UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E CONTÁBEIS ARTIGO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS E CONTÁBEIS ARTIGO DA RAZÃO À EMOÇÃO: EM BUSCA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL CARLOS AUGUSTO CORREIA LIMA REIS Seropédica, 2003

2 RESUMO: Este texto relata como o homem vem valorizando a razão em detrimento à emoção, como foram criados os primeiros mecanismos para aferir a inteligência e a relação entre os testes de inteligência e as aptidões cognitivas. A ascensão e a decadência dos testes de QI, seus principais críticos. As inteligências psicométricas e as outras, que não podem ser medidas por testes convencionais. Por fim, Goleman, entre outros, descreve a importância da inteligência emocional em nossas vidas.

3 1. Em busca da razão pura Desde os primórdios da humanidade o homem tenta explicar os fatos. Prefere supor que o Universo seja infinito a reconhecer de não tem capacidade para delimitar seus limites. É o mesmo que dizer que os grãos de areia sejam infinitos sabendo que eles estão limitados por um espaço físico. O homem tem explicação mesmo para o que não sabe! Um dos autores que mais contribuiu para a valorização da razão foi Descartes. Esse filósofo racionalista, que já é uma contradição em termos, resolve colocar em dúvida tudo que pudesse ser combatido pela razão. O pai da matemática cartesiana estava a procura de uma verdade absoluta, pela qual sustentaria todas as outras verdades. Em busca da razão pura, Descartes descreve que: por desejar ocupar-me somente com a pesquisa da verdade, pensei que era necessário agir exatamente ao contrário, e rejeitar como absolutamente falso tudo aquilo em que pudesse imaginar a menor dúvida. na busca desta verdade, institucionou alguns preceitos; sendo que o primeiro é o de jamais acolher alguma coisa como... que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida. Mas que estória seria essa? Como dizer que uma cadeira não é uma cadeira sem ser chamado de louco? Para que isso não acontecesse, Descartes descreve o sonho. Quantas vezes você, quando criança, pensava estar no banheiro e acorda com a cama cheia de xixi? De fato, diversas vezes em nossa vida acreditamos em algo que efetivamente não era realidade? Acreditamos porque ouvimos, vimos ou sentimos de maneira equivocada. Esqueçam o que eu disse. Esta frase é atribuída ao ex-presidente FHC ao lhe ser cobrado sobre declarações do passado. Antes mesmo de Descartes alguns outros filósofos já haviam debatido sobre o assunto. Heráclito havia dito que ser, ou seja, que existir, é estar sujeito a ação do tempo. Se o tempo não para, logo, ser é ao mesmo tempo é não ser! Mesmo na fração de um décimo de segundo você está se transformando, apenas essas transformações não são perceptíveis aos nossos sentidos. Mas pegue uma foto antiga que logo as transformações tornam-se claras. Portanto ninguém conseguirá atravessar o mesmo rio duas vezes, ao retornar, você já será uma nova pessoa.

4 Já Parmênides discorda Heráclito ao dizer que ninguém não pode contrariar o princípio da identidade. Ser é ser e não ser é não ser. O bom, por exemplo, só existe por que existe o mau. Só sabemos o que é o dia por que existe a noite! Embora haja um dilema entre os dois autores ambos concordam que existe o bom e que existe o mau; sejam opostos (bom X mau) ou lados de uma mesma moeda (todo bom tem um pouco de mau, e todo mau tem um pouco do bom). Desta forma, Descartes cria a idéia de um Deus enganador, gênio do mal, que coloca pensamentos em minha cabeça só com o intuito de me enganar. Se existe um Deus bom por que não pode existir um Deus mau? O sociólogo Durkheim descreve o fato social com três características básicas: a primeira, o fato social é coletivo por que afeta toda a sociedade; a segunda característica é ser independente, pois o fato social independe de sua vontade e até mesmo de sua existência; e a terceira, é ser coercitivo, ou seja, tem o poder de se voltar contra você se você se voltar contra ele. Por exemplo, o amor parece ficar mais forte quando você diz que não vai gostar daquela pessoa. Um outro bom exemplo é o medo. Ninguém escolhe ter medo, mas todos têm medo de algo. Seja medo de barata, seja de fantasma ou de ladrão. O medo surge através de um pensamento que aparece em sua mente independente de sua vontade, mas que nem por isso deixa de ser parte de você. Como nosso corpo está em constante transformação e nossos sentimentos nos enganam e, segundo Durkheim, são capazes inclusive de se voltar contra nós. Afinal, quem somos? Eisten já dizia e Raul Seixas colocou na música... você é humano, ridículo e limitado. Só usa 10% da sua capacidade de raciocínio,... mas não que dizer que os outros 90% sejam inativos, apenas você não tem controle sobre eles. Portanto talvez você seja apenas 10% deve pense ser! Em minhas palestras eu gosto de ilustrar esse momento com a parábola do sábio chinês: Durante muito tempo o sábio chinês sonhou que era uma borboleta. Até um dia que ele acordou e para o resto da vida uma dúvida lhe acompanhou. Se ele era o sábio chinês que sonhou que era uma borboleta ou se era uma borboleta que sonhou ser o sábio chinês!

