8 Encontro da ABCP 01 a 04/08/2012, Gramado, RS AT04 - Ensino e Pesquisa em Ciência Política e Relações Internacionais

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1 8 Encontro da ABCP 01 a 04/08/2012, Gramado, RS AT04 - Ensino e Pesquisa em Ciência Política e Relações Internacionais A PRODUÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS E ÁREAS AFINS NO BRASIL Luiz Antônio Correia de Medeiros Gusmão Fundação Alexandre de Gusmão - FUNAG Instituto de Relações Internacionais - IREL/UNB

2 RESUMO O ensino e o estudo das Relações Internacionais no Brasil têm sido objeto de avaliações regulares desde a década de Contudo, pouco se tem se falado sobre a produção de teses de doutorado e dissertações de mestrado defendidas em programas de pós-graduação de instituições públicas e privadas em Relações Internacionais, Ciência Política e outras áreas cujas linhas de pesquisa tangenciam a política internacional. Esta pesquisa busca preencher essa lacuna. Com base em cerca de trabalhos cadastrados no Banco de Teses e Dissertações, elaborado pelo Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), analisamos os perfis de pesquisadores, instituições de ensino superior e programas de pós-graduação.

3 A produção de teses e dissertações de Relações Internacionais e áreas afins no Brasil 1 Luiz Antônio Gusmão 2 O ensino e o estudo das Relações Internacionais no Brasil têm sido objeto de avaliações regulares, no entanto, o foco desses trabalhos recai, quase exclusivamente, sobre a notória expansão da oferta de cursos de graduação na última década. Pouco se tem se falado sobre a produção da comunidade acadêmica, principalmente no que tange às teses de doutorado e dissertações de mestrado defendidas em programas de pós-graduação de instituições públicas e privadas em Relações Internacionais, Ciência Política e outras áreas cujas linhas de pesquisa tangenciam a política internacional. Com frequência, os trabalhos analisam a produção editorial e acadêmica com base em critérios subjetivos e uma seleção parcial de obras consideradas relevantes. Não há trabalhos dedicados a analisar, com base empírica, a produção de programas de pós-graduação, das instituições de ensino superior e dos pesquisadores que se especializam na área ou se dedicam a estudar temas correlatos a política internacional. Nas páginas seguintes, buscamos preencher essa lacuna. 3 Inicialmente, apresentaremos o Banco de Teses e Dissertações, elaborado pela equipe de Apoio Técnico do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI/FUNAG). Com base nos dados coligidos nesse banco, apresentamos estatísticas descritivas sobre a evolução histórica dos programas de pós-graduação e o perfil dos pesquisadores na área. Por fim, concluímos com algumas observações finais. 1 Este artigo é resultado da elaboração do Banco de Teses e Dissertações, atividade continuada do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG). Todas opiniões expressas neste artigo são de inteira responsabilidade do seu autor e não refletem necessariamente aquelas da FUNAG ou de outras instituições mencionadas. 2 Doutorando em Relações Internacionais (IRel/UnB), Mestre em Ciência Política (Iuperj), Analista de Relações Internacionais do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI) da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag). 3 Remetemos o leitor ao Anexo bibliográfico deste trabalho para uma relação geral de artigos e textos voltados à análise do ensino e da produção de pesquisa em Relações Internacionais no Brasil. 3

4 O Banco de Teses e Dissertações O Banco de Teses e Dissertações é uma atividade continuada do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), órgão da Fundação Alexandre de Gusmão. O Banco é uma atividade-fim do IPRI para fomento de pesquisa bibliográfica que tem por objetivo consolidar, em uma única base de dados, informações sobre teses e dissertações defendidas em instituições de ensino superior (públicas e privadas). Construído a partir da unificação das listas fornecidas por órgãos públicos (especificamente a CAPES) e instituições de ensino superior que possuem linhas de pesquisa ou áreas de concentração em Relações Internacionais e temas afins (vide Lista de Instituições, em anexo). O cadastro das teses e dissertações está concentrado nos programas de stricto sensu. Contudo, também são incorporadas aquelas aprovadas em programas nas diversas áreas das Ciências Sociais que tangenciem temas de política externa e internacional e de política comparada (História, Ciência Política, Economia, Sociologia, Administração, Antropologia etc.). Os trabalhos são classificados por Programa, Instituição, Ano de defesa e Titulação conferida e Sexo do autor. Além do Título e do Nome do autor, sempre que possível, são inseridas Palavras-chave e Resumo. O Banco fornece um quadro abrangente, embora ainda incompleto, da produção acadêmica na área nas últimas quatro décadas. Até junho de 2012, foram cadastrados trabalhos de 2411 autores diferentes. São trabalhos defendidos entre 1973 e 2012, provenientes de 35 instituições e 110 programas de pós-graduação (ver Anexo 1). Conforme a tabela 1, abaixo, há 1334 dissertações de mestrado (53%), 451 teses de doutorado (18%), 565 teses do 4

5 Curso de Altos Estudos - CAE 4 (22%) e 180 dissertações do Curso de Pós- Graduação em Diplomacia do Instituto Rio Branco 5 (7%). Tabela 1. Titulação dos autores de teses e dissertações Titulação N % Mestre % Doutor % Aprovado CAE % Mestrado IRBr 180 7% Total geral % O gráfico 1, abaixo, ilustra a produção anual de teses e dissertações, por Titulação. O gráfico evidencia o longo predomínio do Itamaraty em que o corpo diplomático exerceu papel fundamental na consolidação das relações internacionais como campo de estudo acadêmico. Em 1991, o número de teses e dissertações acadêmicas defendidas em um ano (20) superou pela primeira vez o de teses CAE (17). Apenas oito anos mais tarde, em 1999, o volume total de teses CAE (303) foi superado pela produção dos programas de pósgraduação acadêmicos (327) acumulada até então. O gráfico também mostra claramente a expansão do campo a partir do ano Entre , a média da produção total foi de 19 trabalhos por ano; entre , aumentou para 42,4; entre , chegou a 163,5. 4 O Curso de Altos Estudos (CAE) é mantido pelo Instituto Rio Branco como parte integrante do sistema de treinamento e qualificação na Carreira de Diplomata, com o objetivo de atualizar e aprofundar os conhecimentos necessários ao desempenho das funções exercidas pelo Ministros de Primeira e Segunda Classes. O candidato inscrito no CAE deve preparar e apresentar tese, a qual é submetida à Banca Examinadora, para arguição oral. A posse do diploma requisito para a progressão funcional de Conselheiro a Ministro de Segunda Classe. 5 O Curso de Mestrado em Diplomacia do Instituto Rio Branco (IRBr) iniciou atividades em 2002, como pós-graduação profissionalizante para formação de diplomatas capazes de atuar com desenvoltura no cenário da política internacional. 5

