Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI"

Transcrição

1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Simulação de uma Bolsa de Valores Virtual com agentes BDI Relatório Intermédio de Agentes e Inteligência Artificial Distribuída 2009/2010 Elementos do Grupo (Turma 1): David Manuel Rodrigues de Magalhães: Diogo Samuel Teixeira da Rocha: Eduardo Jorge Silva Leite de Oliveira: 2 de Novembro de 2009

2 Resumo Este relatório pretende descrever o estado actual de desenvolvimento de um projecto que consiste em construir um sistema multi-agente para fazer a simulação de uma bolsa de valores virtual com agentes BDI. Pretende-se que os agentes desempenhem o papel de investidores na bolsa de valores cujo objectivo é, através de compra e venda de acções, maximizar o rendimento de cada investidor. Nesta fase do projecto, ainda não existe qualquer tipo de implementação. Neste relatório apenas é descrito a arquitectura do sistema multi-agente a implementar, assim como a plataforma a usar, que é a ferramenta BRAHMS. São também explicadas as abordagens usadas pelos agentes investidores para analisar a bolsa. 1

3 Índice Introdução...3 Descrição do Problema...4 Descrição do cenário...4 Objectivos do trabalho...6 Resultados esperados e forma de avaliação...6 A plataforma BRAHMS...7 Descrição das características principais...7 Realce das funcionalidades relevantes para o trabalho...7 Especificação...9 Identificação e caracterização dos agentes (arquitectura, comportamento, estratégias)...9 Grupo Investidor...9 Grupo Estocastico (membro de grupo Investidor)...9 Grupo MME (membro do grupo Investidor)...9 Grupo MACD (membro do grupo Investidor)...9 Grupo RSI (membro do grupo Investidor)...9 Grupo Combinado (membro do grupo Investidor)...9 Grupo Naive (membro de grupo Investidor)...9 Agente Mercado...9 Classe Accao...9 Classe AccaoCompra...10 Classe AccaoVenda...10 Protocolos de interacção...11 Faseamento do projecto...12 Conclusão...13 Bibliografia

4 Introdução Este projecto tem como objectivo a simulação de um ambiente virtual de uma bolsa de valores com agentes BDI usando informação real dos mercados, relativa a cotações, volumes transaccionados, variações de cotação, etc. Através deste conjunto de informações iniciais, um conjunto de agentes investidores devem decidir quando comprar ou vender de forma a maximizar o seu rendimento. Desta forma, este trabalho representa a primeira abordagem a um problema de agentes, que uma importante vertente da Inteligência Artificial. A realização deste trabalho insere-se no âmbito da cadeira de Agentes e Inteligência Artificial Distribuída leccionada no 4º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Perante uma série de opções, a escolha do grupo recaiu sobre este trabalho por causa do interesse e curiosidade que o funcionamento do mercado de valores suscita, pois, nos dias que correm, muito se fala deste assunto e da influência que tem na economia global. A plataforma escolhida para a realização deste trabalho foi o sistema de multi-agente BRAHMS (Business Redesign Agent-based Holistic Modeling System), BRAHMS é um ambiente usado com o propósito de simulação bem como soluções de software que requerem agentes com inteligência artificial, possibilitando o uso de crenças, desejos e intenções (BDI: beliefdesire-and-intention). Este documento é escrito numa fase intermédia do projecto com o objectivo de fornecer uma descrição e análise do problema e descrever a solução projectada e suas funcionalidades principais e restrições. Assim, no presente relatório são expostos os seguintes temas, por esta ordem: análise e descrição do problema e dos objectivos do trabalho; análise da plataforma sobre a qual se irá desenvolver este projecto, identificação e caracterização dos agentes e outras entidades a utilizar e os protocolos de interacção entre eles. Finalmente é demonstrado o plano a seguir e são tiradas conclusões relativamente à realização deste trabalho. 3

5 Descrição do Problema Descrição do cenário O cenário do trabalho consiste numa bolsa de valores, onde serão aplicados agentes investidores. A bolsa de valores é um local onde as acções são transaccionadas pelos investidores. Essas acções passam de investidor para investidor a um determinado preço de compra/venda o que poderá aumentar ou diminuir o índice do valor da empresa. As acções são títulos de uma empresa, que podem estar em grande número (cada empresa tem um conjunto de acções). Essas acções podem ser transaccionadas a um determinado preço o que deverá reflectir o estado da empresa. Os investidores fazem variar o preço das acções de uma empresa conforme a procura e venda de acções e são os que no final de uma transacção poderão obter lucro ou perdas com as vendas das mesmas, que é o objectivo final. Hoje em dia a bolsa de valores é um dos principais locais onde se poderá ter uma ideia do valor de uma empresa, apesar do índice anunciado do valor da empresa na bolsa possa não corresponder ao exacto valor da mesma, mas dá para perceber o valor duma empresa em relação a outras. Análise técnica A análise técnica permite avaliar uma determinada empresa com base em indicadores. Existem vários indicadores que se baseiam no histórico das cotações para obter informações acerca das tendências que um determinado título deverá seguir no futuro. Um ou mais indicadores podem servir de base à decisão de compra e venda de títulos com o objectivo de tentar maximizar os ganhos. Irão ser abordados os seguintes indicadores (informações retiradas de [1]): Indicador Estotástico Este indicador usa o valor máximo e mínimo da cotação para um período de N dias. De modo a se poderem efectuar análises com este indicador são necessárias duas linhas, a primeira linha é o conceito em si (denominada %k) e a segunda linha é uma média móvel do indicador (denominada %d). %k = 100 Pre ço Corrente Mínimo Máximo Mínimo Em que Mínimo é o valor mínimo da cotação num período N e Máximo é o valor máximo de cotação no mesmo período. %d corresponde simplesmente ao cálculo da média de três valores de %k calculados para períodos de dias diferentes (por exemplo, 5, 11 e 14) [2]. O agente que segue este indicador decide vender quando a linha %k passa abaixo da linha %d. Quando a linha %k passa acima da linha %d, o agente investidor decide comprar. 4