5 Ai que surge o brilhantismo de Descartes. Apesar de pensar em algumas coisas sem a minha vontade e que esses pensamentos podem inclusive se voltar contra a minha pessoa; eu Descartes ainda posso pensar em que eu quiser: Depois,... poderia supor que não tenho corpo algum e que não havia qualquer mundo ou qualquer lugar onde eu existisse, mas que nem por isso poderia supor que não existia; e que, ao contrário, pelo fato mesmo de eu pensar em duvidar da verdade das outras coisas seguia-me mui evidente e mui certamente que eu existia; ao passo que, se apenas houvesse cessado de pensar,..., já não teria qualquer razão de crer que eu tivesse existido. Ora, posso estar certo de que o corpo e a alma ou seja, aquilo que pensa são realmente distintos, posto que posso concebê-los clara e distintamente como separados... que nosso espírito permaneça constantemente em guarda contra a confusão entre prejuízos dos sentidos e conhecimentos claros e distintos do entendimento. A máxima de Descartes Penso. Logo, existo! criou um paradigma de supervalorização da razão que influenciou, e ainda influencia, a sociedade, principalmente a Ocidental, até os nossos dias. Apesar de sofrer algumas críticas como as de Immanuel Kant em Crítica da razão pura, essa influência pode ser notada em diversas áreas. Podemos destacar os modelos gerenciais criados por Taylor para estudar tempos e movimentos dos trabalhadores e, na ciência, o melhor exemplo, pode ser demonstrado através da 3ª lei de Isack Newton. Essa lei é tão determinística quanto um bom relógio suíço. Para Kant a ciência e a disciplina que mais se aproxima à razão, pois todas as experiências têm um rigor metodológico que dificulta a criação. Como criar algo se tudo que faz tem que haver uma lógica? Portanto a ciência não tem a capacidade de ser fecunda, utilizando-se da filosofia para este fim. 2. Razão como fonte de inteligência Depois que a humanidade passou a valorizar a razão em detrimento a emoção, uma pessoa racional passou a ser sinônimo de uma pessoa inteligente. O próximo passo seria criar um mecanismo para medi a inteligência das pessoas. No final do século XVIII, Franz Joseph Gall observou um relacionamento entre determinadas características de seus colegas de escola e os formatos de suas cabeças.

6 Gall apegou-se a idéia quando se tornou um médico e cientista e, alguns anos depois, colocou adentro de uma disciplina chamada frenologia. Para Gall, a idéia chave da frenologia é simples. Os crânios humanos diferem uns dos outros e suas variações no tamanho e na forma do cérebro. Diferentes áreas do cérebro, por sua vez, servem a funções distintas; e assim, examinando as configurações cranianas do indivíduo, um especialista seria capaz de identificar seus pontos fortes, as franquezas e as idiossincrasias de seu perfil mental. De acordo com Gardner o primeiro teste de inteligência foi elaborado por Alfred Bianet, um psicólogo francês, nos primeiros anos do século XX. Bianet e seu colega Théodore Simin foram procurados pelo ministro da Educação da França para ajudar a prever quais as crianças que correriam o risco de fracassar na escola. Alguns anos depois, em 1912 o psicólogo alemão Wilhelm Stern propôs o nome e a medida do quociente de inteligência, ou a razão direta entre a idade mental e a idade cronológica do indivíduo, expressa através de um número multiplicado por cem. Goleman relata que foi a contar de 1918, durante a Primeira Guerra Mundial que os testes de QI tiveram seus dias de glória. Dois milhões de americanos foram classificados por meio do primeiro formulário em massa do teste de QI, recém-criado por Lewis Terman, um psicólogo de Stanford. De acordo com Block in Goleman o tipo alto QI puro é quase a caricatura de um intelectual, capaz do domínio da mente, mas inepto no mundo pessoal... com algumas diferenças entre os sexos: O homem de alto QI puro é ambicioso e produtivo, previsível e obstinado, e condescendente, fastidioso e inibido, pouco à vontade com a sexualidade..., inexpressivo e desligado, e emocionalmente frio. As mulheres de alto QI puro têm a esperada confiança intelectual, são fluentes no expressar suas idéias,... e tem uma gama de interesses intelectuais e estéticos. Também tendem a ser introspectivas, inclinadas a ansiedade, à ruminação e à culpa, e hesitam em exprimir sua raiva abertamente (embora o façam de maneira indireta). Para Goleman as mulheres são mais empáticas. Freqüentemente, mas não invariavelmente.

7 3. A decadência dos testes de QI Segundo Gardner, dentro da comunidade científica, o entusiasmo sobre a testagem de inteligência foi tão pronunciado e mais prolongado do que o entusiasmo em relação a frenologia. A maioria dos estudiosos de psicologia e quase todos os estudiosos fora da área estão agora convencidos que o entusiasmo em relação aos testes de inteligência foi excessivo. Conforme Gardner testes de inteligência são elaborados principalmente para aferir a memória verbal, o raciocínio verbal, o raciocínio numérico, a apreciação de seqüências lógicas e a capacidade de resolver problemas do cotidiano. Goleman relata que fomos longe demais na enfatização do valor e importância do puramente racional do que mede o QI na vida humana. Para Goleman o QI pouco oferece para explicar os diferentes destinos de pessoas com mais ou menos iguais promessas, oportunidades e escolaridades. Quando se acompanhou noventa e cinco universitários de Harvard, na década de 40, os alunos com melhores notas não se mostraram bem-sucedidos, em comparação aos colegas de menores notas, em termos de salário, produtividade ou status; nem tinham maior satisfação na vida e tampouco eram mais felizes. Para o autor a pesquisa foi parte de um primeiro questionamento à mística do QI uma noção falsa, embora amplamente aceita, que considera o intelecto como único fator para o sucesso. De acordo com Zohar e Marshal, seres humanos são muito competente nesse tipo de pensamento, superando nisso todos os animais inferiores. Mas os computadores são ainda melhores! Ainda segundo Zohar e Marshal as vantagens do pensamento em série e da inteligência intelectual estão no fato de serem exatos. Mas se a ciência newtoniana é linear e determinista, o processo de pensamento em série fracassa se alguém muda a posição das balizas no jogo. A situação é igual a de um computador solicitado a realizar uma tarefa não prevista no programa. O modelo simplista de pensamento como algo linear, lógico e neutro não está errado apenas não conta toda a história. Para Gardner há inúmeras limitações nos testes de QI: Nos instrumentos e no uso, as tarefas são definitivamente inclinadas em favor de sociedades com educação escolar. Algumas culturas sequer possuem um conceito chamado inteligência, e outras a definem em termos de características que os ocidentais podem considerar esquisitas obediência, capacidade de ouvir ou moral, por exemplo.

8 As suposições culturais embutidas em alguns itens são gritantes... apesar dos psicometristas se esforçarem para eliminar as perguntas visivelmente preconceituosas; Não há nenhuma visão de processo, de como se procede para resolver um problema; há simplesmente a questão de a pessoa chegar a uma resposta correta; A maioria dos testes de inteligência são exercícios com papel e lápis que se baseia pesadamente em capacidades lingüísticas e lógico-matemáticas. A abordagem psicométrica restringia-se (e ainda se restringe) às faculdades acessíveis através de perguntas orais curtas ou de instrumentos escritos. Segundo o autor, os psicometristas são na maioria conservadores: eles são fieis a seus testes, mas deve haver mais inteligência do que respostas curtas para perguntas curtas; Os testes de inteligência nem sempre testam o que alegam testar. A ênfase em métodos de papel e lápis, com freqüência exclui o teste adequado para determinadas capacidades, especialmente as que envolvem a manipulação ativa do meio ou interação com outros indivíduos; Os testes de inteligência raramente avaliam a capacidade de assimilar novas informações ou resolver novos problemas... Dois indivíduos podem receber o mesmo escore nos testes de QI; e ainda assim, um pode tornar-se capaz de realizar um tremendo progresso em pouco tempo enquanto o outro pode estar exibindo o próprio ápise dos seus poderes intelectuais. Mais do que muitos outros críticos dos testes de QI, Sternberg notou que formas de inteligência prática são muito importantes para o sucesso em nossa sociedade, mas quase nunca são ensinadas ou testadas. A partir daí, o autor procurou aferir as novas formas de inteligência, e achou que a habilidade das pessoas para lidar com informações novas ou para se adaptar a contextos diversos, pode ser diferenciada pelo seu êxito de problemas do tipo teste de QI padrão. Segundo Goleman quando os resultados dos testes de QI são correlacionados com o êxito que as pessoas alcançaram em suas carreiras, a estimativa mais alta de quanto isso se deve ao QI é de cerca de 25%. Entretanto, uma análise mais cuidadosa indica que a cifra fica em apenas 4%. Isso significa que o QI, na melhor das hipóteses,

9 deixa de explicar 75% do êxito e, na pior, 96%. Em outras palavras, o índice não determina quem terá sucesso ou fracasso. De acordo com Gardner, há muita briga na Justiça questionando o uso do QI como base para tomada de decisões importantes. 4. A proposta da Inteligência Múltipla Para Gardner, a nova maneira de se pensar a inteligência foi afetada, sobretudo pelas perspectivas de estudiosos que não são psicólogos. Por exemplo, antropólogos, neurocientistas e alguns cientistas da informática conservam uma visão genérica de inteligência. Percebi claramente que os psicólogos não são mais donos do termo inteligência, e que o significado de ser inteligente é hoje uma questão filosófica profunda, uma questão que exige base em biologia, física e matemática. De acordo com Gardner, os puristas de Charles Spearman até Herrnstein e Murray defendem a noção de uma inteligência geral - fator g - e única. Os pluralistas - de L.L. Thurstone e J.P. Guilford explicam a inteligência como tendo muitos elementos dissociáveis. Thurstone acredita na existência de um pequeno grupo de faculdades mentais relativamente independente entre si, cada qual responsável por uma determinada aptidão e medidas por tarefas diferentes. A visão do cérebro e da mente humanos que agora é chamada de modularidade. Thurstone, de fato, nomeou sete desses fatores demonstrados conforme tabela abaixo e definiu um conjunto de testes para medi-los: FATORES APTIDÃO AVALIAÇÃO V Compreensão verbal Redação e escrita W Fluência verbal Oratória e argumentação N Fluência numérica Cálculos e matemática S Visualização espacial Pintura, geometria, escultura e arquitetura M Memória associativa Facilidade de memorizar P Percepção Atenção concentrada e detalhista R Raciocínio abstrato Raciocínio lógico e visão global Tabela dos 7 fatores de Thurstone Para Gardner houve, evidentemente, muitos esforços para nomear e detalhar as inteligências essenciais, variando da lista do psicólogo Larry Gross dos cinco modos de

10 comunicação lexical, social-gestual, icônico, lógico-matemático e musical à lista do filósofo Paul Hirst de sete formas de conhecimento matemática, ciências físicas, entendimento interpessoal, religião, literatura, artes, moral e filosofia. Para o autor outros estudiosos menos citados postulam um número bastante maior de fatores independentes uma lista de trinta e sete é uma das mais longas. Gardner desafia a crença difundida de que a inteligência é uma faculdade única e que ou a pessoa é inteligente ou burra - ao afirmar que certas faculdades eram relativamente independentes entre si. Segundo Gardner o interesse do fator g vem principalmente daqueles que sondam a inteligência acadêmica e que estudam a correlação entre os resultados dos testes; enquanto que seu interesse está centrado naquelas inteligências ou processos intelectuais que não incluem o fator g. Gardner propôs a existência de sete inteligências humanas distintas: 1. Lingüística: envolve a língua falada e escrita, a habilidade de aprender línguas e a capacidade de usar a língua para atingir certos objetivos. Os advogados, locutores, escritores e os poetas estão entre as pessoas de inteligência lingüística elevada; 2. Lógico-matemática: envolve a capacidade de analisar problemas, de realizar operações matemáticas e investigar questões cientificamente. Os matemáticos e cientistas se destacam neste tipo de inteligência; 3. Musical: acarreta habilidade na apreciação e na composição de padrões musicais. Compositores e cantores se sobressaem nesta; 4. Físico-cinestésica: acarreta o potencial de usar o corpo. Obviamente dançarinos, atores e atletas põem em primeiro plano este tipo de inteligência; mas também é importante para artesões, cirurgiões, cientistas, mecânicos, entre outros; 5. Espacial: tem o potencial de reconhecer e manipular os padrões do espaço. Usados por navegadores e pilotos, bem como escultores, cirurgiões, artistas gráficos ou arquitetos; 6. Interpessoal: capacidade de entender as interações, motivações e os desejos do próximo e, conseqüentemente, de trabalhar de modo eficiente com terceiros. Vendedores, professores, clínicos, líderes religiosos, políticos e atores precisam ter uma inteligência interpessoal aguda; 7. Intrapessoal: envolve a capacidade de a pessoa se conhecer incluindo aí os próprios desejos, medos e capacidades.

11 Em seu livro Inteligência: um conceito reformulado o autor ainda relata mais três novas possíveis inteligências: 1. Naturalista: demonstra grande experiência no reconhecimento e na classificação de numerosas espécies fauna e flora de seu meio ambiente. A palavra naturalista é aplicada às pessoas de vasto conhecimento sobre o mundo vivo; 2. Espiritual: dom para a religião, o misticismo ou o transcendental. Refletem nossos esforços para entender as questões, os mistérios e os significados mais importantes da vida: quem somos? De onde viemos? Qual é o sentido da vida... da morte? Por exemplo, podemos citar grandes líderes religiosos como Buda, Cristo e Confúcio. De acordo com Zohar e Marshall, o primeiro a pesquisar sobre a inteligência espiritual foi o neuropsicólogo Michael Persinger, em princípios da década de 1990 e, mais recentemente, em 1997, pelo neurologista Vilayanu Ramachandran na Universidade da Califórnia. Em escaneamentos realizados com topografia de emissão de pósitrons, certas áreas se iluminavam todas as vezes que os pacientes da pesquisa participavam de discussão de tópicos espirituais ou religiosos. 3. Existencial: Gardner decidiu não acrescentar à lista uma inteligência existencialista e considerá-la uma versão da inteligência espiritual. O autor relata ainda que não faz nenhuma objeção que se fale em oito ou nove talentos ou habilidades, mas não aceita quando um analista chama algumas habilidades (como a linguagem) de inteligência e outras (como música) de simples talento. 5. A Inteligência emocional De acordo com Goleman por muitas décadas falou-se vagamente sobre estas habilidades, que eram chamadas de temperamento e personalidade ou habilidades interpessoais (habilidades ligadas ao relacionamento entre pessoas, como a empatia, liderança, otimismo, capacidade de trabalho em equipe e de negociação entre outras), ou ainda competência. Atualmente ganhou um novo nome: Inteligência emocional IE. Para Miranda a obra do psicólogo Daniel Goleman, Inteligência Emocional, publicada pela primeira vez em outubro de 1995 nos Estados Unidos, abriu espaço para uma seqüência de trabalhos sobre este novo conceito.

12 Goleman refere-se a inteligência emocional como a capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e os dos outros, de motivar a nós mesmos e de gerenciar bem as emoções dentro de nós e em nossos relacionamentos. Porém, para o autor, Inteligência Emocional não significa: simplesmente ser simpático. Aliás, momentos estratégicos podem exigir confrontar alguém com uma verdade desconfortável; liberar sentimentos. Significa administrar sentimentos de forma a expressálos apropriadamente. Thorndike relata que a inteligência social é ao mesmo tempo diferente das aptidões acadêmicas e parte chave do que fazem as pessoas se saírem bem nos aspectos práticos da vida. De acordo com Gardner, a inteligência pessoal pode ser dividida em interpessoal e intrapessoal: interpessoal: é a capacidade de compreender outras pessoas; intrapessoal: é uma aptidão correlata, voltada para dentro. É a capacidade de formar um modelo preciso, verídico, de si mesmo, e poder usá-lo para agir eficazmente na vida. Segundo Salovey, a inteligência pessoal ou emocional pode ser definida a partir de Gardner, expandindo essas aptidões em cinco domínios principais: conhecer as próprias emoções (auto-percepção), lidar com emoções (auto-regulamentação), motivarse, reconhecer emoções nos outros (empatia) e lidar com relacionamentos (habilidades sociais). Para Cooper e Sawaf, inteligência emocional é a capacidade de sentir, entender e aplicar eficazmente o poder e a perspicácia das emoções como uma fonte de energia, informação conexão e influencia humana. De acordo com Gardner não existe nenhum teste para aferir as inteligências múltiplas. Conforme o autor, a IM representa uma crítica a abordagem psicométrica padrão. Assim uma bateria de testes não é coerente com os princípios da teoria. Para Gardner a inteligência é importante demais para ser deixada nas mãos daqueles que a testam. Cooper e Sawaf relatam que o EQ Map é o primeiro método de mensuração extensamente pesquisado, nacionalmente testado e estatisticamente confiável que o

13 capacita a começar a mapear suas potencialidades e vulnerabilidade relativa através de um amplo espectro de características relacionadas à inteligência emocional. Para Goleman, nosso nível de Inteligência Emocional IE - não está fixado geneticamente nem se desenvolve apenas no começo da infância. Ao contrário do QI, que pouco se modifica depois dos nossos anos de adolescência. Conforme Jacobs e Chen in Goleman, pesquisas indicam que os melhores profissionais tinham um maior grau de capacidades cognitivas em 27% dos casos e maior grau de competências emocionais em 53% dos casos. Em outras palavras, as competências emocionais tinham o dobro da importância no intelecto. Spencer Jr. in Goleman demonstrou resultado de sua pesquisa em 286 organizações, e concluiu que das 21 competências identificadas, apenas três não estavam fundamentadas na inteligência emocional. Segundo Goleman nos campos profissionais técnicos, o limiar para o ingresso é, normalmente, um QI de 110 a 120. O resultado é uma pequena variação entre os níveis de inteligência. Como o QE não é tão usado, é muito grande a diferença entre as escalas de inteligência emocional, oferecendo, assim, uma grade vantagem competitiva. E você, se fosse gerente de RH de alguma empresa quem contrataria? Um candidato extraordinário nas provas de conhecimento, mas com dificuldades de relacionamento, ou outro, não tão bom tecnicamente, mas com excelente relacionamento interpessoal? A resposta parece fácil. E essa é uma tendência que os administradores não podem mais ignorar. A vantagem, de acordo com Goleman, é que a inteligência emocional, em grande parte, pode ser aprendida.

14 BIBLIOGRAFIA: CIVITA, Victor. Os Pensadores, Descartes. 1. ed. São Paulo: Abril Cultural, v. XV, p. Os Pensadores, Kant. 1. ed. São Paulo: Abril Cultural, v. XXV, p. COOPER, Robert & SAWAF, Ayman. Inteligência Emocional na empresa. Tradução por Ricardo Inojosa e Sonia T. Mendes Costa. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, p. Tradução de: Emotional Intelligence apub bussines. DURKEIM, Émile. As Regras do Método Sociológico. Editora Presença: Lisboa, GARDNER, Howard. Estrutura da Mente: A Teoria das Inteligências Múltiplas. Tradução por Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, p. Tradução de: Iframes of Mind: The Theory of Multiple Intelligence.. Inteligência: Um Conceito Reformulado. Tradução por Adalgisa Campos da Silva. 1. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, p. Tradução de: Intelligence Reframed. GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional. Tradução por Marcos Santarrita. 8. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, p. Tradução de: Emotional Intelligence.. Trabalhando com a Inteligência Emocional. Tradução por M. H. C. Côrtes. Rio de Janeiro: Objetiva, p. Tradução de: Working with Emotional Intelligence. HMLJ. Manual da Garantia da Qualidade Rio de Janeiro, p. MIRANDA, Roberto Lira. Inteligência Total na Empresa. Rio de Janeiro: Campus, p., Roberto Lira. Além da Inteligência Emocional. Rio de Janeiro: Campus, p. THRSTONE, L.L. Multiple-Factor Analysis: A Development and Expansion of The Vector of the Mind. Chicago: University of Chicago Press, p.

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