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1 Jornal edição especial MDS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome fevereiro 2009 edição especial MDS e Prefeituras: Integração que fortalece a rede de proteção social Fotos: Bruno Spada/MDS A parceria do MDS com os Municípios tem contribuído para melhorar a vida de Ronaldo e Raileane dos Santos e mais 64 milhões de brasileiros. O objetivo é garantir a todos o direito à cidadania

2 2 Editorial Patrus Ananias, Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Seguindo as diretrizes traçadas pelo presidente Lula, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vem consolidando no Brasil uma grande rede de proteção e promoção social, com efeitos transformadores sobre a vida das pessoas pobres e vulneráveis. Com o tratamento dado pela Constituição de 1988, os Municípios, por sua vez, ocupam importante espaço na implementação dessa ampla rede de políticas públicas. Portanto, cabe a eles a co-responsabilidade de identificar, juntamente com o MDS, os programas adequados a suas realidades, bem como o cumprimento compartilhado dos requisitos para a boa execução das políticas. Por essa razão, é muito importante que os Municípios conheçam os programas e ações de proteção e promoção social, estruturados na rede que possui o Programa Bolsa Família como elemento de coesão, atendendo a 11 milhões de famílias pobres. Muitas das importantes conquistas do Bolsa Família devem-se à sua articulação com os demais elementos dessa rede. O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza a gestão da assistên- Municípios e políticas sociais Os cartões acima fazem parte da série Desenvolvimento Social é: iniciada pelo MDS com o objetivo de valorizar as iniciativas nesse setor. cia social de forma integrada, seja por meio dos serviços prestados às famílias nos 3,7 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), ou pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a 3,3 milhões de pessoas pobres, idosas ou com deficiências incapacitantes para o trabalho. Por sua vez, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) integra políticas que garantem o acesso da população à alimentação adequada, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), de equipamentos como Restaurantes Populares ou das 220 mil cisternas que possibilitam o acesso à água no semiárido. Finalmente, as ações de inclusão socioprodutiva, voltadas à geração de trabalho e renda e à inserção socioeconômica, vêm permitindo autonomia e emancipação das famílias. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome saúda os prefeitos e os gestores municipais de políticas sociais, convidando-os a avançarem cada vez mais nessa parceria que vem transformando as vidas das famílias pobres em nosso país. Jornal MDS O Jornal MDS é uma publicação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, produzido pela Assessoria de Comunicação Social Jornalista responsável / Coordenação: Ângela Carrato MT (MG) Imprensa: João Luiz Mendes Comunicação Eletrônica: Letícia Tagliassuchi Publicidade: Maria de Fátima Duarte Relações Públicas e Eventos: Maristela Felipe de Melo Chefe de Redação: Claudia Buono Reportagem: Adriana Scorza, André Carvalho, Dimas Ximenes, Rogéria de Paula e Roseli Garcia - Fotos: Bruno Spada e Prefeitura de Marília (SP) Projeto gráfico: Chica Magalhães Diagramação: Cláudio Carneiro de Mendonça / Informe Comunicação Impressão: Gráfica Brasil Se você deseja receber um exemplar deste jornal, favor mandar as informações sobre o endereço de entrega para o Você pode também enviar uma correspondência para: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome / Esplanada dos Ministérios - Bloco C - sala Brasília (DF) CEP: Consulte o site: Ligação gratuita:

3 Rede de Proteção 3 Jornal mds edição especial fevereiro 2009 Integrar para incluir socialmente André Carvalho A implementação das políticas destinadas à proteção e promoção social, coordenadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), é visível em todo o País. Os 3,7 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) que estão em funcionamento são um bom exemplo. Nessas unidades, os cidadãos são orientados sobre a existência de direitos e a possibilidade de vir a receber o Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC), ou Bolsa Família e participam de ações como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), entre outros projetos. Lá, também, esses cidadãos são acolhidos, orientados e integrados em iniciativas socioeducativas e de geração de trabalho e renda. O MDS também implementa ações voltadas à geração de trabalho e renda e à inserção socioeconômica, com vista a promover a autonomia e emancipação das famílias. Dentre elas destacam-se as que acontecem no âmbito do Plano Setorial de Qualificação e Inserção Profissional (PlanSeQ) Bolsa Família. É uma iniciativa do Governo Federal sob a responsabilidade dos Ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) que objetiva qualificar beneficiários do Programa Bolsa Família para atender as demandas geradas nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O setor da construção civil foi o primeiro a se beneficiar do PlanSeQ Bolsa Família, com estimativa de 184 mil capacitações em todo o Brasil. Além dele, o segmento do turismo também prevê qualificações O sucesso da rede integrada de proteção social depende do envolvimento das três esferas de governo para inserção em postos de trabalho gerados pela cadeia produtiva. Em 2009, serão beneficiados 211 Municípios, as capitais de Estados e os integrantes das regiões metropolitanas da Baixada Santista, Belém, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Dentro da rede de proteção e promoção social, ampliada pelo MDS em parceria com outros órgãos do Governo Federal e também com Prefeituras e governos estaduais, está o Bolsa Família, programa de transferência condicionada de renda que chega a todos os Municípios brasileiros e atende, atualmente, a cerca de 11 milhões de famílias, com investimento de R$ 11,9 bilhões previsto para Na área de segurança alimentar e nutricional, destaca-se o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), que atende, de um lado, pequenos agricultores, e por outro, garante alimentação de qualidade às pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. O PAA investe, por ano, R$ 445 milhões para atender 66,9 mil produtores. O Ministério financia, ainda, a instalação de Restaurantes Populares, Cozinhas Comunitárias e Bancos de Alimentos em todo o País. Para a região do semiárido, o MDS investe no Programa de Cisternas tanques onde é possível armazenar água da chuva, para o consumo humano, nos períodos de estiagem. Os programas, parcerias e iniciativas conduzidas pelo MDS proporcionam substancial melhoria na qualidade de vida de cerca de 64,3 milhões de brasileiros. Além da transferência de renda, as ações possibilitam aumento da escolaridade, melhoria na saúde, qualificação profissional e inserção no mercado de trabalho. A continuidade e o sucesso dessa rede integrada pressupõem o envolvimento harmônico do Governo Federal, Estados, Municípios e Distrito Federal com um único objetivo: promover à condição de cidadãos aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social. Bruno Spada

4 4 Bolsa Família Bruno Spada Concessão do Benefício O Bolsa Família atende famílias com renda de até R$ 137 por pessoa. O primeiro passo para a participação é dado pela Prefeitura, que tem a responsabilidade de inscrever famílias, com renda de até meio salário mínimo, no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Com base nessas informações e na estimativa de famílias pobres por Município, a concessão do benefício é realizada, por sistema eletrônico e impessoal. O passo seguinte ao cadastramento é o monitoramento das condicionalidades (exigência da frequência à escola e presença aos serviços de saúde) das famílias beneficiadas. Essa ação é realizada pelo MDS em parceria com os Ministérios da Saúde e da Educação e com os Estados e Municípios, responsáveis pelas informações registradas nos respectivos sistemas. Êxito da Gestão compartilhada

5 Jornal mds edição especial fevereiro Onaur Ruano Secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS Roseli Garcia Claudenice Regina de Souza, moradora de Marília (SP), teve o benefício do Bolsa Família suspenso duas vezes, em 2007, porque o filho de 10 anos não freqüentava pelo menos 85% das aulas, mínimo exigido pelo programa. A gestão municipal que aciona coordenadores e diretores das escolas na busca dos alunos faltosos não descansou enquanto não convenceu a mãe sobre a importância do cumprimento das condicionalidades nas áreas de educação e saúde. O monitoramento da frequência escolar, realizado pelo Município paulista, ilustra claramente a importância da atuação das Prefeituras na gestão do programa de transferência condicionada de renda do Governo Federal, que atende 11 milhões de famílias. Sem a busca constante dos beneficiários que apresentam problemas no cumprimento das contrapartidas exigidas pelo programa provavelmente a catadora de material reciclável de Marília estaria engrossando o grupo de mais de 100 mil famílias que teveram o benefício cancelado após o quinto descumprimento consecutivo das condicionalidades. Hoje, dona Claudenice participa das reuniões programadas pela gestão municipal, mostra com orgulho a melhoria ocorrida em sua residência devido ao Bolsa Família e o filho, além da escola, freqüenta uma unidade da Casa do Pequeno Cidadão. O modelo de gestão do Programa Bolsa Família, criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), pressupõe um trabalho compartilhado com Estados e Municípios, e também com os Ministérios da Saúde e da Educação, entre outros órgãos. As ações desenvolvidas pelas Prefeituras, como cadastramento e atualização cadastral da população de baixa Prefeitura de Marília / SP A família de Claudenice Souza, orientada pela gestão municipal do Bolsa Família, voltou a cumprir as condicionalidades e a receber o benefício renda, gestão de benefícios, monitoramento da frequência escolar e da agenda de saúde são fundamentais para o controle do programa e a promoção social dos beneficiários. Apoio financeiro Para manter o benefício, as famílias atendidas precisam cumprir as condicionalidades: 85% de freqüência escolar para alunos com idades entre 6 e 15 anos, 75% para adolescentes de 16 e 17 anos, e acompanhamento médico para crianças, gestantes e nutrizes (vacinação, pré-natal). O benefício é cancelado no quinto registro de descumprimento. O acompanhamento das condicionalidades permite identificar as famílias mais vulneráveis, aquelas que não cumprem as condicionalidades. Esses beneficiários necessitam de mais atenção dos setores de saúde, educação e assistência social. Por isso, as regras de monitoramento das condicionalidades preveem sanções gradativas, para que os Municípios tenham tempo de buscar os beneficiários em situação de descumprimentos e identificar suas vulnerabilidades. Com o objetivo de apoiar os Municípios em todas essas atividades, o MDS instituiu o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) para repasse de recursos às Prefeituras, com base no desempenho de cada uma. O IGD leva em consideração as informações registradas nos sistemas de quatro indicadores, com base na estimativa de famílias pobres: cadastro válido, atualização cadastral, percentual de acompanhamento da frequência e da saúde. O indicador é atualizado mensalmente e os valores gerados são repassados às Prefeituras para investimentos nas ações de gestão do Bolsa Família. Todas as informações que ajudam na gestão compartilhada do programa são disponibilizadas no endereço: e enviadas por a cada Município. Por isso, os novos gestores precisam enviar à Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS seus contatos, e telefone. Dúvidas dos gestores sobre o programa podem ser resolvidas pela Coordenação de Atendimento no telefone: (61) ou pelo

6 6 Assistência Social Rogéria de Paula Proteger, orientar, defender a dignidade, fortalecer os vínculos familiares e comunitários, acolher e apoiar quem teve seus direitos ameaçados ou violados. Destinadas especialmente à população pobre, essas ações fazem parte da Política Nacional de Assistência Social e devem ser responsabilidade compartilhada entre os Governos Federal, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal. Esse conceito ficou claramente estabelecido com o surgimento da Lei Orgânica de Assistência Social, a LOAS (Lei nº 8.742), em 1993, e do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em O novo sistema traduziu a Assistência Social como política de Estado, planejada, regulamentada, com financiamento assegurado e, sobretudo, comprometida com o impacto e os resultados sobre as condições de vida das pessoas. Além de organizar o atendimento, ele agilizou o repasse dos recursos federais, respeitando as realidades locais levando em conta as necessidades específicas de cada Município e colocou a família como o centro das políticas desse setor. Amparado na Lei Orgânica e no SUAS, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove a inclusão social e a cidadania com duas importantes frentes de atuação: os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), unidades que atendem famílias de baixa renda em situação de vulnerabilidade social, com ações e serviços, e estimulam a convivência familiar e comunitária, e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), igualmente co-financiados pelo Ministério e que oferecem ações de Proteção Social Especial. São iniciativas que reforçam o compromisso do MDS com a luta contra a pobreza e com a universalização dos direitos sociais por meio de uma rede nacional de proteção e promoção social. O MDS promove a inclusão social e a cidadania com dua Atenção à família O trabalho desenvolvido junto às famílias de baixa renda é destaque no âmbito da Assistência Social. O Programa de Atenção Integral à Família (PAIF) tem como objetivos contribuir para a prevenção e o enfrentamento de situações de risco social, fortalecer os vínculos familiares e comunitários e promover a autonomia das famílias e comunidades. Os serviços são prestados nos CRAS, também conhecidos com Casas das Famílias por serem a porta de acesso aos programas sociais. Em geral, as unidades financiadas pelo MDS em parceria com os Municípios localizam-se em áreas com maiores índices de vulnerabilidade. Em todo o País, o Ministério repassa recursos para 3,7 mil CRAS. Neste ano, o PAIF será ampliado. Cerca de 115 novos Centros de Referência de Assistência Social

7 Trabalho Especializado para enfrentar abandono, preconceito e violência Jornal mds e d i ç ã o e s p e c i a l fevereiro A questão da violação dos direitos de crianças e adolescentes, pessoas com deficiência, idosos, mulheres e da população em situação de rua é combatida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome com uma importante estratégia: os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), que atendem casos de maus-tratos, violência sexual, negligência, abandono e discriminação. É nesses centros que funciona o Serviço de Enfrentamento à Violência, ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Instituído em 2004, o serviço tem como objetivo assegurar proteção imediata e atendimento psicossocial às crianças e aos adolescentes vítimas de violência, abuso e exploração sexual, e a seus familiares. A vítima e sua família são recepcionadas nos centros, recebem atendimento técnico especializado, psicossocial e jurídico. O Ministério já co-financiou a construção de CREAS unidades locais e 42 regionais. Já são atendidos Municípios. Panorama completo da rede socioassistencial s importantes frentes de atuação: os CRAS e os CREAS serão criados em 48 Municípios pré-selecionados e integrantes da lista de cidades que aderiram ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça. O objetivo é aliar a proteção social a famílias à prevenção e combate da violência nas comunidades, integrando as ações de governo para obter maior impacto na melhoria de vida das comunidades. Bruno Spada/MDS Para integrar ainda mais os Municípios ao SUAS, organizar o sistema e construir uma radiografia dos serviços socioassistenciais no País, o MDS criou o Cadastro Nacional do Sistema Único de Assistência Social (CadSUAS). É um sistema de informações para que o Governo Federal, como determina a lei, possa coordenar e manter atualizado o cadastro de entidades e organizações de assistência social, em articulação com os Estados, os Municípios e o Distrito Federal. Até abril, os gestores municipais e estaduais poderão atualizar dados sobre os serviços de Assistência Social existentes em seus territórios por meio do site do MDS. O CadSUAS se aplica a unidades públicas, como os CRAS, entidades privadas de assistência social, órgãos governamentais, conselhos e fundos de assistência social, além de trabalhadores da área. O preenchimento do CadSUAS é obrigatório e de responsabilidade dos órgãos gestores municipais, estaduais, do Distrito Federal, e dos conselhos de assistência social. em proteção social, prevenção e combate à violação dos direitos

8 8 Segurança Alimentar Fotos: Bruno Spada Os Bancos de Alimentos são um avanço na luta contra a fome e o desperdício Parceria que Desde 2003, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) financia a construção e/ou reforma de equipamentos públicos em convênios firmados com Estados ou Prefeituras. A parceria prevê a implantação de Restaurantes Populares, Bancos de Alimentos e Cozinhas Comunitárias. São unidades que oferecem refeições de qualidade e nutritivas, por meio de doação (no caso dos Bancos de Alimentos) ou preços acessíveis. O Ministério oferece aporte financeiro na construção e/ou reforma predial e na aquisição de equipamentos, utensílios, material permanente e de consumo. As Prefeituras ou Estados devem participar de edital público. O próximo está previsto para este mês. Os interessados devem atender a todos os requisitos exigidos nos editais, especialmente no que diz respeito aos prazos previstos. A gestão da unidade em funcionamento cabe à Prefeitura ou ao governo do Estado, que também deve subsidiar o preço das refeições, quando necessário. Restaurante Populares, Bancos de Alimentos e Cozinhas Comunitárias atendem, principalmente, trabalhadores que precisam se alimentar fora de seu domicílio, autônomos de baixa renda, flanelinhas, ambulantes, desempregados e pessoas em situação de insegurança alimentar, além de beneficiar entidades assistenciais conveniadas. O Ministério já investiu, até o momento, mais de R$ 142 milhões na implantação desses equipamentos públicos e, somente em 2008, R$ 40 milhões em novas instalações. Ao todos, são 491 unidades em funcionamento, beneficiando diretamente 839 mil pessoas. A cada dia, cerca de 93 mil refeições são servidas nos 65 Restaugarante alimento Adriana Scorza

9 Como ter acesso Restaurantes Populares e Bancos de Alimentos são direcionados aos Municípios com população superior a 100 mil habitantes, enquanto as Cozinhas Comunitárias aos Municípios que possuam o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). As Prefeituras devem atender aos critérios técnicos apresentados no Edital de Seleção e elaborar os projetos conforme o Manual de Implantação do Programa, ambos disponíveis no portal do MDS. Jornal mds edição especial fevereiro rantes Populares em funcionamento com o apoio do MDS. Essas unidades comercializam refeições prontas ao preço de R$ 1,00 para aqueles que precisam se alimentar fora de seus domicílios. Os convênios são firmados com Municípios que têm mais de 100 mil habitantes e cada instalação deve ter capacidade de produção mínima de refeições por dia. Nas 371 Cozinhas Comunitárias que começaram a funcionar até o ano passado, com apoio financeiro do MDS, são servidas 69 mil refeições diariamente. O objetivo do Ministério é incentivar e apoiar a implantação de pequenas unidades de produção de refeições, contemplando as áreas de grande concentração da população. Já os Bancos de Alimentos possuem 55 instalações em funcionamento em oito Estados, sendo que 11 foram inaugurados em Esses estabelecimentos, que beneficiam mais de 671 mil pessoas, recebem doações de alimentos em geral, de produtores e comércio locais que, por razões variadas, são impróprios para a comercialização, mas adequados ao consumo humano. Após a análise, seleção, classificação e embalagem, os alimentos são repassados às instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, que produzem e distribuem, gratuitamente, refeições a pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. Em contrapartida, as entidades atendidas pelos Bancos de Alimentos participam de atividades de capacitação em educação alimentar para que o conhecimento seja repassado à comunidade. Esse equipamento público representa não só um avanço na luta contra a fome, mas também contra o desperdício de alimentos. Os Restaurantes Populares e as Cozinhas Comunitárias servem refeições em ambientes adequados, com qualidade, respeitando as diferenças regionais

10 10 Segurança Alimentar Como ter acesso As Prefeituras interessadas em participar do Programa de Aquisição de Alimentos e do Programa de Cisternas devem apresentar seus projetos nos prazos definidos em edital divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Ele é publicado no Diário Oficial da União e disponibilizado no portal do Ministério: Bruno Spada Água e comida para todos Dimas Ximenes Dois importantes programas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) têm amenizado a escassez de água para famílias rurais e garantido acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional. São o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e os reservatórios de captação de água das chuvas (cisternas, barragens subterrâneas, tanques de pedra e barraginhas). O PAA, uma das ações do Fome Zero, prevê a compra de alimentos da agricultura familiar e os doa a entidades socioassistenciais que atendam pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Parte dos alimentos também é destinada à recomposição dos estoques estratégicos do Governo Federal. Os alimentos são adquiridos, com isenção de licitação, por preços de referência que não podem ser superiores nem inferiores aos praticados nos mercados regionais, até o limite de R$ 3,5 mil ao ano por agricultor e o mesmo valor, por semestre, no caso do leite. Em 2008, o programa recebeu R$ 445 milhões, atendendo cerca de oito milhões de pessoas. No caso do PAA Leite, foram comprados, em média, 468 mil litros por dia em Municípios beneficiados, em nove Estados, com a aquisição e/ou distribuição do produto. Desde o início da ação, implantada em 2003, o Ministério já investiu R$ 1,9 bilhão, atendendo a 66,9 mil produtores. Cisternas Os reservatórios de água são construídos nos Municípios do semiárido brasileiro. As cisternas atendem às famílias com a água para o consumo: beber e preparar os alimentos. Por isso, são chamadas de primeira água. Os outros reservatórios são identificados como segunda água, pois servem para o apoio à agricultura familiar na produção de alimentos para o autoconsumo. As cisternas são construídas com placas de cimento por meio de tecnologia popular que capta a água das chuvas. Esse tipo de tanque permite armazenar 16 mil litros, o suficiente para o uso de uma família de cinco pessoas durante o período da seca. Os outros reservatórios são as barragens subterrâneas, tanques de pedra e barraginhas. Desde 2003, essas duas ações têm beneficiado 1,1 milhão de pessoas com 219 mil unidades instaladas da primeira água e 265 da segunda água. A água que vem da chuva também pode ser a solução de abastecimento para as pequenas escolas da zona rural do semiárido. O MDS, em parceria com o Ministério da Educação, tem trabalhado para identificar e prover essas escolas com cisternas. Elas serão o eixo mobilizador para um projeto pedagógico, junto às crianças, de conscientização ambiental, cidadania, segurança alimentar e convivência com a realidade da região, além de possibilitar melhora na preparação da merenda escolar.

11 Publicações 11 Jornal mds edição especial fevereiro 2009 O MDS disponibiliza aos Municípios uma série de publicações para que Marília Mendonça Leão os gestores conheçam o funcionamento e a avaliação dos programas Conselheira representante da sociedade civil no CONSEA Nacional, presidente da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos Jornal MDS Boletim eletrônico Está na 12ª edição e tem tiragem mensal de 85 mil exemplares, distribuídos a diversos setores como Prefeituras, parlamentares, conselhos de Assistência Social, Organizações não governamentais, Universidades e associações comunitárias, entre outros. Nele, mostrase o lado humano dos programas do Ministério, ampliando a visão por trás dos números. Os interessados em receber um exemplar do jornal e as outras publicações citadas nesta página devem mandar as informações sobre o endereço de entrega para o Também pode ser enviada uma correspondência para: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Esplanada dos Ministérios Bloco C Sala 534 Brasília (DF) CEP: Revistas Três revistas temáticas Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros Especializados de Assistência Social (CREAS) e Segurança Alimentar e Nutricional foram produzidas pelo Ministério nos anos de 2007 e 2008, respectivamente, sobre ações e programas da área de segurança alimentar e nutricional. Essas publicações, destinadas principalmente aos gestores, aborda de maneira detalhada o funcionamento de programas do MDS. Também mostram como essas iniciativas contribuem para mudar a realidade de diversas famílias brasileiras. Elaborado em versão eletrônica, o informativo é um resumo das principais notícias distribuídas à imprensa e publicadas no portal do MDS a cada semana. O boletim é enviado para 125 mil pessoas. Guias, cartilhas e Estudos Em versão eletrônica ou impressa, o MDS disponibiliza, aos gestores, o Guia das ações para a geração de trabalho e renda. Em sua versão 2008, o Guia possui informações sobre a inclusão social e o desenvolvimento local com sustentabilidade, por meio da articulação de programas e ações em um mesmo território. O objetivo é informar onde, como e por que acessar os recursos para a promoção do desenvolvimento social. É encontrada no endereço Outro guia que merece destaque é o de Políticas e Programas do MDS. Nele, o leitor encontra a descrição de todos os programas do MDS e como acessá-los. Está disponível no endereço Além dos guias, o Ministério oferece ao gestor cartilhas com informações condensadas, mas completas, sobre programas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC), a estratégia Fome Zero e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Também estão disponíveis no portal MDS, no Estudos e Pesquisas, publicações técnicas. Alguns materiais também podem ser solicitados pelo Rádio mais brasil Na internet, há materiais informativos do MDS que podem apoiar o debate sobre outros temas sociais em seu Município. Acesse: Pelo seu poder de alcance aos beneficiários e sua rapidez na difusão das informações, o MDS mantém um serviço de boletins de rádio distribuídos diariamente a emissoras de todo o País. Os mesmos boletins - sobre os mais diversos temas, como a publicação de um edital do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) ou o prazo para informe das condicionalidades de saúde de frequência escolar do Bolsa Família são também disponibilizados, sem custo, no endereço eletrônico

12 A luta diária Maria Freitas e Orozino de Mora são exemplos de beneficiários que, com o apoio dos programas sociais, conseguiram redesenhar o rumo de suas vidas andré carvalho Existem situações que mudam radicalmente o que se pensa sobre a vida. Duas delas têm significado especial: a dissolução do lar e o desemprego. Maria Arcângela Freitas e Orozino Rodrigues de Mora são brasileiros que, com apoio e determinação, estão vencendo a luta para serem reconhecidos como cidadãos. Há três anos, Maria Arcângela trabalhava como donade-casa, cuidava das duas crianças e administrava o orçamento familiar. Como muitas brasileiras, dava duro para manter dignamente o lar. O casamento não resistiu às dificuldades. A maranhense de Paço do Lumiar (MA) estava agora com a responsabilidade de sustentar a casa sozinha. Decidi não depender de pensão alimentícia, enfatiza. Maria Arcângela procurou apoio no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). Criado em 2004 com recursos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) o Centro funciona em um amplo galpão. Ali, ela recebeu orientação psicológica e começou a fazer cursos profissionalizantes. Nunca faltaram apoio e oportunidade para o meu aperfeiçoamento, relembra. Chegou a vender brincos, colares e pulseiras. No entanto, a dificuldade de expor as peças a fez desistir do negócio. Mas a vida lhe reservava algo melhor. O CRAS iniciou uma turma com o objetivo de formar salgadeiras e doceiras. Maria Arcângela se inscreveu. Hoje, recebe encomendas semanais de 500 a unidades de salgados e doces. Deixei de ser dona-decasa e me tornei microempresária. Seu desempenho e a força de vencer foram impressionantes. De aluna, passou a professora. Em 2008, pelo CRAS, dei aulas sobre doces e salgados em Codó e Paraibano (MA), conta orgulhosa da própria vitória. Agora, pretendo fazer o curso de culinária do Senai para me aperfeiçoar. Outra história de reconstrução de vida é a de Orozino Rodrigues de Mora. Este brasileiro vive na capital do Mato Grosso, Cuiabá, e aos 47 anos de idade estava desempregado. Sem dinheiro para sustentar a família e fazer um curso profissionalizante, ele via cada vez mais reduzidas suas chances de voltar ao mercado de trabalho. Foram tempos difíceis. Houve momentos em que pensei que não haveria solução para os meus problemas, desabafa. Orozino queria ser porteiro. Achava desafiador o trabalho que exige responsabilidade e múltiplas habilidades. Voltando para casa, após mais um dia sem conseguir trabalho, ele se surpreendeu ao encontrar matrículas abertas para o curso de porteiro no CRAS Sebastião Rodrigues de Souza, que fica a 250 metros de distância da casa de Orozino e tem apoio financeiro do MDS. A sorte foi tanta que até a carteira de trabalho, documento necessário para a inscrição, estava comigo, descreve com alegria. Três dias antes do final das aulas, Orozino conseguiu realizar o desejo de voltar a trabalhar. Entreguei o meu currículo em um condomínio de manhã e à tarde me telefonaram dizendo que, quando eu estivesse com o diploma em mãos, a vaga seria minha, comemora. Desde o mês de julho do ano passado, o novo porteiro trabalha com carteira assinada e tem salário de R$ Gosto de colocar em prática o que aprendi no CRAS. Em todas as tarefas procuro ter paciência, ser prestativo e solucionar os problemas com rapidez. Ser assessor do síndico requer muita confiança, explica. Todas as fotos são de beneficiários do programas do MDS

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