6 Indicador MME A média móvel exponencial (MME) é um indicador muito utilizado e fiável para análise bolsista. O seu cálculo assenta numa média pesada de valores históricos das cotações de um determinado título, tal como o indicador anterior que abordamos também neste temos que escolher um intervalo que iremos ter em conta. A sua fórmula de cálculo é a seguinte: MME actual = Preço corrente MME anterior 2 Período MME anterior O agente investidor decide comprar acções de um determinado título em bolsa quando o valor da MME cruza a linha das cotações de um título para um valor superior, caso contrário decide vender. Indicador RSI O Índice de Força Relativa (Relative Strength Index: RSI) é um indicador que permite determinar qual a força do valor actual da acção de um título face a valores passados. A sua fórmula de cálculo é a seguinte: RSI = RS Sendo RS = S/D, de um determinado título, S representa a média de fecho das cotações dos últimos N dias em que este subiu, e D representa a média de fecho das cotações dos últimos N dias em que este desceu. Fazendo este cálculo obtém-se o valor inicial do RSI para os seguintes cálculos é necessário obter o novo RS através da seguinte fórmula: RS = S 13 +Subida /14 ( D 13 +Descida )/14 A Subida e Descida representam a diferença que o novo valor da acção sofreu relativamente ao anterior. O valor do RSI pode variar entre 0 e 100 de modo que o agente que segue este indicador compra quanto este indicador desce abaixo de 30 e vende quando sobe acima dos 70. Indicador MACD O Moving Average Convergence/Divergence (MACD) é um indicador de tendência que mostra a relação entre duas médias móveis. É calculado subtraindo à média móvel exponencial de 26 dias a média móvel exponencial de 12 dias. O gráfico que daí se obtém é comparado com o gráfico da média móvel exponencial de 9 dias denominada de linha de sinal. Intersecções dos gráficos: uma regra do MACD é vender sempre que o seu gráfico passe para baixo do gráfico da sua linha de sinal. Da mesma forma, um sinal de compra é emitido sempre que o seu gráfico passa para cima da sua linha de sinal. 5

7 Os indicadores aqui apresentados servirão de base para implementar as estratégias de compra e venda dos agentes a criar. Objectivos do trabalho Os objectivos deste trabalho são: Desenvolvimento de um sistema inicial de Bolsa através da obtenção de informações reais dos mercados, relativas a cotações, volumes transaccionados, variações de cotação, etc., retiradas de serviços on-line; Desenvolvimento de um conjunto de agentes investidores que através da análise de indicadores procuram maximizar os ganhos através de compra e venda de acções; Implementação de diferentes estratégias através do uso de diferentes indicadores para procurar maximizar os ganhos dos investidores; Desenvolvimento de interface gráfica que permita de forma user friendly visualizar a actividade de cada investidor e tirar ilações; Aprendizagem da ferramenta BRAHMS e dos conceitos fundamentais de agentes, crenças, desejos e intenções. Resultados esperados e forma de avaliação Espera-se que os agentes consigam determinar o comportamento da bolsa, tentando prever qual a tendência da mesma. Para isso serão criados diferentes tipos de agentes com estratégias diferentes de modo a simular a realidade o mais possível, na tentativa de que cada agente tente maximizar o seu resultado. Para avaliar os resultados pretende-se fazer uma estatística dos resultados obtidos pelos diferentes tipos de agentes, de forma a se concluir qual é que obtém melhores resultados. 6

8 A plataforma BRAHMS A ferramenta a utilizar será o software de agentes BRAHMS (Business Redesign Agentbased Holistic Modeling System). Este software permite a simulação de um ambiente com agentes que simulam o comportamento humano e as interacções entre humanos e máquinas [3]. O BRAHMS surgiu como teste de doutoramento de Maarten Sierhuis em Ciências Sociais e Informáticas, na universidade de Amesterdão, Holanda [4]. Esta ferramenta foi desenvolvida com o objectivo de analisar e modelar organizações humanas e processos de trabalho [3]. Actualmente o Doutor Maaten Sierhuis é investigador no NASA Ames Research Center, no estado da Califórnia, E.U.A. [5], sendo que a ferramenta BRAHMS é agora uma marca registada da NASA (National Aeronautics and Space Administration) [6]. Descrição das características principais O BRAHMS possui uma linguagem de programação orientada a agentes, baseada no modelo BDI (belief, desire, intention). Esta linguagem é baseada em regras e é estruturada em conceitos como agentes, objectos, crenças, factos ou actividades, entre outros. Existe um estado do mundo que é composto por factos. Cada agente ou objecto possui crenças e regem os seus comportamentos (actividades) pelas suas crenças, pelo estado do mundo e pelas informações obtidas dos outros agentes e objectos. Esta linguagem tem ainda um sistema geográfico que permite criar uma área com vários locais de modo a saber a localização dos agentes/objectos. Os agentes têm a possibilidade de transmitir as suas crenças a outros agentes e de alterar as suas crenças e visão do estado do mundo, mediante as regras de raciocínio estabelecidas. Um componente importante do BRAHMS é a virtual machine. Esta permite simular o ambiente multi-agente, de forma automática, bastando especificar o tempo de simulação, entre outras coisas. A simulação consiste num programa Java, em que cada agente e cada objecto corresponde a um thread. É também por isto que o BRAHMS permite especificar actividades ou mesmo agentes em linguagem Java, o que dá uma muito maior flexibilidade para especificar comportamentos. A simulação é guardada em ficheiro, que depois é possível de visualizar no BRAHMS: é possível ver a comunicação entre os agentes e objectos e o tempo de duração das actividades, através do Agent Viewer. Realce das funcionalidades relevantes para o trabalho O objectivo deste trabalho é ter vários agentes investidores que façam compras e vendas de acções entre si. O facto da linguagem do BRAHMS ser orientada a agentes facilita o seu desenvolvimento, até porque esta segue o modelo BDI que é o que é pretendido para este trabalho. 7

9 Por outro lado a referida virtual machine permite fazer uma simulação automaticamente, enquanto que doutra forma teria-se que construir uma simulação integralmente. 8

10 Especificação Identificação e caracterização dos agentes (arquitectura, comportamento, estratégias) No BRAHMS existem os conceitos grupo e classe. Os grupos são constituídos por agentes e as classes que são constituídas por objectos. Os agentes do mesmo grupo partilham características comuns ao grupo. Grupo Investidor Existem vários tipos de agentes investidores, cada um com a sua estratégia de analisar o mercado. Cada agente deste grupo tem como atributos as acções que possui, bem como as acções de compra a venda que lançou. Grupo Estocastico (membro de grupo Investidor) O grupo Estocastico é membro do grupo Investidor. Os agentes deste grupo são por isso investidores e utilizam o indicador estocástico para avaliar a bolsa. Grupo MME (membro do grupo Investidor) O grupo MME também é membro do grupo Investidor. Estes agentes utilizam o indicador média móvel exponencial (MME) para avaliar a bolsa. Grupo MACD (membro do grupo Investidor) O grupo MACD também é membro do grupo Investidor. Estes agentes utilizam o indicador MACD (que se baseia em três MME) para avaliar a bolsa. Grupo RSI (membro do grupo Investidor) O grupo RSI também é membro do grupo Investidor. Estes agentes utilizam o indicador Relative Strength Index (RSI) para avaliar a bolsa. Grupo Combinado (membro do grupo Investidor) O grupo Combinado também é membro do grupo Investidor. Estes agentes utilizam vários indicadores, dos referidos anteriormente, para avaliar a bolsa. Grupo Naive (membro de grupo Investidor) O grupo Naive é membro do grupo Investidor. Os agentes deste grupo são por isso investidores e utilizam um método de compra ou venda muito simples: se as acções estiverem acima de uma determinada cotação, compra; se estiverem abaixo, vende. Agente Mercado Só existe um agente deste tipo, por isso é que não se criou um grupo. O agente Mercado guarda as acções de compra e de venda feita pelos investidores e verifica se existem propostas de compra que satisfaçam propostas de venda, de modo a se proceder a transacções de acções [7]. Classe Accao Cada objecto que herda da classe Accao representa todas as acções de uma empresa. Assim cada objecto desta classe tem um nome identificador da empresa, o valor da cotação 9

11 actual das acções e o número de acções desse tipo que existem. Cada objecto Accao terá ainda um histórico do valor do fecho das acções da empresa durante um período a definir. Classe AccaoCompra Cada objecto da classe AccaoCompra representa uma acção de compra de acções de uma empresa por parte de um investidor. Por isso esta classe tem como atributos o número de acções a comprar, o preço que o investidor oferece e o tipo de acções a comprar. Classe AccaoVenda Esta classe tem estrutura e função análoga à classe AccaoCompra, a diferença é que esta classe representa acções de venda, em vez de acções de compra. A figura 1 mostra como estes componentes estão ligados no sistema. class Class Model analisa BPI AccaoCompra Estocastico BCP faz MME Accao tem Inv estidor RSI Mercado SONAECOM faz MACD AccaoVenda... Combinado Naiv e analisa Figura 1: Relações existentes entre os componentes do ambiente multi-agente. Pela figura 1 pode-se ver que os agentes do tipo Estocastico, MME, RSI, MACD, Combinado e Naive pertencem ao grupo Investidor. Cada elemento deste grupo tem 10

12 elementos da classe Accao. Esses elementos podem ser acções BPI, BCP, etc. Por outro lado cada elemento do grupo Investidor faz acções de compra ou venda (classe AccaoCompra e classe AccaoVenda) sobre acções de uma empresa (classe Accao). De referir ainda que o mercado bolsista a utilizar é composto pelas empresas que constituem o índice PSI-20, que é o principal índice da bolsa de valores de Lisboa [8]. Daí que apareçam no diagrama da figura 1 as entidades BPI, BCP e SONAECOM que são objectos membros do grupo Accao, pois são acções de empresas que constituem este índice. Protocolos de interacção Os agentes investidores necessitam de analisar as acções existentes no mercado para decidir se devem comprar ou vender acções. A figura 2 mostra o processo de comunicação existente entre as várias entidades para que um agente investidor compre acções. sd Use Case View Agente Mercado Agente Investidor Comprador Objectos Accao Objectos AccaoVenda Agente Investidor Vendedor analisaaccoes() fazaccaodecompra() AccaoCompra enviaaccaocompra() amalisaproposta() existeaccaovenda() propostaaceite() compraaccao() enviadinheiro() Figura 2: Diagrama de sequência da compra de acções de uma empresa, por parte de um agente investidor. O agente Investidor analisa todos os objectos da classe Accao que existem no mercado. Mediante a estratégia de avaliação das acções, ele pode decidir comprar acções de uma empresa. Se decide comprar então ele tem que criar um objecto da classe AccaoCompra. O agente Mercado, depois de receber a AccaoCompra, verifica se existe um objecto AccaoVenda que representa uma acção de venda que satisfaça a acção de compra. Se existir, então dá-se a compra de acções. O agente Mercado informa a classe AccaoCompra, sendo que 11

