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- Heitor Aranha Affonso
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1 <CABBCBBCCADACABCCBBABBCCACBABCADBCAAA DDADAAAD> EMENTA: AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS CRIME EQUIPARADO A HEDIONDO RECURSO NÃO PROVIDO. - O crime previsto no art. 35 da Lei nº /06 é equiparado a hediondo, uma vez que a mens legis é punir aqueles que cometem os delitos relacionados com o tráfico de maneira mais severa. V.V. AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL CRIME DE ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS HEDIONDEZ INOCORRÊNCIA. O delito de associação para o tráfico de entorpecentes não pode ser considerado como hediondo ou equiparado, uma vez que a Constituição da República e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, não o consideram expressamente como tal, não sendo possível realizar analogia in malan parten de modo a inseri-lo em tal categoria. Recurso defensivo a que se da provimento. AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL Nº /001 - COMARCA DE ARAGUARI - AGRAVANTE(S): ANDRÉ LUIZ BRAZ FERNANDES - AGRAVADO(A)(S): MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS A C Ó R D Ã O Vistos etc., acorda, em Turma, a 1ª CÂMARA CRIMINAL do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, na conformidade da ata dos julgamentos, por maioria, vencido o Relator, em negar provimento ao recurso. DES. SILAS RODRIGUES VIEIRA RELATOR. DES. ALBERTO DEODATO NETO PRESIDENTE E RELATOR PARA O ACÓRDÃO. Fl. 1/7
2 DES. SILAS RODRIGUES VIEIRA (RELATOR) EMENTA: AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL CRIME DE ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS HEDIONDEZ INOCORRÊNCIA. O delito de associação para o tráfico de entorpecentes não pode ser considerado como hediondo ou equiparado, uma vez que a Constituição da República e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, não o consideram expressamente como tal, não sendo possível realizar analogia in malan parten de modo a inseri-lo em tal categoria. Recurso defensivo a que se da provimento. Fl. 2/7
3 Trata-se de agravo em execução penal interposto por ANDRÉ LUIZ BRAZ FERNANDES contra a r. decisão de f. 46-TJ, via da qual a MM. Juíza de Direito da Vara de Execuções Criminais da Comarca de Araguari indeferiu o pedido formulado pela defesa do agravante de retificação do seu levantamento de penas, a fim de que nele não constasse como hediondo o delito previsto no art. 35 da Lei /06. Inconformada, a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais interpôs o presente recurso, sustentando que a Constituição Federal trata como hediondo o delito de tráfico de entorpecentes e drogas afins, mas não menciona neste dispositivo a associação ao tráfico, que dele se distingue formal e materialmente. Requer a concessão dos benefícios da justiça gratuita. Contrarrazões às f. 49/53-TJ. À f. 64 determinei a baixa dos autos à Vara de origem a fim de que se cumprisse a formalidade prevista no artigo 589 do Código de Processo Penal. Em sede de juízo de retratação à f. 66-TJ, a magistrada da causa manteve a decisão agravada por seus próprios fundamentos. Instada a se manifestar a Procuradoria-Geral de Justiça, em parecer de f. 68/70-TJ, opinou pelo conhecimento e provimento do recurso. É o relatório. admissibilidade. Conheço do recurso, presentes os pressupostos de sua Cinge-se a controvérsia em verificar se o delito de associação para o tráfico, previsto no artigo 35 da Lei nº /06, é equiparado aos crimes hediondos. Conforme já me posicionei reiteradas vezes, o crime de associação para o tráfico de drogas (art. 35 da Lei nº /06) não possui o caráter hediondo atribuído ao delito de tráfico de drogas, tipificado no art. 33 da mesma lei. O crime autônomo de associação para fins de tráfico não se confunde, em absoluto, com o crime de tráfico de drogas, tratando-se de espécies diferentes que podem ocasionar o concurso material de crimes. São pressupostos do crime previsto no art. 35 da lei de drogas: a) existência de dois ou mais infratores; b) existência do critério de estabilidade, permanência ou habitualidade; c) inclusão do critério de reiteração ou não jungido e estreitamente vinculado à finalidade delituosa específica; d) delimitação do Fl. 3/7
4 crime autônomo de associação somente com relação às modalidades criminosas previstas pelos artigos 33, caput e 1º, e 34 da lei. Lado outro, a Constituição da República de 1988, em seu artigo 5º, XLIII, traz um rol taxativo de delitos equiparados aos hediondos, a saber, a tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e o terrorismo, aos quais o legislador pretendeu fazer incidir uma resposta penal mais severa. Os delitos hediondos, por sua vez, estão previstos no art. 1º da Lei nº 8.072/90, que, de igual forma, não contempla o delito de associação para o tráfico. O art. 2º da referida lei, respeitando o disposto no texto constitucional, também não equipara o delito de associação para o tráfico aos delitos hediondos. Assim, levando-se em consideração o princípio da legalidade e do fato de que, em Direito Penal, não se pode utilizar a interpretação extensiva ou analogia in malan parten, entendo que o delito de associação para o tráfico, apesar de sua gravidade, não pode ser equiparado a hediondo. Coadunando a tal posicionamento, já decidiu o colendo SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: HABEAS CORPUS. ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. CÁLCULO. CRIME CONSIDERADO NÃO HEDIONDO. AGRAVO EM EXECUÇÃO. (...). CRIME NÃO HEDIONDO. LISTAGEM TAXATIVA DOS CRIMES COM TAL NATUREZA. ANALOGIA. IMPOSSIBILIDADE. 2. ORDEM CONCEDIDA. 1. O crime de associação para o tráfico não integra a listagem legal de crimes considerados hediondos. Impossível analogia in malam partem com o fito de considerá-lo crime dessa natureza. (...). (HC 56529/RJ, Relª. Minª. Maria Thereza de Assis Moura, DJe 23/03/09). HABEAS CORPUS. PENAL. TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES E ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. MINORANTE PREVISTA NO ART. 33, 4.º, DA LEI /06. ACÓRDÃO QUE AFASTOU O BENEFÍCIO COM BASE NA CONSTATAÇÃO DE DEDICAÇÃO À ATIVIDADE CRIMINOSA. IMPOSSIBILIDADE DE REFORMA. (...). HEDIONDEZ DO CRIME DE ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO. INOCORRÊNCIA. PRECEDENTES DO STJ. (...) 3. A teor do entendimento desta Corte, o crime de associação para o tráfico de entorpecentes, previsto no art. 14 da Lei n.º 6.368/76, não é considerado hediondo ou equiparado. 4. Ordem parcialmente concedida para, quanto ao crime de associação para o tráfico, afastar da condenação o Fl. 4/7
5 reconhecimento de sua hediondez. (HC /SC, Relª. Minª. Laurita Vaz, DJe 19/08/2010). Pelo exposto, dou provimento ao recurso para que se proceda à retificação do levantamento de penas do recorrente, desconsiderando o delito de associação para o tráfico como hediondo. Isento o agravante de custas. É como voto. DES. ALBERTO DEODATO NETO (PRESIDENTE E RELATOR PARA O ACÓRDÃO) V O T O Divirjo do em. Des. Relator para negar provimento ao agravo interposto, por considerar ser o delito de associação para o tráfico (art. 35 da Lei nº /06) equiparado aos crimes hediondos. Destaco, primeiramente, que o constituinte originário inseriu em nossa Carta Magna consideração expressa para que determinados delitos, dentre os quais o tráfico de drogas, fossem tratados com maior rigor. Com efeito, o art. 5º da CR/88 preconiza: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...) XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem; (Grifei) Resta-nos analisar, portanto, o que seria, de fato, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. Pois bem. A Lei nº /06, no capítulo II do Título IV, que dispõe sobre a repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas, elenca diversos crimes que não receberam denominação específica. Destarte, Fl. 5/7
6 percebe-se que inexiste a conduta traficar, propriamente dita, mas sim uma série de ações que o agente pode realizar e, consequentemente, contribuir com o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. Em verdade, o próprio artigo 44 do citado diploma legal ressalta que os crimes previstos nos arts. 33, caput e 1 o, e 34 a 37 têm vedada a conversão das penas privativas de liberdade em restritivas de direitos, além de diversos outros benefícios, demonstrando, assim, serem tais condutas equivalentes entre si. Ademais, o fato de a pena de multa do art. 35 ser maior do que a prevista no art. 33, caput, da Lei nº /06, também demonstra a preocupação do legislador em repreender de maneira ainda mais severa os que se associam para a prática do comércio ilícito de drogas. Assim, não vejo como deixar de reconhecer o caráter hediondo do crime de associação para o tráfico e, consequentemente, fazê-lo constar nessas condições no levantamento de penas do agravante. Nos dizeres de Guilherme de Souza Nucci,... pois se trata de crime equiparado a hediondo, em nosso ponto de vista. Quem colabora com o tráfico, traficante é (in: Leis Penais e Processuais Penais Comentadas. 4.ed. rev. atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, pág.369). Diante do exposto, divirjo do em. Des. Relator e NEGO PROVIMENTO AO RECURSO, para reconhecer o caráter de equiparado a hediondo do crime de associação para o tráfico e manter a decisão primeva, pelos seus próprios fundamentos. Custas pelo agravante, na forma do art. 804 do CPP. É como voto. DES. FLÁVIO BATISTA LEITE agravo. Acompanho o douto 1º Vogal para negar provimento ao Contudo, deixo consignado que entendo possíveis a fixação de regime inicial diferenciado e a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos aos condenados pelos delitos da Lei /2006, consoante decidiu o Plenário do Supremo Tribunal Federal no julgamento dos HCs /RS e /ES. Fl. 6/7
7 SÚMULA: "NEGARAM PROVIMENTO AO RECURSO, VENCIDO O DES. RELATOR" Fl. 7/7
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DO RIO DE JANEIRO 2ª CÂMARA CRIMINAL
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO 2ª CÂMARA CRIMINAL AGRAVO Nº 0047897-68.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO AGRAVADO: MICHEL RAMOS DA SILVA CARVALHO RELATORA: DES. KATIA MARIA AMARAL JANGUTTA
PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO
ORIGEM : 37ª VARA FEDERAL DE PERNAMBUCO - PE RELATÓRIO O Sr. Des. Fed. FRANCISCO WILDO (Relator): Tratam-se de apelações criminais interpostas por ROMERO SANTOS VERAS e ROMERO SALES GOMES em face de sentença
Superior Tribunal de Justiça
RELATORA : MINISTRA ELIANA CALMON : IA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA TRIBUTÁRIO - CONTRIBUIÇÃO SOCIAL PREVISTA NO ART. 22, 1º, DA LEI 8.212/91 - EXIGÊNCIA DAS CORRETORAS DE SEGUROS - PRECEDENTE. 1.
