UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO EM POLÍTICAS PÚBLICAS MAÍRA MAIA DE MOURA

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO EM POLÍTICAS PÚBLICAS MAÍRA MAIA DE MOURA DROGAS, JUVENTUDE E ESCOLA: Estudo de Caso sobre o Curso de Prevenção ao uso de Drogas do Programa Crack é possível vencer para Educadores da Escola de Ensino Profissionalizante Joaquim Antônio Albano FORTALEZA 2013

2 MAÍRA MAIA DE MOURA DROGAS, JUVENTUDE E ESCOLA: Estudo de Caso sobre o Curso de Prevenção ao uso de Drogas do Programa Crack é possível vencer para Educadores da Escola de Ensino Profissionalizante Joaquim Antônio Albano Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará, como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre. Orientador: Prof. Dr. Francisco Horácio da Silva Frota FORTALEZA 2013

3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Estadual do Ceará Biblioteca Central Prof. Antônio Martins Filho Bibliotecário(a) Responsável Thelma Marylanda Silva de Melo CRB-3 / 623 M929d Moura, Maíra Maia Drogas, juventude e escola; estudo de caso sobre o curso de prevenção ao uso de drogas do programa crack é possível para vencer para educadores da Escola de Ensino Profissionalizante Joaquim Albano / Maíra Maia Moura CD-ROM. 130f.:il. (algumas color.) ; 4 ¾ pol. CD-ROM contendo o arquivo no formato PDF do trabalho acadêmico, acondicionado em caixa de DVD Slin (19 x 14 cm x 7 mm). Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual do Ceará, Centro de Estudos Sociais Aplicados, Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade, Fortaleza, Área de Concentração: Políticas Públicas e Sociedade. Orientação: Prof. Dr. Francisco Horácio da Silva Frota. 1. Drogas. 2. Juventude. 3. Escola e prevenção. I. Título. CDD:

4

5 Dedico esse trabalho à Luna e ao Ezequiel, meus filhos. (In memoriam), José Alexandre de Moura, Teresa Maia, João Paulo Moreira Gosson e Antônia lúcia.

6 AGRADECIMENTOS À Deus. À Jesus Cristo. Ao meu orientador, Prof. Dr. Francisco Horácio da Silva Frota, que teve um papel imprescindível para o meu amadurecimento intelectual. À Profa. Dra. Maria Juraci Maia Cavalcante, por suas sugestões indispensáveis para o aprimoramento deste estudo, no âmbito da sociologia da educação. À Profa. Dra. Patrícia Helena Holanda, por suas considerações valiosas, em especial, na área de teoria do currículo e da psicologia da educação, que favoreceram um olhar mais atento à dimensão educativa deste estudo. À minha família, nas pessoas de: Meu pai, Rosemberg Cariry, pela coragem, incentivo, apoio, poesia, arte e sensibilidade. Minha mãe, Francélia Maia, pela força, apoio, incentivo e coragem. Meu irmão, Petrus Cariry, pela coragem e sensibilidade. Minha irmã, Barbara Cariry, pela beleza, poesia, apoio e amizade. Meu avô paterno, José Severino e toda família. À minha avó materna, Anita Pereira e toda família, base de sua família. Juruena Moura, pelas leituras e revisões, apoio, atenção e disponibilidade, ajuda que foi fundamental para a realização do trabalho. Rita de Cássia, pelas leituras e revisões, disponibilidade, generosidade e atenção, que foram de extrema importância para a realização mais completa deste trabalho. Aos meus amigos, eles que são a força, serenidade e coragem que recebi à mais: Agostinho Gósson, Anúsia Gósson, e Davi Gósson, pela amizade cultivada, força, coragem, apoio e incentivo. Francisca Barbosa Nepomuceno (Chica), pela amizade cultivada, incentivo, apoio e aprendizado na temática. Priscilla Lima, Tarcísio Bezerra, Kelly Freitas por se fazerem companheiros nessa jornada, força e coragem. Juliana Rios, pela amizade cultivada e apoio. José Guaracy, Laedya Martins, pela amizade cultivada e incentivo.

7 André Augusto Apoliano, pela amizade cultivada, pelo incentivo, paciência, apoio, e companheirismo. Daniel Pustowka, que se fez presente neste meu estudo de mestrado, fazendo a câmera do vídeo Bolsa Família, o qual me favoreceu no que tange à minha compreensão da realidade brasileira atual. À Universidade de Fortaleza, instituição onde trabalho, atualmente, exercitando o sentido maior do ensino-aprendizagem. À Prof(a) Dr(a) Fátima Veras, Magnífica Reitora da Universidade de Fortaleza, incentivo e apoio no trabalho realizado. À Coordenação da graduação em Psicologia da UNIFOR, nos nomes da Prof(a) Patrícia Sampaio e Prof(a) Rosita Paraguassu, pela flexibilidade com minha carga horária, apoio e incentivo. Aos colegas professores da graduação em Psicologia da UNIFOR, colegas no exercício maior do ensino aprendizagem, pelo convívio estimulante. Aos colegas do Laboratório de Individuação e Reintegração da Totalidade (LABIRINTO), em especial, ao Evaldo Costa e a Karine Cavalheiro, pela caminhada nos estudos de Psicologia analítica. Ao Dr. Luís Teixeira Neto e à Matilde Brígido, pela oportunidade de trabalhar por nove anos, na, com a temática da dependência química. Obrigada pela confiança e pela oportunidade. À Escola de Ensino Profissionalizante, Professor Joaquim Albano, cujo contato mais próximo me fez compreender mais sobre os desafios atuais da vida e do convívio social. À todos os professores e funcionários do Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas da UECE, pela competência e compromisso com o trabalho. Aos colegas do Mestrado, pelo convívio estimulante durante o curso. À Lucia Bertini, que me cedeu tempo para conversamos e respondeu a todos os meus s e telefonemas, pois sua ajuda foi de extrema importância para elaboração do projeto. Ao Jorge Holanda, à Virginia Tavares e Mireika falcão, que transcreveram as fitas. Ao Antídio, pela revisão gramatical À Francisco Edinésio pela Formatação. À Adriana Amaral, por todos encaminhamentos, impressão do material da pesquisa, telefonemas, agendamentos. Sua ajuda foi de grande valia. Por fim, a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, contribuíram para a realização dessa pesquisa. pelo

8 Coração de estudante Há que se cuidar da vida Milton Nascimento

9 RESUMO No presente estudo, ocupo-me com a problemática do uso de drogas por jovens em fase de vida escolar. Sabe-se que o uso de drogas interfere no objetivo principal da escola, qual seja, o processo de formação e aprendizagem do aluno e de socialização secundária. Proponho-me a investigar, dentre um conjunto de ações políticas de prevenção de drogas direcionadas às escolas, o programa Crack, é possível vencer, mais especificamente o curso na modalidade a distância oferecido aos professores, chamado curso de prevenção ao uso de drogas para educadores de escola pública. Este trabalho tem por objetivo principal compreender o programa Crack, é possível vencer, no eixo prevenção, a partir do estudo de caso da Escola de Ensino Fundamental e Médio professor Joaquim Albano, na percepção dos professores e gestores da escola. Seus objetivos específicos são: 1) Investigar como os docentes e gestores da escola lidam com a problemática do avanço do uso das drogas; 2) analisar a percepção dos docentes e gestores escolares sobre o curso de prevenção do uso de drogas para educadores de Escolas Públicas; 3) identificar as estratégias de prevenção ao uso de drogas no âmbito da escola. Nossa pesquisa se insere numa pesquisa qualitativa, o método utilizado, nesse estudo foi o estudo de caso. A investigação foi realizada, junto à Escola de Ensino Profissionalizante Professor Joaquim Albano, situada na cidade de Fortaleza, pertencente à Regional VI, participante do programa Crack, é possível vencer e cujos educadores participaram do cursos de prevenção. Utilizamos como técnicas e coleta de dados, entrevistas, análise documental e anotações de campo que serviram para mapear e compreender o fenômeno investigado. Trabalhamos com um universo dos atores envolvidos, professores e gestores. Para análise de dados utilizamos para as entrevistas análise de conteúdos. Nos resultados de nossa pesquisa temos os capítulos: Apresentando o Programa Crack é possível vencer ; Formação de Professores para atuar na Prevenção do Uso de Crack e outras Drogas Na Percepção dos Professores e Gestores; Organização curricular do Curso de Prevenção do Uso de Drogas Na Percepção dos Professores e Gestores; Adolescência e Drogas; Definição de Adolescência como Fase da vida; A Família e a Escola: responsabilidade compartilhada; Prevenção; Prevenção na escola; Posturas Preventivas. Em nossas considerações finais percebemos que o trabalho de formação feito na escola que é foco deste estudo de caso se mostra louvável, uma excelente iniciativa, já que os professores e gestores para fazer o curso tiveram que utilizar seu horário livre, daí o motivo da desistência de outros professores. Os professores e gestores engajados no programa em causa estão felizes por poderem implementar o projeto, e percebem o que precisa ser modificado. Defendemos a posição de que o Brasil precisa fortalecer, realmente, a sua política pública de combate às drogas, de modo eficiente e urgente, na perspectiva da prevenção e de novas leis para o trato adequado da questão da droga e da inclusão social da juventude, com base em um processo de desenvolvimento social equilibrado, onde o seu índice seja medido pela realização de valores de dignificação humana e pela felicidade de sua população. Afinal, um país como o nosso, não pode deixar queimar o seu futuro. Às universidades brasileiras e aos seus investigadores sociais, cabe acompanhar e avaliar essa políticas de modo a contribuir com novas estratégias e sugestões de aprimoramento das políticas públicas que favoreçam a construção de uma sociedade mais justa e dignificada em valores de alta sociabilidade comunitária e emancipada. Palavras-chaves: Juventude, Escola, Drogas, Formação de Professores, Prevenção, Família

10 ABSTRACT In this study, I occupy myself with the problem of drug use by young people under school life. It is known that the use of drugs interfere with the primary purpose of the school, namely, the process of training and student learning and secondary socialization. I propose to investigate, among a set of policy actions to prevent drugs directed at schools, the Crack is possible to win, more specifically the course in distance mode offered to teachers, called stroke prevention drug use for public school educators. This work has as main objective to understand the Crack is possible to win, preventing the shaft from the case study of the School of Elementary and Secondary Education Professor Joaquim Albano, in the perception of teachers and school managers. Its specific objectives are: 1) To investigate how teachers and school administrators deal with the problem of the advance of drug use, 2) to analyze the perception of teachers and school managers over the course of preventing the use of drugs for educators Public Schools and 3) identify strategies to prevent drug use within the school. Our research is part of a qualitative research method used in this study was the case study. The investigation was carried out by the School of Vocational Teacher Education Joaquim Albano, located in the city of Fortaleza, belonging to the Regional VI program participant Crack is possible to win and whose teachers participated in prevention programs. Used as techniques and data collection, interviews, documentary analysis and field notes that were used to map and understand the phenomenon investigated. We work with a universe of stakeholders, teachers and administrators. For data analysis used for the analysis of interviews content. The results of our research have chapters: Introducing the Program Crack is possible to win ; Teacher Training to act in the Prevention of the Use of Crack and Other Drugs - The Perception of Teachers and Managers; Organization curricular Course on Prevention of the Use of Drugs - The Perception of Teachers and Managers; Adolescence and Drugs; Definition Phase of Adolescence as a life, The Family and the School: shared responsibility; Prevention; Prevention in school; Preventive postures. In our concluding remarks we see that the work done in the training school that is the focus of this case study shows commendable, an excellent initiative, as teachers and administrators to take the course they had to use their free time, hence the reason for the withdrawal other teachers. Teachers and managers engaged in the program concerned are happy to be able to implement the project, and realize what needs to be modified. We argue that Brazil needs to strengthen, really, its public policy to combat drugs, efficiently and urgent in view of prevention and new laws to deal with the issue of appropriate drugs and social inclusion of youth based on a process of balanced social development, where your index is measured by the achievement of values of human dignity and the happiness of its population. After all, a country like ours, can not burn your future. At Brazilian universities and their social researchers, it is to monitor and evaluate this policy in order to contribute to new strategies and suggestions for improvement of public policies that promote the construction of a more just and dignified values in high sociability Community and emancipated. Keywords: Youth, School, Drugs, Teacher Training, Prevention, Family.

11 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Genealogia das drogas Sociedade, sociabilidade primária e redes de proteção na história Abordagem sociológica do uso das drogas na atualidade: sociabilidade primária, redes e proteção e sociedade de indivíduos POLÍTICA SOBRE DROGAS, SOCIEDADE E PREVENÇÃO Comissão de Narcóticos da ONU, Comissão mundial sobre política de drogas e Guerra às drogas Estado e drogas: visão da América Latina e Contexto brasileiro A Política Nacional Sobre Drogas (PNAD) A Sociedade Moderna e as drogas Drogas na atualidade QUESTÕES METODOLÓGICAS A PESQUISA AVALIATIVA O objeto e cenário de estudo Natureza do estudo O método Técnicas e Instrumentos de Pesquisa Estratégia de análise dos dados RESULTADOS DA PESQUISA E ANÁLISE DE EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS Apresentando o Programa Crack é Possível Vencer Formação de Professores para atuar na Prevenção do Uso de Crack e outras Drogas Na percepção dos Professores e Gestores Organização curricular do Curso de Prevenção do Uso de Drogas Na Percepção dos Professores e Gestores Adolescência e Drogas Definição de Adolescência como Fase da vida A Família e a Escola: responsabilidade compartilhada Prevenção Prevenção na escola... 97

12 5.7.2 Posturas preventivas: dez modelos de prevenção CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXOS

13 1 INTRODUÇÃO No presente estudo, ocupo-me com a problemática do uso de drogas por jovens em fase de vida escolar. Trata-se de uma problemática que venho definindo ao longo do meu percurso profissional. Sou psicóloga e trabalhei nove anos numa instituição especializada em tratamento de dependentes de drogas lícitas e ilícitas. Nesse local, uma das atividades propostas era o interno contar sua história. Ao relatarem suas histórias, a maioria dos adictos afirma ter passado por várias escolas, de onde foram expulsos, ou convidados a sair, sendo poucas aquelas que desenvolviam algum trabalho de prevenção. Em função disso, comecei a ter uma escuta especifica para a questão da relação desses jovens com a escola, incluindo uma literatura especializada, caso de Gilberta Acselrad (2000), que chama atenção para a frequência com que alunos usuários vivem situações de exclusão. Por outro lado, os programas sobre drogas, integrados no dia a dia das escolas são ainda experiência raras, com predomínio de práticas esporádicas. As palestras de especialista na área limitam-se a dizer como agem as drogas no organismo do usuário, mas pouco dizem sobre as relações entre uso de drogas, suas consequências no âmbito das relações sociais e de trabalho; e, bem menos, sobre uma política de prevenção. Ouvindo esses relatos e pesquisando a literatura sobre o tema, fui em busca de uma vaga no Mestrado de Políticas Públicas para sistematizar e tentar compreender o papel da escola na vida de jovens envolvidos com drogas e quais seriam as ações concretas de prevenção que o Estado brasileiro vem implementando nesse campo. Sabe-se que o uso de drogas interfere no objetivo principal da escola, qual seja, o processo de formação e aprendizagem do aluno e de socialização secundária. A experiência clínica e social mostra que, instalando-se cedo, a dependência pode levar a sérios problemas e atrasos no desenvolvimento cognitivo, e os processos de maturação emocional são interrompidos, a autoestima fica abalada, as famílias se destroem, o jovem fica em contato com o submundo do crime, trazendo assim grandes danos a todos e a ele mesmo. Desta forma, essa problemática não pode ficar à margem de uma Política Pública.

