1. Objectivos: 2. Conteúdos:
|
|
|
- Maria do Pilar Peres Beltrão
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Avaliação da Componente Científico-Pedagógica: Observação de aulas Roteiro para as sessões de trabalho Duração: 5 horas Público-alvo: avaliadores da componente científico-pedagógica em exercício efectivo de funções (com observação de aulas agendadas) 1. Objectivos: a) Explicitar os papéis de avaliador e avaliado no âmbito da avaliação da componente científico-pedagógica; b) Discutir as finalidades da observação de aulas ; c) Apresentar técnicas de observação de aulas d) Utilizar técnicas de observação de aulas 2. Conteúdos: (Nota: a sequencialidade de conteúdos que a seguir se apresenta deve ser adaptada em função das dinâmicas de trabalho utilizadas com os grupos de formação) 1. Avaliação da componente científico-pedagógica: o desempenho do docente 2. Interacção avaliador - avaliado no processo de avaliação da componente científico-pedagógica: o ciclo da supervisão 3. Enquadramento das Técnicas de observação de aulas e instrumentos de registo : - O quê? - O objecto de observação - Onde? A aula: elementos estruturantes / desempenhos observáveis - Quem? Dimensão dos intervenientes: a relação avaliador/avaliado - Como? Técnicas de Observação como utilizar para registar - Quando? O ciclo da supervisão 1/5
2 3. Actividades: As actividades a desenvolver deverão partir do pressuposto de que avaliadores e avaliados utilizarão os instrumentos aprovados nas respectivas escolas, não se justificando a sua utilização em contexto de formação. Nesse sentido, as actividades a desenvolver deverão privilegiar os modos, os processos e as lógicas de utilização dos referidos instrumentos, respeitando a decisão e a autonomia de cada escola. Na realização das actividades dever-se-á ter em conta a necessidade de gestão rigorosa do tempo e os resultados esperados na sessão de trabalho. Actividade 1 Exercício de definição de um mapa de conceitos da relação avaliador - avaliado: 1. Que papéis para avaliador e avaliado? 2. Que dinâmicas de interacção entre avaliador-avaliado? 3: Que lógicas para avaliação entre pares? Dinâmica: - Disposição das mesas: clássica, em «u», em quadrado - Alternância pequeno grupo (organizados por escolas)/grande grupo Actividade 2 Exercício de observação de situações de aula (fotos, vídeos) 1. Observação da aula com utilização dos instrumentos de registo fornecidos pelo formador (individualmente) 2. Auto e heteroscopia dos protocolos produzidos (distinção entre juízos de facto e inferências) 3. Identificação das dificuldades sentidas: pessoais e/ou do instrumento de registo 4. Discussão e propostas para a solução de problemas Dinâmica: - Disposição das mesas: clássica, em «u», em quadrado - Alternância Individual (1 e 2) pequeno grupo (organizados por escolas) ( 2, 3 e 4) / grande grupo (4) 2/5
3 Metodologia: 1. Exposição, pelo formador, dos conteúdos...1 hora 2. Actividade Prática. 3 horas 2.1 Actividade Um Actividade Dois.. 2,5 horas 4. Apresentação dos trabalhos, debate e conclusões.. 1 hora 4. Avaliação Participantes Atendendo às características da sessão de trabalho, a avaliação deve ser de carácter formativo e regulador, pressupondo a interacção entre formador/formandos, quer em relação à dinâmica de participação, quer em relação aos produtos realizados. Acção A acção de formação deverá ser avaliada através de instrumento único e universal elaborado pela DGRHE, podendo ser utilizados, cumulativamente, os instrumentos dos CFAE s. 5. Anexo: roteiro com as dimensões consideradas fundamentais no processo de observação de aulas Os formadores deverão trabalhar com os avaliadores e os avaliados partindo do princípio que os instrumentos das escolas já estão elaborados e, nesse sentido, não deverão ser objecto de análise num tão curto espaço de tempo. Para utilização no quadro da observação de aulas é facultado o seguinte roteiro: 3/5
4 1 Planificação da aula: - Objectivos - Pré-requisitos - Modalidades de organização - Modalidades de avaliação 2 - Processo de aprendizagem: - Consideração dos conhecimentos prévios dos alunos - Interpretação dos comportamentos - Interpretação dos questionamentos - Variedade das situações de aprendizagem 3 - Processo de ensino: - Domínio dos conteúdos - Respeito pela planificação - Regulação - Gestão dos incidentes críticos - Procedimento pedagógico (indutivo, dedutivo ) - Consideração dos progressos 4- Balanço da aula: - Coerência entre acções e previsões - Aprendizagens desejáveis - Reajustamentos a prever - Momentos considerados importantes - Aceitação dos problemas 5 - Pilotagem pedagógica: - Definição do enquadramento - Anúncio dos objectivos - Explicitação das noções novas - Reformulações se necessário - Tempo de palavra VS tempo de actividade dos alunos - Acompanhamento individualizado dos alunos 4/5
