PREFEITURA MUNICIPAL DE SABARÁ PROPOSTA DE ELABORAÇÃO DE PLANO GLOBAL ESTRUTURANTE E PROJETOS DE URBANIZAÇÃO PARA A VILA CASTANHEIRAS

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1 PREFEITURA MUNICIPAL DE SABARÁ PROPOSTA DE ELABORAÇÃO DE PLANO GLOBAL ESTRUTURANTE E PROJETOS DE URBANIZAÇÃO PARA A VILA CASTANHEIRAS Sabará, 22 de fevereiro de

2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETO ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO METODOLOGIA, ETAPAS E ATIVIDADES MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS PELO PROJETO PRODUTOS ESPERADOS PRAZOS DE ENTREGA LOCAL DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ANEXOS 2

3 1. INTRODUÇÃO A Vila Castanheiras é considerada parte integrante do Conjunto Taquaril. Este conjunto situa-se na divisa dos municípios de Sabará e Belo Horizonte, ocupa uma área de 145,2 hectares e subdivide-se em 14 setores. Os setores 12, 13 e 14, que representam cerca de 26% de sua área total, estão localizados no Município de Sabará. A Vila Castanheiras, assim como grande parte do Conjunto Taquaril, apresenta graves restrições à ocupação, uma vez que está localizado em um talvegue de grandes inclinações, área que apresenta risco geológico eminente. Na Vila Castanheiras, grande parte dos chefes de família possui renda mensal igual ou inferior a dois salários mínimos, compondo um dos maiores bolsões de pobreza da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A ocupação desordenada, alimentada por sucessivas invasões, tem gerado uma crescente degradação da área e as péssimas condições sanitárias encontradas no local vêm comprometendo a saúde dos moradores, principalmente das crianças e dos idosos. Originalmente, a área do Conjunto Taquaril, onde está inserida a Vila Castanheiras, era de propriedade da extinta CODEURB, atual Departamento de Obras Públicas de Minas Gerais (DEOP-MG). Em 1981, esta área, denominada Bairro Castanheiras, foi parcelada em lotes de área mínima de 2.300,00 m², destinados à implantação de sítios de recreio. Cerca de 40% da infraestrutura do parcelamento chegou a ser implantada, incluindo algumas das vias primárias e obras de drenagem. Entre os anos de 1984 e 1987, o movimento dos sem casa lutou pela utilização da área do loteamento Castanheiras. Em 1987, a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte permutou o loteamento com a CODEURB e reparcelou a área, implantando dois mil lotes com área de 150,00 m² cada, modificando totalmente o tipo de utilização inicialmente prevista para o local. A Prefeitura de Belo Horizonte forneceu, ainda, o material de construção e acompanhamento técnico para que as famílias construíssem suas casas. Neste primeiro momento, foram assentadas 1883 famílias no local. 3

4 Em 1988 mais 300 famílias foram assentadas no Conjunto Taquaril pela Prefeitura de Belo Horizonte. A partir daí, a área sofreu um processo contínuo de invasões, com ocupação de áreas verdes e de áreas de preservação, o que culminou, a partir de 1990, na ocupação dos setores 12, 13 e 14, estendendo ao Município de Sabará o ônus decorrente da ocupação desordenada. A Vila Castanheira localiza-se na porção sudoeste de Sabará, na divisa entre este município e a Regional Leste de Belo Horizonte. Ela encontra-se inserida no Bairro Jardim Castanheira, área cujo acesso se faz, preferencialmente, pela Avenida Borba Gato. A vila estende-se da Estrada Velha de Nova Lima (ao sul) até a Rua Monte Pio (ao norte), sendo delimitada a oeste pelo Córrego Olaria e a leste pelas ruas Principal, Catarina de Freitas e Prudente de Morais. Na vila predominam áreas de grandes declividades, situadas na margem direita do Córrego Olaria, curso d água que se encontra em leito natural. A malha viária do assentamento possui traçado predominantemente regular e é estruturada pelas ruas Principal, Catarina de Freitas e Prudente de Morais, vias que seguem aproximadamente na direção noroeste-sudeste e a partir das quais se originam diversas vias transversais. Grande parte destas vias, em especial aquelas situadas na porção sul da vila, é sem saída e possui largura suficiente apenas para o trânsito de pedestres. A Vila Castanheiras possui aproximadamente 880 domicílios e abriga população estimada em 3400 habitantes. Sua ocupação, composta principalmente por edificações residenciais de baixa altimetria, concentra-se junto às principais vias estruturadoras do sistema viário, tornando-se mais escassa na região mais próxima ao córrego e ao longo das linhas de drenagem. O solo da área da Vila Castanheiras é residual, composto de xisto e filito, que são rochas friáveis. A execução de cortes e aterros sem orientação técnica adequada e a retirada da cobertura vegetal vêm potencializando as erosões, que hoje comprometem toda a área. A implantação de edificações frágeis, em 4

