Os Grêmios Literários de uma instituição escolar de Juiz de Fora no início do século XX: Discursos higiênicos e eugênicos produzidos por alunos.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os Grêmios Literários de uma instituição escolar de Juiz de Fora no início do século XX: Discursos higiênicos e eugênicos produzidos por alunos."

Transcrição

1 Os Grêmios Literários de uma instituição escolar de Juiz de Fora no início do século XX: Discursos higiênicos e eugênicos produzidos por alunos. Resumo Autoria: DELMONTE, Priscila Villela O presente trabalho, parte integrante da dissertação de mestrado que encontra-se em andamento, intitulada Os Grêmios literários de uma escola protestante do início do século XX em Juiz de Fora: instituições dentro de uma instituição, insere-se no âmbito da história das práticas educativas, tendo como foco as associações de alunos que existiram no interior de uma escola confessional na cidade de Juiz de Fora, o Instituto Metodista Granbery. Sabendo-se que tais práticas estiveram presentes em diversas instituições escolares da época, pretende-se através do caso específico do Instituto Granbery entender o que foram essas agremiações, espaços de socialização e afirmação de grupos. Denominado inicialmente como Clubes Literários, e posteriormente como Grêmios Literários, estas instituições analisadas, mostram-se através dos documentos existentes, como associações de alunos com assembléias semanais que, dentre outras atividades a que se propunham, tinham o intuito de discutir questões políticas, literárias e morais da época. Pretende-se aqui, analisar os primeiros anos de funcionamento destas práticas ( ), discutindo os objetivos de sua implantação, os instrumentos aos quais se destinavam bem como a participação dos alunos como agentes de produção de discursos no interior de uma instituição do início do século XX. Para tal faz-se necessário explicitar como se dava o funcionamento dessas discussões: nas assembléias eram instituídas teses em formas de perguntas a serem debatidas. Em seguida elegiam-se dois alunos para debaterem cada tese, dos quais um defenderia o sim e outro o não. Na assembléia subseqüente, (geralmente após uma semana) os eleitos se enfrentavam numa espécie de tribuna e após a exposição dos argumentos de ambos, os demais alunos presentes votavam em um vencedor, o que poderíamos entender como um espaço de regulação coletiva. Em meio à diversas questões possíveis de analises sobre os temas discutidos no interior dessas instituições, neste artigo, pretende-se selecionar alguns dos títulos das teses que perpassam as questões do pensamento médico higienista e da eugenia, que faziam-se presente à sociedade da época, para uma análise mais detalhada. Ao longo do século XIX até meados do século XX a Higiene constituiu-se como uma ciência capaz de resolver os problemas de ordem social, apoiada nos argumentos científicos e na legitimação do campo médico sob proteção do governo, tanto imperial como republicano. Os higienistas tinham como projeto, organizar o estado nacional e regenerar o povo brasileiro através da educação. Dentre algumas das teses discutidas pelos alunos, em que esse pensamento é evidenciado, encontramos A utilidade da vacina é evidente? (1908); O meio influi sobre a civilização de um povo? (1909) Qual o maior benfeitor da humanidade: o médico ou o professor? (1909); A raça amarela suplantará a raça branca? (1911); Qual o melhor elemento como emigrante: o Italiano ou o Japonês? (1912); Os seres perfeitos precedem aos imperfeitos? (1912). Entendendo que as instituições escolares foram fortemente utilizadas tanto como meio de difusão como meio de aplicação do higienismo e da eugenia, a análise dessas teses debatidas pelos alunos, permitem-nos entender como esse pensamento, de uma determinada sociedade em um determinado tempo, apareciam no meio escolar, especificamente através das atividades desenvolvidas pelos alunos.

2 Os Grêmios Literários de uma instituição escolar de Juiz de Fora no início do século XX: Discursos higiênicos e eugênicos produzidos por alunos. Trabalho Completo Autoria: DELMONTE, Priscila Villela Este trabalho insere-se no âmbito da história das práticas educativas, tendo como foco as associações de alunos que existiram no interior de uma escola confessional, protestante, na cidade de Juiz de Fora, o Instituto Metodista Granbery. Denominados originalmente como Clubes Literários e posteriormente como Grêmios Literários, as instituições foco desta pesquisa, mostraram-se através dos documentos analisados, como associações de alunos organizadas como instituições próprias, com regimentos; atas de fundação; sistema de contribuição; assembléias semanais; sistema de multas para os que não comparecessem; biblioteca própria, sendo esta desvinculada da biblioteca do colégio Granbery; entre outros. Nas reuniões ou assembléias realizadas semanalmente, diversos assuntos eram tratados e algumas solenidades eram seguidas, como a parte literal com leitura de poesias e contos. Porém, o acontecimento que mais mobilizava os alunos eram as discussões de teses que eram elaboradas em forma de perguntas. Como exemplo: A queda da bastilha foi um prelúdio da liberdade? 1 Em caso de guerra o amor a pátria é preferível ao da família? 2. O procedimento adotado para tal atividade constava da seguinte seqüência: Em uma assembléia eram definidas as teses a serem debatidas nas assembléias subsequentes, eram sorteados dois alunos para cada tese, um apresentaria a defesa do sim e outro a defesa do não, fazendo com que os sorteados tivessem alguns dias para pesquisar e preparar seus discursos. Muitas teses giravam em torno de temas polêmicos como a educação da mulher, o castigo e a educação da criança, a utilidade da vacina, etc. Após o embate entre os argumentos do sim e do não pelos alunos sorteados, os demais associados votavam para escolherem um vencedor, os argumentos do sim ou os argumentos do não. O que poderíamos entender como um espaço de regulação coletiva. Presente em outras instituições educacionais do período, como o Colégio Dom Pedro II no Rio de Janeiro, o Pelotense na cidade de Pelotas 3 e mesmo em outras instituições da cidade de Juiz de Fora, a hipótese a que a pesquisa de mestrado sobre o qual se desenvolve o trabalho sobre essas instituições se fundamenta é que tais associações foram apropriadas pela direção da escola e usadas junto aos alunos para inculcarem ideais religiosos, políticos e outros, através de meios brandos e persuasivos 4. No entanto, o que este trabalho pretende discutir é a influência do pensamento médico-higiênico e da eugenia em algumas das teses discutidas pelos alunos. 1 Livro de atas do Grêmio literário Coelho Neto 06 de junho de livro de atas do Grêmio literário Coelho Neto 18 de julho de Ver AMARAL, Giana Lange. Tese de mestrado UFRGS, Gatos Pelados x Galinhas Gordas: Desdobramentos da educação laica e da educação católica na cidade de Pelotas ( ). 4 Termos utilizados pelo reitor do colégio o Granbery junto a igreja mantenedora nos Estados Unidos em correspondência a esta.livro de Atas, n1 16/01/1910 p. 72.

3 Subsidiado pelos escritos de Foucault, a historiografia da educação tem atentado para os discursos científicos, religiosos, políticos e outros que subjaziam as práticas pedagógicas em dados períodos. Ao longo do século XIX até meados do século XX a Higiene constituiu-se como uma ciência capaz de resolver os problemas de ordem social, apoiada nos argumentos científicos e na legitimação do campo médico sob proteção do governo, tanto imperial quanto republicano. Os higienistas tinham como projeto, organizar o estado nacional e regenerar o povo brasileiro através da educação. Esta era vista como a arte de correção da deformação 5. De acordo com Gondra: pensar as representações que o pensamento médico procurou instituir acerca da educação escolar, as fronteiras disciplinares se embaralham em nome de uma ciência que se auto-representava como ciência-mãe (GONDRA, José. 2004). Em nome da ciência o discurso médico tinha como objeto não somente a regulamentação da estrutura física escolar tais como tamanho de janelas para iluminação adequada, forma das carteiras e espaço entre elas, como também métodos e práticas dentre os quais, tempo de estudo e de descanso, exercícios físicos para regenerar o corpo, alimentação e tratamentos da excreta 6, bem como o aspecto moral a ser desenvolvido no interior das escolas. As discussões sobre a eugenia emergiram no Brasil associando-se diretamente às preocupações nacionais quanto ao estado de saúde, saneamento, higiene e da situação racial da população. Imbricado ao discurso sanitarista higiênico, a eugenia tinha como objeto os estudos sobre a regeneração racial. Estes estudos faziam parte de um entusiasmo generalizado pela ciência como sinal de modernidade cultural", e tinha como objetivo justificar as desigualdades sociais e de explicar o atraso e o progresso dos povos (CHAGAS, 2006). A fim de extirpar uma imagem européia desenvolvida do Brasil Imperial de povo doente, degenerado e mestiço a influência do pensamento médico, ou sanitarista, juntamente com os discursos eugênicos, vieram atender ao ideal educacional republicano de formação de uma nova nação, e seu alcance e influência surtiu forte efeito no desenvolvimento das práticas escolares do período. De acordo com CHAGAS: a pedagogia cientifica (...) era enquadrar o indivíduo no tipo e ler nos corpos sinais que uma ciência determinista constituía como índices de normalidade, anormalidade ou degeneração. Era classificar o tipo segundo divisões inscritas na natureza, que repartiam e hierarquizavam a humanidade. E era operar com parâmetros postos pelas teorias raciais que, desde finais do século anterior, vinham-se constituindo na linguagem principal dos intelectuais brasileiros, no seu afã de 5 CARVALHO, Marta Maria Chagas de. Quando a história da educação é a história da disciplina e da higienização das pessoas. In História Social da Infância no Brasil. FREITAS, Marcos Cezar de (org). 6ª edição. Ed. Cortez, pág Resíduos corporais. GONDRA, José Ed.UERJ

