Ciclo de palestras Gerenciamento de Risco HCC
|
|
|
- Leila Garrido Fonseca
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Ciclo de palestras Gerenciamento de Risco HCC Segurança na administração de medicamentos Apresentação cedida pela Enfª Christa Schmiedt
2 Os 13 certos no HCC Prescrição correta Paciente certo Medicamento certo Validade certa Forma/apresentação certa Dose certa Compatibilidade certa Orientação ao paciente Via de administração certa Horário certo Tempo de administração certo Ação certa Registro certo
3 1. A prescrição certa Todos os medicamentos devem ser prescritos no prontuário eletrônico, inclusive as intercorrências.
4 1. A prescrição certa Medicamentos prescritos se necessário devem ter indicação clara - ex.: se dor, se febre, se hiperglicemia,... E podem ser administrados após a avaliação da necessidade pela(o) enfermeira(o) Somente administrar medicamentos COM após a avaliação presencial de um profissional médico.
5 2. O paciente certo Conferir prescrição Conferir nome completo Conferir Pulseira (usar dois identificadores para cada paciente) Placa de identificação
6 3. O medicamento certo Conferir prescrição. Ler o rótulo do medicamento com atenção (nome, validade, conservação...) Rotular seringas e frascos de medicamentos Atenção para alergias do paciente destacar no prontuário. Armazenar os medicamentos no local correto, identificando-o corretamente.
7 Medicações com nomes semelhantes: armazenar em locais separados quando possível Medicações com aparência semelhante: armazenar em locais separados quando possível
8 Medicações com nomes e aparência semelhante: armazenar em locais separados quando possível
9
10 4. A validade certa Conferir a validade dos medicamentos Revisar a forma correta de armazenamento do medicamento (fotoproteção, temperatura, estabilidade após reconstituição e após diluição,...) Validade do medicamento intacto Validade do medicamento aberto Validade do medicamento reconstituído Validade do medicamento diluído Validade conforme armazenamento
11
12 5. Forma/apresentaçã ção o certa Conferir a prescrição Checar a forma/apresentação do medicamento para assegurar que atenda às especificidades do paciente (comprimidos, cápsulas, xarope, supositórios, goras, ampolas,...)
13 5. A forma / apresentação certa
14
15
16 6. A dose certa Conferir a prescrição (cuidar na transcrição) Confirmar a dose prescrita se houver dúvidas Fazer os cálculos por escrito Revisar com colegas da equipe quando houver dúvidas Atenção para a diluição correta dos medicamentos (conforme prescrição e concentrações mínimas e máximas) Evitar distrações durante os cálculos
17 7. Compatibilidade certa
18 8. Orientaçã ção o certa ao paciente e/ou familiar Informar nome do medicamento e esclarecer dúvidas Orientar paciente/familiar para administração correta na alta Se for administrado pelo familiar: acompanhar a administração até o final.
19 9. A via de administraçã ção o certa Conferir a prescrição Não alterar a via sem que haja nova prescrição (Ex. em caso de perda do acesso venoso passar para IM ou VO sem a prescrição) Atenção quando a droga for administrada através de sondas. Cuidados com a lavagem do sistema antes e após a administração da droga Não deixar medicamentos junto ao paciente para serem administrados posteriormente ou por familiares. IV: verificar os acessos disponíveis e indicação de infusão em acesso central ou periférico
20 10. Horário rio de administraçã ção o certo Identificar prioridades Estimular o uso de horários ímpares (atenção para aprazamento de diversos medicamentos no mesmo horário) Garantir que o intervalo prescrito é suficiente para obter os resultados esperados no mesmo horário. (Interações) Considerar preparo para exames, jejum
21 10. Horário rio de administraçã ção o certo Exemplos: Domperidona Omeprazol Prednisolona Sedativos Antibióticos
22 11. Tempo de administraçã ção o certo Controle do gotejo Uso de bombas de infusão s/n. Verificar tempo de infusão na tabela ou prescrição. Registrar início e término das infusões. Conferir e registrar volumes de soro/medicação infundidos no turno de trabalho Calcular o tempo de infusão incluindo o tempo para lavar o equipo.