5 terrenos de altas inclinações, aumentam o peso sobre o solo, favorecendo a instabilidade do terreno. Considerando a inserção da Vila Castanheiras no Conjunto Taquaril e os investimentos públicos que vêm sendo realizados neste conjunto nos setores 01 a 11, faz-se necessários investimentos e ações estratégicas na Vila Castanheiras por parte dos agentes públicos, em especial o Estado de Minas e a Prefeitura Municipal de Sabará. A iniciativa de apresentação deste Projeto é fruto de um conjunto debates e do levantamento de propostas de melhorias urbanísticas e de mobilidade viária, discutidas em Audiências Públicas realizadas com a participação da população local, da Prefeitura Municipal de Sabará, da Agência Metropolitana de Belo Horizonte RMBH e da URBEL. As questões tratadas nestas audiências fazem parte de um processo de discussão que já se arrasta por vários anos, havendo necessidade imediata da elaboração de um projeto executivo, por empresa especializada, que venha viabilizar as intervenções necessárias ao desenvolvimento desta comunidade, estando estas alinhadas ao PGE que, por sua vez, se apresenta como um estudo desta comunidade diagnosticando e propondo soluções nas áreas de infraestrutura, urbanização, saúde, educação, esporte, cultura, entre outras, alinhadas às condições básicas de sobrevivência e, ainda, ao PDDI Plano Diretor para o Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte nos eixos acessibilidade, seguridade, urbanidade e sustentabilidade. É neste contexto que a Prefeitura Municipal de Sabará Gestão ( ) estabelece como prioridade a captação de recursos, junto à SEMGE para: - melhorar as condições de vida da comunidade da Vila Castanheiras; - realizar um trabalho articulado em prol do fortalecimento de políticas públicas com parcerias entre o Governo Estadual, por intermédio da SEMGE e a RMBH e Prefeitura Municipal de Belo Horizonte - Programa Vilas e Favelas, buscando integrar a comunidade do ponto de vista urbanístico, somando esforços em prol de um bem comum; 5

6 - evitar transferências de problemas, com ações de contenção no município de Sabará, tendo em vista o nivelamento do padrão de vida desta comunidade que se encontra divida entre os dois municípios; - criar e fortalecer uma política municipal que venha promover o sentimento de pertencimento da comunidade da Vila Castanheiras com o Município de Sabará, facilitando a mobilidade entre as vias principal e auxiliares que dão acesso viário à região. Para viabilizar as propostas acima, a Prefeitura Municipal de Sabará propõe a realização de um Plano Global Estruturante e Projetos de Urbanização para toda a área em questão, com o intuito de resgatar a dívida social com os moradores da Vila Castanheiras e de reverter este complexo cenário urbano consolidado ao longo dos anos. Estes trabalhos têm como objetivo diagnosticar os problemas e as potencialidades relativas aos aspectos físico-ambientais, jurídico-legais e socioeconômico-organizativos e propor soluções específicas para a área em questão, o que possibilitará acesso a bens e serviços públicos e maior inserção sócio-espacial. 2. JUSTIFICATIVA A Vila Castanheiras, por ter se formado em razão da expansão urbana do Taquaril, localiza-se distante da sede do Município de Sabará, apresenta pouca relação com a Administração Pública Municipal e depende, em muitos casos, dos serviços prestados pela Prefeitura de Belo Horizonte, como, por exemplo, o transporte público, uma vez que a única linha de ônibus que atende a Vila é operada pela BHTrans, não havendo linha que interligue a Vila Castanheiras ao Centro de Sabará. Nos últimos anos, o Conjunto Taquaril vem sendo beneficiado com diversas intervenções urbanísticas, por meio da implantação de obras pela Prefeitura de Belo Horizonte, viabilizadas com recursos do PAC, tais como a construção de moradias, remoção de moradores de áreas de risco, abertura e pavimentação de vias, contenção de encostas e melhorias sanitárias e ambientais. Paralelamente, os moradores da Vila Castanheiras continuam vivendo em 6