5 - Síntese das actividades desenvolvidas 6 - Material pedagógico: - Utensílios de comunicação com os alunos - Fichas de Trabalho (para as actividades) - Suportes pedagógicos (documentos de trabalho preparados) - Utensílios de aprendizagem (computadores, quadro, fichas ) - Instrumentos de avaliação 7 - Relação com o grupo de alunos - Comportamento geral - Gestão do espaço - Comunicação verbal e não verbal - Autoridade - Resposta às questões colocadas - Gestão equitativa dos alunos 8 Relação no interior do grupo - Interesse demonstrado pelos alunos - Interacção inter alunos - Compreensão das aprendizagens 9 Auto-avaliação e auto-observação - Processo de auto-observação e avaliação das práticas pedagógicas - Gestão do desenvolvimento pessoal/profissional do avaliado - Construção dos Projectos Educativo e Formativo da escola. 5/5
Ano lectivo Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado.
Ano lectivo 2008-2009 Comissão de Coordenação de Avaliação do Desempenho do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado. ORIENTAÇÕES GERAIS Nº 1 1.INTRODUÇÃO O presente documento, sobre o processo de avaliação
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares
Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Professora Bibliotecária: Isabel Mota 2009/2010 A Escola, a Biblioteca e a Auto-Avaliação A Biblioteca: É um recurso fundamental para o ensino e aprendizagem
O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS. Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues
O PORTFOLIO E A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS Ana Cláudia Cohen Coelho Ana Paula Ferreira Rodrigues Portfolio - Definição - Pressupostos - Âmbito de Utilização - Objectivos - Características - Vantagens
CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO
CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2
Avaliação Externa das Escolas
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO Avaliação Externa das Escolas 2006-2009 Seminário Avaliação e Boa Governação Modelos e Práticas Lisboa - 12 de Março de 2010 Avaliar as escolas razões e percursos (1) A descentralização
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES Outubro / Dezembro 2009 OBJECTIVOS GERAIS Visa-se com este programa a melhoria da qualidade da formação profissional, através da aquisição e do desenvolvimento
Desafios ao Desenvolvimento Profissional: do trabalho colaborativo ao nível da escola a um grupo sobre escrita ÍNDICE GERAL
ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS RESUMO ABSTRACT ÍNDICE DE FIGURAS ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE ANEXOS (ANEXOS EM CD ROM) ii iii v x xi xiii INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO I DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E FORMAÇÃO CONTÍNUA
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO 2018/2019
Introdução CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO 2018/2019 A avaliação, sustentada por uma dimensão formativa, é parte integrante do ensino e da aprendizagem, tendo por objetivo central a sua melhoria
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE GRELHA DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO Nome do(a) Avaliado(a): GR: Departamento Curricular de: Nome do(a) Avaliador(a):
Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores
Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas
Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010)
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. JOÃO DA PESQUEIRA Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) Ficha de Registo Avaliação do Desempenho Docente do Ensino Básico e
Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente
Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma
REFERENTES E LEMENTOS CONSTITUTIVOS C RITÉRIOS I NDICADORES. Oferta formativa. . Projecto de Auto-avaliação da Escola Secundária de Alberto Sampaio
Q U A D R O R E F E R E N C I A L Á R E A A A V A L I A R : 3. Desenvolvimento Curricular DIMENSÃO: Construído SITUAÇÃO: 3.1. Escola como lugar de aprendizagem de alunos e formandos Estatuto do Aluno:
PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe
E2 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Secundário Ficha Técnica Título Programa de Teoria da Educação e Desenvolvimento
D23. PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe. Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário
D23 PROGRAMA DE TEORIA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Teoria
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado
ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade
CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino e implica princípios e procedimentos
Ficha de Referencial de Formação Geral
Ficha de Referencial de Formação Geral Unidade de Formação: PEDAGOGIA Grau de Formação: I : Teórica: 6 horas Prática: Subunidades e Temas Competências de Saída Critérios de Evidência Formas de Avaliação
ANEXO II RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO IPS
ANEXO II RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO IPS Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade Orgânica
