Nesta edição: PYX é uma palavra de origem grega e significa bússola. Anais do I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial

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1 Edição Especial Nesta edição: Anais do I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial Tema: Disfunção Temporomandibular: enfoque contemporâneo PYX é uma palavra de origem grega e significa bússola A madeira para a confecção dessa bússola era muito apreciada para se fazerem trabalhos delicados e com que se faziam as primeiras caixas desses artefatos.

2 A Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial SBDOF, é uma sociedade civil, de caráter cultural e científico, que visa congregar os Cirurgiões Dentistas inscritos no CFO como especialistas em Disfunções Temporomandibulares e Dor Orofacial, bem como Cirurgiões Dentistas de outras especialidades, generalistas, e profissionais de outras áreas da saúde. A SBDOF tem como objetivos: sistematizar e divulgar a prática, o ensino e a pesquisa desta especialidade no país, adentrando as instituições de ensino odontológico, incentivando a modernização dos materiais e métodos didáticos. colaborar para a atualização constante de nossos membros através de Encontros CientíficoCulturais, estimular e apoiar desta forma a pesquisa e a divulgação dos seus resultados para todos os interessados, incluindo o público leigo. promover intercâmbio com entidades congêneres nacionais e estrangeiras, de forma a lutar pela unificação da nomenclatura, direta e indiretamente relacionada ao campo da DTM e da Dor Orofacial. propor, aprovar e divulgar declarações oficiais sobre os temas de interesse da especialidade Diretoria ( ): Presidente: Paulo César Rodrigues Conti Vice-Presidente: Simone Carrara Secretário: Rafael Santos Silva Tesoureiro: Rodrigo Weldel Coordenador da Comissão de Ensino e Pesquisa:Reynaldo Leite Martins Junior Coordenadora da Comissão de Comunicação: Juliana Stuginski Barbosa Coordenador da Comissão de Saúde Pública: João Henrique Padula 2

3 Programação I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial

4 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Estimados Colegas A palavra Congresso tem origem no latim - Com junto e gradi caminhar e tem o propósito de trocar ideias. Com este espírito construímos nosso primeiro encontro. Contamos com a presença de todos que acreditam que nossa especialidade precisa evoluir. Assim estaremos preparados cada vez mais para oferecermos solução aos nossos pacientes. Até já. Simone Carrara Presidente do I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial Prezados Colegas É com muita satisfação que estamos realizando nosso I Congresso da SBDOF. Esta iniciativa é o resultado do esforço de muita gente, que sempre trabalhou pensando em oferecer a vocês um evento de nível elevado e atual. O mais importante, no entanto, é a SUA PRESENÇA, compartilhando conosco de momentos tão especiais!aproveite nosso Congresso e tenho certeza que continuaremos juntos para o engrandecimento de nossa especialidade! Paulo Cesar Rodrigues Conti Presidente da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial Apoio Agência oficial 4

5 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP

6 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Palestrantes 1. Adriana Lira Ortega Pós Doutoranda da disciplina de patologia da FOUSP; Doutora em Ciências Odontológicas pela USP; Mestre em morfologia pela Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade de São Paulo (UNIFESP); Especialista em Odontopediatria pela Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (FUNDECTO) da FOUSP; Especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais pelo CFO; Graduada em Odontologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 2. Antônio Sérgio Guimarães Mestre em Morfologia pela Universidade Federal de São Paulo (1998); Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2003); Professor afiliado da Universidade Federal de São Paulo UNIFESP; Responsável - Ambulatório de DTM e DOF do Hospital São Paulo - HSP/UNIFESP; Experiência na área de Odontologia, com ênfase em Disfunção Temporomandibular/Dor Orofacial, atuando principalmente nos seguintes temas: Fisiologia da ATM e músculos da mastigação, mecanismos geradores de dor miofascial por ponto gatilho. 3. Daniel Ciampi Araújo de Andrade Médico neurologista - Formação médica na Universidade de São Paulo (USP); Membro titular da Academia Brasileira de Neurologia; Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo; Subespecialização em dor crônica e neuromodulação em dor e Distúrbios de Movimentos na Universidade de Paris XI; Médico assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e Departamento de Neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Daniela Aparecida de Godoi Gonçalves Especialista em Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular pelo CFO; Mestre em Neurologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP; Doutora em Reabilitação Oral pela Faculdade de Odontologia de Araraquara UNESP; Professora Assistente das Disciplinas de Disfunção Temporomandibular, Dor Orofacial e Oclusão, do Departamento de Materiais Odontológicos e Prótese da FOAr/UNESP; Docente do programa de pós-graduação em Reabilitação Oral da FOAr/UNESP; Membro da Sociedade Brasileira de Cefaleias e da American Headache Society; Experiência na área de Odontologia, com ênfase em Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular, atuando principalmente nos seguintes temas: epidemiologia, Dor Orofacial, neuralgia, articulação temporomandibular, dor, disfunção e cefaleia.

7 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Palestrantes 5. Evandro Francisco Faulin Fisioterapeuta Especialização em Ortopedia e Traumatologia - UnB - Brasília, 2001; Formação em reeducação postural pela Escola Brasileira de Osteopatia - EBOM - Brasília, 2003; Formação em Quiropraxia pelo Instituto Matheus de Souza - IMS - São Paulo, 2006; Mestrado em Ciências da Saúde - UnB - Brasília, João Augusto Bertuol Figueiró Médico Clínico e Psicoterapeuta; Membro fundador, vice-presidente e editor científico do Instituto Zero a Seis Primeira infância e Paz; Dedica-se ao estudo, ensino, pesquisa e publicações sobre as relações entre o cérebro e a mente, a neurologia e a psiquiatria; Possui prática em diferentes modalidades psicoterápicas na Divisão de Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC FMUSP). 7. José Tadeu Tesseroli de Siqueira Doutorado em Ciências (Farmacologia) pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (2000); Pós-doutorado no Departamento de Psicobiologia (Medicina do Sono) da UNIFESP (2009). Supervisor dos Cursos de Aprimoramento e Residência em Odontologia Hospitalar, área de Dor Orofacial, com bolsas do PAP/FUNDAP e do Governo Federal, do Hospital das Clínicas da FMUSP; Pesquisador e Orientador do Departamento de Neurologia e do Programa de Fisiopatologia Experimental da FMUSP; Ministrador e membro do conselho científico da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas Membro da International Association for the Study Of Pain (IASP); Presidente da Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor; 8. Liete Maria Liarte Fiqueiredo Zwir Especialização em Odontopediatria pela Universidade de São Paulo (USP - FUNDECTO, 1986); Especialização em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pela Universidade Federal de São Paulo -UNIFESP (2003); Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP (2005); Especialização em Ortodontia (2011); Doutorado em Ciências da Saúde Aplicadas à Pediatria pela Universidade Federal de São Paulo (2011); Atualmente é pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo 7

