Ocupação de áreas contaminadas na cidade de São Paulo: atuação da SVMA nos processos de aprovação de empreendimentos Geólogo Milton Tadeu Motta

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ocupação de áreas contaminadas na cidade de São Paulo: atuação da SVMA nos processos de aprovação de empreendimentos Geólogo Milton Tadeu Motta"

Transcrição

1 Ocupação de áreas contaminadas na cidade de São Paulo: atuação da SVMA nos processos de aprovação de empreendimentos Geólogo Milton Tadeu Motta Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente Junho/2013

2 A origem das áreas contaminadas está relacionada ao desconhecimento, em épocas passadas, de procedimentos seguros para o manejo de substâncias perigosas, ao desrespeito a esses procedimentos seguros e à ocorrência de acidentes ou vazamentos durante o desenvolvimento dos processos produtivos, de transporte ou de armazenamento de matérias primas e produtos.

3 Contaminação pela atividade industrial. Fonte: Decifrando a Terra (pág. 439)

4 Contaminação pela deposição incorreta de resíduos sólidos e pelas perdas da rede de esgoto. Fonte: Decifrando a Terra (pág. 440)

5 Área potencialmente contaminada é aquela onde estão sendo ou foram desenvolvidas atividades que por suas próprias características podem gerar contaminação. AVALIAÇÃO PRELIMINAR tem como objetivo principal constatar evidências, indícios ou fatos que permitam suspeitar da existência de contaminação na área sob avaliação, por meio do levantamento de informações disponíveis sobre o uso atual e pretérito da área.

6 Área suspeita de contaminação é aquela na qual, após a realização de avaliação preliminar, foram observadas indicações ou obtidas informações técnicas que induzam à suspeição de contaminação

7 Área contaminada é aquela onde comprovadamente há poluição causada por quaisquer substâncias ou resíduos que nela tenham sido depositados, acumulados, armazenados, enterrados ou infiltrados, e que causa impacto negativo à saúde humana e ao meio ambiente.

8 Área Contaminada Local cujo solo sofreu dano ambiental significativo que o impede de assumir suas funções naturais, ou legalmente garantidas.

9 GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS Em São Paulo, a constante mudança de uso do solo em função da alteração do perfil econômico da cidade, principalmente nas antigas áreas industriais, favorece a descoberta de áreas contaminadas e indica que existe a possibilidade de sucederem problemas de poluição ambiental.

10 Constituição REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 30 Compete aos Municípios: I - legislar sobre assuntos de interesse local; VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano;

11 LEGISLAÇÃO MUNICIPAL Lei nº /02 (Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo - Considera as áreas contaminadas ou suspeitas de contaminação como de interesse ambiental, podendo ser utilizadas após investigação e análise de risco); Decreto nº /02 (Dispõe sobre diretrizes e procedimentos relativos ao gerenciamento de áreas contaminadas); Lei Municipal nº /03 (Dispõe sobre a aprovação do parcelamento de solo, edificação ou instalação de equipamentos em terrenos contaminados ou suspeitos de contaminação por materiais nocivos ao meio ambiente e à saúde pública); e, Lei Municipal nº /04 (Planos Regionais Estratégicos das Subprefeituras Exige a investigação e a avaliação de risco específico para a revitalização de áreas suspeitas e contaminadas).

12 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Lei nº /09 (Dispõe sobre as diretrizes e procedimentos para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas, tanto para prevenção quanto para correção das áreas existentes). Decreto nº /13 (Regulamenta a Lei nº , de 8 de julho de 2009, que dispõe sobre diretrizes e procedimentos para a proteção da qualidade do solo e gerenciamento de áreas contaminadas, e dá providências correlatas)

13 Atuação da PMSP / SVMA Solicitação de avaliação preliminar e investigação confirmatória para projetos de parcelamento do solo e edificações em áreas potencialmente contaminadas; Análise da avaliação preliminar e investigação confirmatória emissão de Parecer Técnico para os órgãos de aprovação; com Acompanhamento do Plano de Intervenção.

14 Atuação da PMSP / SVMA Cadastro de áreas Levantamento de áreas com potencial de contaminação nas Zonas de Uso Predominantemente Industrial ZUPIs (zoneamento estadual) no Município (2005 / 2006) Levantamento de áreas com potencial de contaminação com base nos dados do SIPOL (Sistema de Fontes de Poluição ) - CETESB. (2007) Inclusão de dados relativos a contaminação no Sistema de Informações Urbanas da PMSP (Boletim de Dados Técnicos BDT).

15 Acesso ao Sistema de Informação

16

17

18

19

20 Situação da área Meios Impactados Contaminantes Fonte de contaminação Restricão de uso

21 Estudo de caso Relatório de Áreas Contaminadas SVMA (abr/2011)

22 Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo - dezembro de 2012 Atividade Região Comercial Industrial Resíduos Postos de combustíveis Acidentes / Desconhecidos Total São Paulo RMSP - outros Interior Litoral Vale do Paraíba Total

23 Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo Dezembro de 2012 Fonte: CETESB, 2012

24 Foram registradas 458 áreas onde ocorreu ou está planejada a reutilização de áreas contaminadas. Informação relevante, pois mostra uma tendência de mudança de uso na ocupação de áreas industriais desativadas, o que exige um esforço adicional para a identificação de problemas e a adoção de medidas adequadas de remediação ou intervenção que garantam a saúde pública e a qualidade ambiental. Via de regra são terrenos destinados a construção de empreendimentos imobiliários. Fonte: Texto explicativo Relação de áreas contaminadas e reabilitadas no Estado de São Paulo CETESB, 2012

25 Áreas Contaminadas no Estado de São Paulo - dezembro de 2010 Atividade Região Comercial Industrial Resíduos Postos de combustíveis Acidentes / Desconhecidos Total São Paulo RMSP - outros Interior Litoral Vale do Paraíba Total

