia Pesquisa e tratamento de informação Se não sabemos para onde vamos, arriscamo-nos a nunca mais lá chegar. Provérbio Tuaregue Introdução A sociedade do século XXI exige que,

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja

Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja Psicologia B 12º ano Ano lectivo 2011/2012 Critérios de avaliação Competências: Equacionar a Psicologia no panorama geral das ciências; Capacidades de

Leia mais

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo 1º Ciclo do Ensino Básico Ano lectivo 2009/2010 1 I. Introdução De acordo com a legislação em vigor (Portaria 72/2006 de 24 de Agosto), a avaliação deverá incidir

Leia mais

Avaliação Externa das Escolas

Avaliação Externa das Escolas INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Avaliação Externa das Escolas 2006-2009 Seminário Avaliação e Boa Governação Modelos e Práticas Lisboa - 12 de Março de 2010 Avaliar as escolas razões e percursos (1) A descentralização

Leia mais

Apresentação da disciplina de Aplicações Informáticas B

Apresentação da disciplina de Aplicações Informáticas B Apresentação da disciplina de Aplicações Informáticas B INTRODUÇÃO A disciplina de Aplicações Informáticas B é uma opção do 12º ano de escolaridade dos cursoscientífico-humanísticos de Ciências e Tecnologias,

Leia mais

Plano de Trabalho. Ano lectivo 2010/2011

Plano de Trabalho. Ano lectivo 2010/2011 Plano de Trabalho Ano lectivo 2010/2011 1. Identificação do agrupamento de escolas/escola Nome agrupamento de escolas/escola: Agrupamento de Escolas Dona Joana de Castro Morada: Avenida de Angola, 2530-114

Leia mais

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores

Leia mais

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9

Índice. Capítulo I Introdução 1. Capítulo II O professor 17. Objectivo e questões do estudo 2. O contexto do estudo 9 Capítulo I Introdução 1 Objectivo e questões do estudo 2 O contexto do estudo 9 Capítulo II O professor 17 O conhecimento profissional do professor 19 O professor é um profissional 19 A natureza do conhecimento

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

ANO LECTIVO 2008/2009 1º ANO. As Propostas de Formação

ANO LECTIVO 2008/2009 1º ANO. As Propostas de Formação PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO ANO LECTIVO 2008/2009 1º ANO As Propostas de Formação O projecto da ESE de Setúbal para o 1º ano da Profissionalização em Serviço tem em conta a legislação em vigor, que data

Leia mais

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa [email protected] Missão da Biblioteca Escolar A biblioteca escolar oferece um serviço

Leia mais

FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE IDENTIFICAÇÃOE Unidade Orgânica: Docente avaliado: Departamento

Leia mais

PLANO DE PROMOÇÃO DE LEITURA DO AGRUPAMENTO

PLANO DE PROMOÇÃO DE LEITURA DO AGRUPAMENTO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO PLANO DE PROMOÇÃO DE LEITURA DO AGRUPAMENTO A leitura um bem essencial Para viver com autonomia, com plena consciência de si próprio e dos outros, para poder tomar

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MÃES D ÁGUA REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR Página 1 Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo MÃES D ÁGUA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

Leia mais

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E Educação Musical 6º ANO B Ano Letivo: 06/07. Introdução / Finalidades A música enquanto disciplina tem como um dos objetivos fundamentais o desenvolvimento do pensamento

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013

Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013 Departamento de Expressões e Representação Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Modelação e Animação 3D - 11º e 12º ano Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013 1. Introdução à disciplina

Leia mais

Hola, qué tal?!... Iniciação básica de espanhol. PROFESSORA CRISTINA SIMÕES SENA ANOS LETIVO º e 4 anos

Hola, qué tal?!... Iniciação básica de espanhol. PROFESSORA CRISTINA SIMÕES SENA ANOS LETIVO º e 4 anos Hola, qué tal?!... Iniciação básica de espanhol Índice 1- Objetivos 2- Coordenação 3- Duração 4- Público -Alvo 5- Memória descritiva (Introdução) 6- Áreas extra disciplinares envolvidas 7- Calendarização/Temas/Experiências

Leia mais

QUE COMPETÊNCIAS PRIVILEGIAR?

