MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
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- Denílson de Escobar Canejo
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1 Nº /CS HABEAS CORPUS Nº ESPÍRITO SANTO IMPETRANTE: DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PACIENTE: ADRIANO JOSÉ DA SILVA IMPETRADO: SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA RELATORA: MINISTRA ELLEN GRACIE HABEAS CORPUS. PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO (ART. 14 DA LEI Nº /2003). CONDENAÇÃO EM PRIMEIRO GRAU. MANUTENÇÃO PELO TJ/ES. TRÂNSITO EM JULGADO. WRIT NO TRIBUNAL LOCAL VISANDO À DESCLASSIFICAÇÃO DA CONDUTA PARA POSSE DE ARMA DE FOGO. IMPROPRIEDADE DA VIA ELEITA. ORDEM DENEGADA. HABEAS NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA PLEITEANDO O RECONHECIMENTO DA ATIPICIDADE DE CONDUTA. ABOLITIO CRIMINIS TEMPORÁRIA. NÃO INCIDÊNCIA. DENEGAÇÃO DA ORDEM. WRIT NO STF COM IDÊNTICA PRETENSÃO. DESCLASSIFICAÇÃO PARA A CONDUTA DO ART. 12 DA LEI Nº /2003. DESCRIMINALIZAÇÃO TEMPORÁRIA. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. PRETENSÕES INVIÁVEIS. REVOLVIMENTO DE FATOS E PROVAS QUE NÃO SE COADUNA COM A FINALIDADE DO MANDAMUS. ARGUIÇÕES DE MÉRITO IMPROCEDENTES. LISURA DA CONDENAÇÃO. PARECER PELO NÃO CONHECIMENTO DO WRIT; NO MÉRITO, PELA DENEGAÇÃO DA ORDEM. 1. Trata-se de habeas corpus impetrado em benefício de Adriano José da Silva contra acórdão do Superior Tribunal de Justiça que manteve a condenação do paciente pela prática do crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. 2. O paciente foi condenado pelo Juízo de Direito da Segunda Vara
2 MPF/PGR Nº /CS 2 Criminal de Cariacica/ES às penas de 2 anos e 6 meses de reclusão, e pagamento de 10 dias-multa, como incurso no artigo 14 da Lei nº /2003, decisão que foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo mediante desprovimento do apelo da Defesa (transitando em julgado a condenação), e também via denegação de mandamus impetrado perante aquela Corte; seguiu-se habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça pretendendo a desclassificação da conduta do art. 14 para a prevista no art. 12, ambos da Lei nº /2003, a fim de absolver o paciente com base na atipicidade de conduta, sendo a ordem denegada em acórdão assim ementado: HABEAS CORPUS. PACIENTE CONDENADO POR PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO. IMPOSSIBILIDADE DE DESCLASSIFICAÇÃO PARA POSSE DE ARMA DE FOGO. ARTEFATO APREENDIDO EM PODER DO PACIENTE DURANTE FUGA DA CASA DE SEU COMPARSA. PARECER DO MPF PELA DENEGAÇÃO DO WRIT. ORDEM DENEGADA. 1. A pretensão de desclassificação do delito de porte para posse de arma de fogo não merece acolhida, pois, ao contrário do que sustenta a impetração, a arma foi apreendida em poder do paciente durante fuga da casa de seu comparsa. 2. Ordem denegada, em conformidade com o parecer. 3. Daí o presente habeas corpus, também pretendendo a desclassificação da conduta de porte para posse de arma de fogo, a fim de que seja reconhecida a atipicidade de conduta diante da abolitio criminis temporária; alternativamente, mantida a condenação, busca-se a diminuição da reprimenda fixada nas vias ordinárias. 4. O parecer é pelo não conhecimento do writ; no mérito, pela denegação da ordem.
