CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UNIFAI PRÉ-PROJETO DE PASTORAL UNIVERSITÁRIA. (Pe Edélcio Ottaviani) INTRODUÇÃO

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UNIFAI PRÉ-PROJETO DE PASTORAL UNIVERSITÁRIA 2011 (Pe Edélcio Ottaviani) INTRODUÇÃO O presente texto visa estabelecer fundamentos, diretrizes e ações evangelizadoras de uma pastoral universitária a ser implantada no Centro Universitário Assunção-UNIFAI. No que diz respeito à configuração da estrutura pastoral, deve haver, de antemão, uma especificação do trabalho desenvolvido tanto em relação à comunidade universitária quanto à comunidade territorial, que está submetida à Paróquia Nossa Senhora da Saúde, com a qual poderemos, no futuro, desenvolver algumas parcerias. O ideal é que ambas as comunidades (universitária e territorial) desenvolvam um trabalho de cooperação por meio do qual a realidade geográfica se enriqueça com os trabalhos de extensão desenvolvidos pela comunidade universitária e esta com a riqueza humana da comunidade territorial. A Paróquia Nossa Senhora da Saúde deve atender aos anseios da comunidade territorial no que diz respeito tanto à prática dos sacramentos quanto à promoção social. A Pastoral Universitária deve atender da mesma forma às duas vertentes, focando preferencialmente à comunidade universitária. No entanto, Paróquia e Pastoral Universitária podem se enriquecer conjuntamente pela partilha de saberes em suas respectivas habilidades e competências.

2 2 Para tanto, memorizaremos, por meios de documentos editados pela Santa Sé e pela CNBB, a missão e identidade da pastoral e sua relação com a estrutura universitária; em seguida, elucidaremos a missão e identidade das Universidades e dos Centros Universitários Católicos e sua relação com a Igreja Universal e particular, base para o exercício da pastoral universitária, num serviço evangélico e eficaz à sociedade. I. Pastoral Universitária. 1. Missão A Pastoral Universitária se insere no projeto salvífico da Igreja e se traduz na expressão legítima do direito e do dever da Universidade Católica em colaborar com esse projeto junto à comunidade universitária. Neste sentido, configura-se como parte integrante e indispensável da vida e estrutura da instituição (CNBB. Diretrizes e normas para as Universidades Católicas Art. 39. (Documento 64)). 1 Há de se frisar que, no seio das Universidades e Centros Universitários Católicos, ela é a ação que deve manter vivo o espírito que as fundou, pois enquanto instituições ainda que sem fins lucrativos, não estão isentas dos mesmos transtornos, impasses e desafios estruturais e trabalhistas de qualquer outra instituição de ensino. Neste sentido, a atuação da pastoral presta um grande serviço às universidades e centro universitários confessionais quando ela é capaz de mediar e fomentar as práticas e valores evangélicos em meios às possíveis tensões inerentes ao ambiente universitário. O mesmo pode-se dizer de sua presença em meio às universidades não confessionais, com um desafio ainda maior. Neste sentido, a Pastoral universitária não constitui uma ação externa da Pastoral da Igreja dentro da Universidade, mas uma atividade decorrente da missão e identidade das instituições universitárias católicas. É neste sentido que se elabora a norma da CNBB: Em cada Universidade, e organicamente incluída na sua estrutura, haverá uma divisão responsável pela ação pastoral universitária... (DNUC Art. 41). Trata-se da animação da fé dos membros da comunidade universitária de maneira integrada com a vida acadêmica. Em termos atuais, uma pastoral inculturada na vida universitária deverá ser capaz de 1 Doravante DNUC. Cf. Ex Corde Ecclesiae, 38, 41.