6 Gráfico 1. Teses e dissertações cadastradas, por titulação, Mestrado IRBr Aprovado CAE Doutorado Mestrado 6

7 A produção acadêmica brasileira nesse campo também se concentra geograficamente em três estados. Como demonstra a tabela 2 abaixo, apenas três estados são responsáveis por mais de 90% da produção acadêmica de teses e dissertações. O Distrito Federal, sede das duas instituições com os programas mais antigos (o Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília 6 e o Instituto Rio Branco 7 ), é responsável por 54% dos trabalhos cadastrados. São Paulo ocupa o segundo lugar, com cerca de 20%. O Rio de Janeiro, em terceiro, com 17%. Tabela 2. Instituições de Ensino Superior (IES), Programas de Pós- Graduação (PPG) e quantidade de teses e dissertações (N) cadastradas, por Estado e Região Região/Estado IES PPG N %N Centro Oeste ,95% Distrito Federal ,95% Sudeste ,64% São Paulo ,92% Rio de Janeiro ,19% Minas Gerais ,53% Sul ,30% Rio Grande do Sul ,02% Santa Catarina ,16% Paraná ,12% Nordeste ,03% Pernambuco ,67% Paraíba ,32% Piauí ,04% Norte ,08% Pará ,08% Total geral % 6 Institucionalmente, ao longo de boa parte da sua história, a área de Relações Internacionais da Universidade de Brasília esteve organizada em duas unidades distintas: uma, localizada no Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais, e outra situada no Departamento de História. Em 2000, as capacidades foram reunidas sob o atual Instituto de Relações Internacionais (IREL), processo concluído em O Instituto Rio Branco (IRBr) é a academia diplomática brasileira, responsável pela formação e aperfeiçoamento dos diplomatas brasileiros, em processo contínuo de estudos e atualização, com a oferta dos seguintes cursos: o Curso de Formação (CF), na etapa inicial da carreira, para Terceiros Secretários apenas aprovados no concurso de admissão; o Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas (CAD), para Segundos Secretários; e o Curso de Altos Estudos (CAE), para Conselheiros. Os alunos do Curso de Formação têm a possibilidade de optar por fazer o Mestrado em Diplomacia. 7

8 A tabela 2 também revela uma aparente distorção: apesar de mais da metade das instituições se concentrarem no Sudeste, este responde apenas por cerca de 40% das teses e dissertações produzidas, ao passo que o Centro Oeste, com apenas cinco instituições, é responsável por mais da metade. Essa distorção decorre de uma defasagem provocada pelo período em que o Curso de altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco (IRBr) foi o único programa a fomentar, consistentemente, pesquisas sobre temas de política externa. Os gráficos 2 e 3 abaixo, mostram, respectivamente as dez maiores IES e os dez maiores PPGs em número de teses e dissertações cadastradas. Três instituições são responsáveis por cerca de 63% das teses e dissertações cadastradas: o Instituto Rio Branco do Itamaraty (29%), a Universidade de Brasília (22%) e a Universidade de São Paulo (11%). Programas de Relações Internacionais compõem cerca 26% do Banco. Juntamente, com o Curso de Altos Estudos (22%) e o mestrado profissionalizante em Diplomacia (7%) do IRBr, correspondem a cerca de 55% das teses e dissertações cadastradas. Os principais programas de áreas afins são os de Ciência Política (15%), História (7%), Estudos Comparados sobre as Américas do CEPPAC (6%), Direito (5%) e Sociologia (4%). 8

9 Gráfico 2. Principais Instituições de Ensino Superior IRBr UnB USP PUC Rio UERJ Unicamp UFRGS San Tiago Dantas IUPERJ UFF Mestrado IRBr Aprovado CAE Mestrado Doutorado Gráfico 3. Principais Programas de Pós-Graduação Relações Internacionais CAE (IRBr) 565 Ciência Política História Diplomacia (IRBr) Est. Comp. (Ceppac) Direito Sociologia Geografia Humana Ciências Sociais Mestrado IRBr Aprovado CAE Mestrado Doutorado 9

10 Para melhor compreensibilidade da série histórica, os dados são agregados por triênio, de 1979 a 2011 (ver tabela 3, abaixo). Este procedimento descarta apenas seis trabalhos (cinco dissertações de mestrado e uma tese de doutorado), o que não compromete a validade das observações do volume total de trabalhos. Tabela 3. Teses e dissertações por triênio, Triênio Mestrado Aprovado Mestrado Doutorado Total IRBr CAE Total Este expediente permite comparar as proporções entre: i) a produção trienal de teses e dissertações da academia em relação a produção trienal dos programas do Itamaraty (Cursos de altos Estudos e Mestrado em Diplomacia) e ii) a proporção de dissertações de mestrado em relação a teses de doutorado. O gráfico 2 abaixo ilustra a predominância do Itamaraty de 1979 a 1993, quando, em média, duas teses CAE eram produzidas para cada tese ou dissertação acadêmica defendida. De 1994 a 2002, a academia ganha proeminência de forma tal que essas proporções se invertem: em média, para cada tese CAE, há três teses ou dissertações acadêmicas. Com a criação do Mestrado em Diplomacia, essa situação é um atenuada, mas não reverte completamente: para cada tese CAE produzida, há 2,5 teses ou dissertações acadêmicas. A ausência de trabalhos do Itamaraty de 2011 e 2012 cadastrados no Banco, explica o salto que se pode ver no triênio de