8 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Palestrantes 9. Márcia Kii Médica Otorrinolaringologista Doutorado em Ciências pela Disciplina de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Sócia-diretora do Instituto Ganz Sanchez Tesoureira da APIDIZ - Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido 10. Paulo César Rodrigues Conti Presidente da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SBDOF); Doutorado em Odontologia (Reabilitação Oral) pela Universidade de São Paulo (1993); Pós-doutorado pela University of Medicine and Dentistry of New Jersey, USA; Professor Titular da Faculdade de Odontologia de Bauru, da Universidade de São Paulo; Presidente da Comissão de Pós-Graduação da Faculdade de Odontologia de Bauru, da Universidade de São Paulo; Diplomado da American Board of Orofacial Pain; Membro Honorário da Academia Ibero Latino-Americana de Disfunción Craneomandibular Y Dolor Facial (AILDC); 11. Patrick Raymond Nicolas André Ghislain Stump Especialização em fisiatria com título pela Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação em 1979; Médico fisiatra do Instituto Lauro de Souza Lima da Coordenadoria de Controle de Doenças do estado de São Paulo, do grupo de dor da neurologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; Médico voluntário do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP; Experiência na área de Medicina, com ênfase em Dor, e Reabilitação em hanseníase atuando principalmente nos seguintes temas: dor, neuropatias, hanseníase, reabilitação e fisiatria. 12. Rafael dos Santos Silva Especialização em Prótese Dentária pela FOB-USP (2000); Especialização em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pelo CFO (2003); Mestrado em Odontologia (Reabilitação Oral) pela FOB-USP (2003); Doutorado em Odontologia (Reabilitação Oral - FOB-USP), com doutorado sanduíche de 1 ano na Universidade da Califórnia - Los Angeles (UCLA); Professor adjunto do Departamento de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) 8

9 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Palestrantes 13. Sérgio Nakazone Júnior Mestrado em Prótese Dentária pela Universidade de São Paulo (1999); Doutorado em Odontologia (Prótese Dentária) pela Universidade de São Paulo (2005); Especialização em Prótese Dentária pela Universidade de São Paulo (1993); Especialização em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pelo CFO (2002); Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares pelo CFO (2002); Fundador e Ex-Presidente da Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical (ABFCOC); Membro da Academia Ibero-Latinoamericana de Disfunción Craneomandibular Y Dolor Facial (AILDC); Membro do Serviço de Oclusão e ATM da FOUSP (SOA-USP); Diploma e Medalha Dr. Luis César Pannain de Honra ao Mérito na Especialidade de DTM e Dor Orofacial (2009, Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo); Prêmio Dr. Emil Adib Razuk de Honra ao Mérito (2006, Sociedade Paulista de Ortodontia). 14. Silvia Regina Dowgan Tesseroli de Siqueira Doutorado em Ciências (2006) e Livre Docência (2011) pelo Departamento de Neurologia da FMUSP; Professora Associada da EACH - Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo e membro da Equipe de Dor Orofacial e do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP; Experiência na área de Odontologia e Dor Orofacial, interação sensitiva somestésica, gustativa e olfativa, com ênfase em neuropatias trigeminais, atuando principalmente nos seguintes temas: Dor Orofacial, neuralgia trigeminal, neurocirurgia, dor, sensibilidade facial somatosensitiva, gustativa e olfativa, mecanismos moleculares das neuropatias trigeminais e neuralgia do trigêmeo. 15. Wladmir Antônio de Souza Dal Bó Especialista em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial; Mestrado em Disfunção Temporomandibular pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); Doutorado em Neurociências Neurobiologia da Dor e Inflamação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 9

10 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Moderadores - membros efetivos da SBDOF Ana Cristina Lotaif Mestre em Biologia Oral UCLA Residência em Dor Orofacial UCLA Diplomada pela Academia Americana de Dor Orofacial AAOP Atualização Profissional em Medicina e Biologia do Sono UNIFESP Certificada pela Associação Brasileira do Sono ABS Eduardo Januzzi Doutor em Saúde Baseada em Evidências e mestre em DTM e Dor Orofacial (Escola Paulista de Medicina. UNIFESP) especialista em DTM e Dor Orofacial(CFO. Brasil) especialista em Prótese Dentária e em Periodontia (APCD.Bauru), especialista em Saúde Baseada Em Evidência (Hospital Sírio Libanês SP), coordenador do ambulatório de Dor orofacial, DTM e Cefaléias (CETRO. MG. Brasil) João Paulo Tanganeli Mestre em Morfologia- Unifesp Especialista em DTM Dor Orofacial e em Ortopedia Funcional dos Maxilares Coordenador de Pós graduação- APCD São Caetano e APCD Jardim Paulista Presidente da Câmara Técnica DTM DOF do CROSP José Stechman Neto Prof. Adjunto da Universidade Tuiuti do Paraná Coordenador do CDATM ( Centro de Diagnostico e Tratamento da ATM) Leonardo Bonjardim Professor Adjunto - Universidade Federal de Sergipe Mestre e Doutor em Odontologia, área de concentração de Fisiologia Oral (FOP-UNICAMP) Paulo Afonso Cunali Prof. Adjunto Doutor do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Paraná (UFPr) Especialista em DTM e DOF Responsável pela Disciplina de DTM e DOF - UFPr Responsável pelo Serviço de Dor Orofacial - UFPr Coordenador do Curso de Especialização em DTM e DOF UFPr Roberto Garanhani Doutorando em Implantodontia (SLMandic) Mestre em Implantodontia - Universidade Federal de Santa Catarina. Especialista em Prótese (FOB-USP) Especialista em DTM-Dor Orofacial (CFO) Jorge Alberto von Zuben Mestre e Especialista em DTM e Dor Orofacial Coordenador da Especialização da ACDC - Campinas Membro da Sociedade Brasileira de Estudo da Dor Membro da Associação Brasileira de Sono 10

