A dependência de drogas como um problema de Identidade: Possibilidades de apresentação do Eu por meio da Oficina Terapêutica de Teatro

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1 ALUÍSIO FERREIRA DE LIMA A dependência de drogas como um problema de Identidade: Possibilidades de apresentação do Eu por meio da Oficina Terapêutica de Teatro PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

2 ALUÍSIO FERREIRA DE LIMA A dependência de drogas como um problema de Identidade: Possibilidades de apresentação do Eu por meio da Oficina Terapêutica de Teatro. Dissertação apresentada à banca examinadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social, como exigência parcial para a obtenção do título de MESTRE em Psicologia Social sob orientação do Prof. Dr. Antonio da Costa Ciampa. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

3 Comissão julgadora

4 O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte dele, até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer, de dentro do inferno, o que não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço. Ítalo Calvino

5 DEDICATÓRIA In memoriam Ao meu pai, Luís C. Lima e avô Raimundo C. Lima, com quem aprendi a importância da superação das adversidades e o valor das histórias de vida. A minha filha Stephanie Caroline, por lembrar-me a todo instante que um mundo melhor é algo pelo qual vale a pena lutar. A Kelli de Fátima Teixeira, por ter me mostrado que é possível uma metamorfose miraculosa. A todos aqueles que olhando para a criação, superação ou transgressão, conseguem enxergar os fragmentos de emancipação.

6 RESUMO LIMA, A. F. (2005). A dependência de drogas como um problema de Identidade: Possibilidades de apresentação do Eu por meio da Oficina Terapêutica de Teatro. Dissertação de Mestrado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Palavras Chave: Uso de Drogas, Oficinas Terapêuticas, Identidade, Psicologia Social, Sintagma Identidade-Metamorfose-Emancipação. Esta dissertação propõe investigar o sentido da oficina terapêutica de teatro para uma pessoa que passou por ambulatório de tratamento da dependência química do município de Diadema - SP. Para isso partimos da Psicologia Social e do conceito de Identidade como categoria central de análise, propondo entender o fenômeno não apenas no seu aspecto instrumental, mas sim, todo o contexto no qual o indivíduo que usa substâncias psicoativas está inserido, nos conflitos da tradição vs. modernidade, do mercado de consumo, dos diagnósticos e tratamentos; com a proposta de apresentar uma contribuição tanto teórica, quanto política. A pesquisa foi realizada a partir da narrativa da história de vida do participante, que foi gravada e transcrita com o consentimento do entrevistado. Ao analisar a narrativa da história de vida, procuramos focar os acontecimentos imediatamente antes, durante e após a participação na oficina terapêutica de teatro, pedindo que o participante nos contasse diversos aspectos de sua vida e não apenas aquele que levou o indivíduo a procurar tratamento da dependência de drogas. O que mudou na sua vida familiar, social, profissional e individual, observando como este processo se desenvolveu. A dissertação é dividida em cinco capítulos, que abordam os diversos aspectos no qual os indivíduos que utilizam substâncias psicoativas estão inseridos. Desse modo, o presente trabalho tece algumas reflexões sobre a questão das drogas e da possibilidade de mudança por meio da oficina terapêutica de teatro, assim como oferece subsídios para discutir as Identidades Pós-Convencionais (Habermas), e as possibilidades de emancipação na Modernidade.