3 3 dialogar com seu modus vivendi, capaz de falar sua linguagem e interagir com sua dinâmica particular nas modalidades do ensino, da pesquisa e da extensão. Este diálogo exige projetos concretos elaborados a partir da realidade universitária, dentro do contexto mais amplo dos projetos pastorais da Igreja. Como reza a Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae 2 : A pastoral universitária é aquela atividade da universidade que oferece, aos membros da própria comunidade, a ocasião de coordenar o estudo acadêmico e as atividades para-acadêmicas, com os princípios religiosos e morais, integrando assim a vida com a fé ( 38). Entendendo-se esses princípios religiosos e morais como sendo aqueles que estão em comunhão com a Igreja Universal e a Santa Sé, com a Igreja particular em que atua e seu bispo diocesano (DNUC Art 13.). Neste sentido, apresentamos alguns tópicos que caracterizam, por excelência, o campo de atuação desta pastoral: a) O diálogo com a pluralidade cultural. A comunidade universitária é marcada pelo pluralismo de valores, idéias e crenças. No bojo desta diversidade, a ação pastoral é desafiada permanentemente pela convivência com as diferentes posturas que compõem a estrutura institucional universitária nas suas mais diversas esferas. Trata-se de uma evangelização chamada a uma atuação que, para além dos discursos confessionais explícitos, se realize também por meio de ações capazes de agregar sujeitos das mais variadas concepções, testemunhando, deste modo, o respeito à alteridade e a afirmação da vida como um valor comum a todos (Cf. DNUC Art. 26.). A ação inter-religiosa à qual é chamada a pastoral universitária pode-se traduzir num verdadeiro foro de promoção do valor da unidade na pluralidade, referido anteriormente. A busca da verdade, tão própria deste ambiente, pode ser um fator propulsor da busca de valores humanistas na sociedade contemporânea e campo para a reafirmação da universalidade dos valores evangélicos. 2 Doravante ECE.

4 4 b) Os sujeitos jovens e as pessoas que almejam uma qualificação maior no trabalho como destinatários principais. Por se tratar, antes de tudo, da parcela majoritária da população universitária, a atuação da pastoral universitária privilegiará os jovens como seus interlocutores imediatos e principais, sem descurar daqueles cuja vivência universitária sempre foi um sonho. Neste sentido, ela precisa estar particularmente sintonizada com as potencialidades e as problemas específicos destes grupos. A Pastoral tem, portanto, uma importante missão educativa e poderá efetivá-la mediante projetos que ofereçam atividades positivas capazes de atrair, particularmente, a juventude, por meio de atividades lúdicas, culturais, pedagógicas e espirituais. Vale relembrar o que nos disseram os bispos do Brasil em consonância com a Santa Sé: Promover-se-á a formação religiosa dos alunos, não só com as iniciativas da atividade pastoral na Universidade, mas também dando a todos a oportunidade de seguir cursos de doutrina católica. Tais cursos consistirão de disciplinas teológicas ou de outras afins. À luz da Revelação divina, eles incentivarão a reflexão sobre as questões suscitadas em cada área específica do saber, fomentando sempre o diálogo iluminador entre razão e fé, na busca de uma síntese superior, na única verdade, cuja fonte é Deus (DNUC Art. 33). c) Vivência do carisma fundacional entre alunos, professores e funcionários. A pastoral universitária zelará para que haja uma integração cada vez maior entre as três instâncias que compõem essencialmente o ambiente universitário, a saber: alunos, professores e funcionários. Deve fomentar a mútua cooperação entre eles, colocando-se também a serviço de suas necessidades espirituais e comunitárias. d) Aspecto celebrativo.