11 I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial Trabalhos Científicos

12 Data: 17 e 18 de maio de 2013 Local: Hotel Maksoud Plaza, São Paulo - SP Prêmio Professor Eleutério Martins Nome do prêmio ao melhor trabalho apresentado no I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial, professor Eleutério era sobretudo um colega de mente jovem, inovadora, aberta, dinâmica, leal, humilde, e tantas outras qualidades que não caberiam nesse espaço. Ao nosso decano uma singela homenagem. Diretoria SBDOF Comissão Julgadora 12 Rafael dos Santos Silva - Coordenador Especialização em Prótese Dentária pela FOB-USP (2000); Especialização em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial pelo CFO (2003); Mestrado em Odontologia (Reabilitação Oral) pela FOB-USP (2003); Doutorado em Odontologia (Reabilitação Oral - FOB-USP), com doutorado sanduíche de 1 ano na Universidade da Califórnia - Los Angeles (UCLA); Professor adjunto do Departamento de Odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Adriana Lira Ortega Pós Doutoranda da disciplina de patologia da FOUSP; Doutora em Ciências Odontológicas pela USP; Mestre em morfologia pela Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade de São Paulo (UNIFESP); Especialista em Odontopediatria pela Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Odontologia (FUNDECTO) da FOUSP; Especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais pelo CFO; Reynaldo Leite Martins Jr. Especialista em Disfunções Temporomandibulares e Dor Orofacial pela Unifesp/Escola Paulista de Medicina-SP Especialista em Ortodontia pela Faisa/Sinodonto-MT Mestre em Morfologia pela Unifesp/Escola Paulista de Medicina-SP Professor de Investigação Científica da Faculdade de Odontologia do Univag-Centro Universitário

13 Emprego da escala de ansiedade e depressão em pacientes com DTM Anderson Lopes de Gois Santos, Especialista em ortodonotia - CIODONTO MG, Mestrando em DTM/ DOF - Slmandic (Campinas - SP), Professor adjunto do curso de especialização em orotodontia ABRAPO - BA Antônio Sérgio Guimarães, Mestre em Morfologia pela Universidade Federal de São Paulo (1998); Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2003); Professor afiliado da Universidade Federal de São Paulo UNIFESP; Responsável - Ambulatório de DTM e DOF do Hospital São Paulo - HSP/UNIFESP Cícero Pereira da Silva, Especialista em ortodontia,,mestrando em DTM/DOF Slmandic Silvio Kiyoshi Watanabe, Especialista em orotodontia, Mestrando em DTM/DOF Slmandic Embora a etiologia da disfunção temporomandibular (DTM) ainda não esteja bem estabelecida, fatores psicológicos estão implicados na sua predisposição, iniciação e perpetuação. Estudos sugerem associação entre ansiedade e depressão com a dor, podendo ser evidenciado através de escalas padronizadas. Este trabalho tem o objetivo de demonstrar o método de aplicação da escala de ansiedade e depressão(had). A HAD é composta por um questionário com 14 questões ansiedade (A) e depressão (D), alternadamente. Em cada pergunta existem 4 respostas pontuadas de 0 a 3, compondo uma pontuação máxima de 21 pontos para cada escala. É dado o questionário ao paciente, onde o mesmo só pode marcar uma alternativa por pergunta. Após aplicação, é feito o somatório das respostas obtidas para cada subgrupo (ansiedade e depressão) sepraradamente. Se o valor encontrado for superior a 9, sugere a presença de algum grau de ansiedade e/ou depressão no paciente. A HAD pode ser utilizada para sugerir presença de ansiedade e depressão em pacientes com DTM. Tratamento das Dores Orofaciais de acordo com os mecanismos da dor Cláudia Aparecida de Oliveira Machado, Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares, Especialista em Odontopedia, Pós- Graduacão em Dor Orofacial e Disfuncão Temporomandibular pelo IEO - Bauru, A sensação dolorosa é um processo neurológico complexo onde vários eventos estão envolvidos. É da responsabilidade de cada profissional que se habilite a tratar Dor Orofacial ter os conhecimentos necessários para saber diagnosticar com precisão e tratar dores e desordens do aparelho mastigatório, região orofacial e outras estruturas relacionadas. Entretanto, a incapacidade de compreender os mecanismos de condução da dor pode levar a diagnósticos imprecisos e tratamentos ineficazes ou iatrogenias. Objetivo: Os estudos atuais preconizam estratégias de controle da Dor Orofacial com tratamentos reversíveis. Tendo em vista a diversidade de recursos terapêuticos atualmente utilizados, o objetivo deste trabalho é relacionar esquematicamente os recursos terapeuticos com as possibilidades de controle da neuroplasticidade - diminuição do estímulo periférico, bloqueio da transmissão de dor, aumento da resposta antinociceptiva - a fim de nortear a abordagem terapêutica adequada de acordo com o mecanismo da dor envolvido em cada patologia. Será apresentado um caso clinico de paciente com Disfunção Temporomandibular exemplificando o protocolo de tratamento Caso clínico: Paciente: sexo feminino, 44a, EVA-8 - diagnóstico: DTM muscular dor miofascial Pg m. Masseter esquerdo; Cefaleia tensional. Tratamento Diminuição estímulo periférico : dispositivo intraoral noturno ; Cuidados caseiros / educação do paciente ;Alteração comportamental ; Infiltrações Pg ; - Aumento da resposta antinociceptiva: ADT Pamelor 10mg 1X ao dia; exercícios físicos; TCC. Conclusão: - O profissional que se habilita a tratar Dor Orofacial deverá ter amplo conhecimento dos mecanismos da dor. - A escolha do tratamento adequado da dor orofacial deverá ser mediante o conhecimento do mecanismo de dor envolvido na patologia. 13