7 ABSTRACT LIMA, A. F. (2005). The drugs dependency how an Identity problem: Possibilities of presentation of Self through Therapeutic workshop of Theater. Masters Dissertation. Pontíficia Universidade Católica de São Paulo. Key words: Drug usage, therapeutic workshop of theater, Identity, Social Psychology, Sintagma Identity-Metamorphose-Emancipation. This dissertation aims to investigate the mean of the therapeutic workshop of theater to the person who has been treated by the ambulatory of drug dependency in the city of Diadema SP. To do so, we start from the Social Psychology and the concept of Identity as the central category of analysis, considering to understand not only the phenomenon in its instrumental aspect, but, all the context in which the individual that uses psychoactive substances is inserted, in the tradition vs. modernity conflicts, of the market of consumption, of the diagnostic and treatments; with the proposal to present a contribution in such a way theoretical as political. The research was carried through from the narrative of the participant life history, which was recorded and transcript with the consent of the interviewed. While analyzing the life history narrative, we focused on happenings immediately before, during and after the participation on the therapeutic workshop of theater, asking the participant to tell several aspects of his life and not only the one who made the person search for drug dependency treatment. What has changed in his family, social, professional and individual life, observing how has this process developed. The dissertation is divided in five chapters that approach several aspects in which the individuals who use psychoactive substances are inserted. In this way, this work weaves some reflections on the question of drug usage and the possibility of change through the therapeutic workshop of theater, as well as it offers subsidy to discuss the Post Conventional Identities (Habermas) and the possibilities of emancipation in Modernity.

8 AGRADECIMENTOS Este trabalho não teria sido possível sem muita paixão, apoio e amizades. Muitas pessoas ajudaram, incentivaram e me suportaram durante este período e, é certo que não conseguirei agradecer a todos os envolvidos neste pequeno espaço, pois isso iria requerer uma centena de páginas; correndo o risco de parecer injusto ou ingrato para alguns. Entretanto, não poderia deixar de agradecer algumas pessoas que contribuíram de forma direta neste percurso, às outras agradecerei pessoalmente ao encontrá-las. Meu especial agradecimento dirige-se ao Prof. Dr. Antonio da Costa Ciampa por apresentar novas perspectivas de leitura sobre a Identidade, pelas orientações preciosas, pela amizade e confiança que foram essenciais para a realização desse trabalho. Termino a dissertação sentindo que é apenas o começo de uma longa jornada, desejando que nos próximos anos possa continuar contando com seu apoio. A Meire Silva de Lima, grande companheira e incentivadora, pelas palavras que disse antes da inscrição no mestrado e no decorrer de sua elaboração, à você desejo toda a felicidade do mundo. A minha filha Stephanie Caroline Ferreira de Lima, que de tão pequena talvez não saiba o quanto significa para mim, obrigado pelas horas ao meu lado no computador e por não desistir nunca de chamar-me para brincar contigo, a você meu eterno amor. Ao meu pai Luiz Cardoso de Lima (in memorian) que sonhou este momento muito antes de eu ter nascido, minha gratidão. A minha mãe Aparecida e a meus irmãos: Alexandre, Paulo, Thiago, Elisa, João Victor; ao Raimundo (Ceará), Natália, Vitória e João Paulo, que acreditaram em mim nos momentos mais difíceis. Ao Mestre Kaor Okada pelos ensinamentos do Bushidô, pela paciência de todos esses anos, espero um dia poder mostrar o quanto aprendi do caminho. Ao Emerson da Costa Andrade, que me honra com sua amizade, confiança e incentivo.

9 A Bianca Mendes, pelas longas horas que passou ao meu lado na leitura e revisão final do texto, que no futuro possa retribuir sua ajuda. As amigas Ana Paula de Carvalho e Brendali Dias, pelas discussões produtivas no Espaço Psiquê. Aos amigos que conheci durante o Mestrado, Tiago Lopes, Cláudio, Eliete, Juliana, Renato Ferreira, Nilson Netto, Nadir Lara Jr. e Geison, por sua ajuda e amizade na jornada acadêmica e aos amigos do NEPIM-PUCSP por seus excelentes conselhos, críticas e sugestões, em especial à Juracy de Almeida, Helena Kolyniak, Sueli Satow, Alessandro Campos, Patrícia e Shirley Lima. Aos professores (as): Dr. Leon Crochik, Dra. Mary Jane Spink, Dr. Raul Albino Pacheco Filho, Dr. Salvador Sandoval, Dra. Ana Luiza Garcia, por seus livros, textos e aulas; principalmente a Dra. Maria do Carmo Guedes que acompanhou grande parte deste processo, ensinando a importância do pensamento crítico, das perguntas e respostas pensadas, estando sempre presente nos momentos que precisei. Aos amigos do EFRS: Vilmar E. Santos, Mirian Aranda, Celso Augusto Azevedo, Silvana Rosa, Myrna Coelho, Elaine Zingari, Sandra Maia e todos os pacientes do Espaço Fernando Ramos da Silva que possibilitaram um novo capítulo na minha vida pessoal e profissional. Aos professores do Centro Universitário de Santo André, principalmente ao Prof. Dr. Jorge Maalouf, pelas supervisões e orientações na época da graduação. Aos professores: Dr. Odair Sass e Dr. Cláudio Bastidas pelas excelentes colocações e sugestões na banca de qualificação e por aceitarem prontamente a participação na banca de defesa. Ao CNPQ, pois não seria possível realizar esta dissertação sem a obtenção de uma bolsa de estudos. A todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente na minha vida e na pesquisa; aos que concederam o seu tempo e seus discursos para realização deste trabalho, em especial a Lou-Lou sem a qual esta dissertação seria muito diferente.

