DISCIPLINA: DIREITO PENAL
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- Maria Eduarda Felgueiras Beretta
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1 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO DISCIPLINA: DIREITO PENAL QUESTÃO Nº 109 Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão. Nada a ser alterado. O recorrente alega que a resposta deveria ser a letra A e não a letra E. Diz a alínea A : Em razão do princípio da atividade, a lei excepcional ou temporária, embora decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a determinaram, aplica-se ao fato praticado durante sua vigência. A alternativa está incorreta, pois a aplicação da lei excepcional ou temporária decorre do princípio da ultra-atividade e não da atividade. Logo, correto o gabarito de alínea E : No crime permanente, a conduta se protrai no tempo em razão da própria vontade do agente e o tempo do crime é o de sua duração; enquanto que no crime continuado, o tempo do crime é o da prática de cada conduta perpetrada. Nada mais a aclarar. Opino pelo indeferimento integral do recurso.
2 QUESTÃO Nº 110 Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão. Nada a ser alterado. O recorrente alega que, em síntese, que na culpa imprópria não há falar em culpa consciente, mas em DOLO. Ora, se é culpa não pode ser dolo. A resposta correta, letra C é taxativa: A culpa imprópria é a culpa com previsão, e se configura quando o agente deseja atingir determinado resultado, embora atue porque está envolvido pela hipótese de erro inescusável. A culpa imprópria é a culpa com previsão, a culpa própria é a culpa sem previsão. Nada mais a aclarar. Opino pelo indeferimento do recurso.
3 QUESTÃO Nº 111 Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que existe discussão doutrinária acerca de qual teoria adotada pelo art. 29, do CP e assim sendo, considerando a impossibilidade de se apontar uma teoria "COMO REGRA". A questão é fácil e o nível de acertos no certame demonstra isso. Apenas questiona sobre as teorias que tratam do concurso de agentes ou concorrência plúrima, e pede que indique aquela adotada como regra pelo Código Penal que, segundo remansosa doutrina, é a teoria unitária ou monista. Portanto, nada a ser alterado no teor do questionamento. Opino pelo indeferimento.
4 QUESTÃO Nº 113 Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que 2 alternativas que podem ser consideradas incorretas. Assegura que o uso de documento falso é considerado, pelo TJRS, crime instantâneo, apenas. Cita julgados que não estão devidamente contextualizados e refere autores sem indicar a devida fonte (obra, editora, ano, página etc.). Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, sendo incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Essa é a posição correta e amplamente majoritária. O efeito permanente não acarreta a perda da instantaneidade. Portanto, nada a ser alterado no teor do questionamento. Opino pelo indeferimento do recurso. Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que a alternativa (C) da questão 113 está incorreta, uma vez que afirma, sem fazer menção a posicionamentos doutrinários ou jurisprudenciais determinados, que o crime de uso de documento falso é um crime "instantâneo de efeitos permanentes." Refere julgados que a meu sentir não estão devidamente contextualizados e refere parte da doutrina, mas confessa que é apenas parte dela. Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Portanto, nada a ser alterado no teor do questionamento.opino, assim, pelo indeferimento do presente meio de impugnação. Protocolo: Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que Há entendimento doutrinário (Nucci, Greco, Regis Prado, Stocco) de que o crime de uso de documento falso é instantâneo, e não instantâneo de efeitos permentes (sic). Refere julgados que não estão devidamente contextualizados e menciona parte da doutrina sem indicar fonte. Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Portanto, deve ser indeferido o recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. Não existe qualquer erro material na questão. Alega o recorrente, em resumo, que o gabarito deve ser alterado para alínea c, pois o tipo de uso de documento falso seria um crime de imediato e não imediato de efeito permanente. O recurso trouxe julgados que não estão devidamente contextualizados e refere parte da doutrina. Contudo, não assiste razão ao recorrente. A alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Não procede a alegação de que essa alternativa não traz qualquer incorreção, haja vista que o art. 312, 3º do Código Penal, que trata da reparação dos danos no crime de peculato, pois a questão trata de peculato doloso e não culposo, quando seria possível a aplicação do art. 312, 3º do Código Penal. Destarte, como se disse, deve ser indeferido o recurso.
5 Protocolo: O recurso deve ser indeferido. Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que A questão pedia que se marcasse a alternativa INCORRETA. Ocorre que apesar de o gabarito indicar a letra (D), a alternativa (C) é incorreta, uma vez que classifica o crime de uso de documento falso como 'instantâneo de efeitos permanentes'. Ocorre que, segundo Nucci e Grecco (e a lógica), trata-se de crime instantâneo, e não instantâneo de efeitos permanentes. Cita julgados que não estão devidamente contextualizados ao caso e refere parte da doutrina sem indicar fonte (obra, editora, ano, pág.). Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está absolutamente incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Assim, opino pelo indeferimento do recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. Não existe qualquer erro material na questão e não há razão para sua anulação. Alega o recorrente que a suspensão condicional do processo não existe no Brasil. Não é crível tal assertiva. Evidentemente que o recorrente não leu o art. 89 da Lei n. 9099/95 que instituiu no país a suspensão condicional do processo. Totalmente equivocado o recorrente ao afirmar que: Ora, o requisito objetivo é que a pena privativa de liberdade máxima não seja superior a 2 anos. Esse não é o requisito objetivo, basta ler o art. 89 da Lei n. 9099/95. A questão não versa sobre o parágrafo segundo do tipo, conforme mencionado pelo recorrente. Assim, o recurso deve ser indeferido por não apresentar qualquer motivação adequada. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está absolutamente incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Opino pelo indeferimento do recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. Não existe qualquer erro material na questão. Alega o recorrente, em resumo, que o gabarito deve ser alterado também para alínea C, pois o tipo de uso de documento falso seria um crime instantâneo e não instantâneo de efeito permanente. Cita julgados que não estão devidamente contextualizados e refere parte da doutrina. Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. Não existe qualquer erro material na questão. Alega o recorrente, em resumo, que o gabarito deve ser alterado para alínea c, pois o tipo de uso de documento falso seria um crime de imediato e não imediato de efeito permanente. Cita julgados que não estão devidamente contextualizados e refere parte da doutrina. Ocorre que a alternativa C está correta, pois indica o uso de documento como um crime verdadeiramente instantâneo, mas com efeito permanente, conforme a existência de doutrina e jurisprudência majoritárias. Além do que, examinando-se a questão, vê-se que está incorreta a assertiva D, conforme o gabarito. Opino pelo indeferimento do recurso.
