UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIDADE MÓVEL DE APOIO DOMICILIÁRIO UMAD"

Transcrição

1

2 IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO

3 IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO Definir os responsáveis e suas competências; Aquisição de equipamento e material clínico; Dotação de Recursos Humanos; Autorização do Conselho de Administração do HFF;

4 IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO Efectivação da actividade realizada. Criação de uma base de dados para avaliação análise do projecto.

5 IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DE APOIO DOMICILIÁRIO AVALIAÇÃO: Reunião mensal, multidisciplinar com os responsáveis da Fundação do Gil, com o objectivo de avaliação do projecto e resolução de algumas situações criticas.

6 A Unidade Móvel de Apoio Domiciliário () Pretende adaptar os cuidados de suporte técnico domiciliário à realidade de cada família e diminuir as deslocações ao hospital, através de acompanhamento e aplicação de terapêuticas no domicílio.

7 Unidade Móvel de Apoio Domiciliário () do HFF Apoia recém-nascidos, crianças e adolescentes com necessidades especiais, com internamento na UCIENP, Pediatria ou seguidos nas consultas de especialidade do hospital e suas famílias.

8 RECURSOS FÍSICOS:

9 Carrinha equipada como um gabinete de consulta que sai do hospital quinzenalmente, às 4ªfeiras, com a equipa clínica médico/enfermeiro ou quem a equipa considere adequado para dar resposta na visita domiciliária.

10 RECURSOS HUMANOS: Médico Enfermeiro Fisioterapeuta Assistente Social Administrativa Motorista

11 OBJECTIVOS DA EQUIPA: -Melhorar a qualidade de vida do recém-nascido/criança adolescente e família; -Reforçar as competências parentais; -Minimizar a ansiedade parental; -Articular e optimizar os apoios na comunidade;

12 OBJECTIVOS DA EQUIPA: -Reduzir tempo de internamento; -Reduzir custos com o internamento; -Reduzir a taxa de reinternamentos; -Prevenir situações de maus tratos /negligência.

13 BENEFÍCIOS: -Melhorar a rentabilização dos recursos físicos, humanos e tecnológicos com consequentes ganhos para a saúde.

14 Planeamento da visita domiciliária: -Negociar a visita com os pais na consulta ou antes da alta hospitalar; -Planear a visita de acordo com as necessidades e área geográfica; -Articular com elementos da equipa multidisciplinar ou de apoio à comunidade;

15 -Realizar contacto telefónico a confirmar o dia e hora da visita; -Elaborar o plano de visitação e informar a Fundação do Gil (motorista) da hora de inicio; -Preparar o material para a visitação;

16 -Após visitação, discutir em equipa a necessidade de nova visita, alta ou outro tipo de encaminhamento; -Realizar os registos em formulário próprio.

17

18

19

20 OBJECTIVO: -Melhorar a qualidade de vida das crianças e adolescentes; -Melhorar a função respiratória da criança com necessidade de ventilação não invasiva; -Otimizar a adesão da familia à terapia.

21 Planeamento da intervenção: -Acompanhamento seriado; -Visitas planeadas em articulação com técnicos especializados de empresas apoio ventilação domiciliária;

22 Planeamento da intervenção: -Reuniões mensais para avaliação de relatórios:.adesão ao tratamento.aferição dos parâmetros.oximetrias.gasometrias

23 População: 10 crianças com patologia crónica com apoio ventilatório não associada invasivo por insuficiência respiratória

24

25 Distribuição por ano do número de crianças/adolescentes que iniciaram VNI

26 Distribuição por idades das crianças/adolescentes com VNI

27

28

29

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência

para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência Beja,22 e 23 de Outubro 2009 Doença Crónica na Criança reorganizar para promover a Equidade, Efectividade e Eficiência - Experiência do Centro de Desenvolvimento Torrado da Silva - Mª José Fonseca Doença

Leia mais

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS O Dec. Lei 28/2008 de 22 de Fevereiro, estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de Centros de Saúde (ACES)

Leia mais

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1

FISCO. Saúde. Programa de Atenção. Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS ANS 41.766-1 FISCO Saúde ANS 41.766-1 Programa de Atenção Domiciliar GUIA DE PROCEDIMENTOS Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DO PESO DA RÉGUA Modalidade Alargada Divulgar os Direitos da Criança na Comunidade OBJECTIVOS ACÇÕES RECURSOS HUMANOS DA CPCJ RECURSOS

Leia mais

Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente

Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente Este guia tem como objetivo fornecer aos Utentes, desta unidade, informações sobre os serviços disponíveis, para que os possam utilizar de forma equilibrada e racional.