26 Dados do Município de São Paulo Áreas contaminadas: (CETESB/10) Áreas potenciais (priorização): Áreas contaminadas: 303 (PMSP Abril/13), de acordo com o Decreto Municipal nº /2010 (Lei /2010)

27 Áreas Contaminadas CETESB

28 Áreas Contaminadas - CETESB

29 Áreas Contaminadas - GTAC Contaminada Contaminada Sob Investigação 10 0 Em Processo de Monitoramento para Reabilitação Mooca Lapa Santo Amaro Ipiranga Butantã Pinheiros Sé Vila Mariana Casa Verde / Cachoeirinha Penha Vila Prudente / Sapopemba Aricanduva / Formosa / Carrão Capela do Socorro Vila Maria / Vila Guilherme Cidade Ademar Ermelino Matarazzo Itaquera Campo Limpo Jaçanã / Tremembé M'Boi Mirim Santana / Tucuruvi São Miguel Paulista Freguesia do Ó / Brasilândia Guaianases Jabaquara Parelheiros São Mateus Itaim Paulista Perus Pirituba / Jaraguá 135 Reabilitada

30 Áreas Contaminadas GTAC

31 Zoneamento Lei / 04 N ZER 1 Zona Exclusivamente Residencial ZM 2 Zona Mista de Média Densidade ZM 3a Zona Mista de Alta Densidade - a ZM 3b Zona Mista de Alta Densidade - b ZEPAM Zona Especial de Preservação Ambiental ZPI Zona Predominantemente Industrial ZUPI e ZUPI ZUPI e ZUPI Total de 79 locais com atividades potenciais

32 Zoneamento Lei / 04 ZUPI ZUPI N ZER 1 Zona Exclusivamente Residencial ZM 2 Zona Mista de Média Densidade ZM 3a Zona Mista de Alta Densidade - a ZM 3b Zona Mista de Alta Densidade - b ZEPAM Zona Especial de Preservação Ambiental ZPI Zona Predominantemente Industrial ZUPI 1 112, ZUPI e ZUPI ZUPI 1-112, ZUPI e ZUPI Total de 140 locais com atividades potenciais

33 Operação Urbana Consorciada CONJUNTO DE INTERVENÇÕES E MEDIDAS COORDENADAS PELO PODER PÚBLICO MUNICIPAL, COM A PARTICIPAÇÃO DOS PROPRIETÁRIOS, MORADORES, USUÁRIOS PERMANENTES E INVESTIDORES PRIVADOS, COM O OBJETIVO DE ALCANÇAR EM UMA ÁREA TRANSFORMAÇÕES URBANÍSTICAS ESTRUTURAIS, MELHORIAS SOCIAIS E A VALORIZAÇÃO AMBIENTAL. Estatuto da Cidade, Lei nº /01, art. 32, parágrafo 1º

34 Planejamento Urbano e Plano Diretor Estratégico Estatuto da Cidade Lei Federal nº / 2001 Regulamenta os artigos arts. 182 e 183 da Constituição Federal de 1988; Institui diversos instrumentos de política urbana, entre os quais a outorga onerosa do direito de construir e as Operações Urbanas Consorciadas. Plano Diretor Estratégico (PDE) Lei Municipal nº / 2002 Indica as Operações Urbanas no Município, que são regidas por lei específica; Operações Urbanas devem obedecer às diretrizes da política urbana do Município. Lei Municipal nº / 2004 Estabelece normas complementares ao PDE, institui os Planos Regionais Estratégicos das Subprefeituras (PREs), dispõe sobre o parcelamento, disciplina e ordena o Uso e Ocupação do Solo do Município de São Paulo. Lei de Uso e Ocupação do Solo ou Lei de Zoneamento

35 Objetivos das Operações Urbanas I - implantação de equipamentos estratégicos para o desenvolvimento urbano; II - otimização de áreas envolvidas em intervenções urbanísticas de porte e reciclagem de áreas consideradas subutilizadas; III - implantação de Programas de Habitação de Interesse Social; IV - ampliação e melhoria da Rede Estrutural de Transporte Público Coletivo; V - implantação de espaços públicos; VI - valorização e criação de patrimônio ambiental, histórico, arquitetônico, cultural e paisagístico; VII - melhoria e ampliação da infraestrutura e da Rede Viária Estrutural; VIII - dinamização de áreas visando à geração de empregos. Art. 227 da Lei nº /02

36 Operação Urbana Consorciada Principais Etapas Projeto Urbanístico Sistemas Gerais / Solo Público Programa de Investimentos e Obras Sistemas Edificados / Solo Privado Ordenamento do uso e ocupação do solo, com definição de estoques de potencial construtivo adicional, setores e parâmetros urbanísticos específicos Licenciamento Ambiental EIA-RIMA (CADES / SVMA) Audiências públicas Projeto de lei e aprovação de lei específica pela Câmara Municipal Gestão da Operação Urbana Grupo gestor (coord. SP Urbanismo) Leilão de CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) Aplicação em melhorias e obras dentro do perímetro da Operação Urbana

37 Outorga Onerosa: adensamento com infraestrutura implantada Operação Urbana: adensamento com ampliação da infraestrutura POTENCIAL ADICIONAL CONTRAPARTIDA POTENCIAL ADICIONAL CEPAC / LEILÃO APLICAÇÃO NA ÁREA DA OPERAÇÃO URBANA APLICAÇÃO EM TODA A ÁREA URBANA DO MUNICÍPIO FUNDURB FUNDO DA OPERAÇÃO URBANA

38 QUALIFICAÇÃO DAS OPERAÇÕES URBANAS ÁREAS DE CONSOLIDAÇÃO DO SETOR TERCIÁRIO E DO SISTEMA VIÁRIO ESTRUTURAL ÁREAS DE REQUALIFICAÇÃO URBANA DOTADAS DE GRANDES GLEBAS SUBUTILIZADAS E ÁREAS INDUSTRIAIS EM PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO ÁREAS OBJETO DE TRANSFORMAÇÃO DECORRENTE DE GRANDES EQUIPAMENTOS URBANOS E INFRA- ESTRUTURAS EM ÁREAS DE TRANSIÇÃO (CENTRO EXPANDIDO / PERIFERIA) ÁREAS OBJETO DE TRANSFORMAÇÕES URBANAS DE ABRANGÊNCIA REGIONAL ÁREAS DE INTERVENÇÕES EMINENTEMENTE SETORIAIS E LOCAIS

39 Caracterização da área Extenso parque industrial e logístico, parcialmente desativado, inserido na Operação Urbana Consorciada Mooca - Vila Carioca

40

41 PATRIMÔNIO EDIFICADO INDUSTRIAL

42 PATRIMÔNIO EDIFICADO INDUSTRIAL

43 SUB-UTILIZAÇÃO DAS ANTIGAS ÁREAS INDUSTRIAIS ALINHADAS À ANTIGA SANTOS JUNDIAÍ

44 ESVAZIAMENTO DE PARTE DOS ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS

45 OCUPAÇÕES EM TERRENOS VIZINHOS AOS GALPÕES INDUSTRIAIS

46 Ocupação de antiga indústria

47 Primeiros Estudos Termo de Cooperação entre SVMA e a Agência Alemã de Cooperação Técnica GTZ / 2002 "Revitalização de áreas urbanas degradadas por contaminação no Município de São Paulo" Área piloto: Inserida no perímetro da Operação Urbana Diagonal Sul (Atual Mooca Vila Carioca) (Região com potencial de contaminação). Estudo de 2005

48 Projeto INTEGRATION Escolha da área de estudo: justificativa Todo um setor urbano, e não um lote específico, em função da experiência acumulada na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente no gerenciamento de áreas contaminadas; Metodologia eficaz para a aprovação de mudança de uso em áreas com potencial de contaminação; Antes da aprovação de novos empreendimentos: Estudos ambientais ação preventiva; Exemplos de projetos completos: Investigação, remediação e reconversão de uso.

49 Objeto contratado Prestação de Serviços de Consultoria Técnica especializada em contaminação do solo e das águas subterrâneas, em especial, aquela decorrente das formas de ocupação da área em estudo, para subsidiar a elaboração dos estudos, planos, projetos e programas concernentes à formulação da Operação Urbana Diagonal Sul (Atual Mooca Vila Carioca).

50 PRINCIPAIS OBJETIVOS Identificar a existência de áreas contaminadas, áreas suspeitas de contaminação e áreas potencialmente contaminadas; Subsidiar os Estudos de Impacto Ambiental - EIA necessários para a formulação e aprovação de legislação específica em operações urbanas, entre outros instrumentos ambientais; Subsidiar a escolha de áreas que favorecem a transformação de usos e novas formas de ocupação; e, Identificar as áreas onde a contaminação do solo e águas subterrâneas pode exigir pesquisas ambientais complementares e medidas específicas, incluindo restritivas, quanto à extensão da possível reutilização.

51 Área Total da Operação Urbana Mooca Vila Carioca: 1659 ha Área avaliada: 604,9 ha Abrange quatro subprefeituras: Sé, Mooca, Ipiranga e Vila Prudente

52 561 lotes avaliados 380 ha

53 Área Territorial

54 122 Lotes Avaliados Prioritários Critérios urbanísticos: *Lotes inseridos em ZEIS com área superior a m²; *Lotes Tombados (ZEPEC); e, *Lotes maiores que m² Critérios ambientais: *Lotes com contaminação confirmada; *Lotes com área superior a m², com cadastro no SIPOL / CETESB; *Lotes notoriamente suspeitos, segundo observações de campo, fotos aéreas, cadastro PROGAU / GTZ, etc., e que não se encaixam nos critérios listados acima.

55 CARACTERIZAÇÃO DOS LOTES AVALIADOS Fontes documentais Zoneamento Urbano Municipal (PMSP) Cadastros Culturais (PMSP e ESP) Cadastro Imobiliário (PMSP) Sistema de Fontes de Poluição - SIPOL (CETESB) Cadastro de Processo de Licenciamento Ambiental em andamento (CETESB) Cadastro de Áreas Contaminadas (CETESB e PMSP) Processos de Licenciamento Ambiental e/ou Avaliação de Passivo Ambiental (CETESB) Áreas em Processo de Tombamento (PMSP) Certificados de Registro da Propriedade (cartórios) Fotografias aéreas e mapas topográficos de diferentes períodos Fotografias aéreas das década de 1940, 1958, 1962, 1972, 1986/1987, 1994, 2001 Mapas topográficos de 1971, 1974, 1981 Imagem de satélite 2009 Entrevistas e vistoria de campo Registros fotográficos das fachadas de todos os lotes 187 entrevistas 32 vistorias autorizadas

56 FICHA CADASTRAL DE LOTE AVALIADO

57 FICHA CADASTRAL DE LOTE AVALIADO

58 PRINCIPAIS RESULTADOS DO TRATAMENTO DE DADOS: Lotes avaliados: Tipologia das atividades desenvolvidas nos lotes; Tipologia da ocupação atual dos lotes; Classificação ambiental dos lotes (AC, AS, AP). Lotes avaliados prioritários Potencial de contaminação relevante; Classificação preliminar para priorização de estudos futuros, considerando os objetivos do projeto urbanístico; Indicação de futuros estudos a serem executados.

59 60 Lotes em Zona Especial de Interesse Social (ZEIS)

60 8 Lotes em Zona Especial de Preservação Cultural (ZEPEC)

61 DPH Departamento do Patrimônio Histórico Secretaria Municipal de Cultura

62 372 Lotes com cadastro no Sistema de Fontes de Poluição (SIPOL) CETESB

63 256 Lotes com cadastro no Sistema de Licenciamento Ambiental da CETESB

64 52 Áreas Contaminadas com cadastro CETESB e PMSP/SVMA

65 Tipologia do Uso 432 lotes utilizados: lote onde se desenvolve plenamente as atividades iguais ou semelhantes àquela para a qual foi concebido, ou que estejam com atividades com novo uso (exemplos: indústria ativa, shopping center, condomínios residenciais); 76 lotes subutilizados: lote utilizado para atividade significativamente diferente daquela para a qual foi concebida ou que possui mais da metade de sua área sem utilização (exemplos: indústria ocupada por cortiços, favelas, indústrias em processo de desativação e/ou desocupação, depósitos, incluindo sucata metálica e não metálicas, e depósitos comerciais); 43 lotes não utilizados: lote aparentemente sem uso, vago ou fechado, terreno abandonado ou vazio, e área com demolição total das antigas fabris ; 10 lotes com novo uso: lote em que foi observado, em campo, a implantação de novo uso ou a intenção, manifestada pelo responsável, de ocupação no futuro próximo.

66 Tipologia da Atividade Atual

67 Tipologia da Atividade Atual

68 Classificação Ambiental

69 LOTES AVALIADOS PRIORITÁRIOS ANÁLISE DOS RESULTADOS E INDICAÇÃO DE MEDIDAS FUTURAS (a) potencial de contaminação relevante; (b) ranking preliminar para priorização de estudos futuros considerando os objetivos do projeto urbanístico; (c) Indicação de estudos futuros a serem executados, incluindo sugestões de escopo para investigação confirmatória e detalhamento da avaliação preliminar. Detalhamento feito para 70 AP s

70 Recomendacões para Ações Futuras por Lote Avaliado Prioritário 1. Maior detalhamento da avaliação preliminar, em função das dificuldades no acesso às informações sobre os lotes, aliado à falta de acesso a todos os processos da CETESB - Agência Pinheiros (52 lotes); 2. Investigação Confirmatória (18 lotes); 3. Acompanhamento do processo de reabilitação de área contaminada (52 lotes).

71 A Atuação da PMSP / SVMA e o Decreto Estadual nº /13

72 Fluxograma para Avaliação Ambiental de um Imóvel

73 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Artigo 33 - A Área Contaminada sob Investigação (ACI) não poderá ter seu uso alterado até a conclusão das etapas de Investigação Detalhada e de Avaliação de Risco. Parágrafo único - Os órgãos públicos responsáveis pelo uso e ocupação do solo ou pela expedição de alvarás de construção, uma vez notificados da existência de uma Área Contaminada sob Investigação (ACI) só poderão autorizar uma alteração de uso do solo após manifestação da CETESB.

74 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da Reabilitação Artigo 40 - A tomada de decisão sobre as medidas de intervenção a serem adotadas em uma Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi) será subsidiada por Avaliação de Risco a ser executada pelo responsável legal.

75 Da Reabilitação LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Artigo 41 - Classificada a área como Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi), a CETESB adotará as seguintes providências: IV - comunicar as Prefeituras Municipais; VII - exigir do responsável legal pela área a apresentação de Plano de Intervenção.

76 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da Reabilitação Artigo 43 - A implementação do Plano de Intervenção não necessitará de aprovação prévia da CETESB, exceto nas seguintes situações: II - nas Áreas Contaminadas em Processo de Reutilização (ACRu). Parágrafo único - Em todas as situações a CETESB acompanhará a implementação do Plano de Intervenção.

77 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da desativação de empreendimentos Artigo 56 - Os responsáveis legais por empreendimentos sujeitos ao licenciamento ambiental e potenciais geradores de contaminação, a serem total ou parcialmente desativados ou desocupados, deverão comunicar a suspensão ou o encerramento das atividades no local à CETESB.

78 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da reutilização de áreas contaminadas Artigo 61 - A aquisição de terrenos onde são ou foram desenvolvidas atividades com potencial de contaminação com vistas à sua revitalização será considerada como de interesse público, devendo ser incentivada e apoiada pelo poderes públicos estadual e municipal.

79 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da reutilização de áreas contaminadas Artigo 62 - A edificação em Áreas com Potencial de Contaminação (AP) dependerá de avaliação da situação ambiental da área a ser submetida ao órgão municipal competente, podendo para tanto ser consultada a CETESB. Parágrafo único - A autorização de que trata o "caput este artigo será concedida na condição em que não haja risco superior aos níveis aceitáveis definidos pelos órgãos competentes à saúde dos futuros usuários.

80 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da reutilização de áreas contaminadas Artigo 64 - Nas áreas classificadas como Áreas Contaminadas sob Investigação (ACI) ou Área Contaminada com Risco Confirmado (ACRi), a CETESB deverá se manifestar acerca da possibilidade de edificação, baseando-se em Plano de Intervenção 3º - Caso o Plano de Intervenção apresentado pelo responsável legal seja aprovado, o responsável legal deverá apresentar o parecer técnico emitido pela CETESB aos órgãos municipais competentes para a emissão das devidas autorizações para demolição e construção.

81 LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº /13 Da reutilização de áreas contaminadas Artigo 64 4º - No Plano de Intervenção serão admitidas propostas que contemplem a implantação e a operação de medidas de remediação e de medidas de engenharia, concomitante à execução das obras civis, desde que adotadas medidas de proteção aos trabalhadores. 5º - Os órgãos municipais competentes poderão emitir as autorizações para a utilização da área, após a CETESB atestar, por meio da emissão de Termo de Reabilitação para o Uso Declarado, o cumprimento das medidas propostas no Plano de Intervenção aprovado.

82 Considerações Finais O gerenciamento do uso do solo urbano apresenta uma variedade de desafios. O gerenciamento sustentável do solo pode estimular o investimento, gerar trabalho e melhorar a qualidade de vida. Contribui para a preservação do patrimônio cultural e industrial e ajuda a limpar e restaurar o ambiente. Tem como propósito manter a vida urbana em aglomerados e restringir a extensão para áreas periféricas e, assim, minimizar necessidades de transporte e de tráfego.

83 Ocupação de áreas contaminadas na cidade de São Paulo: atuação da SVMA nos processos de aprovação de empreendimentos Geólogo Milton Tadeu Motta Prefeitura Municipal de São Paulo Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente Junho/2013

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

2º Seminário AESAS Mercado Ambiental Brasileiro: o que mudou em 2013? São Paulo, 28 de novembro de 2013

2º Seminário AESAS Mercado Ambiental Brasileiro: o que mudou em 2013? São Paulo, 28 de novembro de 2013 2º Seminário AESAS Mercado Ambiental Brasileiro: o que mudou em 2013? São Paulo, 28 de novembro de 2013 MESA REDONDA REQUISITOS LEGAIS 2013: Lei 13577 Áreas Contaminadas / Decreto 59.263 Decreto nº 59.263/2013,

Leia mais

SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA

SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA SÃO PAULO SOB O OLHAR DAS CONSULTORAS NATURA Metodologia e Amostra Pesquisa junto às consultoras Natura da cidade de São Paulo. Metodologia quantitativa, questionário auto-preenchido COLETA DOS DADOS Setembro

Leia mais

Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012

Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012 Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012 Experiência na aplicação da Resolução CONAMA 420 Rodrigo César de Araújo Cunha CETESB Companhia Ambiental

Leia mais

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária

PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária PROGRAMA PARAISÓPOLIS Regularização Fundiária POLÍTICA HABITACIONAL DA CIDADE DE SÃO PAULO Plano Diretor Estratégico do Município (Lei 13.430/02, art. 79): Moradia digna é aquela que garante ao morador

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana do Município de São Paulo Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano - SMDU Departamento de Urbanismo - DEURB Departamento de

Leia mais

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária.

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária. Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 03 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 3. Aspectos Técnicos da

Leia mais

LEI DOS INSTRUMENTOS

LEI DOS INSTRUMENTOS LEI DOS INSTRUMENTOS LEI Nº 2.333 DE 06 DE OUTUBRO DE 2006 Dispõe sobre os Instrumentos de Política Urbana no Município de Itápolis. MAJOR AVIADOR MOACYR ZITELLI, Prefeito do Município de Itápolis, Estado

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s Prof. Dr. Roberto Kochen Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente 4435 Novembro/2005 Passivo Ambiental É o acumulo de danos infligidos ao meio natural por uma determinada atividade ou pelo conjunto das ações

Leia mais

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA - EIV. Mário Barreiros

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA - EIV. Mário Barreiros ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA - EIV Mário Barreiros Arquiteto Mestre em Engenharia Civil e Urbana Flektor Engenharia e Consultoria Ltda. Palestra realizada para o Instituto de Desenvolvimento Urbano

Leia mais

Passivos ambientais e restrições no uso de ocupação do solo. M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental

Passivos ambientais e restrições no uso de ocupação do solo. M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental Passivos ambientais e restrições no uso de ocupação do solo M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental M.moliterno Engenharia Preventiva e Ambiental Historico: 1970 / 2000: Love Canal 1988: emergências

Leia mais

Abordagens para Drenagem Urbana no Município de São Paulo: Ações de curto e longo prazos

Abordagens para Drenagem Urbana no Município de São Paulo: Ações de curto e longo prazos Abordagens para Drenagem Urbana no Município de São Paulo: Ações de curto e longo prazos Miguel Luiz Bucalem Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano Organização Agosto / 2010 São Paulo e a Bacia

Leia mais

Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos. Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015

Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos. Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015 Impactos dos ruídos urbanos no cotidiano dos cidadãos paulistanos Lucila Lacreta Arquiteta Urbanista 27 de abril de 2015 PSIU no combate à poluição sonora O Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura

Leia mais

Estoque de Outorga Onerosa não Residencial

Estoque de Outorga Onerosa não Residencial Estoque de Outorga Onerosa não Residencial Outubro 2013 O relatório sobre o Estoque de Outorga Onerosa é realizado com o objetivo de analisar as informações sobre o estoque de potencial construtivo na

Leia mais

Responsabilidade Civil e a Gestão de Áreas Contaminadas. Annelise Monteiro Steigleder

Responsabilidade Civil e a Gestão de Áreas Contaminadas. Annelise Monteiro Steigleder Responsabilidade Civil e a Gestão de Áreas Contaminadas Annelise Monteiro Steigleder Áreas Contaminadas Local onde há poluição ou contaminação, potencial ou efetiva, causada pela introdução de substâncias

Leia mais

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados

OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados OPERAÇÕES URBANAS CONSORCIADAS Instrumentos de viabilização de projetos urbanos integrados DEAP/SNAPU/MCIDADES Maio/2015 Contexto brasileiro Necessidade de obras públicas para requalificação e reabilitação

Leia mais

CRAS - Centro de Referência de Assistência Social

CRAS - Centro de Referência de Assistência Social CRAS - Centro de Referência de Assistência Social O Centro de Referência de Assistência Social CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial, localizada em áreas de vulnerabilidade social. Executa

Leia mais

O Estatuto da Cidade

O Estatuto da Cidade Flektor Engenharia e Consultoria O Estatuto da Cidade Implicações e Reflexos sobre o Planejamento Interfaces com Planos Diretores O Estatuto da Cidade Lei n.º 10.257 de 10 de julho de 2001 Regulamenta

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Programa de Qualidade do Ar e Transporte Sustentável

Programa de Qualidade do Ar e Transporte Sustentável Programa de Qualidade do Ar e Transporte Sustentável Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática Questionário preparatório a)

Leia mais

Título III Do Uso e Ocupação do Solo

Título III Do Uso e Ocupação do Solo Título III Do Uso e Ocupação do Solo RETORNAR Capítulo I Das Macrozonas Seção I Da Macrozona de Estruturação e Qualificação Urbana Art. 26 A Subprefeitura da Mooca encontra-se integralmente contida na

Leia mais

Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP

Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP Plano Regional Estratégico da Subprefeitura São Miguel - MP RETORNAR Sumário Título I Das Políticas Públicas Regionais. Capítulo I Da Política de Desenvolvimento Urbano e Ambiental da Região. Capítulo

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA. OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA LINHA VERDE - Setembro. 2012 -

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA. OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA LINHA VERDE - Setembro. 2012 - PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA LINHA VERDE - Setembro. 2012 - OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA - LINHA VERDE - Lei de criação : Lei Municipal n.º 13.919 de 19 de dezembro de 2011

Leia mais

MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial

MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial MÓDULO IV - Gestão social da valorização imobiliária para a inclusão territorial Produção social da valorização imobiliária A valorização imobiliária é definida por: Distribuição de investimentos públicos

Leia mais

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br

O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO. Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br O SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO LAND READJUSTMENT KUKAKU-SEIRI REAJUSTE DE TERRENOS REDESENVOLVIMENTO Cintia@pgm.curitiba.pr.gov.br Programa para Programa para LAND READJUSTMENT - REAJUSTE DE TERRENOS Administração

Leia mais

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo

Revisão Participativa. dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume II Revisão Participativa do Plano Diretor Estratégico (PDE) 1. A importância do PDE (Plano Diretor Estratégico)

Leia mais

Uso de Serviços Públicos de Saúde

Uso de Serviços Públicos de Saúde Uso de Serviços Públicos de Saúde Metodologia Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas pessoais. OBJETIVO GERAL Levantar junto à população da área em estudo

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 8.267 Dispõe sobre o licenciamento ambiental no Município de Porto Alegre, cria a Taxa de Licenciamento Ambiental e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a

Leia mais

PLANO METROPOLITANO DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS COM FOCO EM RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) E RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E VOLUMOSOS (RCCV)

PLANO METROPOLITANO DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS COM FOCO EM RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) E RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E VOLUMOSOS (RCCV) PLANO METROPOLITANO DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS COM FOCO EM RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) E RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E VOLUMOSOS (RCCV) II Workshop Construindo o diagnóstico dos RCCV e RSS

Leia mais

FLUXO LICENCIAMENTO DE GRANDES EMPREENDIMENTOS À LUZ DAS LEIS 13.885/04 E 16.050/14

FLUXO LICENCIAMENTO DE GRANDES EMPREENDIMENTOS À LUZ DAS LEIS 13.885/04 E 16.050/14 PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO I SEL SECRETARIA EXECUTIVA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS I SEC MANUAL DE EMPREENDIMENTOS DE GRANDE PORTE nr1 nr2 nr3 SÃO PAULO 2014 EMPREENDIMENTOS

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO

TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei nº. 12.145 de 08 de Setembro de 2011, que regulamentou o Instrumento: TRANSFERÊNCIA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO

Leia mais

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas ABES-RS Porto Alegre, 03 de Setembro de

Leia mais

A implantação de parques urbanos em áreas contaminadas exemplos, perspectivas e desafios

A implantação de parques urbanos em áreas contaminadas exemplos, perspectivas e desafios A implantação de parques urbanos em áreas contaminadas exemplos, perspectivas e desafios Geólogo Francisco Adrião Neves da Silva Geóloga Patrícia Marra Sepe Departamento de Planejamento Ambiental - DEPLAN

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios

Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios Igualdade Racial em São Paulo: Avanços e Desafios PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Fernando Haddad Prefeito Antonio da Silva Pinto Secretário da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial Maurício

Leia mais

PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas

PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas LEI Nº 15.525, DE 9 DE JANEIRO DE 2012 (Projeto de Lei nº 470/11, do Executivo, aprovado na forma de Substitutivo do Legislativo) Institui o Projeto Estratégico

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992 Um plano e novas definições Em 1992, foi publicado na forma de lei complementar o Plano Decenal da Cidade do Rio de Janeiro. Estabeleciam-se então as normas para a política urbana de nossa cidade que deveriam

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO

REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO REPARTIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E NORMAS GERAIS DE DIREITO URBANÍSTICO O Desenvolvimento Urbano e a Constituição Federal AS COMPETÊNCIAS DA UNIÃO Art. 21. Compete à União: XX - instituir diretrizes para o desenvolvimento

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO NOVEMBRO DE 2014

PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO NOVEMBRO DE 2014 PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO NOVEMBRO DE 2014 Os contratos novos de aluguéis de casas e de apartamentos na capital paulista subiram em média 0,6% em novembro relativamente

Leia mais

GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL

GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL GESTÃO E MANEJO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL O Ministério Público e a implementação da Resolução CONAMA 307/2002 Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUENTAL (CHECK LIST) CONSTRUÇÃO CIVIL CÓDIGO 10.00 GRUPO/ATIVIDADES CONSTRUÇÃO CIVIL PPD 10.01 Empreendimentos ultifamiliares Sem Infra- Estrutura (Condomínios e Conjuntos Habitacionais); 10.02

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

Plano Diretor Estratégico de São Paulo e Reflexos nos Negócios Imobiliários. Rodrigo Bicalho

Plano Diretor Estratégico de São Paulo e Reflexos nos Negócios Imobiliários. Rodrigo Bicalho Plano Diretor Estratégico de São Paulo e Reflexos nos Negócios Imobiliários Rodrigo Bicalho Objetivos do Plano Aproximar local de residência e trabalho Concentrar o adensamento nos eixos de transporte

Leia mais

Prefeitura de Mogi Guaçu PROGRAMA MUNICIPAL DE GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E VOLUMOSOS

Prefeitura de Mogi Guaçu PROGRAMA MUNICIPAL DE GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E VOLUMOSOS Objetivo Geral: Oferecer metodologias adequadas para gestão de resíduos da construção civil, demolição e volumosos, originados de atividades diversas no município de Mogi Guaçu. Objetivos Específicos:

Leia mais

Contextualização Constituição Federal de Constituição Federal 1988: de 1988:

Contextualização Constituição Federal de Constituição Federal 1988: de 1988: Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PIGIRS Arcabouço legal Constituição Federal de 1988: Artigo 225 Lei Federal Nº 11.445/2007 e Decreto Federal Nº 7.217/2010; Lei Federal Nº 12.305/2010

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL SECOVI-SP VICE- PRESIDÊNCIA DE INCORPORAÇÃO E TERRENOS URBANOS 18-04-2013

ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL SECOVI-SP VICE- PRESIDÊNCIA DE INCORPORAÇÃO E TERRENOS URBANOS 18-04-2013 ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL SECOVI-SP VICE- PRESIDÊNCIA DE INCORPORAÇÃO E TERRENOS URBANOS 18-04-2013 ZEIS-ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL década de 1980 surgimento de movimentos sociais

Leia mais

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS NOTA TÉCNICA PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS Esta Nota Técnica tem o objetivo de reforçar junto aos Municípios do Estado de Pernambuco sobre os Planos Municipais de Gestão

Leia mais

PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney

PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney PROJETO LEI Nº Autoria do Projeto: Senador José Sarney Dispõe sobre loteamento fechado de áreas consolidadas regularizadas ou em fase de regularização, altera em parte as Leis n 6.766/79 e n 6.015/73 e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 13.089, DE 12 DE JANEIRO DE 2015. Mensagem de veto Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei n o 10.257,

Leia mais

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO

PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 2015 PREFEITURA DE SÃO PAULO Projeto de Lei 467/2014 SUMÁRIO I. Resumo das Receitas e Despesas por Categoria Econômica... 3 II. III. IV. Investimentos em Obras e Instalações (Administração

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP)

Sistemas de Informação em Saúde. Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Sistemas de Informação em Saúde Informatização da Atenção Básica Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo (SMS-SP) Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de

Leia mais

6º Seminário Estadual Áreas Contaminadas e Saúde:

6º Seminário Estadual Áreas Contaminadas e Saúde: O ESTATUTO DA CIDADE: lei 10.257 de 10/07/2001 Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. Art. 182. A política de

Leia mais

Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana. Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian

Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana. Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian Planos Municipais de Mobilidade Urbana e Acessibilidade e o papel do TCE-RS na sua implementação Seminário Gaúcho de Acessibilidade na Mobilidade Urbana Andrea Mallmann Couto Juliana Baum Vivian SUPORTE

Leia mais

Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática

Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática Terceira Clínica de Integração entre Uso de Solo e Transporte, e sua Conexão com a Qualidade do Ar e a Mudança Climática Outubro 2011 1. Ferramentas de Financiamento e seu Uso a) Que ferramentas para a

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento. Reunião com Entidades da Subprefeitura de Pinheiros

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento. Reunião com Entidades da Subprefeitura de Pinheiros Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento Urbano da Cidade de São Paulo Reunião com Entidades da Subprefeitura de Pinheiros 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento Urbano

Leia mais

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL

TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL TRIBUTAÇÃO PELO IPTU: GEOINFORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO CADASTRAL Lauro Marino Wollmann Agente Fiscal da Receita Municipal Secretaria da Fazenda - Porto Alegre Porto Alegre, 20 de novembro de 2014. Para exigir

Leia mais

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016.

L E I Nº 3.469, DE 20 DE JANEIRO DE 2016. AUTOR: PREFEITA MUNICIPAL, MARIA DA CONCEIÇÃO CALDAS RABHA A CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS APROVOU E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: INSTITUI O PROGRAMA MUNICIPAL NOSSA CIDADE LEGAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS

ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS De acordo com o Plano Diretor as ZONAS ESPECIAIS DE INTERESSE SOCIAL ZEIS são porções do território destinadas, prioritariamente, à recuperação urbanística, à regularização

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Quadro da desigualdade em São Paulo

Quadro da desigualdade em São Paulo Quadro da desigualdade em São Paulo CULTURA Acervo de livros infanto-juvenis das bibliotecas municipais per capita Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas e pontos de leitura

Leia mais

Taller sobre EL FUTURO DEL FINANCIAMIENTO URBANO + Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba

Taller sobre EL FUTURO DEL FINANCIAMIENTO URBANO + Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba Taller sobre EL FUTURO DEL FINANCIAMIENTO URBANO EN AMÉRICA LATINA LATINA PORTO ALEGRE Curitiba População: SÃO PAULO 1 751 907 hab 1.751.907 hab. Taxa de crescimento pop. 2000-2009: 1,71% 2008-2009: 1,26%

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002)

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Correlações: Alterada pela Resolução nº 469/15

Leia mais

Contaminação em imóveis

Contaminação em imóveis Contaminação em imóveis Semasa Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André GUIA PARA AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO EM IMÓVEIS 2005 TEMA: GUIA PARA AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO

Leia mais

Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES

Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES Atendimento Vivo ATA RP 04/SEMPLA/COBES Contato de Vendas e Pós-Vendas Telefônica Vivo Business Solutions Plano de Comunicação Vivo x Prefeitura SP 29.01.2015 ESTRUTURA 1- GERENTE DE NEGÓCIOS 2- CONSULTORIA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável

PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (APLICADO A INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Leia mais

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 2. Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

O Programa de Acção Territorial do Escarpão

O Programa de Acção Territorial do Escarpão O Programa de Acção Territorial do Escarpão João Telha CEDRU - Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, Lda Seminário Indústria Extractiva Ordenamento Territorial e Licenciamento de Pedreiras

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios

MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios MINHA CASA, MINHA VIDA 2 Novas metas, maiores desafios Desafios do PMCMV Sustentabilidade, Perenidade e Imagem O sucesso do PMCMV depende da produção de moradias bem localizadas, servidas de infraestrutura,

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 4, DE 2 DE SETEMBRO DE 2009 O PRESIDENTE DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - INSTITUTO CHICO MENDES, nomeado pela Portaria nº 532, de 30 de julho de 2008,

Leia mais

Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU

Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU Planejamento Urbano e a Dinâmica da Cidade Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria de Urbanismo - SMU Dinâmica do Licenciamento Evolução da Área Licenciada 1980-2011 5,3 mil Evolução da Área

Leia mais

DIRETRIZES URBANÍSTICAS EXPANSÃO DO PARANOÁ

DIRETRIZES URBANÍSTICAS EXPANSÃO DO PARANOÁ 1 DIRETRIZES URBANÍSTICAS EXPANSÃO DO PARANOÁ Brasília, 29 de novembro de 2012 DIRETRIZES URBANÍSTICAS Marco Legal 2 Lei nº 6.766/79: Art. 6 - Antes da elaboração do projeto de loteamento, o interessado

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Política Nacional de Resíduos Sólidos Política Nacional de Resíduos Sólidos Princípios, objetivos e instrumentos, Diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos Responsabilidades dos

Leia mais

Licenciamento Ambiental

Licenciamento Ambiental Conceito Licenciamento Ambiental Procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras

Leia mais

O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal.

O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal. O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal. Em resumo, o programa fornece, mediante convênio de cooperação

Leia mais

Para que um estabelecimento esteja legalizado, é necessário, inicialmente, obter um alvará de licença, documento concedido pela Prefeitura.

Para que um estabelecimento esteja legalizado, é necessário, inicialmente, obter um alvará de licença, documento concedido pela Prefeitura. CARTILHA DE ALVARÁ Este pequeno manual abordará, de maneira simplificada, os requisitos para obtenção de alvará de licenciamento para a abertura de casa noturna ou boate. Para que um estabelecimento esteja

Leia mais

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

LEI Nº 16.099, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2014

LEI Nº 16.099, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2014 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo LEI Nº 16.099, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2014 (Projeto de Lei nº 467/14, do Executivo, aprovado na forma de Substitutivo

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 4.095, DE 2012 Altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho 2001, que regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece

Leia mais

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA LOCALIZAÇÃO E CONTEXTO Jundiaí Campinas Rio de Janeiro Sorocaba Guarulhos OUC AB Congonhas CPTM E METRÔ: REDE EXISTENTE E PLANEJADA OUC AB SISTEMA VIÁRIO ESTRUTURAL

Leia mais

REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13. Lapa. Dezembro de 2013

REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13. Lapa. Dezembro de 2013 REVISÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO PL 688/13 Lapa Dezembro de 2013 ESTRUTURA DA MINUTA DO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PDE TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96

RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96 RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96 Correlações: Alterada pela Resolução nº 448/12 (altera os artigos 2º, 4º, 5º, 6º, 8º, 9º, 10 e 11 e revoga os

Leia mais

DECRETO Nº 7.643 de 10 de junho de 2005.

DECRETO Nº 7.643 de 10 de junho de 2005. DECRETO Nº 7.643 de 10 de junho de 2005. Dispõe sobre as competências, a estrutura básica e o Quadro de Lotação de Cargos Comissionados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo - SEMURB, e

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA Resolução nº 307, de 5 de Julho de 2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações

Leia mais

PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO AGOSTO DE 2013

PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO AGOSTO DE 2013 PESQUISA MENSAL DE VALORES DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL CIDADE DE SÃO PAULO AGOSTO DE 2013 As pessoas que procuraram moradias para alugar em agosto de 2013 encontraram locações com valores mais altos em relação

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS 1. Quais os casos passíveis de licenciamento ambiental junto ao setor Anexo III Áreas Verdes do (DLA), visando a Autorização Ambiental Municipal? São passíveis de licenciamento ambiental pelo Anexo III:

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS Considerando a ratificação do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, que reconhece o direito de todos a um adequado nível de vida, incluindo alimentação adequada,

Leia mais

A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios

A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios A observância da acessibilidade na fiscalização de obras e licenciamentos de projetos pelos municípios Luciano de Faria Brasil Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística de Porto

Leia mais

PREFEITURA DE SÃO LUIS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO SEMURH

PREFEITURA DE SÃO LUIS SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO SEMURH Projeto de Lei nº, de de de Institui o primeiro plano municipal de incentivo à construção civil, e dá outras providências. O PREFEITO DE SÃO LUÍS, Capital do Estado do Maranhão Faço saber a todos os seus

Leia mais

5000 Avaliação preliminar

5000 Avaliação preliminar Avaliação preliminar 5000 5000 Avaliação preliminar O objetivo da etapa de avaliação preliminar é a realização de um diagnóstico inicial das áreas potencialmente contaminadas (APs), o que será possível

Leia mais

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB O QUE É O Plano Diretor de Transporte e da Mobilidade é um instrumento da política de desenvolvimento urbano, integrado ao Plano Diretor do município,

Leia mais