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES
FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1
Avaliação de Desempenho Docente
Dicas para a elaboração de um Portefólio Avaliação de Desempenho Docente O PORTEFÓLIO deve conter um registo das reflexões e das práticas e deve estar devidamente documentado. 13-04-2008 1 Deve conter:
Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento. D - Elaboração dos conteúdos de formação
Concepção e Organização da Mala Pedagógica D - Elaboração dos conteúdos de formação E - Concepção dos instrumentos e recursos didácticos mala pedagógica Da reunião de pré-validação resultaram alterações,
Programa do Curso de Auriculoterapia IMP041/00 PÁGINA 1 DE 9
Programa do Curso de Auriculoterapia IMP04/00 PÁGINA DE 9 Designação do Curso: Curso de Auriculoterapia N.º do Curso: 729/003 Data de Concepção: 20 Data da Rev.: 02/04/20 N.º da Rev.: 0 IMP04/00 PÁGINA
Regulamento Interno do Centro de Formação Aurélio da Paz dos Reis Anexo III Avaliação dos formandos docentes no âmbito da formação contínua
Avaliação dos formandos docentes no âmbito da Formação Contínua (conforme previsto no nº 2 do artigo 27º do Regulamento Interno do CFAPR) Artigo 1º Avaliação dos formandos docentes 1. A avaliação dos formandos
Pág. INTRODUÇÃO Problema e questões de investigação. 1 Pertinência e significado da investigação.. 2 Organização e apresentação da investigação.
Índice INTRODUÇÃO Problema e questões de investigação. 1 Pertinência e significado da investigação.. 2 Organização e apresentação da investigação. 6 CAPÍTULO I AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS Avaliação no
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO. Critérios de Avaliação
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO 1 1. Divulgação dos critérios de avaliação a alunos e pais/encarregados de educação Cada professor titular de turma deve, no início do ano letivo, informar os alunos e
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso
ANO LETIVO: 2016/2017 Amadeo de Souza-Cardoso Critérios Gerais de Avaliação do Agrupamento Dando cumprimento ao disposto no Decreto-Lei 139/2012, na sua redação atual, e no Despacho normativo nº 1-F/2016,
Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém. Avaliação de alunos. 1.º Ciclo
1 Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém de alunos 1.º Ciclo 1 INTRODUÇÃO Sendo a avaliação um elemento integrante e regulador da prática educativa, permite uma recolha sistemática de informações
Elisabete Pereira (2003) Análise do Software Eu Aprendo Ciências da Natureza 6º Ano
Elisabete Pereira (2003) Análise do Software Eu Aprendo Ciências da Natureza 6º Ano Trabalho realizado no âmbito da disciplina As TIC no Ensino das Ciências e da Matemática. Departamento de Educação da
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CORUCHE
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CORUCHE CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 2018-2019 Pressupostos Ao estabelecer critérios gerais de avaliação, o Agrupamento de Escolas de Coruche pretende enunciar
Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos OBJETIVOS GERAIS:
Ficha da Ação Designação Articulação e supervisão pedagógica Região de Educação Área de Formação A B C D Classificação Formação Contínua Modalidade Oficina de Formação Duração Nº Total de horas presenciais
Agrupamento Vertical de Escolas de Sines Escola Sede: E. B. Vasco da Gama de Sines. Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato
Avaliação Desempenho Pessoal Docente Contrato 2011/2012 INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo o enquadramento do processo de avaliação do pessoal docente regime contrato para o ano letivo 2011/2012.
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANADIA Critérios Gerais de Avaliação 1º Ciclo do Ensino Básico 2011/2012. Critérios Gerais de Avaliação 1º CEB
Critérios Gerais de Avaliação 1º CEB 0 Introdução No Ensino Básico A avaliação constitui um processo regulador das aprendizagens, orientador do percurso escolar e certificador das diversas aquisições realizadas
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Professor
RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Professor Anexo I COORDENAÇÃO DO ENSINO: NOME DO AVALIADO: CÓDIGO DO HORÁRIO: LOCAL/LOCAIS ONDE EXERCE FUNÇÕES: CARGO: Professor PERÍODO EM AVALIAÇÃO: Ano lectivo de 2009-2010
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIAS Introdução A análise sobre dados recolhidos pela equipa de auto-avaliação do Agrupamento
AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INTERNA TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO 7.º ANO. Ano letivo 2013/2014
AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO 7.º ANO Ano letivo 2013/2014 AVALIAÇÃO INTERNA A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que permite a recolha
Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso
Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise.
