LOE 2011 Fevereiro CIVA: Artigo 18.º e 49.º e DL 347/85: Artigo 1.º Taxas IVA Liquidado nas operações tributadas 23% 16%

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LOE 2011 Fevereiro 2011. CIVA: Artigo 18.º e 49.º e DL 347/85: Artigo 1.º Taxas IVA Liquidado nas operações tributadas 23% 16%"

Transcrição

1 Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro 1 CIVA: Artigo 18.º e 49.º e DL 347/85: Artigo 1.º Taxas IVA Liquidado nas operações tributadas CT RA Taxa reduzida 6% 4% LISTA I Taxa intermédia 13% 9% LISTA I 13% 9% LISTA II Taxa normal 23% 16% Lei nº. 12-A/2010, de 30 de Junho Aumento dataxa normal em 2 pontos percentuais no Continente e em 1 ponto percentual nas Regiões Autónomas a partir de Janeiro 2 Emanuel Vidal Lima 1

2 CIVA: Artigo 18.º Taxas Ofício-circulado n.º de LOE 2011: Artigo 107.º No caso das transmissões de bens e prestações de serviços de carácter continuado resultantes de contratos que dêem lugar a pagamentos sucessivos, as alterações introduzidas na presente lei nos artigos 18.º e 49.º do Código do IVA e no Decreto-Lei n.º 347/85, de 23 de Agosto, [ ], apenas se aplicam às operações realizadas a partir de 1 de Janeiro de 2011, derrogando-se, para este efeito, o disposto no n.º 9 do artigo 18.º do Código do IVA. 4 Emanuel Vidal Lima 2

3 CIVA: Lista I Verba Utensílios e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados ao combate e detecção de incêndios (Revogada.) Com a revogação desta verba passam a ser tributados à taxa normalos utensílios e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados ao combate e detecção de incêndios 5 CIVA: listas Alterações de Taxas Ofício-circulado n.º de Emanuel Vidal Lima 3

4 Lei n.º 16/2001, de 22/6 [Lei da Liberdade Religiosa]: Artigo 65.º Isenção do imposto sobre o valor acrescentado Em relação às IPSSdeixou de ter aplicação o mecanismo de restituição do IVA previsto no DL 20/90, de 13/1 No que respeita às igrejasdeixou de ser possível beneficiar em simultâneo do mecanismo de restituição do IVA previsto no DL 20/90, de 13/1, e da atribuição da quota do IRS doada pelos particulares prevista no n.º4 do artigo 32.ºda Lei n.º16/2001, de 22/6 O n.º4 do artigo 32.ºda Lei da Liberdade Religiosa refere o seguinte: Uma quota equivalente a 0,5% do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, liquidado com base nas declarações anuais, pode ser destinada pelo contribuinte, para fins religiosos ou de beneficência, a uma igreja ou comunidade religiosa radicada no País, que indicarána declaração de rendimento, desde que essa igreja ou comunidade religiosa tenha requerido o benefício fiscal 7 DL n.º 20/90, de 13/1: Artigo 2.º [Revogado] Norma revogada Artigo 2.º 1 O Serviço de Administração do IVA procederá à restituição de um montante equivalente ao IVA suportado pelas instituições particulares de solidariedade social, bem como pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, relativamente às seguintes operações: a) Aquisições de bens ou serviços relacionados com a construção, manutenção e conservação de imóveis utilizados total ou principalmente na prossecução dos respectivos fins estatutários, desde que constantes de facturas de valor não inferior a $, com exclusão do IVA; b) Aquisições de bens ou serviços relativos a elementos do activo imobilizado corpóreo sujeitos a deperecimento utilizados única e exclusivamente na prossecução dos respectivos fins estatutários, com excepção de veículos e respectivas reparações, desde que constantes de facturas de valor unitário não inferior a $, com exclusão do IVA, e cujo valor global, durante o exercício, não seja superior a $, com exclusão do IVA; c) Aquisições de veículos automóveis novos, ligeiros de passageiros ou de mercadorias, para utilização única e exclusivamente na prossecução dos respectivos fins estatutários, desde que registados em seu nome, não podendo o reembolso exceder $; [ ] 8 Emanuel Vidal Lima 4

5 DL n.º 20/90, de 13/1: Artigo 2.º [Revogado] Norma revogada [ ] d) Aquisições de veículos automóveis pesados novos utilizados única e exclusivamente na prossecução dos respectivos fins estatutários, desde que registados em seu nome, não podendo o reembolso exceder $; e) Reparações de veículos utilizados única e exclusivamente na prossecução dos respectivos fins estatutário, desde que registados em seu nome e constantes de facturas de valor global não superior, durante o exercício, a $, com exclusão do IVA. As Instituições Particulares de Solidariedade Social e a Santa Casa de Misericórdia de Lisboadeixam de beneficiar do regime de restituição do IVA previsto no DL n.º20/90, de 13/1 9 OE 2011: Artigo 130.º, n.º 2 [Norma transitória] OE 2011: Artigo 130.º 2 O direito à restituição de um montante equivalente ao IVA suportado pelas instituições particulares de solidariedade social e pela Santa Casa de Misericórdia de Lisboa relativo às operações previstas nas alíneas a) e b) do n.º 1 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 20/90, de 13 de Janeiro, mantém-se em vigor no que respeita às operações que se encontrem em curso em 31 de Dezembro de 2010, bem como às que no âmbito de programas, medidas, projectos e acções objecto de co-financiamento público com suporte no Quadro de Referência Estratégico Nacional, no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central ou nas receitas provenientes dos jogos sociais, estejam naquela data a decorrer, já contratualizadas ou com decisão de aprovação da candidatura. 10 Emanuel Vidal Lima 5

6 DL n.º 20/90, de 13/1: Artigo 3.º, n.º 4 Artigo 3.º 4 O pedido de restituição relativo às aquisições e reparações referidas nas alíneas b) e e) do n.º 1 do artigo 2.º deverá ser apresentado durante os meses de Janeiro e Fevereiro, englobando unicamente aquelas operações realizadas durante o ano anterior A Direcção de Serviços de Reembolsos pode solicitar quaisquer outras informações para apreciação do pedido de reembolso, incluindo a apresentação dos originais dos documentos constantes da relação que acompanha o pedido a que se refere o n.º 1, bem como a prova relativa à limitação constante do n.º 2 do artigo 2.º Artigo 3.º 4 O pedido de restituição relativo às aquisições referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo 2.º deve ser apresentado durante os meses de Janeiro e Fevereiro, englobando unicamente aquelas operações realizadas durante o ano anterior A Direcção de Serviços de Reembolsos pode solicitar quaisquer outras informações para apreciação do pedido de reembolso, incluindo a apresentação dos originais dos documentos constantes da relação que acompanha o pedido a que se refere o n.º 1. Esta alteração ao n.º7 resulta do facto de ter sido revogado o artigo 2.ºdo DL n.º 20/90 11 Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro 12 Emanuel Vidal Lima 6

7 CIRC: Revisão das Regras de Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros e Reinvestimento de Mais-valias [Do Relatório OE 2011] Alteradas as regras do Código do IRC aplicáveis à distribuição de lucros, eliminando o requisito subjacente à concessão de isenções, relacionado com o valor de aquisição da participação de 20 milhões de euros e mantendo em vigor apenas o critério de participação mínima de 10% no capital, a par, naturalmente, da exigência de detenção pelo período de um ano. Com isto, deixa de beneficiar de desagravamento fiscal a distribuição de lucros nos casos em que a participação em causa fique abaixo do limiar dos 10%, quer estejam em causa lucros distribuídos a residentes, quer a não residentes de outro Estado Membro ou em Estado do Espaço Económico Europeu 13 CIRC: Revisão das Regras de Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros e Reinvestimento de Mais-valias [Do Relatório OE 2011] Além disto, elimina-se a regra do artigo 51.º do Código do IRC que permitia a eliminação da dupla tributação em 50%, mesmo quando os critérios relativos à participação se mostrem por cumprir, bem como a regra, de extrema generosidade, que permitia a dedução em 50%, ou mesmo em 100% para as SGPS, nos casos em que não tenha havido sequer tributação efectiva na esfera da sociedade que distribui os lucros Em correspondência com estas alterações, a isenção em sede de IRC dos lucros distribuídos a SGPS, até agora incondicional nos termos do artigo 32.ºdo Estatuto dos Benefícios Fiscais, passa a estar subordinada também ao critério da participação mínima de 10% 14 Emanuel Vidal Lima 7