11 Gráfico 4. Proporções entre produção trienal de teses e dissertações, Academia/Itamaraty Dissertações/Teses O gráfico também registra o aumento da produção de teses em relação ao número de dissertações defendidas. Entre 1979 e 1990, em média, para cada tese produzida havia 6,67 dissertações de mestrado. A partir daí, essa proporção declina continuamente entre 1991 e 2002, quando, em média, para cada tese produzida, defendiam-se 2,64 dissertações. De 2003 em diante, a produção de dissertações aumenta e parece se estabilizar na proporção média de 3,40 dissertações para cada tese produzida. O Banco fornece um quadro desequilibrado do perfil de gênero dos autores de teses e dissertações. O gráfico 5 mostra que apenas 893 (35%) dos autores são do sexo feminino. A categoria que mais se aproxima da igualdade é a dos autores com título de mestrado: cerca de 44% são mulheres. Dentre doutores, apenas 38%. Mestres em Diplomacia e Aprovados CAE do sexo feminino são o grupo de maior desigualdade com, respectivamente, cerca de 26% e 11% de mulheres em cada grupo. 11

12 Gráfico 5. Teses e dissertações por sexo e titulação do autor Mestre IRBr Aprovado CAE Doutor Mestre Feminino Masculino Com os dados coligidos no Banco, é possível delinear um perfil dos pesquisadores que vem sendo formados pelos programas de pós-graduação da área. Uma quantidade significativa de 117 autores (cerca de 5% do total) figura no Banco com duas titulações diferentes. Na tabela 4, abaixo, eles são classificados por títulos obtidos na mesma instituição e na mesma área. Tabela 4. Autores com mais de uma titulação Período Intervalo médio N , , , , , , ,32 22 Total geral 5,

13 A proporção de pesquisadores com títulos de mestrado e doutorado na mesma instituição e área pode indicar tanto uma virtude de solidez na formação como um vício de endogeneidade acadêmica em que as instituições formam quadros preferencialmente a partir de seus próprios alunos. Embora não estejam presentes nem trabalhos defendidos em Instituições estrangeiras nem autores que porventura tenham mudado para programas ou temas sem afinidade com o campo, o Banco permite retratar uma profunda mudança no perfil dos pesquisadores que obtiveram mestrado e doutorado. Entre 1987 e 2008, o intervalo médio de obtenção do segundo título caiu cerca de três vezes. Como revela o gráfico 6 abaixo, o intervalo médio para os autores que adquiriram sua primeira titulação no triênio de obterem o segundo título era de pouco menos de 11 anos. No triênio de , esse número é reduzido para cerca de três anos. Gráfico 6. Intervalo médio para aquisição de segundo título, por triênio ( ) 12 10, ,33 8 7,36 7,32 6 5,67 5,45 4 3,