10 SUMÁRIO: INTRODUÇÃO... 3 A DEPENDÊNCIA DE DROGAS COMO UM PROBLEMA DE IDENTIDADE... 4 O ENVOLVIMENTO DO PESQUISADOR COM O MUNDO DAS DROGAS CAPÍTULO I AS METAMORFOSES DO PHÁRMAKON TRANSFORMAÇÕES DO CONCEITO DEPENDÊNCIA DE DROGAS O USO DE DROGAS NO BRASIL AS METAMORFOSES DO TRATAMENTO OS MODELOS DE TRATAMENTO DA ATUALIDADE CAPÍTULO II O ESPAÇO FERNANDO RAMOS DA SILVA AS METAMORFOSES NO PROJETO TERAPÊUTICO DO EFRS OS GRUPOS DE ACOLHIMENTO AS OFICINAS TERAPÊUTICAS NO ESPAÇO FERNANDO RAMOS DA SILVA CAPÍTULO III OFICINA TERAPÊUTICA: QUE OFICINA É ESSA? A ARTE COMO POSSIBILIDADE TERAPÊUTICA A DIFERENÇA ENTRE ARTE E FAZER CRIATIVO CAPÍTULO IV A CONCEPÇÃO TEÓRICA DE IDENTIDADE DE ANTONIO C. CIAMPA IDENTIDADE COMO METAMORFOSE HUMANA POLÍTICAS DE IDENTIDADE E IDENTIDADES POLÍTICAS SIMULTANEIDADE DA SOCIALIZAÇÃO E INDIVIDUAÇÃO DA IDENTIDADE EM G. H. MEAD O EU E O MIM O OUTRO GENERALIZADO A MATERIALIDADE EM MEAD A APROPRIAÇÃO DOS CONCEITOS DE MEAD POR J. HABERMAS A GUINADA LINGUISTICA E O PENSAMENTO PÓS-METAFÍSICO A TEORIA DO AGIR COMUNICATIVO O MUNDO DA VIDA A CONCEPÇÃO DA IDENTIDADE EM HABERMAS AS PATOLOGIAS DA MODERNIDADE PARA HABERMAS CAPÍTULO V A HISTÓRIA DE LOU-LOU ONDE APRESENTAMOS LOU-LOU E ESSA NOS CONTA SUA HISTÓRIA LOU-LOU CONTA COMO A GAROTA-MORNA PASSA A SER VISTA COMO GAROTA- PERDIDA QUANDO SE TRANSFORMA NA ANARCOPUNK