8 CIRC: Revisão das Regras de Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros e Reinvestimento de Mais-valias [Do Relatório OE 2011] Em sede de IRC o OE 2011 introduz ainda medidas que visam enquadrar algumas práticas de planeamento fiscal que se consideram injustificáveis Assim, como medida de limitação do planeamento fiscal na distribuição de lucros, estabelece-se que deixam de concorrer para a formação do lucro tributável as menos-valias e outras perdas relativas a partes de capital, na parte do valor que corresponda aos lucros distribuídos que tenham beneficiado da dedução prevista no artigo 51.º do CIRC nos 4 anos anteriores. Com esta medida visa-se obviar à prática que consiste em fazer anteceder a alienação de participações sociais por uma distribuição de lucros, obtendo ao mesmo tempo a eliminação da dupla tributação económica prevista no artigo 51.º do CIRC e o apuramento de uma menosvalia 15 CIRC: Revisão das Regras de Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros e Reinvestimento de Mais-valias [Do Relatório OE 2011] Ainda neste âmbito, é efectuada uma alteração ao regime especial de tributação de grupos de sociedades, eliminando a norma legal que permitia corrigir o lucro tributável do grupo da parte dos lucros distribuídos entre as sociedades do grupo, independentemente de se encontrarem preenchidas as condições previstas no artigo 51.º do CIRC. Agora, essa distribuição intra-grupo fica sujeita às regras gerais de eliminação da dupla tributação económica, nomeadamente à verificação da condição de participação mínima de 10% 16 Emanuel Vidal Lima 8

9 CIRC: Artigo 14.º, n.º 3 Lucros distribuídos a entidades residentes noutro EM da UE 3 Estão isentos os lucros que uma entidade residente em território português, nas condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho, coloque à disposição de entidade residente noutro Estado membro da União Europeia que esteja nas mesmas condições e que detenha directamente uma participação no capital da primeira não inferior a 10% ou com um valor de aquisição não inferior a e desde que esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante um ano. 3 Estão isentos os lucros que uma entidade residente em território português, nas condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho de 1990, coloque à disposição de entidade residente noutro Estado membro da União Europeia que esteja nas mesmas condições e que detenha directamente uma participação no capital da primeira não inferior a 10% e desde que esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante um ano. Este regime de isenção deixa de ser aplicável às participações sociais inferiores a 10% ainda que tenham sido adquiridas por valor igual ou superior a CIRC: Artigo 14.º, n.º 6 Lucros distribuídos a um estabelecimento estável [situado noutro EM da UE ou do EEE] de uma entidade residente noutro EM da UE 6 O disposto nos nºs 3 e 4 é igualmente aplicável relativamente aos lucros que uma entidade residente em território português, nas condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho, coloque à disposição de um estabelecimento estável situado noutro Estado membro da União Europeia ou do espaço económico europeu, de uma entidade residente num Estado membro da União Europeia que esteja nas mesmas condições e que detenha, total ou parcialmente, por intermédio do estabelecimento estável, uma participação directa não inferior a 10% ou com um valor de aquisição não inferior a , desde que esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante um ano. 6 A isenção referida no n.º 3 e o disposto n.º 4 são igualmente aplicáveis relativamente aos lucros que uma entidade residente em território português, nas condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho de 1990, coloque à disposição de um estabelecimento estável, situado noutro Estado membro da União Europeia ou do espaço económico europeu, de uma entidade residente num Estado membro da União Europeia que esteja nas mesmas condições e que detenha, total ou parcialmente, por intermédio do estabelecimento estável uma participação directa não inferior a 10 % e desde que esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante um ano. Este regime de isenção deixa de ser aplicável às participações sociais inferiores a 10% ainda que tenham sido adquiridas por valor igual ou superior a Emanuel Vidal Lima 9

10 CIRC: Artigo 48.º, n.º 4, b) Reinvestimento dos valores de realização Artigo 48.º 4.. [ ] b) As participações de capital alienadas devem ter sido detidas por período não inferior a um ano e corresponder a, pelo menos, 10% do capital social da sociedade participada ou ter um valor de aquisição não inferior a , devendo as partes de capital adquiridas ser detidas por igual período; Artigo 48.º 4.. [ ] b) As participações de capital alienadas devem ter sido detidas por período não inferior a um ano e corresponder a, pelo menos, 10% do capital social da sociedade participada, devendo as partes de capital adquiridas ser detidas por igual período; O regime de reinvestimento dos valores de realização de partes de capital deixa de ser aplicávelàs mais-valias apuradas na alienação de partes sociais inferiores a 10% ainda que o seu valor de aquisição tenha sido igual ou superior a CIRC: Artigo 51.º, n.º 1, c) Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos Artigo 51.º 1 [ ] c) A entidade beneficiária detenha directamente uma participação no capital da sociedade que distribui os lucros não inferior a 10% ou com um custo de aquisição não inferior a e esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante o ano anterior à data da colocação à disposição dos lucros ou, se detida há menos tempo, desde que a participação seja mantida durante o tempo necessário para completar aquele período. Artigo 51.º 1.. [ ] c) A entidade beneficiária detenha directamente uma participação no capital da sociedade que distribui os lucros não inferior a 10% e esta tenha permanecido na sua titularidade, de modo ininterrupto, durante o ano anterior à data da colocação à disposição dos lucros ou, se detida há menos tempo, desde que a participação seja mantida durante o tempo necessário para completar aquele período. Para efeitos de apuramento do lucro tributável, deixa de poder ser deduzido o valor dos lucros recebidos correspondentes a participações sociais inferiores a 10% ainda que essas partes de capital tenham sido adquiridas por valor igual ou superior a Emanuel Vidal Lima 10

11 CIRC: Artigo 51.º, n.º 8 [Revogado] Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos 8 A dedução a que se refere o n.º 1 é apenas de 50% dos rendimentos incluídos no lucro tributável correspondentes a: a) Lucros distribuídos, quando não esteja preenchido qualquer dos requisitos previstos nas alíneas b) e c) do mesmo número e, bem assim, relativamente aos rendimentos que o associado aufira da associação à quota, desde que se verifique, em qualquer dos casos, a condição da alínea a) do n.º 1; b) Lucros distribuídos por entidade residente noutro Estado membro da União Europeia quando a entidade cumpre as condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, de 23 de Julho, e não esteja verificado qualquer dos requisitos previstos na alínea c) do n.º 1 8 (Revogado.) Érevogadoo regime de eliminação em 50% da DTELD que se aplicava nas situações em que não se verificavam as condições exigidas para a eliminação total 21 CIRC: Artigo 51.º, n.º 9 Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos 9 Se a detenção da participação mínima referida no n.º 1 deixar de se verificar antes de completado o período de um ano aí mencionado, deve corrigir-se a dedução em conformidade com o disposto no número anterior, sem prejuízo da consideração do crédito de imposto por dupla tributação internacional a que houver lugar, de acordo com o disposto no artigo 91.º, respectivamente. 9 Se a detenção da participação mínima referida no n.º 1 deixar de se verificar antes de completado o período de um ano, deve corrigir-se a dedução que tenha sido efectuada, sem prejuízo da consideração do crédito de imposto por dupla tributação internacional a que houver lugar, nos termos do disposto no artigo 91.º. Érevogadoo regime de eliminação em 50% da DTELD que se aplicava nas situações em que não se verificavam as condições exigidas para a eliminação total 22 Emanuel Vidal Lima 11

12 CIRC: Artigo 51.º, n.º 10 Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos 10 A dedução a que se refere o n.º 1 é reduzida a 50% quando os rendimentos provenham de lucros que não tenham sido sujeitos a tributação efectiva, excepto quando a beneficiária seja uma sociedade gestora de participações sociais. 10 A dedução a que se refere o n.º 1 só é aplicável quando os rendimentos provenham de lucros que tenham sido sujeitos a tributação efectiva. Para que se possa aplicar o regime da eliminação da DTELD énecessário que os lucros distribuídos tenham sido anteriormente sujeitos a tributação efectiva na esfera da entidade pagadora dos mesmos Esta condição passou também a ser exigida às SGPS 23 CIRC: Artigo 51.º, n.º 11 Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos 11 O disposto nos nºs 1, 2 e 8 é igualmente aplicável quando uma entidade residente em território português detenha uma participação, nos termos e condições aí referidos, em entidade residente noutro Estado membro do espaço económico europeu que esteja vinculado a cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia, desde que ambas essas entidades preencham condições equiparáveis, com as necessárias adaptações, às estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho. 11 O disposto nos nºs 1 e 2 é igualmente aplicável quando uma entidade residente em território português detenha uma participação, nos mesmos termos e condições, em entidade residente noutro Estado membro do espaço económico europeu que esteja vinculado a cooperação administrativa no domínio da fiscalidade equivalente à estabelecida no âmbito da União Europeia, desde que ambas as entidades reúnam condições equiparáveis, com as necessárias adaptações, às estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho de 1990 Adaptação da redacção às alterações efectuadas nos números anteriores 24 Emanuel Vidal Lima 12