23 12. AçãA ção o certa Saber para que serve a medicação Monitorar o paciente para verificar o efeito da medicação. Ex: Antitérmicos Sedativos Relaxantes musculares Insulina Atentar para reações adversas ou inefetividade dos medicamentos - notificar farmacovigilância.
24 13. Registro/documentação certa Atençã ção: Registrar a medicação administrada por escrito no relatório de enfermagem (informando o nome,dose e volumes do medicamento e os vol. para lavar). Assinar e carimbar. Checar a administração no prontuário do paciente Anotar reações adversas ou intercorrências na evolução. Checar antes de administrar é um risco paciente pode recusar a medicação, pode ocorrer algo que suspenda a medicação. Deixando de checar/ assinar a administração corre-se o risco de haver administração repetida por outra pessoa.
25 Lavagem das mãosm
26 Obrigada! Farmª Luana B. Martins Enfª Adriane E. Besckow Ramal: 2642
Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos.
Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. POP nº 05 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 11/12/2015 Elaborado
Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos.
Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Práticas seguras de distribuição de medicamentos. POP nº 06 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 30/07/2016
TOTVS Gestão Hospitalar Manual Ilustrado Prescrição Médica. 12.1.x. julho de 2015. Versão: 4.0
TOTVS Gestão Hospitalar Manual Ilustrado Prescrição Médica 12.1.x julho de 2015 Versão: 4.0 1 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Prontuário Eletrônico do Paciente... 3 3 Prescrição Médica... 4 3.1 Nova Prescrição
AUDITORIA EM ENFERMAGEM. UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes
AUDITORIA EM ENFERMAGEM UNIPAC UBERLÂNDIA CURSO GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: Administração ll Profa : Amanda Cristina de Oliveira Mendes Conceito AUDITORIA é uma avaliação sistemática e formal de
Índice: Expediente. Elaboração e organização: Renata Zaccara - Farmacêutica Clínica. Diagramação: Impressão: Ano 2010. Pág. 2 ...
... Pág. 1 Índice: O QUE PRECISO SABER SOBRE OS MEDICAMENTOS QUE ESTOU TOMANDO? 01 ONDE E COMO DEVO GUARDAR E/OU DESPREZAR OS MEDICAMENTOS? QUAIS CUIDADOS DEVO TER COM AS INSULINAS? INFORMAÇÕES GERAIS
Gerenciamento de Riscos a Saúde
Gerenciamento de Riscos a Saúde O papel da Prescrição Eletrônica e Rastreabilidade na administração segura de medicamentos Serviço de Informática /CAISM Profa Dra Roseli Calil Hospital da Mulher Prof.
QUIMIOTERAPIA Aspectos Farmacêuticos. João E. Holanda Neto Farmacêutico
QUIMIOTERAPIA Aspectos Farmacêuticos João E. Holanda Neto Farmacêutico EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Médico Avaliação do paciente e prescrição do esquema terapêutico (protocolo de QT) de acordo com o tipo,
INSTALAÇÃO E CONTROLE DE TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTE Enf a Chefe de Enfermagem do Serviço de Hemoterapia: Gilce Erbe de
Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Instalação e administração de concentrado de hemácias, plaquetas ou plasma fresco congelado. FINALIDADE Estabelecer a rotina para instalação e controle da transfusão de hemocomponentes
META 1. Identificar os pacientes corretamente
META 1 Identificar os pacientes corretamente Identificar, com segurança, o paciente como sendo a pessoa para a qual se destina o serviço e/ou procedimento. Como atendemos a esta meta: Utilizando a dupla
Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0. Novembro 2014 Versão do documento: 3.0
Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0 Novembro 2014 Versão do documento: 3.0 Índice Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Prontuário Eletrônico do Paciente... 3 3. Prescrição Médica... 4 3.1.
