Curso de Medicina - UNISUL CARDIOTOCOGRAFIA. Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes

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1 CARDIOTOCOGRAFIA Aula disponível no site: Rodrigo Dias Nunes

2 CARDIOTOCOGRAFIA LINHA DE BASE Média de 5 bpm por um intervalo de 10 minutos, excluindo - Mudanças periódicas - Períodos de Variabilidade marcada - Segmentos da linha de base com diferenças maiores que 25 bpm Deve ser considerada quando durar mais que 2 minutos em um intervalo de 10 min Normal: bpm Taquicardia: > 160 bpm Bradicardia: < 110 bpm

3 CARDIOTOCOGRAFIA VARIABILIDADE Flutuações da linha de base irregulares em amplitude e frequência Variabilidade é medida pela amplitude do ápice â base em bpm - Ausente: amplitude indetectável - Mínima: amplitude 5 bbb - Moderada (normal): amplitude 5-25 bpm - Marcadas: > 25 bpm

4 CARDIOTOCOGRAFIA ACELERAÇÕES Aumento abrupto da FC em < 30 segundos 32 semanas: 15 bpm e 15 segundos e < 2 minutos < 32 semanas: 10 bpm e 10 segundos e < 2 minutos Acelerações prolongadas: 2 minutos e < 10 minutos Se acelerações durarem mais que 10 minutos considera-se mudança da LB

5 CARDIOTOCOGRAFIA DESACELERAÇÕES PRECOCES Queda da FC com retorno simétrico associada à contração uterina Duração 30 segundos (início do decréscimo até o retorno à linha de base) Decréscimo é calculado do início da desaceleração até seu nadir O nadir da desaceleração coincide com o pico da contração Seu decréscimo, retorno e tempo de duração coincidem com as contrações

6 CARDIOTOCOGRAFIA DESACELERAÇÕES TARDIAS Queda da FC com retorno simétrico associada à contração uterina Duração 30 segundos (início do decréscimo até o retorno à linha de base) Decréscimo é calculado do início da desaceleração até seu nadir Apresenta nadir após o pico da contração Seu decréscimo e retorno ocorrem após o começo, pico e término das contrações

7 CARDIOTOCOGRAFIA DESACELERAÇÕES VARIÁVIES Queda abrupta da FC Duração 30 segundos (início do decréscimo até o retorno à linha de base) Decréscimo é calculado do início da desaceleração até seu nadir Decréscimo 15 bpm por 15 segundos e < 2 minutos Não estão necessariamente relacionadas às contrações

8 CARDIOTOCOGRAFIA DESACELERAÇÕES PROLONGADAS Queda não abrupta da FC Duração 30 segundos (início do decréscimo até o retorno à linha de base) Decréscimo é calculado do início da desaceleração até seu nadir Decréscimo 15 bpm por 2 minutos e < 10 minutos Se a desaceleração durar 10 minutos considera-se mudança da linha de base

9 CARDIOTOCOGRAFIA PADRÃO SINUSOIDAL Mudança suave e ondulada da linha de base Ciclos 3-5 por minuto com duração 20 minutos

10 CARDIOTOCOGRAFIA CATEGORIA I (apresenta todos os itens) Linha de base: bpm Variabilidade da linha de base: moderada (6-25 bpm) Acelerações: presentes ou ausentes Desacelerações tardias ou variáveis: ausentes Desacelerações precoces: presentes ou ausentes

11 CARDIOTOCOGRAFIA CATEGORIA II Padrões não incluídos na Categoria I ou Categoria III (apresenta algum dos seguintes itens) Linha de base: bradicardia com variabilidade ou taquicardia Variabilidade da linha de base: mínima ou ausente sem desacelerações Acelerações: ausentes após estimulação fetal Desacelerações episódicas: recorrentes com mínima ou moderada variabilidade da LB prolongadas > 2 minutos e < 10 minutos tardias recorrentes com moderada variabilidade da LB variáveis com outras características (retorno lento à base, bigeminadas, ombros)

12 CARDIOTOCOGRAFIA CATEGORIA III (apresenta algum dos seguintes itens) Variabilidade da linha de base: ausente + algum dos seguintes: - Desacelerações tardias recorrentes - Desacelerações variáveis recorrentes - Bradicardia Padrão sinusoidal

13 PARTOGRAMA (OMS) CONCEITOS E OBJETIVOS Fase latente: até 3 cm > 8 horas com 2 contrações a cada 10 minutos transferência para hospital Se estiver no hospital acompanhamento crítico quanto à conduta Fase ativa: após 3 cm 90% - 1 cm/hora Linha de alerta (3-10 cm) Se ultrapassar linha de alerta transferência para hospital Se estiver no hospital tomada de decisão para eliminar a causa Se ultrapassar linha de ação ponto crítico para conduta

14 PARTOGRAMA (OMS) CONCEITOS E OBJETIVOS

15 PARTOGRAMA (OMS) CONCEITOS E OBJETIVOS

16 PARTOGRAMA (OMS) CONCEITOS E OBJETIVOS

17 PARTOGRAMA (OMS) CONCEITOS E OBJETIVOS

18 PARTOGRAMA (OMS) FASE ATIVA PROLONGADA Dilatação do colo mais lenta (1 cm/hora) Contrações uterinas não suficientes Técnicas humanizadas de estímulo ao parto Deambulação, ocitocina, amniotomia

19 PARTOGRAMA (OMS) PARADA SECUNDÁRIA DA DILATAÇÃO 2 toques sucessivos com intervalos de 2 horas ou mais na fase ativa Sem alteração da dilatação cervical Associação frequente com situação fetal não tranquilizadora DCP absoluta ou relativa DCP absoluta: Polo cefálico maior que a pelve (macrossomia) Tamanho fetal normal e pelve inadequada Resolução por cesariana DCP relativa: Alteração na apresentação (deflexão ou variedades anômalas) Deambulação, amniotomia e analgesia Cesariana se estes procedimentos forem ineficientes

20 PARTOGRAMA (OMS) PARADA SECUNDÁRIA DA DILATAÇÃO

21 PARTOGRAMA (OMS) PARTO PRECIPITADO Dilatação, descida e expulsão fetal < 4 horas Taquisistolia e hipersistolia Associação frequente com SFNT Pode ocorrer por infusão iatrogênica de ocitocina Suspender ocitocina

22 PARTOGRAMA (OMS) PERÍODO PÉLVICO PROLONGADO Descida progressiva mas excessivamente lenta Dilatação total Geralmente por contratilidade insuficiente Ocitocina, amniotomia, posição vertical Fórceps (com condições de aplicabilidade)

23 PARTOGRAMA (CLAP) CONCEITOS E OBJETIVOS

24 PARTOGRAMA (CLAP) CONCEITOS E OBJETIVOS Partograma

25 PARTOGRAMA (CLAP) EXERCÍCIOS

26 PARTOGRAMA (CLAP) EXERCÍCIOS

27 PARTOGRAMA (CLAP) EXERCÍCIOS

28 PARTOGRAMA (CLAP) EXERCÍCIOS

29 PARTOGRAMA (CLAP) EXERCÍCIOS

30 OBRIGADO!!! Curso de Medicina - UNISUL

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