13 CIRC: Artigo 51.º, n.º 12 Eliminação da dupla tributação económica de lucros distribuídos 12 Para efeitos do disposto no n.º 5, na alínea b) do n.º 8 e no n.º 11, o sujeito passivo deve provar que a entidade participada e, no caso do n.º 6, também a entidade beneficiária cumprem as condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho, ou, no caso de entidades do espaço económico europeu, condições equiparáveis, mediante declaração confirmada e autenticada pelas autoridades fiscais competentes do Estado membro da União Europeia ou do espaço económico europeu de que é residente. 12 Para efeitos do disposto nos nºs 5 e 11, o sujeito passivo deve provar que a entidade participada e, no caso do n.º 6, também a entidade beneficiária cumprem as condições estabelecidas no artigo 2.º da Directiva n.º 90/435/CEE, do Conselho, de 23 de Julho de 1990, ou, no caso de entidades do espaço económico europeu, condições equiparáveis, mediante declaração confirmada e autenticada pelas autoridades fiscais competentes do Estado membro da União Europeia ou do espaço económico europeu de que é residente. Adaptação da redacção às alterações efectuadas nos números anteriores 25 EBF: Artigo 32.º, n.º 1 [Revogado pelo artigo 121.º da LOE 2011] SGPS, SCR e ICR 1 Às SGPS, às SCR e aos ICR é aplicável o disposto nos nºs 1 e 5 do artigo 46 [actual 51.º] do Código do IRC, sem dependência dos requisitos aí exigidos quanto à percentagem ou ao valor da participação. 1 (Revogado.) A revogação desta norma implica que passa a exigir-se também às SGPS, às SCR e aos ICR uma participação de pelo menos 10% no capital social da sociedade que lhes distribui os lucros, para que lhes possa ser aplicável o mecanismo previsto no artigo 51.º do CIRC de eliminação da dupla tributação dos lucros distribuídos 26 Emanuel Vidal Lima 13

14 CIRC: Artigo 45.º, n.º 4 [Disposição nova] Encargos não dedutíveis para efeitos fiscais 4 Sem prejuízo do disposto no número anterior, não concorrem para a formação do lucro tributável as menos-valias e outras perdas relativas a partes de capital, na parte do valor que corresponda aos lucros distribuídos que tenham beneficiado da dedução prevista no artigo 51.º nos últimos quatro anos. EXEMPLO No período de tributação de 2011 o sujeito passivo alienou uma quota [representativa de 20% do capital da Sociedade ABC, LDA. ] em que apurou uma menos-valiafiscal de Em resultado desta participação o sujeito passivo recebeu os seguintes valores relativos a lucros [não tributados por força do disposto no artigo 51.º do CIRC]: Em 2010: Em 2009: Em 2008: Em 2007: Em 2006: Em 2011 a menos-valiade apenas concorre para o LT em 50% x ( ) 27 CIRC: Artigo 70.º, n.º 2 [Revogado] Determinação do lucro tributável do grupo 2 O montante obtido nos termos do número anterior é corrigido da parte dos lucros distribuídos entre as sociedades do grupo que se encontre incluída nas bases tributáveis individuais. 2 (Revogado.) O n.º1 deste artigo determina que o lucro tributável do grupo [enquadrado na aplicação do regime especial] écalculado pela sociedade dominante, através da soma algébrica dos lucros tributáveis e dos prejuízos fiscais apurados nas declarações periódicas individuais de cada uma das sociedades pertencentes ao grupo. Agora, com a revogação do n.º2, na determinação do lucro tributável do grupo, deixam de ser considerados os lucros distribuídos entre as sociedades do grupo que se encontrem incluídos nas bases tributáveis individuais 28 Emanuel Vidal Lima 14

15 CIRC: Condicionamento da Dedução de Prejuízos Fiscais [Do Relatório OE 2011] A LOE para 2011 faz depender a dedução de prejuízos fiscais da certificação legal das contas por Revisor Oficial de Contas, com o propósito de reforçar o combate à fraude e evasão fiscal, nomeadamente através da manipulação dos registos contabilísticos das empresas Trata-se de uma solução que visa pôr termo a eventuais aproveitamentos abusivos de prejuízos fiscais, reforçando o escrutínio sobre as empresas e a responsabilização na elaboração das suas contas A medida não é de aplicação universal e a sua concretização remete para Portaria do MF, garantindo-lhe aplicação eficaz mas ponderada, combinando a preocupação do combate à fraude com a de evitar custos de contexto para as empresas 29 CIRC: Artigo 52.º, n.º 10 Dedução de prejuízos fiscais 10 No caso de a modificação do objecto social ou a alteração substancial da natureza da actividade anteriormente exercida ser consequência da realização de uma operação de fusão, cisão ou entrada de activos à qual se aplique o regime previsto no artigo 74.º, o requerimento referido no número anterior pode ser apresentado até ao fim do mês seguinte ao do pedido de registo da operação na conservatória do registo comercial. 10 Quando as alterações previstas no n.º 8 sejam consequência da realização de uma operação de fusão, cisão ou entrada de activos à qual se aplique o regime previsto no artigo 74.º, o requerimento referido no número anterior pode ser apresentado até ao fim do mês seguinte ao do pedido de registo da operação na conservatória do registo comercial. Alteração meramente formal 30 Emanuel Vidal Lima 15

16 CIRC: Artigo 52.º, nºs 11 e 12 [Aditados] Dedução de prejuízos fiscais Normas novas Artigo 52.º 11 No caso de sociedades comerciais que deduzam prejuízos fiscais em dois períodos de tributação consecutivos, a dedução a que se refere o n.º 1 depende, no terceiro ano, da certificação legal das contas por revisor oficial de contas nos termos e condições a definir em portaria do Ministro das Finanças Sempre que estejam em causa prejuízos fiscais relativos ao período imediatamente anterior ao da ocorrência de alguma das alterações previstas no n.º 8 e esta ocorra antes do termo do prazo de entrega da respectiva declaração de rendimentos, o requerimento referido no n.º 9 pode ser apresentado no prazo de 15 dias contados do termo do prazo de entrega dessa declaração ou da data da respectiva entrega, se anterior. Nas situações indicadas, os prejuízos fiscais reportados têm que ser certificados por ROC 31 CIRC: Artigo 53.º, n.º 2 Determinação do Rendimento Global - Dedução de prejuízos fiscais 2 Os prejuízos fiscais apurados relativamente ao exercício de actividades comerciais, industriais ou agrícolas e as menos-valias só podem ser deduzidos, para efeitos de determinação do rendimento global, aos rendimentos das respectivas categorias num ou mais dos seis períodos de tributação posteriores. 2 Os prejuízos fiscais apurados relativamente ao exercício de actividades comerciais, industriais ou agrícolas e as menos-valias só podem ser deduzidos, para efeitos de determinação do rendimento global, aos rendimentos das respectivas categorias num ou mais dos quatro períodos de tributação posteriores. Éreduzido de seis para quatro o período de reporte dos prejuízos fiscais e das menos-valiasapurados pelas entidades que não exercem a título principal actividades de natureza empresarial 32 Emanuel Vidal Lima 16

17 CIRC: Revisão das Taxas de Tributação Autónoma s/ Fringe Benefits [Do Relatório OE 2011] A LOE para 2011 procede a uma revisão das taxas de tributação autónoma de IRC aplicável a benefícios acessórios relacionados com as práticas remuneratórias das empresas, introduzindo duas regras essenciais de moralização do sistema Em primeiro lugar, os encargos suportados com os automóveis da empresa, continuando a estar genericamente sujeitos a uma taxa autónoma de 10%, passam a ficar sujeitos a uma taxa agravada de 20%sempre que apresentem um valor de aquisição mais elevado, determinado por referência aos limites estabelecidos no CIRC para efeitos de depreciação de viaturas Sem prejudicar a aquisição de viaturas utilitárias para o uso corrente da sua actividade, pretende-se, com esta medida, incentivar a racionalização da política remuneratória das empresas, desmotivando a atribuição de viaturas como mero benefício acessório 33 CIRC: Revisão das Taxas de Tributação Autónoma s/ Fringe Benefits [Do Relatório OE 2011] Em segundo lugar, alarga-se uma regra que em termos mais estreitos já figurava no artigo 88.º do CIRC e determina-se, com carácter de generalidade, que as taxas de tributação autónoma sofram uma elevação de 10 pontos percentuais sempre que os sujeitos passivos apresentem prejuízos fiscais Pretende-se com esta medida dar um sinal claro de moralização na gestão das empresas no tocante a gastos como ajudas de custo ou despesas de representação 34 Emanuel Vidal Lima 17

18 CIRC: Artigo 88.º, n.º 3 Taxas de tributação autónoma Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos e motociclos 3 São tributados autonomamente, excluindo os veículos movidos exclusivamente a energia eléctrica: a) À taxa de 10%, os encargos dedutíveis relativos a despesas de representação e os relacionados com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos ou motociclos, efectuados ou suportados por sujeitos passivos não isentos subjectivamente e que exerçam a título principal, actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola; b) À taxa de 5%, os encargos dedutíveis, suportados pelos sujeitos passivos mencionados no número anterior, respeitantes a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujos níveis homologados de emissão de CO2 sejam inferiores a 120 g/km, no caso de serem movidos a gasolina, e inferiores a 90 g/km, no caso de serem movidos a gasóleo, desde que, em ambos os casos, tenha sido emitido certificado de conformidade. 3 São tributados autonomamente à taxa de 10 % os encargos efectuados ou suportados por sujeitos passivos não isentos subjectivamente e que exerçam, a título principal, actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, relacionados com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo custo de aquisição seja igual ou inferior ao montante fixado nos termos da alínea e) do n.º 1 do artigo 34.º, motos ou motociclos, excluindo os veículos movidos exclusivamente a energia eléctrica. Viaturas com custo de aquisição inferior aos constantes da Portaria n.º 467/2010, de 7 de Julho Em 2011: ,00 Após 2012: ,00 TRIBUTAÇÃO AUTÓNOMA À TAXA DE 10% Em relação aos veículos com menor impacto ambiental a taxa de tributação autónoma aumenta de 5% para 10% 35 CIRC: Artigo 88.º, n.º 4 Taxas de tributação autónoma Viaturas ligeiras de passageiros ou mistas 4 São tributados autonomamente, à taxa de 20%, os encargos dedutíveis, suportados pelos sujeitos passivos mencionados no número anterior, respeitantes a viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo custo de aquisição seja superior ao montante fixado nos termos da alínea e) do n.º 1 do artigo 34.º, quando os sujeitos passivos apresentem prejuízos fiscais nos dois períodos de tributação anteriores àquele a que os referidos encargos digam respeito. 4 São tributados autonomamente à taxa de 20 % os encargos efectuados ou suportados pelos sujeitos passivos mencionados no número anterior, relacionados com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo custo de aquisição seja superior ao montante fixado nos termos da alínea e) do n.º 1 do artigo 34.º. Viaturas com custo de aquisição superior aos constantes da Portaria n.º 467/2010, de 7 de Julho Em 2011: ,00 Após 2012: ,00 Independentemente de terem sido apresentados prejuízos nos dois períodos de tributação anteriores TRIBUTAÇÃO AUTÓNOMA À TAXA DE 20% 36 Emanuel Vidal Lima 18