14 12 As reflexões sobre tráfico de drogas vêm, já faz alguns anos, constituindo pauta obrigatória nas agendas dos governos de países de todos os continentes, trazendo para o centro das discussões questões que vão, desde a produção de drogas ilícitas, até seu consumo e consequente comercialização. Hoje em dia, poucos temas resultam tão transversais e polêmicos como este. Trata-se de uma questão que passa do plano global ao pessoal, envolvendo dimensões psicológicas e sociais. Segundo Martín Hopenhayn, da Divisão de Desenvolvimento Social da CEPAL, ao se reportar à questão do uso e tráfico de drogas: A universalidade de sua presença é comparável à que tiveram as grandes ideologias em batalha antes da queda do Muro de Berlim. Gera tensões nas relações políticas internacionais, nacionais, regionais, na família e no indivíduo. Invade a diplomacia, a política interna e exterior, a economia transnacional e a economia de sobrevivência, o debate acadêmico e a atividade policial. (Revista Brasileira de Política Internacional Ano 42, Nº 02/1999, p. 99). O Relatório Mundial sobre Drogas de 2008 informa que o Brasil tem cerca de 870 mil usuários de cocaína e que o consumo aumentou de 0,4% para 0,7% entre pessoas de 12 a 65 anos, no período entre 2001 e 2004, acréscimo equivalente a cerca de 75% nesse segmento. O Brasil é o segundo maior mercado das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, com cerca de seis milhões de consumidores. Segundo um estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde, 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos já experimentaram algum tipo de droga, conforme evidencia o site Trata-se, portanto, de uma realidade inexorável, que já não pode mais ficar à margem da discussão acadêmica. Faz-nos lembrar do que o dramaturgo e poeta alemão, Bertolt Brecht ( ) já dizia em um de seus poemas: há situações que não devemos achar algo normal. Nesta perspectiva de não banalizar questão tão urgente, considerei importante perguntar se é possível haver uma juventude saudável imersa no mundo das drogas, e indagar ainda: afinal qual é o papel da escola, diante dessa realidade? E o que tem sido construído, nos últimos anos, em nível de políticas públicas locais, junto à instituição escolar para superar

15 13 essa questão? Que novidade traz o Plano Nacional de Combate ao Crack e a outras Drogas ( ) para a formação de professores da escola pública no Ceará? Neste sentido, a pesquisa que desenvolvi, cujos resultados apresento aqui, pode trazer elementos que, talvez, em futuro próximo, acompanhem e subsidiem políticas públicas, no que se refere à prevenção do uso de drogas entre crianças e adolescentes em fase escolar, como uma questão a ser tratada, não só pela área de saúde, mas também pela política de educação, a qual é vista neste trabalho, particularmente, em relação ao Estado do Ceará. Ante a impossibilidade de realizarmos um estudo tão amplo, envolvendo questões tão transversais, como é a questão do uso de drogas, que perpassa as relações sociais, a economia, a justiça, a saúde, a educação, entre outras, delimitei nosso objeto de estudo para me ater à questão que envolve o alarmante número de jovens em idade escolar fazendo uso de drogas, tendo em vista contribuir para a discussão dessa questão social e da identificação de estratégias para o acompanhamento, avaliação e aprimoramento de políticas públicas voltadas para prevenção do uso de drogas. Proponho-me a investigar, dentre um conjunto de ações políticas de prevenção de drogas direcionadas às escolas, o programa Crack, é possível vencer. A escolha de referido programa se justifica por sua relevância nacional, que envolve ações integradas nas áreas de promoção de saúde, enfrentamento ao crack e prevenção, que considera esta uma questão social relevante em face do seu crescimento em escala assustadora; também por ser um programa novo, que demanda estudos acadêmicos, de alcance teórico-investigativo. Irei investigar mais especificamente o curso de prevenção ao uso de drogas para educadores das escolas públicas. 1 Tendo chegado ao Brasil na década de 1980, e início dos anos 1990, o crack vemse disseminando na maioria dos centros urbanos, alcançando até mesmo cidades interioranas e zonas rurais. Os problemas relacionados ao seu consumo e tráfico envolvem aspectos biológicos, psíquicos, sociais e culturais. Por isso, um dos grandes desafios para a construção de uma política abrangente e o desenvolvimento de ações integradas que complementem a 1 Curso este na modalidade à distância.

16 14 prevenção ao uso de drogas, é, sabidamente, a atenção ao usuário e o enfrentamento ao tráfico de drogas, justamente os eixos estruturantes do programa Crack, é possível vencer. Um documento oficial do programa Crack, é possível vencer o define como um programa lançado pelo Governo Federal, com a finalidade de prevenir o uso, dar atenção ao usuário e ao enfrentamento ao tráfico (PORTAL BRASIL, 2012a). Seu objetivo é aumentar a oferta de serviços de tratamento aos usuários, como também oferecer apoio/tratamento aos familiares, promover ações de educação, informação e capacitação, e ainda reduzir a oferta de drogas ilícitas por meio de enfrentamento ao tráfico. No campo legislativo, a lei nº /2006, que institui o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas (Sisnad) e estabelece medidas para o uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes, é o marco legal da mudança de paradigmas e de procedimentos relativos ao tema no Brasil. Trazendo a questão do usuário não mais como algo a ser combatido com preconceito, mas como uma questão de saúde pública, digna de políticas específicas. A lei contempla ainda a perspectiva da ação integrada, incluindo ações de promoção da saúde e de conscientização sobre os riscos do uso do crack, álcool e outras drogas, de disponibilização de serviços de atendimento e enfrentamento ao tráfico. Observada essa lei, o programa envolve várias ações que reúnem diretamente as políticas da assistência social, saúde e segurança pública e, de forma complementar, ações de educação e de garantia de direitos. O governo Federal disponibiliza recursos financeiros a Municípios, Estados e Distrito Federal, que podem aderir ao programa, assumindo contrapartidas e implementando os equipamentos de saúde, assistência social e segurança pública. Cabe aos municípios, Estados e Distrito Federal a instalação das instâncias do programa em âmbito local, por meio de comitês, que articulem as áreas de saúde, educação, assistência social, segurança, entre outras para o planejamento, execução e avaliação do programa. Ainda segundo o documento oficial do programa Crack, é possível vencer, a meta é que, ao final de 2014, as redes de atenção à saúde, a assistência social e as ações de prevenção nas escolas tenham sido ampliadas, fortalecidas, integradas, aumentando e melhorando sua capacidade de acolhimento aos usuários de drogas e apoio aos familiares; que

17 15 estas redes contem com profissionais das diversas áreas capacitados no tema e com programas de prevenção nas escolas em execução; que espaços antes ocupados por usuários de crack sejam revitalizados; e, por fim, a integração das operações das forças de segurança pública dos três níveis de Governo para o combate ao tráfico. O Estado do Ceará e a prefeitura de Fortaleza assinaram, em 31 de Julho de 2012, o termo de adesão ao programa do governo federal Crack, é possível vencer. Naquele momento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, representou o governo federal no pacto. O vice-governador Domingos Filho e a prefeita, Luiziane Lins, assinaram pelo Estado e pela prefeitura, respectivamente. O Ceará foi o 12º Estado a assinar a adesão ao programa federal. Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Acre, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Piauí e Paraná já integravam o Crack, é possível vencer. A partir da adesão às metas, no eixo cuidado: o Ceará poderá, nos próximos dois anos (a contar da data de assinatura), criar mais de 217 leitos para atendimento aos usuários de drogas, em especial o crack. As vagas serão possíveis por meio da abertura de 48 leitos em enfermarias especializadas; qualificação de seis Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS), que passam a atender 24 horas; duas novas unidades de acolhimento (sendo uma destinada ao público adulto e uma ao infantil); e parceria com Comunidades Terapêuticas para abertura de 120 vagas nesses espaços. Além disso, Fortaleza vai receber três novos consultórios nas ruas. Para as ações, serão investidos R$ 79,6 milhões. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, com o programa, irá financiar mais três Centros de Referência Especializada em Assistência Social (Creas) e quatro Centros de Referência em Assistência Social (Creas) em Fortaleza. Atualmente, a cidade conta com dois Creas e 24 Cras. Ainda está previsto o financiamento para mais uma unidade de Centro POP equipamento público destinado a atender a população de rua e a ampliação do atendimento do que já está em funcionamento, bem como de 700 vagas em Unidades de Acolhimento. Além disso, serão cinco novas equipes de abordagem social nas ruas. O MDS repassará, até 2014, o valor de R$ 24,8 milhões.

18 16 No eixo prevenção, as metas são de o Estado do Ceará poder contar com investimentos, aplicados diretamente pela União, da ordem de R$ 1,4 milhão. Até 2014, serão ofertadas vagas em capacitações presenciais e a distância para profissionais do Estado. A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça é responsável por articular essa formação. Até 2014, a meta é formar, no Estado, 7 mil educadores; 2 mil conselheiros; todo o efetivo de policiais rodoviários federais do Estado; 3,6 mil profissionais de Saúde e Assistência Social; 600 lideranças religiosas; 150 profissionais que atuam em comunidades terapêuticas; 600 operadores de direito; 300 policiais. No eixo segurança pública, as metas dizem respeito a ações policiais focadas nas fronteiras e nos locais de maior concentração de uso do crack nos centros urbanos. Está prevista também a implementação de policiamento ostensivo e de proximidade nas áreas de concentração de uso de drogas, onde serão instaladas câmeras de vídeo-monitoramento fixo. O Ceará receberá três bases móveis equipadas com esse sistema, sessenta câmeras de vídeomonitoramento fixo, três veículos, seis motocicletas e seiscentos equipamentos de menor potencial ofensivo. Serão capacitados 160 profissionais de segurança pública que atuarão em locais de consumo de crack e outras drogas. Segundo a mesma fonte oficial, o total de investimentos do governo federal na segurança pública chega a R$ 5,9 milhões. A expectativa é que a utilização de câmeras móveis e fixas contribua para inibir a prática de crimes, principalmente o tráfico de drogas. O programa Crack, é possível vencer prevê, no total, R$ 4 bilhões em recursos federais e conta com ações dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O programa tem três eixos: cuidado, prevenção e autoridade. Em termos gerais, o eixo cuidado se refere à estruturação das redes de atenção de saúde e de assistência social para o atendimento aos usuários de drogas e seus familiares.

19 17 As ações do eixo prevenção visam fortalecer fatores de proteção e reduzir fatores de risco para o uso de drogas, o programa oferece também cursos de capacitação para diferentes atores sociais que podem exercer papel relevante na prevenção ao uso de drogas e acesso do usuário ao eixo cuidado. O eixo autoridade objetiva a redução da oferta de drogas ilícitas no País, tanto no âmbito nacional como local. Para efeito de delimitação do seu campo de estudo, este trabalho visa ao eixo prevenção, no qual, por sua vez, temos três subitens: capacitação, concursos, campanha. Irei concentrar-me na dimensão da capacitação, através de um curso oferecido pelo programa em foco: Curso de Prevenção do Uso Drogas para Educadores de Escolas públicas, curso na modalidade à distância. A capacitação de profissionais perpassa os três eixos do programa Crack, é possível vencer. São vários os cursos, presenciais e a distância, dirigidos para diferentes públicos. Educadores de escolas públicas, profissionais da área da saúde, assistência social e segurança pública, juízes, promotores e servidores do Poder Judiciário, conselheiros municipais e gestores de comunidades terapêuticas são o público alvo de cursos que preparam para a prevenção do uso de drogas, acompanhamento, tratamento e reinserção social de dependentes e repressão ao tráfico de drogas. Segundo os objetivos deste Programa, os profissionais capacitados pelos cursos darão continuidade e sustentabilidade ao programa Crack, é possível vencer, uma vez que a população poderá contar com profissionais aptos a prestar serviços confiáveis e atualizados na área de drogas. É uma segurança a mais para o cidadão. No caso do presente estudo, compreenderei o Curso de Prevenção do Uso de Drogas, voltado para educadores de escolas públicas, um curso que está na modalidade de educação a distância, dirigido a educadores do ensino básico e apoiado em temas referentes à prevenção do uso e abuso de crack e outras drogas no contexto escolar O público alvo são educadores da rede básica de ensino. São priorizadas as escolas que fazem parte dos programas Saúde na Escola, Saúde e Prevenção nas Escolas,

20 18 Mais Educação e Brasil sem Miséria. As escolas localizadas nos Estados e municípios que já aderiram ao programa Crack, é possível vencer também serão priorizadas. Proponho-me a apresentar aqui os resultados de um estudo de caso, realizado junto a uma escola do município de Fortaleza que aderiu ao programa Crack, é possível vencer, em que os educadores fizeram o referido curso; bem como compreender o alcance das metas a que se propõe o programa Crack, é possível vencer. Vale salientar que tive acesso a todos os documentos pertinentes à ação aqui demarcada, até dezembro de 2012, os quais foram de imensa importância para a construção do meu objeto. Tais documentos foram: Pontuação Ce (metas previstas de 2012 a 2014 nas diversas áreas do programa Crack, é possível vencer ); material oficial do Curso de prevenção ao uso de drogas; termo de adesão ao programa Crack, é possível vencer ; diversas matérias de sites; documento oficial de orientação para reunião técnica do programa Crack, é possível vencer ; documento contendo as escolas do Ceará integrantes do programa Crack, é possível vencer. Os documentos aqui listados foram lidos e analisados, com vistas a compreender sua intenção e abrangência como ação preventiva voltada para a problemática do uso de drogas e, assim, preparar a estratégia de investigação. Este trabalho tem por objetivo principal compreender os resultados do programa Crack, é possível vencer, no eixo prevenção(1), a partir do estudo de caso da Escola de Ensino Fundamental e Médio professor Joaquim Albano, na percepção dos professores e gestores da escola. Seus objetivos específicos são: 1) Investigar como os docentes e gestores da escola lidam com a problemática do avanço do uso das drogas; 2) analisar a percepção dos docentes e gestores escolares sobre o curso de prevenção do uso de drogas para educadores de Escolas Públicas; 3) identificar as estratégias de prevenção ao uso de drogas no âmbito da escola. Está dividido em seis capítulos. No primeiro, apresento o meu percurso de pesquisa para justificar a escolha temática, a sua relevância social e o recorte de investigação no campo das políticas públicas de prevenção ao problema do uso de drogas no Brasil e no Ceará O segundo capítulo traz o referencial teórico utilizado, evidenciando o estado da arte do campo de estudos, no que concerne ao significado social das drogas através do tempo, ao

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