Leia mais

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 1 EDUCAÇÃO ÁREA ATIVIDADES RESPONSAVEIS PARTICIPANTES/ INTERVENIENTES Calendarização Manter os projetos existentes nos Agrupamentos de Escolas (Fénix, tutorias, Aprender a Estudar,

Leia mais

SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura. Centro de Apoio Psicopedagógico. gico do Funchal

SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura. Centro de Apoio Psicopedagógico. gico do Funchal SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO e cultura DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E REABILITAÇÃO Centro de Apoio Psicopedagógico gico do Funchal Intervenção precoce Medida de apoio integrado, centrado na

Leia mais

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Histórico 2005: Início do trabalho. I Seminário de Assistência Domiciliar. 2006: Portaria GM 2529. Fundação da ABRASAD Associação Brasileira

Leia mais

Assistência Paroquial de Santos-o-Velho

Assistência Paroquial de Santos-o-Velho Assistência Paroquial de Santos-o-Velho Casa Nossa Senhora de Fátima Regulamento Interno APOIO DOMICILIÁRIO 2013 Regulamento Interno HISTÓRIA: Assistência Paroquial de Santos-o-Velho é uma Instituição

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir

Leia mais

CONVERSAS DE FIM DE TARDE

CONVERSAS DE FIM DE TARDE CONVERSAS DE FIM DE TARDE Rogério Correia A estrutura organizacional do Serviço Missão do SRS Promoção da Saúde Prestação de, Hospitalares e Continuados Prestação de actividades no âmbito da Saúde Pública

Leia mais

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO

CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA PROJECTO DE REGULAMENTO CENTRO HOSPITALAR DA COVA DA BEIRA SERVIÇO DE MEDICINA PALIATIVA (HOSPITAL DO FUNDÃO) DE REGULAMENTO 1. DEFINIÇÃO O (SMP) do Centro Hospitalar da Cova da Beira SA, sediado no Hospital do Fundão, desenvolve

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6

1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3. 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4. 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. TIPOS DE TRANSPORTE...3 2.1 Transporte intra-hospitalar:...4 2.2Transporte inter-hospitalar:...6 3. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES...7 4. CONSIDERAÇÕES...9 5. CRITICIDADE DE

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15

Instituições. Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade. Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições Módulo II Organizações de Apoio à Comunidade Disciplina Ação Social VAS - 2014/15 Instituições O que é uma instituição? Estabelecimento de utilidade pública, organização ou fundação Organização

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família

I. Apresentação do Projecto. - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família I. Apresentação do Projecto - Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família Falar em sucesso educativo implica olhar o processo educativo segundo uma abordagem sistémica, em que o aluno, a escola, a família e

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

NACJR Núcleo de Apoio a Crianças as e Jovens em Risco. Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira

NACJR Núcleo de Apoio a Crianças as e Jovens em Risco. Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira Dr.ª Maria Queimado Dr.ª Micaela Silva Enf.ª Teresa Murteira Centro de Saúde de Évora/ 2008 Março de 2007 Proposta da DGS Crianças e Jovens em Risco Projecto de Intervenção nos Serviços de Saúde Outubro

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Planeamento da Alta do Doente com AVC Intervenção dos Assistentes Sociais Nº: 7/DSPCS DATA: 28/04/04 Para: Contacto na DGS: Assistentes

Leia mais

Europass-Curriculum Vitae

Europass-Curriculum Vitae Europass-Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Nacionalidade Portuguesa Data de nascimento 23.10.1982 Sexo Feminino Experiência profissional Datas Função ou cargo ocupado

Leia mais

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL 0 Plano de Ação I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL OBJETIVO GERAL: Dotar as Instituições do Município de competências na área da qualidade para melhorar a resposta

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Fórum de Boas Práticas

Fórum de Boas Práticas Câmara Municipal de Torres Vedras Sandra Colaço Fórum de Boas Práticas Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 28 de Outubro de 2009 TORRES VEDRAS População -72 259(2001) Área 407 Km2 O concelho no país Na

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES

GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES Agrupamento de Centros de Saúde Lisboa Central Crescer, evoluir e inovar na busca pela excelência na prestação dos cuidados de saúde. GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES O presente guia tem como objetivo facultar

Leia mais

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE

TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE INTER-HOSPITALAR PEDIÁTRICO DA REGIÃO NORTE NORMAS DE ACTIVAÇÃO E CRITÉRIOS DE TRANSPORTE O sistema de Transporte Inter-hospitalar Pediátrico (TIP) foi formalmente criado por protocolo entre

Leia mais

Promotor Parcerias Financiamento

Promotor Parcerias Financiamento Promotor Parcerias Financiamento RESUMO PROMove-te, A NOVA EQUIPA MÓVEL DE APOIO A CRIANÇAS E JOVENS COM PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL A ARIA Associação de Reabilitação e Integração Ajuda é promotora de um

Leia mais

CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013

CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013 CIDADE AMIGA DAS PESSOAS IDOSAS 2010-2013 A Sociedade e o Envelhecimento Em 2007, mais da metade da população mundial passou a morar em cidades e, em 2030, cerca de três em cada cinco pessoas viverão em

Leia mais

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 1 Experiência: VIGILÂNCIA À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Nome fantasia: Projeto de volta prá casa Instituições: Núcleo de Epidemiologia do Serviço de Saúde Comunitária da Gerência de saúde Comunitária

Leia mais

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores:

O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Plano e Orçamento para 2010 - Saúde O plano e orçamento 2010 que vos é proposto materializam o que queremos para o sector da Saúde nos Açores: Queremos um Serviço Público de Saúde cada vez mais próximo.

Leia mais

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES APRESENTAÇÃO FUNCIONALIDADES VANTAGENS E CARACTERÍSTICAS MÓDULOS COMPLEMENTARES UNIDADES HOSPITALARES O VITA HIS CARE Unidades Hospitalares é um sistema de informação

Leia mais

Situação Geográfica e História

Situação Geográfica e História Centro de Formação e de Consulta para Crianças e Adolescentes Deficientes Auditivos Escolas Públicas com externato e internato D 79252 Stegen Sobre a Escola Situação Geográfica e História Em 1970 o estabelecimento

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO

ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO ESBOÇO DE ENQUADRAMENTO TÉCNICO CENTRO DE ALOJAMENTO DE LONGA DURAÇÃO 1 Introdução A experiência da AANP, decorrente quer da intervenção e acompanhamento diários

Leia mais

1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde. 1 Projeto Dengue. 1 Consultório na Rua. 1 Central de Ambulâncias

1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde. 1 Projeto Dengue. 1 Consultório na Rua. 1 Central de Ambulâncias Equipamentos de Saúde Gerenciados pelo CEJAM em Embu das Artes 11 Unidades Básicas de Saúde com 25 equipes de Estratégia Saúde da Família 1 SADS- Serviço de Atendimento Domiciliar em Saúde 1 Projeto Dengue

Leia mais

I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II

I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II I Seminário Internacional de Atenção Primária em Saúde de São Paulo PARTE II DESENVOLVIMENTO DO PROJETO EM 2009 Objetivos: REUNIÕES TÉCNICAS DE TRABALHO PactuaçãodoPlanodeTrabalhoedoPlanodeAções Desenvolvimento

Leia mais

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA

O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA O CUIDADO QUE FAZ A DIFERENÇA DAL BEN: SUA PARCEIRA EM CUIDADOS ASSISTENCIAIS A saúde no Brasil continua em constante transformação. As altas taxas de ocupação dos hospitais brasileiros demandam dos profissionais

Leia mais

PROCEDIMENTO DE GESTÃO

PROCEDIMENTO DE GESTÃO Página: 1 de 7 ÍNDICE 1. OBJECTIVO 2 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 2 3. DEFINIÇÕES 2 4. REFERÊNCIAS 2 5. RESPONSABILIDADES E MODOS DE PROCEDER 2 5.1. Cuidados em Situação de Emergência 2 5.2. Cuidados de Saúde

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Área de Formação: 762. Trabalho Social e Orientação O Técnico Auxiliar de Geriatria é o profissional com múltiplas competências para poder desempenhar as suas funções

Leia mais

POLITICAS LOCAIS DE SAÚDE E A NATALIDADE

POLITICAS LOCAIS DE SAÚDE E A NATALIDADE POLITICAS LOCAIS DE SAÚDE E A NATALIDADE A+FR 2014 Missão O Observatório tem como missão acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL. Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM OBESIDADE INFANTIL Centro de Saúde da Marinha Grande Ana Laura Baridó 1 A obesidade é considerada a epidemia do séc. XXI (OMS) Em Portugal tem vindo a aumentar vertiginosamente

Leia mais

Relação do Melhor em Casa com os hospitais: viabilizando a desospitalização

Relação do Melhor em Casa com os hospitais: viabilizando a desospitalização Relação do Melhor em Casa com os hospitais: viabilizando a desospitalização A relação do Programa Melhor em Casa com a rede hospitalar é estratégica e fundamental para viabilizar a desospitalização, permitindo

Leia mais

Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH. Flávia Roza

Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH. Flávia Roza Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH Flávia Roza Condições de saúde Risco 0 Risco 1 Linha de vida do indivíduo Risco 2 Ó B I T Paciente Normal Fatores de Pré Disposição Manifestações Pré Patológicas

Leia mais

Benchmarking CEESIP. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana Cardoso Enf. Fátima Couto O.E. 17.10.2009

Benchmarking CEESIP. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana Cardoso Enf. Fátima Couto O.E. 17.10.2009 Benchmarking CEESIP Intervenção de Enfermagem para promover comportamentos de adaptação e melhorar níveis de adesão na Diabetes Mellitus tipo I em crianças e adolescentes. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

Comissão Científica - Comunicações Livres/Pósteres

Comissão Científica - Comunicações Livres/Pósteres Comissão Científica - Comunicações Livres/Pósteres Nº ENTRADA TITULO DA COMUNICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 1 A Unidade de Cuidados na comunidade (UCC) na reconfiguração dos Cuidados de Saúde Primários em Portugal:

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais

GERENCIAMENTO de Casos Especiais GERENCIAMENTO de Casos Especiais Gerenciamento de Casos Especiais.indd 1 19/10/2015 15:32:28 Gerenciamento de Casos Especiais Objetivo: Facilitar o atendimento aos clientes que apresentam dificuldades

Leia mais

Enquadramento técnico normativo

Enquadramento técnico normativo Este Guião pretende, por um lado dar visibilidade ao serviço de SAD promovido pelas IPSS, e por outro servir de inspiração para todas as instituições. Não é um documento fechado, antes uma base de trabalho

Leia mais

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016

Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Trabalhos prioritários do ensino não superior e dos assuntos juvenis do ano lectivo de 2015/2016 Para que o início das aulas do novo ano lectivo se realize com facilidade, a Direcção dos Serviços de Educação

Leia mais

Assistência Médica e Saúde

Assistência Médica e Saúde Assistência Médica e Saúde O Governo da RAEM define e prossegue as linhas de acção governativa de Tratamento seguro e adequado com prioridade para a prevenção em correspondência à directriz de elevar a

Leia mais

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular

- Critérios- 1. Introdução. 2. Procedimentos da Prova de Discussão Curricular Avaliação Final do Internato Médico de Medicina Geral e Familiar - Critérios- 1. Introdução O presente documento tem como finalidade dotar os júris constituídos para a Avaliação Final do Internato Médico