19 CIRC: Artigo 88.º, n.º 7 Taxas de tributação autónoma Despesas de representação 7 Consideram-se despesas de representação, nomeadamente, as suportadas com recepções, refeições, viagens, passeios e espectáculos oferecidos no País ou no estrangeiro a clientes ou a fornecedores ou ainda a quaisquer pessoas ou entidades. 7 São tributados autonomamente à taxa de 10 % os encargos os encargos dedutíveis relativos a despesas de representação, considerando-se como tal, nomeadamente, as despesas suportadas com recepções, refeições, viagens, passeios e espectáculos oferecidos no País ou no estrangeiro a clientes ou fornecedores ou ainda a quaisquer outras pessoas ou entidades. Alteração meramente formal. A tributação autónoma das despesas de representação passou a constar apenas do n.º7 do artigo 88.º. Anteriormente referiam-se a estas despesas os nºs 3 e 7 do artigo 88.º 37 CIRC: Artigo 88.º, n.º 14 [Aditado] Taxas de tributação autónoma Elevação em 10 pontos percentuais quando os sujeitos passivos apresentem prejuízo Norma nova Artigo 88.º 14 As taxas de tributação autónoma previstas no presente artigo são elevadas em 10 pontos percentuais quanto aos sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no período de tributação a que respeitem quaisquer dos factos tributários referidos nos números anteriores. Todas as taxas de tributação autónoma são elevadas em 10 pontos percentuaisem relação aos sujeitos passivos que apresentem prejuízo fiscal no período de tributação a que respeitem os factos tributários 38 Emanuel Vidal Lima 19

20 CIRC: Artigo 94.º, n.º 3, c) [Aditada] Retenção na fonte a título definitivo Rendimentos de capitais por conta de terceiros não identificados Redacção nova Artigo 94.º 3 c) Quando se trate de rendimentos de capitais que sejam pagos ou colocados à disposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados, excepto quando seja identificado o beneficiário efectivo, termos em que se aplicam as regras gerais. Os rendimentos de capitais pagos ou colocados àdisposição em contas abertas em nome de um ou mais titulares mas por conta de terceiros não identificados ficam sujeitos a retenção na fonte a título definitivo 39 CIRC: Limitação global dos Benefícios Fiscais [Do Relatório OE 2011] É elevada para 90% a percentagem de referência abaixo da qual são desconsiderados certos benefícios fiscais, apontando para uma taxa de tributação efectiva de 22,5% É alterada a estrutura da norma legal [CIRC: artigo 92.º] na medida em que aplica a limitação genericamente a qualquer benefício fiscal, mencionando expressamente as excepções. Na redacção anterior eram enunciados positivamente os benefícios aos quais se aplicava a limitação O artigo 92.ºdo CIRC fora jáobjecto de revisão na LOE para 2010, em que se elevou a percentagem de referência de 60% para 75%, definindo uma taxa de tributação efectiva de 18,75% 40 Emanuel Vidal Lima 20

21 CIRC: Artigo 92.º, nºs 1 e 2 Resultado da liquidação 1 Para as entidades que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, bem como as não residentes com estabelecimento estável em território português, o imposto liquidado nos termos do n.º 1 do artigo 90.º, líquido das deduções previstas nas alíneas a) e b) do n.º 2 do mesmo artigo, não pode ser inferior a 75% do montante que seria apurado se o sujeito passivo não usufruísse de benefícios fiscais e dos regimes previstos no n.º 13 do artigo 43.º e no artigo 75.º 1 Para as entidades que exerçam, a título principal, uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola, bem como as não residentes com estabelecimento estável em território português, o imposto liquidado nos termos do n.º 1 do artigo 90.º, líquido das deduções previstas nas alíneas a) e b) do n.º 2 do mesmo artigo, não pode ser inferior a 90% do montante que seria apurado se o sujeito passivo não usufruísse de benefícios fiscais e dos regimes previstos no n.º 13 do artigo 43.º e no artigo 75.º Limite à utilização de benefícios fiscais O imposto liquidado não pode ser inferior a 90% do montante que seria apurado se o sujeito passivo não usufruísse de certos benefícios fiscais O limite anterior era de 75% Isto é, agora, os BF só podem absorver /eliminar 10% da colecta 41 CIRC: Artigo 92.º, nºs 1 e 2 Resultado da liquidação 2 Para efeitos do disposto no número anterior, consideram-se benefícios fiscais os previstos: a) Nos artigos 19.º e 67.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais; b) Na Lei n.º 26/2004, de 8 de Julho, e nos artigos 62.º a 65.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais; c) Em benefícios na modalidade de dedução à colecta, com excepção dos previstos na Lei n.º 40/2005, de 3 de Agosto, e dos que têm natureza contratual; d) Em acréscimos de depreciações e amortizações resultantes de reavaliação efectuada ao abrigo de legislação de carácter fiscal. 2 Excluem-se do disposto no número anterior os seguintes benefícios fiscais: a) Os que revistam carácter contratual; b) O sistema de incentivos fiscais em investigação e desenvolvimento empresarial II (SIFIDE II); c) Os benefícios fiscais às zonas francas previstos nos artigos 33.º e seguintes do Estatuto dos Benefícios Fiscais e os que operam por redução de taxa; d) Os previstos nos artigos 19.º, 32.º e 42.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais. 42 Emanuel Vidal Lima 21

22 CIRC: Artigo 92.º, nºs 1 e 2 Resultado da liquidação Benefícios que não entram para o referido limite Os que revistam carácter contratual O regime SIFIDE II Os aplicáveis às zonas francas[ebf: artigo 33.º e seguintes] Os que operem por redução de taxa[ex: interioridade] Criação de emprego[ebf: artigo 19.º] Regime aplicável às SGPS, SCR e ICR [EBF: artigo 32.º] Regime de eliminação de DTE dos LD por sociedades residentes nos PALOP e na RD Timor-Leste[EBF: artigo 42.º] 43 CIRC: Artigo 36.º, n.º 1, b) Perdas por imparidade em créditos Artigo 36.º 1.. [ ] b) Os créditos tenham sido reclamados judicialmente; Artigo 36.º 1.. [ ] b) Os créditos tenham sido reclamados judicialmente ou em tribunal arbitral; Considera-se que o risco de incobrabilidadeestádevidamente justificado quando se trate de créditos reclamados em tribunalarbitralpelo que estes passam também a considerar-se créditos de cobrança duvidosa para efeitos da determinação das perdas por imparidade fiscalmente dedutíveis 44 Emanuel Vidal Lima 22

23 CIRC: Artigo 41.º, n.º 1, a) e b) Créditos incobráveis 1 Os créditos incobráveis podem ser directamente considerados gastos ou perdas do período de tributação na medida em que tal resulte de processo de insolvência e de recuperação de empresas, de processo de execução ou de procedimento extrajudicial de conciliação para viabilização de empresas em situação de insolvência ou em situação económica difícil mediado pelo IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, quando relativamente aos mesmos não tenha sido admitida perda por imparidade ou, sendo-o, esta se mostre insuficiente. 1 Os créditos incobráveis podem ser directamente considerados gastos ou perdas do período de tributação desde que: a) Tal resulte de processo de insolvência e de recuperação de empresas, de processo de execução, de procedimento extrajudicial de conciliação para viabilização de empresas em situação de insolvência ou em situação económica difícil mediado pelo IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento, de decisão de tribunal arbitral no âmbito de litígios emergentes da prestação de serviços públicos essenciais ou de créditos que se encontrem prescritos de acordo com o respectivo regime jurídico da prestação de serviços públicos essenciais e, neste caso, o seu valor não ultrapasse o montante de 750; e b) Não tenha sido admitida perda por imparidade ou, sendo-o, esta se mostre insuficiente. Passaram também a poder ser considerados directamente como gastos ou perdas doperíodo de tributação, os seguintes créditos: Os créditos considerados incobráveis em resultado de decisão de tribunal arbitral no âmbito de litígios emergentes da prestação de serviços públicos essenciais Os créditos que se encontrem prescritos de acordo com o respectivo regime jurídico da prestação de serviços públicos essenciais cujo valor não ultrapasse o montante de 750,00 45 CIRC: Artigo 41.º, n.º 2 [Aditado] Créditos incobráveis Disposição nova Artigo 41.º 2 Sem prejuízo da manutenção da obrigação para efeitos civis, a dedutibilidade dos créditos considerados incobráveis nos termos do número anterior ou ao abrigo do disposto no artigo 36.º fica ainda dependente da existência de prova da comunicação ao devedor do reconhecimento do gasto para efeitos fiscais, o qual deve reconhecer aquele montante como proveito para efeitos de apuramento do lucro tributável. A dedutibilidade dos créditos considerados incobráveis ao abrigo dos artigos 41.ºe 36.ºfica dependente da existência de prova de comunicação ao devedor do reconhecimento do gasto para efeitos fiscais O devedor, por sua vez, deve reconhecer o montante desses créditos como proveito para efeitos de apuramento do lucro tributável 46 Emanuel Vidal Lima 23