14 NEURALGIA DO GLOSSOFARÍNGEO DE ORIGEM TUMORAL: RELATO DE CASO CLÍNICO Gisele Marchetti, Graduação. Veridiana Stange Nichel, graduação. Daniel Bonotto, mestre Paulo Afonso Cunali, doutor Rafael Schlogel Cunali, especialista INTRODUÇÃO: A nevralgia do glossofaríngeo é uma neuropatia considerada rara que se manifesta na distribuição do IX par com dor em choque elétrico, muitas vezes associada a hiperalgesia e alodinea. Sua etiologia pode ser idiopática, relacionada a alterações vasculares ou a tumor intracraniano. OBJETIVO: Relatar caso de neuralgia do glossofaríngeo com etiologia tumoral, demonstrando seu diagnostico, exames realizados e tratamento. DESCRIÇÃO DO CASO CLÍNICO: Mulher de 60 anos procurou o ambulatório do curso de especialização em DTM e Dor Orofacial da UFPR com queixa de dor intensa em choque elétrico e pontadas de início súbito na região de rebordo inferior direito e base de língua direita. Relatou que os eventos eram deflagrados e exacerbados na mastigação, ao abrir a boca, rir e falar. A hipótese diagnóstica de Nevralgia do Glossofaríngeo foi testada pela depleção momentânea à aplicação de benzocaína 20% e pela remissão da dor com administração de Carbamazepina 400mg/dia. A paciente foi referida para serviço hospitalar de neurologia, onde após ressonância magnética foi diagnosticada lesão expansiva solida extra-axial na cisterna pré-pontina à direita, sugestiva de meningioma. CONCLUSÃO: O profissional deve estar atento no diagnóstico diferencial das dores orofaciais, especialmente nas neuropatias episódicas, pois a etiologia tumoral deve ser descartada. Nestes casos a rápida referência a centros terciários é fundamental para o bom prognóstico. Artrocentese assistida por vídeo no tratamento de deslocamento de disco sem redução refratário ao tratamento conservador GUILHERME DOS SANTOS TRENTO, Residente em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial da UFPR DANIEL BONOTTO, Mestre em Ciencias da Saude pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Brasil(2010), Professor Adjunto da Universidade Positivo, Brasil. LUCIANA SIGNORINI, Doutora em Ciencias da Saude pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Brasil(2008), Professor da Universidade Positivo, Brasil. PAULO AFONSO CUNALI, Doutor em Ciências Médicas e Biológicas pela Universidade Federal de São Paulo, Brasil(2009),Professor Assistente IV da Universidade Federal do Paraná, Brasil. Introdução: As formas de tratamento consideradas não invasivas para as alterações internas das articulações temporomandibulares (ATM) descritas na literatura são muitas, incluindo aconselhamento, farmacoterapia, fisioterapia e dispositivos interoclusais. No entanto, alguns pacientes tornam-se refratários aos tratamentos conservadores, sendo indicados procedimentos mais invasivos como: artrocentese (procedimento cirúrgico minimamente invasivo de lavagem da articulação com remoção de áreas de aderência e mediadores inflamatórios), artroscopia e as cirurgias das ATM. A artrocentese pode ser seguida por viscossuplementação, que consiste na injeção intraarticular de hialuronato de sódio. Visa à depleção da dor e melhora da função articular, promovendo melhora qualitativa e quantitativa do líquido sinovial. Objetivo: Este trabalho objetiva discutir a técnica de artrocentese assistida por vídeo (one - point) seguida de viscossuplementação por meio do relato de um caso clínico. Descrição do Caso: A paciente de 21 anos de idade apresentava queixa de dor e limitação funcional por deslocamento de disco articular direito sem redução e esquerdo com redução de início há 2 anos. O tratamento conservador com placa oclusal e exercícios mandibulares não se mostrou eficaz, permanecendo com quadros recidivantes de dor articular bem localizada. Após o procedimento, em seis meses de acompanhamento, houve resultados de regressão do quadro de dor, com boa abertura bucal e em função mastigatória e fonética. Conclusão: A artrocentese assistida por vídeo seguida de viscossuplementação pode ser considerada uma alternativa eficiente para casos de DTM articular refratários a tratamento conservador. Palavras-chave: DTM, artrocentese, ácido hialurônico, viscossuplementação. 14

15 Eminectomia como tratamento de luxação de articulação temporomandibular Guilherme Machado Alvares De Lima, Residente Cirurgia E Traumatologia Bucomaxilofacial Daniel Lemos, Residente Cirurgia E Traumatologia Bucomaxilofacial Leonardo Pinto Monteiro, Residente Cirurgia E Traumatologia Bucomaxilofacial Maria Aparecida de Albuquerque Cavalcante. Professora Titular da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Chefe do Serviço de Cirurgia Oral do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ Na existência de luxação de articulação temporomandibular prolongada há necessidade de procedimentos cirúrgicos para sua redução. Este tipo de acometimento leva a alterações morfológicas periarticulares como ligamentos e músculos, o que torna as alternativas conservadoras dificilmente resolutivas. A eminectomia é uma técnica que permite a remoção do obstáculo anatômico para a movimentação articular. Paciente V.S., sexo feminino, 49 anos, melanoderma, compareceu ao Serviço de Cirurgia Oral do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro com luxação de articulação temporomandibular bilateralmente e duração de 4 meses, com histórico de tentativas de redução sem sucesso. Apresentava dor intensa em região pré-auricular bilateralmente, ligamentos e musculatura mastigatória, impossibilidade de fechamento de boca e dificuldades de alimentação e fala. A avaliação imaginológica da articulação demonstrou eminência articular com alteração anatômica, explicando portanto a incapacidade de redução conservadora da luxação. Propusemos o tratamento cirúrgico por meio de eminectomia bilateral com acesso pré-auricular. No pós-operatório imediato a paciente já apresentou retorno de abertura e fechamento de boca, sendo estas de valor limitado. Inseriu-se elásticos guias de oclusão em classe II e recomendou-se exercícios fisioterápicos para aumentar a amplitude de abertura bucal. III Seminário de DTM da UFPE Marilene De Oliveira Trindade, Pós-Doutora Em Odontologia Do Sono Pela Universidade De Santiago De Compostela Espanha, Professora Da Disciplina De Prótese Da Faculdade De Odontologia Da Ufpe, Especialista Em Prótese Pela Unicamp, Coordenadora Do Projeto De Extensão De Dtm Da Ufpe Augusto César Menezes de Araujo Pereira, Biólogo pela UNICAP Joelma Maria Pereira Ribeiro, Cirurgiã-dentista pela UFPE Teresa Cristina de Siqueira, Psicóloga pelo Centro de Psicologia Hospitalar e Domiciliar (CPHD) Priscilla Albuquerque Monteiro, Fisioterapeuta pela UNIVERSO Sendo a DTM uma patologia multifatorial, complexa que envolve todo o sistema estomatognático fomentam muitas dúvidas nos pacientes atendidos quantos as técnicas de tratamento aplicadas. Partindo dos anseios dos próprios pacientes em serem esclarecidos a respeito do que lhes ocorre, tomamos a iniciativa de promover um seminário anual direcionado a esse público alvo com foco nas possíveis etiologias da DTM, minimização da dor e do incômodo e higiene do sono. O Seminário teve os seguintes objetivos: 1) conscientização dos pacientes sobre sua disfunção, 2) ampliar a visão dos alunos de graduação sobre os metodos multidisciplinares de tratamento da parafunção DTM. 3) Conexão com as varias áreas da saúde. 4) Introdução de novas tecnologias no diagnóstico e tratamento de DTM. Esclarecemos na forma audiovisual a respeito das diversas modalidades de tratamento como placa acrílica estabilizadora e reposicionadora, ultrassom, eletromiografia, eletrognatografia, aconselhamento psicológico pela técnica cognitva-comportamental, higiene do sono e acupuntura. Tratou-se de um evento com explanações audiovisuais derivadas de atendimentos clínicos multidisciplinares (Odontologia, Psicologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia) destinados aos pacientes com sinais e sintomas de disfunção temporomandibular. Os pacientes foram orientados quanto a técnica de relaxamento e para finalizar, participaram da prática lúdica de arte-educação da ikebana sanguetsu. O seminário de DTM direcionado aos pacientes abordou os temas propostos de forma simples e clara com a finalidade de entendimento e abrangência no tocante aos aspectos biopsicossociais inerentes a esse tipo de patologia. 15