11 2 A ANARCOPUNK CONTA COMO SURGE A ADOLESCENTE-EXPERIMENTADORA QUE POSSIBILITARÁ SUAS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS COM A PERCEPÇÃO QUANDO A EX-GAROTA-MORNA, QUE TINHA SE TRANSFORMADO NA ANARCOPUNK- ADOLESCENTE-EXPERIMENTADORA COMEÇA A NAMORAR E TRANSFORMA-SE NA ALUNA-REBELDE QUANDO SURGE A VENDEDORA-DE-CACHORRO-QUENTE NA VIDA DE LOU-LOU O MOMENTO EM QUE A GAROTA-ISOLADA COMEÇA A ENCONTRAR OUTRA PERSONAGEM A ANARCOFEMINISTA É SURPREENDIDA PELO RETORNO DA ADOLESCENTE- EXPERIMENTADORA APARECE A BRUXA-DA-ILHA-DA-MAGIA NA ESTEIRA DA ANARCOFEMINISTA-QUE-NÃO- ERA-MAIS-ATIVISTA DEPOIS DO RISCO DE SE TORNAR A DEPRESSIVA-DEPENDNTE-DE- DROGAS QUANDO APARECE MAIS UMA PERSONAGEM NA HISTÓRIA DE LOU-LOU O RETORNO DA DEPRESSIVA-DEPENDENTE-DE-DROGAS QUE AGORA TAMBÉM ERA LOUCA-SUICIDA INESPERADAMENTE SURGE UM NOVO PROBLEMA E LOU-LOU MOSTRA QUE JÁ NÃO É MAIS A MESMA LOU-LOU QUE PROCUROU TRATAMENTO O MOMENTO EM QUE LOU-LOU SE TORNA MÃE E MUDA SUA FORMA DE ENCARAR O MUNDO QUANDO LOU-LOU NOS ENSINA QUE A MELHOR VIDA É AQUELA QUE PODE SER VIVIDA NEM ADICTA, NEM EX-DROGADA, LOU-LOU ESÁ APENS SENDO A LOU-LOU-DE-HOJE, RENOVADA A CADA NOVO DIA A LOU-LOU-DE-HOJE FALA DE PLANOS PARA O FUTURO QUANDO RESGATAMOS A HISTÓRIA DE LOU-LOU MAIS UMA VEZ, AGORA PARA INTRODUZIRMOS NOSSAS CONSIDERAÇÕES FINAIS QUE POSSIBILITA DISCUTIRMOS A AMPLIAÇÃO DO CONCEITO IDENTIDADE-METAMORFOSE PARA O SINTAGMA IDENTIDADE- METAMORFOSE- EMANCIPAÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: SUMÁRIO DAS TABELAS: Tabela 1 Mudança referente a Faixa Etária atendida pelo EFRS Tabela 2 Mudança do Perfil dos usuários matriculados no EFRS Tabela 3 Mudança de Gênero dos usuários atendidos no EFRS Tabela 4 Distribuição Local de usuários de drogas por sexo e substância Tabela 5 Diferenciação entre Fazer Artístico e Fazer Criativo Tabela 6 Tipos de Ação Tabela 7 Consciência Moral e Competência de Papel Tabela 8 Distorções sistemáticas da comunicação

12 INTRODUÇÃO

13 A DEPENDÊNCIA DE DROGAS COMO UM PROBLEMA DE IDENTIDADE Os caminhos que levam ao conhecimento científico nem sempre se apresentam prontos ou acabados. A trajetória do conhecimento precisa ser construída; muitas vezes ao pensar que se está na via certa, descobre-se que se tem de abandoná-la e recomeçar; este é o caminho da construção do conhecimento, é o interesse de nossa razão. Esse interesse é a identidade da prática e da teoria; o interesse pela libertação da coerção; interesse (prático) pela transformação do sistema social, interesse (teórico) pela clarificação da situação que se constitui nas condições sob as quais vivemos 1, ou seja, um questionamento crítico e criativo, mais a intervenção prática inovadora. 2 Freud entende que o indivíduo é um ser constituído a partir da sua relação com outros indivíduos, sendo que o contraste entre a psicologia individual e a psicologia social perde sentido quando examinada mais de perto; isso faz com que o autor infira que toda Psicologia é Social 3. Foi com essa primeira verdade que o pesquisador entrou no Mestrado; uma verdade que se transformou na medida em que se deparou com uma Psicologia Social Crítica diferente das outras Psicologias; e que por sua vez era diferente de uma Psicologia Social não crítica. Esse contato com as diferentes Psicologias fez com que imaginássemos que talvez hoje Freud 1 Antonio da C. CIAMPA, A História da Severina, p (grifos do autor) 2 Pedro DEMO, Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. 3 Sigmund FREUD, Psicologia de Grupo e Análise do Ego, p. 91.

14 5 pensaria antes de sua afirmação e diria que toda Psicologia deveria ser social. Visto que é difícil entender a relação entre o universal e o particular, entre a totalidade social e a totalidade individual, e o erro é cometido, mesmo pelos chamados marxistas, porque eles estão com o pensamento viciado pela tradição ocidental, que é no fundo aristotélica, em que uma coisa existe separadamente da outra 4, sem contar que as discussões com os problemas sociais não são fáceis de serem feitas, seja porque são desanimadoras, seja porque apontam para nossos maiores medos, ou ainda, porque apresentam um desafio a nossa força de vontade e imaginação no que se refere à busca de saídas na Modernidade. Aqui você tem que entender que o universal é o particular e não é também porque ele passa a ser a negação desse universal, porque se individualizou. Por isso que a Psicologia tem um papel para desempenhar, porque se todo mundo fosse igual, a Psicologia não faria sentido algum. 5 Da mesma forma, o mestrado possibilitou uma maior aproximação com a filosofia e com as ciências sociais, fazendo com que sentisse a importância da interdisciplinariedade, fortalecendo a lição apresentada por Merleau-Ponty: Não haverá diferença entre psicologia e filosofia; a psicologia é sempre filosofia implícita, iniciante; a filosofia não terminou nunca de tomar contato com os fatos. 6 É importante colocarmos que não 4 Iraí CARONE, Análise epistemológica da Tese de doutoramento de Antonio da Costa Ciampa, p Ibid., p Maurice MERLEAU-PONTY, Merleau-Ponty na Sourbone: resumo dos cursos: : filosofia e linguagem, p. 22.

15 6 queremos defender aqui a idéia que a filosofia pode se tornar psicologia, pois isso não teria sentido, por outro lado, entendemos que esta será uma importante aliada no trabalho que faremos adiante. A filosofia, transformada na modernidade em especialidade, nos parece bem equipada para responder às necessidades dos indivíduos em sua busca particular de sentido, mas que já não pode mais preencher essas expectativas em um mundo cada vez mais pluralista sem recorrer a um suporte metafísico; nas condições do pensamento pós-metafísico, ela não pode mais contentar os filho e filhas da modernidade, que necessitam de orientação, com o sucedâneo de visão de mundo que substituiria as certezas perdidas pela fé religiosa ou as definições que o homem ocupa no cosmo. 7 No entanto, no que se refere às questões de identidade quem somos e quem gostaríamos de ser, sabemos que ela pode, enquanto ética, mostrar o caminho rumo a autoclarificação racional 8, assim como na medida em que entretém uma intima relação tanto com as ciências como com o senso comum e compreende a linguagem ordinária enraizada na práxis, ela pode, por exemplo, criticar a colonização do mundo da vida que é esvaziado pelas intervenções da ciência e da técnica, do mercado e do capital, do direito e da burocracia. 9 O pesquisador aprendeu que pesquisar Identidade é pesquisar algo em constante mudança; que ser pesquisador de Identidade é procurar entender a história daquilo que se estuda e estar preparado para apreender o 7 Jürgen HABERMAS, Verdade e Justificação, p Ibid., p Ibid., p. 324.