24 CIRC: Artigo 76.º, n.º 4 [Aditado] Regime aplicável aos sócios das sociedades fundidas ou cindidas Disposição nova Artigo 76.º 4 O disposto nos números anteriores é igualmente aplicável aos sócios de sociedades que sejam objecto das demais operações de fusão ou cisão abrangidas pela Directiva n.º 2009/133/CE, do Conselho, de 19 de Outubro de O âmbito de aplicação do regime de neutralidade fiscal éalargado aos sócios de sociedades que sejam objecto das demais operações de fusão e cisão abrangidas pela Directiva 2009/133/CE (Directiva Fusões-Cisões ) 47 CIRC: Artigo 94.º, n.º 4 Retenção na fonte Remunerações auferidas na qualidade de membro de órgãos estatutários de pessoas colectivas e outras entidades 4 As retenções na fonte de IRC são efectuadas às taxas previstas para efeitos de retenções na fonte de IRS, relativas a residentes em território português, aplicando-se aos rendimentos referidos na alínea d) do n.º 1 a taxa de 20% 4 As retenções na fonte de IRC são efectuadas às taxas previstas para efeitos de retenções na fonte de IRS, relativas a residentes em território português aplicando-se aos rendimentos referidos na alínea d) do n.º 1 a taxa de 21,5% Em relação às remunerações auferidas na qualidade de membros de órgãos estatutários de pessoas colectivas e outras entidades, a taxa de retenção na fonte é aumentada para 21,5% 48 Emanuel Vidal Lima 24

25 CIRC: Artigo 123.º, n.º 6 Obrigações contabilísticas das empresas Substituição dos documentos de suporte por microfilmes 6 Os documentos de suporte previstos no n.º 4 que não sejam documentos autênticos ou autenticados podem, decorridos três períodos de tributação após aquele a que se reportam e obtida autorização prévia do director-geral dos impostos, ser substituídos, para efeitos fiscais, por microfilmes ou suportes digitalizados que constituam sua reprodução fiel e obedeçam às condições que forem estabelecidas. 6 Os documentos de suporte previstos no n.º 4 que não sejam documentos autênticos ou autenticados podem, decorridos três períodos de tributação após aquele a que se reportam e obtida autorização prévia do director-geral dos impostos, ser substituídos, para efeitos fiscais, por microfilmes que constituam sua reprodução fiel e obedeçam às condições que forem estabelecidas. Os documentos de suporte da contabilidade deixam de poder ser substituídos por suportes digitalizados 49 CIRC: Artigo 123.º, n.º 7 [Norma nova] Obrigações contabilísticas das empresas Substituição dos documentos de suporte por microfilmes Norma nova Artigo 123.º 7 É ainda permitido o arquivamento em suporte electrónico das facturas ou documentos equivalentes, dos talões de venda ou de quaisquer outros documentos com relevância fiscal emitidos pelo sujeito passivo, desde que processados por computador, nos termos definidos no n.º 7 do artigo 52.º do Código do IVA. Desde que processados por computador, as facturas ou documentos equivalentes, os talões de venda e quaisquer outros documentos com relevância fiscal, podem ser arquivadosem suporte electrónico 50 Emanuel Vidal Lima 25

26 ARTIGO 101.º DA LOE 2011 DESPESAS COM EQUIPAMENTOS E SOFTWARE DE FACTURAÇÃO O n.º9 do artigo 123.ºdo CIRC determina que os programas e equipamentos informáticos de facturação dependem de prévia certificaçãoda Direcção-Geral dos Impostos a definir por portaria do ministro das Finanças Perante esta obrigação foram definidas as seguintes medidas 51 LOE 2011: Artigo 101.º Abate de programas e equipamentos de facturação 1 As desvalorizações excepcionais decorrentes do abate, nos exercícios de 2010 ou 2011, de programas e equipamentos informáticos de facturação que sejam substituídos em consequência da exigência de certificação do software nos termos do artigo 123.º do Código do IRC, são consideradas perdas por imparidade 2 Para efeitos do disposto no número anterior, o sujeito passivo fica dispensado de obter a aceitação, por parte da Direcção-Geral dos Impostos prevista no n.º 2 do artigo 38.º do Código do IRC 3 As despesas com a aquisição de programas e equipamentos informáticos de facturação certificados, adquiridos nos anos de 2010 e 2011, podem ser considerados como gasto fiscal no período de tributação em que sejam suportadas 52 Emanuel Vidal Lima 26

27 LOE 2011 INCENTIVOS FISCAIS [IRC] 53 ARTIGO 133.º DA LOE 2011 APROVA O SIFIDE II SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM I&D EMPRESARIAL II A VIGORAR NOS PERÍODOS DE TRIBUTAÇÃO DE 2011 A Emanuel Vidal Lima 27

28 LOE 2011: Artigo 133.º - SIFIDE II O novo regime de incentivos vai vigorar de 2011 a 2015 em condições idênticas às que vigoravam no âmbito do SIFIDE (criado pela Lei n.º 40/2005, de 3 de Agosto, que vigorou atéao final do período de 2010) Dado o balanço positivo dos incentivos fiscais à I&D empresarial, e considerando também a evolução do sistema de apoio dos outros países, a AR decidiu rever e reintroduzir por mais cinco períodos de tributação este sistema de apoio 55 LOE 2011: Artigo 133.º - SIFIDE II Principais alterações em relação ao SIFIDE No regime anterior as despesas de funcionamento estavam limitadas a 55% das despesas com o pessoal directamente envolvido em tarefas de I&D. No SIFIDE II esta limitação foi eliminada No SIFIDE II passam a ser elegíveis as despesas com a execução de projectos de I&D necessários ao cumprimento de obrigações contratuais públicas Para os sujeitos passivos que sejam PME [de acordo com a definição constante do artigo 2.º do DL n.º 372/2007, de 6/11] que ainda não completaram dois exercícios e que não beneficiaram da taxa incremental, aplica-se uma majoração de 10% à taxa base de 32,5% 56 Emanuel Vidal Lima 28

29 LOE 2011: Artigo 133.º - SIFIDE II Principais alterações em relação ao SIFIDE Aos sujeitos passivos que se reorganizem, em resultado de actos de concentração tal como definidos no artigo 73.º do CIRC, aplica-se o disposto no n.º 3 do artigo 15.º do EBF [prevê a transmissão do benefício] O Ministério da Ciência, Tecnologia, e Ensino Superior, através da entidade certificadora, passa a ser obrigado a comunicar por via electrónica à Direcção-Geral dos Impostos, até ao fim do mês de Fevereiro de cada ano, a identificação dos beneficiários e do montante das despesas consideradas elegíveis reportadas ao ano anterior ao da comunicação 57 SIFIDE II Conceitos - Despesas de I&D [Artigo 2.º] Despesas de investigação: as realizadas pelo sujeito passivo de IRC com vista à aquisição de novos conhecimentos científicos ou técnicos Despesas de desenvolvimento: as realizadas pelo sujeito passivo de IRC através da exploração de resultados de trabalhos de investigação ou de outros conhecimentos científicos ou técnicos com vista àdescoberta ou melhoria substancial de matérias-primas, produtos, serviços ou processos de fabrico 58 Emanuel Vidal Lima 29

30 SIFIDE II Despesas elegíveis [Artigo 3.º] Despesas que se refiram a actividades de investigação e desenvolvimento Aquisições de imobilizado, à excepção de edifícios e terrenos, desde que criados ou adquiridos em estado novo e directamente afectos àrealização de actividades de I&D Despesas com pessoal directamente envolvido em tarefas de I&D Despesas com a participação de dirigentes e quadros na gestão de instituições de I&D Despesas de funcionamento com o pessoal directamente envolvido em tarefas de I&D contabilizadas a título de remunerações, ordenados ou salários, respeitantes ao exercício 59 SIFIDE II Despesas elegíveis [Artigo 3.º] Despesas relativas àcontratação de actividades de I&D junto de entidades públicas ou beneficiárias do estatuto de utilidade pública ou de entidades cuja idoneidade em matéria de investigação e desenvolvimento seja reconhecida por despacho conjunto dos Ministros da Economia e da Inovação e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior As entidades aqui referidas não podem deduzir qualquer tipo de despesas incorridas em projectos realizados por conta de terceiros Participação no capital de instituições de I&D e contributos para fundos de investimentos, públicos ou privados, destinados a financiar empresas dedicadas sobretudo a I&D, incluindo o financiamento da valorização dos seus resultados, cuja idoneidade em matéria de investigação e desenvolvimento seja reconhecida por despacho conjunto dos Ministros da Economia e da Inovação e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior 60 Emanuel Vidal Lima 30

