A natureza interdita acesso à cidade do Ingá - PB

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1 A natureza interdita acesso à cidade do Ingá - PB Ponte de acesso a cidade - SPA No dia 29 de junho, depois de 24 horas de chuvas na região de Ingá, o nível do riacho Bacamarte subiu consideravelmente e a cheia arrastou as manilhas do desvio lateral da ponte interditada. A ponte de Ingá está sem condições de uso há quase um ano, em decorrência das enchentes causadas pelo inverno do ano passado. A população sofreu bastante neste período com prejuízos enormes no comércio e nas residências que foram invadidas pelas águas, onde centenas de famílias perderam seus pertences e contraíram doenças. Neste período, inicialmente, o acesso à Ingá ficou sendo pela estrada vicinal de Bacamarte, sendo que posteriormente o Governo da Paraíba construiu um desvio (passagem molhada) na lateral da ponte com manilhas.

2 Recentemente o Governo do Estado iniciou as obras de reconstrução da ponte danificada, com a instalação do canteiro de obras. Segundo os engenheiros da empreiteira Jotabeton, para início da obra de recuperação da ponte, seria necessário que se interditasse o tráfego de veículos para que se fizesse o desvio da água do riacho a fim de reforçar as estruturas das colunas de sustentação da ponte e depois fazer o içamento da mesma. Tivemos todo o verão para executar a Passagem molhada Ingá-PB obra, porém, os trâmites licitatórios e burocráticos fizeram com que o serviço tivesse início justamente no inverno, o que causará problemas sem precedentes. Representantes da empresa se reuniram no fórum com a Juíza, Dra. Gabriela, e o Promotor, Dr. Estrela e escolheram a data entre 29 de junho a 2 de julho para a realização dos trabalhos. Porém, comerciantes e políticos do município de Itatuba solicitaram à Promotoria o adiamento da interdição devido às tradicionais festas de São Pedro naquela cidade, no que foram atendidos. A nova data marcada foi dia 14 de julho. No entanto, houve nova mudança e a data definitiva ficou marcada para os dias 10 e 11 de julho. Então, a natureza resolveu intervir, e depois de praticamente 24 horas de chuvas que marcaram 88 mm de índice pluviométrico no Ingá, o nível das águas do rio subiu tanto no final da tarde que cobriu a passagem molhada do desvio e logo em seguida arrastou todas as manilhas, só restando uma que ficou no meio do leito do riacho sem as cabeceiras da pista. O acesso à Ingá para quem vai através da BR 230 está sendo feita pela estrada de Bacamarte, que está praticamente intransitável devido a inexistência de pavimentação. Portanto, quem pretende visitar a célebre Pedra do Ingá, precisa ir momentaneamente por Itabaiana-PB. Lei autoriza a alienação de imóveis tombados Foi promulgada a lei do deputado estadual Anísio Maia (PT) que autoriza a alienação de bens imóveis tombados e desapropriados por abandono. De acordo com o projeto, o Estado poderá alienar o imóvel abandonado mediante autorização legislativa, avaliação prévia e licitação. Aqueles que forem adquirir o patrimônio terão que formalizar o compromisso de realizar obras de conservação e restauração do bem, de acordo com um laudo que será feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico do Estado da Paraíba (IPHAEP). Atualmente é grande a quantidade de imóveis tombados que são abandonados pelos proprietários e se tornam um risco para a vizinhança. Para evitar que estes prédios caiam em cima de outros imóveis e até de pessoas que estão por perto causando acidentes, a proposta visa tornar atraente e compensador o investimento na aquisição e recuperação deste patrimônio, que traz em si mais do que a possibilidade de ganhos financeiros, mas também estimável valor histórico e beleza inigualável, disse. Tanto o Estado como os proprietários têm a sua parcela de culpa na atual destruição do patrimônio. O IPHAEP e a Defesa Civil têm monitorado estes bens, mas, nenhum projeto sério de restauração havia sido proposto nos últimos anos pelo Poder Público. Fonte: Portal da Assembleia Legislativa da Paraíba (Dep. Anísio Maia) 2

3 Alunos de Arqueologia da UEPB conhecem patrimônio arqueológico/espeleológico da Paraíba Juvandi de Souza Santos Pós-Doutor em História/Arqueologia, Professor da UEPB Campus III Tem sido prática comum os alunos do Curso de História da UEPB, campus III, que trabalham com o componente Arqueologia, desenvolverem, ao término do semestre, uma atividade de campo que envolva conhecimentos nos campos da Arqueologia Pré- Histórica, Histórica e Espeleologia. Este semestre não podia ser diferente e no dia 28 de maio a excursão teve como lugar escolhido a APA do Lajedo de Pai Mateus, no município de Cabaceiras (a Roliude Nordestina), nos Cariris Velhos da Paraíba. A escolha deveu-se por quatro motivos: 1. a grande quantidade de abrigos rochosos Turma na entrada do abrigo de Pai Mateus - Cabaceiras-PB - SPA insculpidos durante milhares de anos pela natureza, formando concavidades graníticas magníficas e únicas na região; 2. o grande número de sítios arqueológicos existentes nas concavidades; 3. as cidades históricas da região; 4. a preservação da área, seja no próprio lajedo ou das cidades dos Cariris velhos e da caatinga. A atividade apresenta como principal meta a de colocar em prática conhecimentos básicos de Arqueologia, Espeleologia e Educação Patrimonial vistos em sala de aula no decorrer do semestre, bem como a de formar agentes transmissores dessas práticas educativas e preservacionistas. Afinal, Cabaceiras guarda em seu território a grandiosidade e beleza cênica de importantes monumentos naturais das caatingas da Paraíba, servindo, nos últimos tempos, para encenação de filmes, novelas e importantes documentários com repercussão internacional. A visão do Lajedo de Pai Mateus e a Pedra do Capacete ao fundo - Cabaceiras-PB - SPA 3

4 Seminário Turismo e Bens Culturais No dia 11 de junho o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP) realizou em João Pessoa, no auditório da PBTur, o seminário Turismo e Bens Culturais, tendo por objetivo instigar o público a pensar na interelação existente entre a teoria e a prática na implantação de políticas públicas que Vanderley de Brito em palestra sobre a Pedra do Ingá - SPA resgatem o passado dos bens culturais e, ao mesmo tempo, apontem novos caminhos para o desenvolvimento do turismo na Paraíba. O evento reuniu turismólogos, professores, secretários municipais, historiadores, arquitetos, estudantes e líderes comunitários. O antropólogo Carlos Azevedo (sócio da SPA), foi o autor do projeto do seminário e participaram com palestras o professor da UEPB André Piva, que falou sobre Turismo e Patrimônio Cultural; a economista Zélia Almeida (sócia da SPA), que enfocou o tema Bens Culturais e geração de processos turísticos na Paraíba ; o historiador Vanderley de Brito (sócio da SPA) que falou a respeito da importância de se preservar a Pedra do Ingá; a professora Marta Smith abordou acerca do binômio Turismo e Museus ; e o arquiteto Cláudio Nogueira relembrou 400 séculos de história da capital paraibana no discurso Um olhar sobre a cidade de João Pessoa ; o historiador Thomas Bruno Oliveira (presidente da SPA) foi o mediador destas palestras. O evento, que Marta Smith e Thomas Bruno - SPA teve a coordenação de Cinthia Lima, foi uma realização do Governo do Estado e do IPHAEP, com apoio da PBTur. 4

5 Comissão para pesquisas no Vale dos Dinossauros Comissão reunida no Campus I da UFCG - SPA Houve no dia 12 de junho a primeira reunião para a criação de um Centro de Pesquisas em Paleontologia na Universidade Federal de Campina Grande UFCG. O Centro terá sede no campus da Universidade no município de Sousa, Sertão do Estado da Paraíba. A SPA foi convidada a participar da reunião, representada na oportunidade pelo Prof. Vanderley de Brito. A preocupação que moveu a criação desta comissão foi a de que o Vale dos Dinossauros vem sendo alvo de preocupações apenas turísticas e econômicas, quando se trata de um riquíssimo laboratório a céu aberto para pesquisas e estudos. E também o fato de não existir no campus da UFCG em Sousa nenhum departamento ou centro voltado para estudar e mapear toda a área do Vale dos Dinossauros, que abrange grande extensão geográfica e ainda não dispõe de um diagnóstico paleontológico mais abrangente. Estiveram presentes nesta primeira reunião o representante da reitoria da UFCG de Sousa, Professor Edilson Amorim; o assessor da Universidade, Professor Martinho Salgado; o representante da Sociedade Paraibana de Arqueologia, Professor Vanderley de Brito; o representante da Prefeitura de Sousa, Vereador Daniel Pinto Nóbrega Gadelha; e os representantes da Organização Cidade Semiárida, César Nóbrega, Antônio Nóbrega e Equipe reunida na Reitoria da UFCG - SPA Robson de Araújo Siqueira. Esta reunião teve por objetivo criar as primeiras diretrizes para a criação do Centro de Pesquisas em Paleontologia e uma ata de reunião será encaminhada para aprovação da Reitoria da UFCG e adesão de instituições afins. A expectativa é que a criação deste centro de estudos possa alavancar a pesquisa em paleontologia em toda a região, atraindo pesquisadores experimentados no assunto e formando no campus novos estudiosos em paleontologia. Como consequência, toda região que contém testemunhos pré-históricos, ao longo do vale do Rio do Peixe, terá mais possibilidades de ser integralmente preservada, freando o crescente processo de depredação que vitima o Vale dos Dinossauros há anos. 5

6 ARTIGO Sítio arqueológico Caatinga Gurjão-PB José Tiago Marinho Pereira Professor de História No final do ano de 2010 o município de Gurjão, localizado no Cariri paraibano fora congratulado com a descoberta de um sítio arqueológico da cultura Itacoatiara em seu território. Regularmente esse tipo de descoberta é feita por acaso, por moradores da localidade, caçadores ou outros. O sítio arqueológico que passou a ser chamado de Itacoatiara da Praia Deserta escapou dessa regra, pois foi encontrado por um grupo de estudantes do Curso de Ecologia da UFPB, orientados pelo Professor Leonardo Figueiredo. Essa equipe de pesquisadores veio até Gurjão fazer levantamentos de Geossítios e foram informados pela população local que no sítio Caatinga havia uma pedra envolta por uma cacimba perene, compondo junto à vegetação nativa uma paisagem singular. Painel de inscrições rupestres José Tiago O que de fato foi constatado pela equipe. O que esses jovens pesquisadores não contavam é que iriam encontrar, associados àquele patrimônio geológico, elementos histórico-culturais pertencentes a grupos indígenas há tempo extintos. O que fez com que aquele espaço fosse observado com atenção redobrada. O nome de Praia Deserta àquele lugar é anterior à descoberta dos grafismos rupestres, assim como a presença de pessoas realizando passeios ou o utilizando como espaço de lazer, mesmo assim aqueles arranhões na pedra nunca provocaram a curiosidade dos visitantes que frequentemente usam a água perene daquela cacimba para banhar-se ou pescar. Na verdade se trata de um dique granítico encaixado em gnaisses localizado no sítio Caatinga que fica a uma distância de 9 km da cidade de Gurjão- PB, em contra-sena da margem direita (de quem vem pela estrada que dá acesso ao sítio Caatinga) do Lagoa José Tiago 6

7 Riacho da Caatinga, na parte frontal do gnaisse há uma espécie de lagoa natural cuja profundidade ultrapassa os dois metros e meio, e chega a ter em torno de 40 metros de extensão. A rocha suporte ou o geossítio em apresso mede 30 metros no sentido leste/oeste, e em sua parte mais extensa chega a medir 23 metros (sentido norte/sul). Para ter acesso ao painel onde estão às gravuras esculpidas é necessário escalar o bloco granítico numa altura de pouco mais de metro e meio e em cima da laje dessa rocha contemplar um painel vertical que mede 9 metros de comprimento por com dois metros de altura em sua concavidade mais elevada. O painel onde são localizados os petróglifos possui em alguns pontos um desgaste ocasionado pelo intemperismo natural, apresentando diversos pontos de descamação. Dentre os grafismos que se destacam, tanto pela vivacidade, quanto pela correlação que mantém com outros grafismos da cultura Itacoatiara são: as figuras capsulares, antropomorfos e zoomorfos, espiral, além de figuras geométricas. Embora as gravuras estejam espalhadas em todo painel vertical é na lateral direita que elas são mais bem visualizadas, devido à pátina escura que se formou em decorrência do ressecamento do lodo da água que supostamente cobriu por algum tempo as gravuras. No piso (parte horizontal) de onde se pode ter acesso as gravuras rupestres não há indícios de escrita, no entanto existe três sulcos, um com uma profundidade de aproximadamente 8 centímetros, e dois outros de profundidade menores, todos eles bem polidos, o que nos faz supor serem mãos de pilão, utilizado pelo nativos para quebrarem sementes, por exemplo. Tarairiú e Espeleo-tema no ar Foram publicadas mais uma edição de duas importantes revistas nas áreas de Arqueologia, Espeleologia e História. São elas: Revista Eletrônica Tarairiú (UEPB), em seu 4º dossiê, e a Revista Eletrônica Espeleotema, uma publicação da Sociedade Brasileira de Espeleologia que traz seu número 23. Estes são dois espaços importantíssimos para a divulgação científica da Arqueologia e Espeleologia brasileira afirmou o Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos, Diretor do Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da UEPB, onde é produzida a Revista Tarairiú. Em algumas semanas estaremos divulgando a temática do 5º dossiê da Tarairiú, afirmou seu editor, o historiador Thomas Bruno Oliveira. Acessem as revistas através dos links: Revista Tarairiú: Revista Espeleo-tema: 7

8 Nova produção sobre os indígenas paraibanos Costumes indígenas no Brasil do póscontato. Este é o título da mais nova produção do Pós Doutor em História/Arqueologia Prof. Juvandi de Souza Santos. A obra traz um panorama dos costumes indígenas brasileiros com ênfase no grupo étnico/cultural Tarairiú no interior (sertões) da Paraíba. Juvandi é um pesquisador dedicado e tem dado uma imensa contribuição à história indígena paraibana e brasileira através de suas publicações. É um pesquisador de campo, mas que utiliza muito bem o gabinete para dissertar acerca de nossos índios, afirmou o Presidente da Sociedade Paraibana de Arqueologia Thomas Bruno Oliveira. O livro conta com 167 páginas e foi impresso pela editora Cópias e Papéis. Está disponível nas livrarias a partir do mês de julho e também no blog da SPA. Mapa de atuação da SPA em junho de

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