16 7 que ainda está por vir. É identificar a opressão no que está estabelecido e observar os fragmentos de emancipação nos lugares em que aparentemente não existem saídas. Também aprendeu a compreender a história como algo essencial para discutir Identidade; e que isso não significa dizer que seja uma tarefa fácil, pois sabemos que desde o fim do século XVIII, a história é concebida como um processo mundial que gera problemas. Nele, o tempo é entendido como um recurso escasso para a superação prospectiva dos problemas que o passado nos legou. Passados exemplares nos quais o presente pudesse confiantemente orientar-se esvaneceram-se. 10 O pensamento histórico saturado de experiência parece destinado a criticar os projetos utópicos, ocorrendo uma desvalorização daquilo que foi feito no passado e uma supervalorização do que é feito no presente, não levando em conta, muitas vezes, as contradições históricas, os progressos e as regressões vividas pelos indivíduos; assim como essas mudanças estão ligadas a interesses econômicos e políticos. Considerando algo mais, num certo sentido, talvez simplificando ou falando de forma esquemática, cabe lembrar que o mercado sempre fez parte da chamada ordem sistêmica, cuja existência se justifica (ou deveria se justificar) pelo atendimento às necessidades do mundo da vida, ou seja, o sistema precisa existir para servir ao mundo da vida e não o contrário como vem cada vez mais acontecendo, em que a própria vida é posta a serviço dos interesses sistêmicos. 11 Portanto, o problema não estaria na evolução, no desenvolvimento da racionalidade, mas exatamente na falta da mesma, 10 Jürgen HABERMAS, A Nova Intransparência: A crise do Estado de Bem-Estar Social e o esgotamento das Energias Utópicas, Novos Estudos CEBRAP, 18, p Antonio da C. CIAMPA, Fundamentalismo: A Recusa do Fundamental, p. 02.

17 8 que decorre da inversão de meios que se tornam fins (ordem sistêmica) e de fins que se tornam meios (mundo da vida) 12, tendo uma íntima relação na construção/manutenção das identidades. O pesquisador volta a afirmar aqui a importância da Psicologia e da análise das Identidades. A Psicologia vai apanhar esse processo de singularização e a biografia é a grande forma de você recuperar o processo de individuação: como eu internalizei minha classe, como reproduzo minha classe..., a tal ponto que sou diferente de outro burguês. 13 Ao adotar a Identidade como categoria central de análise, é necessário também que se descreva como esta é entendida. Por enquanto basta dizer que partimos da concepção de Identidade desenvolvida por Ciampa, que entende toda identidade como pressuposta, uma identidade que é re-posta a cada momento, sob pena de esses objetivos sociais, filho, pais, família etc., deixarem de existir 14 e que isso introduz uma complexidade ao passo que ao ser re-posta a identidade é vista como dada e não como se dando, num continuo processo de identificação. É como se, uma vez identificado o indivíduo, a produção de sua identidade se esgotasse com o produto 15, dando a impressão que a identidade continua a mesma, quando na realidade esta presa num movimento de mesmice. E como esses processos não podem ser entendidos de maneira simplificada, é lícito inferir que a auto compreensão do homem é intra-subjetiva, dele com ele mesmo, 12 Antonio da C. CIAMPA, Fundamentalismo: A Recusa do Fundamental, p Iraí CARONE, Análise epistemológica da Tese de doutoramento de Antonio da Costa Ciampa, p Antonio da C. CIAMPA, A estória do Severino e a história da Severina, p Ibid., p. 163.

18 9 e, ao mesmo tempo intersubjetiva ou social; dele com outras pessoas da comunidade real ilimitada. E que a comunicação está na raiz dessa tarefa. É aquilo que pressupõe um discurso irrestrito, a vontade/liberdade de cada um se colocar na posição do outro, a disciplina de engajar-se numa justificação racional e a vontade de afastar a razão interesseira de modo que o melhor argumento vença. Seguindo a tradição da teoria crítica da sociedade, em contraste com o pensamento tradicional, incorpora o interesse emancipatório no conhecimento para além de sua mera aplicação prática e utiliza a reflexividade para decidir de que modo cada interesse promove autonomia. Tendo apresentado essas primeiras lições aprendidas pelo pesquisador, voltamos ao tema desta introdução: a dependência de drogas como um problema de Identidade. Já apontando que esse não é um problema recente; ao longo da história ocorreram diversas tentativas de caracterizar a identidade do dependente de drogas, com o intuito de desenvolver tecnologias que pudessem dar conta do fenômeno. No entanto nenhuma dessas tentativas tiveram êxito, dada a pluralidade de formas de vida na qual está inserida a pessoa que utiliza substâncias psicoativas. De acordo com a literatura, parece existir um consenso entre os diferentes autores no que se refere a impossibilidade de traçar uma identidade típica para o dependente de drogas, mas isso não significa que não existam ainda teorias que defendam a idéia da identidade adicta, pressupondo um indivíduo com tendência inata a dependência, como é o caso do Alcoólicos Anônimos AA, não levando em consideração que a identidade é metamorfose humana em busca de emancipação. Partindo da

19 10 idéia de uma identidade sempre igual a si mesma, independente da temporalidade e da historicidade e, deixando de ser a articulação entre a diferença e igualdade. Ao ignorar essa unidade, a identidade se torna abstrata. Isso não quer dizer que não existiram/existem teorias interessantes à respeito da dependência de drogas, ou ainda, de seu uso como contestação social. Para Freud, por exemplo, as drogas têm um lugar permanente na economia de libido. Sendo assim devemos a tais veículos não só a produção imediata de prazer, mas também um grau altamente desejado de independência do mundo externo, pois sabe-se que, com auxilio desse amortecedor de preocupações, é possível, em qualquer ocasião, afastar-se da pressão da realidade e encontrar um refúgio num mundo próprio, com melhores condições de sensibilidade 16. Se seguirmos o raciocínio de Freud podemos tomar como hipótese que quanto mais repressão existir na sociedade, maior será o uso/abuso de drogas por parte das pessoas. Se isso for verdadeiro, encontraremos um aparente paradoxo, pois o usuário de drogas seria então uma denúncia do sistema, na medida em que tem de buscar a satisfação humana em outras formas não institucionalizadas, negando inclusive o principio de desempenho. Alguns autores da atualidade vão defender que foram frustadas as tentativas de caracterização da personalidade típica do dependente de drogas. Para Olivenstein 17 a problemática passaria pelo surgimento de uma falha estrutural inscrita por razões ainda não esclarecidas no psiquismo do 16 Sigmund FREUD, Mal estar na Civilização, p Claude OLIVENSTEIN, Destino do Toxicômano.

20 11 indivíduo. Utilizando o referencial psicanalítico vai defender que essa falha seria gerada por uma falta arcaica, responsável por uma vivência de incompletude que precederia a falta imediata da droga. Em Birman verificamos uma diferenciação entre os indivíduos que utilizam substâncias psicoativas pela dimensão compulsiva dos mesmos; nas palavras deste autor: os usuários de droga podem se valer da droga para seu deleite e em momentos de angústia, mas esta nunca se transforma na razão maior de sua existência. Os toxicômanos, porém, são compelidos à sua ingestão por forças físicas e psíquicas poderosas. As drogas passam a representar, para esse grupo, o valor soberano na regulação de sua existência. 18 Logo, não haveria uma dependência física, se não fosse a presença da dependência psíquica. Sendo que nas toxicomanias ocorreriam ambas as formas de dependência, tendo no caso da dependência física um aumento crescente da dose inicialmente administrada, com possíveis substituições por drogas mais potentes. Também é insuficiente abordar o fenômeno das drogas sem levar em consideração o contexto sócio-histórico no qual o indivíduo está inserido. Seguindo essa linha de argumentação encontraremos em Bucher uma importante contribuição. Este autor defende que a identidade do usuário de drogas não se deixa reduzir a uma personalidade social, enquanto assimilação de influências externas (e normativas) culminando na confecção de papéis sociais estáveis e integradores Joel BIRMAN, O mal-estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação, p Richard BUCHER, Drogas e drogadição no Brasil, p.176.