14 A rapidez com que os novos pesquisadores obtém títulos deve-se tanto a internalização pelos programas dos critérios de avaliação da pós-graduação da CAPES 8 que punem atrasos nas defesas de teses e dissertações quanto a estratégias profissionais daqueles que, com a relativa massificação dos títulos de mestrado, buscam uma diferenciação no mercado de trabalho acadêmico. O que antes era o coroamento de um lento amadurecimento intelectual, hoje é um trabalho de início de carreira. Desde 2002, alguns aprovados no Concurso de Admissão à Carreira Diplomática chegam a realizar concomitantemente o Mestrado profissionalizante em Diplomacia e outro curso de pós-graduação em instituição de ensino superior, o que contribui para a drástica redução do intervalo médio no triênio de Observações finais O Itamaraty cumpriu importante papel na indução do desenvolvimento do campo das Relações Internacionais no País. Tendo começado a reboque da necessidade de formação de quadros do Itamaraty, a pesquisa em programas de pós-graduação em Relações Internacionais no Brasil veio se consolidando nas últimas quatro décadas. Embora a academia tenha ganhado autonomia e projeção institucional com a formação de milhares de pesquisadores, o Itamaraty ainda representa parte substancial da produção nesse campo de estudos: o programa de pós-graduação em Diplomacia e o Curso de Altos Estudos (CAE) do Instituto Rio Branco correspondem a quase um quarto da produção total entre 2001 e A produção ainda está bastante concentrada em três polos (Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro), mas a comunidade brasileira de Relações Internacionais disseminou-se com a criação de instituições e programas em todas s regiões do país, inclusive em cidades do interior. 8 Implantada em 1976, a Avaliação dos Programas de Pós-graduação compreende a realização do acompanhamento anual e da avaliação trienal do desempenho de todos os programas e cursos que integram o Sistema Nacional de Pós-graduação (SNPG). Os resultados desse processo, expressos pela atribuição de uma nota na escala de 1 a 7 fundamentam a deliberação CNE/MEC sobre quais cursos obterão a renovação de "reconhecimento", a vigorar no triênio subseqüente. 14

15 Anexo bibliográfico Artigos ALMEIDA, Paulo Roberto de. O estudo das relações internacionais do Brasil. Um diálogo entre a diplomacia e a academia. Brasília, Revista Brasileira de Política Internacional: quatro décadas ao serviço da inserção internacional do Brasil. Revista Brasileira de Política Internacional, v. 41, n. especial, p FARIAS, Rogério de Souza. O estudo das relações internacionais no Brasil: a crítica da relevância e a relevância da crítica. Mundorama, 04/12/2010. Acessível em: < HERZ, Mônica O crescimento da área de relações internacionais no Brasil. Contexto Internacional, v. 24, n. 1, p LESSA, Antonio Carlos. 2005a. Instituições, atores e dinâmicas do ensino e da pesquisa em Relações Internacionais no Brasil: o diálogo entre a história, a ciência política e os novos paradigmas de interpretação (dos anos 90 aos nossos dias). Revista Brasileira de Política Internacional, v. 48, n. 2, p b. O ensino de Relações Internacionais no Brasil. In: SARAIVA, José Flávio Sombra e CERVO, Amado Luiz. O crescimento das Relações Internacionais no Brasil. Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (IBRI), p MIYAMOTO, Shiguenoli O ensino das relações internacionais no Brasil: Problemas e perspectivas. Revista de Sociologia e Política, n. 20, p O estudo das relações internacionais no Brasil: O estado de arte. Revista de Sociologia e Política, n. 12, p O estudo das relações internacionais no Brasil. Perspectivas, n. 6, p SANTOS, Norma Breda História das Relações Internacionais no Brasil: esboço de uma avaliação sobre a área. História, v. 24, n. 1, p

16 e FONSECA, Fúlvio Eduardo A pós-graduação em relações internacionais no Brasil. Contexto Internacional, v. 31, n. 2, p VELASCO E CRUZ, Sebastião C. e MENDONÇA, Felipe O campo das Relações Internacionais no Brasil. Situação, desafios, possibilidades. In: MARTINS, Carlos Benedito e LESSA, Renato (orgs.), Horizontes das ciências sociais no Brasil: ciência política, São Paulo: ANPOCS, p VIZENTINI, Paulo Fagundes A evolução da produção intelectual e dos estudos acadêmicos de relações internacionais no Brasil. In: SARAIVA, José Flávio Sombra e CERVO, Amado Luiz. O crescimento das Relações Internacionais no Brasil. Brasília: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (IBRI), p

