MAX WEBER. Prof. Cristhian Lima

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1 MAX WEBER Prof. Cristhian Lima

2 Duas Realidades 1 REPÚBLICA FRANCESA 2 DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA 3 CIÊNCIAS NATURAIS 4 ÊNFASE NA UNIVERSALIDADE 5 CIÊNCIAS HUMANAS = CIÊNCIAS EXATAS

3 Duas Realidades 1 FRAGMENTAÇÃO POLÍTICA 2 CAPITALISMO TARDIO 3 ÊNFASE NA DIVERSIDADE 4 IDEALISMO 5 ESPECIFICIDADE DAS CIÊNCIAS HUMANAS

4 Duas Perspectivas Prof. Cristhian Lima

5 Conceitos fundamentais 1 AÇÃO SOCIAL 2 Metodologia TIPO IDEAL 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

6 AÇÃO SOCIAL Ação Social é toda conduta humana (ação, omissão ou permissão) dotada de MOTIVO e SENTIDO e ORIENTADA nas ações de outros indivíduos. não existe autonomia completa do indivíduo. Nossas maneiras de pensar e agir sofrendo forte influência da realidade e dos outros indivíduos. Daí tais ações serem SOCIAIS.

7 AÇÃO SOCIAL A ação humana é social na medida em que, em função da significação subjetiva que o indivíduo que age lhe atribui, toma em consideração o comportamento dos outros e é por ele afetada no seu curso.

8 AÇÃO SOCIAL CUIDADO! Motivação individual: a razão para que a ação exista é construída pelo indivíduo. Sentido: o indivíduo orienta ou dirige sua ação para outros indivíduos. Desempenhando uma função ou papel estabelece nexos causais. Dado que os motivos e sentidos são atributos individuais mas possibilitados coletivamente, não se pode afirmar que as análises sobrecaiam na absoluta individualidade.

9 RESUMINDO MOTIVO SUBJETIVO ABSTRATO AÇÃO SOCIAL DIREÇÃO SUBJETIVA EFEITOS SOCIAIS OBJETO SOCIOLÓGICO

10 CONDUTAS REATIVAS MOTIVO SUBJETIVO ABSTRATO AÇÃO SOCIAL DIREÇÃO SUBJETIVA EFEITOS SOCIAIS condutas CONDUTAS humanas que REATIVAS não se enquadram como ações sociais. São práticas sem relevância para a sociologia na medida em que são DESPROVIDAS DE SUBJETIVIDADE.

11 CONDUTAS REATIVAS CONDUTAS REATIVAS HOMOGÊNEAS OU INSTINTIVAS a ação do indivíduo se faz motivada por uma pressão natural ou fisiológica. IMITATIVAS OU DE MULTIDÃO a ação do indivíduo se faz, simplesmente, espelhada na conduta de outro ou de um grupo de indivíduos..

12 CONDUTAS SOLITÁRIAS MOTIVO SUBJETIVO ABSTRATO AÇÃO SOCIAL DIREÇÃO SUBJETIVA EFEITOS SOCIAIS São práticas sem relevância para a sociologia na CONDUTAS medida em SOLITÁRIAS NÃO EXTRAPOLAM OS LIMITES FÍSICOS DA EXISTÊNCIA INDIVIDUAL. Não estabelecem nexos causais, nem são socialmente referenciadas. Prof. Cristhian Lima

13 Conceitos fundamentais 1 AÇÃO SOCIAL 2 METODOLOGIA TIPO IDEAL 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

14 METODOLOGIA CIENTÍFICA Max Weber está ligado à corrente sociológica que privilegia o indivíduo diante da sociedade. O que o cientista tem diante de si é uma infinidade de ações sociais motivadas e dependentes de especificidades históricas. A realidade é infinita e múltipla em conexões causais (motivos), por isto inalcançável em sua totalidade.

15 METODOLOGIA CIENTÍFICA Max Weber está ligado à corrente sociológica que privilegia o indivíduo diante da sociedade. O CIENTISTA não consegue se livrar de suas prenoções. a neutralidade absoluta é impossível. Deve-se buscar uma neutralidade parcial ou relativa.