16 ATM bífida: Um achado tomográfico. Relato de caso. Paulo de Tarso Almeida Carvalho, Mestre em Morfologia UNIFESP, Especialista em DTM e Dor Orofacial UNIFESP, Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial - UNIFESP Valderez Aparecida de Freitas Rossi Carvalho, Especialista em DTM e Dor Orofacial UNIFESP, Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial - ABO/SP Alterações morfológicas da ATM raramente são perceptíveis ao exame físico, geralmente são achados imaginológicos. Uma boa anamnese e exame físico são fundamentais para definirmos a necessidade de exames complementares. O objetivo deste trabalho é demonstrar como a anamnese e exame físico, associados a um exame complementar correto, podem colaborar no diagnóstico preciso de uma alteração morfológica compatível com a queixa do paciente. Apresentamos o caso de uma paciente do gênero feminino, com 22 anos, em tratamento ortodôntico, encaminhada pelo endodontista que relatou dificuldade para a realização do tratamento endodôntico do dente 46, devido a limitação da abertura bucal. Entretanto, nem a paciente e nem o ortodontista percebiam a referida limitação. É de fundamental importância que o paciente esteja esclarecido de suas condições clínicas, mesmo que somente a proservação seja a situação mais favorável no momento. CASO CLÍNICO: O USO DA TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA COMPUTADORIZADA NO DISGNÓSTICO DIFERENCIAL DE DOR OROFACIAL Rodrigo Arenhart, Fisioterapeuta, Mestre em Biomecânica Juliana Zis, Fisioterapeuta - Esp. Acupuntura - Graduanda em Odontologia Nereu Roque Dartora, Dentista - Mestre em Oclusão e Prótese Aluisio Otavio Vargas Avila, Educador Físico - Doutor em Saúde e Educação Física Milton Antônio Zaro, Físico - Doutor em Engenharia Metalúrgica INTRODUÇÃO: este relato de caso clínico teve como objetivo realizar um diagnóstico diferencial de dor orofacial, através da Termografia Infravermelha Computadorizada, em um paciente do sexo feminino, 23 anos, após realizar uma cirurgia ortognática. DESCRIÇÃO DO CASO CLÍNICO: com 30 dias de pós-operatório, a paciente apresentava dor severa constante na hemiface esquerda (E) e limitação da abertura bucal (1,8 cm). OBJETIVOS: procurou-se verificar a hipótese diagnóstica de pontos gatilhos nos músculos mastigatórios ou de uma inflamação ocasionada por distúrbio interno da articulação Temporomandibular (ATM). MATERIAL E MÉTODOS: realizou-se a aquisição da imagem térmica e analisou-se as diferenças entre os pontos hipertérmicos (>0,5 ºC - significativo). RESULTADOS: não houve diferenças significativas entre as temperaturas máximas na hemiface direita (D) - ATM, Masséter e Temporal. Analisando-se a hemiface esquerda (E), a maior temperatura verificada nesta região foi sobre o Masséter (33,8⁰C). A diferença da temperatura máxima entre o Masséter E e a ATM E foi de 0,92 C, e entre o Masséter E e o Temporal E foi de 1,15 C. Já a diferença entre ATM E e Temporal E foi de 0,32 C. Comparando-se ainda a diferença entre a maior temperatura da hemiface D - Temporal, com a da hemiface E - Masséter, esta foi de 0,90 C. E finalizando, a diferença do Masséter E com a mesma área contralateral, esta foi de 1,34 C. CONCLUSÃO: Estas comparações confirmam através do uso da Termografia Infravermelha Computadorizada, um ponto gatilho de dor miofascial no Masséter E, como queixa principal da dor apresentada por esta paciente. 16

17 Técnica de Palpação e Agulhamento Seco Músculo Masseter. Silvio Kiyoshi Watanabe, Especialista em Ortodontia, Mestrando DTM/DOF Slmandic, Professor curso de Atualização em Ortodontia(IPPO-SJC) Antônio Sérgio Guimarães, Mestre em Morfologia pela Universidade Federal de São Paulo (1998); Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2003); Professor afiliado da Universidade Federal de São Paulo UNIFESP; Responsável - Ambulatório de DTM e DOF do Hospital São Paulo - HSP/UNIFESP; Anderson Lopes de Gois Santos, Santos, A.L.G., Especialista em ortodontia, Mestrando em DTM/DOF slmandic, Professor adjunto do curso de especialização em ortodontia ABRAPO BA Cícero Pereira da Silva, Especialista em Ortodontia, Mestrando em DTM/DOF SLmandic Resumo: Caso clínico demonstrando Técnica de palpação e agulhamento seco no musculo masseter,pgm referindo para musculo temporal. PROPOSIÇÃO Demonstrar técnica de palpação e agulhamento seco no musculo masseter, para liberação de ponto gatilho mio facial. CASO CLÍNICO Paciente L.K.W, 60 anos, gênero feminino, apresentando como queixa principal, dor na região parotidea masseterica lado direito, dor cansada nota 07, 15 dias no mês, durando horas, ocorrendo com maior frequência no período vespertino, sem fator acompanhante,sem fator precipitante melhora quando faz bolsa de água quente. CONCLUSÃO O profissional deve estar habilitado para este procedimento, devendo ter conhecimento da anatomia dos músculos da face, onde irá realizar agulhamento seco, afim de evitar possíveis acidentes ao paciente. nfluência da atividade física sobre a ansiedade e percepção álgica de indivíduos com dor miofascial Ana Paula de Lima Ferreira, Mestrado Maria de Carvalho Dantas, Acadêmica da Universidade Federal de Sergipe Thaís Alves Barreto Pereira, Acadêmica da Universidade Federal de Sergipe Ana Izabela Sobral de Oliveira, Acadêmica da Universidade Federal de Sergipe Leonardo Rigoldi Bonjardim, Doutor, Docente do Depto de Fisiologia da Universidade Federal de Sergipe Introdução: A Dor miofascial (DM) envolve mecanismos nociceptivos que podem ser influenciados pela ansiedade associada a potencialização da dor. A ausência de clareza sobre os efeitos da prática de atividade física regular sobre a percepção álgica e níveis de ansiedade de pacientes com DM inspira a realização de novas pesquisas. Objetivo: Avaliar a influência da atividade física sobre a ansiedade e percepção álgica de indivíduos com síndrome da dor miofascial. Material e Métodos: Foram selecionadas por critério de conveniência 74 acadêmicas da Universidade Federal de Sergipe com idade entre 18 e 30 anos que foram distribuídas em dois grupos: Caso e controle. Para mensuração da dor foi verificado o Limiar de dor à pressão (LDP) dos músculos trapézio e esternocleidomastoideo, escala visual analógica da dor (EVA) e aplicado questionário Idate Traço-Estado para avaliar a ansiedade. Resultados: O grupo DM demonstrou maior intensidade álgica do que o grupo controle contudo, a prática de atividade física nesse grupo não influenciou a percepção dolorosa. Para o grupo controle, a intensidade álgica esteve mais elevada entre as sedentárias (p=0,04). Houve correlação positiva entre percepção da dor e ansiedade em voluntários com DM (Teste de Pearson p= 0,007; IC (95%)= 0,12-0,64). Conclusão: Indivíduos com DM apresentam maiores níveis de dor e ansiedade do que indivíduos saudáveis. Os resultados apontam que a atividade física não favorece a redução da dor de portadores de DM, mas está associada a redução da dor nos indivíduos controles. Descritores: dor miofascial; ansiedade; percepção álgica; atividade física 17