5 5 A missão pastoral de encarnar a fé nas atividades cotidianas da Universidade envolve ação, reflexão e celebração. A dimensão celebrativa é um dinamismo que caracteriza e vida humana na sua totalidade e, de modo determinante a vida de fé. As celebrações catalisam e expressam as razões e finalidades mais profundas da vida universitária, enquanto busca permanente da verdade, enquanto educação e realização dos ideais de serviços à comunidade. Além daquelas celebrações diretamente vinculadas ao calendário litúrgico católico, a pastoral universitária deverá ter seu calendário específico ligado às datas e eventos particulares do Centro Universitário, bem como ao próprio calendário da pastoral. De qualquer forma, as celebrações, enquanto um dos aspectos da vida comunitária universitária, integram e expressam toda a ação pastoral como seu ponto mais alto; como eixo revigorador e produtor de sentido da vida universitária. Sendo assim, a pastoral universitária poderá ser a mola propulsora dos momentos celebrativos mais relevantes e comuns a todos os grupos do Centro Universitário. 2. Identidade. A identidade da Pastoral Universitária se define, como o próprio nome diz, pela ação evangelizadora no âmbito universitário: Visando à conversão pessoal e ao crescimento espiritual até tornar-se cada um adulto em Cristo, a ação pastoral em meio universitário oferece também as condições para se harmonizarem os estudos e atividades, dentro e fora da Universidade, com os princípios religiosos e morais, integrando fé e vida. Por isso, ela preferirá aqueles meios que ajudam a integração da formação humana e profissional com os valores religiosos, para se conseguir a síntese coerente do saber intelectual progressivo com a vivência da fé, profunda e crescente (Cf. DNUC Art. 48). Porém, para que esta identidade encontre sua plena expressão ela deve estar vinculada à missão e à identidade da própria universidade católica, no seio da qual estará situada a pastoral universitária cujo conteúdo veremos a seguir. II. Missão e Identidade da Universidade Católica e sua Relação com a Igreja e a

6 6 sociedade. 1. Missão. Como rezam as DNUC Art. 4º, a missão da universidade católica é a de servir à humanidade e à Igreja, segundo os valores revelados na mensagem salvífica do Cristo, fomentando o diálogo entre razão e fé, evangelho e cultura. Para tanto, ela deve favorecer o encontro da Igreja com a comunidade científica e acadêmica, ajudando a responder aos graves problemas de nosso tempo. À luz da Revelação e guiada pelo esforço da inteligência, deve consagrar-se sem reservas à investigação livre, responsável, corajosa e alegre da verdade sobre o universo, em todos os seus aspectos e em seu nexo essencial com a Verdade suprema, Deus. Por uma dedicação incansável, aprofunda o conhecimento do significado e valor da pessoa humana, por meio do ensino e proclamação da verdade, valor fundamental, sem o qual se extingue a liberdade, a justiça e a dignidade. Podemos observar que, em nossos dias, são múltiplos os desafios com os quais se defronta a universidade católica, a começar pela compreensão e afirmação de sua própria identidade confessional em um contexto cultural pluralista (Cf. Puebla, 1059), onde não são poucos os riscos de perda de seus ideais fundacionais. Sobretudo hoje, ela se encontra perante a desafiante necessidade de afirmar sua identidade numa conjuntura de ensino superior em crise, seja pelo sucateamento do ensino público, seja pelo crescimento espetacular do ensino privado, marcadamente mercantilizado e tecnicizado. Os ideais originais da universidade católica se vêem confrontados por um modelo de ensino centrado num currículo mínimo técnico (ausência da dimensão humanista), na gestão empresarial centralizada (em prejuízo da associação Universitas e da autonomia), na reprodução pedagógica conteudística (sem retroalimentação com a pesquisa) e na finalidade lucrativa (acima da função social e extensionista). Neste contexto, a universidade católica pode incorrer num duplo risco: de afirmar-se de modo fundamentalista em modelos do passado ou de diluir-se na pressão dos modelos seculares e de mercado demandados pelo presente. A missão da universidade católica se inscreve hoje num momento histórico de refundação do carisma original, a fim de