16 METODOLOGIA CIENTÍFICA Max Weber está ligado à corrente sociológica que privilegia o indivíduo diante da sociedade. Para a descrição do objeto, o cientista deve elaborar uma descrição fiel que permita a elaboração de um modelo abstrato que partiu de suas observações particulares. Este modelo é denominado Tipo Ideal.

17 RESUMINDO ABSTRATO PARTICULAR SUBJETIVO TIPO IDEAL INFLUÊNCIA KANT REAL INATINGÍVEL NEUTRALIDADE RELATIVA INSTRUMENTO METODOLÓGICO

18 RESUMINDO

19 RESUMINDO

20 Conceitos fundamentais 1 Metodologia TIPO IDEAL 2 AÇÃO SOCIAL TIPOS PUROS 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

21 TIPOS PUROS DA AÇÃO SOCIAL Motivação é um SENTIMENTO IMEDIATO Motivação é um HÁBITO ARRAIGADO Motivadas por valores MORAIS e ÉTICOS, independente das consequências da ação Tem como motivação um único e CLARO OBJETIVO, de forma a possibilitar a ORGANIZAÇÃO PRÉVIA e RACIONAL de todos os meios necessários ou disponíveis para alcançá-lo.

22 Conceitos fundamentais 1 Metodologia TIPO IDEAL 2 AÇÃO SOCIAL 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

23 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

24 RELAÇÕES SOCIAIS Fundada num sentimento SUBJETIVO de pertencimento mútuo. Mais caracterizadas por elementos pessoais, afetivos, informais, etc. Apóia-se num ACORDO de INTERESSES motivado RACIONALMENTE. Mais caracterizadas por elementos impessoais, contratuais, formais, etc.

25 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

26 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

27 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

28 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

29 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

30 RELAÇÕES SOCIAIS Prof. Cristhian Lima

31 Conceitos fundamentais 1 Metodologia TIPO IDEAL 2 AÇÃO SOCIAL 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

32 PODER E DOMINAÇÃO as relações sociais tem sua duração ligada à dominação,ou seja, à probabilidade de alguém impor sobre o outro suas vontades e encontrar aceitação. PODER probabilidade de impor a própria vontade no interior de uma determinada relação social, mesmo contra resistências. DOMINAÇÃO é a probabilidade de encontrar obediência a uma ordem de determinado conteúdo, entre determinadas pessoas indicáveis, é sempre LEGÍTIMA. Motivos de justificação interior, ou seja, O QUE LEVA ALGUÉM A SE SUBMETER à uma dominação.

33 RESUMINDO LEGÍTIMA PERDURA NO TEMPO DOMINAÇÃO TRADICIONAL CARISMÁTICA RELAÇÃO SOCIAL RACIONAL-LEGAL NÃO PRESCINDE DO USO DA VIOLÊNCIA

34 TIPOS DE DOMINAÇÃO "...em virtude de devoção afetiva à pessoa do senhor e a seus dotes sobrenaturais (carisma) e, particularmente: a faculdades mágicas, revelações ou heroísmo, poder intelectual ou de oratória. O sempre novo, o extracotidiano, o inaudito e o arrebatamento emotivo que provocam constituem aqui a fonte de devoção pessoal. Seus tipos mais puros são a dominação do profeta, do herói guerreiro e do grande demagogo. CARISMÁTICA A associação dominante é de caráter comunitário, na comunidade ou no séquito. O tipo que manda é o líder. O tipo que obedece é o 'apóstolo'. Obedece-se exclusivamente à pessoa do líder por suas qualidades excepcionais e não em virtude de sua posição estatuída ou de sua dignidadeautoridade tradicional; do e, portanto, também somente enquanto essas qualidades lhedom sãoda atribuídas, graça ouseja, enquanto seuprofeta carisma ou subsiste. - no pessoal O quadro administrativo é escolhido segundo carisma terreno epolítico vocação - o pessoais, e extraordinário príncipe guerreiro não devido à (carisma), sua qualificação profissional (como o funcionário), à sua escolhido, o posição (como ou seja, noa quadro devoção administrativo estamental) ou totalmente pessoal e a grande à sua dependência pessoal, de caráter doméstico ou outro (como confiança pessoal em demagogo é o caso e do quadro administrativo revelações, patriarcal). heroísmo Falta aqui o conceito chefe racional político de de 'competência', assim comoe outras o estamental qualidades de 'privilégio'. um partido. caudílio do indivíduo São características dela, sobretudo, a revelação ou a criação momentâneas, a ação e o exemplo, as decisões particulares, ou seja, em qualquer caso - medido com a escala das relações estatuídas - o irracional.

35 DOMINAÇÃO LEGÍTIMA CARISMA SUBJETIVA DOMINAÇÃO CARISMÁTICA AFETIVIDADE LÍDER/APÓSTOLO IRRACIONAL PROFETA, LÍDER GUERREIRO, DEMAGOGO

36 TIPOS DE DOMINAÇÃO "... em virtude da crença na santidade das ordenações e dos poderes senhoriais de há muito existentes. Seu tipo mais puro é o da dominação patriarcal. A associação dominantetradicional é de caráter comunitário. O tipo daquele que ordena é o 'senhor', e os que obedecem são 'súditos', enquanto que o quadro administrativo é formado por 'servidores'. Obedece-se à pessoa em se especifica por encontrar legitimidade na validade das ordenações e poderes de mando herdados pela tradição. Os que exercem a dominação estão determinados pela tradição, pela autoridade do ontem eterno. virtude de sua dignidade própria, o patriarca santificada e pela tradição: por fidelidade. O conteúdoo príncipe das ordens está fixado pela tradição, cuja violação desconsiderada patrimonial por de todos os parte do senhor poria em perigo a legitimidade do seu tipos próprio domínio, que repousa exclusivamente na santidade delas. (...) No quadro administrativo, as coisas ocorrem exatamente da mesma forma.

37 DOMINAÇÃO LEGÍTIMA ONTEM ETERNO SUBJETIVA DOMINAÇÃO TRADICIONAL FIDELIDADE SENHOR/SÚDITO IRRACIONAL PATRIARCA, MONARCA, POSIÇÃO OU NASCIMENTO

38 TIPOS DE DOMINAÇÃO a dominação racional-legal se especifica por encontrar legitimidade no direito estatuído de modo racional, com pretensão de ser respeitado pelos membros da associação. O direito racional é um conjunto abstrato de regras a serem aplicadas em casos concretos. A administração racional supõe cuidar dos interesses da associação, nos limites da lei. O soberano está sujeito à lei. Há uma ordem de caráter impessoal. Quem obedece, não obedece à pessoa do soberano, mas obedece ao direito e o faz como RACIONAL-LEGAL membro da associação. Das três formas de dominação, aquela que apresenta um caráter racional ou planejado é a legal. Ela se expressa em qualquer ambiente em que algum sujeito ocupa uma posição de destaque em virtude de sua competência comprovada e testada por algum concurso. O aprovado recebe do estatuto o direito de impor sua vontade a outros que, ocupando posições de menos status, acatam regularmente as orientações hierarquicamente dadas. A racionalidade se externa tanto no processo de montagem da hierarquia (através de critérios objetivos se premia o concursado, sem pesar esta qualquer é a dominação laço afetivo ou familiar, típico do comportamento dominação em corrupto) virtude quanto no estabelecimento das tal como funções a exercem (visto que os melhores ocuparam os da cargos legalidade, a que tem ou competência). E há, para Weber, o moderno uma tendência à racionalização das ações, relações seja, em evirtude formas da de dominação sociais. Isto se deve servidor ao processo do inaugurado pela ética protestante crença que, na ao validade vincular a salvação religiosa com oestado sucessoe econômico, todos estabeleceu critérios objetivos de um em estatuto que os legal fiéis devem se guiar para alcançar aqueles o reino outros dos céus. Por isso, no e da competência longo prazo, as formas de dominação carismática e tradicional, elementos tendem a ser substituídas pela objetiva fundada em forma legal. O exercício da autoridade racional dependeinvestidos um de quadro poder administrativo regras racionalmente hierarquizado e profissional, "separado" do poder de controle que sobre se os assemelham meios de administração. criadas, Por força da tendência à racionalização, as profissões públicas neste aspecto. ou privadas deixariam, gradativamente, outras influências como a amizade e a parentela, para se guiarem por objetivos claros e previamente definidos. A isto Weber á o nome de burocracia. A administração racional se caracteriza, tipicamente, pela existência de uma burocracia.