7 situação precária, com a falta de infraestrutura e de serviços sociais básicos, altos níveis de criminalidade e, até o presente momento, sem perspectivas de melhorias. Tendo em vista que a ocupação da área localizada em Sabará existe apenas em função da expansão da ocupação da área localizada em Belo Horizonte e de que há diversas interações e implicações metropolitanas, o projeto se apresenta como uma etapa preliminar para a implementação de ações que tragam soluções aos principais problemas enfrentados pelos moradores da área, sendo necessária a atuação conjunta dos dois Municípios e do Estado, sobretudo, por meio da SEGEM/Agência RMBH. Assim, há uma necessidade emergente de articulação metropolitana para o nivelamento de ações que venham integrar esta comunidade do ponto vista urbanístico que poderá ser concretizada com a elaboração do projeto descritivo prevendo a estruturação de um plano de ação que venha ao encontro das reivindicações apresentadas nas Audiências Públicas, sendo elas: - Pavimentação da via de acesso ao bairro - são quatro quilômetros de extensão, que estão em condições extremamente precárias e, em algumas épocas do ano, a via se torna intransitável. Essa é a demanda mais urgente e mais imediata da população. Há evidências que o local serve de bota-fora de entulho - caminhões levam constantemente entulho para essa via - e, até mesmo, desova de corpos. A grande poeira gera problemas respiratórios para a população. Segundo relatos da população, um morador veio a falecer por demora no socorro, pois o SAMU chegou, mas não conseguiu passar pela via. - Instalação de uma linha de ônibus que ligue o bairro ao centro de Sabará - atualmente, para fazer esse trajeto, os moradores precisam ir primeiro a Belo Horizonte para depois tomar outro ônibus para Sabará. Já o Conjunto Taquaril é servido com 5 linhas de ônibus, enquanto o Castanheiras somente por uma, disponibilizada pela BHTrans, sendo ela a linha Não há dessa forma, ligação viária com o Centro e adjacências do Município de Sabará. - Construção de via para ligar o Castanheiras ao Taquaril 7

8 - Recuperação/implantação de rede de esgoto a rede de esgoto existente está em estado precário, existindo diversos vazamentos e esgoto escoando a céu aberto, o que provoca mau cheiro, erosão e problemas de saúde. Do lado de Belo Horizonte estão sendo implantados interceptores de esgoto no Córrego Olaria, mas a despoluição total não irá ocorrer uma vez que, do lado da Vila Castanheiras, o esgoto continua sendo despejado no Córrego. Um fato que dificulta o equacionamento desse problema é que, diferentemente de Belo Horizonte, a COPASA não é a concessionária de esgoto em Sabará. - Melhoria no fornecimento de água há constante falta de água no bairro. A COPASA detém a concessão do fornecimento de água. - Distribuição de correspondência como não há nomeação de logradouros públicos e numeração nas casas, a entrega das correspondências é feita em caixa postal coletiva. - Elaboração do Plano Global Estruturante (PGE). Foi consenso de que há problemas pontuais emergenciais que precisam ser equacionados com urgência, mas que, para a melhoria da qualidade de vida da população de forma ampla, a área precisa passar por intervenções integradas como vem ocorrendo no Conjunto Taquaril. Para possibilitar tais intervenções, inclusive a captação de recurso, é imprescindível que seja elaborado o planejamento integrado das intervenções. - Articulação com a SETOP para viabilizar a pavimentação da via principal por meio do Programa Pró-acesso. - Articulação com empresas que atuam na região, como as mineradoras e as concessionárias das linhas de ônibus, para captação de recursos destinados a realização de melhorias na infraestrutura. A área é próxima a uma ferrovia onde a Vale está realizando obras de modernização. Foi então sugerida que se articule com a referida Empresa para que esta realize ações na Vila como forma de compensação dos impactos das obras da ferrovia. - Mudança dos limites intermunicipais foi explicitado que em outras ocasiões em que a situação da Vila Castanheiras foi discutida, houve proposta de realização da mudança dos limites intermunicipais com vistas a transferir o 8

9 referido Bairro para o território de Belo Horizonte, mas que essa alternativa é atualmente impossível porque a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios não poderão ser realizados enquanto não entrar em vigor lei complementar federal prevista no 4º, do art. 18, da Constituição Federal. Em 2010 a Diretoria de Regulação Metropolitana elaborou Nota Técnica sobre tal assunto (Nota Técnica nº 9/2010). As características da Vila Castanheiras abordadas na Introdução, as reivindicações apresentadas em Audiência Pública e o objetivo do presente projeto, que é realizar o diagnóstico dos problemas e das potencialidades relativas aos aspectos físico-ambientais, jurídico-legais e socioeconômicoorganizativos da Vila, além de propor soluções e Projetos Urbanísticos para a área em questão, visando gerar melhoria da qualidade de vida da população e a sua inserção sócio-espacial, se apresentam em consonância com o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O Diagnóstico a ser realizado, contemplando não apenas os aspectos físicos e ambientais da Vila, mas também aqueles de cunho social, econômico, organizativo, jurídico e legal permite que as Propostas e Projetos Urbanístico sejam pensados de forma integrada, atendendo às macrodiretrizes estabelecidas pela Assembleia de Desenvolvimento Metropolitano da Região Metropolitana de Belo Horizonte, principalmente aqueles relacionados ao Ordenamento Territorial e ao Saneamento Básico. 3. OBJETO O objeto do presente projeto é a elaboração de Plano Global Estruturante e de Projetos de Urbanização para a Vila Castanheiras. 4. ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO Elaboração de Plano Global Estruturante (PGE), que será composto da fase de Diagnóstico e da fase de Propostas. A partir das propostas definidas pelo PGE, 9

10 serão elaborados todos os Projetos Executivos necessários à urbanização da Vila Castanheiras, incluindo projetos para reassentamento das famílias que atualmente ocupam áreas de risco e os estudos ambientais necessários. 5. METODOLOGIA, ETAPAS E ATIVIDADES Este documento refere-se à metodologia para elaboração do Plano Global Estruturante (PGE) e dos Projetos de Urbanização para a Vila Castanheiras Sabará/MG. Plano Global Estruturante O PGE é um instrumento destinado ao estudo dos problemas e potencialidades de vilas e favelas, bem como à proposição de intervenções para solucioná-los. O PGE considera três eixos de abordagem, físico-ambiental, jurídico-legal e socioeconômico-organizativo, e é estruturado em duas grandes etapas: Levantamento de Dados/Diagnóstico e Propostas de Intervenção. Para o PGE será adotado a metodologia usualmente utilizada em planos similares praticados pela URBEL (Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte), que é o órgão responsável pelos processos de urbanização dos assentamentos precários do Município de Belo Horizonte, com as seguintes adequações. Etapa 1: Levantamento de Dados/Diagnóstico Atualização da Base Cartográfica: A metodologia de trabalho do PGE envolve diversas análises para as quais a unidade de referência básica é o domicílio. O domicílio é o elemento utilizado para referenciar as variáveis que descrevem as condições físicas, jurídicas e sociais em que se encontra o assentamento em estudo. A contagem censitária dos domicílios tem como objetivo primeiro a identificação dos domicílios existentes no assentamento em estudo. Esta 10

11 contagem visa propiciar a realização de diferentes pesquisas, relacionadas a diversos aspectos envolvidos nas análises urbanísticas, jurídicas e sociais, dentro de uma perspectiva de planejamento. Visa também possibilitar avaliações de impactos provenientes de indicações de remoção e reassentamento, bem como a relação de custo/benefício referentes às soluções concebidas para a regularização de um assentamento. De posse do levantamento planialtimétrico cadastral do assentamento em estudo, definem-se as divisões em quadras para dar início aos processos de contagem de domicílios. No assentamento, realiza-se a identificação dos domicílios existentes, anotando em mapa a numeração seqüencial de todos os domicílios inseridos no escopo do PGE. Padrão Sanitário: O Levantamento Censitário do Padrão Sanitário tem por objetivo verificar a existência e adequação das unidades sanitárias dos domicílios, visando diagnosticar a necessidade de melhoria ou implantação nas mesmas. Pesquisa Sócio-econômica (Amostral): A Pesquisa Sócio-econômica (Amostral) tem por objetivo verificar a composição e renda familiar, organização comunitária, participação e coesão social dos núcleos familiares do assentamento em estudo, com o intuito de propor medidas que visem a redução da situações de vulnerabilidade social diagnosticadas. Diagnóstico Urbanístico O Diagnóstico Urbanístico tem como objetivo o levantamento de dados e análises relativas ao assentamento em estudo e seu entorno, mais especificamente no que se refere a inserção urbana, uso e ocupação do solo, malha viária (acessibilidade, articulação e mobilidade), sistema de transportes, centralidades, equipamentos coletivos e barreiras. A partir da análise da atual 11