7 7 sobreviver historicamente com fidelidade e criatividade. Mais do que nunca, cumpre o esforço conjunto dos sujeitos envolvidos diretamente na universidade católica, inclua-se aqui os agentes da pastoral universitária, para que possam compreender e empreender com coerência e competência esta árdua tarefa. É neste sentido que o magistério convoca toda comunidade eclesial a dar seu apoio às instituições católicas de ensino superior, e a assisti-las no seu processo de desenvolvimento e de renovação (ECE, 11). Por tudo isto, faz-se necessária a continuidade de um modelo que priorize o acadêmico, efetivado na qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. Faz-se urgente, ainda, a agregação dos sujeitos envolvidos na vida da universidade e a adoção de estratégias para que se possa gestar um modelo universitário institucionalmente viável e socialmente relevante. 2. Identidade. O centro universitário ou a universidade católica, particularmente aquela que detém o título de pontifícia, são portadores de uma identidade composta de múltiplos aspectos, estando estes relacionados a sua configuração interna e as suas relações com a sociedade e com a Igreja. Exatamente por se tratar de uma instituição milenar, a universitas catholica traz consigo o seguinte: a) uma história de sucessivas configurações e acomodações no tempo e no espaço; b) uma moção constante pela busca do saber, referenciada socialmente como qualidade de ensino; c) ação social marcada pelo binômio: autonomia/chancela eclesiástica. Esta tríplice relação demarca os sujeitos envolvidos na existência da universidade e exige políticas permanentes de adequação da instituição aos contextos sóciocultural, educacional e eclesial em que se insere, na busca permanente de fidelidade aos seus ideais fundantes, porém de maneira sempre renovada. Na Ex Corde Ecclesiae, o papa João Paulo II chama atenção para esta necessidade de renovação dizendo que: Neste contexto as universidades católicas são chamadas a uma contínua renovação, enquanto universidades e enquanto católicas (ECE, 7).

8 8 Podemos dizer que a identidade das Universidades Católicas tem uma dupla dimensão que deve ser interagida na prática universitária concreta. Uma dimensão ideal (pré-estabelecida em orientações, normas e estatutos) e uma dimensão real (construída sobre projetos específicos e modelos concretos de gestão universitária). A identidade das universidades católicas, longe de manter-se intacta ao longo de sua história, foi desconstruída e reconstruída nos diversos ambientes em que se instauraram, sendo a modernidade um marco importante neste processo de revisão, não só para estas instituições, mas para o próprio catolicismo como um todo. Há, por certo, uma equação direta entre auto-compreensão destas universidades e os modos de inserção social, política e cultural da Igreja Católica no decorrer da história. O desafio do ser cristão dentro de uma sociedade plural toca o coração da universidade e dos centros universitários, enquanto instituições que processam idéias e formam profissionais, oriundos das mais diversas concepções religiosas. As instituições católicas de ensino superior situam-se, de modo privilegiado, no limite tênue que demarca a distinção, a relação e ação recíproca da Igreja e da cultura, no espaço do diálogo crítico e criativo dos conhecimentos e na fronteira das próprias consciências talhadas ética e profissionalmente. Deste modo, os princípios cristãos ocupam, no interior da dinâmica universitária, um lugar de vanguarda eclesial que se expressa em termos dialéticos exercício da crítica mútua entre fé e razão, humanismo e tecnologia, especialização e totalidade, ética e relação de valores - e dialógicos a prática interdisciplinar entre teologia e ciências, a convivência das diferenças e o exercício da tolerância e a construção de princípios éticos de cunho universal. A identidade das instituições católicas de ensino superior, por combinar idealidade com realidade, certezas e desafios, solicita e desafia, permanentemente, as formas e estratégias de relação entre a Igreja e a comunidade acadêmica e, de modo imediato, as instâncias dirigentes de ambas instituições. A universidade ou o centro universitário católicos formam uma comunidade acadêmica que tem como objetivo contribuir com a defesa da dignidade humana e com a

