Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010

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1 Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para (PEC), mas essencialmente da aprovação do Orçamento de Estado para 2011 (OE) e da entrada em vigor do novo Código Contributivo (CC). 1. IRS (imposto sobre o rendimento das pessoas singulares) 1.1. Categoria G: Incrementos Patrimoniais Na aquisição de imóveis, por exercício da opção de compra em contrato de locação financeira, para efeitos de valor de aquisição passa a considerar se o valor do capital incluído em todas as rendas pagas e o valor da opção de compra, excluindo se quaisquer outros encargos Reporte de prejuízos fiscais O prazo de reporte de prejuízos fiscais passa a ser de 4 anos Taxas e escalões Para além da actualização anual dos escalões de IRS (cerca de 2,2%), concretizam se os previstos aumentos das taxas, passando a taxa marginal mínima a ser de 11,5% (1º escalão) e a máxima de 46,5% (8º escalão). Equiparação geral das taxas de tributação autónoma e das taxas liberatórias sobre rendimentos de capitais, fixando se em 21,5%. Deixam de ser englobados, passando a ser tributados à taxa liberatória de 21,5%, os rendimentos relacionados com juros e outras formas de remuneração de suprimentos, abonos ou adiantamentos de capital, feitos pelos sócios à sociedade, assim como a remuneração por não levantarem os lucros ou as remunerações colocadas à sua disposição Deduções à colecta e benefícios fiscais Eliminação da dedução de dos prémios de seguros de vida, excepto para deficientes. Passa a haver limite máximo para deduções à colecta (despesas de saúde e com educação e formação, encargos com lares e com imóveis) a partir do 7º escalão: 7º escalão: 1,666% do rendimento colectável, com o limite de ; 8º escalão: limite de

2 Passa a haver limite máximo para benefícios fiscais (PPR/ Fundos de pensões, encargos com a reabilitação de imóveis, equipamentos de energias renováveis, prémios de seguros de saúde, entre outros) a partir do 3º escalão, eliminando se qualquer benefício no caso do 8º escalão: 3º escalão: 100 ; 4º escalão: 80 ; 5º escalão: 60 ; 6º escalão: 50 ; 7º escalão: 50 ; 8º escalão: 0. Para haver direito às correspondentes deduções à colecta e benefícios fiscais, passa a ser obrigatória a identificação dos dependentes, pelo respectivo NIF, na declaração anual de rendimentos. 2. IRC (imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas) 2.1. Eliminação da dupla tributação de lucros distribuídos Só podem beneficiar do regime as entidades que detenham participações de pelo menos 10% no capital da sociedade que distribui os lucros. Nos restantes casos os dividendos passam a ser integralmente tributáveis. É condição que os rendimentos, que deram origem aos lucros distribuídos, tenham sido tributados Percas por imparidade e créditos incobráveis Considera se justificado o risco de incobrabilidade quando o crédito tiver sido reclamado em tribunal arbitral. Podem ser deduzidos fiscalmente os créditos considerados incobráveis, mas desde que se prove que houve comunicação ao devedor da anulação da dívida. Para tal, é também condição que o devedor reconheça tais montantes como proveitos tributáveis Dedução de prejuízos fiscais Passa a depender da certificação legal das contas por ROC, nos termos a definir por Portaria. Aplica se a partir do terceiro ano, para as entidades que deduziram consecutivamente prejuízos fiscais nos dois exercícios anteriores Regime Especial de Tributação dos Grupos de Sociedades (RETGS) Deixa de ser possível corrigir a soma algébrica dos resultados das declarações individuais, pela parte dos lucros distribuídos entre as sociedades do grupo que se encontre incluída nas bases tributáveis individuais.

3 2.5. Tributação Autónoma Com excepção das viaturas movidas exclusivamente a energia eléctrica, passa a haver tributação autónoma sobre os encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos ou motociclos: à taxa de 10%, quando o valor de aquisição seja igual ou inferior ao estipulado por lei (para 2011 o valor é de ); à taxa de 20%, quando o valor de aquisição seja superior ao estipulado por lei. Quando a sociedade apresente resultados negativos, as taxas de tributação autónomas relativas a esse exercício são elevadas em 10 pontos percentuais Utilização de Benefícios Fiscais Passa a ser limitada a utilização de benefícios fiscais, de modo que o IRC a liquidar seja pelo menos 90% do IRC apurado sem a sua utilização. Esta limitação abrange todos os benefícios, com excepção: dos que tenham carácter contratual; do SIFIDE II; dos aplicáveis às zonas francas; dos que resultem por redução de taxa; dos relativos à criação de emprego; dos relativos às SGPS, SCR e ICR; da eliminação da dupla tributação dos lucros de sociedades dos PALOP e Timor Leste Outros Em 2010 e 2011 são consideradas como perdas por imparidade as desvalorizações excepcionais, por abate dos programas e equipamentos informáticos de facturação, resultantes da sua necessária substituição para cumprimento das exigências de certificação do software. A aquisição em 2010 e 2011 de programas e equipamentos informáticos de facturação certificados, pode ser considerada integralmente como custo fiscal no próprio exercício Benefícios fiscais A aplicação do benefício à criação de emprego deixa de ser limitada a uma única vez ao mesmo trabalhador, com a excepção dos casos em que o mesmo seja admitido na mesma entidade ou noutra com a qual existam relações especiais.

4 No caso dos FII (fundos de investimento imobiliário) fechados de subscrição pública, passa a haver isenção IMI e de IMT. O SIFIDE II é aprovado para os períodos entre 2011 e 2015, em condições semelhantes às do corrente período. O RFAI é prorrogado até ao final de 2011, sem alterações face ao regime em vigor desde IMT (imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis) Os escalões, para efeitos de aplicação das taxas de IMT na aquisição de prédio urbano destinado a habitação, são actualizados em cerca de 2,2%. O limite relativo à isenção na aquisição de prédio urbano destinado exclusivamente à habitação própria e permanente passa a ser de Se no prazo de 6 meses, após aquisição, não for afectado a esse fim, a isenção caduca, assim como a aplicação das taxas mais reduzidas. 4. IMI (imposto municipal sobre imóveis) A taxa de IMI passa a ser de 5% para prédios detidos por entidades com residência ou sede em país, território ou região com regime fiscal mais favorável (conforme Portaria). 5. IS (imposto do selo) Passam a estar sujeitos a IS os actos, contratos, documentos, títulos, papéis e outros factos previstos na tabela geral, onde não intervenham pessoas colectivas ou singulares no exercício de actividade, e desde que apresentados perante entidades que autentiquem documentos particulares. A isenção relativa aos empréstimos com carácter de suprimentos deixa de estar limitada a qualquer prazo inicial de contrato ou do respectivo reembolso. 6. IVA (imposto sobre o valor acrescentado) Alteração da taxa normal de IVA que passa a ser de 23% (16% nas regiões autónomas). Alteração da taxa aplicável a diversos produtos e serviços, destacando se as flores e plantas ornamentais e os serviços de actividades físicas e desportivas (que passam a 23%). 7. TSU (taxa social única) CC entra em vigor em

5 7.1. Trabalhadores por conta de outrem São alteradas as regras de incidência de TSU em diversos casos: As despesas de representação pré determinadas ficam sujeitas na parte em que não tenham sido prestadas contas até ao final do exercício; As gratificações de carácter regular e permanente ficam sujeitas se consideradas parte integrante da remuneração; Passa a haver regras específicas de sujeição e determinação do rendimento relativo à utilização de viatura da empresa para fins pessoais; As despesas de transporte ficam sujeitas se superarem o valor de utilização de transportes públicos; As indemnizações por cessação de contrato de trabalho por acordo ficam sujeitas se o trabalhador tiver direito a prestações de desemprego; Deixam de estar sujeitas as compensações por cessação de contrato de trabalho, nos casos de não concessão do aviso prévio, de caducidade do contrato e de resolução pelo trabalhador. Introdução de uma regra de incidência genérica, referindo que para além do especificado na Lei, estão sujeitas a tributação todas as prestações regulares, em dinheiro ou espécie, atribuídas directa ou indirectamente como contrapartida da prestação do trabalho. Introdução de uma definição legal para o conceito de regularidade, considerando se assim qualquer prestação que constitua um direito do trabalhador, por se encontrar estabelecida segundo critérios objectivos e gerais, ainda que condicionais, de modo a que este possa contar com o seu recebimento, independentemente da frequência da concessão Trabalhadores independentes A base de incidência passa a ser o do valor do lucro tributável, desde que resulte em valor inferior ao da aplicação dos coeficientes (70% em serviços e 20% na produção e venda de bens). Introdução de um limite mínimo de base de incidência, que corresponderá ao segundo escalão (1,5 x IAS). A taxa dos trabalhadores independentes passa a ser de 29,6%. A taxa das entidades contratantes passa a ser de 5%, mas apenas nas situações em que se verifique que pelo menos 80% do valor total da actividade do trabalhador independente é em benefício da entidade. As contribuições da entidade contratante

6 8. Outros são devidas sobre o valor total pago, no ano civil seguinte, após apuramento por parte dos serviços da segurança social. Passa a haver uma contribuição extraordinária de solidariedade, à taxa de 10% sobre o valor que exceda os mensais em reformas, pensões, subvenções e outras prestações pecuniárias de igual natureza, quando pagas a um único titular. Passa a haver uma contribuição específica sobre o sector bancário. No caso das PME (segundo DL 372/2007) os juros e outras formas de remuneração dos suprimentos e empréstimos de sócios apenas são dedutíveis fiscalmente até um spread de 6% sobre a Euribor a 12 meses do dia da constituição da dívida.

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