DINAMIZAÇÃO E ANIMAÇÃO SUSTENTÁVEL PATRIMÓNIO HISTÓRICO CULTURAL IGREJA DE S. PEDRO DE FERREIRA

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1 DINAMIZAÇÃO E ANIMAÇÃO SUSTENTÁVEL PATRIMÓNIO HISTÓRICO CULTURAL IGREJA DE S. PEDRO DE FERREIRA Curso Pós-Graduação Turismo Ordenamento e Gestão do Território Pedro Miguel Francisco Araújo

2 CURSO PÓS-GRADUAÇÃO TURISMO, ORDENAMENTO E GESTÃO DO TERRITÓRIO Pedro Miguel Francisco Araújo Felgueiras, 31 de Março de 2006

3 I Sumário Assunto I Sumário II Componente Introdutória III Componente de Contextualização IV Componente de Desenvolvimento V Componente Final/Conclusiva VI Bibliografia VII Índice VIII Anexos IX Apêndices

4 II Componente Introdutória Introdução Este projecto surge no âmbito da frequência da pós graduação Turismo, Ordenamento e Gestão do Território e pretende propor a dinamização de um percurso turístico- cultural, a partir de um monumento inserido na Rota do Românico. Geralmente, um projecto surge numa tentativa de resolução de um problema ou para potencializar uma oportunidade de desenvolvimento que aparece numa determinada região ou numa instituição. E deve obedecer a princípios que fazem do projecto um projecto, tais como a preocupação de organizar e projectar actividades devidamente agendadas, calendarizadas, com timings devidamente adequados às actividades e circunstâncias visadas, orientadas para um ou vários objectivos precisos e determinados, obedecendo a uma coordenação muito própria. Deve, também, atender aos meios de que dispõe, e à forma como os integrará. Dispõe de um dispositivo de avaliação muito peculiar que representa um aliado activo no contributo para o sucesso do mesmo. Este projecto apesar de visar um percurso específico no meio local, neste caso Paços de Ferreira, procura também integrar numa série de percursos da mesma espécie noutros concelhos do Vale do Sousa procurando uma dinâmica comum e uma integração e valorização plena do Património. Estando sempre subjacente a definição de Património e a sua importância, bem como a sua constante mutação, uma vez que os pensamentos e doutrinas sobre a diversidade e tipologias relativas ao conceito de património têm evoluído extraordinariamente nos últimos tempos. Actualmente, este, já não se enquadra no conceito generalista avançado por Jean Michael de que: património é um conjunto de bens que uma geração quer transmitir à seguinte por considerar que esse conjunto de bens constitui um talismã que permite ao homem a ao grupo social compreender o tempo na três dimensões, passado, presente e futuro. 1 mas cada vez mais, tende a especificar-se por segmentos, fruto de uma consciência colectiva de que o património, de facto, pode ter uma infinidade de abordagens, 1 Coelho, Arq. Margarida, Património II- cadernos de apoio, ESE Porto-IPP, 2001.

5 de interpretações e de critérios sobre os diferentes bens que o integram, cada um com uma especificidade e realidade diferente requerendo para o efeito da sua identificação e preservação, estudos singulares e não apenas conexões gerais. Assim, este interesse centrado inicialmente na identificação e preservação dos bens arquitectónicos, foi alargando à integração dos bens móveis e imateriais até que actualmente o conceito evoluiu de forma a integrar a área dos recursos naturais e da abordagem paisagística e de ordenamento do território: O concelho da Europa está na origem, sobretudo a partir dos anos setenta, de novos princípios e filosofias da abordagem do património, que defendem uma visão mais alargada, pois não a limita aos grandes monumentos históricos (catedrais, palácios, castelos), mas engloba todas as componentes do ambiente humanizado e edificado (centros históricos, conjuntos rurais, património de interesse técnico e industrial...) 2. E, por isso se pretende com este projecto, ir de encontro aos objectivos propostos pela R.R.V.S, para a valorização e promoção do património constituinte, incidindo, obviamente, na promoção da cultura românica. 2 Op.cit. Coelho, Arq. Margarida.