31 SIFIDE II Despesas elegíveis [Artigo 3.º] Custos com registo e manutenção de patentes Só aplicáveis às micro, pequenas e médias empresas Despesas com a aquisição de patentes que sejam predominantemente destinadas à realização de actividades de I&D Despesas com auditorias à I&D Despesas com execução de projectos de I&D necessários ao cumprimento de obrigações contratuais públicas 61 SIFIDE II Acesso ao incentivo [Artigo 4.º, n.º 1 e artigo 5.º] Sujeitos passivos de IRC Residentes que exerçam a título principal ou não uma actividade de natureza empresarial Não residentes com estabelecimento estável Condições exigidas Lucro tributável não determinado por métodos indirectos Sem dívidas ao Estado e à segurança social de quaisquer impostos ou contribuições, ou tenham o seu pagamento devidamente assegurado 62 Emanuel Vidal Lima 31

32 SIFIDE II Âmbito da dedução [Artigo 4.º, n.º 1] Dedução à colecta, e até à sua concorrência, do valor correspondente às despesas com I&D, na parte que não tenha sido objecto de comparticipação financeira do Estado a fundo perdido, numa dupla percentagem Taxa de base: 32,5% das despesas realizadas no período Taxa incremental: 50% do acréscimo das despesas realizadas no período de tributação em relação à média aritmética simples dos dois exercícios anteriores, atéao limite de : I I 2010 ( ) 2 50% x I SIFIDE II Âmbito da dedução [Artigo 4.º, n.º 1] Para os sujeitos passivos que sejam PME [de acordo com a definição constante do artigo 2.º do DL n.º 372/2007, de 6/11] que ainda não completaram dois exercícios e que não beneficiaram da taxa incremental, aplica-se uma majoração de 10% àtaxa base Quando no ano de início de usufruição do benefício ocorrer mudança do período de tributação, deve ser considerado o período anual que se inicie naquele ano A taxa incremental é acrescida em 20 pontos percentuais para as despesas relativas à contratação de doutorados pelas empresas para actividades de I&D passando o limite respectivo a ser de Aos sujeitos passivos que se reorganizem, em resultado de actos de concentração tal como definidos no artigo 73.º do CIRC, aplica-se o disposto no n.º3 do artigo 15.ºdo EBF 64 Emanuel Vidal Lima 32

33 SIFIDE II Âmbito da dedução [Artigo 4.º, n.º 4] As despesas que, por insuficiência de colecta, não possam ser deduzidas no exercício em que foram realizadas podem ser deduzidas até ao sexto exercício imediato 65 SIFIDE II Obrigações acessórias [Artigo 6.º] Apresentação de declaração a requerer pelos interessados ou prova de apresentação do pedido de emissão dessa declaração A declaração deve comprovar Que as actividades exercidas ou a exercer correspondem efectivamente a acções de I&D Os montantes envolvidos O cálculo do acréscimo das despesas em relação à média dos dois exercícios anteriores Outros elementos considerados pertinentes Deve ser emitida por entidade nomeada por despacho do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Deve ser integrada no processo de documentação fiscal do sujeito passivo 66 Emanuel Vidal Lima 33

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International

SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 2011 Crowe Horwath International SEMINÁRIO CROWE HORWATH ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 (IRC) 1 IRC 2 Eliminação da Dupla Tributação Económica dos Lucros Distribuídos Na sociedade detentora Eliminação da Dupla Tributação nos Lucros auferidos

Leia mais

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS

CONTALIVRE CONTABILIDADE, AUDITORIA E GESTÃO DE EMPRESAS,LDA CIRCULAR Nº 1/2014 IRS CIRCULAR Nº 1/2014 Com a aprovação do orçamento do estado para o ano de 2014 publicado pela lei nº 83-C/2013 de 31/12, o governo introduziu várias alterações legislativas significativas em matérias fiscais

Leia mais

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo

www.pwc.com/pt empresarial Jorge Figueiredo www.pwc.com/pt Fiscalidade pessoal e empresarial Jorge Figueiredo 18 de Fevereiro de 2011 Agenda 1. IRS 1.1 Alterações das taxas 1.2 Outros rendimentos 1.3 Dedução específica Categoria A 1.4 Reporte de

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade

DOCUMENTAÇÃO. Acção de Formação Fiscalidade DOCUMENTAÇÃO Acção de Formação Fiscalidade Painel Fiscalidade ENQUADRAMENTO FISCAL IRS IVA EBF IRC INCIDÊNCIA BASE DO IMPOSTO RENDIMENTOS ISENTOS DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA COLECTÁVEL DETERMINAÇÃO DO RENDIMENTO

Leia mais

SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL)

SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL) SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL) Condições de Acesso (Lei n.º 55-A/2010 de 31 de Dezembro) 0 SIFIDE (SISTEMA DE INCENTIVOS FISCAIS EM INVESTIGAÇÃO E

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2010 1 Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2011 2 Revisores e Auditores 9 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL OUTUBRO DE 2010 Ministério das Finanças e da Administração

Leia mais

O Orçamento de Estado 2011

O Orçamento de Estado 2011 O Orçamento de Estado 2011 Resumo dos aspectos essenciais da Lei do Orçamento de Estado de 2011, Lei n.º 55-A/2010. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Dupla tributação económica Eliminada

Leia mais

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013

Leia mais

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 REGIMES DE BENEFÍCIOS AO INVESTIMENTO E À CAPITALIZAÇÃO No dia 31 de outubro foi publicado o Decreto-Lei n.º 162/2014, que tem como objetivo promover a revisão global

Leia mais

SIFIDE II. Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II

SIFIDE II. Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II SIFIDE II Sistema de Incentivos Fiscais em I&D Empresariais II PORTAL DOS INCENTIVOS Dez 2014 Índice Índice... 1 1 O Que é?... 2 2 Beneficiários... 2 3 Condições dos Beneficiários... 2 4 Despesas Elegíveis...

Leia mais

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA)

A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Informação n.º 2/2013_Revista 22/novembro/2013 CRÉDITOS INCOBRÁVEIS E EM MORA IVA e IRC A. Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) Regularização do IVA 1. Créditos vencidos até 31/12/2012 e

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010 Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo Data de Apresentação:14 de Abril de2010 1 Agenda 1 SIFIDE 2 Internacionalização 3 Investimento Produtivo 2 Incentivos Fiscais SIFIDE

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho)

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS. Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho (Revisto pelo Decreto-Lei n.º 198/2001, de 3 de Julho) Artigo 2.º Conceito de benefício fiscal e de despesa fiscal e respectivo controlo

Leia mais

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES

DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES Perspectiva Contabilística e Fiscal Fases DISSOLUÇÃO LIQUIDAÇÃO PARTILHA Formalidades da Dissolução A dissolução deve obedecer a uma das seguintes formas: Por escritura

Leia mais

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa

Novas medidas e benefícios fiscais para 2014. Abílio Sousa Novas medidas e benefícios fiscais para 2014 Abílio Sousa Programa Vetores essenciais das medidas de natureza fiscal constantes da lei do OE 2014 DLRR um novo benefício fiscal para PME A reforma do IRC

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro REGRAS GERAIS DE IMPOSTO INDUSTRIAL Incidência subjectiva Empresas com sede ou direcção efectiva em Angola e empresas com sede e

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 6546-(314) Diário da República, 1.ª série N.º 252 31 de dezembro de 2014 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 82-C/2014 de 31 de dezembro Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas,

Leia mais

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS

O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS O E / 2008 IRC / IRS / BENEFÍCIOS FISCAIS 1 O E / 2008 IRC 2 Apresentação 1. Acolhimento de recomendações da OCDE 2. Combate à evasão fiscal 3. Aperfeiçoamentos técnico-legislativos 4. Medidas de simplificação

Leia mais

É um sistema específico de incentivos fiscais ao investimento realizado pelo sujeito passivo de IRC.