18 Estudo sobre a prevalência de Bruxismo Noturno em militares do CBMERJ. Bianca de Araújo Wagner, Especialista em Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular O bruxismo é uma parassonia que afeta oito (8) por cento da população adulta. Suas principais características clínicas são desgaste dentário, ranger de dentes e dor nos músculos da mastigação. A etiologia é multifatorial associada a fatores como estresse, distúrbios de neurotransmissores e doenças ligadas ao sistema nervoso central. A atividade bombeiro militar exige muito de seus profissionais tanto no campo físico como no emocional. Nosso objetivo é determinar a prevalência de sinais clínicos de atividade presente e/ou pregressa de bruxismo excêntrico noturno (BEN), bem como sua percepção sobre a mesma, em militares do CBMERJ lotados no Complexo de Ensino Coronel Sarmento. Aplicamos em 100 militares (77homens e 23 mulheres) um questionário direto para o levantamento das variáveis: idade, sexo, presença ou ausência de BEN (presença de desgaste dentário incisal e/ ou oclusal), percepção do paciente da atividade e escolaridade. Não foi dada aos pacientes qualquer explicação prévia sobre o assunto. Os pacientes desdentados e/ou portadores de próteses totais foram descartados. Encontramos desgaste dentário oclusal e /ou incisal em 11 dos entrevistados (6 manifestam os sinais e percebem), 22 percebem a execução da atividade sendo que 16 não apresentaram qualquer sinal clínico desta patologia. Conclusão: 11% apresentam sinais de desgaste dentário (incisal e/ou oclusal) característico de atividade presente ou pregressa desta patologia. 22% dos militares percebem a atividade. A faixa etária de maior prevalência foi de 30 a 40 anos. Em relação a escolaridade encontramos uma maior prevalência dos sinais clínicos e percepção nos militares com nível superior. Os homens são maioria no quartel, porém o que chamou atenção em nosso estudo é que dos pacientes que apresentam os sinais clínicos e não percebem 100% são homens, 80% tem nível superior. 16% de militares que não apresentam sinais clínicos e percebem a atividade. AVALIAÇÃO OROFACIAL DE MULHERES COM ARTRITE REUMATOIDE Carmen paz santibañez Hoyuela, C.Dentista,especialista em disfunção temporomandibular e dor orofacial, mestranda da disciplina de reumatologia da EPM/UNIFESP Rita Nely Vilar Furtado, Médica reumatologista,doutora, Profª da disciplina de reumatologia da EPM/UNIFESP Aline Chiari, Fisioterapeuta, especialista em reabilitação em reumatologia e mestre em ciências básicas da saúde aplicadas à reumatologia Jamil Natour, Médico reumatologista, Livredocente e chefe do departamento de reumatologia da EPM/UNIFESP Introdução: A artrite reumatoide (AR) é uma enfermidade autoimune articular agressiva, podendo causar deformidades articulares e consequente incapacidade física. A articulação temporomandibular (ATM) pode ser afetada por essa enfermidade. São poucos os estudos controlados que avaliaram a força de mordida (FM) e alterações orofaciais nessa enfermidade. Objetivos: Caracterizar as alterações orofaciais de pacientes com AR. Métodos: Foi realizado um estudo transversal com 150 mulheres, onde 75 eram pacientes com AR (Grupo AR) e as outras 75, mulheres saudáveis (Grupo Controle). Foram avaliadas em relação à dor, sons, dor à palpação dos músculos masseter e temporal e no polo lateral da ATM; queixas de alterações na oclusão; amplitude do movimento de abertura e fechamento bucal; queixa de cansaço durante a mastigação; relato de bruxismo do sono; hábitos parafuncionais; presença de rigidez matinal na ATM; e mensuração da FM de três regiões: incisivos e molares; foi aplicado o questionário OHIP-14. Resultados: A idade do grupo controle foi de 47,4 anos e do grupo AR foi de 49,2 anos, tempo de doença de 12,66 anos. Houve diferença estatística entre os grupos na avaliação orofacial, com piores valores para o grupo AR nas seguintes variáveis: cansaço durante a mastigação; alteração da oclusão; presença de rigidez matinal na ATM; dor a palpação nos músculos: temporal direito e esquerdo; masseter direito e esquerdo; polo lateral da ATM direito e esquerdo, presença de sons e do questionário OHIP-14. Os valores de FM no grupo controle e no grupo AR nas três regiões foram: incisivos, 126,5N e 92,80N; molares direitos 252,70N e 154,70N; molares esquerdos 249,20N e 170,30N. Conclusões: mulheres com AR apresentam mais sinais e sintomas na região orofacial,menor FM e pior qualidade de vida relacionada à saúde bucal. 18

19 Impacto da Dor e do Ruído Articular na qualidade e no custo de vida de sujeitos com Disfunção Temporomandibular Carolina Almeida Rodrigues, DDS, MS Laís Valencise Magri, DDS Takami Hirono Hotta, DDS, MS, PhD Melissa de Oliveira Melchior Marcelo Oliveira Mazzetto Introdução: As Disfunções Temporomandibulares (DTM) consistem em alterações nas estruturas do sistema estomatognático que podem afetar as atividades socioeconômicas do indivíduo, podendo causar alterações psicossociais, levando a uma diminuição na sua demanda de trabalho, gerando transtornos nos serviços de saúde pública e diminuição da economia. Objetivos: Avaliar o impacto da dor e do ruído articular na qualidade e no custo de vida de indivíduos com DTM. Materiais e Métodos: 80 pacientes foram avaliados na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto/USP, e submetidos a exame clínico de acordo com o Research Diagnostic Criteria (RDC/TMD), ao Índice Craniomandibular (ICM-Fricton) e a presença dos ruídos articulares foi confirmada através da eletrovibratografia com o SonoPAK QS-System (BioResearch, INC, Milwaukee, Winconsin). O impacto na qualidade de vida foi avaliado com o questionário Oral Health Impact Profile (OHIP-14) e o custo através de um questionário específico. Resultados: Com a eletrovibratografia confirmou-se a presença de ruídos articulares em todos os sujeitos envolvidos, e os maiores valores numéricos foram encontrados nas articulações do lado esquerdo, tanto em abertura e no fechamento (56.78 ± e ± 66.87, respectivamente). O OHIP14 apresentou um valor médio de 10.64±5.63 (p = ), além disso, 80% da amostra avaliada já havia procurado algum tipo de tratamento e os gastos com medicação para dor variaram, entre 20% que não faziam uso de medicamento, valores abaixo de 100 reais (17.5%), 100 a 400 reais (32.5%), acima de 400 reais (5%) durante o ultimo ano e 31.25% faziam uso de medicamentos provenientes do Sistema Único de Saúde. Conclusão: A busca por tratamento para DTM é alta, sendo que a dor interferiu na qualidade e no custo de vida de indivíduos com DTM e o ruído articular interferiu apenas na qualidade de vida, devido a ausência de relatos empregando o ruído articular como queixa principal. Variáveis mastigatórias de sujeitos com DTM intra-articular Melissa de Oliveira Melchior, Mestre em Ciências Médicas Marcelo Oliveira Mazzetto, Doutorado em Dentística Restauradora /Livre-docencia, Professor Titular Carolina Almeida Rodrigues, Mestre em Odontologia Restauradora Laís Valencise Magri, graduação em odontologia, mestranda em Gestão da Clínica Wilson Mestriner Jr, Doutorado em Reabilitação Oral, Livre-docente Introdução: De acordo com a Academia Americana de Dor Orofacial, pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) comumente apresentam deficiências funcionais do sistema estomatognático, incluindo habilidade reduzida para mastigar. Objetivo: descrever os achados da função mastigatória de sujeitos com ruídos intra-articulares, baseado na análise clínica, eletromiográfica e eletrovibratográfica. Metodologia: Vinte e duas mulheres e 5 homens foram avaliados por fonoaudióloga experiente quanto à mastigação habitual de biscoito (tempo, número de golpes e tipo mastigatório) e à mastigação de cápsulas contendo grânulos a base de fucsina, as quais serviram para a determinação da eficiência mastigatória (EM) por espectrofotometria. A atividade eletromigráfica dos músculos mastigatórios foi captada durante as provas de mastigação com goma de mascar. Os ruídos intra-articulares foram mensurados por eletrovibratografia (EVG). Resultados: o tipo mastigatório predominante foi o preferencial à direita. O número de golpes foi fortemente correlacionado com o tempo da mastigação de biscoito (r=0,83;p<0,0001). A concentração de fucsina identificada por espectrofotometria variou de 0,05 a 1,6µg/mL, e não apresentou correlação com os dados EMG ou clínicos (p>0,05). Houve correlação positiva entre EVG e EM, porém sem significância (r=0,31; p>0,05). Não houve diferença estatística entre a EMG dos músculos temporais anteriores e masseteres. Não houve correlação entre as variáveis mastigatórias clínicas e EMG. A média do número de golpes foi maior à direita e da maior quantidade de ruído foi à esquerda, porém, não houve correlação estatística(p>0,05). Conclusão: A descrição dos achados da função mastigatória na amostra estudada permitiu uma reflexão crítica sobre as relações entre o exame clínico e o instrumental, contribuindo para o direcionamento do uso racional deste último no processo de diagnóstico dos distúrbios da mastigação. A futura comparação destes dados com os achados em um grupo controle permitirão uma análise mais concisa dos parâmetros utilizados. 19

20 Análise da relação entre o lado da mastigação e o lado da mordida cruzada, através de estudo eletrognatográfico, dos ciclos da mastigação Cristiane Bortolas Lago, Mestranda DTM e Dor Orofacial Centro de Pós Graduação São Leopoldo Mandic. Antonio Sérgio Guimarães, Doutor em Ciências da SaúdeUNIFESP, Coordenador do Programa de Pós Graduação em DTM e Dor Orofacial São Leopoldo Mandic. Luciane Lacerda Franco Rocha Rodrigues, Doutora em Odontologia, Área de Concentração Fisiologia Oral (Laboratório de Dor Orofacial) Unicamp, Professora do Centro de Pós Graduação São Leopoldo Mandic O objetivo deste estudo foi avaliar a relação entre o lado da mastigação e o lado da mordida cruzada através de exame eletrognatográfico em indivíduos com mordida cruzada unilateral. O projeto de pesquisa deste trabalho foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do Centro de Pesquisas Odontológicas do Centro de Pós-Graduação São Leopoldo Mandic, sendo aprovado sob o protocolo de nº. 2010/0213. A amostra foi obtida em 4 escolas da rede municipal de ensino da cidade de Bento Gonçalves, RS.Foram analisados os 5 primeiros ciclos da mastigação habitual de uma amêndoa, em eletrognatógrafo computadorizado, de 10 indivíduos, com idade média de 12,8 anos, com dentição permanente, sem sinais e sintomas de DTM e sem tratamento ortodôntico prévio, sendo 6 com mordida cruzada direita e 4 com mordida cruzada esquerda. Os ciclos foram analisados de acordo com o quadrante e o sentido em que o movimento foi realizado. Foram somados os ciclos para a direita e para a esquerda e aplicado o teste qui-quadrado, que foi significativo (pvalor: 0,041), isto é, houve diferença significativa entre o lado da mastigação e a mordida cruzada. Esta associação se deu entre MCD e lado de mastigação esquerda; e para MCE e lado de mastigação direita. Os sujeitos com mordida cruzada direita apresentaram 62,1% dos ciclos da mastigação para a direita e os indivíduos com mordida cruzada esquerda apresentaram 94,4% dos ciclos da mastigação também para a direita. Concluiu-se, então, que não existe relação entre o lado da mastigação e o lado da mordida cruzada. Limiar de dor a pressão, incapacidade e mobilidade cervical de indivíduos com disfunção temporomandibular Dayse Regina Alves da Costa, Especialista em Biomecânica e Cinesioterapia Funcional, Docente do Curso de Fisioterapia da UFS, Pósgraduanda do Programa de Ciências da Saúde da UFS. Thaís Alves Barreto Pereira, Acadêmica do Curso de Fisioterapia da UFS Leonardo Melo Tavares, Acadêmico do Curso de Fisioterapia da UFS, Leonardo M. Tavares. Leonardo Rigoldi Bonjardim, Doutor Ana Paula de Lima Ferreira, Mestre, doutoranda no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde da UFS. Introdução: Muitos estudos têm investigado a presença de sintomas cervicais em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM).Embora a sintomatologia tenha sido estudada, não há consenso na literatura sobre a relação da incapacidade cervical e a DTM. Objetivo: Investigar a existência de sintomas cervicais e correlacionar esses achados à percepção álgica de pacientes com DTM. Material e Métodos: Participaram da amostra indivíduos de ambos os gêneros divididos em 2 grupos: indivíduos com DTM miofascial (n=15), avaliados pelo RDC/DTM e controles (n=20). Todos foram avaliados quanto à amplitude de movimento cervical pela biofotogrametria, o grau de incapacidade cervical pelo Índice de Incapacidade Cervical (NDI-Neck Disability Index); a avaliação da percepção álgica foi realizada por meio da escala visual analógica e do limiar de dor a pressão (LDP) dos músculos esternocleidomastoideo (ECOM) e trapézio. Resultados: O grupo com DTM miofascial apresentou valores significativamente maiores no NDI (p=0,0035) e menores para o LDP do ECOM (p=0,0343), mas não apresentou diferença para amplitude de movimento cervical quando comparado aos voluntários do Grupo controle. Foi encontrada uma correlação moderada positiva entre o a gravidade da DTM e o NDI no grupo DTM (Teste de Pearson p=0,0126), significando que quanto maior a gravidade da DTM maior a incapacidade cervical. Conclusão: Conclui-se que sujeitos com DTM miofascial apresentam maior incapacidade e LDP cervical, especialmente para o músculo ECOM; além disso, sugere-se que indivíduos com maior severidade da DTM apresentam maior incapacidade cervical. Descritores: disfunção temporomandibular; limiar da dor à pressão; incapacidade cervical. 20

21 Dor Orofacial à Palpação e Dor no Corpo em Adolescentes: Relação entre Disfunção Temporomandibular Incidente e Persistente Fernanda Salloume Sampaio Bonafé, Estudante de pós-graduação, Mestrado em Reabilitação Oral, Faculdade de Odontologia de Araraquara, Univ Estadual Paulista-UNESP Giovana Fernandes, Estudante de pós-graduação, Doutorado em Reabilitação Oral, Faculdade de Odontologia de Araraquara, Univ Estadual Paulista- UNESP Cinara Maria Camparis, ProfessoraFaculdade de Odontologia de Araraquara, Univ Estadual Paulista- UNESP frequentemente a presença de doenças ou dor em outras regiões do corpo concomitantemente à DTM. Objetivo: Comparar o número de pontos de dor corporal, o número e a intensidade de pontos orofaciais dolorosos à palpação em adolescentes sem DTM, com DTM persistente e com DTM incidente. Métodos: Os indivíduos foram avaliados segundo o diagnóstico de DTM dolorosa (dor miofascial e/ou artralgia) por meio do Critério de Diagnóstico para Pesquisa das Desordens Temporomandibulares (RDC/TMD) em duas avaliações com intervalo médio de 1 ano. Na segunda avaliação, os indivíduos foram alocados em grupos denominados controle (duas avaliações DTM ausente), caso/persistente (duas avaliações DTM presente) e incidente (DTM presente apenas na segunda avaliação). O número de pontos corporais dolorosos foi computado com o Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares e considerado frequente quando o relato da dor foi positiva levando como referência o último ano e a última semana para cada uma das 9 regiões avaliadas. O número de pontos dolorosos à palpação e a intensidade da dor orofacial (grau 0 a 3) foram avaliados pelo RDC/TMD. A comparação entre os grupos foi realizada por meio da ANOVA. Resultados: Participaram do estudo 80 adolescentes com idade entre 12 e 15 anos. Quanto à distribuição dos grupos, foram 28 controles, 32 casos e 20 incidentes. O número de pontos dolorosos corporais e orofaciais assim como a intensidade da dor apresentaram diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p 0,01), sendo que o controle apresentou menor valor para todas as variáveis e o grupo incidente foi igual ao caso/ persistente somente quanto ao relato de dor no corpo. Conclusão: A presença da DTM está associada ao número de pontos dolorosos sendo que adolescentes com DTM persistente apresentam maior número de pontos orofaciais dolorosos à palpação e maior intensidade da dor. FAPESP:2012/ AVALIAÇÃO LONGITUDINAL E CORRELAÇÃO ENTRE SINTOMAS DE DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR E O ÍNDICE DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM ALUNOS DE CURSO PRÉ- VESTIBULAR Ieda Milani de Lucena, Mestre em DTM/DOF, Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial Antônio Sérgio Guimarâes, Mestre em Morfologia pela Universidade Federal de São Paulo (1998); Doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2003); Professor afiliado da Universidade Federal de São Paulo UNIFESP; Responsável Ambulatório de DTM e DOF do Hospital São Paulo HSP/UNIFESP; Experiência na área de Odontologia, com ênfase em Disfunção Temporomandibular/Dor Orofacial, atuando principalmente nos seguintes temas: Fisiologia da ATM e músculos da mastigação, mecanismos geradores de dor miofascial por ponto gatilho. INTRODUÇÃO: Diante da complexidade etiológica multifatorial das disfunções temporomandibular (DTM), especialmente em relação aos fatores psicossociais, torna-se necessário estudar se há correlação entre os sintomas de DTM e os quadros de ansiedade e depressão. OBJETIVOS: Avaliação longitudinal e correlação entre os sintomas DTM e o índice de ansiedade e depressão. PROPOSIÇÃO: qual o índice de ansiedade, depressão e de sintomas de DTM nos alunos pesquisados; qual o índice de ansiedade e depressão dos alunos com sintomas de DTM; se existe correlação entre os quadros de ansiedade e depressão em relação aos sintomas de DTM nesta amostra e se os sintomas de DTM se apresentaram como uma variável constante ou flutuante neste grupo. MATERIAIS E MÉTODOS: 153 alunos do curso pré-vestibular responderam ao questionário de sintomas de disfunção temporomandibular recomendado pela Academia Européia de Desordens Craniomandibulares e ao questionário validado de Escala de Ansiedade e Depressão-HAD, no início (T1) e no final (T2) do curso preparatório para o vestibularintervalo de 110 dias. Análise estatística: teste Qui-quadrado e Cochran (p<0,05). RESULTADOS: O índice de ansiedade dos alunos foi de 48% em T1 e 52% em T2, o índice de depressão dos alunos foi de 12% em T1 e 22% em T2 e o índice de sintomas de DTM no grupo estudado foi de 65% em T1 e também em T2;o índice de ansiedade no grupo de alunos com sintomas de DTM foi de 62% em T1 e 61% em T2 e o índice de depressão no grupo de alunos com sintomas de DTM foi de 16% em T1 e 26% em T2. CONCLUSÃO: houve correlação entre ansiedade e sintomas de DTM (p=0,000); não houve correlação entre depressão e sintomas de DTM (p>0,05) e os sintomas de DTM foram uma variável flutuante neste grupo.

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