9 9 herança cultural por meio do ensino, da pesquisa e da extensão (Cf. ECE, 12). Uma primeira constatação poderia ser a de que esta natureza confessional configura diretamente a natureza social, enquanto entidade de fim comunitário, e em sua maior parte, sem fins lucrativos e, portanto, de natureza filantrópica. As decorrências desta configuração para as dinâmicas da sustentação financeira, para as políticas contratuais e para a própria política acadêmica são diretas e determinantes. A comunitariedade tem-se efetivado, portanto, na origem, na estrutura e na função da Universitas. Puebla já chamava a atenção para a necessidade da universidade se constituir como família universitária mediante o diálogo e a participação (Cf. Puebla, 1061; DNUC Art. 26). A universidade católica, e por decorrência o centro universitário católico, define-se por referências que a caracterizam no começo, meio e fim. Tem como fundamento primeiro a mensagem cristã; como mediação e interlocução direta a Igreja como finalidade a reflexão crítica, aprofundada e incessante sobre o acúmulo do conhecimento na busca do significado último da vida (Cf. ECE,13). A mensagem cristã funda a Universitas, não só do ponto de vista histórico-institucional, mas em todas as suas atividades. Os ideais cristãos "impregnam e modelam as atividades universitárias, de acordo com a natureza e a autonomia próprias de tais atividades" (ECE, 14). Deste modo, as estruturas e políticas universitárias e as funções e atividades são pautadas e direcionadas, antes de tudo, por valores cristãos, mesmo sabendo da pluralidade de crenças dos sujeitos que integram a comunidade (Cf.ECE, Normas Gerais, 2-5). Agrega-se a esses valores a estreita comunhão com a Igreja universal e também com a Igreja particular, não só em termos formais, mas em termos pró-ativos, de forma que as universidades e os centros universitários possam contribuir com a própria missão evangelizadora da Igreja, mantendo relações próximas e diretas com o bispo local (ECE, 27). A reflexão que caracteriza as instituições católicas de ensino superior deve ser profunda (buscando a verdade, significado último da vida), interdisciplinar (diálogo entre os saberes), integradora (busca da síntese dos conhecimentos), articuladora (diálogo entre fé e razão),

10 10 ética (ensino e pesquisa referenciados pela ética), teológica (como disciplina e perspectiva da Universidade) (Cf. ECE, 15-19). A identidade católica da universidade dos centros universitários, nos termos acima apresentados, atribui-lhes uma missão evangelizadora de fundo, sendo então chamados a evangelizar pelo seu próprio modo de ser enquanto instituição, ou seja, por meio daquelas ações que lhes são próprias. (Cf. ECE, 49). Há que dizer ainda que essa atitude evangelizadora se concretiza e se viabiliza na sua índole comunitária, entendida no sentido ad intra como uma comunidade marcada pela liberdade, pelo respeito e solidariedade de seus membros e no sentido ad extra sua função de serviço à sociedade. Além desta missão evangelizadora inerente a sua identidade e missão, as instituições católicas de ensino superior devem contribuir de maneira direta com a evangelização da Igreja local onde se insere dentro de seus projetos pastorais. Com sua especificidade enquanto instituição de ensino, pesquisa e extensão, a universidade e os centros universitários podem contribuir com seus recursos humanos, metodológicos e políticos com os serviços eclesiais ajudando a Igreja a responder aos problemas e às exigências de seu tempo (ECE, 31). Eles poderão, no entanto, participar de maneira mais programada, orgânica e intensa de projetos específicos da Igreja de São Paulo na direção do ensino, da pesquisa e da extensão. 2.1 Na direção do ensino. Em nosso caso, significa fundamentalmente e mediante demandas apresentadas pela Igreja, dispor de nosso potencial acadêmico e pedagógico, por meio de modalidades de cursos de educação permanente nas áreas como administração, tecnologias de comunicação e direito. Poderíamos acrescentar, ainda, a possibilidade de assessorias em atividades específicas da Igreja com instrumentos teóricos e metodológicos que facilitem o planejamento, a execução e a avaliação de suas atividades.

11 Na direção da pesquisa. Participação em projetos de abordagem e análise de realidade nos seus mais diversos aspectos, na realização de eventos que recuperem a memória histórica da Igreja, por meio de seus grupos de pesquisas, de cursos de graduação e programas de pósgraduação. A pesquisa pode ainda ser intensificada pelo binômio Fé e Razão, contribuindo com a produção de conhecimentos academicamente relevantes sobre temáticas contemporâneas atinentes à fé e à cultura. 2.3 Na direção da extensão. Inserção em projetos de intervenção social da Igreja com assessorias jurídica, social, pedagógica e técnica, no âmbito dos agentes de pastoral ou mesmo com estratégias de ação direta nas realidades em questão. Tais ações poderão ser efetivadas mediante planejamento comum entre as Pastorais da Igreja e dos planos de gestão do Centro Universitário Assunção - UNIFAI como um todo ou dos planos específicos de cada curso. III. Pistas de ação da Pastoral Universitária no âmbito da ação pastoral da Igreja de São Paulo. A relação da Universidade com a Igreja é, sob muitos aspectos, um tabu para ambas as partes. Para muitos sujeitos da comunidade universitária, ainda é uma questão associada a intervenção da Igreja, ausência de autonomia ou doutrinação e catequização católica. Para muitos da Igreja, a universidade é um mundo distante, caracterizado muitas vezes pelo ateísmo, pelo agnosticismo e pelo anti-clericalismo. Estas posturas, visíveis a olho nu no interior da Igreja e da universidade, ainda que possuam elementos verdadeiros, são superficiais e paralisantes. Não captam o centro da problemática da relação entre a Universidade e a Igreja e contribuem com a manutenção da distância entre as duas instâncias sem a proposição de um caminho de ação.