6 Pergunta de Partida Como promover uma dinamização e animação sustentável do Património histórico - cultural concelhio tendo como ponto de partida a, inserida na rota do Românico, atendendo à actual problemática do turismo, ordenamento e gestão do território? Justificação para a Realização do Projecto A minha motivação para a execução e elaboração deste trabalho reside em questões ou motivos de ordem pessoal e profissional, procurando, desta forma, alcançar o seguinte: - a aposta na valorização de um património cultural ameaçado e/ou esquecido; - adopção de estratégias de sustentabilidade visando um desenvolvimento local; - aposta na formação contínua, qualificação e promoção do meu contributo para o meio local e envolvente ( Vale do Sousa) enquanto Gestor do Património; - aposta na promoção do papel do Gestor do Património, e no seu contributo para a resolução de problemáticas do ordenamento do território; - valorização do Património local recorrendo e apostando no fenómeno Turismo e em todos os seus recursos, bem como na promoção e impacto comercial da zona ( Capital do Móvel). O Ordenamento do Território é uma disciplina que, concebida de forma não tradicionalista, tem que ser objecto de uma abordagem multifacetada e por vários ramos de conhecimento, devido à sua característica simultânea de campo de decisão política, técnica específica, prática administrativa e objecto de lutas sociais, enquanto função do estado, o ordenamento do território deve ser visto de forma multidisciplinar e integrada, como dizendo respeito à tradução espacial das políticas económica, social, cultural, ecológica, etc e, como tal, é dificilmente enquadrável nas classificações clássicas das funções do Estado. Embora exercido em estreita articulação com entidades privadas, o ordenamento do território enquanto função do estado tem vindo a assumir um peso crescente, na medida em que aumenta o fenómeno de urbanização e as contradições em torno do uso do território e a administração pública é chamada a regular os conflitos a que dá origem este processo e a assegurar os interesses que prevalecem, de acordo com os seus objectivos e a correlação de forças em presença. A concepção do planeamento e ordenamento do território como um processo integrado e pluridisciplinar não está presente em toda a legislação portuguesa, acontecendo, entretanto, que as práticas de planeamento e ordenamento informal transcendem claramente as figuras e acções previstas na lei e têm maior influência na realidade.

7 Permanece um elevado grau de centralização de todo o processo de ordenamento do território, desde o planeamento à gestão urbanística e do espaço, que se alarga dos planos ditos regionais e de ordenamento de território até aos próprios planos directores municipais, aos loteamentos urbanos e mesmo ao licenciamento de grandes superfícies comerciais. Este elevado grau de centralização não favorece a transparência e a participação das populações numa matéria em que é particularmente necessária e em que se jogam poderosos interesses económicos e importantes direitos sociais, culturais e ecológicos dos cidadãos. A descentralização e a regionalização podem representar, na área do ordenamento do território, uma importante contribuição para o conceber de forma integrada, para envolver as populações e reforçar a consciência social de se jogam nesta área importantes interesses colectivos, tais como a luta contra desigualdades sociais na ocupação do espaço e no acesso a meios colectivos de consumo, o aproveitamento de recursos sem destruir equilíbrios ecológicos essenciais, as possibilidades de desenvolvimento concebido em sentido amplo e humanista e não como um mero crescimento económico, passível de hipotecar o futuro e gerar novos e graves problemas. Ora o turismo surge como alternativa a muitos dos problemas inerentes ao ordenamento do território e ao urbanismo. Na primeira década do século XX, com a construção de estruturas turísticas de apoio e a organização de visitas regulares a monumentos, surge o turismo cultural, ainda que a uma escala reduzida e elitista. Actualmente, a metade Norte do País dispõe de uma grande variedade de recursos turísticos que têm de ser articulados em programas específicos que reclamam imaginação e competência de tratamento. Não há um recurso que se imponha a todos os outros, representando o núcleo único em torno do qual tudo se estruture. Mas isso pode jogar a favor da estabilidade da procura ao longo dos anos e ao longo de um mesmo ano, atenuando os efeitos da sazonalidade, sempre difíceis de combater. A qualidade da oferta representa um imperativo. Isso tem repercussões desde o planeamento urbano até à difusão da informação. Os recursos humanos e o profissionalismo com que actuam são determinantes da qualidade e, por isso, dos atributos da oferta. A sua formação é fulcral, para o sucesso do sector. Tendo de articular tantas e tão diferentes componentes dessa oferta e de a promover em mercados muito exigentes, é indispensável a coordenação da acção a muitos níveis. A pulverização institucional é, por isso, negativa. Deve-se dispor, para a realização de numerosas funções, de instâncias robustas e com meios humanos e financeiros capazes de suportar acções de âmbito largo. A existência de cinco Regiões de Turismo, no Continente,