Questionário de Inquérito Colegas, A experiência profissional e a investigação educacional têm revelado que a supervisão organizacional das escolas é um factor que concorre decisivamente para a melhoria
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO 1. FINALIDADES DA AVALIAÇÃO A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas,
Avaliação do Desempenho de Docentes
Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca Avaliação do Desempenho de Docentes Decreto Regulamentar 2/2010 de 23 de Junho Julho/2010 Em Destaque: 1. Objectivos da avaliação do desempenho. 2. Relevância da
Planificação anual de Oficina Multimédia B - 12ºano
CURSO CIENTÍFICO HUMANÍSTICO DE ARTES VISUAIS Turma D Planificação anual de Oficina Multimédia B - 12ºano Professor: Carlos Dias 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina Esta disciplina é da componente
Plano de Intervenção
Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva Castelo Branco Plano de Intervenção Atividades de Enriquecimento Curricular PLANO DE INTERVENÇÃO PRINCÍPIOS ORIENTADORES FINALIDADES : As Atividades de Enriquecimento
Plano de Trabalho. Ano lectivo 2010/2011
Plano de Trabalho Ano lectivo 2010/2011 1. Identificação do agrupamento de escolas/escola Nome agrupamento de escolas/escola: Agrupamento de Escolas Dona Joana de Castro Morada: Avenida de Angola, 2530-114
AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INTERNA SEGUNDO CICLO DO ENSINO BÁSICO 6.º ANO. Ano letivo 2013/2014
AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO SEGUNDO CICLO DO ENSINO BÁSICO 6.º ANO Ano letivo 2013/2014 AVALIAÇÃO INTERNA A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que permite a recolha
OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS
ESTRUTURA PROGRAMÁTICA DO CURSO MÓDULOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS / COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR PELOS FORMANDOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Acolhimento dos formandos e Apresentação do Curso A entidade formadora;
FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE IDENTIFICAÇÃOE Unidade Orgânica: Docente avaliado: Departamento
ANO LECTIVO 2008/2009 1º ANO. As Propostas de Formação
PROFISSIONALIZAÇÃO EM SERVIÇO ANO LECTIVO 2008/2009 1º ANO As Propostas de Formação O projecto da ESE de Setúbal para o 1º ano da Profissionalização em Serviço tem em conta a legislação em vigor, que data
Acção n.º 41 Oficina de Escrita (Criativa) Modalidade: Oficina de Formação; Destinatários: Docentes dos grupos 110, 200, 210, 220 e 300
Acção n.º 41 Oficina de Escrita (Criativa) Modalidade: Oficina de Formação; Destinatários: Docentes dos grupos 110, 200, 210, 220 e 300 Esta oficina de formação visava desenvolver técnicas de criatividade
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CUBA PLANO DE MELHORIA Cuba Julho de 2012 1- Introdução A avaliação é um procedimento que permite à organização que o implementa modelar a sua identidade, analisar os pontos fortes
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR ANO LETIVO DE 2014/2015 Expressões 1- Educação Pré-escolar 1.1 - Objecto da avaliação 1.1.1 - Parâmetros de avaliação, por áreas curriculares Na educação pré-escolar
MANUAL DE PROCEDIMENTOS
MANUAL DE PROCEDIMENTOS (AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE 2009-2011) Aprovado por unanimidade no CP de 29/11/2010 com alterações introduzidas no CP de 14/04/2011 Página 1 INTRODUÇÃO No sentido de enquadrar
Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta
Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta Ano letivo 2018-2019 Índice Introdução... 3 1. Critérios de gerais de avaliação... 4 2. Domínios/ponderações... 4 2.1 Primeiro ciclo... 4 2.2 Segundo
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns
REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno procede à adaptação das regras
Referencial do Curso de Técnico de Manutenção de Extintores (NP 4413:2006)
Referencial do Curso de Técnico de Manutenção de Extintores (NP 4413:2006) [2011] 1. DATA DE INICIO: 16/06/2011 2. DATA DE FIM: 18/06/2011 3. MÓDULOS: Módulo 1 - Introdução e enquadramento da actividade
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação verifica a adequação dos processos, com vista à melhoria do ensino e da aprendizagem dos alunos, fornecendo orientações sobre o que é necessário corrigir ou melhorar
Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas. Plano de acção Nota introdutória
Biblioteca de Escola Secundária/3ºC de Vendas Novas Plano de acção 2009-2013 Nota introdutória O plano de acção é um documento orientador onde se conceptualizam e descrevem as metas a atingir num período
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Dr. CARLOS PINTO FERREIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Dr. CARLOS PINTO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2016-2017 (Aprovado em Conselho Pedagógico de 15 / 07 / 2016) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Dr. CARLOS PINTO FERREIRA Em reunião
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Dr. CARLOS PINTO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Dr. CARLOS PINTO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2017-2018 Aprovado em Conselho Pedagógico de 14 / 07 / 2017 PREÂMBULO Em reunião realizada em 14 de julho de 2017, o Conselho
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012
Avaliação do desempenho do docente -2011/2012 (Decreto-regulamentar n.º 26/2012, de 21 de Fevereiro) A avaliação do desempenho do pessoal docente visa a melhoria da qualidade do serviço educativo e das
Projecto de Apoio à Literacia. Introdução. Pesquisa e tratamento de informação
Projecto de Apoio à Literacia Pesquisa e tratamento de informação Se não sabemos para onde vamos, arriscamo-nos a nunca mais lá chegar. Provérbio Tuaregue Introdução A sociedade do século XXI exige que,
Escola Secundária Martins Sarmento. Departamento de Ciências Sociais e Humanas. Ano letivo Grupo Disciplinar de FILOSOFIA
Escola Secundária Martins Sarmento Departamento de Ciências Sociais e Humanas Ano letivo 2018-2019 Grupo Disciplinar de FILOSOFIA Critérios específicos de avaliação: 10.º Ano de Escolaridade O presente
Curso: ESTRATÉGIAS E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Curso: ESTRATÉGIAS E INOVAÇÃO PEDAGÓGICA e-ipp Unidade de e-learning do Politécnico do Porto [email protected] ÍNDICE ÍNDICE... 2 RESUMO... 3 FICHA DO CURSO... 4 PERFIL DOS ALUNOS... 4 NECESSIDADES DE INSTRUÇÃO...
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE (ADD)
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE (ADD) NOTA 1: Esta sessão não dispensa a consulta do decreto regulamentar n.º 26/2012 de 21 de fevereiro e de toda a legislação que o regulamenta. Periodicidade e requisito
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO
ANO LETIVO 2017-2018 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento do 1º ciclo CRITÉRIOS de AVALIAÇÃO 1º CICLO Enquadramento A avaliação interna das aprendizagens
Sucesso Escolar. Avaliação do Desempenho Docente. Desenvolvimento Profissional
Sucesso Escolar Avaliação do Desempenho Docente Desenvolvimento Profissional Avaliação: tema nuclear no debate sobre as questões da educação. Assume, de forma integrada, vários papéis: Avaliação das aprendizagens
CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino e implica princípios e procedimentos
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO SECUNDÁRIO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO SECUNDÁRIO (2ª revisão) Nos termos da alínea e) do art.º 33.º do Regime de Autonomia, Administração e Gestão, constante do Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de abril, na
COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. INTRODUÇÃO De acordo com o Projecto Educativo do Colégio de Albergaria e a legislação em vigor sobre a avaliação das aprendizagens dos alunos nos vários
SESSÕES DE TRABALHO PERÍODO PROBATÓRIO. Coimbra, 27 de Novembro de 2017 Lília Vicente Fernando Alexandre José Diogo
SESSÕES DE TRABALHO PERÍODO PROBATÓRIO Coimbra, 27 de Novembro de 2017 Lília Vicente Fernando Alexandre José Diogo Agenda: 1. Princípios e objetivos das ST 2. Finalidades do período Probatório 3. Dispositivo
Concepções e Práticas de Professores e Expectativas de Alunos
Avaliação das Aprendizagens Concepções e Práticas de Professores e Expectativas de Alunos Tese de Mestrado de Mª Amélia Rafael, DEFCUL,1998 Alexandra Preto Sílvia Dias 9 de Dezembro de 2005 Objecto principal
Regimento de Avaliação dos Formandos
Regimento de Avaliação dos Formandos Os critérios de avaliação dos formandos das ações de formação promovidas por este CFAE regem-se, basilarmente, pelos princípios de enquadramento visados pelo definido
EB1/PE DE ÁGUA DE PENA
EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução