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP. Enfermagem UTI Neonatal - HCC
PROCESSO: Cuidados com RN graves e/ou instáveis PROCEDIMENTO Manuseio Mínimo com Recém-nascido (RN) Grave ou Instável (CUIDADOS 1) Responsável pela execução: Equipe multiprofissional da UTI Neonatal Data
Requisição incompleta, inadequada ou ilegível não será aceita pelo Serviço de Hemoterapia
1 1 - REQUISIÇÃO DE HEMOCOMPONENTES A enfermagem deve checar se a requisição de transfusão (MA5-036) foi preenchida corretamente, em duas ou mais vias, com os seguintes itens: - Nome completo do paciente
MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo
MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO Rosangela Jeronimo 2011 HOSPITAL SANTA CRUZ Filantrópico Foco na comunidade japonesa Localizado no bairro da Vila Mariana São Paulo 166 leitos destinados a internação
Orientações sobre o uso correto dos medicamentos.
Orientações sobre o uso correto dos medicamentos. O quê preciso saber sobre os medicamentos do paciente? Antes de administrar qualquer medicamento, verifique: O nome: alguns medicamentos têm nomes parecidos,
FARMACOVIGILÂNCIA MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE SUSPEITAS DE REAÇÕES ADVERSAS
FARMACOVIGILÂNCIA MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO DE SUSPEITAS DE REAÇÕES ADVERSAS Para uso de profissionais da saúde, hospitais, clínicas, farmácias
TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL
ÍNDICE TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL 1. INTRODUÇÃO 01 2. ALIMENTANÇÃO ENTERAL: O QUE É? 02 3. TIPOS DE NUTRIÇÃO ENTERAL 03 4. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DA ALIMENTAÇÃO 04 ENTERAL 5. TIPOS DE ADMINISTRAÇÃO
Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea
Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Lícia Mara
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO DA FARMÁCIA AGHU
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MÓDULO DA FARMÁCIA AGHU Pré- requisitos: - Perfil de acesso do funcionário - Cadastro do funcionário na farmácia que poderá ocorrer a dispensação. - Cadastro das unidades de internação.
Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86.
Regulamento da Terapia Nutricional 1. DEFINIÇÕES: Terapia Nutricional (TN): Conjunto de procedimentos terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado nutricional do usuário por meio da Nutrição Parenteral
Detalhamento Cód. 197511
DIR050 - Fluxo de elaboração e aprovação de POP s - NOVA VERSÃO (consolidado) v.1 Detalhamento Cód. 197511 POP: Administração de Dieta ao Recém Nascido por Sonda de Alimentação Enteral e Bomba de Infusão
5) Você é capaz de abrir as embalagens dos medicamentos que usa?
MOATT (ferramenta para auxílio na educação de pacientes em tratamento oral contra o câncer) Esta ferramenta foi preparada para assistir os profissionais de saúde na avaliação e educação de pacientes que
Recebimento de pacientes na SRPA
CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente
Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram
Informação de segurança muito importante para os profissionais de saúde que prescrevem, dispensam e administram Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Versão 1, março 2014 ATENÇÃO: Risco
Administração segura de medicamentos por via inalatória ( anexo 1) conforme prescrição médica.
Revisão: 28/04/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na administração de medicamentos através de dispositivos que produzem uma fina nevoa que facilita o transporte de medicamentos através da inspiração profunda
BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL RECEBIMENTO DE SOLICITAÇÕES PARA A TRANSFUSÃO DE HEMOCOMPONENTES
Pagina 1 de 17 1. OBJETIVO Atender com eficácia as solicitações realizadas pelo corpo clínico dos hospitais. 2. APLICAÇÃO Receptores (pacientes). 3. RESPONSABILIDADES Médicos Supervisora Técnica Coordenador
1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos
Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica
Projeto coordenado por Denise Costa Dias
A hemoterapia moderna baseia-se no uso seletivos dos componentes do sangue. A utilização correta dos diversos hemocomponentes, associados a um maior controle de qualidade nas diversas etapas desde a coleta
Implementação das metas internacionais de segurança do paciente da Joint Commission
Mesa redonda: O Papel do enfermeiro na segurança do paciente e nos resultados do atendimento Implementação das metas internacionais de segurança do paciente da Joint Commission Cristiana Martins Prandini
Administração de medicamentos em enfermagem. Prof Giselle
Administração de medicamentos em enfermagem Prof Giselle Administração de medicamentos È uma atividade séria que envolve muita responsabilidade. Neste contexto o enfermeiro deve agir com segurança responsabilidade
CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável.
Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável. FINALIDADE Determinar compatibilidade de
Protocolo para controle glicêmico em paciente não crítico HCFMUSP
Protocolo para controle glicêmico em paciente não crítico HCFMUSP OBJETIVOS DE TRATAMENTO: Alvos glicêmicos: -Pré prandial: entre 100 e 140mg/dL -Pós prandial: < 180mg/dL -Evitar hipoglicemia Este protocolo
Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa. Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica
Segurança na Cadeia Terapêutica Medicamentosa Marinei Ricieri Farmacêutica Clínica 21-Maio-2014 1 O que (quem) é a Cadeia Terapêutica Medicamentosa? 2 É um sistema complexo de fornecimento de medicação.
INSTITUTO ESTADUAL DE DIABETES E ENDOCRINOLOGIA LUIZ CAPRIGLIONE SERVIÇO DE FARMÁCIA
MANUAL DE ORIENTAÇÃO SOBRE PROCEDIMENTOS Objetivo Orientar funcionários, corpo clínico e pacientes do IEDE sobre o funcionamento do Serviço de Farmácia e os documentos necessários para cada tipo de atendimento.
Prevenção do Erro e o Medicamento
Prevenção do Erro e o Medicamento Daniela Garcia 26 de março de 2015 Diretora dos Serviços Farmacêuticos Erro de medicação Qualquer evento evitável que pode causar dano ao doente ou dar lugar à utilização
Atitude. (Enciclopédia Barsa 1997)
Atitude Conceito genérico, com diferentes interpretações em psicologia, que busca explicar grande parte da conduta social frente às situações e experiências. (Enciclopédia Barsa 1997) (Autor Desconhecido)
Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HEMOVIGILÂNCIA Responsáveis: Enfª Cledes Moreira Enfª Danielli S. Barbosa Enfª Luciana Paiva VAMOS TRABALHAR HOJE Os cuidados na instalação de sangue e hemocomponentes.
RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS
Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Nº FCCIR: 001 Tarefa: Recebimento de mmh e medicamentos para abastecer a farmácia Executante: Farmacêutico e/ou Auxiliar de Farmácia Resultados esperados: Estoque de acordo com a transferência. Recursos
LABIRIN. dicloridrato de betaistina APSEN. FORMA FARMACÊUTICA Comprimidos. APRESENTAÇÕES Comprimidos de 24 mg. Caixa com 30 comprimidos.