8 coincidentes com as fronteiras das actuais Comissões de Coordenação, representaria uma solução equilibrada que não dispensaria, contudo, a articulação entre regiões vizinhas ou, mesmo, do seu conjunto, nomeadamente, no campo da promoção externa. A questão da promoção é fulcral. Tratando-se de uma operação sempre dispendiosa, a experiência prova que não dá resultados a dispersão dos meios. Impõe-se, antes, a concentração e a escolha muito selectiva dos mercados-alvo, em relação aos quais se deve actuar. As agências turísticas portuguesas têm uma grande experiência no que respeita aos turistas portugueses que fazem férias no estrangeiro. Isso tem, naturalmente, a ver com a recente elevação do nível de vida e o seu gosto por viajar. Mas elas ainda não desenvolveram, adequadamente, a componente do chamado turismo in-coming, tratando dos turistas que nos visitam e actuando como charneira entre quem agrega a procura, agregando eles, por sua vez, os muitos tipos de oferta que devemos articular para estruturar a variedade e a quantidade de elementos de atracção de que dispomos, curando em primeira linha da sua qualidade. O turismo tem observado um elevado crescimento nos últimos anos a nível mundial, em comparação com outros sectores (a taxa de variação média anual das entradas de turistas estrangeiros entre 1990 e 1999 a nível mundial foi de 4,2%, segundo dados da Organização Mundial do Comércio), projectando-se a manutenção dessa tendência nas próximas duas décadas. Em Portugal, a expansão do sector nos últimos dez anos foi ainda mais expressiva (4,4%, usando o mesmo indicador), aumentando decisivamente o seu peso na economia (em termos de produto, rendimento, investimento e emprego), sobretudo tendo em conta os efeitos sobre outros sectores. No entanto, tratou-se de um crescimento desequilibrado, observando-se uma concentração em torno dos três principais destinos turísticos nacionais (Algarve, Lisboa e Madeira), considerando o número de dormidas de estrangeiros. A Região Norte, o quarto destino turístico mais procurado, apresentou uma redução do peso das dormidas de estrangeiros no total nacional, revelando maior vocação para captar turistas nacionais. Para os próximos anos, antecipa-se a concorrência acrescida de mercados turísticos em franca expansão (nomeadamente os países do Leste Europeu e China), o que dificultará a manutenção de Portugal dentro dos 15 principais destinos turísticos a nível mundial. Na actualidade, detectam-se tendências que estão a influenciar a evolução do sector do Turismo, tanto ao nível da oferta (destacando-se o aumento da dimensão das empresas por via da verticalização e da concentração horizontal, bem como a progressiva internacionalização e as novas formas de relacionamento com os consumidores, que advêm das novas tecnologias

9 de informação) como da procura, em que a crescente sofisticação dos clientes tem significado uma solicitação acrescida de qualidade e inovação. Nos próximos anos, prevê-se um crescimento acentuado do Turismo Sénior, em resultado do envelhecimento da população nos países desenvolvidos, assim como das actividades turísticas associadas ao entretenimento. A procura de experiências novas e propostas diferentes (unique selling proposition) levará a um interesse acrescido dos consumidores por novos mercados e, a outro nível, pelo turismo regional, que beneficiará do incremento previsto nos city breaks, ou escapadas. Em Portugal, o aproveitamento dos recursos turísticos existentes neste âmbito deve ter sempre presente que outros os têm melhores, exceptuando a escala humana e o ambiente rural ainda relativamente preservado, pelo que se deve resistir à degradação destes recursos e aproveitá-los, para que a animação turística ajude a preservá-los. A promoção turística da Região do Norte evoluiu para a criação de uma marca internacional "Porto e Norte de Portugal", com quatro marcas regionais (Minho, Porto, Douro e Trás-os-Montes), que suportam a diversidade de marcas locais e sub-regionais existentes. Esta estrutura permite uma promoção conjunta muito mais forte e, se for acompanhada de um conjunto de projectos de infra-estruturas gerais, assegura um melhor aproveitamento dos recursos. O desenvolvimento de um produto/local turístico deve ter presente:. Um mesmo local pode dar origem a diferentes produtos, utilizando recursos diferenciados e dirigidos a mercados diversos.. Cada produto deve, no entanto, corresponder a uma imagem forte e a um conjunto integrado de recursos que lhe estão associados, devendo todos eles garantir um alto padrão de qualidade.. É importante que esse produto propicie uma experiência única e diferente, que deixe algo de memorável no turista.. A transmissão de experiências pessoais é um veículo importante de promoção turística, pelo que as impressões produzidas pelos aspectos anteriores são essenciais para o seu crescimento.. O turismo pode funcionar como redutor de assimetrias de desenvolvimento regional, através do aproveitamento dos recursos locais, nomeadamente aqueles que, pela inexistência de pressão demográfica, podem ser mais bem preservados.. A internet é um instrumento importante a ser utilizado na promoção turística, tendo presentes aspectos como a segmentação do mercado e o aproveitamento de oportunidades, principalmente no transporte e alojamento. Não obstante o progresso registado na promoção institucional do turismo português

10 esta ainda se encontra numa fase embrionária, limitando-se, na maior parte dos casos, a incidir sobre os produtos tradicionais e enfrentando alguns obstáculos. Entre estes, revestem-se de especial importância a complexa organização local e regional do turismo e a multiplicidade de estratégias levadas a cabo por cada empresa em particular, impedindo, não raras vezes, a prossecução de uma estratégia global concertada. Torna-se, pois, fundamental definir uma política para a promoção turística que conjugue equilibradamente os interesses dos empresários do sector com os objectivos do poder político. A esta política caberá suscitar a atenção do potencial turista, levando-o a visualizar e antecipar experiências e sensações únicas no destino turístico português e apoiar o lançamento de novas marcas, produtos e motivações. Assim dever-se-á apostar em :. Recentrar a intervenção do Instituto Nacional de Formação Turística, por forma a serem tidas em conta as necessidades específicas do sector empresarial, que actualmente se debate com falta de pessoal, sendo desejável manter a formação inicial de nível médio e reforçar a requalificação de activos (especialmente através de programas de curto prazo para integrar trabalhadores no sector, nomeadamente estrangeiros);. Criar mecanismos que promovam uma intervenção integrada e activa da Administração Pública a favor do Turismo, que é um sector económico estratégico para Portugal;. Promover a descentralização dos organismos da Administração Central;. Aumentar o investimento dos organismos públicos e das Regiões de Turismo em tecnologias de informação;. Reforçar o associativismo empresarial;. Reforçar a capacidade de promoção do sector no estrangeiro, através da racionalização da actual rede de representantes a nível internacional (delegação do ICEP, embaixadas, consulados), eliminando-se as redes paralelas de representação.

11 III Componente de Contextualização Contextualização Geográfica O meu projecto incidirá e concretizar-se-á em todo o concelho atendendo a grande parte do património visitável nas freguesias constituintes e limítrofes como é disso exemplo Ferreira, Lamoso, Sanfins, Carvalhosa, Penamaior e Paços de Ferreira, de entre as demais. Localização: Porto, Paços de Ferreira. 3 Acesso: Tendo como ponto de partida o Porto, deve-se optar pela A3, sair para o IC 24 em direcção a Paços de Ferreira, seguindo pela A42 até aos nós de acesso a Paços de Ferreira (cerca de 25 Km do Porto). Área Total: 73 Km2. População Residente: Breve Caracterização de Paços de Ferreira: O concelho de Paços de Ferreira, situado a norte, na região do Vale do Sousa a cerca de 30 Km do Porto. Encontra-se a 327 metros de altitude, num planalto verdejante fortemente irrigado, muito fértil em cereais, vinho e fruta. Conta com habitantes e ocupa uma área de 73 Km 2 na qual integra 16 freguesias (Arreigada, Carvalhosa, Codessos, Eiriz, Ferreira, Figueiró, Frazão, Freamunde, Lamoso, Meixomil, Modelos, Paços de ferreira, Penamaior, Raimonda, Sanfins de Ferreira e Seroa), funcionando a sua sede de concelho na cidade de Paços de Ferreira, onde se concentram grande parte dos serviços. A povoação já vem referida nas Inquirições de 1258, sendo terra realenga; passou a sede de concelho a 1836, em substituição da antiga vila de ferreira a quem D. Manuel I concedeu foral em Apesar de ter sido criado em 1836, no âmbito da reforma administrativa de D. Maria II, o município conserva ainda vestígios de culturas ancestrais, que nos remontam ao megalítico, época que terá originado a sua vertente rural. A Citânia de Sanfins e a Igreja do 3 Vide Anexo A

12 Mosteiro de Ferreira, assim como as diversas necrópoles romanas dispersas pelo concelho, indicam a sua importância geográfica e económica desde os primórdios da sua fundação. As suas diferentes capelas e cruzeiros são interessantes exemplares de escultura, azulejaria, pintura e talha dourada, constituem populares centros de atracção turística onde se realizam romarias e se exibe o folclore local, marcas de uma tradição que o progresso não conseguiu apagar. Os imponentes solares e quintas, por um lado, e os moinhos e palheiros, por outro, embelezam as paisagens deste concelho com marcas de um passado rural e aristocraticamente poderoso. Hoje, é a elevada consideração de unidades de produção e de comercialização de móveis, a sua qualidade de design que patronam este concelho conhecido, nacional e internacionalmente, como a Capital do Móvel. Paços de Ferreira, situa-se na vertente claramente inclinada para o Douro, a fazer contraste com outra vertente da vasta área vulgarmente conhecida por Entre Douro e Minho que vai deslizando para a orla marítima. Lousada, Penafiel, Gondomar e Valongo são outras terras do Douro e, só porque o rio conduz ao Porto e ao mar, por aí se comunicam com a grande cidade e com o oceano. A norte está a serra da Cabreira. Serra que se prolonga para sul em subserras, como que a indicar o caminho aos muitos rios e cursos de água até ao vale do Tâmega. E rios e cursos de água a escreverem curvas e a cavarem gargantas de penhascos na paisagem. Correndo pelas fracturas inerentes à formação geológica vulcânica, os rios molduram os territórios como as nervuras duma folha e descem dos altos para recolher ribeiros e regatos sem fim. Quem do litoral se aproxima do interior percorre socalcos e contrafortes até uma vasta zona central, verdadeiro centro orográfico de média altitude que vai dos 723 metros na Bulhosa, aos 880 da Agra, aos 579 de Sanfins, já em Paços de Ferreira, até à Lameira, a 787 metros. Este prolongamento para sul da Cabreira tem uma uniformidade quase monótona no que à sua estrutura geológica se refere: é o granito e o xisto por toda a parte. Dos fenómenos climáticos pode dizer-se que os ventos marítimos encontram as portas que o Douro lhes abre e penetram profundamente, quer no seu largo corredor a caminho do Marão, quer pelas encostas e entradas que os vales e os rios adjacentes lhes vão apresentando. É uma complexa organização de correntes de circulação atmosférica resultantes de massas de ar frio (polar) que se cruzam com as massas de ar quente (dito tropical), e que por alturas das nossas costas marítimas produzem este benéfico processo de precipitação abundante e comandam os seus ritmos diários e anuais. A riqueza da água resultante, sobretudo no Outono e Inverno, distingue bem esta região das demais regiões de Portugal; as chuvas da Primavera