12 12 Com efeito, a relação da Universidade com a Igreja não se resolve, em termos efetivos e construtivos, pelos parâmetros jurídicos e normativos já estabelecidos, ainda que estes sejam fundamentais para a própria existência da Universidade. A identidade e a missão católicas das instituições universitárias solicitam atualizações permanentes que só emergem de projetos concretos que tracem parâmetros, metas e estratégias de ação envolvendo as duas instâncias com suas autonomias específicas e finalidades comuns. Universidade Católica e Igreja possuem, de fato, uma reciprocidade de perspectiva que as coloca na mesma rota, ainda que sejam distintas as metas e ações imediatas. Em nosso caso, a relação a ser construída passa, por certo, por revisões institucionais e pela elaboração de projetos de atuações específicas que deverão envolver os vários sujeitos responsáveis pelo Centro Universitário. Para além destas opções institucionais, que podem ser revistas, podemos caminhar na direção de uma relação mais intensa entre Igreja e Centro Universitário, buscando formas de atuação mútua que garantam o exercício pleno da identidade católica no ensino superior. Como desdobramento deste objetivo, o serviço de pastoral universitária visa proporcionar um aprofundamento das temáticas abordadas na comunidade científica, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, tornando possível a promoção social e espiritual não só do corpo discente, mas das pessoas que no futuro estarão implicadas em sua prática profissional, assim como reza as Diretrizes e Normas para as Universidades Católicas: A Universidade, especificamente, pode empenhar-se em tornar a educação superior acessível aos pobres e às minorias sociais, e em colocar o saber humano e cristão à disposição de um público mais vasto que o âmbito acadêmico (DNUC Art. 34). Sendo assim, estabelecemos de antemão, a título de discussão e aprofundamento, algumas linhas mestras de atuação da Pastoral Universitária do Centro Universitário

13 13 Assunção - UNIFAI em sua relação com a Pastoral Universitária nas universidades e centros universitários sejam eles católicos ou não. São elas: 1. Atendimento e assistência espiritual tanto à comunidade territorial quanto pessoal (universitária), particularmente aos alunos, professores e funcionários: Preparação aos sacramentos, realização de batizados, primeira eucaristia, crisma (On-line); Celebrações matrimônio, confissões, orientação espiritual, bençãos e unções, missas de exéquias e de formatura. 2. Desenvolvimento da Espiritualidade, por meio de momentos celebrativos diferenciados e de cunho eminentemente católico. Pode ser desde a celebração eucarística em alguns dias na semana até a liturgia das horas ou o ofício divino das comunidades, celebrados num horário acessível aos estudantes. Estes momentos celebrativos seriam caracterizados pela conjunção das diferentes espiritualidades de rito católico, delineando o rosto da pastoral universitária, sem que haja a predominância de uma espiritualidade determinada (RCC, Catecumenato, Pastoral da Juventude, Opus Dei, etc.), demonstrando a unidade na diversidade. 3 Possibilidade de haver regularmente Celebrações Eucarísticas às 2ª feiras das 18h30 às 19h15; 6as feiras das 11h15 às 12h00 e das 18h30 às 19h15, na Capela. Liturgia das Horas (Hora Média). Todos os dias das 11h40 às 12h00. Atendimento espiritual realizado por um sacerdote ou um religioso/religiosa um pouco antes ou após as missas. 3 Momentos forte: Missa de abertura do ano letivo, CF, Missa de Páscoa (Pascoela), Semana pela Unidade dos Cristãos (Pentecostes), Missa de Natal.

14 14 3. Gottesdienst: na Europa e, sobretudo, nos Estados Unidos, existem os chamados serviço de Deus ou segundo nossa tradição: celebração da palavra, em que se faz a leitura da bíblia, a meditação comum, seguida da distribuição da Eucaristia. Não necessariamente vinculada à Celebração Eucarística. 4. Promoção de um efetivo diálogo ecumênico ou inter-religioso, por meio de momentos celebrativos: Semana Mundo Unido (CF). Semana pela Unidade dos Cristãos. 5. Leitura aprofundada da Bíblia num determinado dia da semana, no qual se pode aprofundar tanto o conhecimento de um determinado livro, quanto a abordagem de temas religiosos de interesse comum, não só da comunidade católica. 6. Promoção de eventos de cunho interdisciplinar (mesas-redondas) tratando dos mais variados temas de interesse da comunidade universitária e local: Temas ligados à Ciência e Religião. 7. Realização de projetos sociais comuns, como campanhas emergenciais de ajuda (campanha do agasalho, auxílio aos desabrigados, etc.). Campanha de Auxílio às obras pastorais no Haiti (Aliança da Misericórdia/João Paulo). 8. No caso de haver trabalhos de promoção social, que ele aconteça numa ligação com o ambiente universitário, viabilizando os projetos de extensão universitária.

15 15 9. Articulação de um projeto denominado Mão-dupla, em que o ápice é a realização anual de um Painel apresentando os diversos projetos de extensão universitária realizados no Centro Universitário. Na verdade, muitos projetos de extensão realizados na Universidade ou Centro Universitários católicos carecem de visibilidade e de uma articulação efetiva que possibilite a leitura, por parte dos órgãos acadêmicos e eclesiais, das diferentes áreas em que atuam e conseqüentemente de um melhor aproveitamento deste trabalho em benefício dos seguimentos mais necessitados de nossa cidade. Este projeto teria por objetivo realizar parcerias entre a articulação pastoral nas periferias e a os projetos de pesquisa desenvolvidos no Centro Universitário. 10. Fomento a cultura, organizando apresentações periódicas de corais e recitais. 11. A pastoral universitária pode estabelecer no seu calendário a realização de um retiro espiritual voltado para os universitários, mantendo intercâmbio com colégios religiosos para a utilização dos diferentes espaços. Para concluir, citamos o 345 do Documento da V Conferência do CELAM: Convidamos a valorizar a rica reflexão pós-conciliar da Igreja na América Latina e no Caribe, assim como a reflexão filosófica, teológica e pastoral de nossas igrejas e de seus centros de formação e pesquisa, a fim de fortalecer nossa própria identidade, desenvolver a criatividade pastoral e potencializar o que é nosso. É necessário fomentar o estudo e a pesquisa teológica e pastoral frente aos desafios da nova realidade social, plural e diferenciada e globalizada, procurando novas respostas que dêem sustentação à fé e à experiência do discipulado dos agentes de pastoral. Sugerimos também maior utilização dos serviços que oferecem os institutos de formação teológica pastoral existentes, promovendo o diálogo entre eles e destinando mais recursos e esforços conjuntos na formação de leigos e leigas. Pastoral Universitária do Centro Universitário Assunção - UNIFAI Conclusão Neste projeto, tratamos particularmente da ação pastoral em universidades e centros universitários católicos. No que diz respeito à ação pastoral desenvolvida em ambiente universitário de confissão diferente ou de orientação laica, aplicam-se os mesmos princípios, respeitando-se os limites e as especificidades destas instituições.

16 16 Em nosso centro, a pastoral universitária deverá zelar para que, enquanto entidade voltada para o ensino, pesquisa e a extensão, se cumpram os princípios de sua missão, voltados para uma educação notadamente humanista e de qualidade, contribuindo para que nela não se apliquem meramente os interesses mercadológicos que, infelizmente, estão predominando em boa parte das instituições privadas do país. * * *

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