Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

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1 Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação

2 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS-TRABALHO

3 Desafios atuais em nível nacional A integração ao mundo do trabalho não é de responsabilidade exclusiva da política de assistência social, mas resultado da ação intersetorial de diversas políticas públicas. A função primeira da assistência social é a proteção social. O Programa Nacional de Promoção do Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS/TRABALHO instituído pelo CNAS busca a autonomia das famílias usuárias da Política de Assistência Social, por meio do incentivo e da mobilização à integração ao mundo do trabalho. Está em estreita articulação com o Plano Brasil Sem Miséria, por meio da promoção de estratégias, ações e medidas de enfrentamento à pobreza, a partir da mobilização de usuários; monitoramento da execução das ações do Programa e articulação com diferentes parceiros e políticas públicas.

4 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social LEGISLAÇÃO Resolução CNAS nº 33/2011 Define a promoção da integração ao mundo do trabalho se dá por meio da integração de ações das diversas políticas públicas, cabendo a Assistência Social viabilizar a promoção do protagonismo, a participação cidadã e a mediação do acesso ao mundo do trabalho Resolução CIT nº 5/2012 Pactua metas e os critérios de partilha do Cofinanciamento Federal Resolução CNAS nº 13/2012 Define critérios de partilha do Cofinanciamento Federal em Resolução CNAS º 18/2012 Institui o Programa Acessuas Trabalho Portaria MDS nº 143/2012 Dispõe sobre o Programa Nacional de Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS-TRABALHO Resolução CIT Nº 02, 07 de março de 2013 Pactua metas e os critérios de partilha Cofinanciamento Federal Resolução CNAS nº 5/2013 de 13 março define metas e os critérios de partilha para o Cofinanciamento Federal.

5 O Acessuas Trabalho promove: Ações de articulação, mobilização e encaminhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade e, ou risco social para garantia do direito de cidadania, a inclusão ao mundo do trabalho, por meio do acesso a cursos de qualificação e formação profissional, ações de inclusão produtiva e serviços de intermediação de mão de obra. O Programa é desenvolvido sob a gestão das Secretarias de Assistência Social dos municípios e do DF contando as Secretarias Estaduais de Assistência Social, que apoiam tecnicamente seu desenvolvimento. Gestão do ACESSUAS TRABALHO 1. Fazer a adesão ao Programa; 2. Realizar o planejamento das ações do Programa, definição das ações a serem executadas e da priorização, por parte do governo, das ações de articulação necessárias; 3. Garantir a execução das atividades do Programa; 4. Monitorar o cumprimento das metas pactuadas; 5. Gerenciar os recursos do Programa, recebidos por meio do Fundo de Assistência Social; 6. Gerenciar o gasto do programa e sua descentralização, quando for o caso; 7. Realizar a prestação de contas junto ao FNAS; 8. Prestar informações ao MDS.

6

7 Fluxo de Atuação do Programa ACESSUAS TRABALHO

8 Público prioritário O Programa tem como público alvo de suas ações populações urbanas e rurais em situação de vulnerabilidade e risco social, residentes no município integrante do Programa, com idade a partir de *16 anos, com prioridade para usuários de serviços, projetos, programas de transferência de renda e benefícios socioassistenciais, em especial para: Famílias e indivíduos com perfil do Plano Brasil Sem Miséria; Pessoas com deficiência beneficiárias do BPC; Pessoas inscritas no CADÚNICO; Beneficiários do Programa Bolsa Família Jovens egressos do serviço de convivência para jovens Egressos do sistema socioeducativo; Famílias com presença de situação de trabalho infantil; População em Situação de Rua; Famílias com crianças em situação de acolhimento provisório; Adolescentes e jovens egressos do serviço de acolhimento; Indivíduos e famílias moradoras em territórios de risco em decorrência do tráfico de drogas; Indivíduos egressos do sistema penal; Pessoas retiradas do trabalho escravo; Mulheres vítimas de violência; entre outros, para atender especificidades territoriais.

9 ARTICULAÇÃO É a integração com outras políticas e visa a superação das vulnerabilidades sociais na perspectiva da melhoria da qualidade de vida, no que se refere ao acesso à escolarização, à promoção da saúde, dentre outras ofertas. É preciso que a equipe conheça programas, serviços e ações de outras políticas que trabalham com o mesmo público, visando potencializar os esforços.

10 ARTICULAÇÃO ACESSUAS/PAIF O PAIF é o principal Serviço de Proteção Social Básica e é o responsável pelos encaminhamentos das famílias, ou algum de seus membros, para serviços socioassistenciais ou de outros setores; e o diálogo entre a equipe do CRAS/PAIF e a do ACESSUAS TRABALHO é importante para facilitar que, uma vez identificado pelos técnicos do CRAS a necessidade de inserção de um usuário ao mercado de trabalho, o técnico possa orientar sobre as opções existentes no território e, assim, encaminhá-lo ao ACESSUAS TRABALHO. UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS DO CRAS A utilização dos espaços do CRAS para atividades que envolvam os usuários referenciados no território depende da disponibilidade de salas além das exigidas para execução do PAIF e demais serviços executados no CRAS