13 são também em média superiores às médias do País e até às europeias, mas prolongam-se pelo Verão com uma percentagem muito pequena. Deste clima rico em água resulta uma abundante vegetação e nevoeiros frequentes ao longo de todo o ano, e que tanto refrescam pelas manhãs os calores das tardes anteriores como arreliam a vida, ao tomarem-se pingões para os vinhedos e cereais de pragana. A temperatura é amena e mais uniforme que nas restantes regiões do País, só apresentando piques mais altos em curtos períodos do Verão. A menor ou maior fertilidade de um solo depende deste processo que a natureza não cessa de gerir. O pendor das encostas faz o resto: carreia para as terras baixas e para os vales de aluvião, onde a água já é mais abundante, todos aqueles elementos essenciais à vida, porque essenciais ao crescimento vegetal. A percentagem média de precipitação ao longo das quatro estações do ano aproximase muito dos 40% no Inverno, 15% na Primavera, 5% no Verão, para voltar aos 40% no Outono. A escassez de chuva no Verão - as médias europeias ascendem a 25 e 35% - é compensada pela acentuada humidade atmosférica, sempre presente, a provocar o rápido crescimento de vegetação e a maturação dos frutos. Sempre presentes são também as fontes e nascentes de água, que brotam por todo o lado, como resultado dos solos graníticos e das chuvas abundantes, Daí que a rega seja tão importante e tenha desempenhado uma função característica na paisagem e na fixação da população, ao permitir o aproveitamento dos solos. Os pinhais com os eucaliptais são hoje dominantes na paisagem e ganham cada ano mais área de implantação, trepando as encostas de mato, envolvendo terras e povoações. De outro lado está a influência mediterrânica, com algumas árvores e arbustos sempre verdes: o sobreiro, a azinheira, o carrasco, o pinheiro-manso, isolado ou em pequenos grupos, e até o vidoeiro. O mato é também abundante, intermeado de giestas e codessos de fetos, urzes e gramíneas autóctones, constituindo um revestimento do chão não cultivado que na Primavera adquire, com a floração, uma sinfonia de cor. Contextualização Sócio Económica População: Em termos de população, Paços de Ferreira, conta com cerca de 7098 habitantes repartindo-se assim pela seguinte divisão etária: 19% Crianças; 20% Adolescentes e 61% Adultos de Idosos.

14 Vida Económica: Paços de Ferreira, é a freguesia sede do concelho e por isso a mais beneficiada pelo impulso da concentração urbana à volta dos serviços inerentes à administração concelhia. Tem 5070 residentes, o que representa 9,6% do total da população do concelho. A população activa residente, dado que é uma freguesia fortemente acolhedora em termos de emprego, ronda as 1900 pessoas, de entre as quais os homens representam quase 70%. A Agricultura: É residual, originando pouco mais que 5% de emprego residente. Metade deste emprego é de mulheres. As explorações agrícolas (148) são em 72% inferiores a 1 ha. As idades dos que se ocupam dos campos é na maioria superior a 45 anos (64%). O regime de propriedade familiar das terras ocorre em 47% dos casos, o arrendamento em 31% e o regime misto em 22%. As explorações são na sua maioria (70%) complementares do orçamento familiar. Registe-se, como nota à parte mas importante, a presença da Estação Agrícola Experimental, na dependência dos Serviços Agrícolas, mas que, ocupando uma enorme herdade, se vocacionou para um modelar apoio tecnológico e de formação de jovens agricultores da Região Norte. Merecem referência os seus excelentes produtos derivados do leite. É actualmente o parque da cidade. A Industria: Em Paços, gera quase 55% do emprego residente, na sua maioria do sexo masculino (85%). Em relação ao total do concelho, representa 11%. Comércio e Serviços: Como é compreensível, gera mais de 40% do total do emprego. A situação relativa entre homens e mulheres é aqui equilibrada. De origem social, o emprego atinge 54% ; de natureza económica 46%. Como é óbvio, o índice de satisfação pela prestação de serviços públicos é bom.

15 Análise critica das estratégias vigentes na valorização da Rota do Românico: A inserção dos monumentos na RRVS através da AMVS (Associação de Municípios do Vale do Sousa) demonstra por parte das entidades politicas da autarquia local uma procura da valorização do único monumento do concelho, neste caso a, tentando porem procurar divulgar o monumento em si visando enaltecer o mesmo, bem como toda a sua importância histórico-cultural. No entanto, embora se verifique muitos eventos relacionados com o património, a autarquia não tem sido elemento pioneiro e impulsionador no sentido de dar a conhecer o seu património além fronteiras assumindo quase sempre uma postura impassível sendo que espera que outras entidades tenham a iniciativa de criar, estabelecer ou propor parcerias à mesma uma vez que esta detém a tutela legal de grande parte desse mesmo património. Apesar dos órgãos autárquicos apostarem na divulgação através da agenda cultural e de anúncios na imprensa, denota-se porem um certo desleixo e ou desinteresse na sinalização do património e de localização do mesmo nas principais vias de acesso ao concelho como é disso o caso mais recente, o sub-lanço da A42 (acesso directo a Paços de Ferreira via Porto), sem qualquer tipo de indicação neste sentido. Em termos concelhios pode considerar-se escassa e insuficiente.

16 IV Componente de Desenvolvimento Objectivos Gerais: (Porquê?) - por uma necessidade e intervenção cultural; - por uma necessidade e intervenção sócio-politica; - por uma necessidade educativa; - por uma necessidade e intervenção cívica; -... Específicos: (Para Quê?) - Tornar o Monumento e a Zona Envolvente num espaço de fruição aliado ao conhecimento e virado para a comunidade; - Articular o trabalho desenvolvido na comunidade; - Desenvolver acções que possibilitem chamar novos públicos; - Estabelecer parcerias os vários agentes e instituições da cidade: educativos, sociais e culturais; - Sensibilizar o público mais jovem para o património e história locais, bem como para a necessidade da sua preservação; - Sensibilizar para as diversas manifestações artísticas, formando novos públicos; - Permitir uma aproximação mais fácil e lúdica ao património; - Dinamizar o espaço envolvente do monumento; - Conseguir uma forte cooperação entre os agentes políticos, e os agentes sociais e culturais; - Promover e divulgar o monumento, bem como a sua importância para e no meio local; - Captar o interesse e promover a dinâmica interactiva com o público; - Desenvolver o papel do monumento como fonte educativa; - Promover e incentivar o progressivo estudo da história nacional e internacional; - Fomentar o interesse turístico; - Promover a cultura românica; - Valorizar todo o património concelhio material (móvel ou imóvel) ou imaterial através de percursos estratégicos; -

17 Metodologia de Exploração - pesquisa e triagem de suportes bibliográficos; - melhoramento das indicações e acessos; - promoção e divulgação através de flyers, convites, outdoors, cartazes, s, imprensa e radio locais,... - estabelecimento protocolos com diferentes entidades e instituições; - promoção de percursos turístico-culturais concelhios, visando a integração na RRVS; - Fontes de Informação - fontes bibliográficas citadas na bibliografia; - suporte digital: - Internet; - C.D.Rom: - Diciopédia 2003, Porto Editora; - Conheça o distrito do Porto através da freguesia de Paços de Ferreira- Gabinete de Projecção e Divulgação das Culturas de Portugal, 2003; - reconhecimento das vias de acesso; - reconhecimento da área envolvente( território e património); - levantamento fotográfico do local. Análise SWOT Oportunidades: - a vias de Acesso; - aposta na formação; - estabelecimento de protocolos com diferentes instituições e organizações; - valorização do património histórico-cultural; - interesse de instituições escolares (utilização dos percursos como recurso pedagógico); - existência de valores paisagísticos e patrimoniais no concelho; - iniciativa pioneira na cidade; - aposta em programas de complementaridade turística. Ameaças: - dificuldade de captação de alguns segmentos de público mais jovem; - falta de investimento de outras instituições públicas e ou privadas;

18 - variedade de oferta; - exiguidade de orçamento disponível; - recursos humanos insuficientes para viabilização do projecto; Potencialidades: - inserção na RRVS; - colaboração e cooperação da CMPF; - slogan Capital do Móvel atrai milhares de visitantes por ano; - Associação Empresarial empreendedora; - espaços Centro Cívico de Ferreira; - heterogeneidade do público alvo; - ligação aos nós da A42; - localização do município de Paços de Ferreira; - salvaguarda de memórias das diferentes ocupações do concelho e vivências da população do meio local; - papel significativo como recurso de enculturação; - captação de novos públicos. Fraquezas: - fraca aposta de marketing; - escassez de recursos humanos qualificados e experientes; - falta de complementaridade turística; - sinalética deficiente e insuficiente; - escassez de recursos materiais; - escassez de verbas e recursos de apoio. Operacionalidade O projecto visará essencialmente valorizar grande parte do património concelhio material, imaterial, através de percursos estratégicos procurando, também desta forma, promover a cultura românica e o interesse turístico preconizados nos objectivos gerais da RRVS. Para tal delineei dois percursos distintos cujo início ou centro fulcral será na Igreja de S. Pedro de Ferreira inserida na RRVS, localizada na freguesia de S. Pedro de Ferreira, é um exemplo típico de um estabelecimento eclesiástico de raiz agrária. Trata-se de uma construção do românico rural que remonta ao último quartel do século XII.

19 Templo românico, de uma só nave, apresenta cabeceira semicircular no exterior mas poligonal no interior, com dois tramos, o primeiro rectangular e o segundo semicircular. Do arco triunfal quebrado, com uma altura excepcional, passa-se para um espaço amplo ritmado por arcaduras cegas e de ornamentação muito contida. O segundo tramo apresenta em planta três arcos e duas superfícies poligonais, o que lhe dá uma configuração muito especial. A cobertura é abobada e o espaço dividido em dois andares. No fundo da abside, no interior, existe uma fiada de cinco nichos, sendo os dois laterais rematados em arco mitraico e do lado exterior apresenta três frestas de dupla arquivolta e rodeada por cachorrada. A divisão em tramos é feita por colunas adossadas que terminam em capiteis lisos. No exterior continua a verificar-se a verticalidade e a fachada é rasgada por um portal em ressalto inscrito em gablete e cinco arquivoltas que apresentam lóbulos perfurados, assentes em oito colunas, com ábacos e capiteis decorados com motivos zoomórficos e geométricos. Este portal só tem paralelo na catedral de Zamora. Nartex com portal de arco de volta inteira axial e laterais. O pano de muro axial ergue-se à direita com dois sinos e terminado em empena. Considerado monumento nacional pelo Dec. Nº14985, de 3/02/ Estes percursos incidirão sempre na, sendo por isso em ambos a raiz dos mesmos. O Centro Cívico será utilizado como uma espécie de posto de informação turística destes mesmos percursos bem como dos restantes da RRVS e será também uma espécie de local catalizador de informação, formação e dinamização cultural e turística do concelho, oferecendo aos visitantes e utentes uma pequena amostra do artesanato local, do património gastronómico, tangível e intangível, material e imaterial, móvel e imóvel de todo o concelho, bem como dar azos à realização de conferências, colóquios e seminários referentes ao património concelhio e ao envolvente. O meu objectivo com estes percursos é captar um grande número de público diversificado e angaria-lo também a partir do slogan e impacto nacional/internacional Capital do Móvel bem como promover para além de uma atracção turística, uma atracção cultural. O primeiro percurso delineado assenta numa vertente de culto: 5 1- Centro Cívico (recepção / acolhimento / posto informativo); 2- ; 3- Igreja e Fonte de S. Tiago (Vista Panorâmica); 4- Igreja Matriz Paços de Ferreira; 5- Igreja de Carvalhosa (Arvore de Gessé); 6- Capela de N.Srª. Pilar (Monte do Pilar Vista Panorâmica). 4 Vide Anexo B 5 Vide Apêndice I

20 O segundo percurso delineado assenta numa vertente histórico-cultural: 6 1- Centro Cívico (recepção / acolhimento / posto informativo); 2- ; 3- Pelourinho; 4- Museu do Móvel Museu Municipal de Paços de Ferreira; 5- Monumento ao Móvel; 6- Dólmen de Lamoso; 7- Museu da Citânia de Sanfins; 8- Citânia de Sanfins (Estação Arqueológica Vista Panorâmica). Estes percursos surgem como estratégias de base à concretização dos objectivos propostos procurando abarcar um público eclético com bastantes interesses, sejam eles turísticos, culturais, comerciais Ao nível das infra-estruturas de rectaguarda pode dizer-se que o concelho se encontra bem dotado de aliciantes propostas/ofertas ao nível gastronómico (restauração), alojamento e lazer. As metodologias utilizadas para este efeito estão já preconizadas no ponto em questão, sendo que todas estas convergirão para dois pontos essenciais como a valorização, delimitação e sinalização das zonas envolventes e dos monumentos e o estabelecimento de protocolos e parcerias de colaboração e cooperação com entidades como as paróquias, as escolas, a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, a Rota do Românico do Vale do Sousa e outras entidades que possivelmente constituirão utentes da mesma, como por exemplo a Faculdade de Letras, e outros organismos turísticos que possam ajudar a promover o nosso património. 6 Vide Apêndice II

21 V Componente Final/Conclusiva Uma vez que o património é um conjunto de bens que fica para as gerações vindouras, e esse mesmo património constitui todo o cerne de uma identidade que permite ao Homem e à sociedade compreender o tempo em todas as suas dimensões, este projecto vem promover a diversificação das potenciais procuras turísticas com vista a ancorar outras tipologias de património não inserido na RRVS. Apesar de facilmente se poder constatar a realidade da actual situação do ordenamento e gestão do território, não deveremos cruzar os braços aguardando novas soluções para a defesa e promoção do património. Dever-se-á apostar em estratégias de sustentabilidade, recorrendo ao turismo como factor atractivo e vector de públicos e/ou utentes de um património ecléctico, que encerra em si momentos únicos da nossa identidade, da nossa história, da nossa cultura, da nossa beleza Este projecto não encerra em si uma intenção terminal, finita, e centrada apenas ao nível concelhio. Pois proporciona uma ligação uma continuidade de percurso numa perspectiva da região do Vale do Sousa e do seu vasto património. O turismo sendo um importante trunfo no actual panorama do urbanismo, ainda não se revela no seu exponencial, pelo que ainda não se pode extrair deste o impulso em todo o seu esplendor como rampa para a promoção turística e cultural. Urge por isso encetar um projecto ambicioso desta natureza ou semelhante, procurando rentabilizar os recursos e infra-estruturas existentes, promovendo a região e todo o seu encanto.

22 VI Bibliografia Associação de Municípios do Vele do Sousa. Lousada: s/ed., s.d. Boletim Inf. Nº7. DGEMN. COUCEIRO, João e Outros Urbanidade e Património. IGAPHE Edições, s.d. GOMES, Paulino À Descoberta do Vale do Sousa rotas do património edificado cultural. Paços de Ferreira: Héstia Editores, Novas Estratégias para o Turismo seminário. Associação Empresarial de Portugal, Porto, Julho Paços de Ferreira Capital do Móvel. Paços de Ferreira: Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Paços de Ferreira Estudos Monográficos. Paços de Ferreira: Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Vol. I, Paços de Ferreira História para um Guerreiro. Porto: ANEGIA Editores, Paços de Ferreira textos & imagens sobre o concelho. Paços de Ferreira: Câmara Municipal de Paços de Ferreira, SÁ, Luís Razões do Poder Local finanças locais, ordenamento do território e regionalização. Lisboa: Caminho, Valsousa Comunidade Urbana do Vale do Sousa.

23 VII - Índice Assunto I Sumário II Componente Introdutória Introdução Pergunta de Partida Justificação para a Realização do Projecto III Componente de Contextualização Contextualização Geográfica Localização Acesso Área Total População Residente Breve Caracterização de Paços de Ferreira Contextualização Sócio - Económica População Vida Económica A Agricultura A Industria Comercio e Serviços Análise critica das estratégias vigentes na valorização da Rota do Românico IV Componente de Desenvolvimento Objectivos Gerais Específicos Metodologia de Exploração Fontes de Informação Análise SWOT Oportunidades Ameaças Potencialidades Fraquezas Operacionalidade V Componente Final/Conclusiva

24 VI Bibliografia VII Índice VIII Anexos Mapas Boletim Informativo da DGEMN IX Apêndices Galeria Fotográfica Percurso do Culto Galeria Fotográfica Percurso Histórico Cultural

25 Anexo A - Mapas Anexo B - Boletim Informativo da DGEMN

26 Anexo A Mapas

27

28

29

30 Anexo B Boletim Informativo da DGEMN

31 Apêndice I - Galeria Fotográfica Percurso do Culto Apêndice II - Galeria Fotográfica Percurso Histórico Cultural

32 Apêndice I Galeria Fotográfica Percurso do Culto

33 Centro Cívico

34

35

36

37

38

39 Igreja e Fonte de S. Tiago

40

41 Igreja Matriz de Paços de Ferreira

42

43 Igreja de Carvalhosa (Arvore de Gessé)

44

45 Capela de N.Srª. Pilar (Monte do Pilar)

46

47

48 Apêndice II Galeria Fotográfica Percurso Histórico Cultural

49 Centro Cívico

50

51

52

53

54

55 Pelourinho

56 Museu do Móvel Museu Municipal de Paços de Ferreira

57

58 Monumento ao Móvel

59

60 Dólmen de Lamoso

61

62 Museu da Citânia de Sanfins

63

64 Citânia de Sanfins

65

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