É um sistema específico de incentivos fiscais ao investimento realizado pelo sujeito passivo de IRC. O presente resumo não dispensa a consulta dos respectivos diplomas legais, referentes a cada um dos programas. A sua leitura e análise é essencial para o devido enquadramento de cada caso específico. RFAI

Leia mais

II Congresso de Direito Fiscal

II Congresso de Direito Fiscal II Congresso de Direito Fiscal João de Sousa Lisboa, 11 de Outubro de 2011 Tópicos Definições de PME s; Factores fiscais discriminatórios para as PME s; Factores fiscais favoráveis às PME s; Comentários

Leia mais

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que:

O artigo 51º do CIRC estabelece que os dividendos recebidos por sociedades portuguesas são totalmente excluídos de tributação sempre que: DESTAQUE Novembro de 2010 FISCAL Proposta de alterações aos mecanismos para evitar a dupla tributação económica de dividendos A Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2011 ( Proposta de OE 2011 )

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011

ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 1 13 Jan 2011 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 NELSON BASTOS REVISOR OFICIAL DE CONTAS 2010-2011: Informação Crítica para a Transição Fiscal Parceiros Institucionais Media Partner 2 ORÇAMENTO DO ESTADO 2011 AGENDA:

Leia mais

RESUMO FISCALIDADE AUTOMÓVEL 2015

RESUMO FISCALIDADE AUTOMÓVEL 2015 RESUMO FISCALIDADE AUTOMÓVEL 2015 1 1 ISV tabelas A, B e C Aumento de 3%. 2 2 ISV redução nos veículos importados usados A tabela D mantém-se inalterada, apesar de ter existido uma proposta de alteração

Leia mais

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa

Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada. Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à reabilitação urbana e legislação relacionada Tatiana Cardoso Dia 18 de Setembro de 2013 Lisboa Incentivos fiscais à Reabilitação Urbana e Nova Lei das Rendas Introdução Como instrumento

Leia mais

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar

Fiscalidade em Portugal. Um primeiro olhar Fiscalidade em Portugal Um primeiro olhar ÍNDICE 01 IMPOSTOS PORTUGUESES A perspectiva global 02 TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO Principais regras e taxas 03 TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO Principais regras e taxas

Leia mais

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009.

Descarregue gratuitamente actualizações online em www.portoeditora.pt/direito Fiscal Col. Legislação (06704.24). Novembro, 2009. orquê as actualizações aos livros da COLECÇÃO LEGISLAÇÃO? O panorama legislativo nacional é bastante mutável, sendo constante a publicação de novos diplomas. Ao disponibilizar novas actualizações, a ORTO

Leia mais

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO

Portaria n.º 92-A/2011, de 28 de Fevereiro - 41 SÉRIE I, 1º SUPLEMENTO Define os elementos que integram o dossier fiscal, aprova novos mapas de modelo oficial e revoga a Portaria n.º 359/2000, de 20 de Junho A Nos termos do artigo 129.º do Código do Imposto sobre o Rendimento

Leia mais

CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro

CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro CFI - Código Fiscal ao Investimento - DL 162/2014 de 31 Outubro Generalidades Aplicação a investimentos realizados a partir de 1 Janeiro de 2014 (excepto para efeito de apuramento dos limites máximos dos

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO

IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO hhh IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) O Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) é aplicável quer ao rendimento obtido por entidades residentes

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

IVA Direito à Dedução

IVA Direito à Dedução IVA Direito à Dedução Direito à dedução Dedução do Imposto O direito à dedução trata-se de um direito de crédito cujo nascimento ocorre no momento em que o imposto dedutível por um sujeito passivo é exigível

Leia mais

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * Decreto-Lei n.º 219/2001, de 4 de Agosto * CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Âmbito O presente decreto-lei estabelece o regime fiscal das operações de titularização de créditos efectuadas no âmbito

Leia mais

PSZ CONSULTING Dez 2014

PSZ CONSULTING Dez 2014 Incentivos Fiscais PSZ CONSULTING Dez 2014 Índice Índice... 1 1 Introdução... 3 2 RFAI... 3 2.1 O Que é?... 3 2.2 Beneficiários... 3 2.3 Condições de Acesso... 4 2.4 Despesas Elegíveis... 4 2.5 Taxas de

Leia mais

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego

Comissão para a Reforma do IRC - 2013. Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Uma Reforma orientada para a Competitividade, o Crescimento e o Emprego Principais medidas da Reforma 2 I. Redução da taxa do IRC - A redução das taxas de IRC é fundamental para a atração de investimento

Leia mais

Regime dos Planos de Poupança em Acções

Regime dos Planos de Poupança em Acções Decreto-Lei n.º 204/95 de 5 de Agosto * A constituição de planos individuais de poupança em acções, além de procurar estimular a canalização dos recursos das famílias para a poupança de longo prazo, visa

Leia mais

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal

CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 41/2014 DATA: 02 de Junho de 2014 Assunto: O IRC e a Reorganização das Estruturas Empresariais Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto enviamos a Circular nº

Leia mais

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Completa a transposição da Diretiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de junho de 2003, relativa a um regime fiscal comum aplicável aos pagamentos de juros e royalties efetuados entre sociedades associadas

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º; 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º; 18º Condomínios de imóveis Processo: nº 2773, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2011-12-15. Conteúdo: Tendo por

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014

Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. Seminário Inovações Fiscais 2014 Estatuto dos Benefícios Fiscais Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares IMI Prédios para habitação própria e permanente Momento da contagem do período de isenção. Quando o pedido é apresentado

Leia mais

Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro. Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC)

Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro. Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC) Lei n.º 85/98 de 18 de Dezembro Estatuto Fiscal Cooperativo (EFC) A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 161.º, alínea c), 166.º, n.º 3, e 112.º, n.º 5, da Constituição, para valer como

Leia mais

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 FISCAL N.º 4/2009 OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 INCENTIVOS FISCAIS A PROJECTOS DE INVESTIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO No passado mês de Setembro foram publicados dois decretos-lei que completaram e alteraram o

Leia mais

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS Tribunal de Contas LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos sobre o

Leia mais

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015

NEWSLETTER FISCAL Nº 58 Novembro 2015 Nº 58 Novembro 2015 IRC Informação Vinculativa Despacho de 17 de abril 1 Processo 750/2015 Tributação autónoma dos encargos com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na alínea b) do n.º 1 do artigo

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O VALOR ACRESCENTADO Artigo 77.º Serviço de finanças competente 1 - Para efeitos do cumprimento das obrigações do presente diploma, considera-se serviço de finanças competente o da área fiscal onde o sujeito passivo tiver

Leia mais

APRESENTAÇÃO SIFIDE. Inovaz Consultoria em Inovação. Tel: 256 668 413 Fax: 256 668 414 Email: geral@inovaz.pt

APRESENTAÇÃO SIFIDE. Inovaz Consultoria em Inovação. Tel: 256 668 413 Fax: 256 668 414 Email: geral@inovaz.pt APRESENTAÇÃO SIFIDE ÍNDICE 1) O GRUPO GLOBAZ 2) A INOVAZ 3) SIFIDE 3.1) DESCRIÇÃO GERAL 3.2) DESTINATÁRIOS 3.3) DESPESAS ELEGÍVEIS 3.4) CÁLCULO DOS BENEFÍCIOS 4) PORQUÊ A INOVAZ 5) DÚVIDAS E QUESTÕES 6)

Leia mais

BENEFÍCIOS INCENTIVOS FISCAIS

BENEFÍCIOS INCENTIVOS FISCAIS ORÇAMENTO DO ESTADO 2010 MEDIDAS FISCAIS BENEFÍCIOS INCENTIVOS FISCAIS São João da Madeira, 30 de Março de 2010 1 EBF 1 ICR INVESTIDORES DE CAPITAL DE RISCO 2 AQUISIÇÕES DE COMPUTADORES 3 CRIAÇÃO DE EMPREGO

Leia mais

Cada vez mais a abolição das

Cada vez mais a abolição das Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes P o r M a r i a M a n u e l a V i e i r a R e i n o l d s d e M e l o As retenções na fonte de rendimentos obtidos por não residentes obedecem

Leia mais

Advocacia e Cidadania

Advocacia e Cidadania REGRA GERAL: SUJEIÇÃO TRIBUTÁRIA (Art. 3.º e 48.º CIRC) IPSS não exercem a título principal uma actividade de natureza comercial, industrial ou agrícola Tributadas pelo rendimento global, o qual corresponde

Leia mais

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011

Fwd: Principais Medidas da Proposta para o OE 2011 1 de 6 30-11-2010 12:02 Caso não consiga visualizar este email correctamente, por favor clique aqui Nota semanal dos diplomas legais e outros documentos publicados com implicações na área da fiscalidade

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 184/2015, Série I, de 21/09, páginas 8392-8396. Classificação: 060.01.01 Segurança: P ú b l i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 297/2015, de 21 de setembro Estado: vigente Resumo:

Leia mais

IVA Na Actividade Agrícola

IVA Na Actividade Agrícola IVA Na Actividade Agrícola Maria Emília Pimenta Seminário A CONTABILIDADE E FISCALIDADE NA ACTIVIDADE AGRÍCOLA Santarém, 11 de Junho de 2013 1 Lei n.º66-b/2012, de 31 dezembro Revoga o n.º 33 do artigo

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009

OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 OBRIGAÇÕES DECLARATIVAS - 2009 JANEIRO / 2009 Até ao dia 12 Entrega da Declaração Modelo 11, por transmissão electrónica de dados, pelos Notários, Até ao dia 20 - Entrega, pelas Instituições de Crédito

Leia mais

Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro

Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro Decreto-Lei nº 495/88, de 30 de Dezembro Com a publicação do Código das Sociedades Comerciais, aprovado pelo Decreto-Lei nº 262/86, de 2 de Setembro, e do Decreto-Lei nº 414/87, de 31 de Dezembro, foram

