BRISA Concessão Rodoviária, S.A.
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- Maria de Lourdes Prado Palmeira
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1 BRISA Concessão Rodoviária, S.A. Sede: Quinta da Torre da Aguilha, Edifício BRISA, São Domingos de Rana Capital social: EUR , matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Cascais, sob o número único e de pessoa colectiva COMUNICADO Resultados Anuais de 2014 No ano de 2014 manteve-se a trajectória de recuperação gradual da economia portuguesa iniciada em 2013, baseada no crescimento do consumo privado e do investimento, e num crescimento mais lento das exportações. A evolução destes indicadores reflecte a melhoria do mercado de trabalho e do nível de confiança dos consumidores, o que, na rede BCR, se traduziu num crescimento sustentado de tráfego ao longo do ano. Em 2014, o Tráfego Médio Diário Anual (TMDA) na Brisa Concessão Rodoviária (BCR) aumentou 4,5%. Proveitos Operacionais Os proveitos operacionais ascenderam a 465,5 M, incluindo receitas de portagem de 451,1 M, superiores em 5,5% às do período homólogo. Custos operacionais Os custos operacionais do exercício ascenderam a 283,2 M. A rubrica de Fornecimentos e Serviços Externos reflecte essencialmente os custos dos serviços de Operação e Manutenção da rede de auto-estradas concessionadas, bem como os custos de cobrança electrónica de portagens. Pág 1 de 6
2 A rubrica de Amortizações e Provisões (159,7 M ) inclui 25,4 M de provisões relacionadas com custos em que a BCR irá incorrer no futuro, relacionados com grandes reparações a efectuar na rede. Resultados operacionais A margem EBITDA foi de 73,5%, verificando-se um aumento de 1,4pp relativamente a O resultado operacional, de 182,3 M, aumentou 20 M comparativamente a Investimento O investimento na rede concessionada totalizou 26,9 M maioritariamente afecto a obras de beneficiação e reforço de pavimentos. Consideradas aqui como investimento, as grandes reparações (15,6 M ) são contabilisticamente provisionadas até ao momento da realização da obra. Foram igualmente realizados outros investimentos na rede, nomeadamente em barreiras acústicas e equipamentos, no valor de 5,4 M. Resultados Financeiros Os Resultados Financeiros da BCR registaram em 2014 um valor negativo de 118,9 M, representando uma melhoria de 6 M em relação ao período homólogo anterior. Os Proveitos Financeiros, que correspondem inteiramente à rúbrica de Juros Obtidos, atingiram 4,2 M, o que representa uma redução de 0,6 M face a 2013, reflectindo as baixas taxas de remuneração oferecidas pelos Depósitos Bancários, ainda que parcialmente compensadas pelo elevado saldo de Disponibilidades. Os Custos Financeiros baixaram de 130,2 M para 123,1 M, com origem essencialmente na rubrica de Juros Suportados, cuja redução em 5,5 M se deve ao efeito conjugado de redução de dívida e de taxas de juro de financiamento inferiores. Pág 2 de 6
3 Dívida Financeira Em 2014 a BCR fortaleceu a sua liquidez, reduziu o montante de dívida líquida e aumentou a maturidade da sua dívida, tendo para isso muito contribuído a realização de uma emissão de obrigações no montante de 300 M com maturidade em Adicionalmente, a BCR dispunha, à data de 31 de Dezembro de 2014 de programas para emissão de papel comercial com garantia de subscrição que, no seu conjunto, ascendiam a um montante total de 270M, encontrando-se utilizados 52,4 M. No final de 2014 a dívida líquida da BCR ascendia a 1 798,6 M, tendo diminuído 175,2 M em relação ao final do ano anterior. A BCR finalizou o ano com cerca de 339,4 M de liquidez, estando 143,4 M colocados em contas de reserva. No final de 2014 cerca de 70% da dívida da BCR estava sujeito ao regime de taxa de juro fixa e cerca de 30% ao regime de taxa de juro variável. As notações de Rating atribuídas à BCR são de BBB (Negative Outlook) pela Fitch Ratings e de Baa3 (Stable Outlook) pela Moody s. Existem também quatro covenants sob a forma de rácios financeiros (designados de Net Senior Debt/EBITDA, Historic ICR, Forward Looking ICR e CLCR), relativamente aos quais estão definidos dois limites - um sob forma de trigger event e outro sob forma de event of default - cuja ultrapassagem implica diferentes consequências. De referir que todos estes rácios se encontravam, à data de 31 de Dezembro de 2014, em total cumprimento com os limites estabelecidos, sendo de destacar não só a melhoria no rácio Net Senior Debt/EBITDA - que evoluiu de 6,44 no final de 2013 para 5,38 no final de 2014, ou seja, abaixo do limite máximo de 6,25 definido para o respectivo nível de trigger event -, como também a evolução bastante positiva no rácio Historic ICR - que evoluiu de 3,16 no final de 2013 para 3,51 no final de 2014, ou seja, acima do limite mínimo de 2,25 definido para o respectivo nível de trigger event. Pág 3 de 6
4 Resultado Líquido O resultado líquido ascendeu a 41,8 M positivos um aumento de 14,3 M em relação ao período homólogo decorrente de um resultado antes de impostos de 63,4 M. Posição Financeira No final de 2014, o Activo Líquido total ascendia a M, sendo tal montante, essencialmente, relativo ao activo intangível respeitante à concessão da rede de auto-estradas da BCR. O Capital Próprio no final de 2014 ascendia a 727 M, sendo o Passivo Total de M. Em relação a 2013, o passivo total aumentou 48 M e o capital próprio aumentou 41 M. Pág 4 de 6
5 Anexo I Demonstração sintética da Posição Financeira Milhões 31-Dez Dez-14 Var.% Activos não correntes Activos intangíveis % Activos fixos tangíveis % Activos por impostos diferidos % Outros % Total activos não correntes % Activos correntes Caixa e equivalentes % Outros % Total activos correntes % Total do activo % Total do capital próprio % Passivos não correntes Empréstimos a MLP % Outros % Total de passivos não correntes % Passivos correntes Empréstimos a CP % Outros % Total de passivos correntes % Total do capital próprio e passivo % Pág 5 de 6
6 Anexo II Demonstração sintética dos Resultados Milhões 31-Dez Dez-14 Var.% Proveitos operacionais 439,6 465,5 5,9% Receita de portagem 427,5 451,1 5,5% Áreas de serviço 8,6 8,9 3,7% Outros proveitos operacionais 3,5 5,5 59,1% Custos operacionais 122,7 123,5 0,7% FSEs 120,2 120,9 0,6% Custos com pessoal 1,4 1,5 5,3% Outros custos operacionais 1,1 1,1-0,9% EBITDA 316,9 342,1 7,9% Amortizações, Provisões, Reversões 154,5 159,7 3,4% EBIT 162,4 182,3 12,3% Proveitos construção (IAS11/IFRIC12) 14,7 11,0-25,5% Custos construção (IAS11/IFRIC12) -14,7-11,0-25,5% Resultado financeiro -124,9-118,9-4,8% Custos financeiros 130,2 123,1-5,5% Proveitos financeiros 4,8 4,2-12,7% Investimentos financeiros 0,5 0,0 - Resultado antes de imposto 37,5 63,4 69,4% Imposto -9,9-21,6 117,8% Resultado líquido 27,5 41,8 52,0% Pág 6 de 6
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