CONTABILIDADE RURAL. Att. Márcio S. Amorim.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTABILIDADE RURAL. Att. Márcio S. Amorim. marcioamorim@centershop.com.br"

Transcrição

1 CONTABILIDADE RURAL. Prezado (a) Aluno (a), A disciplina Contabilidade Rural, conforme pode-se imaginar, irá proporcionar ao aluno uma visão da contabilidade aplicada e esta área de tão importante atuação social, além de muito rica de particularidades e também na sua grandiosidade financeira. Esta matéria está dividida em três principais tópicos contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária e imposto de renda da pessoa jurídica (voltado para a área agropecuária). Detalhamento das avaliações: 1º Avaliação: 15,0 pontos de avaliação / 15 pontos de trabalho interdisciplinar / 10 pontos de outros trabalhos. 2º Avaliação: 30,0 pontos. 3º Avaliação: 30,0 pontos. OBS: Poderão ser aplicados trabalhos, conforme determinação da instituição de ensino. PROGRAMAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE 2010: ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS; CULTURAS TEMPORÁRIAS E CULTURAS PERMANENTES; NOVOS PROJETOS AGROPECUÁRIOS E GASTOS DE MELHORIAS; DEPRECIAÇÃO NA AGROPECUÁRIA; PLANIFICAÇÃO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRÍCOLA; CONTABILIDADE NA PECUÁRIA; CONTABILIZAÇÃO PELO MÉTODO DE CUSTOS; CUSTOS NA PECUÁRIA; MÉTODO DE AVALIAÇÃO PELO PREÇO DE MERCADO; IMPOSTO DE RENDA AGROPECUÁRIO ME/EPP; IMPOSTO DE RENDA AGROPECUÁRIO IRPJ; IMPOSTO DE RENDA AGROPECUÁRIO P.F.; PROCEDIMENTOS LEGAIS EM OUTROS ÓRGÃOS. Att. Márcio S. Amorim.

2 MÓDULO I CONTABILIDADE AGRÍCOLA. ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS. 1 EMPRESAS RURAIS. Empresas rurais são aquelas que exploram a capacidade produtiva do solo cultivando a terra, criando animais ou então transformando produtos agrícolas. O campo de atuação das empresas rurais está divido em três grupos: a) Produção vegetal atividade agrícola; b) Produção animal atividade zootécnica; c) Indústrias rurais atividade agroindustrial. Na atividade agrícola, são produzidos, dentre outros, os seguintes produtos cereais (arroz, feijão, milho, etc.), hortaliças (verduras, tomate, etc.), tubérculos (mandioca, cenoura, etc.), pomares (manga, laranja, etc.). Na atividade zootécnica, ocorre criação de animais avicultura (aves), pecuária (criação de gado), piscicultura (peixes), etc. Sendo que, dentre estes, destaca-se no Brasil a criação de gado com maior volume em movimentação produtiva e econômica. Na atividade agroindustrial, haverá o beneficiamento e transformação de produtos agrícolas (arroz, café, cana-de-açúcar em álcool) e zootécnicos (mel, laticínios, etc.). 2 CONTABILIDADE RURAL. A contabilidade rural é a contabilidade geral aplicada às empresas rurais. Além dela, mas ainda no campo rural, pode-se destacar a contabilidade agrícola, zootécnica, pecuária, agropecuária e da agroindústria. 3 ANO AGRÍCOLA x EXERCÍCIO SOCIAL. Na contabilidade geral, o ano civil é seguido para a determinação do exercício social da empresa e a sua finalização é coincidente; já para a contabilidade rural, esta regra não tem como ser exatamente seguida, já que, neste caso, as despesas (custos) e receitas ocorrem todas em torno de uma determinada safra ou processo produtivo, caracterizando a sazonalidade. Neste caso, o encerramento do ano agrícola deve se dar com o término da colheita e sua comercialização (caso não esteja estocada). Este é, sem dúvida, o melhor momento para se medir (apurar) o resultado daquela empresa. Caso seja mantido ao mesmo tempo culturas com períodos de colheita diferentes, é recomendado que o ano agrícola seja determinado conforme o ciclo daquele que tenha maior movimento financeiro. Neste caso, aquela plantação em andamento, 2

3 seria classificada na contabilidade desta forma semelhante ao estoque em andamento nas demais empresas comerciais. Já na atividade pecuária, seguindo o mesmo raciocínio, a contabilidade deve seguir um fluxo operacional de um período, normalmente, após o nascimento do bezerro ou o desmame. Neste caso, é importante que haja o planejamento destes nascimentos, caso isto não ocorra e os nascimentos sejam constantes durante o ano, deve-se afixar um período com maior concentração para determinar o início e fim do exercício. Por outro lado, com relação ao imposto de renda, somente é aceito o ano civil, assim, o exercício deve ser encerrado para a apuração de resultados ao final do ano civil e neste momento deve ser apurado o imposto devido com base no resultado do ano. Diante disto, pode-se ver que será adotado um critério para fins de contabilização e outro para fins de legislação tributária. 4 FORMA JURÍDICA DE EXPLORAÇÃO NA AGROPECUÁRIA. As formas jurídicas possíveis de exploração da atividade agropecuária são pessoa física e pessoa jurídica. No Brasil, prevalece a pessoa física por ser menos onerosa e ter mais vantagens fiscais, principalmente quando se trata de pequenas atividades; a contabilização da movimentação desta pessoa física é simplificada, sendo necessário apenas o livro caixa. As pessoas físicas tidas como grandes produtores rurais, são assemelhadas às pessoas jurídicas e então tem as mesmas obrigações das demais pessoas jurídicas; a forma de definição se é pequeno ou grande produtor rural está diretamente ligada ao seu faturamento. O atual código civil define o termo empresário como aquele que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para produção ou circulação de bens ou serviços. Assim, o produtor rural passa a ser chamado de empresário rural em função da definição acima, desde que se inscreva na junta comercial. Não se inscrevendo na junta comercial, ele será um produtor rural autônomo. Em relação à sociedade, o atual código civil considera sociedade empresária quando pessoas celebram contrato e reciprocamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços, para o exercício da atividade econômica e a partilha, entre si, dos resultados. Assim, a expressão sociedade empresária substitui a expressão anterior (sociedade comercial). Dessa forma, a sociedade rural (quando houver a união de duas ou mais pessoa) passa a ser vista como uma sociedade empresária. Para fins legais, o produtor rural que tenha os devidos registros na junta comercial é chamado de empresário rural, caso não tenha tal registro, será chamado de produtor rural autônomo. Ainda, a sociedade de duas ou mais pessoa, é chamada de 3