12 configuração dos espaços públicos e privados do assentamento, pretende-se diagnosticar os principais problemas e indicar formas para a reestruturação espacial do assentamento. Diagnóstico Sanitário O Diagnóstico Sanitário tem como objetivo levantar as características do assentamento em estudo relacionadas a drenagem urbana, esgotamento sanitário, abastecimento de água e coleta de resíduos sólidos. Em drenagem urbana pretende-se diagnosticar situações de inexistência, inadequação ou insuficiência do sistema de drenagem. Em esgotamento sanitário pretende-se diagnosticar os pontos de lançamento/destinação inadequados e as situações de inexistência, inadequação ou insuficiência do sistema de esgotamento. Em abastecimento de água pretende-se diagnosticar as regiões com sistema comprometido, ligações clandestinas e sem abastecimento. Em coleta de resíduos sólidos pretende-se diagnosticar as regiões com dificuldade de coleta, com pontos de acúmulo de lixo e com pontos de confinamento. Diagnóstico Geológico-Geotécnico A abordagem geológico-geotécnica tem como objetivo inicial avaliar a situação de risco geológico-geotécnico da área em estudo e, posteriormente, fundamentar a proposta geotécnica. Inicialmente, devem ser elaborados um levantamento bibliográfico para conhecimento da geologia regional e dos aspectos geotécnicos do município, além do mapa de declividades da área em estudo. Em seguida deve-se realizar o levantamento de campo buscando a caracterização morfológica e geológica da área em estudo, além do levantamento das situações de risco geológico do assentamento, considerando os seguintes aspectos: agentes/feições potencializadoras de risco geológico, indícios de movimentação do terreno e processos destrutivos instalados. Deve ser elaborado um mapa que identifique o nível do risco geológico em toda a área de estudo e os elementos identificados em campo, além de seções esquemáticas para as situações de risco alto e muito alto. O texto deve abordar 12

13 de forma sucinta a descrição geomorfológica e geológica da área, os aspectos geotécnicos e as situações de risco geológico-geotécnico mapeadas. Diagnóstico Jurídico O Diagnóstico Jurídico é composto pela Análise Fundiária e Análise Jurídica. A Análise Fundiária tem por objetivo promover o processo de regularização fundiária do assentamento em questão, devendo-se inicialmente levantar a situação da propriedade legal do solo urbano. Para tanto, deve-se identificar todos os parcelamentos aprovados (CP) e não aprovados (PL) da área de estudo e entorno imediato. Deverá ser elaborado um mapa onde serão sobrepostos sobre a base cartográfica atualizada do assentamento os CPs e PLs identificados, juntamente com as respectivas condições de propriedade. Em texto deverão ser abordadas as condições de propriedade do assentamento e identificadas as áreas onde há condicionantes à transferência da propriedade da terra, além de identificar os instrumentos de regularização aplicáveis a cada caso. A Análise Jurídica tem por objetivo identificar situações que interfiram nas ações de regularização fundiária do assentamento, condicionando ou impedindo a ocupação em determinados trechos da área de estudo. Essas situações, previstas em legislação urbanística e ambiental (nos níveis federal, estadual e municipal), devem ser mapeadas e analisadas. Diagnóstico Social O Diagnóstico Social tem como objetivo levantar e analisar, de forma sintética, informações relacionadas aos seguintes aspectos do assentamento: histórico de ocupação, lutas, conquistas e lideranças; dados demográficos e socioeconômicos (população, número de famílias e número de domicílios, faixa etária, gênero e composição familiar, escolaridade, situação ocupacional e renda); equipamentos, entidades e grupos existentes (serviços públicos de saúde, serviços públicos de educação, serviços de esporte, lazer e cultura, serviço de segurança pública, políticas sociais); organização comunitária 13

14 (associativismo e principais lideranças, nível de participação e organização, nível de informação sobre projetos e atividades existentes, avaliação das condições de vida pela comunidade, principais demandas da comunidade); avaliação dos serviços públicos e itens de consumo existentes (nível de satisfação dos moradores com a vila). Diagnóstico Integrado O Diagnóstico Integrado tem como objetivo inter-relacionar as análises dos aspectos físico-ambientais, socioeconômicos e jurídico-legais de forma sintética, além de evidenciar as questões mais relevantes para a compreensão da situação geral do assentamento em questão. Dessa forma, deverá ser elaborado um mapa que sobreponha as análises físico-ambientais e jurídicolegais, além de um texto que relacionará estes dois setores à questão social, culminando na definição de diretrizes que subsidiarão a elaboração das propostas de intervenção. Etapa 2: Propostas de Intervenção As propostas de intervenção englobam sugestões de intervenções relacionadas aos aspectos físico-ambientais (propostas urbanísticas, sanitárias e geológico-geotécnicas), socioeconômico-organizativos e jurídico-legais direcionadas ao assentamento em estudo. As propostas físico-ambientais envolvem sugestões de intervenções relacionadas à reestruturação do sistema viário, reestruturação do sistema habitacional (remoção e reassentamento), indicação de áreas em potencial para implantação de áreas de lazer e convívio social, intervenções para consolidação sanitária (drenagem urbana, esgotamento sanitário, abastecimento de águas e coleta de resíduos sólidos), além de propostas geotécnicas com o propósito de eliminar as situações de risco identificadas. Nas propostas socioeconômicas-organizativas serão sugeridas ações que visem: a articulação das políticas públicas no assentamento e seu entorno 14

15 (educação, saúde, assistência social, esporte, lazer e cultura); o desenvolvimento de um plano de mobilização, participação e capacitação comunitária; e indicação de políticas de geração de ocupação e renda. As propostas jurídicas apresentarão estratégias para a regularização fundiária do assentamento, tendo como princípios: a regularização do parcelamento, a regularização dominial e a regularização das edificações. Após a elaboração das propostas, segue-se para a elaboração das planilhas de quantitativo, que embasarão a estimativa dos custos das intervenções. Por fim, as intervenções sugeridas pelo PGE serão hierarquizadas tendo como referência a prioridade que cada intervenção representa para a melhoria da qualidade de vida no assentamento em análise. Projetos de Urbanização Esta metodologia seguirá o próprio Caderno de Especificações de Projetos da URBEL (Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte), órgão responsável pelos processos de urbanização dos assentamentos precários do Município de Belo Horizonte. 6. MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS PELO PROJETO O principal município contemplado por este Projeto é o Município de Sabará. No entanto, deve-se observar que a conurbação existente da Vila Castanheiras com os setores do Conjunto Taquaril situados no Município de Belo Horizonte propiciará uma melhora efetiva em toda a região do Conjunto Taquaril. 7. PRODUTOS ESPERADOS Os produtos esperados são a Elaboração de Plano Global Estruturante (PGE) e dos Projetos Executivos de Urbanização, conforme listado nas planilhas de estimativa de custos apresentadas em anexo. 15

16 8. PRAZOS DE ENTREGA O prazo necessário à elaboração do Plano Global Estruturante (PGE) é de sete meses sendo que o Levantamento Topográfico será finalizada no segundo mês, a fase de Levantamento de Dados e Diagnóstico será finalizada no quinto mês e a fase de Propostas de Intervenção será finalizada no sétimo mês. Serão realizadas três entregas, a primeira na fase de Levantamento Topográfico, a segunda na fase de Levantamento de Dados e Diagnóstico e a terceira na fase de Propostas de Intervenção. Para a elaboração completa dos Projetos Executivos, serão necessários nove meses, sendo três meses de Levantamento Topográfico, seis meses para a elaboração dos Projetos de Infraestrutura, seis meses para os Projetos das Unidades Habitacionais e dois meses para a elaboração dos Estudos Ambientais. A primeira entrega a ser realizada será a do Levantamento Topográfico. Os Projetos de Infraestrutura e de Unidades Habitacionais serão realizados de forma independente, sendo que as suas entregas se dividirão em Anteprojeto, Estudos Geotécnicos e Projeto Executivo. Também será realizada entrega em separado dos Estudos Ambientais. Na seção 10. CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO é apresentado o cronograma geral das etapas do Plano Global Estruturante (PGE), dos Projetos Executivos e dos Estudos Ambientais. 9. LOCAL DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Os serviços deverão ser realizados por empresa terceirizada especializada na elaboração de Planos Urbanísticos e Projetos Executivos de Engenharia, contratada através de licitação pública pela Prefeitura Municipal de Sabará 10. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO O cronograma está apresentado na página a seguir. 16

17 17

18 ANEXOS 18

os projetos de urbanização de favelas 221

os projetos de urbanização de favelas 221 5.15 Favela Jardim Floresta. Vielas e padrão de construção existente. 5.16 Favela Jardim Floresta. Plano geral de urbanização e paisagismo. 5.17 Favela Jardim Floresta. Seção transversal. 5.18 Favela Jardim

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