Ananindeua, Rurópolis, Belterra, Santarém, Novo Progresso, Trairão, Itaituba, Alenquer, Portel, Breves, Souré, Salvaterra.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ananindeua, Rurópolis, Belterra, Santarém, Novo Progresso, Trairão, Itaituba, Alenquer, Portel, Breves, Souré, Salvaterra."

Transcrição

1 I-IDENTIFICAÇÃO 1. INSTITUIÇÃO Universidade Federal do Pará 2. UNIDADE ACADÊMICA/ CAMPI/ NÚCLEO DEPARTAMENTO/ COLEGIADO Instituto de Ciências da Educação / Programa de Pós-Graduação em Educação / Núcleo de Estudos e Pesquisas em Currículo 3. NOME DO PROGRAMA/ PROJETO GUARANI (enfrentar o perigo): Articular e fortalecer as redes de proteção para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes na área de abrangência da BR 163 e em municípios estratégicos da ilha do Marajó. 4. ÁREA DO CONHECIMENTO/ ÁREA TEMÁTICA/ LINHA DE EXTENSÃO Direitos Humanos e Educação Inclusiva 5. LOCAL DE EXECUÇÃO Ananindeua, Rurópolis, Belterra, Santarém, Novo Progresso, Trairão, Itaituba, Alenquer, Portel, Breves, Souré, Salvaterra. 6. CLIENTELA Profissionais das áreas de assistência social, médica, educação, segurança pública, grupos de adolescentes e jovens. 7. NOME DO(A) COORDENADOR(A) Genylton Odilon Rêgo da Rocha Doutor

2 8. PRAZO DE EXECUÇÃO 9. ÁREA 10. CLASSIFICAÇÃO INÍCIO: AGOSTO DE 2008 TÉRMINO: AGOSTO DE 2009 DATA: URBANA RURAL NOVO CONTINUIDADE II-CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA /PROJETO 1. JUSTIFICATIVA Considerar a violência sexual como fenômeno social significa estudar e entender suas múltiplas causas, a partir das especificidades que o compõem, para que sejam elaboradas as estratégias de enfrentamento. Pensar tal tarefa significa construir de forma participativa as políticas públicas e os mecanismos de articulação dos atores responsáveis, considerados os eixos do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. A experiência acumulada pelo poder público e sociedade civil no tratamento do problema da violência sexual, vem configurando a temática como paradigma dos direitos humanos, visto que o fenômeno envolve a totalidade cultural, social, política e legal, as quais estão entrelaçadas de forma dialética. O atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual compreende as dimensões individuais, grupais e familiares dos usuários, considerando o seu contexto de vida, as problemáticas sócioeconômicas, as disfunções psicossociais e as possibilidades de intervenção, resgate da convivência familiar e dos vínculos parentais de amparo, responsabilidade e autonomia, devendo ter, sempre, um alcance abrangente, com diversos serviços ao cidadão, de forma a integrar em rede todos os serviços existentes.