17 Anexo 1. Quantidade de teses e dissertações cadastradas, por Instituição de Ensino Superior e Programa de Pós-Graduação IES/PPG N Instituto Rio Branco (IRBr) 745 Curso de Altos Estudos (CAE) 565 Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas (CAD) 180 Universidade de Brasília (UnB) 568 Relações Internacionais 290 Estudos Comparados sobre as Américas (Ceppac) 148 História 99 Ciência Política 22 Sociologia 3 Política e Gestão Ambiental 1 Ciência da Informação 1 Política Social 1 Antropologia 1 Direito 1 Linguística Aplicada 1 Universidade de São Paulo (USP) 278 Ciência Política 146 Sociologia 47 Geografia Humana 37 Direito Internacional 23 Integração da América Latina 15 Direito 4 Direitos Humanos 3 Semiótica e Linguística Geral 1 História Social 1 Economia Aplicada 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) 138 Relações Internacionais 136 Direito 2 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) 109 História 47 Direito 35 Geografia 7 Relações Internacionais 5 Economia 4 Saúde Coletiva 2 Educação 2 Saúde Pública 2 Políticas Públicas e Formação Humana 1 Psicologia Social 1 Sociologia 1 Ciências Contábeis 1 Linguística 1 Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 107 Ciência Política 34 Sociologia 24 17

18 Ciências Sociais 21 História 9 Antropologia Social 6 Antropologia 4 Filosofia 3 Ambiente e Sociedade 2 Política Cientifica e Tecnológica 1 Artes 1 Demografia 1 Economia Aplicada 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) 99 Relações Internacionais 55 Ciência Política 35 Sociologia 4 História 3 Antropologia Social 1 Direito 1 Programa San Tiago Dantas (UNESP, Unicamp e PUC-SP) 98 Relações Internacionais 98 Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) 85 Ciência Política 67 Sociologia 18 Universidade Federal Fluminense (UFF) 73 Ciência Política 35 Relações Internacionais 33 Estudos Estratégicos da Segurança e da Defesa 5 Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) 42 Direito 42 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 31 Ciência Política 14 Direito 10 Ciência da Informação 2 História 2 Economia 2 Geografia 1 Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) 31 Relações Internacionais 31 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) 25 História 16 Ciências Sociais 6 Direito 3 Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 17 Ciência Política 11 Economia 3 Direito 3 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 16 História 6 Economia da Indústria e da Tecnologia 5 Economia Política Internacional 2 Engenharia de Produção 1 18

19 Sociologia 1 Ciência Política 1 Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (CEBELA) 11 Relações Internacionais para a América do Sul 11 Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) 9 Ciências Sociais 4 Relações Internacionais 2 Direito 2 Economia Política 1 Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) 8 Ciência Política 5 Ciências Sociais 3 Universidade Federal da Paraíba (UFPB) 8 Ciências Jurídicas 6 Economia Rural 1 Desenvolvimento e Meio Ambiente 1 Universidade Católica de Brasília (UCB) 7 Direito 7 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) 4 Direito 3 Relações Internacionais 1 Universidade Católica de Santos (UNISANTOS) 3 Direito 3 Centro Universitário Euro-Americano (Unieuro) 3 Direitos Humanos, Cidadania e Violência 3 Universidade Federal do Paraná (UFPR) 2 Sociologia 2 Universidade Federal de Uberlândia 2 Economia 2 Universidade Cândido Mendes (UCAM) 2 Economia e gestão empresarial 1 Direito 1 Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) 2 Psicologia 1 História 1 Universidade Federal do Piauí (UFPI) 1 Ciência Política 1 Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP/UERJ) 1 Sociologia 1 Universidade da Amazônia (UNAMA) 1 Direito 1 Universidade Federal do Pará (UFPA) 1 Direito 1 Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 1 Integração Latino-Americana 1 Universidade Estadual Paulista (Unesp) 1 História 1 Universidade Estadual de Londrina 1 Ciências Sociais 1 Total geral

20 Anexo 2. Teses e dissertações por ano de defesa e titulação, Ano da Aprovado Aprovado Total Doutor Mestre defesa CAD CAE geral Total geral

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