Leia mais

SERVIÇOS DOMÉSTICOS E ASSISTENCIAIS. Fazemos mais fácil a sua vida. www.serhogarsystem.com

SERVIÇOS DOMÉSTICOS E ASSISTENCIAIS. Fazemos mais fácil a sua vida. www.serhogarsystem.com SERVIÇOS DOMÉSTICOS E ASSISTENCIAIS CARTA DE APRESENTAÇÃO Quem somos? O conceito da SerHogarsystem, surgiu em Saragoça em 2003 como resultado de anos de investigação levadas a cabo por entidades credenciadas

Leia mais

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo

ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento. Plano de Formação 2011. Aprovação do Conselho Directivo ARS Norte, I.P. Gabinete de Gestão do Conhecimento Plano de Formação 2011 Aprovação do Conselho Directivo A intervenção integrada na Saúde Mental nos CSP 1 24 Rita Oliveira do Carmo Abordagem ao Doente

Leia mais

Investigação em Doenças Neurodegenerativas JPND Divulgação e Implementação da Agenda Estratégica Reunião Informal

Investigação em Doenças Neurodegenerativas JPND Divulgação e Implementação da Agenda Estratégica Reunião Informal 1.Do diagnóstico atempado; 2.Da valorização do papel dos clínicos gerais na detecção dos primeiros sinais da demência e encaminhamento para consultas da especia Investigação em Doenças Neurodegenerativas

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO 2014 ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO 2014 ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL CLAS /2015 Área de Intervenção: Equipamentos e Respostas Sociais e Serviços 1 Objetivo Geral Objetivos Específicos Ação População - Alvo

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA USF FAMALICAO I Procedimento nº 3 Data: Janeiro 2011 PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA Em situações especiais de afluência, horário de atendimento pode ultrapassar o limite superior de

Leia mais

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA

II ENCONTRO DA CPCJ SERPA II ENCONTRO DA CPCJ SERPA Ninguém nasce ensinado!? A família, a Escola e a Comunidade no Desenvolvimento da criança Workshop: Treino de Competências com famílias um exemplo de intervenção e de instrumentos

Leia mais

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 1 1. ÁREA DE INTERVENÇÃO ACÇÃO SOCIAL Promover a integração social dos grupos socialmente mais vulneráveis * Romper

Leia mais

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA PROJECTO DE MELHORIA CONTÍNUA SABER CUIDAR UM DIREITO CANTANHEDE, Janeiro de 2011 HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

Leia mais

Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007

Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Nos termos do Regulamento Específico Saúde

Leia mais

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia

Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios para Admissão em Longo e Curto Internamento e Unidade de Dia Critérios de Admissão em Longo Internamento O Centro Psicogeriátrico Nossa Senhora de Fátima (CPNSF), oferece serviços especializados

Leia mais

Plano de Atividades. Relatório de Atividades Intervenção Precoce

Plano de Atividades. Relatório de Atividades Intervenção Precoce Plano de Atividades Relatório de Atividades Intervenção Precoce Mod221/V01.PG01 (02.02.2015) Página 1 de 14 Mod221/V01.Org (09.02.2015) Página 1 de 14 2014 Elaborado: Ângela Madureira Data: 20.02.2015

Leia mais

Valências Análises Clínicas

Valências Análises Clínicas Análises Clínicas Consultas de várias especialidades Médicas Consultas de várias especialidades de Medicina Complementar Consultas de Nutrição e Dietética Consultas de Psicologia Clínica e Psicopedagogia

Leia mais

% de crianças identificadas por médico que necessitam realizar EG. % de crianças que efectuaram o EGS por inscrição em médico assistente.

% de crianças identificadas por médico que necessitam realizar EG. % de crianças que efectuaram o EGS por inscrição em médico assistente. Programa Regional de Unidade de Saúde da Ilha do Faial PLANO DE ACTIVIDADES 2011 Int-USIF/2011/719 META1: Promover a Saúde da População Escolar da Ilha do Faial OBJECTIVO 1: Manter a vigilância de saúde

Leia mais

Relatório Final de Actividade. Ano Lectivo 2010/2011

Relatório Final de Actividade. Ano Lectivo 2010/2011 Relatório Final de Actividade Ano Lectivo 2010/2011 A) DESENVOLVIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNAÇÃO: (+) APOIAR_MEDIAÇÃO DE CONFLITOS RESPONSÁVEIS: LICÍNIO PEREIRA E MARTHA FERNANDES LOCAL: ESCOLA EB 2,3 DIOGO

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015

PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PLANO DE ATIVIDADES 2 ÍNDICE CARATERIZAÇÃO DO CENTRO DE REURSOS PARA A INCLUSÃO.. 3 FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE RECUSOS PARA A INCLUSÃO 3 CARATERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 11 de junho de 2013. Série. Número 72

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 11 de junho de 2013. Série. Número 72 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 11 de junho de 2013 Série Sumário SECRETARIAS REGIONAIS DO PLANO E FINANÇAS E DOS ASSUNTOS SOCIAIS Portaria n.º 37/2013 Aprova o Regulamento de transporte

Leia mais

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Percentual de pessoas com deficiência no Brasil..segundo Censo 2000: 14,5% Deficientes 85,5% Não Deficientes

Leia mais

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes

Plano DOM. Mudanças. Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes Plano DOM Desafios, Oportunidades e Mudanças Peso da Régua, 26 Setembro 2008 Isabel Gomes De um Modelo Institucional, para um Modelo Especializado e Terapêutico. 29 de Setembro de 2008 2 Idade das crianças

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS 1. Introdução O papel do farmacêutico, em particular no contexto da Farmácia Comunitária tem vindo a evoluir no sentido de uma maior intervenção do Farmacêutico

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

Divisão de Desenvolvimento Social. Unidade de Cuidados na Comunidade Serra e Mar. Unidade Móvel de Saúde e Apoio Social de Grândola

Divisão de Desenvolvimento Social. Unidade de Cuidados na Comunidade Serra e Mar. Unidade Móvel de Saúde e Apoio Social de Grândola Divisão de Desenvolvimento Social Unidade de Cuidados na Comunidade Serra e Mar Unidade Móvel de Saúde e Apoio Social de Grândola Plano de Ação 2013 abril de 2013 1 1. JUSTIFICAÇÃO DA UNIDADE MÓVEL DE

Leia mais

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta

Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa. Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa Apresentação à CML 11.4.2012 Vereadora Helena Roseta Estratégia Integrada para as Pessoas Sem Abrigo em Lisboa A Estratégia que se propõe para

Leia mais

Ficha de Protocolo. Beneficios e Vantagens: 10% de desconto em todos os serviços incluídos na tabela em anexo

Ficha de Protocolo. Beneficios e Vantagens: 10% de desconto em todos os serviços incluídos na tabela em anexo Ficha de Protocolo Resumo do Protocolo Entidade: Corpo e Alma Serviço de Apoio Domiciliário, Lda Local: Porto (Área Metropolitana Cidades do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Gondomar, Valongo, Espinho,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL

PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL PLANO DE AÇÃO DA REDE SOCIAL 2014 Aprovado na reunião do Plenário de 11.06.2014 16 de janeiro Workshop e assinatura de protocolo com CIG Público-alvo: comunidade no geral Local: Edifício Paço dos Concelho

Leia mais

Prezados Associados,

Prezados Associados, Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído

Leia mais

Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Redondo CLASRedondo

Plano de Acção. Conselho Local de Acção Social de Redondo CLASRedondo Plano de Acção Conselho Local de Acção Social de CLAS 2014-2015 2 EIXO 1 - PROMOVER A EMPREGABILIDADE E QUALIFICAÇÃO ESCOLAR E PROFISSIONAL E INTEGRAÇÃO DE GRUPOS SOCIAIS (PRÉ-) DESFAVORECIDOS Combate

Leia mais

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS

O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS O PAPEL DA ENFERMAGEM NA REABILITAÇÃO CARDIACA RAQUEL BOLAS Ericeira, 11 de Fevereiro 2011 DEFINIÇÃO De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação Cardíaca é um conjunto De acordo com a OMS (2003), a Reabilitação

Leia mais

PARECER Nº 02 / 2010

PARECER Nº 02 / 2010 PARECER Nº 02 / 2010 ASSUNTO: Adequação técnico-científica da admissão das pessoas com demência nas unidades de dia e promoção da autonomia da RNCCI (art.º 21 do Dec. Lei. 101/2006 de 6 de Junho) 1. A

Leia mais

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Regulamento Interno Preâmbulo O Regulamento Interno estabelece a constituição, organização e funcionamento da Comissão Social Inter Freguesia da Zona Central,

Leia mais

Sistemas de Informação na Saúde

Sistemas de Informação na Saúde Os Sistemas de Informação na Vanguarda da Reabilitação João Pimenta Centro de Medicina de Reabilitação do Sul Centro de Medicina de Reabilitação do Sul - Caracterização Capacidade Instalada Gabinetes de

Leia mais

Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos.

Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos. Introdução A Assistência Domiciliar surge para responder à demanda de individualização da assistência, realizando cuidados na privacidade do domicílio do paciente, possibilitando ao mesmo e à família participarem

Leia mais

FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO MOD.092/1

FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO MOD.092/1 DATA DE PRÉ-INSCRIÇÃO:. / /20 DATA PREVISTA DE ENTRADA:. / /20 DATA EFECTIVA DE ENTRADA:. / /20 1. IDENTIFICAÇÃO PESSOAL Nome Morada Código-postal N.º Telefone Idade BI/CC N.º Beneficiário SS Email Data

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA III MESTRADO EM BIOÉTICA PROGRAMAS DE CUIDADOS CONTINUADOS: A DIGNIDADE HUMANA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM Maria João Santos Rodrigues

Leia mais

Ação Social e Inclusão

Ação Social e Inclusão Ação Social e Inclusão Ação Social O campo de actuação da Ação Social compreende, em primeira instância, a promoção do bem estar e qualidade de vida da população e a promoção duma sociedade coesa e inclusiva,

Leia mais

Objetivo. Manter ou reduzir a prevalência de obesidade e pré-obesidade infantil na região do Algarve. Metodologia. 1. Mobilização de parceiros

Objetivo. Manter ou reduzir a prevalência de obesidade e pré-obesidade infantil na região do Algarve. Metodologia. 1. Mobilização de parceiros Objetivo Horizonte Temporal PROGRAMA DE COMBATE À OBESIDADE INFANTIL NA REGIÃO DO ALGARVE Manter ou reduzir a prevalência de obesidade e pré-obesidade infantil na região do 2006 2007 2012 2015 Teresa Sofia

Leia mais

SENSIL. Apoio Domiciliário e serviços de saúde. Crianças * adultos * idosos

SENSIL. Apoio Domiciliário e serviços de saúde. Crianças * adultos * idosos SENSIL Apoio Domiciliário e serviços de saúde Crianças * adultos * idosos A quem prestamos o serviço de Apoio Domiciliário? A todas as pessoas em situação de dependência: Temporária (pós operatório imediato,

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA)

ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) I- Introdução O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar. Enfª. Viviane Silvestre

Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar. Enfª. Viviane Silvestre Prevenção e Controle de Infecção em Situações Especiais: Pacientes em atendimento domiciliar Enfª. Viviane Silvestre O que é Home Care? Metas Internacionais de Segurança do Paciente Metas Internacionais

Leia mais

FICHA DE PROJETO. Passo a Passo - Associação de Ajuda Psicossocial. Telefone 214367731 Fax 213622793. Prevenir na Diferença

FICHA DE PROJETO. Passo a Passo - Associação de Ajuda Psicossocial. Telefone 214367731 Fax 213622793. Prevenir na Diferença Candidatura Nº 64 I. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE QUE SE CANDIDATA Região Designação Morada Código Postal Lisboa e Vale do Tejo Passo a Passo - Associação de Ajuda Psicossocial Avenida Ceuta Norte, Lt. 8,

Leia mais

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Jamil Luminato 1981 Jamil Luminato 1981 2013 Visão Geral Medicina de Grupo de Curitiba 117.187

Leia mais