3 Mas apesar deste entendimento, aceito pela maioria dos responsáveis por tal enfrentamento, o que se observa é uma fragmentação entre os diversos órgãos que oferecem algum tipo de atendimento às vítimas e familiares, os quais terminam por executar o seu trabalho isoladamente, não havendo um protocolo unificado de acolhimento, encaminhamento, avaliação e acompanhamento entre as instâncias existentes, sejam governamentais (saúde, assistência, educação, segurança, justiça, direito humanos, cultura, etc.), de defesa, controle social, mobilização e garantia de direitos (conselhos de direitos, tutelares e outros; fóruns, comissões, comitês, etc.) ou não governamentais (projetos, serviços, convênios, centros comunitários, associações, entidades e organizações independentes, entre outros). Portanto, é patente a necessidade de intensificação do trabalho de integração da rede de serviços locais, em acordo à metodologia de expansão do PAIR - Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes no Território Brasileiro, cuja implantação não tem, até o momento, privilegiado nenhum município paraense com a inclusão em seu programa de execução. Este Projeto vem complementar as ações de enfretamento nos municípios de Belém, Altamira, Marabá e Marituba através de diagnósticos rápidos e participativos e mapeamentos da situação de violência sexual contra crianças e adolescentes. Porém, em virtude da construção do Plano Estadual, sentiu-se a necessidade de um olhar mais específico nos municípios de abrangência da BR-163 e na ilha do Marajó devido as denuncias pesquisas no Disk 100, dados do Centro de Defesa da Criança e do Adolescentes e das entidades da sociedade civil que atuam na articulação, mobiliarão, prevenção e atendimento dos casos. O trabalho de intervenção na Ilha de Marajó, justifica-se, especialmente, por sua natureza, cultura típica e segundo dados da Embratur o grande crescimento do turismo e a divulgação de sites pornográficos estimulando o turismo para fins sexuais. A mídia nos últimos dois meses denunciou uma rede de exploração sexual nos municípios de Portel e Breves, inclusive o tráfico de pessoas para fins sexuais, no qual 15 adolescentes foram traficas para a Europa.

4 Outro fator de risco na ilha do Marajó é o distanciamento dos municípios o que facilitam que os direitos sejam violados, sem uma intervenção para a garantia dos direitos inclusive, os básicos, causando desestruturação familiar, que em geral, são famílias de baixa renda, em situação de alta vulnerabilidade social, nas quais os rendimentos obtidos pelas crianças e/ou adolescentes são significativos para a sobrevivência de todos. E na maioria das vezes, os próprios familiares são responsáveis pela iniciação ou manutenção das crianças e adolescentes na situação de violência sexual. Além disso, não existem centros de referencia para que seja feito o acompanhamento dos casos e nem delegacias especializadas em crimes contra crianças e adolescentes. As entidades locais que atuam nos segmentos de proteção à criança e ao adolescente agruparam-se, a partir do ano de 2001, em duas frentes de discussão, articulação e mobilização, visando o controle social e a contribuição para melhoria dos serviços, compostas basicamente pelas mesmas entidades, na Rede Estadual de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (2001) e o Fórum Municipal de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (2002). Nessa perspectiva, há que se considerar, particularmente, os indicadores relativos ao abuso sexual, exploração sexual e tráfico de pessoas no âmbito da região do Baixo Amazonas que corta a BR-163 do arquipélago do Marajó. Posto que as pesquisas apontem para a presença da violência sexual e o tráfico de seres humanos para fins de exploração sexual na maioria dos 143 municípios locais, mas as ações de garantia de direitos, defesa e responsabilização, mobilização e articulação, análise da situação, protagonismo juvenil e atendimento às vítimas, são realizadas quase que exclusivamente na esfera da capital, a qual é a referência central de toda a região paraense. Evidencia-se, então, a necessidade de ações voltadas para a sensibilização, mobilização, instrumentalização, articulação e fortalecimento das redes locais como estratégia de defesa e de garantia dos direitos da criança e do adolescente, tendo-se como missão contribuir para uma sociedade mais justa, intervindo de forma qualificada na defesa, garantia e promoção dos direitos e interesses de crianças e adolescentes da Amazônia Paraense e nos municípios