QUE COMPETÊNCIAS PRIVILEGIAR? APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA QUE COMPETÊNCIAS PRIVILEGIAR? A quem compete definir as competências-chave necessárias a todos para viver no século XXI? Um especialista não pode limitar-se a apresentar um

Leia mais

Descrição do Perfil de Aprendizagem

Descrição do Perfil de Aprendizagem Critérios de Avaliação das Disciplinas de Tecnologias de Informação e Comunicação e de Oficinas de Multimédia 3º ciclo do Ensino Básico Departamento de Matemática e Informática Grupo 550-Informática Descrição

Leia mais

Ação de Formação. A tecnologia TI-nspire. como recurso pedagógico no ensino das ciências. Formador: Dr. João Paulo Oliveira Santos

Ação de Formação. A tecnologia TI-nspire. como recurso pedagógico no ensino das ciências. Formador: Dr. João Paulo Oliveira Santos Ação de Formação A tecnologia TI-nspire como recurso pedagógico no ensino das ciências Formador: Dr. João Paulo Oliveira Santos Modalidade: Curso de Formação. Duração: 15 horas. Créditos: 1-0,6 créditos.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES (ACTIVIDADE VOCACINAL C PROCESSAMENTO DIGITAL MULTIMÉDIA WEB) 3º CICLO PLANIFICAÇÃO BIÉNIO 2015

Leia mais

Questionário aos alunos

Questionário aos alunos Questionário aos alunos Distribuição das respostas, de escolha fechada, aos questionários recebidos pelo sistema informático e no formulário de registo de dados agrupados. 1. Identificação Masculino: 38:

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO Critérios Gerais A avaliação constitui um processo contínuo do trabalho pedagógico, devendo privilegiar a diversidade de estratégias e de instrumentos de avaliação. 1. Avaliação diagnóstica A avaliação

Leia mais

e-manual Premium Experimente em espacoprofessor.pt CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO

e-manual Premium Experimente em espacoprofessor.pt CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO CIÊNCIAS NATURAIS 9.º ANO Manual Guia do Professor (na banda lateral do manual) Caderno do Aluno Guia de Vida Saudável (oferta ao aluno) Caderno do Professor Guia de Suporte Básico de Vida e-manual Premium

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013 PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013 O plano da acção que se apresenta pretende ser um documento orientador das acções a desenvolver pela Biblioteca

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano

Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano Planificação Semestral de médio prazo (3 tempos de 5m) Conteúdos e avaliação diagnóstica 2 do programa da disciplina; apresentação das regras e normas da

Leia mais

Modelo Curricular High/Scope

Modelo Curricular High/Scope Modelo Curricular High/Scope Origem e Evolução Década de 60: David Weikart inicia Perry Preschool Project Combate ao Insucesso Escolar Intervenção precoce Escolha do modelo curricular Investigação Década

Leia mais

- RECENSÃO CRÍTICA -

- RECENSÃO CRÍTICA - Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve Mestrado em Educação Especial Domínio Motor e Cognitivo 1º ano 1º semestre TIC Aplicadas às NEE Docente: Professor Fernando Carrapiço

Leia mais

Anexo II. Perspectivas Educacionais

Anexo II. Perspectivas Educacionais Anexo II Perspectivas Educacionais 47 Perspectivas Educacionais Neste penúltimo ano de estágio, correspondente ao estágio no mestrado em Educação Pré-Escolar e 1º ciclo, encontro-me num Jardim de Infância

Leia mais

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe

PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe E2 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Teoria da Educação e Desenvolvimento

Leia mais

TIC e Inovação Curricular História de algumas práticas

TIC e Inovação Curricular História de algumas práticas TIC e Inovação Curricular História de algumas práticas Era uma vez um processo de investigação Agora vão a www.pensamentocritico.com e clicam em Respostas!!! AVALIAÇÃO FORMATIVA E APRENDIZAGEM DA LÍNGUA

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1

Leia mais