LABIRIN dicloridrato de betaistina APSEN FORMA FARMACÊUTICA Comprimidos APRESENTAÇÕES Comprimidos de 24 mg. Caixa com 30 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido contém: 24 mg dicloridrato
GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS
POP n.º: I 29 Página 1 de 5 1. Sinonímia Pesquisa de anticorpos frios. 2. Aplicabilidade Bioquímicos e auxiliares de laboratório do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica As Crioaglutininas são anticorpos
Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação: Auxiliar
A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral
A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente
MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS
MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS 2ª edição SUMÁRIO Nutrição Enteral: definição 1. Cuidados no preparo da Nutrição Enteral Higiene
Para que Serve? Tratamento
Quimioterapia O que é? É um tratamento que utiliza medicamentos quimioterápicos para eliminar células doentes. Cada agente quimioterápico tem diferentes tipos de ação sobre as células e, consequentemente,
MANUAL INDÚSTRIA DO CONHECIMENTO - IDC
Título: SISTEMA DE GESTÃO Manual Central de Serviços GETEC- Abertura de chamados- Indústria do Conhecimento Código: Revisão: 1 Página: 1 de 14 Elaborado: Responsável: GETEC e GERPE Homologado: Data: 14/01/2014
TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA
1 de 8 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/11/2012 1.00 Proposta inicial LCR, DSR,MGO 1 Objetivo Agilizar o processo de transferência seguro do paciente/cliente, para
Metas Internacionais de Segurança do paciente
Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência
DO TERMO DE CONSENTIMENTO
: DO TERMO DE CONSENTIMENTO AO CHECK LIST E fªl i Li Enfª Luciana Lima Hospital Procardíaco Aliança Mundial para Segurança do paciente Cirurgias seguras salvam vidas Check list baseado nas recomendações
Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde
Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram
BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM NA INSTALAÇÃO DA TRANSFUSÃO
BOAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM NA INSTALAÇÃO DA TRANSFUSÃO Jaciane Vargas de Freitas Silva Enfermeira RT Serviço de Enfermagem do Ambulatório do HBH Fundação Hemominas BOA PRÁTICA TRANSFUSIONAL Aplicação
Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004
QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004
sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6
Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Definição Sondagem Nasoenteral é a introdução através da cavidade nasal/oral de uma sonda de poliuretano ou outro material, posicionada
SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO. Câmara de Apoio Técnico- COREN SP PROJETO COREN SP 2010 SEGURANÇA DO PACIENTE
SEGURANÇA NA MEDICAÇÃO Câmara de Apoio Técnico- COREN SP PROJETO COREN SP 2010 SEGURANÇA DO PACIENTE Erro de Medicação Complexidade do sistema de saúde Ambientes especializados e dinâmicos Condições que
Única empresa de medicina domiciliar brasileira certificada internacionalmente
Única empresa de medicina domiciliar brasileira certificada internacionalmente NOVAS FORMAS DE CONTROLES SEGUROS DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS NO DOMICILIO Luciano Bonoto Farmacêutico Pronep RJ Processo de
RELATÓRIO DE SUPERVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE
RELATÓRIO DE SUPERVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES MUNICÍPIO: DATA: / / IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE: Nome: CGC: Endereço: Bairro: Telefone: Responsável pela unidade (formação): TURNO
Prevenção da pneumonia por broncoaspiração, remoção de secreções de vias aéreas inferiores.
Revisão: 24/05/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na retirada de secreções das vias aéreas inferiores com objetivo de manter a permeabilidade das vias aéreas, facilitar a oxigenação e prevenção da broncoaspiração.
Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança
1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos
O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL
O PAPEL DO ENFERMEIRO NO COMITÊ TRANSFUSIONAL HEMOCENTRO DE BELO HORIZONTE 2015 TRANFUSÃO SANGUÍNEA BREVE RELATO Atualmente a transfusão de sangue é parte importante da assistência à saúde. A terapia transfusional
Sandra Heidtmann 2010
Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de
BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL INSTALAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA TRANSFUSÃO E REAÇÕES ADVERSAS
Pagina 1 de 20 1. OBJETIVO Assegurar todo o procedimento de transfusão sanguínea. 2. APLICAÇÃO Receptores (Pacientes). 3. RESPONSABILIDADES Médicos Supervisora Técnica Coordenador de Imunohematologia (
Medicamento O que é? Para que serve?
Medicamento O que é? Para que serve? Os Medicamentos são produtos farmacêuticos, tecnicamente obtidos ou elaborados, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico (Lei nº
Definir protocolo para garantir a segurança no uso de medicamentos de alta vigilância no Hospital São Paulo.
1. INTRODUÇÃO Os medicamentos de Alta Vigilância são aqueles que possuem risco aumentado de provocar danos significativos aos pacientes em decorrência de falha no processo de utilização. Os erros que ocorrem
ESTÁGIO PROBATÓRIO. Quadro do Magistério QM GDAE
ESTÁGIO PROBATÓRIO Quadro do Magistério QM GDAE Decreto nº 52.344 de 09/11/2007 - Dispõe sobre o Estágio Probatório dos integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação. Lembramos que: 1.
A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
A IMPORTÂNCIA DA MEDIÇÃO DE ENERGIA PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Existem várias finalidades para medição de energia, dentre elas vamos destacar as seguintes: Consumo mensal de energia A grandeza medida é
TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:
Micotiazol CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Solução Tópica
Anexo A Micotiazol CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA Solução Tópica Ácido benzóico... 20 mg Ácido salicílico... 20 mg Iodo metálico... 2,5 mg Licor de Hoffman q.s.p.... 1,0 ml 1 MODELO DE BULA
Check-list Procedimentos de Segurança
Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Nº: 21/2014 Data de emissão: Março/2014 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Revisão: 01 Data revisão: 29/04/2014 Setor Centros de Saúde Tipo Assistencial TAREFA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIA Executante
PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital?
Cartilha de Segurança do PACIENTE Como você pode contribuir para que a sua saúde e segurança não sejam colocadas em risco no hospital? CARO PACIENTE, Esta Cartilha foi desenvolvida para orientá-lo sobre
Manual do Usuário. Cuidados com o prontuário
Manual do Usuário Este manual foi feito para orientar os usuários dos serviços de internação domiciliar da HN Home Care Home Care, tanto para a modalidade de plantão de enfermagem de 12h, quanto para o
TANQUE DE FIBRA DE VIDRO Série TFV
Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções TANQUE DE FIBRA DE VIDRO Série TFV Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz
Erro de medicação: estratégias e novos avanços para minimizar o erro
Erro de medicação: estratégias e novos avanços para minimizar o erro Gracinete do Carmo Silva Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem. Caroline Alves Garcia Docente do Curso de Graduação em Enfermagem.
MANUAL DO USUÁRIO SORE Sistema Online de Reservas de Equipamento. Toledo PR. Versão 2.0 - Atualização 26/01/2009 Depto de TI - FASUL Página 1
MANUAL DO USUÁRIO SORE Sistema Online de Reservas de Equipamento Toledo PR Página 1 INDICE 1. O QUE É O SORE...3 2. COMO ACESSAR O SORE... 4 2.1. Obtendo um Usuário e Senha... 4 2.2. Acessando o SORE pelo
SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 4. 5 Responsabilidades: 5.
OG Procedimento de Gestão PG.SMS.014 Denominação: Auditoria Interna do Sistema de Gestão de SMS SUMÁRIO Este procedimento estabelece premissas básicas sobre os critérios de planejamento e princípios a
Urologia Pediátrica Dr. Eulálio Damazio
Orientações anestésicas para cirurgias pediátricas urológicas Meu filho vai ser operado. Como será a cirurgia? E a anestesia? São seguras? Ele vai acordar logo? E o jejum? Estas questões são muito comuns
O Trabalho dos Agentes de Saúde na Promoção do Uso Correto de Medicamentos
O Trabalho dos Agentes de Saúde na Promoção do Uso Correto de Medicamentos Diogo Fontes Santos Pedro Paulo de A. Pedro Estagiários do Curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão no Centro de
Monitorização de Doenças Diarréicas Agudas MDDA
Monitorização de Doenças Diarréicas Agudas MDDA A Doença Diarréica Aguda (DDA) é reconhecida como importante causa de morbimortalidade no Brasil, mantendo relação direta com as: precárias condições de
Certificado Digital. Manual do Usuário
Certificado Digital Manual do Usuário Índice Importante... 03 O que é um Certificado Digital?... 04 Instalação do Certificado... 05 Revogação do Certificado... 07 Senhas do Certificado... 08 Renovação
FARMACÊUTICA. Sammara Tavares Nunes Coord. Central de Abastecimento Farmacêutico CAF/HUWC
LOGÍSTICA FARMACÊUTICA Sammara Tavares Nunes Coord. Central de Abastecimento Farmacêutico CAF/HUWC Central de Abastecimento Farmacêutico Unidade que tem por finalidade manter e abastecer de modo dinâmico
Anexo A DORFEN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA. Solução oral. 200mg
Anexo A DORFEN CAZI QUIMICA FARMACÊUTICA IND. E COM. LTDA Solução oral 200mg DORFEN Paracetamol I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DORFEN Paracetamol FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Solução oral em frasco
TETMOSOL Sabonete sulfiram. Sabonete com 4 g de sulfiram em embalagem contendo 1 sabonete de 80 g.