4 sociedade empresária. Assim, podemos visualizar as seguintes condições para o exercício da atividade rural: a) Autônomo não tem registro na junta comercial; b) Empresário individual seu registro na junta comercial é optativo; c) Sociedade empresária tem registro obrigatório na junta comercial (sociedade limitada, S/A, etc.). Analisando a exploração da atividade agropecuária, podemos definir dois tipos de investimentos: a) Capital fundiário são os recursos fixos, vinculados à terra terra, benfeitoria e melhoramento desta terra, etc. b) Capital de exercício é o instrumental necessário para o funcionamento do negócio equipamentos, trator, gado, animais de trabalho, etc. Com isto, podemos relacionar algumas modalidades de exploração na agropecuária: - Investidor agropecuário com a propriedade da terra é o caso em que o proprietário da terra também a utiliza na condução do negócio agropecuário. - Parceria neste caso o proprietário da terra contribui no negócio com o capita fundiário e o capital de exercício e o outro sócio entra com a execução do trabalho. - Arrendamento neste caso, o proprietário da terra a aluga a outro empresário, ocorrendo a remuneração pelo aluguel. - Comodato caso em que o capital fundiário é cedido sem ônus financeiro ao empresário, sendo normalmente definidas regras de devolução deste capital, normalmente ambos tem ganhos, como por exemplo, o melhoramento da terra. - Consórcio quando uma propriedade em comum é explorada por conta e risco por todos os seus proprietários, havendo o repasse da parte que cabe a cada um deles no caso de apuração de ganho. FLUXO CONTÁBIL NA ATIVIDADE RURAL. 1 CULTURAS TEMPORÁRIAS São aquelas culturas sujeitas ao replantio após a colheita, sendo arrancadas do solo para que seja possível este replantio. Ex: soja, milho, arroz, feijão. Os gastos com o processo de formação são contabilizados na conta culturas temporárias que tem finalidade semelhante à conta estoque em andamento nas demais empresas comerciais; esta conta deverá ser elaborada de maneira analítica por cada produto da cultura temporária. No caso de mais de uma cultura com os mesmos custos, faz-se o rateio para cada produto produzido. 4

5 Diferenciação de custos e despesas: os custos são considerados como todos os gastos diretamente relacionados com a cultura ou produto sementes, adubos, depreciação de máquinas, etc. As despesas são os gastos não ligados diretamente ao processo produtivo tal como despesas com vendas (propaganda, comissões, etc.), despesas administrativas, despesas financeiras, etc. A Colheita: os gastos com colheita são somados às contas culturas temporárias e, ao final, o saldo é transferido para produtos agrícolas também em contas analíticas por produto colhido. A esta conta, soma-se os custos com preparação dos produtos, armazenamento, etc. Quando ocorrer a venda, a conta produtos agrícolas terá seu saldo baixado pelo valor de estoque do produto vendido e apurado ao custo do produto vendido resultado. Esta conta também será analítica para que seja possível apurar o resultado com cada produto em específico. 2 CULTURAS PERMANENTES São aquelas vinculadas ao solo e proporcionam mais de uma colheita ou produção normalmente, com duração mínima de quatro anos. Ex: cana-de-açúcar, laranjas, café, etc. Neste caso, os gastos para a formação da lavoura serão contabilizados no ativo permanente imobilizado. O critério para a avaliação dos custos (ativos) e despesas será o mesmo das culturas temporárias; a conta para contabilização destes custos será cultura permanente em formação que também se subdivide por tipos de produção. Ao final da formação e antes da primeira colheita, transfere-se o saldo desta conta para cultura permanente formada. A Colheita: no estoque da cultura em formação, cria-se a conta colheita em andamento na qual contabilizamos os gastos para tais colheitas (folha de pagamento, produtos, serviços, etc.), e a exaustão da cultura permanente formada; ao seu final, transfere o seu saldo para a conta produtos agrícolas onde se lançam os demais custos, tal como silagem, etc. Na sua venda, baixamos o saldo desta conta para o resultado custo dos produtos vendidos que será analítica para cada produto. 3 ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE CULTURAS PERMANENTES 3.1 CUSTOS INDIRETOS: Todos os gastos com a cultura em formação são ativados (imobilizados), inclusive os gastos para diversas culturas que serão rateados. 3.2 INÍCIO DA EXAUSTÃO: A exaustão se inicia no momento da primeira colheita ou primeira produção. 5

6 3.3 PERDAS EXTRAORDINÁRIAS: As perdas extraordinárias (queimadas, geadas, enchentes, etc.) devem ser baixadas do ativo permanente para o resultado do período na conta despesas não operacionais. 3.4 AUMENTO DA VIDA ÚTIL: Os gastos que beneficiem mais de uma safra ou aumentem a vida útil serão amortizados no prazo de sua efetiva realização. 3.5 DESPESAS FINANCEIRAS: Os financiamentos para capital de giro são denominados financiamentos para custeio e os encargos devem ser contabilizados no resultado no momento da realização da receita. Tudo isto para obedecer ao princípio contábil da realização da receita e o seu confronto com as despesas. 3.6 CLASSIFICAÇÃO DOS ENCARGOS FINANCEIROS: Os encargos financeiros são classificados como despesas não operacionais porque não são inerentes às atividades agrícolas, mas sim, ao fato de faltar recurso financeiro capital de giro. NOVOS PROJETOS AGROPECUÁRIOS E GASTOS DE MELHORIA. 1 - INÍCIO DE UMA ATIVIDADE AGRÍCOLA. A conta do ativo imobilizado cultura permanente em formação é evidenciada pelo seu custo histórico e a fase que vai do plantio até a primeira colheita é denominada período pré-operacional. Considerando que não haja outra receita operacional, nesta fase todos os gastos são contabilizados no ativo, não havendo nenhuma contabilização no resultado por não haver receitas apuradas para o confronto com as despesas. Já os gastos incorridos no período da formação da cultura, mas que não forem diretamente relacionados, com o advento das leis /2007 e /2009 serão classificados diretamente no resultado do período, afetando o resultado contábil daquele período. 2 CULTURA NOVA EM EMPRESAS AGRÍCOLAS JÁ EXISTENTES. Quando já existir agropecuária em produção e for iniciado um novo projeto de cultura, a conta cultura permanente em formação terá suas característica conforme 6