13 esta informa o agente investidor comprador, descontando-lhe o dinheiro que é enviado para o agente vendedor pelo mercado. O processo de venda de acções é análogo a este, sendo que só trocam os agentes comprador e vendedor de posição no diagrama. Faseamento do projecto Até à entrega deste relatório fez-se o estudo do funcionamento da bolsa de valores e da ferramenta BRAHMS. Também já existe algum código feito, mas ainda não testado. A partir de agora pretende-se colocar a bolsa a funcionar com agentes naíve e só depois começar a introduzir métodos de análise da bolsa mais complexos, que provavelmente envolverão a criação de actividades na linguagem Java. Isto tem que ser feito, naturalmente, de forma gradual, pois primeiro começa-se com poucos agentes, e vai-se aumentando o número destes para ver como interagem. Depois de atingir uma combinação estável, o objectivo é fazer uma estatística dos resultados obtidos por cada tipo de agente, a fim de verificar a influência que cada indicador tem no desempenho do respectivo investidor. Numa primeira fase pretende-se utilizar o Agent Viewer do BRAHMS para testar. Depois tentar-se-á criar uma interface gráfica para facilitar a percepção do que se passa na simulação. 12

14 Conclusão Neste relatório foi apresentado um modelo a utilizar para montar um sistema multiagente que simule o funcionamento de uma bolsa de valores. Por ainda não se ter testado este modelo, ainda não se podem tirar conclusões sobre a sua funcionalidade e sobre as diferenças existentes entre os indicadores da análise técnica referidos. No entanto, com as entidades descritas neste relatório, espera-se implementar com sucesso este sistema. Naturalmente que os agentes e objectos aqui descritos podem vir a sofrer alterações na versão final, devido ao facto de ainda não terem sido testados e de se tratar da primeira experiência com a ferramenta BRAHMS. 13

15 Bibliografia [1] Pacheco, J.C.S.; Pacheco, P.J.D; Silva, T.M.G.; Relatório Final: Agentes para um Bolsa de Valores Virtual; FEUP, disponível em Dezembro de 2005; [2] Stochastic Oscillator Wikipedia, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; [3] Agent isolutions, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; [4] Maarten Sierhuis' Home Page, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; [5] NASA Ames Home, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; [6] NASA Wikipedia, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; [7] Pereira, C.C.; Mauri, A.; Tettamanzi, A.G.B; Cognitive-Agent-Based Modeling of a Financial Market; 2009 IEEE/WIC/ACM International Joint Conference on Web Intelligence and Intelligent Agent Technology; [8] PSI20.NET, disponível em consultado em 30 de Outubro de 2009; 14

Relatório de Análise de Requisitos

Relatório de Análise de Requisitos Relatório de Análise de Requisitos (15/03/02 Versão 1.0) Gestão de Beneficiários Eduardo Abreu ei98020@fe.up.pt Miguel David ei98019@fe.up.pt Nuno Ferreira ei98003@fe.up.pt Tiago Silva ei98015@fe.up.pt

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues

Mercados e Investimentos Financeiros. Introdução aos mercados acionistas. DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues Introdução aos mercados acionistas DOCENTE : Luís Fernandes Rodrigues O Mercado Financeiro O Mercado Monetário Interbancário (MMI) é um mercado organizado, onde as instituições participantes trocam entre

Leia mais

Bolsa Bolhas e Crashes. Adriano Alves Simões adriano.simoes@ist.utl.pt

Bolsa Bolhas e Crashes. Adriano Alves Simões adriano.simoes@ist.utl.pt Bolsa Bolhas e Crashes Adriano Alves Simões adriano.simoes@ist.utl.pt Perguntas Podem e devem fazer perguntas sempre que quiserem. Introdução: Um pouco de História O que é a Bolsa e como funciona? Estratégias

Leia mais

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Base de Dados para Administrações de Condomínios Base de Dados para Administrações de Condomínios José Pedro Gaiolas de Sousa Pinto: ei03069@fe.up.pt Marco António Sousa Nunes Fernandes Silva: ei03121@fe.up.pt Pedro Miguel Rosário Alves: alves.pedro@fe.up.pt

Leia mais

Rock In Rio - Lisboa

Rock In Rio - Lisboa Curso de Engenharia Informática Industrial Rock In Rio - Lisboa Elaborado por: Ano Lectivo: 2004/05 Tiago Costa N.º 4917 Turma: C Gustavo Graça Patrício N.º 4757 Turma: C Docente: Professora Maria Estalagem

Leia mais

Engenharia Informática

Engenharia Informática Escola Superior de Ciência e Tecnologia Engenharia Informática Análise de Sistemas Informáticos 3º ano Exame 12 de Julho de 2006 Docentes: José Correia e João Paulo Rodrigues Duração: 90 m; Tolerância:

Leia mais

3 ao Quadrado - Agenda Web

3 ao Quadrado - Agenda Web 3 ao Quadrado - Agenda Web Relatório de Gestão de Projectos de Software - Grupo A - LEIC 2001/2002 http://gnomo.fe.up.pt/gps01a João Montenegro - ei97023@fe.up.pt André Teixeira - ei97024@fe.up.pt Carlos

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios

GereComSaber. Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software. Sistema de Gestão de Serviços em Condomínios Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática 3ºAno Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/2010 GereComSaber Sistema de

Leia mais

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Um sistema SMS 1 simplificado

Um sistema SMS 1 simplificado 1 Introdução Um sistema SMS 1 simplificado Projecto de Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC IST, Tagus Park 10 de Setembro de 2007 Pretende-se com este projecto que os alunos implementem um sistema

Leia mais

Manual do Gestor da Informação do Sistema

Manual do Gestor da Informação do Sistema Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura Informática e Computação Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Gestor da Informação do Sistema João Braga

Leia mais

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING 1000833 Henrique de Meireles Morais Maio de 2008 Disciplina: Sistemas Baseados em Agentes Professor: António Pinto de Sousa e Silva Mestrado

Leia mais

Modelo Cascata ou Clássico

Modelo Cascata ou Clássico Modelo Cascata ou Clássico INTRODUÇÃO O modelo clássico ou cascata, que também é conhecido por abordagem top-down, foi proposto por Royce em 1970. Até meados da década de 1980 foi o único modelo com aceitação

Leia mais

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online

Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Integração Empresarial Descrição de um problema de integração: Sistema de vendas online Luís Costa - 8050120 Abril, 2012 1. Introdução Este documento apresenta detalhadamente o processo de negócio de uma

Leia mais

Departamento de Sistemas e Informática. Licenciatura em Engenharia Informática Industrial EDP

Departamento de Sistemas e Informática. Licenciatura em Engenharia Informática Industrial EDP Departamento de Sistemas e Informática Licenciatura em Engenharia Informática Industrial Projecto ARC Ano Lectivo de 2006/2007 EDP Processamento das Leituras dos Contadores de Electricidade dos Consumidores

Leia mais

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões

Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões Capítulo 7 Linguateca e Processamento de Linguagem Natural na Área da Saúde: Alguns Comentários e Sugestões Liliana Ferreira, António Teixeira e João Paulo da Silva Cunha Luís Costa, Diana Santos e Nuno

Leia mais

Requisitos e Modelação

Requisitos e Modelação Requisitos e Modelação combinação essencial para melhorar o processo de desenvolvimento de software Class4 -End1 -End2 Class1 * * System Actor1 * -End3 -End5 -End7 * Actor2 UseCase1 -End4 * UseCase2 -End6

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 GRUPO 10. Vítor Martins 47121. Rui Fonseca 47081. David Barbosa 47076. Ricardo Boas 47023

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 GRUPO 10. Vítor Martins 47121. Rui Fonseca 47081. David Barbosa 47076. Ricardo Boas 47023 DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS SOFTWARE FASE 1 David Barbosa 47076 Ricardo Boas 47023 Rui Fonseca 47081 Vítor Martins 47121 GRUPO 10 2009/2010 1 Índice 1. Introdução... 2 1.1 Visão Geral do Problema... 2

Leia mais

Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros

Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros Sumário Módulo 4 - Especulação e Cobertura de Riscos com Futuros ISEG Universidade Técnica de Lisboa 6 de Maio de 2005 Parte I Sumário Parte I: Arbitragem com Futuros Parte II: Especulação com Futuros

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em CFDs

Conceitos básicos de negociação em CFDs Conceitos básicos de negociação em CFDs N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar a perda

Leia mais

Livro de Ponto Automático e Controlo de Assiduidade

Livro de Ponto Automático e Controlo de Assiduidade Instituto Superior Politécnico Gaya Disciplina de Seminário Engenharia Informática 2006/2007 Cristina Moreira Silva cms@ispgaya.pt Sandra Patrícia Soares Santos spss@ispgaya.pt Relatório de Definição Livro

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) http://curriculum.degois.pt Março de 2012 Versão 1.5 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador

Leia mais

UNIVERSIDADE DE AVEIRO

UNIVERSIDADE DE AVEIRO UNIVERSIDADE DE AVEIRO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, GESTÃO E ENGENHARIA INDUSTRIAL MESTRADO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO DISCIPLINA: GESTÃO DA INFORMAÇÃO CAPACIDADE DE RESPOSTA A SOLICITAÇÕES DO EXTERIOR - DIÁLOGO

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Instalação em Rede. v2011 Manual Avançado Instalação em Rede v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Hardware... 3 b) Servidor:... 3 c) Rede:... 3 d) Pontos de Venda... 4 4. SQL Server... 5 e) Configurar porta estática:... 5 5.

Leia mais

Relatório Preliminar de. Projecto de Telecomunicações em Contexto Empresarial II. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source

Relatório Preliminar de. Projecto de Telecomunicações em Contexto Empresarial II. VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Relatório Preliminar de Projecto de Telecomunicações em Contexto Empresarial II VoIP Desenvolvimento de Aplicações em Plataformas Open Source Cândido Silva Av. dos Descobrimentos, 333 4400-103 Santa Marinha

Leia mais

Sistemas de Bases de Dados

Sistemas de Bases de Dados Sistemas de Bases de Dados Carlos Viegas Damásio José Alferes e Carlos Viegas Damásio Sistemas de Bases de Dados 2014/15 Objectivos - Em Bases de Dados (2º ano) pretendia-se: Que os estudantes fossem capazes

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas de Software

Desenvolvimento de Sistemas de Software Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 João Fernandes, João Gonçalves, José Pereira,

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF GESTÃO Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) Informação e Decisões Gerir envolve tomar muitas e frequentes decisões Para decidir com eficácia

Leia mais

Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas

Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas INEB- PSI Technical Report 2007-2 Ferramenta computacional para implementação de redes neuronais optimização das capacidades gráficas Alexandra Oliveira aao@fe.up.pt Professor Joaquim Marques de Sá December

Leia mais

b : nas representações gráficas de funções do tipo

b : nas representações gráficas de funções do tipo do as suas escolhas a partir daí. Nesta situação, tendem a identificar as assímptotas verticais, as assímptotas horizontais e a associar as representações analítica e gráfica que têm estas características

Leia mais

Agentes em Counter Strike

Agentes em Counter Strike Agentes Autónomos e Sistemas MultiAgente 2º Semestre, 2008-2009 Departamento de Engenharia Informática Enunciado do projecto Agentes em Counter Strike 27 de Abril de 2009 1 Introdução O objectivo do projecto

Leia mais

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0

PERIVER PLATAFORMA SOFTWARE REQUIREMENT SPECIFICATION. Periver_SoftwareRequirementSpecification_2008-03-31_v1.0.doc. Versão 1.0 PLATAFORMA Versão 1.0 31 de Março de 2008 TABELA DE REVISÕES Versão Autores Descrição da Versão Aprovadores Data António Rocha Cristina Rodrigues André Ligeiro V0.1r Dinis Monteiro Versão inicial António

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em Futuros

Conceitos básicos de negociação em Futuros Conceitos básicos de negociação em Futuros N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar

Leia mais

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

OurDocs. Sistemas Distribuídos Engenharia de Software. Sistema de gestão documental. ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt Sistemas Distribuídos Engenharia de Software 2º Semestre, 2006/2007 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: OurDocs Sistema de gestão documental ic-sod@mega.ist.utl.pt ic-es@mega.ist.utl.pt

Leia mais

Enunciado de apresentação do projecto

Enunciado de apresentação do projecto Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2 o Semestre de 2009/2010 Enunciado de apresentação do projecto FEARSe Índice 1 Introdução... 2 2 Cenário de Enquadramento... 2 2.1 Requisitos funcionais...

Leia mais

3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation

3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation 29 3 Multi-Agent System for Stock Exchange Simulation A participação na competição Agent Reputation Trust (ART) Testbed [10] motivou o estudo do domínio

Leia mais

Gestão de Configurações II

Gestão de Configurações II Gestão de Configurações II Bibliografia Livro: Software Configuration Management Patterns: Effective Teamwork, Practical Integration Gestão de Projecto 14 Padrões de Gestão Os padrões de gestão de configurações

Leia mais

Sumário. Engenharia de Software. Gestão da Complexidade. Objectivos. Engenharia de Software

Sumário. Engenharia de Software. Gestão da Complexidade. Objectivos. Engenharia de Software Engenharia de Software Engenharia de Software António Rito Silva Rito.Silva@inesc-id.pt Objectivos Problemas Qualidades Técnicas Conclusões Referências Sumário Engenharia de Software 2 Objectivos A engenharia

Leia mais

Manual CallCenter para a IPBrick

Manual CallCenter para a IPBrick Manual CallCenter para a IPBrick iportalmais 1 de Outubro de 2010 1 1 Introdução As empresas usam call centers como forma de interagir e de construir relações com os seus clientes. Consciente da importância

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

.Net Remoting Pizzaria

.Net Remoting Pizzaria .Net Remoting Pizzaria 1º Trabalho Prático Tecnologias de Distribuição e Integração 4º Ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação João Carlos Figueiredo Rodrigues Prudêncio ei07111@fe.up.pt

Leia mais

INOVAÇÃO E SOLUÇÃO INTEGRADA

INOVAÇÃO E SOLUÇÃO INTEGRADA INOVAÇÃO E SOLUÇÃO INTEGRADA A Formação no ISQ A actividade de Formação do ISQ tem sido uma forte aposta enquanto factor determinante para o desenvolvimento e melhoria de desempenho dos sectores tecnológicos

Leia mais

Software comercial para planeamento da distribuição

Software comercial para planeamento da distribuição Software comercial para planeamento da distribuição Existe uma grande variedade de software comercial para planeamento e análise de sistemas eléctricos de distribuição (ver tabela). Muitas das empresas

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

. MERCADOS MOBILIÁRIOS

. MERCADOS MOBILIÁRIOS . MERCADOS 5.. M DE VALORES MOBILIÁRIOS 5. Mercados de Valores Mobiliários O QUE SÃO OS MERCADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS? Os mercados de valores mobiliários são um espaço ou uma organização que se destina

Leia mais

Universidade do Minho Licenciatura em Engenharia Informática

Universidade do Minho Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Licenciatura em Engenharia Informática Disciplina de Desenvolvimento de Sistemas de Software Trabalho Prático Fase 1 Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Grupo 15 Cláudio Manuel Rigueiro

Leia mais

Departamento de Ciências e Tecnologias

Departamento de Ciências e Tecnologias Futuro Departamento de Ciências e Tecnologias Licenciatura em Engenharia Informática Missão Dotar os alunos de uma sólida formação teórica e experimental que garanta aos futuros licenciados a capacidade

Leia mais

SEGURANÇA EM SISTEMAS INFORMÁTICOS

SEGURANÇA EM SISTEMAS INFORMÁTICOS SEGURANÇA EM SISTEMAS INFORMÁTICOS SENHAS DE UTILIZAÇÃO ÚNICA GRUPO 12 DAVID RIBEIRO FÁBIO NEVES EI06053@FE.UP.PT EI06102@FE.UP.PT Porto, 7 de Dezembro de 2010 Índice Resumo O presente relatório tem como

Leia mais

Gestão do conhecimento

Gestão do conhecimento Gestão do Exemplos e aplicações Luis Manuel Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Janeiro de 2002 O SI, a GI e o Negócio Gestão e pessoas GESTÃO DA INFORMAÇÃO Organização e procedimentos SISTEMA DE INFORMAÇÃO missão

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

WebSphere_Integration_Developer_D_Jan06 Script

WebSphere_Integration_Developer_D_Jan06 Script WebSphere_Integration_Developer_D_Jan06 Script 1a Nesta demonstração, Will Dunlop, um programador de integração da JK, utiliza o IBM, [ IBM], ou WID para construir um novo serviço orientado para os processos

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Projecto de Desenvolvimento de Sistemas de Software

Projecto de Desenvolvimento de Sistemas de Software Projecto de Desenvolvimento de Sistemas de Software Grupo 2 Carla Alexandra Marques Gregório, nº51840 Nuno Filipe Cruzeiro de Almeida, nº51822 Rogério Araújo Costa, nº51831 1 Introdução No âmbito da disciplina

Leia mais

Manual do GesFiliais

Manual do GesFiliais Manual do GesFiliais Introdução... 3 Arquitectura e Interligação dos elementos do sistema... 4 Configuração do GesPOS Back-Office... 7 Utilização do GesFiliais... 12 Outros modos de utilização do GesFiliais...

Leia mais

O que são CFDs? CFDS Uma abordagem prática

O que são CFDs? CFDS Uma abordagem prática O que são CFDs? Um CFD (Contract for difference) é um instrumento financeiro negociado fora de mercados regulamentados que proporciona, aos investidores, uma forma mais eficiente de negociação em acções.

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Engenharia de Software. Enunciado da Primeira Parte do Projecto

Engenharia de Software. Enunciado da Primeira Parte do Projecto LEIC-A, LEIC-T, LETI, MEIC-T, MEIC-A Engenharia de Software 2 o Semestre 2014/2015 Enunciado da Primeira Parte do Projecto 1. Primeira Parte do Projecto ES Este enunciado descreve o trabalho a realizar

Leia mais

http://www.di.uminho.pt

http://www.di.uminho.pt Escola de Engenharia Departamento de Informática Desenvolvimento de Sistemas de Informação LESI 4º ano / 2º semestre (5308O7) LMCC 4º ano / 2º semestre (7008N8 Opção II) 2005/2006 José Creissac Campos

Leia mais

An enterprise distributed system

An enterprise distributed system An enterprise distributed system 2º Trabalho Prático Tecnologias de Distribuição e Integração 4º Ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação João Carlos Figueiredo Rodrigues Prudêncio

Leia mais

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa Neste artigo clarifica-se os objectivos do ILM (Information Life Cycle Management) e mostra-se como estes estão dependentes da realização e manutenção

Leia mais

Avaliação Preditiva. Capítulo 9. HCI, Cap. 12, AlanDix. Interactive System Design, Cap. 8, William Newman

Avaliação Preditiva. Capítulo 9. HCI, Cap. 12, AlanDix. Interactive System Design, Cap. 8, William Newman Avaliação Preditiva Capítulo 9 HCI, Cap. 12, AlanDix Interactive System Design, Cap. 8, William Newman Transparências da disciplina de Interfaces Homem-Máquina IST, Mário Rui Gomes e Joaquim Jorge Resumo:

Leia mais

Análise da Aplicação Informática: SIFARMA. (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004)

Análise da Aplicação Informática: SIFARMA. (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004) Análise da Aplicação Informática: SIFARMA (Documento adaptado de trabalho realizado por Pedro Ivo Mota, Março 2004) Índice 1. Identificação da Aplicação Escolhida... 2 2. Descrição do Contexto de Utilização...

Leia mais

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B

Prova Escrita de Aplicações Informáticas B EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Aplicações Informáticas B 12.º Ano de Escolaridade Prova 703/1.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Projecto SAPIENS Sistema de Avaliação Assistida por Computador RELATÓRIO

Leia mais

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Inteligência Artificial 3º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Elementos do Grupo: Bruno Lima 080509068 bruno.lima@fe.up.pt Pedro

Leia mais

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1 Análise Inteligente de Dados Objectivo: Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano Ficha T. Prática n.º 1 Estudo do paradigma multidimensional com introdução de uma extensão ao diagrama E/R

Leia mais

Guia de Prova de Aptidão Profissional

Guia de Prova de Aptidão Profissional Guia de Prova de Aptidão Profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Fábio Alexandre Lemos Ferreira Fábio Cardante Teixeira 2010/2011 Índice I. Apresentação permanente do projecto...

Leia mais

Sistemas Multi-agentes

Sistemas Multi-agentes Automatização do Mercado de Capitais Através de um Sistema Multi-agentes Paulo de Tarso Gomide Castro Silva Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Informática 24 de novembro

Leia mais

SIMULADOR MULTI-AGENTE DE MERCADOS ELECTRÓNICOS COM

SIMULADOR MULTI-AGENTE DE MERCADOS ELECTRÓNICOS COM SIMULADOR MULTI-AGENTE DE MERCADOS ELECTRÓNICOS COM MAPEAMENTO DE ONTOLOGIAS Maria João Viamonte, Nuno Silva GECAD - Knowledge Engineering and Decision Support Research Group Polytechnic Institute of Porto

Leia mais

TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO

TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO TEORIA DOS JOGOS E APRENDIZADO DE MÁQUINA Estudos Iniciais André Filipe de Moraes Batista Disciplina de Aprendizagem de Máquina UFABC 2010 TEORIA DOS JOGOS Ramo da matemática aplicada estuda situações

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Processos I: Threads, virtualização e comunicação via protocolos Prof. MSc. Hugo Souza Nesta primeira parte sobre os Processos Distribuídos iremos abordar: Processos e a comunicação

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt Engenharia de software A economia de todos os países desenvolvidos depende do software. O

Leia mais

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com

A plataforma. Sistemas de Gestão de Aprendizagem. Carlos Nunes csmnunes@gmail.com A plataforma Sistemas de Gestão de Aprendizagem Carlos Nunes csmnunes@gmail.com O que é o Moodle? É um Sistema de Gestão de Aprendizagem (LMS) e de trabalho colaborativo, acessível através da Internet

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

ferramentas e funcionalidades básicas

ferramentas e funcionalidades básicas ferramentas e funcionalidades básicas MOODLE - Tipos de Actividades Núcleo Minerva da Universidade de Évora Referendo A actividade Referendo permite ao professor fazer, por exemplo, uma sondagem de opinião

Leia mais

Análise real de dados

Análise real de dados Análise real de dados Para tacógrafos analógicos e digitais www.siemensvdo.com 1 Maximize todas as potencialidades dos tacógrafos digitais Novas obrigações, novas opções de análise Para si e para a sua

Leia mais

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC

Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC Perguntas e Respostas via WebCast Roadshow Mais PHC 2009 O novo SNC PERGUNTAS VIA WEB CAST: Dado que vamos ter necessariamente durante o período de transição que efectuar lançamentos manuais na contabilidade,

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.

O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito. Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1. O que é a ciência de dados (data science). Discussão do conceito Luís Borges Gouveia Universidade Fernando Pessoa Versão 1.3, Outubro, 2015 Nota prévia Esta apresentação tem por objetivo, proporcionar

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo

ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo ServidorEscola Plataforma Web de apoio Administrativo Introdução Co-habitamos uma sociedade de informação universal, aliados ao paradigma da evolução tecnológica que se verifica e se revela como um meio

Leia mais

Introdução. 1.1. Âmbito do Documento

Introdução. 1.1. Âmbito do Documento Introdução Embora o conceito de virtualização, não seja um conceito novo, o uso desta tecnologia vem crescendo exponencialmente nas infra-estruturas de TI. Este crescimento deve-se sobretudo aos benefícios

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Iniciação para docentes Universidade Atlântica Versão: 1 Data: Fevereiro 2010 Última revisão: Fevereiro 2010 Autor: Ricardo Gusmão Índice Introdução... 1 Registo no Moodle...

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Unified Modeling Language. Diagramas de Implementação

Unified Modeling Language. Diagramas de Implementação Unified Modeling Language Diagramas de Implementação José Correia, Junho 2006 (http://paginas.ispgaya.pt/~jcorreia/) Diagramas de implementação José Correia UML Diagramas de Implementação 2 Diagramas de

Leia mais

MANUAL DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE INVESTIMENTOS MANUAL DE INVESTIMENTOS Manual de utilização e dicas para que conheça melhor a área de Investimentos do site millenniumbcp.pt. 1 02 ÍNDICE 03 1 VANTAGENS DA ÁREA DE INVESTIMENTOS 04 2 ESTRUTURA 04 Homepage

Leia mais

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Projecto de Programação MEEC - 2010/2011-1ºSemestre. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Programação 2010/2011 Enunciado do projecto O projecto a desenvolver pelos alunos consistirá numa sistema de monitorização do estado de

Leia mais

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing.

Pretendemos também abordar as filosofias e os tipos de Marketing. Outro dos pontos abordados é o planeamento estratégico e o processo de Marketing. Universidade do Algarve Escola superior de Tecnologia Engenharia Elétrica e Eletrónica MARKETING Docente: Jaime Martins Discentes: Mário Sousa Nº25649 Mário Fontainhas Nº24148 Paulo Rodrigues Nº23615 Introdução

Leia mais

Secção II. A utilização nas empresas das tecnologias de inteligência artificial

Secção II. A utilização nas empresas das tecnologias de inteligência artificial 1 Secção II A utilização nas empresas das tecnologias de inteligência artificial 2 As empresas e a IA Concebidas para aproveitar as capacidades dos seres humanos, não para as substituir as tecnologias

Leia mais

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010 Oficina de Multimédia B ESEQ 12º i 2009/2010 Conceitos gerais Multimédia Hipertexto Hipermédia Texto Tipografia Vídeo Áudio Animação Interface Interacção Multimédia: É uma tecnologia digital de comunicação,

Leia mais

Capítulo 8. Software de Sistema

Capítulo 8. Software de Sistema Capítulo 8 Software de Sistema Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer o ciclo de desenvolvimento da linguagem Java

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Desenho de Software Departamento de Matemática Universidade dos Açores Hélia Guerra helia@uac.pt desenho Desenho (dicionário Priberam on-line) do Lat.! designu s. m., arte de representar

Leia mais