21 12 Se utilizarmos o conceito de Identidade-Metamorfose para discutir o problema da dependência de drogas, podemos partir de, no mínimo, dois pontos de discussão. O primeiro se refere as questões intersubjetivas que conotam um fetiche no uso de drogas e que atribuem a essas um poder de dominação inevitável sobre os indivíduos; ao reconhecimento e redução dos indivíduos que utilizam essas substâncias psicoativas a um único personagem: o dependente; sendo que aqui encontramos outras complexidades, na medida em que o fato dos indivíduos deixarem de re-por esta personagem (dependente), muitas vezes não é uma garantia da recuperação dos outros personagens perdidos/negados (pai, filho, irmão, trabalhador etc.), aprisionando muitas vezes os indivíduos na personagem do Ex (ex-dependente, ex-drogado etc.), não ocorrendo portanto uma metamorfose, enquanto mesmidade de pensar e ser. O segundo ponto de discussão refere-se às formas de utilização das drogas, que podem conter tanto um sentido reacionário (no fortalecimento das indústrias de bebidas, farmacêuticas, tabagistas, ilegais etc), quanto emancipatório, na medida em que entendemos que nem toda forma de contravenção seja algo negativo, mas que podem apontar para necessidade de mudança na realidade vigente e que muitas vezes desvelam as desigualdades sociais e as impossibilidades de existência na sociedade administrada. Sendo assim, a dependência de drogas pode, contraditóriamente, ser uma reivindicação de independência da dependência da realidade vivida.

22 13 O ENVOLVIMENTO DO PESQUISADOR COM O MUNDO DAS DROGAS O tema das drogas têm sido abordado sob diversos pontos de vista: Psicofarmacologia, Epidemiologia, Psicopatologia, Ciências Sociais etc., tendendo algumas vezes a um reducionismo que descreve o ser humano impotente perante às influências das substâncias psicoativas. Com isso, os estudos partem sempre da influência da droga no comportamento humano, ou ainda, da influência do mercado no consumo das drogas, porém pouca atenção tem sido dada ao indivíduo que utiliza as substâncias e, quando esse é visto já se têm pressupostos teóricos que lhe negam a condição de sujeito; quando muito o encaram como alguém quase totalmente determinado por políticas de identidade heteronomamente estabelecidas. Ao partir da Psicologia Social para entender o sentido da oficina terapêutica de teatro para pessoa que passou por tratamento da dependência de drogas, o que se propõe é entender o fenômeno não apenas no seu aspecto instrumental, mas sim, compreender o contexto no qual o indivíduo que usa substâncias psicoativas está inserido, nos conflitos da tradição vs. modernidade, do mercado de consumo, dos diagnósticos e tratamentos. Para tanto, utilizaremos o conceito de identidade como categoria central de análise, com a proposta de apresentar uma contribuição tanto teórica, quanto política. Sabemos que as drogas são, antes de tudo, substâncias consumidas pelos indivíduos para alterar a consciência. Mas essas drogas são, igualmente, mercadorias. E assim, como a relação do homem com ele

23 14 mesmo só é real, objetiva, por meio da sua relação com outros homens 20, o uso de drogas sendo um objeto estranho para o indivíduo, entra em total coerência com a lógica do capitalismo, na medida em que os indivíduos se relacionam com o uso de drogas como algo estranho a eles, quanto mais consomem essas substâncias, mais são consumidos por elas; logo, não é por um acaso que a questão do uso abusivo das drogas aparece na Modernidade como um dos maiores problemas da Saúde Pública no Mundo e contraditóriamente é um dos negócios mais rentáveis da atualidade, fortalecendo tanto o mercado legal quanto o ilegal. Assim, entendemos que se as drogas, enquanto mercadorias, são usadas, consumidas, para marcar diferenças sociais e, com isso transmitir mensagens, que moldam as identidades, essa condição de catástrofe de proporções epidêmicas tem uma íntima ligação com as condições do capitalismo. Quando utilizamos o termo usuário de drogas, queremos apontar uma categoria na qual estamos todos incluídos direta e indiretamente, mas que por conta das questões morais acabam sendo diferenciadas entre si. Nos referimos tanto a pessoa que fuma seu baseado (maconha) com os amigos, participa da cervejada do final de semana, que usa drogas para dormir, para lidar com a depressão, que toma o cafezinho para agüentar mais um turno da exploração no mundo trabalhista, enfim, falamos de nós mesmos e ao mesmo tempo falamos daqueles que são estigmatizados pelo uso abusivo de qualquer uma dessas substâncias. Ao estigmatizar o usuário de drogas, a sociedade cumpre a função divergente a que explicitamente se propõe, ou seja, ao invés de 20 Karl MARX, Manuscritos Econ ô mico-filosóficos, p (Grifos do autor).

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