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Calendário Fiscal. Fevereiro de 2014 DIA 10. Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro)

Calendário Fiscal. Fevereiro de 2014 DIA 10. Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro) Calendário Fiscal Fevereiro de 2014 DIA 10 Segurança Social - declaração de remunerações (Janeiro) A entrega da declaração de remunerações referente ao mês de Janeiro de 2014 tem que ser feita obrigatoriamente

Leia mais

NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014

NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 NEWSLETTER Janeiro 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 ORÇAMENTO DE ESTADO 2014 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. IRC 4 3. IRS 8 4. SEGURANÇA SOCIAL 10 5. IVA 11 6. BENEFÍCIOS FISCAIS 13 7. OUTROS 14 3 1. Introdução

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC

BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria, consultadoria de gestão, financeira ou legal, ou a prestar qualquer tipo

Leia mais

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 MODELO 13 Portaria n.º 415/2012, de 17/12 MODELO 37 Portaria n.º 413/2012, de 17/12 MODELO 39 Portaria n.º 414/2012, de 17/12 MODELO 42 Portaria n.º 416/2012, de 17/12 DMR -

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Maria de Lourdes Amâncio 4 de Outubro de 2007

Maria de Lourdes Amâncio 4 de Outubro de 2007 A TRIBUTAÇÃO INDIRECTA DE XIV JORNADA DE CONTABILIDADE E FISCALIDADE APOTEC Maria de Lourdes Amâncio 4 de Outubro de 2007 Modelo Imposto Monofásico Imposto Transacções até 31/12/1985 Modelo Imposto s/

Leia mais

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES

AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES AS ASSOCIAÇÕES, CLUBES, COLETIVIDADES São sujeitos passivos de: - IRC; - IVA. Têm obrigações previstas no Código do IRS Têm obrigação de documentar as despesas e os pagamentos. Algumas poderão beneficiar

Leia mais

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74 Alterado pelo DL 36/92 28/03 Estabelece o regime da consolidação de contas de algumas instituições financeiras A Directiva do Conselho n.º 86/635/CEE, de 8 de Dezembro de 1986, procedeu à harmonização

Leia mais

DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT. Normas de execução financeira

DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT. Normas de execução financeira FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA NO ÂMBITO DO PROGRAMA INVESTIGADOR FCT Normas de execução financeira Financiamento de Projetos de Investigação Exploratória no âmbito do Programa

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas

INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013. Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 28/2013 Retenções na fonte a rendimentos obtidos por não residentes Lei n.º 55/2013, de 08.08, e obrigações declarativas A presente informação técnica substitui a informação 27/2008,

Leia mais

NEWS TCC SROC Julho 2014

NEWS TCC SROC Julho 2014 Novidades Portal das Finanças - Certificação de Software Foi divulgado pelo despacho n.º 247/2014 de 30 Junho de 2014, a prorrogação para 1 de outubro de 2014 a obrigação de certificação de software de

Leia mais

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal

VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal perspetivas newsletter NOV2014 VALOR RESIDUAL Enquadramento contabilístico e fiscal 1- O que é o valor residual de um ativo fixo tangível? Nos termos previstos na Norma Contabilística e de Relato Financeiro

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO Sessão de esclarecimento para associações 1 2 Ofício n.º 30141 de 4 de Janeiro de 2013 da Direção de Serviços do IVA Novas Regras de Faturação Instruções complementares ao Ofício-Circulado

Leia mais

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento

LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI. de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM SHANGAI Portugal como plataforma de investimento LISBOA PORTO FUNCHAL SÃO PAULO LUANDA MAPUTO PRAIA MACAU DILI SÃO TOMÉ PEQUIM

Leia mais

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo:

7. A Soc. Z efectuou, pela 1ª vez, ajustamentos em dívidas a receber ( Provisões para créditos de cobrança duvidosa), conforme quadro abaixo: Considere os seguintes limites fixados para os funcionários públicos (P 30-A/2008): Subsídio de Refeição (4,11 ); Transporte em automóvel próprio ( 0,39 por quilómetro). O SP A está sujeito à seguinte

Leia mais

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS

Tribunal de Contas ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS ANEXO II LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS LEGISLAÇÃO SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS I COM IMPLICAÇÕES NA RECEITA ESTADUAL A) No âmbito dos impostos directos a. 1) Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares

Leia mais

Apoios ao Investimento em Portugal

Apoios ao Investimento em Portugal Apoios ao Investimento em Portugal AICEP Abril 2015 FINANÇAS Índice Investimento Produtivo Auxílios Estatais Máximos Incentivos Financeiros Incentivos Fiscais Investimento em I&D Empresarial Incentivos

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da

g ~ autoridade tributária e aduaneira A Portaria n 421/2012, de 21 de dezembro, aprovou os novos modelos de impressos da Classificação: 000.05.02 Seg.: Pública Proc.: 20 12/9664 Of.Circulado N.' : 20 163 2013-01-30 Entrada Geral: N.' ldentificação Fiscal (NIF): Sua Ref.-: Técnico: MGN Exmos. Senhores Subdiretores-Gerais

Leia mais

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário

Overview pela fiscalidade no sector imobiliário Overview pela fiscalidade no sector imobiliário A perspectiva do pequeno investidor II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa Sociedade de Geografia 16 de Abril de 2015 ÍNDICE DE CONTEÚDOS I INCENTIVOS

Leia mais

Reforma em sede de IRC

Reforma em sede de IRC Reforma em sede de IRC Janeiro de 2014 Reforma Tributação Sociedades IRC REFORMA IRC IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS - Lei n.º 2/2014, de 16 de Janeiro Transparência Fiscal O regime da

Leia mais

Lei n.º 10/2009, de 10-03 - Série I, n.º 48

Lei n.º 10/2009, de 10-03 - Série I, n.º 48 Lei n.º 10/2009, de 10-03 - Série I, n.º 48 Cria o programa orçamental designado por Iniciativa para o Investimento e o Emprego e, no seu âmbito, cria o regime fiscal de apoio ao investimento realizado

Leia mais

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS

IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS BOLETIM INFORMATIVO N.º 3/2010 IMPARIDADE DE ACTIVOS FINANCEIROS ASPECTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria,

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS

ESTATUTO DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CAPÍTULO IV BENEFÍCIOS FISCAIS ÀS ZONAS FRANCAS ARTIGO 33.º * Zona Franca da Madeira e Zona Franca da ilha de Santa Maria 1. (Revogado pela Lei 64-B/2011, de 30 de Dezembro) 2. (Revogado pela Lei 64-B/2011,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª

PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª Grupo Parlamentar PROJETO DE LEI N.º./XII/1.ª INTRODUZ UM MECANISMO DE SALVAGUARDA DA EQUIDADE FISCAL PARA TODOS OS CONTRIBUINTES E ELIMINA AS ISENÇÕES DE TRIBUTAÇÃO SOBRE MAIS-VALIAS OBTIDAS POR SGPS

Leia mais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais

RENDIMENTOS DA CATEGORIA B REGIME SIMPLIFICADO / ACTO ISOLADO. Regime Simplificado de Tributação. Profissionais, Comerciais e Industriais MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2008 3 A MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS - IRS IDENTIFICAÇÃO DO(S) SUJEITO(S) PASSIVO(S) Sujeito passivo A NIF 06 Sujeito

Leia mais

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS

Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Comentários da AIP-CCI ao Anteprojeto da Reforma do IRS Globalmente, a Associação Industrial Portuguesa Câmara de Comércio e Indústria (AIP-CCI) considera positivo o Anteprojeto de Reforma do IRS efetuado

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL. GABINETE DA PRESIDI:NCIA ~t/ PROPOSTA DE LEI N2 3/92

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL. GABINETE DA PRESIDI:NCIA ~t/ PROPOSTA DE LEI N2 3/92 J'=-''''"' REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL GABINETE DA PRESIDI:NCIA ~t/ PROPOSTA DE LEI N2 3/92 ISENÇÃO FISCAL DAS EMPRESAS SEDIADAS NOS AÇORES Tendo em vista aumentar o investimento

Leia mais

BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC

BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC BENEFÍCIOS FISCAIS EM IRC (Esta informação contém apenas informação geral, não se destina a prestar qualquer serviço de auditoria, consultadoria de gestão, financeira ou legal, ou a prestar qualquer tipo

Leia mais

Regime geral dos trabalhadores por conta de outrem

Regime geral dos trabalhadores por conta de outrem Gastos e operações com o pessoal Os recursos humanos implicam gastos: Remunerações fixas e/ou variáveis recebidas pelos trabalhadores vinculados à empresa por contrato individual de trabalho; Remunerações

Leia mais

ÍNDICE. 1. Introdução. 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional. Guia Contabilístico e Fiscal do Renting

ÍNDICE. 1. Introdução. 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional. Guia Contabilístico e Fiscal do Renting ÍNDICE 1. Introdução 2. Principais Vantagens do Aluguer Operacional 3. Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro 9 (NCRF 9) 4. Regime Contabilístico Locatário 5. Regime Fiscal - Locatário 6. Quadro

Leia mais

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais