PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO"

Transcrição

1 PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO 98 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012

2 PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO 1 Curso de educação continuada em odontologia Abordagem terapêutica dos pacientes com traumatismo dentário programa Manipulação dos Tecidos de Suporte Prof. Maurício Andrade Diagnóstico e Atendimento de Emergência em Traumatologia Dentária Prof. Renato Lenzi Tratamento das Lesões Traumáticas em Odontopediatria Profa. Michele Machado Avulsão Dentária: Reimplante Imediato X Reimplante Tardio Profa. Sandra Fidel Prevenção e Educação em Saúde Oral Prof. Renato Lenzi PARTICIPANTES POR CONTRATO ESF 19% ESF 19% parceria UPA 46% UPA 46% Sociedade Brasileira de Traumatologia Dentária duração 8 horas Total de participantes Dentistas -42 TSB/ASB-22 PSE 35% PSE 35% IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/

3 CAEP Curso de atualização em emergência pediátrica Programa das aulas: Otites e Sinusite Pneumonia comunitária Corpo estranho Queimado Exame físico e anamnese Crise convulsiva Infecções cutâneas Parasitose intestinal Distúrbios respiratórios Lactente febril Meningite Sepse Doenças exantemáticas Infecção urinária Hipertensão na infância Diabetes Intoxicação exógena Hidratação venosa Desidratação Classificação de risco Cirurgia pediátrica Trauma Afogamento Suporte avançado de vida Dengue Duração: 20 horas para médicos 10 horas para enfermeiros Total de participantes: 244 médicos 75 enfermeiros 100 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012

4 Educação permanente nas UPAS TODOS OS CURSOS PARTICIPANTES Antibioticoterapia 78 Arritmia cardíaca 96 Aspecto ético da enfermagem 99 Atualizações Pediatricas 286 Biossegurança 70 Capacitação de Dengue Enfermagem 126 Capacitação de Dengue Médicos 191 Cetoacidose 106 Choque Hipovolêmico 91 Choque Séptico 83 Código de ética dos profissionais de enfermagem 92 Coleta seletiva de lixo 102 Cuidados com paciente vítima de AVE 80 Cuidados com paciente vítima de IAM 68 Cuidados dos pacientes vítimas de choque cardiogênico 111 Curativo 92 Dengue 104 DHEG 86 Diarréia Aguda e Desnutrição 74 Doença de Notificação compulsória 80 DPOC 106 EAP 71 Emergência Psiquiatrica 78 Endocardite 108 Escala de Sedação 148 Esterilização de Artigos 27 Fraturas 123 Hemorragia Digestiva Alta 68 Humaniza SUS 82 Humanização na assistência de enfermagem 117 ICC 141 Infecção Hospitalar 140 Insuficiência Respiratória Aguda 85 Medicações utilizadas em UTI 121 Meningite 78 PAF 77 Pancreatiti 62 Parto de emergência 114 PCR 400 PCR em criança e neonato 98 Pneumonia 65 Politrauma 142 Queimaduras 118 Revisão de Termos 69 Revisão dos módulos ventilatórios 119 Sinais e sintomas que indique óbito 93 Trauma Crânio Encefálico 111 Treinamento de Ventilador Mecânico 18 Vias de adm. de medicamentos 73 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/

5 Cirurgias eletivas e tratamento de feridas nas Clinicas da Familia - AP 5.2 Para atender as recomendações da SMSDC no que se refere a resolutividade da atenção primária e satisfação do cliente, o IABAS desenvolveu em parceria com a CAP um projeto de qualificação de médicos para procedimentos cirúrgicos eletivos e enfermeiros para tratamento de feridas. O papel do cirurgião na estratégia de saúde da família Médico responsável Dr. Jose Carlos de Rezende Pereira programa Área de atuação: Clinicas da Familia AP 5.2 Procuramos treiná-los, na prática, nos seus próprios consultórios, com procedimentos cirúrgicos eletivos, quando estaríamos ensinando-os a fazer, drenagem de abscesso, de hidroadenite, de antraz, de hematoma sub-ungueal. Desbridamento de tecidos desvitalizados, tratamento de feridas superficiais, de unha encravada, de ferimento por prego. Exerese de tumores da pele, curativo de queimaduras, remoção de corpo estranho (farpa de madeira, metálica, pedra, roupa, vidro), remoção de projétil de arma de fogo, remoção de corpo estranho sub-ungueal, remoção de anzol, remoção de corpo estranho do ouvido, olho, nariz e reto, biopsias superficiais, retirada de serume, e sutura. Separamos 2 grupos de 4 profissionais por turno de treinamento, para execução de 20 pequenos procedimentos cirúrgicos agendados previamente, uma vez por semana cada grupo. objetivo Começamos a supervisão de cirurgia com o treinamento prático dos médicos de família, da SMDC, para os procedimentos cirúrgicos factíveis em ambulatórios básicos. resultados Realizamos 40 cirurgias por semana, neste treinamento prático, não afastamos os profissionais de seus consultórios, os pacientes agendados eram da área de atendimento dos médicos em treinamento e num período médio de 8 aulas práticas,2 meses, conseguimos treinar os médicos de família para realizarem os procedimentos cirúrgicos determinados pelo Ministério da Saúde como sendo de obrigação da Atenção Básica. Conclusão Realizamos 40 cirurgias por semana, neste treinamento prático, não afastamos os profissionais de seus consultórios, os pacientes agendados eram da área de atendimento dos médicos em treinamento e num período médio de 8 aulas práticas,2 meses, conseguimos treinar os médicos de família para realizarem os procedimentos cirúrgicos determinados pelo Ministério da Saúde como sendo de obrigação da Atenção Básica. 102 IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/2012

6 A participação dos enfermeiros no processo de padronização do cuidado ao paciente portador de ferida na estrategia de saude da família Médico responsável Dr. Jose Carlos de Rezende Pereira objetivo Área de atuação Clinicas da Familia AP 5.2 Propor uma sistematização do cuidado com o paciente portador de ferida nas unidades de saúde de família. Metodologia Em reuniões semanais com 8 enfermeiros, um de cada unidade de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e 1 médico cirurgião como orientador, iniciamos com a discussão de protocolos e trabalhos pertinentes publicados. Desenvolvemos um material didático teórico, onde discutimos, além da definição e classificação de ferida e a definição de curativo, as atribuições de cada profissional envolvido, elaboração de um fluxograma do paciente com ferida, a ficha de primeiro atendimento na unidade feita pelo enfermeiro, ficha de acompanhamento do curativo feito pelo técnico de enfermagem, a padronização do curativo e os materiais usados na padronização, enfim, uma sistematização que atendesse as necessidades da atenção básica de saúde. Introdução De acordo com a Lei do Exercício de Enfermagem 7498/86, e a portaria 648 de março de 2006 do Ministério da Saúde, procedimentos de alta complexidade devem ser de responsabilidade do profissional enfermeiro, e ao revermos a literatura disponível sobre feridas e curativos e entendendo a complexidade deste cuidado, propusemos padronizar o curativo de feridas para pacientes atendidos em unidades de saúde da família. resultados Em 6 semanas desenvolvemos um protocolo que permitiu definir uma hierarquia na admissão do paciente com ferida, onde o enfermeiro é o orientador de todo processo, um fluxograma do paciente portador de ferida, as fichas de primeiro atendimento e acompanhamento do curativo, com ênfase a visão holística do paciente, e com os recursos oferecidos nas unidades de saúde da família, um padrão de curativo para cada tipo de ferida dos pacientes atendidos nas unidades básicas de saúde e estabelecer o acompanhamento do paciente depois da alta. Conclusão A sistematização de cuidados aos indivíduos portadores de ferida, nas unidades de saúde da família da área da CAP 5.2 no Rio de Janeiro, diminuiu as complicações, a necessidade de encaminhamento as policlínicas de especialidades, a internação hospitalar, o tempo de resolução e alta e o custo final com os curativos. IABAS Relatório de Gestão Rio de Janeiro 2010/2011/

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Especialização Profissional Técnica

Leia mais

PROGRAMAÇÃO RESIDÊNCIA MEDICINA INTENSIVA 2016 R1, R2, R3 HSF

PROGRAMAÇÃO RESIDÊNCIA MEDICINA INTENSIVA 2016 R1, R2, R3 HSF PROGRAMAÇÃO RESIDÊNCIA MEDICINA INTENSIVA 2016 (CENTRO DE TERAPIA INTENSIVA) R1, R2, R3 HSF Residência em Medicina Intensiva Introdução: A Residência em Medicina Intensiva foi criada nesta instituição

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

SINOPSE DO PLANO MUNICIPAL PARA A LINHA DE CUIDADO AO PACIENTE USUÁRIO DE CRACK

SINOPSE DO PLANO MUNICIPAL PARA A LINHA DE CUIDADO AO PACIENTE USUÁRIO DE CRACK SINOPSE DO PLANO MUNICIPAL PARA A LINHA DE CUIDADO AO PACIENTE USUÁRIO DE CRACK LEITOS HOSPITALARES DE REFERÊNCIA PARA SAÚDE MENTAL/ Álcool e Drogas LHRad E SERVIÇOS DE SAÚDE NÃO HOSPITALARES Rio de Janeiro,

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM TERAPIA INTENSIVA ADULTO MARÇO DE 2013 Programa de Residência Médica em Terapia Intensiva 2013 Unidade: Hospital Copa D Or Coordenador do Programa de Residência Médica

Leia mais

ANEXO I EDITAL Nº 20/2010-SEADM DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA PSF - LEI Nº 6.938/2005

ANEXO I EDITAL Nº 20/2010-SEADM DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA PSF - LEI Nº 6.938/2005 ANEXO I EDITAL Nº 20/2010-SEADM DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA PSF - LEI Nº 6.938/2005 FUNÇÃO: AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE Realizar mapeamento de sua área; Cadastrar as famílias

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEIS SUPERIOR, MÉDIO E TÉCNICO NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE PALMARES AVISO DE RETIFICAÇÃO DE EDITAL Nº 01 A Comissão de Concurso torna publica

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia Oral para o Clínico Geral

Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia Oral para o Clínico Geral Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia Oral para o Clínico Geral Resumo O Curso de Aperfeiçoamento em Cirurgia Oral para o Clínico Geral, com ênfase em cirurgia dos dentes retidos, tem como objetivo capacitar

Leia mais

PEDIATRIA CLÍNICA 1. OBJETIVOS

PEDIATRIA CLÍNICA 1. OBJETIVOS PEDIATRIA CLÍNICA PROGRAMA PARA O 6º. ANO DE MEDICINA 2015 Estágio obrigatório em tempo integral, que visa à formação em Pediatria Geral, em estagio prático, sob supervisão docente, com ênfase ao raciocínio

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: : PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional:Técnico em enfermagem Qualificação:

Leia mais

CURSOS DE EXTENSÃO FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE

CURSOS DE EXTENSÃO FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE CURSOS DE EXTENSÃO FACULDADE PERNAMBUCANA DE SAÚDE AGOSTO 2011 Conheça um pouco mais sobre nossos cursos de extensão SUMÁRIO Curso de Primeiros Socorros Modulo 1...3 Os Fundamentos da Ética Contemporânea...5

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Saúde e segurança do trabalho. Componente Curricular: Suporte Emergencial

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 88 Município: Garça Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Técnico em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP A Diretoria de Ensino do HDM/GESTÃO IMIP torna público que

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUNDIAÍ DO SUL ANEXOII ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PARA CONCURSO PÚBLICO PARA EMPREGO PÚBLICO Nº. 001/2010 JUNDIAÍ DO SUL PARANÁ 1. Para os cargos do grupo PSF Programa da Saúde da Família, conveniados com o Governo Federal:

Leia mais

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO

ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANEXO III REQUISITOS E ATRIBUIÇÕES POR CARGO/FUNÇÃO ANALISTA EM SAÚDE/ ASSISTENTE SOCIAL PLANTONISTA REQUISITOS: Certificado ou Declaração de conclusão do Curso de Serviço Social, registrado no MEC; E

Leia mais

RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 2014/01

RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 2014/01 RETIFICAÇÃO DO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 2014/01 A Associação Beneficente de Saúde ASBESAAN, entidade de direito privado e sem fins lucrativos, qualificado como Organização Social, através do Decreto

Leia mais

CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS

CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS CURSO NACIONAL DE ATUALIZAÇÃO EM EMERGÊNCIAS CLÍNICAS www.emergenciasclinicas.com.br HISTÓRICO DO EVENTO Em virtude da carência no ensino de urgências e emergências em algumas Faculdades de Medicina de

Leia mais

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO)

PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) DADOS DO PACIENTE PROTOCOLO GERENCIADO DE SEPSE PACIENTE COM CONDUTA PARA SEPSE (OPÇÃO 2 E 3 - COLETA DE EXAMES/ANTIBIÓTICO) Iniciais: Registro: Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Data de nascimento: / /

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR Atuação e conceitos da Odontologia Hospitalar e Medicina Oral A Odontologia exercida pela grande maioria dos dentistas brasileiros enfoca

Leia mais

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS

CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS CASA DE SAÚDE SÃO LUCAS RELATÓRIO DAS ATIVIDADES REALIZADAS PELA EQUIPE DO NÚCLEO HOSPITALAR DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA JANEIRO A JUNHO DE 2015 Monaliza Vanessa de Brito Gondim Moura Medeiros Patrícia

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:

Leia mais

COORDENADORES. Fabíola Peixoto Ferreira La Torre Juliana Gamo Storni Luciana Andréa Digieri Chicuto Regina Grigolli Cesar Rogério Pecchini

COORDENADORES. Fabíola Peixoto Ferreira La Torre Juliana Gamo Storni Luciana Andréa Digieri Chicuto Regina Grigolli Cesar Rogério Pecchini COORDENADORES Fabíola Peixoto Ferreira La Torre Juliana Gamo Storni Luciana Andréa Digieri Chicuto Regina Grigolli Cesar Rogério Pecchini Sumário Prefácio...XXXVII Apresentação... XXXIX Parte 1 Estabilização

Leia mais

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII Rua Rio Branco, 216, Centro, CEP 650-490, São Luís /MA - Fone: (98) 3878.21 Credenciado pela Portaria Ministerial nº 1764/06, D.O.U. 211 de 03.11.06, Seção 01, Folha14 ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

Leia mais

LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER

LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER LIVRETO EXPLICATIVO DO PLAM MASTER INDIVIDUAL FAMILIAR OPERADORA Plano de Assistência Médica Mineira Ltda PLAM Inscrição na Agência Nacional de Saúde ANS nº 38.228-1 OPERADORA - Plano de Assistência Médica

Leia mais

Odontologia Hospitalar Rio de Janeiro. Outubro de 2008. Projeto de Implantação da odontologia hospitalar. Em Hospital do Estado do Rio de Janeiro

Odontologia Hospitalar Rio de Janeiro. Outubro de 2008. Projeto de Implantação da odontologia hospitalar. Em Hospital do Estado do Rio de Janeiro Odontologia Hospitalar Rio de Janeiro Outubro de 2008 Projeto de Implantação da odontologia hospitalar Em Hospital do Estado do Rio de Janeiro O atual formato de atualização do CD nos hospitais está com

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

PROVA PARA SELEÇÃO AO SERVIÇO MILITAR TEMPORÁRIO NA ÁREA DA2ª REGIÃO MILITAR - ESTÁGIO DE SERVIÇO TÉCNICO (EST/2016)

PROVA PARA SELEÇÃO AO SERVIÇO MILITAR TEMPORÁRIO NA ÁREA DA2ª REGIÃO MILITAR - ESTÁGIO DE SERVIÇO TÉCNICO (EST/2016) PROVA PARA SELEÇÃO AO SERVIÇO MILITAR TEMPORÁRIO NA ÁREA DA2ª REGIÃO MILITAR - ESTÁGIO DE SERVIÇO TÉCNICO (EST/2016) ÁREA: ENFERMAGEM RELAÇÃO DE ASSUNTOS 1 - ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE E ADMINISTRAÇÃO APLICADA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM SEGURNAÇA

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA DE EMERGÊNCIA

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA DE EMERGÊNCIA 1 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM MEDICINA DE EMERGÊNCIA Introdução O Brasil é um país com grandes diferenças sociais e com uma população majoritariamente usuária do Sistema Único de Saúde (SUS). Garantir acesso

Leia mais

Prof. Carolina Borges e prof. Márcia Redendeiro

Prof. Carolina Borges e prof. Márcia Redendeiro Prof. Carolina Borges e prof. Márcia Redendeiro PRÁTICA ODONTOLÓGICA= FATORES EXTERNOS + FATORES INTERNOS CONHECIMENTO CIENTÍFICO TECNOLOGIAS PRÁTICA ODONTOLÓGICA RECURSOS HUMANOS AMBIENTES RECURSOS HUMANOS

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso ANEXO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso Células e Tecidos do Sistema Imune Anatomia do sistema linfático Inflamação aguda e crônica Mecanismos de agressão por

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: SÃOCARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:: Sem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Faculdade de Odontologia Departamento de Odontopediatria e Ortodontia

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Faculdade de Odontologia Departamento de Odontopediatria e Ortodontia UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Faculdade de Odontologia Departamento de Odontopediatria e Ortodontia DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ODONTOPEDIATRIA 1. ODONTOPEDIATRIA PROFESSOR RESPONSÁVEL:

Leia mais

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13

ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO AGO/13 A emergência do Hospital Cristo Redentor é referência para atendimento ao trauma e neurocirurgia, atendendo sob os preceitos de acolhimento com classificação de risco. A classificação de risco deve se

Leia mais

PLANO INSTRUCIONAL. Carga Horária 1:00

PLANO INSTRUCIONAL. Carga Horária 1:00 PLANO INSTRUCIONAL Ação/Atividade: PROMOÇÃO SOCIAL/ PRIMEIROS SOCORROS Carga Horária: 20 HORAS Nº MÍNIMO DE PESSOAS: 12 PESSOAS Nº MÁXIMO: 15 PESSOAS IDADE MINIMA: 16 ANOS Objetivo Geral: PROPORCIONAR

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP A Diretoria de Ensino do HDM/GESTÃO IMIP torna público que será realizado

Leia mais

CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO

CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO CONTRATO OPCIONAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO AEROMÉDICO DO OBJETO CLÁUSULA PRIMEIRA 1.1. O objeto do presente contrato é a prestação de serviços de transporte aeromédico aos beneficiários do Contrato de Plano

Leia mais

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO

DECISÃO DE ARQUIVAMENTO PA nº 1.26.000.002268/2007-07 DECISÃO DE ARQUIVAMENTO À DTCC O procedimento administrativo em epígrafe foi instaurado no âmbito desta Procuradoria da República, para apurar notícia de irregularidades no

Leia mais

Insuficiência cardíaca / Edema agudo de pulmão

Insuficiência cardíaca / Edema agudo de pulmão UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ONOFRE LOPES MATERNIDADE ESCOLA JANUÁRIO CICCO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANA BEZERRA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA PROCESSO SELETIVO PARA

Leia mais

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS Scaleti Vanessa Brisch 1 Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso RESUMO: Estudo sobre as causas de internações

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA

ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA De acordo com a RDC 07/10, o coordenador de enfermagem da UTI deve ser especialista em terapia intensiva, isto é, enfermeiro intensivista. Assim,

Leia mais

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR 1 OBJETIVO: ANEXO ROTEIRO DE INSPEÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Este Roteiro estabelece a sistemática para a avaliação do cumprimento das ações do Programa de Controle de Infecção

Leia mais

Município de Rebouças

Município de Rebouças ANEXO I - ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS EDITAL 002/2014 AUXILIAR DE ENFERMAGEM PSF: Atribuições: Realizar procedimentos de enfermagem dentro das suas competências técnicas e legais. Realizar procedimentos de

Leia mais

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Histórico 2005: Início do trabalho. I Seminário de Assistência Domiciliar. 2006: Portaria GM 2529. Fundação da ABRASAD Associação Brasileira

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO CONDIÇÕES GERAIS EMERGÊNCIAS MÉDICAS E REMOÇÃO Através do presente instrumento ficam estabelecidas as condições gerais do regulamento SOS emergências médicas, serviço disponibilizado pela CASUFES e que

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL (TSB)

CURSO TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL (TSB) CURSO TÉCNICO EM SAÚDE BUCAL (TSB) INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO CARGA HORÁRIA: 1.200 HORAS COM ESTÁGIO DURAÇÃO : 2 ANOS PERIODICIDADE: SEMANAL (2ª, 3ª E 4ª) HORÁRIO DAS AULAS: 19H AS 21H INFORMAÇÕES SOBRE

Leia mais

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*.

EMENTÁRIO. Princípios de Conservação de Alimentos 6(4-2) I e II. MBI130 e TAL472*. EMENTÁRIO As disciplinas ministradas pela Universidade Federal de Viçosa são identificadas por um código composto por três letras maiúsculas, referentes a cada Departamento, seguidas de um número de três

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SUBSECRETARIA DE PROMOÇÃO, ATENÇÃO BÁSICA E VIVILÂNCIA COORDENADORIA DE SAÚDE DA AP 5.2 DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE BETI BRISSE

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS Taís Lopes Saranholi Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: tais_saranholi@hotmail.com Cássia Marques da Rocha Hoelz E-mail: cassiarocha@bauru.sp.gov.br

Leia mais

PROGRAMA DE PROFESSOR VOLUNTÁRIO

PROGRAMA DE PROFESSOR VOLUNTÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EDITAL Nº 06 DE 14 DE JUNHO DE 2013 PROGRAMA DE PROFESSOR VOLUNTÁRIO O Diretor do Centro de Ciências

Leia mais

Código: ENFDIG Disciplina: DIDÁTICA GERAL Fase: 5ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos: Psicologia da Educação DESCRIÇÃO DO PROGRAMA:

Código: ENFDIG Disciplina: DIDÁTICA GERAL Fase: 5ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos: Psicologia da Educação DESCRIÇÃO DO PROGRAMA: 21cir FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecimento: Portaria nº 604, de 31 de maio de 1995 E-mail: denf@unir.br Campus Porto Velho/RO. BR 364,

Leia mais

CURSO PRIUS PREPARATÓRIO PARA TÉCNICOS DE ENFERMAGEM HUPE / UERJ

CURSO PRIUS PREPARATÓRIO PARA TÉCNICOS DE ENFERMAGEM HUPE / UERJ AME - Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem. 2009/2010. Rio de Janeiro: EPUB, 2009. ANVISA. Curso Básico de Controle de Infecção Hospitalar - Caderno C: Métodos de Proteção Anti- infecciosa.

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Farmácia

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Auxiliar de Farmácia Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código:136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ACADÊMICOS DE MEDICINA NO SAMU

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ACADÊMICOS DE MEDICINA NO SAMU RELATO DE EXPERIÊNCIA: ACADÊMICOS DE MEDICINA NO SAMU MESQUITA, Juliana Nóbrega 1 ; ALCANTARA, Thales Lino Fernandes 1 ; ALMEIDA, Renata Miranda de 1 ; BORGES, Walter Costa 1 ; COSAC, Diego Chedraoui 1

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA O ACOLHIMENTO COM AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO SOCIEDADE QUIXADAENSE DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À MATERNIDADE E À INFÂNCIA HOSPITAL MATERNIDADE JESUS MARIA JOSÉ Av. Francisco Almeida Pinheiro 2268 Fone (0**88) 3412-0681 Caixa Postal 82 CEP 63.900-000

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

EDITAL N 37/2013 1 - Das áreas 2- Das vagas 3- Dos Requisitos 4- Das inscrições 5 - Da seleção 1ª Etapa: Data: Resultado da 1ª Etapa:

EDITAL N 37/2013 1 - Das áreas 2- Das vagas 3- Dos Requisitos 4- Das inscrições 5 - Da seleção 1ª Etapa: Data: Resultado da 1ª Etapa: EDITAL N 37/2013 A Diretoria Acadêmica da Associação Caruaruense de Ensino Superior, mantenedora da Faculdade ASCES, torna público a realização do processo seletivo destinado ao recrutamento de profissional

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica)

Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Curso de Técnico Auxiliar de Saúde (Auxiliar de Ação Médica) Área de Formação: 729. Serviços de Saúde O Técnico Auxiliar de Saúde, vulgarmente designado por Auxiliar de Ação Médica, é o profissional capacitado

Leia mais

Curso de Especialização em ENFERMAGEM EM UTI

Curso de Especialização em ENFERMAGEM EM UTI Curso de Especialização em ENFERMAGEM EM UTI ÁREA DO CONHECIMENTO: Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em ENFERMAGEM EM UTI. AMPARO LEGAL E PORTARIA DO MEC O curso atende

Leia mais

Faculdade da Alta Paulista

Faculdade da Alta Paulista CURSO DE ENFERMAGEM PLANO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Área: Estágio de Enfermagem em Saúde do Adulto I e II Campo de Atuação: Santa Casa de Tupã; Instituto de Psiquiatria de Tupã e Hospital São

Leia mais

O presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria encaminha ao Conselho

O presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria encaminha ao Conselho PARECER CFM nº 6/14 INTERESSADO: Sociedade Brasileira de Pediatria ASSUNTO: Participação de enfermeiros nos cursos Pals - Ressuscitação Pediátrica e de Adultos RELATOR: Cons. José Fernando Vinagre EMENTA:

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O(A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao

Leia mais

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a)

, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização ao (à) Médico (a) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

TREINAMENTOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA GESTÃO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

TREINAMENTOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA GESTÃO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA TREINAMENTOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA GESTÃO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Trabalhamos com uma equipe qualificada e com experiência em gestão de saúde, além de profissionais técnicos com vasta experiência em

Leia mais

Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral: Damião Mendonça Vieira

Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral: Damião Mendonça Vieira Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral: Damião Mendonça Vieira CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP-MG Nº 066/2013 CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM COMPLEMENTAÇÃO Objetivo do Curso: Complementação

Leia mais

AULAS TEÓRICAS SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 DATA HORÁRIO ASSUNTO PROFESSORES

AULAS TEÓRICAS SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 DATA HORÁRIO ASSUNTO PROFESSORES SEMIOLOGIA MÉDICA GERAL I 5º PERÍODO 2009/2 4 ago 11:00 ÀS 11:50 RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE E ÉTICA MÉDICA FLÁVIA MAGALHÃES 11 ago 11:00 ÀS 11:50 ANAMNESE FLÁVIA MAGALHÃES 18 ago 11:00 ÀS 11:50 SEMIOLOGIA

Leia mais

Planificação anual de Saúde- 10ºano

Planificação anual de Saúde- 10ºano CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Turmas: 10ºI Professora: Ana Margarida Vargues Planificação anual de Saúde- 10ºano 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde do Curso

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA Código: ENFAEN2 Disciplina: ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II (Enfermagem ao adulto e ao idoso em doenças tropicais) E ENFAENF (Administração em enfermagem I) Teoria: 60h Prática: 60h Teoria: 3 Prática: 3

Leia mais

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola

PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA. Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA. Policial BM Espínola PRONTIDÃO ESCOLAR PREVENTIVA Primeiros Socorros ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA Policial BM Espínola LEMBRE-SE Antes de administrar cuidados de emergência, é preciso garantir condições de SEGURANÇA primeiramente

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Habilitação Profissional: Qualificação Técnica de Nível Médio

Leia mais

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA

AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA AULA 1: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO NA EMERGÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Quando uma pessoa sofre agravo agudo à saúde, deve ser acolhido em serviço do SUS mais próximo de sua ocorrência, seja numa Unidade de Saúde

Leia mais

1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação

1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação 1- O que é infecção hospitalar? Para fins de classificação epidemiológica, a infecção hospitalar é toda infecção adquirida durante a internação hospitalar (desde que não incubada previamente à internação)

Leia mais

Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica

Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica Temas para o Concurso de Residência Médica do Hospital Regional de Presidente Prudente I - Clínica Médica 01 Demências; 02 Depressão; 03 Hipertensão Arterial Sistêmica Primária e Secundária; 04 Infecções

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOINVILLE CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2008 ANEXO 2 ATIVIDADES, ESCOLARIDADE E REQUISITOS

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOINVILLE CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2008 ANEXO 2 ATIVIDADES, ESCOLARIDADE E REQUISITOS PREFEITURA MUNICIPAL DE JOINVILLE CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2008 ANEXO 2 ATIVIDADES, ESCOLARIDADE E REQUISITOS A. CARGOS DE ADMINISTRAÇÃO GERAL NÍVEL SUPERIOR CARGO: PROFESSOR DE ATIVIDADES MUSICAIS

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA)

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) I- Introdução O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do sítio cirúrgico. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do sítio cirúrgico Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio de Cerqueira Cotrim Neto e Equipe GIPEA Data de Realização: 29/04/2009 Data de Revisão: Data da Última Atualização:

Leia mais

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina

1 - Estrutura e Finalidades da disciplina CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de SAÚDE 10º ano 014/015 Turma K Professora: Maria de Fátima Martinho. 1 - Estrutura e Finalidades da disciplina A disciplina de Saúde

Leia mais

PROCESSO SELETIVO Nº 01.2014 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA DA FUNDAÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE NOVO HAMBURGO RESIDÊNCIA MÉDICA MEDICINA INTENSIVA

PROCESSO SELETIVO Nº 01.2014 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA DA FUNDAÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE NOVO HAMBURGO RESIDÊNCIA MÉDICA MEDICINA INTENSIVA PROCESSO SELETIVO Nº 01.2014 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA DA FUNDAÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE NOVO HAMBURGO RESIDÊNCIA MÉDICA MEDICINA INTENSIVA EDITAL DE ABERTURA Nº 01.2014 FUNDAÇÃO DE SAÚDE PÚBLICA DE

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA INTENSIVA PARA ADULTOS

ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA INTENSIVA PARA ADULTOS PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MEDICINA INTENSIVA PARA ADULTOS C AD ER N O 2013 DO CURSO Ficha Catalográfica Biblioteca Dr. Fadlo Haidar Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa M129 Machado, Fabio

Leia mais

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Dra. Patrícia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Enfermagem Disciplina: Cuidar de Enfermagem nas Emergências e Traumas Carga Horária: 120h Teórica: 60h Prática: 60h Semestre: 2013.2 Período: 7º Professor:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001

MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 44, DE 10 DE JANEIRO DE 2001 DO 9-E, de 12/1/01 O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria SAS/MS nº 224, de

Leia mais

Indicadores hospitalares

Indicadores hospitalares Indicadores hospitalares Núcleo de Informação em Saúde de- NIS Hospital das Clínicas - FMUSP Departamento de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina USP Hospital das Clinicas - FMUSP Complexo hospitalar

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DOS MEMBROS DAS EQUIPES DE AB I - Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos

Leia mais

Profª Márcia Rendeiro

Profª Márcia Rendeiro Profª Márcia Rendeiro CONHECIMENTO CIENTÍFICO TECNOLOGIAS PRÁTICA ODONTOLÓGICA AMBIENTES INSTRUMENTOS MATERIAIS RECURSOS HUMANOS O PROCESSO DE TRABALHO ODONTOLÓGICO VEM SOFRENDO TRANSFORMAÇÕES AO LONGO

Leia mais

EXAMES LABORATORIAIS DIAGNOSTICO ANATOMOPATOLOGICO EM MATERIAL DE BIOPSIA NA REGIAO BUCO-MAXILO- 81000138 FACIAL

EXAMES LABORATORIAIS DIAGNOSTICO ANATOMOPATOLOGICO EM MATERIAL DE BIOPSIA NA REGIAO BUCO-MAXILO- 81000138 FACIAL UNIODONTO PORTO ALEGRE Modalidade pré-pagamento sem coparticipação, ou seja, o contratante pagará apenas o valor da mensalidade e terá a sua disposição todos os beneficios previstos pela ANS. Atendimento

Leia mais