5 de Ananindeua, Rurópolis, Belterra, Santarém, Novo Progresso, Trairão, Itaituba, Alenquer, Portel, Breves, Souré, Salvaterra. Em conformidade ao Programa Nacional de Direitos Humanos, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos - SEJUDH, em parceria com a Fundação de Amparo e Desenvolvimento à Pesquisa FADESP, da Universidade Federal do Pará UFPA, vem propor habilitação técnica, através de convênio, para execução do Projeto ora intitulado: GUARANI (enfrentar o perigo): Articulação e fortalecimento das redes de proteção para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes na área de abrangência da BR 163 e em municípios estratégicos da ilha do Marajó a ser financiado com recursos da Subsecretaria de Promoção dos Direito da Criança e do Adolescente, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SPDCA / SEDH), e do Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente FNCA / Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA. 2. OBJETIVO 2.1. Objetivo Geral Articular e fortalecer as Redes de proteção para o enfrentamento da violência sexual contra Crianças e Adolescentes na Área de abrangência da BR 163, especificamente, a microrregião do Baixo Amazonas e em municípios estratégicos da ilha do Marajó Objetivos Específicos 1- Articular parcerias estratégicas com órgãos públicos, privados e com entidades de referencia da sociedade civil; 2- Mobilizar e formar a rede de serviços para a consolidação do sistema de garantia de direitos. 3- Diagnosticar nas cidades da microrregião do Baixo Amazonas que cortam a BR-163 e em municípios estratégicos da ilha do Marajó sobre a situação da rede de proteção social à criança e ao adolescente.

6 4- Diagnosticar na região do Baixo Amazonas e nos municípios estratégicos da Ilha do Marajó a situação da violência sexual contra crianças e adolescentes. 5- Realizar campanhas de sensibilização e de mobilização sobre o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. 6- Promover educação em Direitos Humanos para formar agentes multiplicadores no fortalecimento da rede de proteção à infância e adolescência. 7- Formar grupo de jovens e adolescentes como sujeitos de direitos no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. 8- Criar uma campanha sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes nas hidrovias que permeiam os municípios estratégicos da ilha do Marajó em parceria com a Capitania dos Portos, empresas de navegação, serviços portuários, seguimentos de turismo e hotelaria, agencias de regulação, órgão de segurança e justiça, dentre outros. 9- Realizar seminários de monitoramento e encontro de culminância do Projeto 3. METAS 1. Mapeamento nos municípios da região da BR-163 e em Portel, Breves, Salvaterra, Soure, na Mesorregião Marajó sobre a situação da rede de proteção social. 2. Mapeamento da Exploração Sexual contra crianças e adolescentes na região da BR-163 e municípios da Mesorregião do Marajó. 3. Reuniões com entidades e atores locais engajados na problemática do abuso, exploração comercial e tráfico de seres humanos para a construção dos planos operativos locais. 4. Cursos de Qualificação e capacitação para o acolhimento, atendimento e encaminhamento das situações. 5. Realização de 01 campanha nos municípios envolvidos para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes.

7 6. Promover oficinas com representantes de entidades juvenis que executam ações de enfrentamento ao abuso, exploração e tráfico humano para fins comerciais 7. Realização de 02 seminários por região nos pólos do baixo amazonas e na ilha do Marajó para monitoramento da ações e como culminância do projeto. 8. Publicação da sistematização de todo o processo 4. ATIVIDADES PREVISTAS 1. Avaliação do fluxo e qualidade do atendimento através de visitas aos locais e/ou entidades que desenvolvem atividades de atendimento. 2. Mapeamento de pontos de exploração sexual nas regiões. 3. Planos operativos locais construídos. 4. Qualificação e sensibilização de profissionais que atuam na rede de proteção para fomentar equipes multidisciplinares responsáveis pela operacionalização dos Planos Operativos Locais. 5. Campanhas Educativas de enfrentamento ao abuso, exploração sexual e tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, com apoio de meios de comunicação. 6. Oficinas de capacitação dos atores de entidades juvenis envolvidos no processo de enfrentamento da violência sexual e tráfico de seres humanos. 7. Ações participativas de monitoramento e avaliação das entidades de atendimento de violência sexual e tráfico de pessoas para exploração sexual. 8. Publicar os planos operativos locais e documentos de referência. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AZEVEDO, Maria Amélia. & GUERRA, Viviane. N. A. Infância e Violência Doméstica: fronteiras do conhecimento. São Paulo: Cortez, FREIRE COSTA, Jurandir. Violência e Psicanálise, Rio de janeiro, Ed. Graal, HAZEU, Marcel & FONSECA, Simone. Violência contra Crianças e Adolescentes na Região Metropolitana de Belém: 1998 e 1999

