IÁRIO DA JUSTIÇ PODER JUDICIÁRIO

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1 ESTADO DO MARANHÃO D.O. PODER DJUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 A 1 IÁRIO DA JUSTIÇ PODER JUDICIÁRIO ANO XCVII Nº 156 SÃO LUÍS, QUINTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 2003 EDIÇÃO DE HOJE: 132 PÁGINAS SUMÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coordenação de Jurisprudência e Publicações Coordenação de Recursos Extraordinários Coordenação Judiciária Cível Coordenação Judiciária Criminal Corregedoria Geral de Justiça Comarcas, Cartórios e Varas Comarca da Capital Cível e Comércio Segunda Vara Terceira Vara Quinta Vara Sétima Vara Criminal Terceira Vara Família Quinta Vara Fazenda e Saúde Públicas Primeira Vara Terceira Vara Comarcas do Interior Amarante Bacabal e Buriti Bravo Codó e Carutapera Imperatriz João Lisboa, Paulo Ramos, Ribamar e Santa Luzia do Paruá São Raimundo das Mangabeiras e São João dos Patos Santa Quitéria TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 16ª REGIÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL - 1ª REGIÃO Seção Judiciária do Maranhão MINISTÉRIO PÚBLICO Procuradoria Geral de Justiça TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão o dia 27 de maio de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N 01668/2002 SÃO LUÍS Apelante: Moisés Barros Guterres Advogado: Rosálio Guimarães Sarmento, Eson Pinto da Silveira Filho, Bruna Guimarães Bezerra Fialho e Bruna Sá da Silveira Apelado: A Justiça Pública Relator: Desembargador Júlio Araújo Aires Revisor: Desembargador Benedito de Jesus Guimarães Belo ACÓRDÃO Nº /2003. EMENTA: PENAL. PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRI- MINAL. CRIME DE FURTO. FALTA DE PROVAS. ABSOLVIÇÃO NE- CESSÁRIA. RECEPTAÇÃO. CRIME NÃO CONTIDO NA DENÚNCIA. RECONHECIMENTO PELO TRIBUNAL. INADMISSIBILIDADE. ART. 384, ÚNICO DO CPP. I - Se não existem provas de que foi o apelante quem cometeu o crime de furto, deve mesmo ser absolvido. II - Não pode o apelante ser condenado pelo crime de receptação, se este não está contido na denúncia, e tampouco esta foi aditada para incluí-lo, inteligência do art. 384, parágrafo único do CPP. III Recurso provido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em dar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. Sala das Sessões da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 27 de maio de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. JÚLIO ARAÚJO AIRES - Relator Tomou parte neste julgamento a Senhora Desembargadora: Nelma Celeste Sousa Silva Sarney Costa. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão do dia 27 de maio de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 14860/2002 SÃO LUÍS Apelante: Ministério Público Estadual Apelado: Cásio da Silva Araújo Advogado: Herbelina de Jesus Alves Relator: Desembargador Júlio Araújo Aires ACÓRDÃO Nº /2003. EMENTA: PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTE. REGIME PRISIONAL. CRIMES HEDIONDOS. PROGRESSÃO. VEDAÇÃO. ART. 2º, 1º DA LEI 8072/90. INCONSTITUCIONALIDADE. NÃO OCORRÊNCIA. I - Tratando-se de crime de tráfico ilícito de entorpecentes e sendo este equiparado a crime hediondo, deve o seu autor cumprir a reprimenda em regime integralmente fechado, conforme estabelece a Lei 8072/1990, art. 2º, 1º. II - Recurso conhecido e improvido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. Sala das sessões da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 27 de maio de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. JÚLIO ARAÚJO AIRES - Relator Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Benedito de Jesus Guimarães Belo. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADRA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão do dia 27 de maio de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 22177/2002 BEQUIMÃO Apelante(s): Diogo Marinho Macêdo e Cipriano Sá Macedo Apelado: Ministério Público Estadual Relator: Desembargador Júlio Araújo Aires

2 2 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO Revisor: Desembargador Benedito de Jesus Guimarães Belo ACÓRDÃO Nº /2003. EMENTA: PENAL. PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRI- MINAL. CRIME DE FURTO. AUTORIA E MATERIALIDADE COM- PROVADAS. SENTENÇA PROLATADA COM ARRIMO NOS SUBSTRATOS PROBATÓRIOS. CORRETA DOSIMETRIA. FUNDA- MENTOS ALEGADOS PELA DEFESA. INSUBSISTÊNCIA. I Deve ser mantida a sentença condenatória, se estão presentes nos autos elementos suficientes para a comprovação da conduta delituosa do acusado. II Recurso não provido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. Sala de sessões da 1 Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 27 de maio de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - PRE- SIDENTE, C/VOTO Des. JÚLIO ARAÚJO AIRES - RELATOR Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Benedito de Jesus Guimarães Belo. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL SESSÃO DO DIA 08 DE JULHO DE 2003 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 04150/2003 SÃO LUÍS 1º APELANTE: ALESSANDRO PINHEIRO DA SILVA ADVOGADO: JOMAR CAMARA 1º APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL 2º APELANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL 2º APELADO: ALESSANDRO PINHEIRO DA SILVA RELATOR: DES. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO REVISOR: DES. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO ACÓRDÃO nº /2003. E M E N T A: PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO. JÚRI. NU- LIDADE POSTERIOR À PRONÚNCIA. FALTA DE QUESITAÇÃO SOBRE QUALIFICADORAS E SOBRE A NATUREZA DO EXCESSO DA REAÇÃO. VÍCIO INSANÁVEL. SUBMISSÃO DO RÉU A NOVO JULGAMENTO. I Falta de quesitação sobre a ocorrência de qualificadoras referenciadas no libelo acusatório e exclusão de questionamento sobre a natureza volitiva do excesso de defesa, reconhecido pelos jurados, enseja a nulidade do veredito e submissão do réu a novo julgamento popular. II Preliminar de nulidade acolhida. Recurso da acusação provido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Criminal, sob o nº /2003 São Luís, em que figuram como apelantes e apelados os acima enunciados, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, à unanimidade de votos e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em dar provimento ao recurso para que o réu seja submetido a novo julgamento pelo Tribunal do Júri, nos termos do voto do relator. SALA DAS SESSÕES DA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, em São Luís, 08 de julho de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - PRE- SIDENTE, C/VOTO Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - RELATOR Participou do julgamento, além dos que assinam, o Senhor Desembargador JÚLIO DE ARAÚJO AIRES. Funcionou como Procurador de Justiça, o Doutor KRISHNAMURTI LOPES MENDES FRANÇA. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão Extraordinária do dia 08 de julho de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N.º /2003 ALCÂNTARA (MA) Apelante: Raimundo Benedito Alves Filho Advogado: Dr. Catarino Ribeiro Apelado: Ministério Público Estadual Promotor de Justiça: Dr. José Alexandre Rocha Juíza Prolatora: Dr.ª Cristiana de Sousa Ferraz Mattos Relator: Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo Revisor: Des. Antonio Fernando Bayma Araujo ACÓRDÃO N.º /2003. E M E N T A: PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. ESTUPRO. ESTADO DE NECESSIDADE. NÃO CONFIGURAÇÃO. AUSÊNCIA DE PERIGO REAL E INEVITÁVEL. CONDENAÇÃO MANTIDA. RECUR- SO IMPROVIDO. I Não se configura o estado de necessidade, causa exculpante de criminalidade, quando ausente qualquer situação conflitual que pudesse ser resolvida com a permissão outorgada pelo ordenamento jurídico pátrio a justificar o sacrifício do interesse ou do outro bem jurídico. II Recurso de Apelação conhecido e improvido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, nos termos do voto do Desembargador Relator e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em negar provimento ao Recurso, mantendo incólume a decisão vergastada. Sala das Sessões da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 08 de julho de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - Relator Tomou parte neste julgamento, além dos que assinam, o Excelentíssimo Senhor Desembargador: Júlio Araújo Aires. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça o Doutor Krishnamurti Lopes Mendes França. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO DIA 08 DE JULHO DE 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N.º /2003 SÃO LUÍS (MA) APELANTE: ELIAS SILVA VIANA ADVOGADO: GABRIEL DE JESUS ABREL APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PROMOTOR: MARCOS ANTONIO GUERREIRO RELATOR: DES. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO REVISOR: DES. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. CON- DENAÇÃO PELA PRÁTICA DO CRIME PREVISTO NO ARTIGO 12 DA LEI DE ENTORPECENTE. DESCLASSIFICAÇÃO PARA O ARTI-

3 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO GO 16. INADIMISSIBILIDADE. SUBSTÂNCIA ACONDICIONADA PARA MERCÂNCIA. IMPROVIMENTO DO RECURSO. UNANIMI- DADE. C O N C L U S Ã O: A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Criminal sob o n. º /2003 São Luís (MA), em que figuram como apelante e apelado os acima enunciados, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em sessão extraordinária, por unanimidade de votos, e nos termos do parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator. SALA DAS SESSÕES DA PRIMEIRA CÂMARA CRI- MINAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, PALÁCIO DA JUSTIÇA CLÓVES BENVILACQUA, em São Luís, ao oitavo dia do mês de julho de dois mil e três. DES. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - PRE- SIDENTE, C/VOTO DES. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - RELATOR Participou do julgamento, além dos que assinam, o Senhor Desembargador JÚLIO ARAÚJO AIRES. Funcionou como Procurador de Justiça, o Doutor KRISHNAMURTI LOPES MENDES FRANÇA. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão Extraordinária do dia 08 de julho de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N.º /2003 BALSAS (MA) 1º Apelante: João Aleone Rodrigues Advogado: Dr. Edilson Rocha Ribeiro 2º Apelante: Isael Barros Lemos Advogados: Dr. Crisógono Rodrigues Vieira e Outros Apelado: Ministério Público Estadual Promotor de Justiça: Dr. José Augusto Cutrim Gomes Juiz Prolator: Dr. José Afonso Bezerra de Lima Relator: Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo Revisor: Des. Antonio Fernando Bayma Araujo ACÓRDÃO N.º /2003. E M E N T A: PENAL. PROCESSUAL PENAL. APELAÇÕES CRIMINAIS. CONDENAÇÃO POR FURTO. DESCLASSIFICAÇÃO PARA FAVORECIMENTO REAL. IMPOSSIBILIDADE. CIRCUNSTÂN- CIA ATENUANTE RECONHECIDA NA DECISÃO MONOCRÁTICA. IMPOSSIBILIDADE DE NOVA REDUÇÃO DA PENA. INIMPUTABILIDADE OU SEMI-IMPUTABILIDADE INDEMONSTRADAS. RECURSOS IMPROVIDOS. UNANIMIDADE. I Restando inconteste a participação do réu no crime de furto, na condição de co-autor, não se faz por cabível a pretendida desclassificação para o crime de favorecimento real. II Inviável o abrandamento da pena pela confissão, quando essa causa já foi reconhecida na sentença monocrática. III Ausente nos autos prova hábil a demonstrar a inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu, torna-se descabida a pretendida absolvição ou redução da pena. IV Recursos conhecidos e improvido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, nos termos do voto do Desembargador Relator e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em conhecer dos Recursos para, no mérito, negar-lhes provimento, mantendo incólume a sentença monocrática, em todos os seus termos. Sala das Sessões da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 08 de julho de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - Relator Tomou parte neste julgamento, além dos que assinam, o Excelentíssimo Senhor Desembargador: Júlio Araújo Aires. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça o Doutor Krishnamurti Lopes Mendes França. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão Extraordinária do dia 08 de julho de 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N.º /2003 TIMON Apelantes: Cleonice Silva Costa e José Vieira dos Santos Advogados: Dr. César Rômulo Feitosa Araújo e Outro Apelado: Ministério Público Estadual Promotor de Justiça: Dr. Marco Antônio Camardella da Silveira Juiz Prolator: Dr. Gilberto de Moura Lima Relator: Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo Revisor: Des. Antonio Fernando Bayma Araujo ACÓRDÃO N.º /2003. E M E N T A: PENAL. PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TÓXICO. LAUDO TOXICOLÓGICO. FORMULAÇÃO EM OBEDIÊNCIA AOS PRECEITOS LEGAIS. VALIDADE. SENTENÇA. NOVA DEFINIÇÃO DOS FATOS NARRADOS NA DENÚNCIA. POSSI- BILIDADE. NULIDADES AFASTADAS. PROVA SUFICIENTE DA AUTORIA. CONDENAÇÃO MANTIDA. RECURSO IMPROVIDO. UNANIMIDADE. I Não se pode invalidar laudo toxicológico formulado por dois peritos, onde consta a quantidade do material, os tipos de análise nele procedido e, constata a presença do princípio ativo do tetrahidrocarbinol, de uso proscrito no País, capaz de gerar dependência física e/ou psíquica. II É válida a sentença condenatória que tão-somente dá nova definição jurídica aos fatos descritos na denúncia, garantindo, todavia, a imutabilidade da acusação. III Nulidades afastadas. IV Mostra-se apta e suficiente a prova constante dos autos, para atribuir aos réus a autoria do crime descrito na denúncia. V Recurso improvido. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, nos termos do voto do Desembargador Relator e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em rejeitar as preliminares de nulidade e, no mérito, negar provimento ao Recurso de Apelação, para manter in totum a sentença monocrática, em todos os seus termos. Sala das Sessões da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 08 de julho de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - Relator Tomou parte neste julgamento, além dos que assinam, o Excelentíssimo Senhor Desembargador: Júlio Araújo Aires. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça o Doutor Krishnamurti Lopes Mendes França. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA

4 4 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DO DIA 08 DE JULHO DE 2003 APELAÇÃO CRIMINAL N.º /2003 SANTO ANTÔNIO DOS LOPES (MA) APELANTE: ARISTEU HERCULANO GOMES ADVOGADO: JOÃO RIBEIRO LIMA APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL PROMOTOR: JOSÉ DONATO DE ARAÚJO NETO RELATOR: DES. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO REVISOR: DES. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSO PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. SEN- TENÇA CONDENATÓRIA EM MANIFESTA CONTRARIEDADE AS PROVAS DOS AUTOS. DIMINUIÇÃO DA PENA AO MÍNIMO LEGAL EM VIRTUDE DAS CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS. RECONHE- CIMENTO DA ATENUANTE DA CONFISSÃO. ANULAÇÃO DO JUL- GAMENTO. INADMISSIBILIDADE PARCIAL. CONFISSÃO RECO- NHECIDA. PROVIMENTO PARCIAL. DIMINUIÇÃO DA PENA. UNA- NIMIDADE. C O N C L U S Ã O: A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação Criminal sob o n. º 10982/2003 Santo Antônio dos Lopes (MA), em que figuram como apelante e apelado os acima enunciados, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em sessão extraordinária, por unanimidade de votos, e nos termos do parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em dar provimento parcial ao recurso, nos termos do voto do relator. SALA DAS SESSÕES DA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO, PALÁ- CIO DA JUSTIÇA CLÓVES BENVILACQUA, em São Luís, ao oitavo dia do mês de julho de dois mil e três. DES. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto DES. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - Relator Participou do julgamento, além dos que assinam, o Senhor Desembargador JÚLIO ARAÚJO AIRES. Funcionou como Procurador de Justiça, o Doutor KRISHNAMURTI LOPES MENDES FRANÇA. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL Sessão do dia 05 de agosto de 2003 HABEAS CORPUS N.º /2003 TUNTUM (MA) Impetrante: Dr. Afonso Valter de Meneses Sereno Paciente: Valdeir Cardoso Rodrigues Autoridade Coatora: MM. Juiz de Direito da Comarca de Tuntum Relator: Des. Benedito de Jesus Guimarães Belo ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL PENAL. HABEAS CORPUS. AUSÊN- CIA DE DEFESA. NULIDADE. REITERAÇÃO DE PEDIDO. ORDEM NÃO CONHECIDA. UNANIMIDADE. I Não se conhece de pedido formulado em sede de habeas corpus quando se tratar de matéria já apreciada. II Ordem não conhecida. Unanimidade. C O N C L U S Ã O: A C Ó R D Ã O Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os Senhores Desembargadores da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade de votos, nos termos do voto do Desembargador Relator e de acordo com o parecer da Procuradoria Geral de Justiça, em não conhecer da Ordem impetrada. Sala das Sessões da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 05 de agosto de Des. ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO - Presidente, c/voto Des. BENEDITO DE JESUS GUIMARÃES BELO - Relator Tomou parte neste julgamento, além dos que assinam, o Excelentíssimo Senhor Desembargador: Júlio Araújo Aires. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Doutora Rosa Maria Pinheiro Gomes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Edson Lira de Araújo Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunho ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA

5 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Terezinha de Maria Araújo Cardoso Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Maria do Socorro Pereira Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Maria Lúcia Portela do Nascimento Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade.

6 6 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora. Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Carlos Alfredo Costa Vasconcelos Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Maria da Purificação Ribeiro Silva Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM

7 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Ozana Lira dos Santos Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Elizabete do Nascimento Costa Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Francisco das Chagas Carvalho Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmen-

8 8 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO te, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDEADORIA DE JURISRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Wildon Serejo da Cunha Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Charles Rodrigues dos Santos Advogado: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relator Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de

9 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Rozaide Carvalho Costa Advogados: Diógenes Meireles Melo Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLUICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Francisca Maria Gomes Laurindo Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relator Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Maria Helena Pinheiro de Araújo Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO.

10 10 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Flávia Holanda de Oliveira Lima Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Luzia de Maria Oliveira Rocha Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador:

11 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Amarildo Miranda Santos Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Rosa Maria dos Santos Pereira Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora. Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Vanuza Mariano dos Santos Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO

12 12 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelado: Filomena Vidal Serejo Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Francisca Maria Bessa da Costa Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto

13 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participaram do julgamento os Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL Sessão do dia 29 de maio de Apelação Cível n.º /2003 Araioses Apelante: Município de Araioses Advogados: José Luciano Malheiros de Paiva e outra. Apelada: Rosinete Souza do Nascimento Advogados: Genuíno Lopes Moreira Relatora: Des.ª Cleonice Silva Freire Revisor: Des. Cleones Carvalho Cunha ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E CONSTITUCIONAL. APE- LAÇÃO. PRELIMINAR DE SUSPEIÇÃO DO MAGISTRADO SENTENCIANTE REJEITADA. CUSTAS PROCESSUAIS NÃO DEVI- DAS PELO VENCIDO EM FACE DA ASSITÊNCIA JUDICIÁRIA GRA- TUITA DEFERIDA AO AUTOR. LEI 6.584/96. ISENÇÃO. NÃO APLI- CAÇÃO QUANTO AOS HONORÁRIOS. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA DE VALORES REFERENTES A DIREITOS SOCIAIS E ALIMENTARES. DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA NÃO SUCUMBIDO PELAS PROVAS DOS AUTOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, II, DO CPC. RECIURSO PARCIALMENTE PROVIDO. A suspeição do magistrado, quando argüida em preliminar de apelação, deve ser fundamentada em fatos capazes de demonstrar, cabalmente, sua parcialidade na condução do processo. Simples conjecturas não são hábeis ao acolhimento da suspeição do juiz. Preliminar rejeitada. Unanimidade. À luz da lei processual vigente, incumbe ao réu o ônus da prova quanto aos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos do direito do autor. Sendo assim, não havendo provas de que a dívida cobrada judicialmente foi quitada pelo Município apelante, não há óbice ao reconhecimento do direito pleiteado na exordial. Apelo parcialmente provido. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por maioria de votos, em dar provimento ao apelo apenas para retirar a condenação das férias em dobro e também retirar as custas processuais impostas ao Município de Araioses, contra o voto da Desembargadora relatora e o parecer do Ministério Público, que também deram parcial provimento ao recurso, porém, para retirar a condenação de custas impostas ao Município de Araioses. Designada para lavrar o Acórdão a Desembargadora relatora. São Luís, 29 de maio de Des. José Stélio Nunes Muniz - Presidente, c/voto Des.ª Cleonice Silva Freire - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Ana Lídia de Mello e Silva Moraes. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA Ó R G Ã O: T E R C E I R A C Â M A R A C Í V E L. DATA DA SESSÃO 12 DE JUNHO DE CLASSE: REMESSA NECESSÁRIA. NÚMERO: ORIGEM: BALSAS. REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA COMARCA DE BALSAS. REQUERENTES: JORNAL TRIBUNA DE BALSAS E JACKSON DE ASSIS MONTEIRO. ADVOGADO: ANTÔNIO MURILO COSTA. REQUERIDO: MUNICÍPIO DE BALSAS. ADVOGADO: DR. EDUARDO LUIZ BORTOLUZZI. RELATORA: DESEMBARGADORA CLEONICE SILVA FREIRE. REVISOR: DESEMBARGADOR CLEONES CARVALHO CUNHA. ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: REMESSA NECESSÁRIA. ADMINISTRATIVO. CAS- SAÇÃO DE ALVARÁ. INEXISTÊNCIA DE QUALQUER PROCEDI- MENTO PRÉVIO DE VIABILIZAÇÃO DE DEFESA POR PARTE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ATO ADMINISTRATIVO NULO. IN- CIDÊNCIA DO CAPUT DO ARTIGO 37, DA CF. REMESSA IMPROVIDA. UNÂNIME. Por constituir o alvará, instrumento de licença ou de autorização para a prática de ato, realização de atividade ou exercício dependente de policiamento administrativo, não pode ser invalidado, revogado ou cassado discricionariamente, ou seja, sem a subsistência de processo administrativo que possibilite a defesa do administrado, sob pena de lesão ao contido no caput do artigo 37, da Constituição Federal. C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos relatados e discutidos estes autos, acordam os Senhores Desembargadores da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade, NEGAR PROVIMENTO À RE- MESSA, nos termos do voto da Excelentíssima Senhora Desembargadora Relatora e do parecer do Órgão Ministerial. São Luís, 12 de Junho de DES. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ - Presidente, c/voto DES.ª CLEONICE SILVA FREIRE - Relatora Participou do julgamento o Senhor Desembargador: Cleones Carvalho Cunha. Funcionou pela Procuradoria Geral de Justiça a Dra. Regina Maria da Costa Leite. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 12 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA QUARTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO CÍVEL N.º /2002 IMPERATRIZ Relator : Exmo. Sr. Des. Jamil de Miranda Gedeon Neto Apelante : Construtora Beter S/A Advogados : Dr. José Roberto Marcondes e outros Apelado : Estado do Maranhão Procurador : Dr. Lusimar Silva Miranda ACÓRDÃO N.º /2003. EMENTA: Direito tributário e processual civil. Apelação cível. Mandado de segurança preventivo. Falta de interesse de agir. Carência de ação. Ausência de prova pré-constituída. Inexistência de direito líquido e certo. O interesse de agir constitui-se em uma das condições gerais da ação, e consiste na necessidade, utilidade e adequação de uma providência jurisdicional tendente a satisfazer uma pretensão de direito material posta em juízo. A não demonstração, de plano, do direito líquido e certo alegado no mandado de segurança, por meio de prova pré-constituída, não configura hipótese de ausência de interesse de agir a ensejar a extinção do processo sem julgamento do mérito, por carência de ação, mas impõe a denegação da ordem impetrada por ausência de requisito específico de mérito dessa ação especial, que não abre espaço para dilação probatória e nem se presta a atacar lei em tese. Recurso conhecido e improvido.

14 14 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO C O N C L U S Ã O: Artigo 564 do Código de Processo Civil. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Excelentíssimos Senhores Desembargadores integrantes da Quarta Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, por unanimidade, em rejeitar a preliminar de carência de ação por ausência de interesse de agir, e no mérito, também por unanimidade, e de acordo com o parecer da Procuradoria de Justiça, em conhecer do recurso de apelação e negar-lhe provimento, nos termos do voto do Relator. Sala das Sessões da Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 03 de junho de (data do julgamento). Des. JOSÉ PIRES DA FONSECA - Presidente Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO - Relator Votaram os Senhores Desembargadores: Milson de Souza Coutinho e Maria Dulce Soares Clementino. Pelo Ministério Público, presente o Excelentíssimo Senhor Procurador de Justiça, Dr. José Henrique Marques Moreira. COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES, EM SÃO LUÍS, 13 DE AGOSTO DE ANA BEATRIZ JORGE DE CARVALHO COORDENADORA DE JURISPRUDÊNCIA E PUBLICAÇÕES. TJ/MA COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA.

15 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. COORDENADORIA DE RECURSOS EXTRAORDINÁRIOS. RECURSO ESPECIAL CÍVEL N.º /2.003 Recorrente: MUNICÍPIO DE ARAIOSES. Advogado: DR. JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA. Recorrido: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE ARAIOSES. I N T I M A Ç Ã O Venho através da presente, intimar o ESTADO DO MARANHÃO, para no prazo legal promover a defesa do Juiz de Direito da Comarca de Araioses, nos autos do Recurso Especial n.º /2.003 que se encontram nesta Coordenadoria. Coordenadoria de Recursos Extraordinários do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, em São Luís, 11 de agosto de Lara Gurjão Moreira Soares. Coordenadora de Recursos Extraordinários. PAUTA DE JULGAMENTO SEGUNDA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL, TERÇA- FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2003, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS TERÇAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SE- GUINTES PROCESSOS: 01-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: JOÃO JORGE JINKINGS PAVAO Advogado(a)(s): KEILA FONSÊCA DA SILVA, PAULO CRUZ PEREI- RA E SILVA, FERNANDO BAYMA SILVA AGRAVADO(A): PEDRO LEONEL PINTO DE CARVALHO Advogado(a)(s): JEZANIAS DO RÊGO MONTEIRO, ANGÉLICA MONTEIRO DE ALBUQUERQUE, SIDNEY FILHO NUNES ROCHA, FABIANA CRISTINA SCALDAFERRI ZIEGLER, DANIEL BLUME PEREIRA DE ALMEIDA, MARCEL CÉZAR SILVA TROVÃO, CARO- LINA FERNANDES DE PAIVA, CÍCERO OLIVEIRA RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 02-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: BRUNO MACIEL SILVA(Menor), JOÃO VICTOR MACIEL MATOS SILVA(Menor), Advogado(a)(s): ORLANDO DA SILVA CAMPOS REPRESENTANTE: MAURA FERREIRA MACIEL AGRAVADO(A): HELEOMAR DE JESUS MATOS SILVA RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 03-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: BANCO DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): EZEQUIAS NUNES LEITE BAPTISTA, ANTHONY BODEN, ANTÔNIO PEREIRA COSTA, AZARIAS CAVALCANTE DE ALENCAR, EUMARISA MARTINS DOS SANTOS, JAIRO DISCACCIATI, FRANCISCO ALDEY SILVA, MIGUEL CAMPÊLO DA SILVA FILHO AGRAVADO(A): RAIMUNDO NONATO CASTELO CORDEI- RO FILHO Advogado(a)(s): FERNANDO JOSÉ MACHADO CASTRO, RICARDO GOMES CASTRO RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 04-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / BALSAS AGRAVANTE: LEOCLÉSIO CERESOLI Advogado(a)(s): RAINOLDO DE OLIVEIRA, CÉSAR J. MEINERTZ AGRAVADO(A): CARGIL AGRÍCOLA S/A Advogado(a)(s): PAULO DE TARSO FONSÊCA FILHO, EDSON RICARDO TAVARES SAMPAIO, CLÁUDIO CELLI, MAURÍCIO MANILE, EMERSON ARAKEN MARTIN TEIXEIRA RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 05-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / BACABAL AGRAVANTE: DANONE LTDA Advogado(a)(s): ADALBERTO RIBAMAR BARBOSA GONÇALVES, ROBERT FREDERICO S. FONTOURA AGRAVADO(A): COMAX - INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRO- DUTOS ALIMENTÍCIOS LTDA Advogado(a)(s): CELSO BRAUN, JÚLIO HEBER LOBO, SEBASTIÃO ANTÔNIO FERNANDES FILHO RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM 06-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / ARARI AGRAVANTE: CONSÓRCIO NACIONAL GM LTDA (CONSÓRCIO NACIONAL CHEVROLET), BANCO GENERAL MOTORS S/A Advogado(a)(s): ROSÂNGELA DE FÁTIMA ARAÚJO GOULART AGRAVADO(A): FRANCISCO RIBEIRO SILVA JÚNIOR Advogado(a)(s): HILTON MENDONÇA CORRÊA FILHO, LILIAN THERESA RODRIGUES MENDONÇA RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 07-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / AÇAILÂNDIA AGRAVANTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): PEDRO LOPES DE OLIVEIRA FILHO, ANTONIO GERALDO DE OLIVEIRA MARQUES PIMENTEL JÚNIOR, CLÁU- DIO ANTÔNIO AMARAL MORAES, DIVANDALMY FERREIRA MAIA, EDIMAR CHAGAS MOURÃO, GILMAR PEREIRA SANTOS, JORGE LUÍS BRANCO AGUIAR, JOSÉ UNDÁRIO ANDRADE, MARIA GABRIELA SILVA PORTELA, RICARDO AUGUSTO DE LIMA BRAGA, ULYSSES MOREIRA FORMIGA AGRAVADO(A): VENNER LINE - INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA Advogado(a)(s): ERNO SORVOS RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 08-REMESSA N.º / SÃO MATEUS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE SÃO MATEUS REQUERENTE: MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS Advogado(a)(s): ROGÉRIO ALVES DA SILVA REQUERIDO: CEMAR-COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO Advogado(a)(s): GILBERTO COSTA SOARES, ENEÁS DE VILHENA FRAZÃO JÚNIOR, RAIMUNDO NONATO LEITE MORAES, FLÁVIO RECCH LAVAREDA, LUIZ CÁSSIO ALVES DE MELO, WELLINGTON GUANABARA LEIROS, CARLENE GASPAR CARVALHO, JÚLIO CÉSAR MAIA ARAÚJO, JOSÉ PENHA DE CASTRO NETO, ROBERTA TRAVINCAS, ROGÉRIO COÊLHO ROCHA