4 pensar as possibilidades de progresso para o país e legitimar as hierarquias sociais. 7 (grifo do autor) Partindo para a analise do contexto micro, especificamente do objeto desta pesquisa, os discursos dos alunos no interior das associações de alunos do Colégio Granbery, no recorte dado de 1908 à 1912, primeiros anos de funcionamento das associações, percebemos a influência destes pensamentos nas teses abaixo, que foram, entre outras, selecionadas: A utilidade da vacina é evidente? - tese nº 07 (1908); Qual a raça mais forte, a Germânica ou a latina? tese nº 57 (1909); O meio influi sobre a civilização de um povo? tese nº 62 (1909); Qual o maior benfeitor da humanidade: o médico ou o professor? tese nº68 (1909); É o gênio hereditário? tese nº 115 (1911) A raça amarela suplantará a raça branca? tese nº 131 (1911); Os seres perfeitos precedem aos imperfeitos? tese nº 112 (1912); Os exercícios físicos trazem em conseqüência o atrofiamento do cérebro? tese nº 142 (1912); Qual o melhor elemento como emigrante: o Italiano ou o Japonês? tese nº149 (1912). 8 Percebemos que as questões raciais e hereditárias, foco dos discursos eugênicos do período, apareciam em diversos momentos com conotações de melhor e pior, mais fortes e mais fracos, precedem e antecedem, bem como as questões sanitaristas do higienismo sobre vacina, meio ambiente ( tese 62), e exercícios físicos. Evocando-se a hipótese já citada, que é mais amplamente tratada no trabalho de mestrado em desenvolvimento, que estas instituições, ou associações de alunos foram utilizadas como instrumento de doutrinação de diversos ideais tais como religiosos e políticos, percebemos a influência das regulamentações dos higienistas no que diz respeito ao aspecto moral a ser desenvolvido nos alunos. A idéia de que as discussões de teses nas tribunas realizadas nas assembléias é um meio de propagação de ideais é abordada na própria tribuna através da tese nº 85 de 1910: Qual o melhor meio de expandir uma idéia: a imprensa ou a tribuna? Convencidas do poder da ciência em estabelecer uma nova ordem (e progresso), a elite brasileira entendia que a eugenia e o higienismo poderiam desempenhar um papel importante no sentido de auxiliar a regeneração nacional, orientando o Brasil a seguir o trilho do progresso e do "concerto das nações civilizadas". Sendo o colégio Granbery uma instituição educacional particular destinada aos filhos da elite industrial que se desenvolvia na cidade de Juiz de Fora no período 9, e que tinha como principal público os próximos atores das decisões políticas do país 10 este, foi utilizado para disseminação de tais ideais, como verificamos nas teses discutidas no interior dos Grêmios Literários. 7 Idem nota 4, pág Livro de atas de reunião do Grêmio Literário Coelho Neto, nº 1. Arquivo Histórico Museu do Granbery. 9 Ver Yazbeck, Dalva Carolina de Menezes 10 MESQUIDA, Peri. A Hegemonia Norte- Americana e Educação Protestante no Brasil. Juiz de Fora/São Bernardo do Campo, Ed.da UFJF/EDITEO, 1994.

5 BIBLIOGRAFIA: - AMARAL, Giana Lange. Tese de mestrado UFRGS, Gatos Pelados x Galinhas Gordas: Desdobramentos da educação laica e da educação católica na cidade de Pelotas ( ). -ALMEIDA, Vasni de. O metodismo e a ordem social Republicana, in: REVER Revista de Estudos da Religião. PUC São Paulo. CARVALHO, Marta Maria Chagas de. Quando a história da educação é a história da disciplina e da higienização das pessoas. In História Social da Infância no Brasil. FREITAS, Marcos Cezar de (org). 6ª edição. Ed. Cortez, FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Ed. Forense Universitária, GONDRA, José. Artes de Civilizar: Medicina, Higiene e Educação Escolar na Corte Imperial.Rio de Janeiro. Ed. UERJ MESQUIDA, Peri. A Hegemonia Norte- Americana e Educação Protestante no Brasil. Juiz de Fora/São Bernardo do Campo, Ed.da UFJF/EDITEO, YAZBECK, Dalva Carolina de Menezes (Lola). As Origens da Universidade Federal de Juiz de Fora. Editora UFJF, 1999.

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO Irene Domenes Zapparoli - UEL/ PUC/SP/ehps zapparoli@onda.com.br INTRODUÇÃO Jorge Nagle com o livro Educação e Sociedade na Primeira República consagrou-se

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características:

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características: 14. HISTÓRIA DAS UNIVERSIDADES Um universitário de hoje talvez imagine que a ciência sempre foi parte integrante dessas instituições, mas a ciência chega relativamente tarde à comunidade universitária,

Leia mais

TENSÕES ENTRE A ESCOLARIZAÇÃO E AS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS EM GUARAPUAVA ENTRE 1930-1960.

TENSÕES ENTRE A ESCOLARIZAÇÃO E AS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS EM GUARAPUAVA ENTRE 1930-1960. TENSÕES ENTRE A ESCOLARIZAÇÃO E AS INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS EM GUARAPUAVA ENTRE 1930-1960. Jefferson Soares da Silva (acadêmico de pedagogia da Unicentro); Carlos Herold jr. (professor do departamento de

Leia mais

FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE

FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE FEMINIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO: EMBATES DA PROFISSÃO DOCENTE Camila Emanuella Pereira Neves IE/UFMT- camilaemanuella@hotmail.com Orientador: Prof. Dr. Edson Caetano IE/UFMT caetanoedson@hotmail.com RESUMO

Leia mais

SAÚDE, HIGIENE, EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA ESCOLAR: UM OLHAR SOBRE A INFÂNCIA A PARTIR DA REVISTA EDUCAÇÃO PHYSICA

SAÚDE, HIGIENE, EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA ESCOLAR: UM OLHAR SOBRE A INFÂNCIA A PARTIR DA REVISTA EDUCAÇÃO PHYSICA 1 SAÚDE, HIGIENE, EDUCAÇÃO FÍSICA E CULTURA ESCOLAR: UM OLHAR SOBRE A INFÂNCIA A PARTIR DA REVISTA EDUCAÇÃO PHYSICA Rosianny Campos Berto - UFES 1 Omar Schneider - UFS 2 Eixo Temático 3 - Cultura e Práticas

Leia mais

SER PROFESSOR NO BRASIL DO SÉCULO XIX. André Paulo Castanha * - PPG-UFSCar/UNIOESTE

SER PROFESSOR NO BRASIL DO SÉCULO XIX. André Paulo Castanha * - PPG-UFSCar/UNIOESTE SER PROFESSOR NO BRASIL DO SÉCULO XIX André Paulo Castanha * - PPG-UFSCar/UNIOESTE Puro nos costumes, no dever exato Modesto, polido, cheio de bondade, Paciente, pio, firme no caráter, Zeloso, ativo e

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Marta Quintanilha Gomes Valéria de Fraga Roman O planejamento do professor visto como uma carta de intenções é um instrumento articulado internamente e externamente

Leia mais

Título: Conflitos teológicos e políticos da Igreja Católica Brasileira presente nos artigos das revistas: Hora Presente e Permanência.

Título: Conflitos teológicos e políticos da Igreja Católica Brasileira presente nos artigos das revistas: Hora Presente e Permanência. Título: Conflitos teológicos e políticos da Igreja Católica Brasileira presente nos artigos das revistas: Hora Presente e Permanência. Nome: Glauco Costa de Souza (Graduando Unesp/Assis). e-mail: glaucojerusalem@hotmail.com

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES FEMININAS

PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES FEMININAS PATRÍCIA CARLA DE MELO MARTINS PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES FEMININAS Do catolicismo à cultura letrada: O modelo civilizatório europeu sobre o Brasil, no início do século XX 2011 Patrícia Carla de Melo Martins

Leia mais

A DIFUSÃO DA PEDAGOGIA MODERNA EM SERGIPE: A CONTRIBUIÇÃO DE HELVÉCIO DE ANDRADE (1913-1935)

A DIFUSÃO DA PEDAGOGIA MODERNA EM SERGIPE: A CONTRIBUIÇÃO DE HELVÉCIO DE ANDRADE (1913-1935) A DIFUSÃO DA PEDAGOGIA MODERNA EM SERGIPE: A CONTRIBUIÇÃO DE HELVÉCIO DE ANDRADE (1913-1935) Cristina de Almeida Valença/UFS* Durante as primeiras décadas republicanas, Sergipe foi alvo de novo conjunto

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010)

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS INGLÊS E LITERATURAS DE LÍNGUA INGLESA (Currículo iniciado em 2010) COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA I C/H 102 (2358) intermediário de proficiência

Leia mais

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG 1 O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG O presente trabalho apresenta resultados preliminares de uma

Leia mais

Resenha do livro: GONDRA, José Gonçalves; SCHUELER, Alessandra. Educação, poder e sociedade no Império Brasileiro. Sao Paulo: Cortez, 2008.

Resenha do livro: GONDRA, José Gonçalves; SCHUELER, Alessandra. Educação, poder e sociedade no Império Brasileiro. Sao Paulo: Cortez, 2008. do livro: GONDRA, José Gonçalves; SCHUELER, Alessandra. Educação, poder e sociedade no Império Brasileiro. Sao Paulo: Cortez, 2008. de: Surya Aaronovich Pombo de Barros Universidade Federal da Paraíba/UFPB

Leia mais

Workshop da FAEL. aborda direitos humanos. e papel do educador

Workshop da FAEL. aborda direitos humanos. e papel do educador Workshop da FAEL aborda direitos humanos e papel do educador No 15 workshop da Faculdade Educacional da Lapa - FAEL, os acadêmicos do curso de pedagogia tiveram a oportunidade de aprender e praticar os

Leia mais

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do

Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Nem cidadãos, nem brasileiros: Indígenas na formação do Estado nacional brasileiro e conflitos na Província de São Paulo (1822-1845). São Paulo: Alameda, 2012. 292 p. Fernanda Sposito Luana Soncini 1 A

Leia mais

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre

Curso: Estudos Sociais Habilitação em História. Ementas das disciplinas: 1º Semestre Curso: Estudos Sociais Habilitação em História Ementas das disciplinas: 1º Semestre Disciplina: Introdução aos estudos históricos Carga horária semestral: 80 h Ementa: O conceito de História, seus objetivos

Leia mais

UFRGS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO OFERTA CURRICULAR 2015/2

UFRGS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO OFERTA CURRICULAR 2015/2 UFRGS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO OFERTA CURRICULAR 2015/2 Professora Responsável: Jane Felipe de Souza Professores Convidados: Prof. Dr. Jackson Ronie Sá da Silva (Universidade

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM MÉDICO EDUCADOR EM SERGIPE. (1913-1935)

MEMÓRIAS DE UM MÉDICO EDUCADOR EM SERGIPE. (1913-1935) MEMÓRIAS DE UM MÉDICO EDUCADOR EM SERGIPE. (1913-1935) Cristina de Almeida Valença* A educação em Sergipe, nas primeiras décadas republicanas, é alvo de um efervescente movimento de idéias conhecidas como

Leia mais

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENAS CURSOS CAPACITAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E AS LIMITAÇÕES NA APRENDIZAGEM ACADÊMICA: OLGANI DE MORAES LOSS CURSO: CAPACITAÇÃO EM AEE PROFESSOR: SIRIO

Leia mais

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO

SUMÁRIO O MUNDO ANTIGO SUMÁRIO Apresentação Prefácio Introdução 1. Da história da pedagogia à história da educação 2. Três revoluções em historiografia 3. As muitas histórias educativas 4. Descontinuidade na pesquisa e conflito

Leia mais

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO Soeli Maria Schreiber da SILVA (UFSCar) xoila@terra.com.br Na pesquisa atual desenvolvida

Leia mais

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA

UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA UNIDADE 10 PARA UMA EDUCAÇAO ANTIRRACISTA Módulo 1 - Aspectos gerais da educação e das relações étnico-raciais Unidade 10 - Para uma educação antirracista Objetivos: Analisar o conceito de multiculturalismo;

Leia mais

História da Educação. Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365

História da Educação. Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365 História da Educação Fernando Santiago dos Santos fernandoss@cefetsp.br www.fernandosantiago.com.br (13) 9141-2155 8822-5365 Aula 2 A Educação na Idade Moderna 1. As ideias renascentistas na Educação 2.

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL EM CUBA: UM OLHAR PANORÂMICO

EDUCAÇÃO INFANTIL EM CUBA: UM OLHAR PANORÂMICO EDUCAÇÃO INFANTIL EM CUBA: UM OLHAR PANORÂMICO Magda Carmelita Sarat Oliveira (Unicentro) O presente trabalho baseia-se num relatório preparado a partir de uma viagem de caráter científico e profissional,

Leia mais

ESTATUTO DO GRÊMIO DA ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

ESTATUTO DO GRÊMIO DA ESCOLA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Fins e Duração Artigo 1 O Grêmio Estudantil é o Grêmio geral da Escola Nossa Senhora das Graças, fundado no dia 07 de abril de 1992, com sede no estabelecimento e de duração

Leia mais

Aspectos Históricos da Educação Infantil Amazonense Pérsida da Silva Ribeiro Miki Moysés Kuhlmann Júnior

Aspectos Históricos da Educação Infantil Amazonense Pérsida da Silva Ribeiro Miki Moysés Kuhlmann Júnior Aspectos Históricos da Educação Infantil Amazonense Pérsida da Silva Ribeiro Miki Moysés Kuhlmann Júnior Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Universidade São Francisco campus Itatiba SP

Leia mais

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 SOUZA, M. A. 2 ZAMPAULO, J. 3 BARROS, D. R. B. Resumo: Com esse breve estudo buscou se refletir sobre as mudanças que a família tem vivenciado no contexto social. Procura

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Ana Isabel Madeira (Apresentação pela autora - sala 1) Referência da Obra: Madeira, A. (2012). A Construção do Saber Comparado em Educação:

Leia mais

As Novas Religiões em Portugal. 1. Introdução

As Novas Religiões em Portugal. 1. Introdução 1. Introdução De entre os possíveis temas disponíveis para o trabalho de avaliação contínua da cadeira de Fontes de Informação Sociológica seleccionei As novas religiões em Portugal. Esta decisão prende

Leia mais

O DISCURSO MÉDICO NA CONSTITUIÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DO ASYLO DE MENINOS DESVALIDOS NA CORTE (1875-1894)

O DISCURSO MÉDICO NA CONSTITUIÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DO ASYLO DE MENINOS DESVALIDOS NA CORTE (1875-1894) O DISCURSO MÉDICO NA CONSTITUIÇÃO E REGULAMENTAÇÃO DO ASYLO DE MENINOS DESVALIDOS NA CORTE (1875-1894) Eduardo Nunes Alvares Pavão 1 Um longo caminho de encontros e desencontros. O interesse em trabalhar

Leia mais

MOVIMENTO HIGIENISTA E O ATENDIMENTO À CRIANÇA

MOVIMENTO HIGIENISTA E O ATENDIMENTO À CRIANÇA MOVIMENTO HIGIENISTA E O ATENDIMENTO À CRIANÇA Priscila Dantas Fernandes (UFS) Kécia Karine S. de Oliveira (UFS) Resumo O presente artigo tem como objetivo central discorrer sobre o movimento higienista,

Leia mais

Estatuto da Executiva Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia

Estatuto da Executiva Nacional dos/as Estudantes de Pedagogia 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 XXVIII - Encontro Nacional dos/as Estudantes

Leia mais

Palavras-chave: políticas educacionais; educação a distância; formação de professores.

Palavras-chave: políticas educacionais; educação a distância; formação de professores. As Políticas de Educação a Distância: Programas e ações para a Formação de Professores da Educação Básica no Governo Lula da Silva (2003-2010) MEDEIROS, Simone (PPGE/FE/UFG) simone.medeiros3@gmail.com

Leia mais

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL Lisandra Marisa Príncepe Faculdade Sumaré lisandra.marisa@sumare.edu.br Juliana Diamente Faculdade Sumaré juliana.diamente@sumare.edu.br RESUMO: Neste texto, discutem-se

Leia mais

LIGIANE APARECIDA DA SILVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ).

LIGIANE APARECIDA DA SILVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ). O PROCESSO DE IMIGRAÇÃO NO BRASIL E A PROPOSTA PARA O DESENVOLVIMENTO E DIFUSÃO DO ENSINO PRIMÁRIO NO PROJETO TAVARES LYRA. O DEBATE SOBRE ALFABETIZAÇÃO NO INÍCIO DO SÉCULO XX LIGIANE APARECIDA DA SILVA

Leia mais

MATRIZ DE TRANSIÇÃO BACHARELADO EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS

MATRIZ DE TRANSIÇÃO BACHARELADO EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS MATRIZ DE TRANSIÇÃO BACHARELADO EM LETRAS PORTUGUÊS INGLÊS Para integralizar a Matriz de Transição do Bacharelado em Letras Português Inglês, o aluno terá que atender às seis categorias abaixo, considerando,

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

ESTATUTO DA EXNEPE 2014-2016

ESTATUTO DA EXNEPE 2014-2016 ESTATUTO DA EXNEPE 2014-2016 ESTATUTO DA EXECUTIVA NACIONAL DXS ESTUDANTES DE PEDAGOGIA CAPÍTULO I Da Denominação, Natureza, Finalidade, Fórum, Sede e Prazo de Duração Art.1º. A Executiva Nacional dxs

Leia mais

Sumário. Introdução 9

Sumário. Introdução 9 Sumário Introdução 9 1. A desigualdade racial brasileira 15 Os números da desigualdade 17 Existe racismo no Brasil? 21 A manifestação do preconceito no Brasil 23 A relação racial no espaço público e privado

Leia mais

NAÇÃO, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO NO AMBIENTE INTELECTUAL DOS ANOS 50: a obra de Anísio Teixeira

NAÇÃO, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO NO AMBIENTE INTELECTUAL DOS ANOS 50: a obra de Anísio Teixeira Departamento de História NAÇÃO, DEMOCRACIA E DESENVOLVIMENTO NO AMBIENTE INTELECTUAL DOS ANOS 50: a obra de Anísio Teixeira Aluna: Claudia Barroso Roquette-Pinto Bojunga (CNPq, março a julho de 2008) Orientador:

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP 1 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP Disciplina Optativa: História do Ensino Secundário no Brasil Professoras: Rosa Fátima de Souza e Estela Natalina Mantovani Bertoletti Ementa PROGRAMA

Leia mais

CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA. Resumo

CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA. Resumo CENTRO POPULAR DE CULTURA DO PARANÁ (1959-1964): ENCONTROS E DESENCONTROS ENTRE ARTE, EDUCAÇÃO E POLÍTICA Ana Carolina Caldas Mestra em História de Educação UFPR Resumo Este artigo é parte da dissertação

Leia mais

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Discurso do Deputado Darci Coelho (PP-TO) sobre a inauguração do campus da Faculdade Católica no Tocantins, proferido na sessão de 02/03/2005. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, A inauguração,

Leia mais

PROJETO CRIANÇAS COM DIREITOS!

PROJETO CRIANÇAS COM DIREITOS! PROJETO CRIANÇAS COM DIREITOS! REGULAMENTO DE CONCURSO CONTOS INFANTIS SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA EM PARCERIA COM I. A FEC A FEC Fundação Fé e Cooperação é uma ONGD, instituição de utilidade pública,

Leia mais

A BASE DE DADOS SOBRE O BOLETIM INTERNO DA DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, ASSISTÊNCIA E RECREIO, SÃO PAULO, 1947 A 1957 1

A BASE DE DADOS SOBRE O BOLETIM INTERNO DA DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, ASSISTÊNCIA E RECREIO, SÃO PAULO, 1947 A 1957 1 1 A BASE DE DADOS SOBRE O BOLETIM INTERNO DA DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, ASSISTÊNCIA E RECREIO, SÃO PAULO, 1947 A 1957 1 Moysés Kuhlmann Jr. Universidade São Francisco e Fundação Carlos Chagas. moyses@saofrancisco.edu.br.

Leia mais

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA

HISTÓRIA COMENTÁRIO DA PROVA COMENTÁRIO DA PROVA De uma forma geral, a prova foi boa com questões claras e bem articuladas. Louvável a intenção de cobrar reflexões sobre a históriografia, bem como a de revisitar o passado a partir

Leia mais

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008

Recorde: Revista de História de Esporte volume 1, número 2, dezembro de 2008 CAPOEIRA THE HISTORY OF AN AFRO-BRAZILIAN MARTIAL ART RESENHA Prof. Vivian Luiz Fonseca Fundação Getúlio Vargas - PPHPBC CPDOC/FGV Rio de Janeiro, Brasil vivianluizfonseca@gmail.com Recebido em 9 de setembro

Leia mais

A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no. prefaciamento dos dicionários

A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no. prefaciamento dos dicionários A emergência da ideologia, da história e das condições de produção no prefaciamento dos dicionários Verli PETRI vpetri@terra.com.br Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) O processo de prefaciamento/apresentação

Leia mais

Enunciação e política de línguas no Brasil

Enunciação e política de línguas no Brasil Enunciação e política de línguas no Brasil Eduardo GUIMARÃES Universidade Estadual de Campinas Considerando o fato de que o Brasil é um país multilingüe, tomo como objetivo específico aqui a reflexão sobre

Leia mais

A Inclusão e as Relações entre a Família e a Escola

A Inclusão e as Relações entre a Família e a Escola A Inclusão e as Relações entre a Família e a Escola (Mônica Pereira dos Santos) 1 Introdução A perspectiva da relação entre família e escola pouco tem sido tratada na literatura do ponto de vista educacional,

Leia mais

INTERNATOS, ASILOS E INSTITUIÇÕES DISCIPLINARES NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

INTERNATOS, ASILOS E INSTITUIÇÕES DISCIPLINARES NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA INTERNATOS, ASILOS E INSTITUIÇÕES DISCIPLINARES NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA Alessandra Frota Martinez de Schueler Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PROPED/UERJ) e da Faculdade

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em diferentes contextos: a infância, a cultura contemporânea

Leia mais

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO OBJETIVO DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA

A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO OBJETIVO DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO OBJETIVO DE UMA GESTÃO DEMOCRÁTICA Rozieli Bovolini Silveira 1 Diane Santos de Almeida 2 Carina de Souza Avinio 3 Resumo: A educação inclusiva e processo de educação de pessoas

Leia mais

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ROSINALDO PANTOJA DE FREITAS rpfpantoja@hotmail.com DEMOCRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO RESUMO: Este artigo aborda o Projeto político pedagógico e também

Leia mais

Surge um novo movimento de educadores Freinet no Brasil

Surge um novo movimento de educadores Freinet no Brasil REDE DE EDUCADORES E PESQUISADORES DA EDUCAÇÃO FREINET - REPEF UM BREVE HISTÓRICO Surge um novo movimento de educadores Freinet no Brasil No início de agosto de 2011, um expressivo grupo de educadores

Leia mais

ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157

ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157 ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157 O COTIDIANO DAS ASSOCIAÇÕES RELIGIOSAS LAICAS EM RIBEIRÃO PRETO. Miria Aparecida da SILVA*. Nainôra

Leia mais

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery Jornada Pedagógica Pastoral 2011 Divane Nery Uma Breve História dos Direitos da Criança e do Adolescente no Brasil Por Gisella Werneck Lorenzi* Até 1900 Final do Império e início da Republica Não se tem

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

O PROJETO INTELECTUAL DE ANTONIO CARLOS RIBEIRO DE ANDRADA NO CENÁRIO CULTURAL DE JUIZ DE FORA /MG (1897/1912)

O PROJETO INTELECTUAL DE ANTONIO CARLOS RIBEIRO DE ANDRADA NO CENÁRIO CULTURAL DE JUIZ DE FORA /MG (1897/1912) O PROJETO INTELECTUAL DE ANTONIO CARLOS RIBEIRO DE ANDRADA NO CENÁRIO CULTURAL DE JUIZ DE FORA /MG (1897/1912) Milena Aparecida Almeida Candiá - UNIRIO 1 Eixo 6: Intelectuais, pensamento social e educação

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

Organização e Manutenção do Acervo Fotográfico da Revista do Globo

Organização e Manutenção do Acervo Fotográfico da Revista do Globo 3106 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Organização e Manutenção do Acervo Fotográfico da Revista do Globo Diego Barros dos Santos, Profª Dr. Alice Therezinha Campos Moreira (orientador) Faculdade de

Leia mais

A cultura escolar católica e a formação docente na escola normal livre Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto/SP, 1944-1970.

A cultura escolar católica e a formação docente na escola normal livre Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto/SP, 1944-1970. A cultura escolar católica e a formação docente na escola normal livre Nossa Senhora Auxiliadora de Ribeirão Preto/SP, 1944-1970. Alessandra Cristina Furtado Doutoranda em Educação - FE/USP FASERT/FACITA

Leia mais

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e

1 REGISTRO, Tânia Cristina. O arranjo de fotografias em unidades de informação: fundamentos teóricos e Michelle Cartolano de Castro Ribeiro. Catolicismo e Espiritismo: potenciais de pesquisa a partir do Fundo José Pedro Miranda (Centro Universitário Barão de Mauá pós-graduando) O espaço de estudo usado

Leia mais

O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA

O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA O ACERVO DO GEEMPA COMO FONTE PARA A ESCRITA DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM PORTO ALEGRE, AO TEMPO DA MATEMÁTICA MODERNA Maria Cecilia Bueno Fischer 1 Fabiane Carpes 2 Resumo A pesquisa que apresentamos,

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL

ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL ESTATUTO DO GRÊMIO ESTUDANTIL CAPÍTULO I Do Nome, Sede, Fins e Duração. Art. 1º - O Grêmio Estudantil Bom Conselho abreviadamente, Grêmio, é uma instituição sem fins lucrativos constituída pelos alunos

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980

UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 UMA LEITURA SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA 1980 ELAINE RODRIGUES (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ), ALLINE MIKAELA PEREIRA (PPE/UEM). Resumo Por

Leia mais

TRÔPEGOS PASSOS : A instrução no Piauí dos Oitocentos

TRÔPEGOS PASSOS : A instrução no Piauí dos Oitocentos TRÔPEGOS PASSOS : A instrução no Piauí dos Oitocentos Priscila de Moura Souza 1 Teresinha de Jesus Mesquita Queiroz 2 Introdução O presente texto busca analisar os primeiros processos de ensino aprendizagem,

Leia mais

Os Cursos Pré-Vestibulares para Negros e as Políticas de Cotas nas Instituições de Ensino Superior no Brasil

Os Cursos Pré-Vestibulares para Negros e as Políticas de Cotas nas Instituições de Ensino Superior no Brasil LUGAR COMUM Nº30, pp. 95-100 Os Cursos Pré-Vestibulares para Negros e as Políticas de Cotas nas Instituições de Ensino Superior no Brasil Alexandre do Nascimento Políticas de ação afirmativa são medidas

Leia mais

COMBATENDO EFFICAZMENTE A PRAGA DO ANALPHABETISMO : A CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR DE SÃO MATHEUS-JUIZ DE FORA (1915-1927)

COMBATENDO EFFICAZMENTE A PRAGA DO ANALPHABETISMO : A CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR DE SÃO MATHEUS-JUIZ DE FORA (1915-1927) COMBATENDO EFFICAZMENTE A PRAGA DO ANALPHABETISMO : A CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR DE SÃO MATHEUS-JUIZ DE FORA (1915-1927) Pereira, Tatiana Aparecida Universidade Federal de Juiz de Fora tatianapereira_2009@yahoo.com.br

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Alunas: Flávia Moreira da Silva Coordenadora: Sonia Kramer Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em

Leia mais

Civilização, Capitalismo, Tradução Cultural e Governamentalidade no Ceará: a contribuição de uma pesquisa (1860-1930) 1.

