Circuito Universitário Faculdade Sumaré 10 de março de Marcos Galileu Lorena Dutra Gerência de Análise de Negócios (GMN)

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3 As opiniões e conclusões externadas nesta apresentação são de inteira responsabilidade do palestrante, não refletindo, necessariamente, o entendimento da Comissão de Valores Mobiliários.

4 O mercado de capitais Origens necessidade de financiamento de empreendimentos; capital de risco ; comunhão de interesses de empreendedores e investidores; Sofisticação crescente com o passar dos anos.

5 A necessidade de interação Agentes Superavitários Agentes Deficitários Governo Famílias Empresas Governo Famílias Empresas

6 Intermediação Financeira Agentes Superavitários Agentes Deficitários

7 Intermediação Financeira Agentes Superavitários Agentes Deficitários

8 Mercado Financeiro Mercado Monetário Mercado de Crédito Mercado de Capitais Mercado de Câmbio

9 Algumas características particulares Mercado de Capitais Interação direta entre agentes deficitários e superavitários; Financiamento de investimentos de longo prazo; Ausência de intermediação bancária. Vasos comunicantes com demais mercados; Integração global.

10 Importância do Mercado de Capitais Captação de Recursos Desenvolvimento Econômico Investimentos Produtivos Geração de Emprego e Renda

11 Valores Mobiliários Inúmeras modalidades Instrumentos de captação de recursos Ações, debêntures,... Instrumentos utilizados para proteção Contratos derivativos: futuros, opções, swaps,... Instrumentos para investimento coletivo Cotas de fundos, contratos de investimento coletivo,... Importância do processo de inovação financeira

12 Ações Ação: a menor fração do capital social de uma empresa - Ordinárias / Preferenciais - Nominativas / Ao Portador $ Participação nos resultados Valorização das ações Participação em Assembleias Direito de Voto

13 FONTE: Apresentação mensal de fevereiro de 2015, Diretoria de Relações com Investidores, BM&FBOVESPA

14 Oferta Pública (IPO) Companhia Investidores

15 FONTE: Apresentação mensal de fevereiro de 2015, Diretoria de Relações com Investidores, BM&FBOVESPA

16 Mercado Secundário Bolsa Investidor Investidor

17 Negociação em Bolsa Corretora Corretora Compra PETR4 21,50 Venda PETR4 21,60

18 Custódia Central Depositária Agente de Agente de Custódia Custódia

19 FONTE: Apresentação mensal de fevereiro de 2015, Diretoria de Relações com Investidores, BM&FBOVESPA

20 Participação na negociação na Bovespa 1% 5% 15% 52% 27% Pessoas físicas Investidores institucionais Estrangeiros Instituições financeiras Empresas não financeiras FONTE: Apresentação mensal de fevereiro de 2015, Diretoria de Relações com Investidores, BM&FBOVESPA, com adaptações

21 Fundos de Investimento Cotistas Benefícios: Retorno Fundo - Acesso a outras modalidades de investimentos - Gestão profissional - Diluição dos Custos - Liquidez - Diversificação Aplicações

22 Principais Classes de Fundos Curto Prazo Referenciados Renda Fixa Ações Multimercado Títulos Públicos/Privados Prazo máximo 375 dias a decorrer Vinculados a um Índice de Referência Fundos DI Títulos Públicos/Privados Taxa juros ou Índice de Preços Mínimo de 67% em ações Variação preço das ações Carteira Diversificada

23 FONTE: Apresentação mensal de fevereiro de 2015, Diretoria de Relações com Investidores, BM&FBOVESPA

24 Cuidados ao investir Objetivo e Perfil Política de Investimento Riscos Custos Acompanhamento Assembleias e documentos

25 Cuidado! Promessa de lucros rápidos e/ou vultosos Fórmulas mágicas para ganhar na Bolsa Oferta feita por pessoas e/ou instituições não autorizadas pela CVM Informações e Ofertas via Internet Investimentos que você não entende como funcionam

26 A CVM Sistema Financeiro Nacional BACEN CVM SUSEP PREVIC

27 Principais Funções Normatização Autorização Registro CVM Informação Educação Fiscalização Punição

28 Objetivos da regulação no mercado de capitais Proteção aos investidores; Divulgação pública de informações sobre emissores e operações; Mecanismos eficientes de interação entre oferta e demanda de papéis Preços refletem informações sobre emissor; Relação risco x retorno; Redução de custos de agência; Mecanismos de acesso a capital; Inexistência de barreiras à inovação.

29 Evolução histórica Até década de 1960: Mercado de capitais pouco desenvolvido; Investimentos em ativos reais; Meados da década de 1960: Reestruturação do mercado financeiro Lei nº 4.595/64: reformulou todo o sistema nacional de intermediação financeira e criou o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central do Brasil; A Lei nº 4.728, de : primeira Lei de Mercado de Capitais reformulação da legislação sobre Bolsa de Valores; transformação dos corretores de fundos públicos em Sociedades Corretoras; criação dos Bancos de Investimento Fiscalização exercida pela Diretoria de Mercado de Capitais do Banco Central do Brasil;

30 Evolução histórica Incentivos fiscais para a aplicação no mercado acionário (e.g. Fundos 157, criados pelo Decreto Lei nº 157/67); rápido crescimento da demanda por ações ( boom ); Forte onda especulativa entre dezembro de 1970 e julho de 1971; Movimento de baixa após julho de 1971: Grandes prejuízos para pequenos investidores; Abalo reputacional. Quadro de estagnação e tentativa de recuperação do mercado acionário implicou a reforma de todo o sistema (1976): Nova lei das sociedades por ações; Nova lei do mercado de capitais.

31 A Comissão de Valores Mobiliários Criada em 1976 pela Lei 6.385/76; Autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda; Sede no Rio de Janeiro (RJ), com escritórios em Brasília (DF) e São Paulo (SP). Órgão máximo: Colegiado (Presidente e quatro Diretores). Dirigentes possuem mandato de 5 anos, vedada a recondução; São sabatinados pelo Senado Federal.

32

33 Publicações

34 CVM Educacional nas Redes Sociais curta assista siga

35 Fale com a CVM Reclamações e Denúncias

36 Circuito Universitário Faculdade Sumaré 10 de março de 2015 Marcos Galileu Lorena Dutra Gerência de Análise de Negócios (GMN)

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