3 MPF/PGR Nº /CS 3 5. De início cabe salientar a impropriedade da via eleita para a finalidade pretendida, qual seja, a desclassificação da conduta típica pela qual o paciente fora condenado em sede ordinária (por decisão já transitada em julgado), seja porque writ não se presta como sucedâneo de revisão criminal (HC nº /SP, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ de 18/8/2011), seja porque que a pretensão certamente ensejaria necessário revolvimento de fatos e provas, conduta que se sabe manifestamente incabível nos estreitos limites do mandamus, sobretudo porque inexistente, no caso, vestígio de ilegalidade patente a justificar o manejo da ação mandamental. Neste sentido: HC nº /MS, Rel. Min. Gilmar Mendes, DJ de 31/8/2011; HC nº /PR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJ de 24/8/2010; HC nº84.155/sp, Relª. Min. Ellen Gracie. 6. Conforme bem asseverou a Corte Estadual acerca da desconstituição do trânsito em julgado da condenação, A jurisprudência pátria ensina que em se tratando de matéria complexa, envolvendo o reexame de situação fática e modificação de situação já assentada no mundo jurídico, tal deve se dar por meio de Revisão Criminal, haja vista o rito célere e sumário do presente remédio constitucional. 7. Por outro lado, a dosimetria da pena foi estabelecida dentro dos critérios legais e afigura-se escorreita, não se vislumbrando qualquer vício ou ilegalidade manifesta passível de ensejar eventual providência na via seleta do mandamus. Frise-se, por oportuno, que o ponto relativo à diminuição de pena não foi apreciado pela Corte a quo, não cabendo a essa Suprema Corte fazê-lo de forma originária, sob pena de indevida supressão de instância. 8. Ainda que assim não fosse, as arguições de mérito são totalmente
4 MPF/PGR Nº /CS 4 improcedentes. 9. O paciente foi condenado como incurso no art. 14 da Lei nº /2003, que assim dispõe: Art. 14. Portar, deter, adquirir, fornecer, receber, ter em depósito, transportar, ceder, ainda que gratuitamente, emprestar, remeter, empregar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, sem autorização e em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. 10. No caso, consta do aresto recorrido que o paciente efetivamente portava a arma de fogo (revólver 38, com numeração raspada ) quando vigiava a casa do corréu, sendo a referida arma apreendida em seu poder ao ser capturado após empreender fuga do local do crime; de modo que o artefato não se encontrava em sua residência, tampouco no local de trabalho, não se cogitando enquadrar a hipótese como posse de arma de fogo, a teor do que dispõe o art. 12 da Lei nº /2003, cuja disposição, por sua vez, é a seguinte: Art. 12. Possuir ou manter sob sua guarde arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa: Pena detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. 11. Ressai, portanto, incontroversa a prática do crime previsto no art. 14 da Lei nº /2003, não havendo que se falar em atipicidade de conduta com base na abolitio criminis temporária (Leis nºs /2003 c/c /2005), aplicável somente aos delitos de posse de arma de fogo (art. 12, Lei nº /2003), conforme entendimento assentado nessa Suprema
5 MPF/PGR Nº /CS 5 Corte, segundo o qual A atipicidade temporária ou vacatio legis especial prevista nos artigos 30 e 32 da Lei nº /2003 restringe-se à posse de arma de fogo no interior de residência ou local de trabalho, não se aplicando ao crime de porte ilegal de arma de fogo (art. 14 da mesma Lei). 12. De modo que ao que consta dos autos, o paciente foi denunciado e condenado pela prática do ilícito previsto no art. 14 da Lei nº /2003, tendo o feito transcorrido em perfeita regularidade, respeitados o contraditório e ampla defesa e culminando em decreto condenatório suficientemente fundamentado, o qual foi integralmente mantido pelo Tribunal Estadual e pelo Superior Tribunal de Justiça, à míngua de qualquer vício ou constrangimento ilegal a sanar, não havendo, pois, a mínima pertinência nos pedidos de absolvição ou diminuição da reprimenda aqui deduzidos. 13. Em vista do exposto, manifesta-se o Ministério Público Federal pela não conhecimento do writ e, no mérito, pela denegação da ordem. Brasília, 7 de outubro de 2011 CLÁUDIA SAMPAIO MARQUES Subprocuradora-Geral da República
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