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO
Registro: 2015.0000616201 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1104950-49.2014.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA, é apelada
IV - APELACAO CIVEL 2007.51.05.000235-5
Relatora : Desembargadora Federal SALETE MACCALÓZ APELANTE : CARMEM LUCIA LOPES TEIXEIRA Advogado : Paulo Roberto T. da Costa (RJ141878) APELADO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF Advogado : Gerson de Carvalho
R E L A T Ó R I O. O Sr. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI: Trata-se de. habeas corpus, com pedido de medida liminar, impetrado por
HABEAS CORPUS 97.511 SÃO PAULO RELATOR : MIN. RICARDO LEWANDOWSKI PACTE.(S) : PAULO SALIM MALUF IMPTE.(S) : JOSÉ ROBERTO LEAL DE CARVALHO COATOR(A/S)(ES) : PRESIDENTE DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA R
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS 8 de abril de 2015
ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DESEMB - JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS 8 de abril de 2015 AGRAVO DE EXECUÇÃO PENAL Nº 0010605-96.2012.8.08.0030 - LINHARES - 2ª VARA CRIMINAL
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR
AC Nº 540866/PE (0010598-17.2010.4.05.8300) APTE : UNIMED GUARARAPES - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO ADV/PROC : BRUNO BEZERRA DE SOUZA e outros APDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ASSIST MP : ANS - AGÊNCIA
Supremo Tribunal Federal
)2( oãdróca atneme702984 DE-ER Diário da Justiça de 10/11/2006 17/10/2006 PRIMEIRA TURMA RELATOR EMBARGANTE(S) EMBARGADO(A/S) : MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE : GENIL MACHADO E OUTRO(A/S) : MARCOS ANDRÉ DE ALMEIDA
ACÓRDÃO 0000661-05.2013.5.04.0028 RO Fl. 1. JUIZ CONVOCADO JOE ERNANDO DESZUTA (REDATOR) Órgão Julgador: 4ª Turma
0000661-05.2013.5.04.0028 RO Fl. 1 JUIZ CONVOCADO JOE ERNANDO DESZUTA (REDATOR) Órgão Julgador: 4ª Turma Recorrente: ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BENEFICÊNCIA - Adv. Guilherme Camillo Krugen Recorrido: LIANO
VISTOS, RELATADOS E DISCUTIDOS os presentes autos em que é Agravante Ivanildo Faustino da Silva e Agravada Justiça Pública;
, / títtil %finem! ' PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA GABINETE DO DES. ANTONIO CARLOS COÊLII0 DA FRANCA ACÓRDÃO Agravo em Execução n. 025.2004.000352-4/002 5' Vara da Comarca de
Supremo Tribunal Federal
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 728.071 GOIÁS RELATORA RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) ADV.(A/S) : MIN. CÁRMEN LÚCIA :BANCO ITAÚ S/A : WANDERLI FERNANDES DE SOUSA E OUTRO(A/S) :REAL DISTRIBUIÇÃO LTDA
Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2ª TURMA RECURSAL JUÍZO C
JUIZADO ESPECIAL (PROCESSO ELETRÔNICO) Nº201070500166981/PR RELATORA : Juíza Ana Carine Busato Daros RECORRENTE : WALDEMAR FIDELIS DE OLIVEIRA RECORRIDA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL DECLARAÇÃO
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro
RELATÓRIO O Senhor DESEMBARGADOR FEDERAL MARCELO NAVARRO: Cuida-se de apelação criminal interposta pelo Ministério Público Federal contra sentença proferida pelo MM. Juízo da 37ª Vara de Pernambuco, na
AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA
AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA AGRAVADO: INSTITUTO ANALICE LTDA RELATOR: DES. AUGUSTO ALVES MOREIRA JUNIOR AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO
EMENTA CIVIL - DANOS MORAIS - NEGATIVA NA CONCESSÃO DE PASSE LIVRE EM VIAGEM INTERESTADUAL - TRANSPORTE IRREGULAR - INDENIZAÇÃO DEVIDA.
Órgão: 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais Classe: ACJ Apelação Cível no Juizado Especial N. Processo: 2007.09.1.022383-7 Apelante:VIAÇÃO TRANSPIAUÍ SÃO RAIMUNDENSE LTDA Apelado:
P R O N U N C I A M E N T O M I N I S T E R I A L
P R O N U N C I A M E N T O M I N I S T E R I A L Trata-se de mandado de segurança impetrado por em face do INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL, objetivando assegurar que a autoridade coautora continue
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo
Registro: 2015.0000770986 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Mandado de Segurança nº 2097361-61.2015.8.26.0000, da Comarca de, em que é impetrante GABRIELA DA SILVA PINTO, é impetrado
Supremo Tribunal Federal
Decisão sobre Repercussão Geral Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 9 19/09/2013 PLENÁRIO REPERCUSSÃO GERAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 759.244 SÃO PAULO RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES)
B.M. e R.M., devidamente qualificados nos autos acima
Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 3ª Vara Federal Criminal de Foz do Iguaçu/PR Autos n. 5004778-70.2010.404.7002 B.M. e R.M., devidamente qualificados nos autos acima mencionados que lhe
VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE
EXMO. SR. JUIZ FEDERAL DA PERNAMBUCO VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE Processo Administrativo n.º 1.26.000.000967/2008-95 Denúncia nº 224/2008 O Ministério Público Federal, por sua Representante infrafirmada,
Superior Tribunal de Justiça
EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 342.463 - SC (2014/0101370-3) RELATOR EMBARGANTE EMBARGADO : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES : IPB CORRETORA DE SEGUROS LTDA : RAPHAEL DOS SANTOS BIGATON
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. 1º As instituições
Supremo Tribunal Federal
MEDIDA CAUTELAR NO HABEAS CORPUS 126.965 SÃO PAULO RELATOR PACTE.(S) IMPTE.(S) PROC.(A/S)(ES) COATOR(A/S)(ES) : MIN. LUIZ FUX :A P :DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO :DEFENSOR PÚBLICO-GERAL FEDERAL :SUPERIOR
ok PACIENTE: Antônio Carlos da Silva Felipe
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAIBA GABINETE DO DESEMBARGADOR LUIZ SILVIO RAMALHO JÚNIOR ACÓRDÃO HABEAS CORPUS (Processo n 999.2012.001461-11001) RELATOR: Marcos William de Oliveira,
2ª TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ
2ª TURMA RECURSAL JUIZADOS ESPECIAIS FEDERAIS SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ Processo nº 2007.70.50.015769-5 Relatora: Juíza Federal Andréia Castro Dias Recorrente: CLAUDIO LUIZ DA CUNHA Recorrida: UNIÃO FEDERAL
Poder Judiciário Tribunal Regional Federal da 5ª Região Gabinete do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira
RELATÓRIO Trata-se de recurso em sentido estrito interposto por Célio Bispo Kojuch contra sentença proferida pelo Juízo da 14.ª Vara da SJRN que denegou ordem de habeas corpus através da qual era objetivada
SÍNTESE DO MEMORIAL:
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA-GERAL DE CONTENCIOSO RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 27.300 IMPTE..: INSTITUTO IMACULADA CONCEIÇÃO IMPDO.: MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL RELATORA:
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete do Desembargador Federal Marcelo Navarro
APELAÇÃO CRIMINAL (ACR) Nº 11023/RN (0004472-39.2010.4.05.8400) APTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL APDO : JARBAS CAVALCANTI DE OLIVEIRA ADV/PROC : JOSE ALEXANDRE SOBRINHO E OUTRO ORIGEM : 2ª VARA FEDERAL
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL 2ª CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO
MPF FLS. 2ª CCR MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL VOTO Nº 7399/2015 (IPL 1763/2010-1) ORIGEM: 5ª VARA FEDERAL CRIMINAL DO RIO DE JANEIRO PROCURADOR OFICIANTE: ARIANE GUEBEL DE ALENCAR RELATORA: RAQUEL ELIAS FERREIRA
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
1 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 512212-28.2009.8.09.0107(200995122121) COMARCA DE MORRINHOS APELANTE : VIBRAIR MACHADO DE MORAES APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO RELATOR : Des. LUIZ CLÁUDIO VEIGA BRAGA RELATÓRIO O