Civilização, Capitalismo, Tradução Cultural e Governamentalidade no Ceará: a contribuição de uma pesquisa (1860-1930) 1. Civilização, Capitalismo, Tradução Cultural e Governamentalidade no Ceará: a contribuição de uma pesquisa (1860-1930) 1. ANDRÉ BRAYAN LIMA CORREIA* A relação entre os conceitos de capitalismo e civilização

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE REGULAMENTO DO -CAEx CAPÍTULO I DA NATUREZA E DA FINALIDADE Art.1º O Conselho Acadêmico de Atividades de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, é um órgão

Leia mais

Ementa: Estudo da sociedade brasileira no contexto da Primeira República ao Estado Novo, com ênfase nas mudanças institucionais e na questão social.

Ementa: Estudo da sociedade brasileira no contexto da Primeira República ao Estado Novo, com ênfase nas mudanças institucionais e na questão social. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes Departamento de História História do Brasil III (HH 062) Créditos: 04 Carga horária semestral: 60 h/aula

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 HOMOLOGA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ MUNICIPAL DE MOBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO NO CONTROLE A DENGUE DE ITAPOÁ. de suas atribuições legais, SERGIO FERREIRA

Leia mais

ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891

ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891 ESTADO, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO: O PÚBLICO E O PRIVADO NA CONSTITUIÇÃO DE 1891 João Carlos da Silva 1 Introdução Aos discutirmos a questão do público e do privado no campo educacional não estaremos inaugurando

Leia mais

Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega

Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega Implementação de Direitos Humanos em nível local na Noruega Njal Hoestmaelingen, Diretor do Instituto de Direito e Política Internacional (ILPI) Discurso feito por Njaal Hoestmaelingen no Seminário de

Leia mais

Universidade: Universo desigual

Universidade: Universo desigual 1 POLÍTICAS AFIRMATIVAS EM MATO GROSSO: EM QUESTÃO O PROJETO POLÍTICAS DA COR NA UFMT SOUZA, Elaine Martins da Silva UFMT ses_martins@yahoo.com.br GT-21: Afro-Brasileiros e Educação Agência Financiadora:

Leia mais

AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930)

AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930) AS ESCOLAS PRIMÁRIAS NO BRASIL NA PRIMEIRA REPÚBLICA: INFLUÊNCIAS PEDAGÓGICAS (1890-1930) * Msc. ANA EMÍLIA CORDEIRO SOUTO FERREIRA emiliasouto2000@yahoo.com.br *Dr. CARLOS HENRIQUE DE CARVALHO chc@ufu.br

Leia mais

CAMINHOS E DESCAMINHOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL

CAMINHOS E DESCAMINHOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL ISSN: 1981-3031 CAMINHOS E DESCAMINHOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL Vagna Brito de Lima 1 Paula Rejane Lisboa da Rocha 2 Inalda Maria dos Santos 3 RESUMO O presente artigo discorre sobre a problemática

Leia mais

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

Este livro encontra-se assim estruturado:

Este livro encontra-se assim estruturado: CIDADE, POVO E NAÇÃO: Gênese do Urbanismo Moderno * Mônica McAllister ** Trata-se de uma seleção de textos apresentados no seminário Origens das Políticas Urbanas Modernas: Europa e América Latina, Empréstimos

Leia mais

MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO

MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932): UM PERCURSO NECESSÁRIO Por Assis Souza de MOURA Mestrando em Educação UFPB/CE/PPGE E-mail: souassis@hotmail.com RESUMO Traça-se, com este trabalho, um breve

Leia mais

DATA DA APRESENTAÇÃO: 7 DE ABRIL 14H

DATA DA APRESENTAÇÃO: 7 DE ABRIL 14H LOCAL: AUDITÓRIO PRÉDIO 5 DATA DA APRESENTAÇÃO: 7 DE ABRIL 14H Luís Aguiar Santos (Universidade de Lisboa) Antonio de Ruggiero (PUCRS) - Decadência de Portugal e a solução cesarista: um estudo sobre história

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros

Leia mais

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA ANEXO II - EDITAL Nº. 16/2011 PERÍODO: 2012/01 INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - ICHLA MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA VAGAS DIA CARGA História da Educação 01

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

Estado do Rio Grande do Norte Câmara Municipal do Natal Palácio Padre Miguelinho GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA ELEIKA BEZERRA GUERREIRO

Estado do Rio Grande do Norte Câmara Municipal do Natal Palácio Padre Miguelinho GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA ELEIKA BEZERRA GUERREIRO Estado do Rio Grande do Norte Câmara Municipal do Natal Palácio Padre Miguelinho GABINETE DA VEREADORA PROFESSORA ELEIKA BEZERRA GUERREIRO Projeto de Decreto Legislativo nº 15 /2014 Institui a Comenda

Leia mais