16 16 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM REVISOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 09-CONFLITO DE COMPETÊNCIA N.º / SÃO LUÍS SUSCITANTE: JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA VARA DA FAZEN- DA PÚBLICA DA COMARCA DE SÃO LUÍS SUSCITADO: JUIZ DE DIREITO DA 8ª VARA CÍVEL DA COMARCA DA CAPITAL RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM 10-APELAÇÃO CÍVEL N.º / COROATÁ APELANTE: ADROALDO FRANCISCO DOS SANTOS FILHO Advogado(a)(s): RAIMUNDO NILO BANDEIRA BARRA APELADO(A): MARIANA VIEIRA DOS SANTOS(Menor), REPRESENTANTE: ANA LÚCIA PINTO VIEIRA Advogado(a)(s): MANOEL SEBASTIÃO AGUIAR DE MATOS RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM REVISOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 11-APELAÇÃO CÍVEL N.º / TIMON APELANTE: UNIBANCO - UNIÃO DE BANCOS BRASILEIROS S/A Advogado(a)(s): CINÉAS VELOSO NETO, SORAYA CRISTINA DO NASCIMENTO APELADO(A): RAIMUNDO NONATO SOROCABA MARTINS FILHO Advogado(a)(s): MARIA DE JESUS ARAGÃO SILVA, DALMO RIBEI- RO MARTINS RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM REVISOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 12-APELAÇÃO CÍVEL N.º / VITORINO FREIRE APELANTE: MARIA DO SOCORRO ARAÚJO Advogado(a)(s): VERA LÚCIA VIEIRA ASSUNÇÃO APELADO(A): JOSÉ RODRIGUES DA GRAÇA Advogado(a)(s): FRANCISCO BENTO DE SOUSA RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM REVISOR: Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR 13-APELAÇÃO CÍVEL N.º / PARAIBANO APELANTE: MUNICÍPIO DE PARAIBANO Advogado(a)(s): ANDRÉIA NÁDIA LIMA DE SOUSA APELADO: TEOMAR ARAÚJO DE OLIVEIRA, MARCIANNY DA SILVA E CUNHA, MARCOS VALÉRIO PEDROSA LEITE, DEUGECI LEITE DA COSTA Advogado(a)(s): JOSÉ DO EGITO BARBOSA RELATOR Des. ANTONIO GUERREIRO JÚNIOR REVISOR: Des. VICENTE FERREIRA LOPES 14-AÇÃO RESCISÓRIA N.º / SÃO LUÍS AUTOR(A): COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO MARANHÃO - CAEMA Advogado(a)(s): JOSÉ DE RIBAMAR CARDOSO FILHO, CATARINA BOUCINHAS LEAL, SÉRGIO ROBERTO MENDES DE ARAÚJO, FERNANDA MARIA BITTENCOURT PINHEIRO, MARIA DA CON- CEIÇÃO RIBEIRO MATOS CABRAL, ANTÔNIO CANTANHÊDE, NONATO MARTINS, ROSA MARIA SOUSA GUIMARÃES RÉU: LAIDE MALUF BOGÉA GONÇALVES Advogado(a)(s): JOSÉ CARLOS SOUSA SILVA RELATOR Des. RAIMUNDO FREIRE CUTRIM REVISOR: Des. VICENTE FERREIRA LOPES PALÁCIO DA JUSTIÇA CLOVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, 13 de agosto de 2003 Des. JOSÉ PIRES DA FONSECA VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, EM EXERCÍCIO PAUTA DE JULGAMENTO TERCEIRA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA TERCEIRA CÂMARA CÍVEL, QUINTA- FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2003, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS QUINTAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SEGUIN- TES PROCESSOS: 01-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SANTA INÊS AGRAVANTE: HERMENEGILDO GOMES FERREIRA FILHO Advogado(a)(s): FÁBIO ROQUETTE, ANA VALÉRIA SODRÉ CAR- NEIRO, GILSON RAMALHO DE LIMA, JUDSON LOPES SILVA, JOR- GE HEBERTH FEITOSA LIMA, ANDIARA GOUVEIA SILVA AGRAVADO(A): LEONCIO ALVES BEZERRA Advogado(a)(s): PAULO MACIEL FILHO, ANDRÉ MARTINS MACIEL RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 02-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS PROCURADOR(A)(ES) LEONARDO HENRIQUE DA COSTA BEZER- RA, ROBERT SEGUINS FEITOSA, JÚLIO CÉSAR DE JESUS, JOANNA D ARC SANCHES DA SILVA, DANIEL DE FARIA JERÔNIMO LEITE, LUDMILLA NETO MARTINS, FRANCISCO ALCIOMAR DOS SAN- TOS COSTA, JOSÉ BORRALHO RIBEIRO FILHO, NATACHA VELOSO CERQUEIRA, AIRTON JOSÉ TAJRA FEITOSA, MARIA TEREZA FREITAS ROCHA, ADRIANA MARTINS DANTAS, NADJA CRISTIANNE MELO COSTA AGRAVADO(A): ANTONINO SEMIÃO DE SENA CRUZ Advogado(a)(s): VÂNIA MARIA CAMELO FERREIRA RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 03-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / IMPERATRIZ AGRAVANTE: EDMILSON FERREIRA DA SILVA Advogado(a)(s): MARIA DALVA FERREIRA DOS SANTOS AGRAVADO(A): ANTONIA JULLYANNA SILVA BARRETO Advogado(a)(s): IVAN IRINEU PIFFER RELATOR Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 04-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: JOÃO EVANGELISTA SERRA DOS SANTOS Advogado(a)(s): WALTER MARQUES CRUZ, BEATRIZ DEL VALLE ECEIZA NUNES AGRAVADO: JOÃO BATISTA DA SILVA E SUA MULHER LUZIA MARIA DA CONCEIÇÃO SILVA Advogado(a)(s): MARTINHO DA COSTA VELOSO RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 05-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / CODÓ AGRAVANTE: ANTONIO NONATO DUAILIBE SÁLEM Advogado(a)(s): ERASMO JOSÉ LOPES COSTA AGRAVADO: BENEDITO FRANCISCO DA SILVEIRA FIGUEIREDO Advogado(a)(s): CLADIMIR LUIZ BONAZZA, CRISTIANO RADTKE DA FONSECA, FABRÍCIO SCHAFFER RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 06-REMESSA N.º / SANTA LUZIA DO PARUÁ REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE SANTA LUZIA DO PARUÁ REQUERENTE(S): VALDECIR DE JESUS SILVA, GEANE GONÇAL- VES SILVA, FRANSUAR MORAIS SILVA Advogado(a)(s): J.J. DE ABREU PEREIRA REQUERIDO(A)(S): COORDENADOR DE AGRICULTURA E ABAS- TECIMENTO DO MUNICÍPIO DE SANTA LUZIA DO PARUÁ RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 07-APELAÇÃO CÍVEL N.º / PEDREIRAS APELANTE: MUNICÍPIO DE TRIZIDELA DO VALE

17 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO Advogado(a)(s): JOSÉ LACERDA DE LIMA SOBRINHO, LAURA AMÉLIA BARBOSA, ÉDER CLÁUDINO GONÇALVES APELADO(A): AURICÉLIA SANTOS TAVARES, GILZAMÉ BRITO OLIVEIRA, MARIA DO SOCORRO OLIVEIRA SOUSA, JAKELINE TAVARES DE MENESES PEREIRA Advogado(a)(s): LÍDIA HELENA FIGUEIREDO RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 08-APELAÇÃO CÍVEL N.º / PRESIDENTE DUTRA APELANTE: MARIA GILMA MENESES DA SILVA Advogado(a)(s): JOSÉ WILSON CARDOSO DINIZ APELADO: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): MARIA GABRIELA SILVA PORTELA, EDELSON FERREIRA FILHO, PEDRO LOPES DE OLIVEIRA FILHO, ANTONIO GERALDO DE OLIVEIRA MARQUES PIMENTEL JÚNIOR, CLÁU- DIO ANTÔNIO AMARAL MORAES, DIVANDALMY FERREIRA MAIA, EDIMAR CHAGAS MOURÃO, GILMAR PEREIRA SANTOS, JORGE LUÍS BRANCO AGUIAR, JOSÉ UNDÁRIO ANDRADE, RICARDO AUGUSTO DE LIMA BRAGA, ULYSSES MOREIRA FOR- MIGA, JOSÉ BENTO FILHO, MANOEL TOMAZ DE ALMEIDA NETO RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA REVISOR: Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 09-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: BANCO FORD S/A Advogado(a)(s): JOSÉ LUÍS DA SILVA SANTANA, NELSON PASCHOALOTTO, FÁBIO GOES ACERBI, ERIC GARMES DE OLI- VEIRA, JURANDIR MARISCAL, LUIZ ANTÔNIO CORREIA DE SOU- ZA, ENIVAL BARBOSA DA SILVA, MARIA OLIVIA DA CUNHA SIL- VA, MARCIO CARMELO DE MORAES E SOUZA, CARLOS RONALDO DE CARVALHO SÁ, FÁBIO DE ALMEIDA BRAGA, HERLLEY FUZETTI, VALÉRIA CECELI, ÁLIDA CRISTINA SELLARO GABRIEL, RAYMOND KAPPÁZ, WALDEMAR MUSSI, NELSON RENATO PALAIA RIBEIRO DE CAMPOS, PATRÍCIA VERAS DE CERQUEIRA E SILVA, ANA CLÁUDIA BALLEI FERREIRA, RUBEM TOLEDO DAMIÃO, ENÉSIO FERREIRA DA SILVA, HUITHER JOSÉ VALENTE AMORIM APELADO: ADMILTON FARIAS BRITO RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 10-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: CAIXA DE ASSISTÊNCIA A APOSENTADORIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO ESTADO DO MARANHÃO - CAPOF Advogado(a)(s): OTON LEITE FERNANDES, ADRIANO JORGE CAM- POS, PAULO SÉRGIO CAMPOS CAVAZZALE, MARCO ANTONIO CAVAZZALE CURIA, NELSON VAUGHAN CORRÊA NETO, ANA MARIA RIBEIRO ROCHA, ERIKA CASSINELLI PALMA, ROQUE PI- RES MACATRÃO, WALTER REIS PINHEIRO, FERNANDO JOSÉ MACHADO CASTRO, DALINAJARA OYAMA HOMMA DE ARAÚJO APELADO(A): ROBERTO DE PÁDUA MACIEIRA, ANTONIO LUIZ COIMBRA PEREIRA Advogado(a)(s): JOSÉ CARLOS SOUSA SILVA, JOSÉ RAIMUNDO OLI- VEIRA JÚNIOR, ANAMARIA SOUSA SILVA, DIANA SOUSA SILVA, RAQUEL SOUSA SILVA RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA REVISOR: Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 11-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE(S): BANCO DO ESTADO DO MARANHÃO S/A. Advogado(a)(s): MARIA DE FÁTIMA GONZALEZ LEITE APELADO(A)(S): MARIA RIBAMAR FREITAS MARTINS Advogado(a)(s): WALTER WANDERLEY SILVA FERREIRA, GARDÊNIA FELIX CALDAS MOTA RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA REVISOR: Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ 12-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): MARIA DE JESUS LIMA Advogado(a)(s): DIÓGENES MEIRELES MELO RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 13-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): LUCIMEYRE ARAÚJO CARVALHO Advogado(a)(s): GENUÍNO LOPES MOREIRA RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 14-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): MARIA DOS SANTOS SOUZA Advogado(a)(s): GENUÍNO LOPES MOREIRA RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 15-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): REGINA CÉLIA CARVALHO MACHADO Advogado(a)(s): GENUÍNO LOPES MOREIRA RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 16-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): FRANCISCA MARIA VÉRAS DIAS Advogado(a)(s): DIÓGENES MEIRELES MELO RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 17-APELAÇÃO CÍVEL N.º / ARAIOSES APELANTE: MUNICÍPIO DE ARAIOSES Advogado(a)(s): JOSÉ LUCIANO MALHEIROS DE PAIVA, MARZITA VERAS DOS SANTOS APELADO(A): PAULO JOSÉ COUTINHO SOUZA Advogado(a)(s): DIÓGENES MEIRELES MELO RELATORA Desa. CLEONICE SILVA FREIRE REVISOR: Des. CLEONES CARVALHO CUNHA 18-APELAÇÃO CÍVEL N.º / TUTÓIA APELANTE: JOÃO ALVES PEQUENO Advogado(a)(s): CID OLIVEIRA SANTOS FILHO APELADO(A): SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TUTÓIA RELATOR Des. CLEONES CARVALHO CUNHA REVISOR: Des. JOSÉ STÉLIO NUNES MUNIZ PALÁCIO DA JUSTIÇA CLOVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, 13 de agosto de 2003 Des. JOSÉ PIRES DA FONSÊCA VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM EXÉRCICIO

18 18 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO PAUTA DE JULGAMENTO QUARTA CÂMARA CÍVEL SERÃO JULGADOS PELA QUARTA CÂMARA CÍVEL, TERÇA- FEIRA, 19 DE AGOSTO DE 2003, ÀS NOVE HORAS, OU NÃO SE REALIZANDO, NAS TERÇAS-FEIRAS SUBSEQÜENTES OS SE- GUINTES PROCESSOS: 01-AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: BANCO DO BRASIL S/A Advogados: EUMARISA MARTINS DOS SANTOS, MICHELLE SAMPAIO SOARES, EZEQUIAS NUNES LEITE BAPTISTA, ANTHONY BODEN, ANTÔNIO PEREIRA COSTA, AZARIAS CAVAL- CANTE DE ALENCAR, FRANCISCO ALDEY SILVA, JOSÉ RIBAMAR BOTÃO FRANÇA, MARIA INEZ FERREIRA CAMPOS, MOURIVAL EPIFÂNIO DE SOUZA, MIGUEL CAMPÊLO DA SILVA FILHO, SÉR- GIO MURILO DE SOUZA, SUZANA FIALHO ABDALA, VALDEMIR PESSOA PRAZERES, EDUARDO FORGHIERI VERNALHA ZIMBRES, JAMES LOBO DE OLIVEIRA LIMA, MÁRJORY LIMEIRA DE OLI- VEIRA, JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, IZAÍAS BATISTA DE ARAÚ- JO, LINCOLN DE SOUZA CHAVES, ACÉLIO JACOB ROEHRS, AFON- SO DE ARAÚJO CAMPOS, HELVECIO ROSA DA COSTA, ORIVAL GRAHL, MAURÍCIO DOFF SOTTA AGRAVADA: LUIZA DA ASSUNÇÃO DA CRUZ ESTEVES Advogado: JOSÉ FRANCISCO BELÉM DE MENDONÇA JÚNIOR RELATORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 02-REMESSA N.º / SÃO BENTO REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE SÃO BENTO REQUERENTE: JOÃO BATISTA VALE, JAIR MARTINS COS- TA, DJALMA MARQUES CHAGAS, LUÍS ALBERTO FRANÇA Advogada: LÍDIA HELENA FIGUEIREDO DE ALMEIDA E SIL- VA REQUERIDO: PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PALMEIRANDIA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 03-REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚ- BLICA DA COMARCA DA CAPITAL REQUERENTE: MARIA DOS REMÉDIOS DA SILVA Advogados: JORGE LUÍS DE CASTRO FONSÊCA, JOSÉ CARLOS PORTELLA FERREIRA, LINDA RAIMUNDA CAVALCANTE DOS SANTOS CASTRO REQUERIDO: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR: MÁRIO DE SOUSA E SILVA COUTINHO RELATORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO REVISOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO 04-REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚ- BLICA DA CAPITAL REQUERENTE: MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS PROCURADORES: MARINALDO SOARES RIBEIRO, ARISTÓFILO FRANCO PEREIRA, MARIA DO SOCORRO MORAIS RAMADA REQUERIDO: NAHUM ALVES FONSECA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 05-REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA DA FAZENDA PÚ- BLICA DA CAPITAL REQUERENTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADORA: SELMA FERREIRA SILVA PEREIRA REQUERIDO: PREFEITURA MUNICIPAL DE CURURUPU Advogados: NEMESIO AMADO FILHO, RUY BARBOSA MOREIRA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 06-REMESSA N.º / SÃO LUÍS REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚ- BLICA DA COMARCA DA CAPITAL REQUERENTE: ADELAIDE MARTINS ESTEVES, ANTÔNIO FERREIRA COSTA, ENILDE GOMES PEREIRA DE FRANÇA, GUACYRA DE LÂVOR FERNANDES, IZABEL ROSA DOS SANTOS, JANNE D ARC PEIXOTO CABRAL, JOSÉ DILSON MOTA COSTA, JOSÉ GONÇALVES DO VALE NETO, JUDITE BARROS DIAS, JOSÉ RIBAMAR VIEGA, JOSÉ WILSON MOTA, MARIA DE NAZARÉ DOS ANJOS BARROS, MARIANA MACEDO DOS SANTOS, MYRTHES DA CONCEIÇÃO TRINTA FARIAS, OLÍVIO BARBOSA, SEBASTIANA SANTOS AIRES Advogados: ANTÔNIO CARLOS ARAÚJO FERREIRA, HERBERT FREITAS RODRIGUES 1 REQUERIDO: CEMAR-COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO, Advogados: GILBERTO COSTA SOARES, ENEÁS DE VILHENA FRAZÃO JÚNIOR, RAIMUNDO NONATO LEITE MORAES, ANTÔ- NIO JOSÉ DE ASSUNÇÃO BARROS, ROBERTA TRAVINCAS, THIAGO FERREIRA DE OLIVEIRA, RODRIGO FONTOURA FIORAVANTE 2 REQUERIDO: MUNICÍPIO DE SÃO LUIS Advogados: JOÃO DA SILVA SANTIAGO FILHO, GEDEÃO WOLFF SANTOS FILHO, NILMA DO SOCORRO MACIEL MORAES, CAYRO SANDRO ALENCAR CARNEIRO, JOSÉ DE JESUS COSTA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 07-APELAÇÃO CÍVEL N.º / IMPERATRIZ APELANTE: MARIA VICENTE BARROS Advogado: LUÍS GOMES LIMA APELADO: SUL AMÉRICA - COMPANHIA NACIONAL DE SE- GUROS Advogados: GERARDO COÊLHO FILHO, RAIMUNDO GUALBERTO CARDOSO FILHO, SHEILA DANTAS BANDEIRA DE NELO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 08-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR: RAIMUNDO HENRIQUES NASCIMENTO SOARES APELADO: MARIA DAS GRAÇAS CHAVES ARAÚJO, JOVENINA PESTANA SOUSA Advogados: LUIZ HENRIQUE FALCÃO TEIXEIRA, GILSON MARTINS MENDONÇA, TADEU DE JESUS E SILVA CARVALHO, PAULO ROBERTO ALMEIDA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 09-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR: OSMAR CAVALCANTE OLIVEIRA APELADO: PLANAR S/A - ENGENHARIA E EQUIPAMENTOS Advogados: ANTÔNIO AUGUSTO PIRES, ABRAHÃO MASSAHUD BELCHIOR, CLÁUDIO LEONARDO PALMEIRA MOREIRA, SUZANE DE CASTRO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 10-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: AUVEMAQ-FACTORING FOMENTO MERCANTIL LTDA. Advogados: KLEBER MOREIRA, JOANA D ARC SILVA SANTIA- GO RABELO, CLAUDIANA PINHEIRO DO NASCIMENTO, THYENES

19 D.O. PODER JUDICIÁRIO QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO DE OLIVEIRA CHAGAS, FLÁVIA THAÍSE SANTOS MARANHÃO APELADO: TRIÂNGULO COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA Advogados: LUÍS FERNANDO DOMINICE CASTELO BRANCO, MARCOS DE QUEIROZ SOARES, SORAYA ABDALLA SILVA DOS SANTOS, IURI BRAGA MONTEIRO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 11-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADOR: JOÃO RICARDO DA SILVA GOMES DE OLIVEIRA APELADAS: MAYARA DA CONCEIÇÃO DOS SANTOS ARAÚJO, RAIMUNDA EVANGELISTA COSTA SERRA Advogado: CONSTÂNCIO PINHEIRO SAMPAIO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 12-APELAÇÃO CÍVEL N.º / LORETO APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADORES: AUGUSTO ARISTÓTELES MATÕES BRANDÃO, OSVALDO SANTOS CARDOSO, CARLOS SANTANA LOPES, JOSÉ BRITO DE SOUZA APELADOS: NIZETE SANTOS RIBEIRO, ANTÔNIO AUGUSTO DE CARVALHO RIBEIRO Advogado: ANTÔNIO EDSON CORRÊA DA FONSÊCA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 13-APELAÇÃO CÍVEL N.º / TUNTUM APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADORA: LUCIANA CARDOSO MAIA APELADO: AF ALI ARISTON MOREIRA LIMA DA COSTA Advogado: AF ALI ARISTON MOREIRA LIMA DA COSTA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 14-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: ESTADO DO MARANHÃO PROCURADORES: JOSÉ BRITO DE SOUZA, VALDÊNIO NOGUEIRA CAMINHA, LUCIANA CARDOSO MAIA APELADA: FÁTIMA MUNIZ FONSECA Advogado: ANTÔNIO DE PAULA PEREIRA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 15-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: AUTOVIÁRIA MENINO JESUS DE PRAGA LTDA. Advogados: LARISSA ABDALLA BRITTO FIALHO, LORENA GOMES PIMENTA, FÁBIA CRISTINA TEIXEIRA DE ARAÚJO, CLÉLIA MAYSA MEDEIROS OLIVEIRA APELADA: RAIMUNDA MONTEIRO SANTOS, REPRESENTANTE: FRANCISCA MARIA ARAÚJO CAMPOS Advogado: FRANCISCO CASTRO CONCEIÇÃO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 16-APELAÇÃO CÍVEL N.º / LORETO APELANTE: MUNICÍPIO DE LORETO Advogado: HERMES MARTINS COÊLHO APELADO: J. F. CARVALHO FEITOSA Advogado: FRANCISCO DE DEUS BARROS RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 17-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: BANCO DO BRASIL S/A Advogados: EZEQUIAS NUNES LEITE BAPTISTA, JAIRO DISCACCIATI APELADO: LUIZ ALFREDO NETTO GUTERRES SOARES Advogado: KLEBER MOREIRA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 18-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS 1º APELANTE:COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO - CEMAR, Advogados: FLÁVIO RECCH LAVAREDA, GILBERTO COSTA SO- ARES, ENÉAS DE VILHENA FRAZÃO JÚNIOR, RAIMUNDO NONATO LEITE MORAES, LUIZ CÁSSIO ALVES DE MELO, WELLINGTON GUANABARA LEIROS, CARLENE GASPAR CARVALHO, JÚLIO CÉSAR MAIA ARAÚJO, JOSÉ PENHA DE CASTRO NETO, ROBERTA TRAVINCAS, ROGÉRIO COÊLHO ROCHA 2º APELANTE:ANTÔNIO CARLOS SOUSA RÊGO Advogados: SEBASTIÃO DA CRUZ MOREIRA, JOSÉ LUÍS LUCAS DA SILVA, CLEBEOMAR EVERTON MOREIRA, JOCIMAR CUTRIM FRÓZ 1º APELADO: ANTÔNIO CARLOS SOUSA RÊGO, Advogados: SEBASTIAO DA CRUZ MOREIRA, JOSÉ LUÍS LUCAS DA SILVA, CLEBEOMAR EVERTON MOREIRA, JOCIMAR CUTRIM FRÓZ 2º APELADO: COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO - CEMAR Advogados: FLÁVIO RECCH LAVAREDA, GILBERTO COSTA SO- ARES, ENEÁS DE VILHENA FRAZÃO JÚNIOR, RAIMUNDO NONATO LEITE MORAES, LUIZ CÁSSIO ALVES DE MELO, WELLINGTON GUANABARA LEIROS, CARLENE GASPAR CARVALHO, JÚLIO CÉSAR MAIA ARAÚJO, JOSÉ PENHA DE CASTRO NETO, ROBERTA TRAVINCAS, ROGÉRIO COÊLHO ROCHA RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 19-AÇÃO RESCISÓRIA N.º / SÃO LUÍS AUTOR: WALTER DE OLIVEIRA NERES Advogados: CLAUDIANA DO NASCIMENTO PINHEIRO, JOÃO DE DEUS DOS REIS RÉU: ERICA DE JESUS LOPES PINHEIRO DEFENSOR PúBLICO: FABÍOLA ALMEIDA BARROS Advogada: FABIANA RODRIGUES MENDES RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 20-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: KM INFORMÁTICA LTDA, KAREN CHUNG GRESKOVIAK, MARIA JOSÉ NAZARENO Advogados: JOSÉ MAGNO MORAES DE SOUSA, ANTÔNIO ROBERTO PIRES DA COSTA, FLORÊNCIO SOARES JÚNIOR, MÁRCIO JOSÉ DO CARMO MATOS COSTA APELADO: MC EDIÇÕES CULTURAIS LTDA Advogados: MARCO AURÉLIO FERREIRA LISBOA, EDSON FERREIRA LISBOA, MARCOS JOSÉ DOS REIS, FABIO PARREIRA MARQUES, MARIANA BARBOSA LIMA PESSANHA, ANTÔNIO AMÉRICO LOBATO GONÇALVES, LAURA AMÉLIA FERNANDES ZARANZA DE CARVALHO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 21-APELAÇÃO CÍVEL N.º / SÃO LUÍS APELANTE: FUNSEFAZ - FUNDAÇÃO DOS SERVIDORES FAZENDÁRIOS, SINDICATO DOS FUNCIONÁRIOS DO GRUPO TRI- BUTAÇÃO, ARRECADAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO DO MARANHÃO - SINTAF/MA Advogado: JOSÉ MAGNO MORAES DE SOUSA APELADO: UNIMED DE SÃO LUÍS - COOPERATIVA DE TRA-

20 20 QUINTA-FEIRA, 14 - AGOSTO-2003 D.O. PODER JUDICIÁRIO BALHO MÉDICO Advogada: JANE ROSE CUNHA BENTIVÍ RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 22-APELAÇÃO CÍVEL N.º / BACABAL APELANTE: BANCO DO BRASIL S/A Advogados: ORLANDO DA SILVA CAMPOS, EZEQUIAS NUNES LEITE BAPTISTA, ANTHONY BODEN, AGLIBERTO GOMES MA- CHADO, ANTÔNIO PEREIRA COSTA, AYRTON JORGE DE CASTRO VELOSO, JOSÉ ALBERTO CARVALHO LIMA, JOSÉ CARLOS MI- NEIRO, JOSÉ RIBAMAR BOTÃO FRANÇA, LUILTON PIO DE ALMEIDA, MARIA INEZ FERREIRA CAMPOS, SUZANA FIALHO ABDALA APELADOS: DEPURADORA MARIANA LTDA., MARCONES BE- ZERRA DA SILVA Advogados: JOÃO MARQUES FARIAS FILHO, JOSE ERALDO CRUZ RODRIGUES RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO 23-APELAÇÃO CÍVEL N.º / BACABAL APELANTE: BANCO GENERAL MOTORS S/A Advogados: ROSÂNGELA ARAÚJO GOULART, LÍDIA HELENA DE ALMEIDA SILVA, JOSÉ CLÁUDIO COSTA RIBEIRO, CARLOS ALESSANDRO DOS SANTOS SILVA, VITÓRIA MARIA NOGUEIRA PERDIGÃO FREIRE MUNIZ CANTANHEDE APELADO: FERNANDO FERREIRA SOUSA Advogado: KLEINO CARLOS RODRIGUES PINTO RELATOR: Des. MILSON DE SOUZA COUTINHO REVISORA: Desa. MARIA DULCE SOARES CLEMENTINO PALÁCIO DA JUSTIÇA CLOVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, 12 de agosto de 2003 Des. JOSÉ PIRES DA FONSECA VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM EXERCÍCIO Resenha de julgamentos da PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL, sessão do dia, 11 de agosto de Presidência: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF Procurador de Justiça: Secretária: ANA ZENAIDE ASSUNÇÃO SOARES Compareceram os Senhores Desembargadores:. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF, RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO, JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO, VICENTE FERREIRA LOPES( Jurisdição parcial e devidamente convocado). Aprovada a Ata da sessão anterior J U L G A M E N T O S 01 - AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): GILMAR PEREIRA SANTOS, MARIA GABRIELA SIL- VA PORTELA, JOSÉ BENTO FILHO, MANOEL TOMAZ DE A. NETO E OUTROS AGRAVADO(A): ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DOS MICRO-EM- PRESÁRIOS DE CONFECÇÕES DO ESTADO DO MARANHÃO- ADEMECEMA Advogado(a)(s):EDMUNDO DOS REIS LUZ, AIRTON JOSÉ TAJRA FEITOSA, ELAILE SILVA CARVALHO RELATOR: Des. JAMIL DE MIRANDA GEDEON NETO ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: PAGÉ PRODUTOS DE PETRÓLEO LTDA Advogado(a)(s):PAULO SÉRGIO VELTEN PEREIRA, ÍTALO FÁBIO AZEVEDO, ADRIANO C. RIBEIRO, CARLOS FREDERICO T. DOMINICI E OUTRA AGRAVADO(A): ALCÂNTARA DERIVADOS DE PETRÓLEO E SERVIÇOS LTDA Advogado(a)(s): SÔNIA MARIIA L. COÊLHO, ALBYLANE NERY DO NASCIMENTO RELATOR: Des. VICENTE FERREIRA LOPES ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: SODEXHO PASS DO BRASIL SERVIÇOS E COMÉR- CIO LTDA Advogado(a)(s):PAULO SÉRGIO VELTEN PEREIRA, ÍTALO FÁBIO AZEVEDO, ADRIANO C. RIBEIRO, CARLOS FREDERICO TAVARES DOMINICI AGRAVADO: AERO SUPORTE LTDA Advogado(a)(s): ANTÔNIO ERNANE C. DE NEW YORK, ADRIANO MÁRCIO SANTOS C. DE NEW YORK, DIANA P. SANTOS CACIQUE DE NEW YORK RELATOR: Des. RAYMUNDO LICIANO DE CARVALHO ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / IMPERATRIZ AGRAVANTE: LAMINADORA PARANÁ LTDA. Advogado(a)(s): OZIEL VIEIRA DA SILVA, EDMILSON F. DA SILVA, AMADEUS P. DA SILVA, WILKER B. CAVALCANTI, THAÍS YUKIE RAMALHO MOREIRA AGRAVADO(A): COLDEMAR RESINAS SINTÉTICAS LTDA. Advogado(a)(s): PERCIVAL MENON MARICATO, MÁRCIO EDUAR- DO MOREIRA DE CAMPOS ANDRADE, FABIANO LOURENÇO DE CASTRO E OUTROS RELATOR: Des. VICENTE FERREIRA LOPES ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / SÃO LUÍS AGRAVANTE: ISADORA ÁVIDOS CID CASTRO, REPRESENTADA PELA SUA MÃE WALESKA NEIVA MOREIRA ÁVIDOS Advogado(a)(s): RICARDO G. PESTANA, FERNANDO ROOSEVELT ROCHA, ALBERTO F. NOGUEIRA DA CRUZ, LEILA ELAINE DE C. CUTRIM AGRAVADO(A): ARMANDO MACHADO CASTRO FILHO Advogado(a)(s): FERNANDO JOSÉ MACHADO CASTRO, RICARDO GOMES CASTRO RELATOR: Des. JORGE RACHID MUBÁRACK MALUF ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / IMPERATRIZ AGRAVANTE: LÉLIA MOREIRA OLIVEIRA Advogado(a)(s): ERNO SORVOS AGRAVADO(A): JOÃO BATISTA BARBOSA Advogado(a)(s): MIRIAM APARECIDA DOS SANTOS GRAGNANIN, JOSÉ CLÉBIS DOS SANTOS, FRANCO KIOMITSU SUZUKI RELATOR: Des. VICENTE FERREIRA LOPES ADIADO O JULGAMENTO FACE A AUSÊNCIA JUSTIFICADA DO PROCURADOR DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º / BACABAL AGRAVANTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A, BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A Advogado(a)(s): PEDRO LOPES DE OLIVEIRA FILHO, ANTONIO GERALDO DE OLIVEIRA MARQUES PIMENTEL JÚNIOR E OU- TROS AGRAVADO: ALVES INDÚSTRIA SABÕES, ÓLEOS COMÉRCIO

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