7 descrito anteriormente. Já as despesas operacionais alocadas à cultura em produção, estas são contabilizadas como custo daquela determinada cultura e então irão agregar seu valor em contas patrimoniais (ativo imobilizado), no entanto, não raro alguns custos são comuns a mais de um projeto, neste caso, faz-se o rateio para cada uma, ou se isto não for possível e sendo o valor irrelevante, contabilizada conforme o critério da conta em que a despesa ou custo melhor se identificar. 3 DESMATAMENTO, DESTOCAMENTO E OUTRAS MELHORIAS NO SOLO PARA CULTIVO. É comum que para o preparo da terra antes de iniciar o primeiro plantio seja necessária a melhoria desta terra (desmatamento, destoca, nivelamento, etc.), neste caso, não se pode alocar estes gastos de preparação à conta cultura em formação porque esta conta ficaria com seu saldo elevado e a primeira colheita teria seu resultado negativamente afetado. Os procedimentos possíveis são alocar estes gastos ao valor da terra ou então ativar estes gastos e amortizá-los em períodos futuros, reduzindo assim o imposto de renda destes períodos. Na adoção da sua contabilização destes gastos em separado do valor da terra, este será feito no grupo Ativo Diferido pelo fato de que irá beneficiar mais de um período futuro. O título desta conta será Melhorias. O prazo para amortização destas melhorias, conforme a legislação tributária, é de no mínimo cinco e no máximo dez anos contados daquele em que houve a primeira colheita ou cultura. Quando os gastos aplicados ao solo forem de corretivos que irão também beneficiar mais de um período, a sua classificação e amortização contábil segue os mesmos critérios já citados. As receitas auferidas pela empresa originadas dos gastos na preparação da terra (venda da madeira cortada, por exemplo), serão contabilizadas como redutoras do gasto de melhoria, já as instalações feitas (bebedouros, cercas, etc.) são contabilizadas individualmente, não fazendo parte da melhoria, serão ativo ou despesa do período conforme determinar a legislação tributária. 7

8 DEPRECIAÇÃO, EXAUSTÃO E AMORTIZAÇÃO NA AGROPECUÁRIA 1 CONCEITOS. Haverá depreciação na cultura permanente quando se tratar de empreendimento próprio da empresa do qual serão extraídos os frutos, exemplo: café, laranja, etc. Haverá exaustão no caso em que a própria árvore for ceifada, cortada ou extraída do solo. Estão sujeitas à exaustão os custos de aquisição ou formação (excluído o solo) de floresta própria ou vegetação em geral. Exemplo: reflorestamento, pastagem, canade-açúcar, etc. Já a amortização está diretamente ligada ao conceito de utilização de direitos em propriedade de terceiros havendo a apropriação das quotas de depreciação na proporção do tempo abrangido por este direito. DEPRECIAÇÃO. 2 DEPRECIAÇÃO NA CULTURA AGRÍCOLA. Na cultura agrícola, poderemos falar em depreciação nos casos em que for colhida a produção dos bens contabilizados como ativo permanente, mas estes bens continuam existindo para futuras colheitas, assim, o termo depreciação é utilizado no sentido de desgaste de parte deste bem (exemplo árvores de frutos). Quanto ao percentual da depreciação, este somente poderá ser determinado com exatidão conforme uma observação da realidade em que se encontra tal bem, já que o bem pode ter duração diferente conforme for tratado e cuidado, ou até mesmo variável pelo clima. Como métodos possíveis para se mensurar a depreciação, poderíamos destacar a sua estimativa de vida útil ou então a estimativa de produção de frutos, neste segundo caso, a depreciação seria variável conforme a produção em determinados anos. Cabe ressaltar que a depreciação inicia somente a partir do ano em que houver a primeira colheita, não existindo a depreciação durante a colheita em formação. 3 DEPRECIAÇÃO DE IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS. Devido ao fato de cada vez mais serem utilizados equipamentos agrícolas no trabalho agrícola, a correta identificação e contabilização da depreciação destes bens se tornou cada vez mais importante e determinante na apuração de resultados da contabilidade. Por um lado, existe a possibilidade de apropriação da depreciação conforme a permissão pela legislação fiscal, no entanto, este método eventualmente irá acusar resultados distorcidos já que os equipamentos normalmente não trabalham durante 8

9 todo o ano, havendo períodos de ociosidade em entressafras, etc. assim, o recomendado é que seja utilizado o método conforme as horas trabalhadas daquele equipamento em relação à sua vida útil conforme estimativa do seu fabricante. Para o caso de tratores, podemos destacar as estimativas de depreciação sugeridas para países em desenvolvimento conforme o Programa Cooperativo do Banco Mundial: Tratores de pneus horas de trabalho; Tratores de esteira horas de trabalho. Para os casos, não raros, em que as empresas determinam uma utilização máxima dos equipamentos, buscando evitar perdas na sua alienação, deve-se calcular a depreciação já considerando o valor residual estimado na sua alienação, assim, a depreciação seria somente o valor da diferença. Para apurar o valor do custo por hora alocado ao trator, deve-se somar os seguintes itens: Depreciação; Manutenção deve ser alocada à depreciação mensal, não contabilizada como despesa do período; Combustível litros x hora trabalhada; Outros custos (lubrificação, seguros, etc.); Salário do tratorista com encargos sociais. 4 DEPRECIAÇÃO NA PECUÁRIA. Também os animais de trabalho, tem uma perda na sua vida útil estimada em que estarão efetivamente trabalhando, neste caso, calcula-se a sua depreciação, tal como ocorre com as máquinas. No caso de animais reprodutores, o momento ideal para se iniciar o calculo da depreciação seria na hora em que se apurar uma certa perda na sua fertilidade, observando assim que sua fase de alta produção haverá terminado. Como é muito difícil identificar exatamente este momento, normalmente a depreciação irá iniciar a partir do momento em que os animais iniciarem esta sua fase reprodutiva. Por média, os prazos da vida útil do rebanho reprodutor são: Gado reprodutor mestiço cinco anos; Gado matriz mestiça sete anos; Gado reprodutor puro oito anos; Gado matriz pura dez anos. No entanto, não quer dizer exatamente que transcorrido este tempo o gado estará totalmente inútil, o fato é que o macho poderá ainda produzir sêmen para 9

10 inseminação artificial e ainda ambos costumam ser vendidos para frigoríficos para fins de abate. EXAUSTÃO 1 FLORESTAS E ESPÉCIES VEGETAIS DE PEQUENO PORTE. Sendo a empresa proprietária de florestas para corte e comercialização, fará com o transcorrer do tempo a apropriação da cota de exaustão desta floresta. Para apurar o calculo correto da amortização, será observado o seguinte: - apura-se inicialmente o percentual que o volume dos recursos florestais utilizados ou a quantidade de árvores extraídas durante o período-base representa em relação ao volume ou à quantidade de árvores que no início do ano-base compunha a floresta; - o percentual encontrado será aplicado sobre o valor da floresta registrado no ativo, e o resultado será considerado como custo dos recursos florestais extraídos. O objetivo é diluir os custos com a formação da floresta durante o período em que ela gerar receitas, apropriando cada parcela do custo à parcela efetivamente comercializada. Para os casos em que a floresta permite diversos cortes, o custo de exaustão deve ser computado em conformidade com esta particularidade e então será diluído neste intervalo de tempo. 2 CANA-DE-AÇÚCAR. Como os custos da formação da cultura de cana-de-açúcar são contabilizados no ativo permanente, a exaustão desta conta irá seguir os períodos em que for possível fazer sua colheita. No entanto, ocorre normalmente que do primeiro até o ultimo ciclo produtivo há redução nesta produção ocorrendo um enfraquecimento da colheita, assim, normalmente são seguidos os seguintes percentuais (considerando quatro cortes): 1º corte 35,4%; 2º corte 25,1%; 3º corte 21,4%; 4º corte 18,1%. 3 PASTAGENS. Existem dois tipos de pastagens a natural e a artificial. Enquanto a primeira existe naturalmente com seu nascimento do solo fértil, a segunda existe pelo esforço humano em fazer com que sua intervenção signifique o nascimento de pastagens com determinados fins, normalmente para o consumo do gado. 10

11 Já que a pastagem (natural ou artificial) pertence ao ativo imobilizado, os gastos com seu preparo, correção e manutenção são incorporados ao ativo imobilizado e sofrem exaustão com a perda da potencialidade gerada. Para se apurar a cota de exaustão das pastagens, o ideal é o estudo com profissionais da área na busca de identificar o período fértil daquela pastagem. No caso de acontecer fatos anormais (queimadas, erosão, excesso de gado, etc.) a recuperação se torna mais difícil, assim, deve-se contabilizar tais fatos como perdas incorporadas ao resultado do exercício. Normalmente, os gastos com melhoramentos, correções, etc. são contabilizados em contas separadas da própria conta da pastagem, já que a exaustão de ambas vem a acontecer em períodos diferentes. AMORTIZAÇÃO A amortização irá existir nos casos de aquisição de direitos sobre empreendimentos de propriedades de terceiros. Alguns exemplos de amortização são: aquisição de direito de extração de madeira em floresta pertencente a terceiros, exploração de pomar alheio por prazo determinado, com preço fixado, etc. Conforme a legislação, no caso de exploração de floresta por prazo indeterminado, haverá a exaustão, e não a amortização. Quando o direito à exploração se estender a mais de um exercício, sua classificação contábil será no ativo diferido. Alguns outros exemplos de casos sujeitos à amortização, por beneficiarem mais de um exercício são: Os gastos pré-operacionais referentes à implantação de novas fazendas. São aqueles gastos não acumuláveis ao Ativo Imobilizado, tais como os administrativos financeiros; Gastos com pesquisas científicas ou tecnológicas referentes à parte genética, biológica e experimentações concernentes à plantações e animais; Gastos com melhorias no solo que propiciam incremento na capacidade produtiva, tais como desmatamento, corretivos, destocamento, nivelamento, etc. A amortização deverá acontecer, conforme a Lei 6.404/76 em prazo não inferior a cinco e não superior a dez anos. PLANIFICAÇÃO CONTÁBIL NA ATIVIDADE AGRICOLA 11

12 Devido ao fato de algumas contas do plano de contas não terem nenhuma diferenciação para as demais empresas comerciais, iremos abordar apenas as contas que sofre alterações estoques, imobilizados, receitas e custos de produção. ESTOQUES Matéria Prima são os produtos agrícolas que compõe a cultura, como, sementes, adubos, inseticidas, etc. São classificados como INSUMOS no plano de contas. Produtos em Elaboração representa a cultura temporária em formação ou uma colheita em andamento de uma cultura permanente. São denominadas CULTURAS TEMPORARIAS EM FORMAÇÃO para as culturas temporárias e COLHEITAS EM ANDAMENTO para culturas permanentes. Produto Acabado na empresa agrícola, significa a produção colhida, são os produtos prontos para a venda. São denominadas PRODUTOS AGRICOLAS (estoque). Almoxarifado estoque para consumo de materiais não ligados ao processo operacional rural. IMOBILIZADOS Conforme já visto, as culturas permanentes em formação e já formadas são classificadas em nosso balanço no ativo imobilizado. Assim, teremos em nosso imobilizado as contas que representam as culturas permanentes, as terras rurais, benfeitorias na propriedade, edificações e construções, animais de trabalho, florestas e ainda as contas redutoras depreciação e exaustão. Finalmente, teremos o Ativo Diferido e sua amortização. INVENTÁRIOS Em sentido restrito, o inventário é a verificação da existência dos estoques, é o controle destes estoques. Tal controle se dá pela contagem física dos bens. Inventário Permanente é aquele controlado a todo e qualquer momento via sistema, ou não, mas que represente para cada evento compra, venda, perdas, etc. uma variação neste controle de modo que seja possível apurar o saldo de estoque a todo momento que se fizer necessário. Inventário Periódico é aquele apurado ao final de cada período, mensal ou mesmo anual; é mais utilizado quando da inviabilidade de se utilizar o permanente. O melhor método, na atividade agrícola e em quase todas as outras atividades, é o inventário permanente porque nos fornece informações com mais rapidez e precisão. O RIR permite que as empresas rurais apurem seu estoque pelo preço corrente de mercado, no entanto, esta prática não é vantajosa porque irá representar 12

13 superavaliação do estoque e, conseqüentemente, maior resultado tributável para o imposto de renda. Na apuração dos custos pelo inventário periódico, utiliza-se fazer o lançamento das compras, custos e vendas todas no resultado (custo) e ao final do período, apura-se o estoque final e o estorna destes custos, transferindo-o para o estoque no Ativo Circulante. Desta forma, no inicio do período seguinte, este estoque final será o estoque inicial e daí por diante. Na apuração dos custos pelo inventário permanente, primeiramente será necessário um bom controle gerencial para esta finalidade já que todo o estoque de materiais estará registrado no ativo circulante e será apropriado para o custo na medida de seu consumo. Por este método, é sugerido que haja na contabilidade um grupo de contas auxiliares com a finalidade única de apurar os custos apropriados, seria um novo grupo de contas que receberiam os saldos dos materiais consumidos e os demais custos e daí seriam baixadas para o grupo estoque no final da produção, ou seja, sempre ao final de cada exercício social os saldos deste grupo de contas serão transferidos para Culturas Temporárias em Formação (culturas temporárias) ou então pra Colheitas em Andamento (no caso de cultura permanente). 13

14 EXERCÍCIOS ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS. 1. Como exemplo de atividade agrícola temos: a) Hortaliças; b) Avicultura; c) Moagem de trigo; d) Metalúrgica. 2. Como exemplo de atividade zootécnica temos: a) Hortaliças; b) Avicultura; c) Moagem de trigo; d) Metalúrgica. 3. Como exemplo de atividade agroindustrial temos: a) Hortaliças; b) Avicultura; c) Moagem de trigo; d) Metalúrgica. 4. Como exemplo de atividade pecuária temos: a) Hortaliças; b) Avicultura; c) Moagem de trigo; d) Ovinocultura. 5. A atividade pecuária de maior significação econômica é: a) Bovinocultura; b) Suinocultura; c) Caprinocultura; d) Eqüinocultura. 6. A fixação do ano agrícola é importante para: a) Determinar o plano de contas; b) Determinar a atividade operacional; c) Determinar os planos da empresa; d) Determinar o exercício social. 14

15 7. Numa atividade agrícola, com diversas culturas em períodos de colheitas diferentes, prevalece o ano agrícola com base em: a) Cultura permanente (cultura que proporciona varias colheitas); b) Cultura temporária (cultura anual, uma só colheita); c) Participação econômica de cada cultura; d) Tempo de colheita. 8. Explique as diferenças básicas, na agropecuária, entre: a) Conceitos de contabilidade agrícola e contabilidade da pecuária. b) Forma jurídica de exploração pessoa física e pessoa jurídica. c) Capital fundiário e capital de exercício. d) Exploração da terra em parceria ou arrendamento. 15

16 FLUXO CONTÁBIL NA ATIVIDADE RURAL. 1. Cana de açúcar é: a) Cultura temporária; b) Cultura de erradicação; c) Cultura permanente; d) Cultura flutuante. 2. Milho é: a) Cultura temporária; b) Cultura de erradicação; c) Cultura permanente; d) Cultura flutuante. 3. Cultura temporária em formação é classificada como: a) Estoque; b) Investimento; c) Imobilizado; d) Diferido. 4. Cultura permanente em formação é classificada como: a) Estoque; b) Investimento; c) Imobilizado; d) Diferido. 5. Cultura permanente formada é considerada: a) Despesa; b) Custo; c) Ativo imobilizado; d) Patrimônio Líquido. 6. Cultura temporária colhida e não vendida é considerada: a) Despesa; b) Custo; c) Ativo circulante (estoque); d) Patrimônio Líquido. 7. Inundações, incêndios, geadas são consideradas: 16

17 a) Custo; b) Perda; c) Despesa; d) Ganho. 8. A Cia. Milharal prepara muitos hectares para plantar milho doce, voltado para produtos alimentícios. Sabendo-se que o ciclo vegetativo do milho não ultrapassa 180 dias, que o período de semeadura será entre setembro e novembro, que o ano agrícola, conseqüentemente o exercício social, está fixado para 31/3, os custos para a referida cultura foram: Cultura do Milho de setembro a janeiro. Adubo R$58.000,00 Semente R$ ,00 Outros Custos R$36.000,00 Mão de obra serviços de terceiros: Lavra, plantação, desbaste, capina e colheita R$21.000,00 Debulha (destacar o grão da espiga) R$4.200,00 De janeiro a março armazenamento em paiol (dois meses aluguel). A colheita totalizou sacas, em 25/3 a produção foi totalmente vendida, a vista, a R$20,00 a saca. Considerando-se que todos os custos acima foram à vista, que a empresa contraiu despesas operacionais no período, também a vista, no total de R$ ,00, apurar o Lucro Operacional do período, sabendo-se que a situação patrimonial no final de agosto era: ATIVO PASSIVO E PL CIRCULANTE CIRCULANTE Disponível Cultura em - Patrimônio Líquido Formação Produtos Agrícolas Capital PERMANENTE Lucros Acumulados Imobilizado TOTAL TOTAL Contabilize as transações apresentadas, sabendo-se que o estoque inicial não sofreu nenhuma movimentação. 17

18 9. A Cia. PUC Agropecuária apresentou os seguintes gastos para a cultura em formação da maçã: Destoca, limpeza do solo R$10.800,00 Adubos e preparo para plantio R$1.200,00 Mudas R$6.000,00 Mão de obra geral R$16.000,00 Tratamento fitossanitário R$4.000,00 Nesse período, o exercício é encerrado. No período seguinte há novos gastos: Manutenção da cultura em crescimento R$5.000,00 Mão de obra R$12.000,00 Outros gastos R$10.000,00 Novamente o período é encerrado. Está prevista uma colheita anual de maça durante 20 anos. Na primeira colheita, os gastos sem a depreciação foram de R$35.000,00 a) Evidenciar no grupo estoque e imobilizado os dados apresentados, considerando a primeira colheita terminada e não vendida. b) Agora, considerando que a colheita tenha sido totalmente vendida por R$50.000,00 faça as contabilizações da venda, apropriação dos custos e apure e resultado do período. 18

19 NOVOS PROJETOS AGROPECUÁRIOS E GASTOS DE MELHORIA. 1. O período de implantação de um novo projeto normalmente é conhecido como: a) Fase de instalações; b) Fase pré-agrícola; c) Fase pré-industrial; d) Fase pré-operacional. 2. Desmatamento, destocamento, nivelamento,... do solo podem ser agrupados numa conta de: a) Benfeitoria; b) Reforma; c) Melhoria; d) Corretivos. Qual a classificação contábil desta conta? 3. A conta corretivos que beneficiará várias colheitas é classificada no: a) Ativo Circulante; b) Ativo Realizável a Longo Prazo; c) Ativo Imobilizado; d) Passivo Circulante. 4. A baixa da conta Corretivo é: a) De 5 a 10 anos; b) De acordo com as regras fixadas pela Lei das S/A e Imposto de Renda; c) De acordo com o numero de anos ou colheita que beneficiará; d) Todas podem ser verdadeiras. 5. Gastos da Cia. Cafeeira: ANOS FORMAÇÃO DA LAVOURA OUTROS GASTOS (EM R$) (R$) 1º ano º ano º ano º colheita Pede-se: a) Apresente o Ativo Permanente ao final do 2º ano; 19

20 b) Admitindo uma previsão de 20 colheitas, calcule o preço da primeira colheita, no final do terceiro ano; c) Contabilizar as operações acima, admitindo-se que a Cia. Cafeeira inicia o primeiro ano com R$ de caixa e que todos os gastos são a vista. O capital tinha o mesmo valor do caixa. 20

Prefácio à décima terceira edição, xv. Prefácio à primeira edição, xvii

Prefácio à décima terceira edição, xv. Prefácio à primeira edição, xvii Prefácio à décima terceira edição, xv Prefácio à primeira edição, xvii 1 Atividade rural conceitos básicos, 1 1 Empresas rurais, 2 1.1 Atividade agrícola, 2 1.2 Atividade zootécnica (criação de animais),

Leia mais

São aquelas que exploram a capacidade do solo por meio do. cultivo da terra, da criação de animais e da

São aquelas que exploram a capacidade do solo por meio do. cultivo da terra, da criação de animais e da 1 São aquelas que exploram a capacidade do solo por meio do cultivo da terra, da criação de animais e da transformação de determinados produtos agropecuários com vistas à obtenção de produtos que venham

Leia mais

ATIVIDADE RURAL Aspectos Contábeis

ATIVIDADE RURAL Aspectos Contábeis ATIVIDADE RURAL Aspectos Contábeis Sumário 1. Atividades Agrícolas 1.1 - Cultura Temporária 1.2 - Cultura Permanente 1.2.1 - Produção da Cultura Permanente 1.3 - Registros Contábeis 2. Atividades Pecuárias

Leia mais

001 O que se considera como atividade rural, nos termos

001 O que se considera como atividade rural, nos termos ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2011 001 O que se considera como atividade rural, nos termos da legislação tributária? Consideram se como atividade rural a exploração das atividades agrícolas, pecuárias,

Leia mais

INSTRUÇÔES PARA PREENCHIMENTO

INSTRUÇÔES PARA PREENCHIMENTO INSTRUÇÔES PARA PREENCHIMENTO PROGRAMA GESTÃO DE PROPRIEDADES DE SUCESSO DE MA T O GROSSO Qual a finalidade da planilha? Hoje em dia, e no futuro cada vez mais, a realidade econômica irá exigir uma maior

Leia mais

PALESTRA. ATIVIDADE RURAL PESSOA FÍSICA Imposto de Renda na Atividade Rural

PALESTRA. ATIVIDADE RURAL PESSOA FÍSICA Imposto de Renda na Atividade Rural Le f is c L e g i s l a c a o F i s c a l CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL PALESTRA ATIVIDADE RURAL PESSOA FÍSICA Imposto de Renda na Atividade Rural Pessoas Físicas e Jurídicas

Leia mais

PARTICULARIDADES DA CONTABILIDADE RURAL

PARTICULARIDADES DA CONTABILIDADE RURAL PARTICULARIDADES DA CONTABILIDADE RURAL Eduardo da Silva Amorim Egresso do Curso de Ciências Contábeis das Faculdades Integradas ICE Introdução O Setor Agrícola apresenta particularidades que o diferencia

Leia mais

CONCEITOS DA CONTABILIDADE RURAL

CONCEITOS DA CONTABILIDADE RURAL CONCEITOS DA CONTABILIDADE RURAL Instituto Federal Goiano Disciplina de Elaboração e Gestão de Projetos Agronegócio (Noturno) Bruno Maia, Eng Agrônomo, M. Sc. ROTEIRO Classificação das atividades agrícolas.

Leia mais

Caderno de Contabilidade Agrária Dom Alberto

Caderno de Contabilidade Agrária Dom Alberto C iências ontábeis ADMINISTRAÇÃO Caderno de Contabilidade Agrária Dom Alberto Prof: Antônio Osório Gonçalves Página 2 / 190 C122 GONÇALVES, Antônio Osório Caderno de Contabilidade Agrária Dom Alberto /

Leia mais

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO Agropecuária É o termo utilizado para designar as atividades da agricultura e da pecuária A agropecuária é uma das atividades mais antigas econômicas

Leia mais

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações.

Linhas de Crédito PISCICULTURA INVESTIMENTO CUSTEIO. Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. PISCICULTURA CUSTEIO INVESTIMENTO Obs.: As informações atinentes às linhas de crédito estão sujeitas a alterações. financiar as despesas normais de custeio da produção agrícola e pecuária. Linhas de Crédito

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS Mostra o fluxo de eventos ocorridos em um determinado período de tempo. Quanto a empresa lucrou no ano passado? BALANÇO PATRIMONIAL Fotografia

Leia mais

Produtor rural é a pessoa física que explora a terra, objetivando a produção vegetal, a criação de animais, industrialização de produtos primários.

Produtor rural é a pessoa física que explora a terra, objetivando a produção vegetal, a criação de animais, industrialização de produtos primários. Atividade Rural Lúcia Helena Briski Young luciayoung@terra.com.br O CC/02, em seu art. 971, estipula que: O empresário, cuja atividade rural constitua sua principal profissão, pode requerer inscrição no

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE FORMIGA UNIFOR/MG INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E EXATAS WESLLEY GUISSONI DE FARIA

CENTRO UNIVERSITARIO DE FORMIGA UNIFOR/MG INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E EXATAS WESLLEY GUISSONI DE FARIA 0 CENTRO UNIVERSITARIO DE FORMIGA UNIFOR/MG INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS E EXATAS WESLLEY GUISSONI DE FARIA A NOVA ERA DA CONTABILIDADE PARA OS PRODUTORES RURAIS: NOVIDADES, VANTAGENS E DESVANTAGENS

Leia mais

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero).

e) 50.000.000,00. a) 66.000.000,00. c) 0,00 (zero). 1. (SEFAZ-PI-2015) Uma empresa, sociedade de capital aberto, apurou lucro líquido de R$ 80.000.000,00 referente ao ano de 2013 e a seguinte distribuição foi realizada no final daquele ano: valor correspondente

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2006 e 1 o semestre letivo de 2007 CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

O que é uma empresa rural?

O que é uma empresa rural? Contabilidade Rural Prof. João Marcelo O que é uma empresa rural? É aquela que explora a capacidade produtiva do solo por meio do cultivo da terra, da criação de animais e da transformação de determinados

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

PLANEJAMENTO FISCAL E GERENCIAL

PLANEJAMENTO FISCAL E GERENCIAL PLANEJAMENTO FISCAL E GERENCIAL Palestrante: SONIA SEGATTI Economista e Executiva de Gestão em Contabilidade Rural Nível Fiscal e Gerencial 1 A Deus coube criar a vida. Aos agricultores cabe preservar

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais

CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO

CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO CONPONENTES DA DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (I) (II) (III) A demonstração do resultado da empresa abriga: as receitas; o custo dos produtos, mercadorias ou serviços; e as despesas relativas a determinado

Leia mais

Balanço Patrimonial e DRE

Balanço Patrimonial e DRE Balanço Patrimonial e DRE Administração financeira e orçamentária Professor: Me. Claudio Kapp Junior Email: juniorkapp@hotmail.com 2 Demonstrações Financeiras (Contábeis) Dados Dados Coletados Coletados

Leia mais

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui.

Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. Do Manual de Crédito Rural, disponível aqui. TÍTULO: CRÉDITO RURAL CAPÍTULO: Operações - 3 SEÇÃO: Créditos de Custeio - 2 1 - O custeio rural classifica-se como: (Res a) agrícola; b) pecuário; c) de beneficiamento

Leia mais

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica

Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica Importância dos Fluxos de Caixa na Avaliação Econômica O fluxo de caixa resume as entradas e as saídas efetivas de dinheiro ao longo do horizonte de planejamento do projeto, permitindo conhecer sua rentabilidade

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - FACAPE PROF. WALDENIR S. F. BRITTO CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA - ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - FACAPE PROF. WALDENIR S. F. BRITTO CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA - ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - FACAPE PROF. WALDENIR S. F. BRITTO CONTABILIDADE AGRÍCOLA E PECUÁRIA - ATIVIDADE RURAL CONCEITOS BÁSICOS EMPRESA RURAL: são aquelas que exploram a capacidade produtiva do

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004.

Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. Analista CNMP Contabilidade Pessoal, a seguir comentamos as questões referentes ao cargo de Analista área Contabilidade do CNMP. Tomei como base o Caderno de Prova Tipo 004. De maneira geral, foi uma prova

Leia mais

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais)

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR

MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Aula n 04 online MATERIAL DE APOIO PROFESSOR Balanço Patrimonial Plano de Contas É um elemento sistematizado e metódico de todas as contas movimentadas por uma empresa. Cada empresa deverá ter seu próprio

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

Bloco Contábil e Fiscal

Bloco Contábil e Fiscal Bloco Contábil e Fiscal Contabilidade e Conciliação Contábil Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos Contabilidade e Conciliação Contábil, que fazem parte do Bloco Contábil

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis Introdução l 1. l Um breve histórico l l.2 Definição do termo Contabilidade 2 1.3 O processo contábil 3 1.3.1 Posicionamento do contador em relação à empresa 4 l.4 Ramos de atuação da Contabilidade 5 l.4.

Leia mais

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL OU MONTA NATURAL

INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL OU MONTA NATURAL 1 INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL OU MONTA NATURAL Mario Luiz Martinez Luis Carlos Takao Yamaguchi Rui da Silva Verneque A demanda crescente por proteína animal tem exigido que os sistemas de produção sejam cada

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível

Graficamente, o Balanço Patrimonial se apresenta assim: ATIVO. - Realizável a Longo prazo - Investimento - Imobilizado - Intangível CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 02: BALANÇO PATRIMONIAL. É a apresentação padronizada dos saldos de todas as contas patrimoniais, ou seja, as que representam

Leia mais

Banco do Brasil. Programa ABC

Banco do Brasil. Programa ABC Banco do Brasil Programa ABC Junho de 2015 Plano ABC Conceito Crédito orientado para promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agricultura, conforme preconizado na Política Nacional

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

Estratégia financeira de uma empresa agropecuária no Estado do Mato Grosso

Estratégia financeira de uma empresa agropecuária no Estado do Mato Grosso Estratégia financeira de uma empresa agropecuária no Estado do Mato Grosso RESUMO - Um dos alicerces da economia do Estado do Mato Grosso é a pecuária, que tem o maior rebanho de bovinos do país, são aproximadamente

Leia mais

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões

CONTABILIDADE. Conceito. Campo de Aplicação. Instrumento informações úteis tomada de decisões Conceito Instrumento informações úteis tomada de decisões Campo de Aplicação Comércio - Indústria - Entidades Públicas - Hospitais Agropecuárias - Seguradoras - etc. Finalidade da Contabilidade Controle

Leia mais

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas

a) Débito: Dividendos e Bonificações em Dinheiro a Receber Crédito: Rendas de Ajuste em Investimento em Coligadas e Controladas Olá, pessoal! Desta vez, trago para vocês uma coletânea de questões resolvidas da Fundação Carlos Chagas (FCC). Achei apropriado inserir esta aula neste momento em razão da proximidade da prova de Fiscal

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova

BACEN Técnico 2010 Fundamentos de Contabilidade Resolução Comentada da Prova Conteúdo 1 Questões Propostas... 1 2 Comentários e Gabarito... 1 2.1 Questão 41 Depreciação/Amortização/Exaustão/Impairment... 1 2.2 Questão 42 fatos contábeis e regime de competência x caixa... 2 2.3

Leia mais

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL

NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL NOVAS REGRAS CONTÁBEIS PARA 2010 CONTINUAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL CONTÁBIL Ana Beatriz Nunes Barbosa Em 31.07.2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou mais cinco normas contábeis

Leia mais

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento

Amortização de ágio ou deságio somente influenciará o resultado quando da alienação do investimento Conheça o tratamento fiscal aplicável ao ágio e ao deságio apurados na aquisição dos investimentos avaliados pelo Método de Equivalência Patrimonial - MEP AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS - Ágio ou Deságio na

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09. Demonstração do Valor Adicionado COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado PRONUNCIAMENTO Conteúdo Item OBJETIVO 1-2 ALCANCE E APRESENTAÇÃO 3 8 DEFINIÇÕES 9 CARACTERÍSTICAS DAS

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Resumo de Contabilidade Geral

Resumo de Contabilidade Geral Ricardo J. Ferreira Resumo de Contabilidade Geral 4ª edição Conforme a Lei das S/A, normas internacionais e CPC Rio de Janeiro 2010 Copyright Editora Ferreira Ltda., 2008-2009 1. ed. 2008; 2. ed. 2008;

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral

Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral Maratona Fiscal ISS Contabilidade geral 1. Em relação ao princípio contábil da Competência, é correto afirmar que (A) o reconhecimento de despesas deve ser efetuado quando houver o efetivo desembolso financeiro

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A COMIGO, com base na colaboração recíproca a que se obrigam seus associados, objetiva

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 06 (R1) Operações de Arrendamento Mercantil Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 17 (BV2010) Índice OBJETIVO 1 Item ALCANCE

Leia mais

GRUPO VIRGOLINO DE OLIVEIRA AGROPECUÁRIA NOSSA SENHORA DO CARMO S.A.

GRUPO VIRGOLINO DE OLIVEIRA AGROPECUÁRIA NOSSA SENHORA DO CARMO S.A. GRUPO VIRGOLINO DE OLIVEIRA AGROPECUÁRIA NOSSA SENHORA DO CARMO S.A. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 30 DE ABRIL DE 2010 E 2009 E PARECER DOS AUDITORES

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO

1-DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS 1.1 OBJETIVO E CONTEÚDO 2 -DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS BÁSICOS. OBJETIVO E CONTEÚDO Os objetivos da Análise das Demonstrações Contábeis podem ser variados. Cada grupo de usuários pode ter objetivos específicos para analisar as Demonstrações

Leia mais

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS

CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS CONTABILIDADE AVANÇADA CAPÍTULO 1: DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS 1.1 - CONCEITO A Demonstração das Origens e Aplicações de recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória por força da lei

Leia mais

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Contabilidade Professor: Feliphe Araújo Disciplina: Professor: Feliphe Araújo Olá amigos, Comentários da prova ISS-SJC/SP ANÁLISE DA PROVA DE CONTABILIDADE - ISS-SJC/SP Trago para vocês os comentários da prova do concurso de Auditor Tributário

Leia mais

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS CONTABILIZAÇÃO DO PIS E DA COFINS 729 TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS Plantão Tributário Fisco e Contribuinte (*) por Silvério das Neves CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS

Leia mais

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1 - BALANÇO PATRIMONIAL CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 6º CCN

ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1 - BALANÇO PATRIMONIAL CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 6º CCN CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Disciplina Estrutura e Análise das Demonstrações Contábeis PROFESSOR : Salomão Dantas Soares TURMA 6º CCN AULA 02 Turno/Horário Noturno Apostila

Leia mais

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA (Coordenação de Agropecuária) E DA GEPAD (Gerência de Planejamento,

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

financeira na ovinocultura de corte

financeira na ovinocultura de corte Gestão e análise financeira na ovinocultura de corte Djalma de Freitas Zootecnista Doutor em Produção Animal Diretor Técnico PlanGesPec ProOvinos SENAR/FAMASUL Campo Grande/MS junho/2012 Objetivos Pensar

Leia mais

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26

6 Balanço Patrimonial - Passivo - Classificações das Contas, 25 Exercícios, 26 Prefácio 1 Exercício Social, 1 Exercícios, 2 2 Disposições Gerais, 3 2.1 Demonstrações financeiras exigidas, 3 2.2 Demonstrações financeiras comparativas, 4 2.3 Contas semelhantes e contas de pequenos,

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Curso Regular Prof. Moraes Junior Aula 5

Contabilidade Geral - Teoria e Exercícios Curso Regular Prof. Moraes Junior Aula 5 Aula 5 Provisões. Depreciação, Amortização e Exaustão. Conteúdo 6. Provisões; 2 6.1. Provisões em Geral 2 6.2. Provisões do Ativo 3 6.2.1. Provisão para Ajuste ao Valor de Mercado 4 6.2.1.1. Instrumentos

Leia mais

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08

Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 Comentários às Mudanças Contábeis na Lei nº 6.404/76 MP nº 449/08 No dia 3 de dezembro de 2008, foi editada a Medida Provisória nº 449,

Leia mais

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II

COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A IMPLANTAÇÃO DO ORÇAMENTO PARTE II COMO PREPARAR A EMPRESA PARA A Como estruturar o orçamento? A importância dos centros de custos. O plano de contas orçamentário. Qual a função da árvore de produtos? Autores: Carlos Alexandre Sá(carlosalex@openlink.com.br)

Leia mais

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66

4 Fatos Contábeis que Afetam a Situação Líquida: Receitas, Custos, Despesas, Encargos, Perdas e Provisões, 66 Apresentação Parte I - CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE CONTABILIDADE, 1 1 Introdução ao Estudo da Ciência Contábil, 3 1 Conceito, 3 2 Objeto, 3 3 Finalidade, 4 4 Técnicas contábeis, 4 5 Campo de aplicação, 5

Leia mais

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo

Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo Simulado Super Receita 2013 Contabilidade Simulado Alexandre Américo 2013 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. PROVA ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE DA SECRETARIA DO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Compra e Venda, Incorporação, Loteamento e Construção para Venda de Imóveis Aspectos Contábeis e Tributários Sergio Renato

Leia mais

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 pela IN 1.515/14 Julio Chamarelli Sócio de Consultoria Tributária da KPMG jcepeda@kpmg.com.br Sergio André Rocha Professor Adjunto de Direito Financeiro

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL

CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL CONTABILIDADE GERAL E GERENCIAL AULA 03: ESTRUTURA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS TÓPICO 03: ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA QUALIDADE A DRE tem por objetivo evidenciar a situação econômica de uma empresa,

Leia mais

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização; 3 FORMAÇÃO DO CUSTO O custo dos imóveis vendidos compreenderá obrigatoriamente: I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

Leia mais

EDUCAMPO: um projeto que dá lucro 1

EDUCAMPO: um projeto que dá lucro 1 EDUCAMPO: um projeto que dá lucro 1 Sebastião Teixeira Gomes 2 1. Apresentação O objetivo deste artigo é apresentar o projeto Educampo, fruto da parceria entre o Sebrae-MG, a agroindústria e os produtores

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 257, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2002

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 257, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2002 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 257, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a tributação dos resultados da atividade rural na apuração do imposto de renda das pessoas jurídicas. O

Leia mais

Mensagem do Conselho de Administração

Mensagem do Conselho de Administração Mensagem do Conselho de Administração Através de uma parceria inédita no cooperativismo paranaense entre as Cooperativas Copacol e Coagru, foi fundada a Unitá Cooperativa Central, que irá trabalhar com

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

Raízen Combustíveis S.A.

Raízen Combustíveis S.A. Balanço patrimonial consolidado e condensado (Em milhares de reais, exceto quando indicado de outra forma) Ativo 30.06.2014 31.03.2014 Passivo 30.06.2014 31.03.2014 Circulante Circulante Caixa e equivalentes

Leia mais

DVA Demonstração do Valor Adicionado

DVA Demonstração do Valor Adicionado DVA Demonstração do Valor Adicionado A DVA foi inserida pela Lei nº 11.638/2007, (artigo 176, inciso V), no conjunto de demonstrações financeiras que as companhias abertas devem apresentar ao final de

Leia mais

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO

CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO CRESCIMENTO DO AGRONEGÓCIO SEGUE FIRME NO ANO O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados

Leia mais

Prezado(a) Concurseiro(a),

Prezado(a) Concurseiro(a), Prezado(a) Concurseiro(a), A prova do TCM/RJ foi realizada no último final de semana e vou aproveitar para resolver as questões de Contabilidade Geral de forma simplificada e objetiva (nos cursos online,

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE (31 DE DEZEMBRO DE 2005) PARECER DE AUDITORIA INDEPENDENTE Aos Srs. Administradores e Diretores da SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 14 Rendimentos a distribuir 3.599 2.190 Aplicações financeiras de renda fixa

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº.

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. Disciplina Contabilidade e Sistemas de Custos CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TURMA 5º CCN Turno/Horário Noturno PROFESSOR: Salomão Soares AULAS Apostila nº. 01 Introdução

Leia mais