39 DOMINAÇÃO LEGÍTIMA CRENÇA NA LEI OBJETIVA RACIONAL LEGAL RACIONALIDADE FUNÇÃO-FINALIDADE RACIONAL BUROCRATA (CONCURSADO) MERITOCRACIA

40 Conceitos fundamentais 1 Metodologia TIPO IDEAL 2 AÇÃO SOCIAL 3 RELAÇÕES SOCIAIS 4 PODER E DOMINAÇÃO 5 ESPÍRITO DO CAPITALISMO

41 ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO Weber parte de dados estatísticos que lhe mostraram a proeminência de adeptos da Reforma entre os grandes homens de negócios, empresários bem-sucedidos e mão-de-obra qualificada. A partir dai, procura estabelecer conexões entre a doutrina e a pregação protestante e seus efeitos no comportamento dos indivíduos e sobre o desenvolvimento capitalista. Weber buscou as possíveis raízes do comportamento empresarial, austero, voltado para o lucro e racionalizado. Seu objetivo era detectar as causas do Espírito do Capitalismo.

42 ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO Weber descobre que valores do protestantismo como a disciplina ascética, a poupança, a austeridade, a vocação, o dever e a propensão ao trabalho atuavam de maneira decisiva sobre os indivíduos. No seio das famílias protestantes, os filhos eram criados para o ensino especializado e para o trabalho fabril, optando sempre por atividades mais adequadas à obtenção do lucro.

43 ÉTICA PROTESTANTE PREDESTINAÇÃO ABSOLUTA TEORIA DA PROVA CALVINISMO TRABALHO POUPANÇA VOCAÇÃO ACUMULAÇÃO RACIONALIZA A PRÁTICA RELIGIOSA, O QUE ABRE CAMINHO PARA A CONTÍNUA RACIONALIZAÇÃO DA VIDA.

44 CALVINISMO A ética protestante calvinista, através do estímulo a uma vida voltado ao trabalho e à austeridade, conformaram uma busca pela salvação religiosa muito próxima dos elementos de salvação econômica. No desenrolar da história foram sedimentados comportamentos tipicamente capitalistas. A motivação do protestante, segundo Weber, é o TRABALHO enquanto dever e vocação como um fim absoluto em si mesmo, e não a ganho material obtido através dele. Buscando sair-se bem na profissão, mostrando sua própria virtude e vocação e renunciando aos prazeres materiais, o protestante puritano se adequa facilmente ao mercado de trabalho, acumula capital e o reinveste produtivamente. O motivo que mobiliza internamente os indivíduos é consciente. Entretanto, os efeitos dos atos individuais ultra passam a meta inicialmente visada.

45 ESPÍRITO CAPITALISTA TRABALHO COMO FIM EM SI MESMO RACIONALIZAÇÃO ESPÍRITO DO CAPITALISMO TRABALHO POUPANÇA PRAGMATISMO ACUMULAÇÃO Como o comportamento capitalista exige um planejamento prévio para sua execução, foi inerente o DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES CADA VEZ MAIS RACIONAIS. O mundo vai perdendo seu encanto, sua magia e se vê mergulhado nos cálculos e objetivos milimetricamente planejados.

46 ÉTICA PROTESTANTE PREDESTINAÇÃO ABSOLUTA TEORIA DA PROVA CALVINISMO TRABALHO POUPANÇA VOCAÇÃO ACUMULAÇÃO RACIONALIZA A PRÁTICA RELIGIOSA, O QUE ABRE CAMINHO PARA A CONTÍNUA RACIONALIZAÇÃO DA VIDA.

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