6 QUESTÃO Nº 114 Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. Logo, é óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Assim, não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). Destarte, é caso de indeferimento do meio de impugnação. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. Então, é óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Assim, não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ:
7 PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). É caso de indeferimento do meio de impugnação. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. Então, é óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Assim, não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). Posto isso, é caso de indeferimento do meio de impugnação.
8 Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. Logo, é óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Assim, não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). É caso de indeferimento do meio de impugnação. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. É óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL
9 DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). Não merece provimento o recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. O gabarito aponta a alternativa E como resposta. Não há impugnação em relação as alternativas A, B, C e D estarem incorretas. É óbvio e está nítido na questão que havendo representação ou tratando-se de crime de ação penal pública incondicionada, não sendo caso de arquivamento, o Ministério Público poderá propor a aplicação imediata de pena restritiva de direitos ou multas, a ser especificada na proposta de transação penal, sendo que nas hipóteses de ser a pena de multa a única aplicável, o Juiz poderá reduzi-la até a metade. A combinação apresentada na questão entre o papel do MP e do Juiz ocorre, como regra, em um determinado procedimento no direito processual penal brasileiro. Assim, não existe qualquer dúvida e a questão não necessita expor explicitamente os Juizados Especiais Criminais. Até porque existem importantes precedentes aplicando o benefício de transação penal para tipos de pena privativa superior a 2 anos, fora do âmbito dos Juizados Especiais. Ex: artigos 4º. e 7º. da Lei n. 8137/90, pena de 2 a 5anos ou multa. Ocorre que, como se sabe, o art. 2, parágrafo único, da Lei n /01 trouxe novo conceito de infração de menor potencialidade ofensiva, derrogando o art. 61 da Lei n 9.099/95: Consideram-se infrações de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a dois anos, ou multa. Sobre a temática, manifestou o STJ: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE. TRANSAÇÃO PENAL. POSSIBILIDADE. AMPLIAÇÃO DO ROL DOS DELITOS DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO. ART. 61 DA LEI Nº 9.099/95 DERROGADO PELO PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 2º DA LEI Nº /2001. I Com o advento da Lei n.º /2001, que instituiu os Juizados Especiais Criminais na Justiça Federal, por meio de seu art. 2º, parágrafo único, ampliou-se o rol dos delitos de menor potencial ofensivo, por via da elevação da pena máxima abstratamente cominada ao delito, nada se falando a respeito das exceções previstas no art. 61 da Lei n.º 9.009/95. II Desse modo, devem ser considerados delitos de menor potencial ofensivo, para efeito do art. 61 da Lei n /95, aqueles a que a lei comine, no máximo, pena detentiva não superior a dois anos, ou multa, sem exceção. III Assim, ao contrário do que ocorre com a Lei nº 9.099/95, a Lei nº /2001 não excluiu da competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial, alcançando, por conseqüência, o crime de abuso de autoridade. Writ concedido (STJ 5 a Turma - HC 22881/RS - Relator Min. FELIX FISCHER, j. em 08/04/2003, DJ 26/05/2003, p. 0371). É caso de indeferimento do meio de impugnação.
10 QUESTÃO Nº 115 Protocolo: O recurso não pode ser provido, eis que a questão não apresenta qualquer vício. O gabarito aponta a alternativa B como resposta correta. A alternativa D não pode ser adotada como correta como deseja o recorrente. Isso em razão de que a mera perturbação de saúde mental não exclui culpabilidade, apenas eventualmente a diminui. Logo, não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Protocolo: Deve ser indeferido o recurso. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado. O gabarito aponta a alternativa B como resposta correta. Não há impugnação em relação as alternativas A, C, D e E. Assim, não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente.
11 Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. O vocabulário apresentado no recurso, a banca deu como correta (sic) demonstra desconhecimento da técnica da língua nacional. Sequer existe fundamentação adequada no meio de impugnação. De qualquer forma, ao examinar-se o recurso é visível a imposição de seu indeferimento. Assim, não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido,em que pese bemfundamentado. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão é simples. É saber, então, quais as causas que podem excluir a culpabilidade. Nesse sentido, o próprio recorrente cita ASSIS TOLEDO, informando que é posição minoritária.
12 Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso, eis que ilicitude e culpabilidade e suas causas de exclusão são objeto do edital do concurso. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Protocolo: Deve ser improvido o recurso. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento.
13 Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo: Não assiste razão ao recorrente. O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo:
14 O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento.
15 Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital. Protocolo: O recurso deve ser indeferido. A questão não apresenta qualquer vício, ao contrário do alegado pelo recorrente. A questão não exige direito penal militar e nada disso foi objeto de questionamento. Não existe razão para anular a questão como sugere o recurso. Os itens ilicitude e culpabilidade, bem como suas causas de exclusão são objeto do edital.
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