8 dados e reflexões sobre a problemática. Movimento República de Emaús Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Emaús NEVES, Rosa H. N.; QUINTELA, Rosângela. & CRUZ, Sandra H. A política de Assistência Social em Belém. Belém: Paka - Tatu, RODRIGUES, Pedro Raimundo R. & SANTOS, Rodrigo M. Estudo Estatístico dos Casos de Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Registrados no Projeto Sentinela - Belém de Monografia (Especialização em Estatística UFPA, Belém - PA, Brasil).

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial dos Direitos Humanos Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial dos Direitos Humanos Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria Especial dos Direitos Humanos Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência

Leia mais

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local

Histórico Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) agosto de 2010 no Recife Transformando a sociedade a partir da igreja local Histórico Esta campanha tem sua origem no contexto do V Encontro Nacional da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) em agosto de 2010 no Recife PE. Nessa ocasião, o enfoque do evento foi: Transformando

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes Mostrando que a proteção de nossas crianças e adolescentes também está em fase de crescimento Subsecretaria de Promoção

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

P A I R. Secretaria Especial dos Direitos Humanos Presidência da República

P A I R. Secretaria Especial dos Direitos Humanos Presidência da República P A I R Secretaria Especial dos Direitos Humanos Presidência da República GESTÃO E EXECUÇÃO Gestão Estratégica: Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança a e do Adolescente - SPDCA Secretaria Especial

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 Disciplina a Política Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES SUGESTÕES DE COMO ABORDAR NAS EMPRESAS O TEMA DO ENFRENTAMENTO DA EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Vana Rousseff MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Disque Denúncia Nacional: DDN 100 Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças

Leia mais

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES

ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES ANEXO II CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO E/ OU IMPLANTAÇÃO DE ÓRGÃOS COLEGIADOS E APOIO A FÓRUNS E REDES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio aos Fóruns, Comitês, Associações

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE APRESENTAÇÃO: A violência sexual contra a criança e o adolescente tem sido um problema de difícil enfrentamento por

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012

EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012 EDITAL DE SELEÇÃO - REDES DA MARÉ Nº 01/2012 A Redes da Maré seleciona tecedores para o Programa Criança Petrobras (PCP) na Maré. Antes de se candidatar, conheça bem os valores e atuação da instituição.

Leia mais

Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. - Assistente Técnico Local -

Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. - Assistente Técnico Local - Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher - Assistente Técnico Local - No âmbito do Programa Pará - Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial de Políticas para

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professora: Juliana Petrocelli Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes

Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes 1 Comissão Municipal Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes PLANO MUNICIPAL DE ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Ponta Grossa Paraná 2013

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

Aprova o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - PNETP e institui Grupo Assessor de Avaliação e Disseminação do referido Plano.

Aprova o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - PNETP e institui Grupo Assessor de Avaliação e Disseminação do referido Plano. Presidência da RepúblicaCasa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.347, DE 8 DE JANEIRO DE 2008. Aprova o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - PNETP e institui Grupo Assessor

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2016 - Política para as Mulheres: Promoção da Autonomia e Enfrentamento à Violência 20O0 - Políticas Culturais de Incentivo à Igualdade de Gênero Número de Ações 13 Esfera: 10 - Orçamento Fiscal

Leia mais

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,

Leia mais

MINISTÉRIO DO TURISMO

MINISTÉRIO DO TURISMO MINISTÉRIO DO TURISMO TURISMO SUSTENTÁVEL & INFÂNCIA-TSI Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva Ministra de Estado Marta Suplicy Coordenadora Elisabeth Bahia MINISTÉRIO DO TURISMO A missão do

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA Seminário de Vigilância e Prevenção da Violência e Promoção da Cultura da Paz SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA A INFÂNCIA E A ADOLESCÊNCIA Secretaria Especial dos Direitos Humanos Subsecretaria de Promoção

Leia mais

A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES AS AÇÕES SÃO DESENVOLVIDAS POR QUATRO ÁREAS ESTRATÉGICAS:

A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES AS AÇÕES SÃO DESENVOLVIDAS POR QUATRO ÁREAS ESTRATÉGICAS: O QUE É QUE FAZ A SECRETARIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES A Prefeitura de São Paulo, em maio de 2013, seguindo a política implementada nacionalmente e atendendo uma reivindicação histórica do movimento

Leia mais

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira.

3. 1 Executar e monitorar as metas e etapas previstas no Plano de Trabalho assim com sua execução operacional, administrativa e financeira. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 02/2012 TIPO: MELHOR QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos,

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência

PALAVRAS-CHAVE Rede de Proteção. Criança e adolescente. Direitos Humanos. Violência 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA (X) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

30 de julho a 01 de agosto de 2014 Santa Maria/RS Brasil Associação Internacional de Pesquisa na Graduação em Pedagogia (AINPGP)

30 de julho a 01 de agosto de 2014 Santa Maria/RS Brasil Associação Internacional de Pesquisa na Graduação em Pedagogia (AINPGP) RIQUEZA E POBREZA EM UMA REGIÃO EXUBERANTE: OS DESAFIOS DO GESTOR EDUCACIONAL NO ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Fernando Teixeira da Silva - UFRA Sidimar Pedroso Silva-

Leia mais

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis.

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis. Histórico 1º semestre de 2008 Elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, hsh e travestis Agos/08 Oficina Macro Sudeste para apresentação do Plano Nacional Set/08

Leia mais

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES

ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES ANEXO III CONDIÇÕES E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA APOIO A ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS INOVADORES I ÁREAS DE INTERESSE Criança e Adolescente Apoio a Estudos e Pesquisas e Projetos Inovadores para promoção,

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA Função no Projeto: Contratação de consultoria especializada para desenvolver e implementar estratégias de impacto e sustentabilidade da Campanha Coração Azul no

Leia mais

Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República ÍNDICE

Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República ÍNDICE Secretaria dos Direitos Humanos Presidência da República O QUE É O PLANTAR? O Plano Técnico de Articulação de Rede de Promoção dos Direitos da Pessoa Idosa (PLANTAR) é uma proposta metodológica que pretende

Leia mais

FORTALECENDO E ARTICULANDO A REDE DE ATENÇÃO A CRIANÇA E O ADOLESCENTE

FORTALECENDO E ARTICULANDO A REDE DE ATENÇÃO A CRIANÇA E O ADOLESCENTE FORTALECENDO E ARTICULANDO A REDE DE ATENÇÃO A CRIANÇA E O ADOLESCENTE Fazer laços é ligar, entrelaçar o que está separado. Literal e metaforicamente falando. A inclusão do trabalho sobre o tema da sexualidade

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas

Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas Eixos do Plano de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Município de Palmas Período de execução 2015/2019 EIXO PREVENÇÃO EIXO - PREVENÇÃO Objetivo: Assegurar ações preventivas

Leia mais

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF

O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou

Leia mais

PROGRAMA Nº- 105 CASA DA MULHER/CENTRO ESPECIALIZADO DE ATENDIMENTO A MULHER CASA ABRIGO

PROGRAMA Nº- 105 CASA DA MULHER/CENTRO ESPECIALIZADO DE ATENDIMENTO A MULHER CASA ABRIGO ÓRGÃO RESPONSÁVEL: Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulher NOME: PROGRAMA Nº- 105 CASA DA MULHER/CENTRO ESPECIALIZADO DE ATENDIMENTO A MULHER CASA ABRIGO Código Descrição FUNÇÃO: 14 Direitos

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

REGIÃO SUL. Grupo 1 EXPLORAÇÃO SEXUAL Políticas Envolvidas. Assistência Social. Saúde. Segurança pública. Sistema de justiça. Turismo.

REGIÃO SUL. Grupo 1 EXPLORAÇÃO SEXUAL Políticas Envolvidas. Assistência Social. Saúde. Segurança pública. Sistema de justiça. Turismo. REGIÃO SUL Eixos de Atuação 1. Informação e Mobilização Planejamento das Ações Intersetoriais 1.1 Realizar campanhas articuladas entre as políticas para prevenção do turismo sexual (agentes de saúde, professores

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL E CIDADANIA 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PROJETO TÉCNICO: ACESSUAS TRABALHO / PRONATEC EQUIPE RESPONSÁVEL: Proteção Social Básica PERÍODO: Setembro

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social O PETI e o Trabalho em Rede Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social Articulação da rede de serviços socioassistenciais Proteção

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia INSTITUTO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADANIA TERMO DE REFERÊNCIA No. 012/2015 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA/JURÍDICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. PROJETO Pontes para o Futuro 2. RECURSOS

Leia mais

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS

A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS A Política Nacional de Assistência Social na Perspectiva do Sistema Único - SUAS Deliberação da IV Conferência Nacional; Garantia de acesso aos direitos socioassistenciais; Modelo democrático e descentralizado

Leia mais

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que

Leia mais

Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos

Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos Plano de Ação de Educação em Direitos Humanos 1 - Diagnóstico População do Estado de Goiás: 5.647.035 87,88% urbana 12,12% rural IDH de Goiás: 0,800 50,18% mulheres 49,82% homens 43,6% brancos 50,9% pardos

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS

ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DE ALAGOAS ENSINO BÁSICO Nomes das instituições representadas: SEE/AL, SEMED-Maceió, SEMED-Barra de Santo Antônio- Campestre e Novo Lino, Associação Clube

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (2004) O SUAS materializa o conteúdo da LOAS, cumprindo no tempo histórico dessa Política as exigências

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA N.º

TERMO DE REFERÊNCIA N.º MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 Plano de Ação Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Juruti 2012-2014 APRESENTAÇÃO Nosso O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do município de Juruti apresenta, no

Leia mais

I Oficina com os Estados: Fortalecer a Gestão para Concretizar a Proteção Social

I Oficina com os Estados: Fortalecer a Gestão para Concretizar a Proteção Social I Oficina com os Estados: Fortalecer a Gestão para Concretizar a Proteção Social OFICINAS DO XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS ENFRENTAMENTO AO TRABALHO INFANTIL NO PLANO BRASIL SEM MISÉRIA Nivia Maria

Leia mais

Histórico 2006/ 2010

Histórico 2006/ 2010 Histórico 2006/ 2010 Programa Na Mão Certa O Programa Na Mão Certa, uma iniciativa da Childhood Brasil, que tem como objetivo reunir esforços para mobilizar governos, empresas e organizações da sociedade

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada

Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada Agenda Regional de Desenvolvimento Sustentável Eixo 4: Gestão Regional Integrada 1 O Projeto Litoral Sustentável 1ª Fase (2011/2012): Diagnósticos municipais (13 municípios) Diagnóstico regional (Já integralmente

Leia mais

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas

Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas Serviço Social: inovação dos serviços em Bibliotecas Públicas SERVIÇO SOCIAL NA BSP SERVIÇO SOCIAL NA BSP BSP COMO ESPAÇO CULTURAL COM AÇÃO CENTRADA NA LEITURA A LEITURA é vista pela BSP como fundamento

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PARÁ Objetivo 1 - Garantir ações de enfrentamento do HIV/DST/aids para gays, outros HSH e travestis, do ponto

Leia mais

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO

A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A GESTÃO DO CREAS E AS MUDANÇAS COM A TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO A Assistência Social como política de proteção social configura uma nova situação para o Brasil: garantir proteção a todos, que

Leia mais

Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands

Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Conférence Internationale Tourisme sexuel impliquant des enfants & grands

Leia mais

PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher

PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher PARÁ: O histórico do Ministério Público Paraense no enfrentamento à Violência contra a mulher Lucinery Helena Resende Ferreira do Nascimento Túlio Carlos Souza Ortiz Desde o nascimento da Lei 11.340, em

Leia mais

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões

SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões SERVIÇO DE CONVIVENCIA E FORTALECIMENTO DE VINCULOS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS & Algumas reflexões ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTENTE SOCIAL CARIDADE? FAVOR? O QUE OS VEREADORES FAZEM?

Leia mais

Consulta Pública ESTRATÉGIAS

Consulta Pública ESTRATÉGIAS Plano Municipal de Educação PME Secretaria Municipal de Educação São Francisco do Sul Fórum Municipal de Educação Consulta Pública META 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

Secretaria Nacional de Assistência Social

Secretaria Nacional de Assistência Social POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004

Leia mais

JUSTIÇA PARA O SÉCULO 21 PROTOCOLO DE INTENÇÕES

JUSTIÇA PARA O SÉCULO 21 PROTOCOLO DE INTENÇÕES JUSTIÇA PARA O SÉCULO 21 PROTOCOLO DE INTENÇÕES A 3ª Vara do Juizado Regional da Infância e da Juventude de Porto Alegre, a Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul AJURIS, o Conselho Municipal dos Direitos

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS

Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS Projeto Cidades da Copa PLANO DE AÇÃO PORTO ALEGRE - RS PORTO ALEGRE EM AÇÃO É ESPORTE E EDUCAÇÃO O esporte não é educativo a priori, é o educador que precisa fazer dele ao mesmo tempo um objeto e meio

Leia mais

PARTICIPAÇÃO POPULAR NO SUAS

PARTICIPAÇÃO POPULAR NO SUAS PARTICIPAÇÃO POPULAR NO SUAS MINISTÉRIO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE Á FOME MDS Secretaria Nacional de Assistência Social SNAS Departamento de Gestão do SUAS DGSUAS Coordenação Geral de Regulação

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Crescendo junto com o Brasil. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam

NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA. Plano de Ação. Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam NÚCLEO NÓS PODEMOS BAHIA Plano de Ação A - MISSÃO Articular e integrar os segmentos da sociedade e recursos para desenvolver ações que contribuam diretamente para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009

PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 COORDENADORIA DE PROMOÇÃO E PROTEÇÃO À SAÚDE - COPROM NÚCLEO DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS NUPREV PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTOÀ FEMINIZAÇÃO DA AIDS NO CEARÁ - 2009 Responsáveis pela elaboração:

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

Breve Cronologia das Ações

Breve Cronologia das Ações A ECPAT nasce como campanha de mobilização contra o turismo sexual nos países asiáticos e, a partir de 1995, torna-se referência mundial no combate à exploração sexual comercial, à pornografia e ao tráfico

Leia mais

Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1 A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas tem por finalidade estabelecer princípios, diretrizes

Leia mais

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo

RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo RELATÓRIO DA PESQUISA ONLINE: Avaliação dos Atores do Sistema de Garantia de Direitos participantes das Oficinas em São Paulo APRESENTAÇÃO A SaferNet Brasil é uma associação civil de direito privado, com

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CARTA DA BAHIA O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente- CONANDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal no 8.242, de 12 de outubro de 1991, e pelo seu Regimento

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E PROTEÇÃO DO TRABALHADOR ADOLESCENTE NO CEARÁ - 2007 / 2010

PLANO ESTADUAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E PROTEÇÃO DO TRABALHADOR ADOLESCENTE NO CEARÁ - 2007 / 2010 PROTEÇÃO DO TRABALHADOR ADOLESCENTE NO CEARÁ - 2007 / Eixo Programático nº 01: INTEGRAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DOS DADOS Eixo Programático 01: Integração e Sistematização dos Dados Objetivo específico: Identificar

Leia mais