11 ARTICULAÇÃO INTERSETORIAL A promoção da articulação intersetorial compreende a criação de espaços de comunicação entre serviços e ações das políticas envolvidas e depende do envolvimento do gestor de Assistência Social, além do apoio do Prefeito na priorização do diálogo pelas diversas políticas afetas à inclusão produtiva no município, de forma a estabelecer e coordenar fluxos de demandas e informações, visando contribuir para o acesso de indivíduos e famílias em situação de maior vulnerabilidade social. É uma ação coletiva e um objetivo que deve ser buscado, tanto no mapeamento de oportunidades e na priorização da população em situação de vulnerabilidade, quanto na proposição de ações que auxiliem na manutenção dos usuários da Assistência Social para conclusão dos cursos e inserção no mundo do trabalho. Atribuições dos Gestores das três esferas: União/MDS: Coordenar nacionalmente o Programa Coofinanciar as ações do Programa Produzir e divulgar orientações técnicas; Apoio técnico, acompanhamento e monitoramento do Programa no Distrito Federal. Estados: Apoio técnico ao município, principalmente em relação à articulação com diversos setores e políticas; Acompanhamento e monitoramento da execução do Programa nos municípios; Municipal e DF: Executar as ações do Programa; Acompanhar e monitorar o alcance das metas estabelecidas para o Programa; Manter sistema de acompanhamento do programa atualizado.

12 PARTILHA DE RECURSOS EM 2013

13 Critérios de Partilha para 2013 Elegibilidade manter o mesmo de 2012: habilitados em no mínimo gestão básica do SUAS; com CRAS implantado e em funcionamento; com adesão de no mínimo 200 vagas dos cursos do PRONATEC/BSM. Alterações no modelo de financiamento: Diminuir a meta de mobilização de 10 para 2 vezes o número de vagas do Pronatec; Induzir a inclusão de pessoas com deficiência, prioritariamente beneficiários do BPC, por meio do repasse de recurso adicional por atendimento efetuado;

14 Critérios de Partilha para 2013 O repasse do recurso do Programa será efetuado em duas parcelas, sendo: Primeira parcela : Componente Básico (valor total) + 60% da primeira variável do componente adicional. Segunda Parcela : Até 40% do valor obtido na primeira variável do componente adicional mais 100% do valor correspondente ao componente indutor (pessoa com deficiência)

15 Critérios de Partilha para 2013 COM O QUE OS MUNICIPIOS PODEM GASTAR - Com aquisição de materiais de custeio (somente de custeio), para a divulgação, mobilização, encaminhamento e acompanhamento dos usuários aos cursos do PRONATEC em suas unidades ofertantes: - Cartazes, folders, panfletos, cartilhas, para divulgação dos cursos e mobilização do público prioritário da Assistência Social; Aluguel de carro de som para divulgação dos cursos e mobilização do público prioritário da Assistência Social; - Pagamento do uso da mídia (rádio, televisão, jornais); - Contratar a Equipe de Referência, com recursos repassados para Mobilização. - Contratação de serviços de terceiros, como, por exemplo, motorista e/ou vigilante, via pagamento RPA; - Aluguel de sala(s) e veículo para as atividades da Equipe de Referência. - Aluguel de equipamentos, como por exemplo: computador, impressora, ar condicionado; - Contratar locação de material permanente, desde que comprovada a necessidade e utilização para a realização do Programa.

16 Critérios de Partilha para 2013 COM O QUE OS MUNICIPIOS PODEM GASTAR - Aluguel de espaço para reuniões e palestra de sensibilização e mobilização dos usuários para encaminhamento para os cursos de capacitação profissional; - Aquisição de lanche para atividades inerentes ao Programa - Aquisição de materiais para higiene pessoal para ser disponibilizados nas unidades de atendimento; O QUE NÃO PODE GASTAR - Compra de Material permanente - Pagamento de servidor público - Material de custeio e matéria prima para os cursos OBSERVAR: - Resolução nº 109, de 11/11/2009 Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais; - O 1º do art. 12 da lei 4.320/64, que dispõe : Art. 12 (...) 1º - Classificam-se como Despesas de Custeio as dotações para manutenção de serviços anteriormente criados(...), combinado com o art. 23 da lei 8.742/93, que estabelece o cofinanciamento de serviços e melhorias de vida da população cujas ações sejam voltadas para as necessidades básicas.

17 Critérios de Partilha para 2013 A EQUIPE DE REFERÊNCIA DO ACESSUAS TRABALHO A equipe de Referência do Programa é composta de, no mínimo: o coordenador, um técnico de nível superior e dois de nível médio. - Essa equipe deverá ser ampliada de acordo com o aumento do quantitativo de vagas negociadas no âmbito do PRONATEC/BSM de forma a permitir o desenvolvimento do trabalho nos territórios. Cabe ao coordenador do ACESSUAS TRABALHO: - Coordenar as ações do Programa e o Planejamento das atividades desenvolvidas; - Acompanhar os resultados das Metas Pactuadas pelo Município; - Registrar as informações no Sistema de Monitoramento do ACESSUAS TRABALHO. Os profissionais de nível superior que podem compor a equipe são aqueles que possuem graduação em: serviço social, psicologia, pedagogia, antropologia, administração, economia doméstica, sociologia ou terapia ocupacional, conforme determina a NOB-RH/SUAS

18 Critérios de Partilha para 2013 COMO CONTRATAR A EQUIPE DE REFERÊNCIA COM RECURSOS DO PROGRAMA ACESSUAS TRABALHO. - A contratação da Equipe de Referência do Programa, poderá ser efetuada por meio de contratação simplificada, por tempo determinado, podendo ser remunerados com recursos do Componente Básico. - Os municípios podem contratar profissionais que façam parte de cadastro de reserva de processos seletivos que tenham sido realizados. *Servidores efetivos do municípios não podem receber pelo recurso repassados.

19 GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO GPPC (81) /

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