TETMOSOL Sabonete sulfiram I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO TETMOSOL Sabonete sulfiram APRESENTAÇÕES Sabonete com 4 g de sulfiram em embalagem contendo 1 sabonete de 80 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO
GERÊNCIA DE OUVIDORIA GERAL GHC FLUXOS DE TRABALHO E UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE OUVIDORIA
GERÊNCIA DE OUVIDORIA GERAL GHC FLUXOS DE TRABALHO E UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE OUVIDORIA 1 SUMÁRIO Fluxos de Trabalho... 03 Preenchimento do Registro de Ocorrência... 04 Impressão da Ocorrência... 09 Encaminhamento
APROVADO EM 04-08-2011 INFARMED. Folheto Informativo: Informação para o utilizador. Paracetamol Azevedos, 500 mg, comprimidos Paracetamol
Folheto Informativo: Informação para o utilizador Paracetamol Azevedos, 500 mg, comprimidos Paracetamol Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém informação
Internação eletiva (Recepção Principal)
1 de 8 RESULTADO ESPERADO: Proporcionar aos pacientes agilidade, segurança e comodidade durante o seu período de internação. 644 PROCESSOS RELACIONADOS: Apoio ao Cliente Assistência Cirúrgica Assistência
1. O QUE É PARACETAMOL BLUEPHARMA E PARA QUE É UTILIZADO. Grupo Farmacoterapêutico: 2.10 - Sistema Nervoso Central - Analgésicos e antipiréticos
Folheto Informativo Informação para o utilizador Paracetamol Bluepharma Paracetamol Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente Este medicamento pode ser adquirido sem receita
Reuniões RTs médicos
Reuniões RTs médicos Médico RT Perfil do Médico RT Disponibilidade Deve estar disponível diariamente para regulação no SISREG e para educação permanente; Atualizado Deve ser o médico mais atualizado clinicamente
BOAS PRÁTICAS NA DISPENSAÇÃO. Farm. Noemia Liege M. Bernardo
BOAS PRÁTICAS NA DISPENSAÇÃO Farm. Noemia Liege M. Bernardo Processo de atenção ao paciente Enfermeiro Atividades desenvolvidas em uma farmácia 2000: (Shommer et al) Atividades desenvolvidas em uma farmácia
Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda. Manual de Instruções
Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções CALHA PARSHALL Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz informações importantes
Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU
Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU AMBULATÓRIO Cadastro de paciente ( caso o paciente já tenha consultado no hospital
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Objetivo A Norma Regulamentadora 9 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação,
Manual - Transferências de sinal
Acesso ao sistema: Passo 1 Passo 2 Passo 3 Solicitar inclusão de sinal: Passo 1 Passo 2 Passo 3 Solicitar exclusão de sinal: Passo 1 Passo 2 Passo 3 Consultar transferência de sinal em andamento: Passo
Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:
Prescrição Médica. Medicina. Prática Médica. Prática Médica. Do latim ars medicina : arte da cura.
Medicina Do latim ars medicina : arte da cura. Prescrição Médica Surge de reações instintivas para aliviar a dor ou evitar a morte. Prof. Dr. Marcos Moreira Prof. Adjunto de Farmacologia, ICB/UFJF Prof.
CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO
