Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS"

Transcrição

1 Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS Outubro de 2014

2 Esse documento apresenta as hipóteses, premissas e resultados do estudo de macro-alocação de ativos, conduzido pela ADITUS Consultoria Financeira, com base nas informações sobre o passivo atuarial do plano de benefícios do CIBRIUS. As informações necessárias para a realização das análises aqui apresentadas foram obtidas junto ao CIBRIUS e a fontes diversas de mercado, quando se trata de dados públicos. A ADITUS Consultoria Financeira não se responsabiliza por eventuais omissões ou imprecisões das informações fornecidas. A metodologia utilizada para a realização das análises é amplamente utilizada e reconhecida pelo mercado tanto em âmbito nacional quanto em âmbito internacional. Entretanto, como todo modelo com base matemática, os resultados estão sujeitos a variações no tempo e a mudanças significativas a partir de alterações nas hipóteses adotadas. Dessa forma, sugere-se que essa análise seja utilizada de forma cuidadosa, e que a validade das hipóteses assumidas seja constantemente verificada. As conclusões obtidas e as ações tomadas a partir da leitura desse documento são de inteira responsabilidade de seu usuário. 1

3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. METODOLOGIA UTILIZADA 4 3. CARACTERÍSTICAS DO PLANO DE BENEFÍCIOS DO CIBRIUS 5 4. CENÁRIOS MACRO-ECONÔMICOS UTILIZADOS PELO ESTUDO 6 5. RESTRIÇÕES E OUTRAS PREMISSAS PARA O ESTUDO AVALIAÇÃO DO PASSIVO ATUARIAL RESULTADOS PROBABILIDADE DE DÉFICIT EVOLUÇÃO ATIVO X PASSIVO RAZÃO DE SOLVÊNCIA EVOLUÇÃO CARTEIRA SUGERIDA CONCLUSÕES ANEXO: ENTENDENDO O GRÁFICO DE BOX-PLOT 19 2

4 1. Introdução Esse estudo visa a detalhar a análise realizada para a geração de um estudo de macroalocação de longo prazo para o plano de benefícios do CIBRIUS, que é do tipo Benefício Definido (BD). A partir dos dados disponibilizados pelo CIBRIUS (fluxo do passivo atuarial, balancete do plano de benefícios, informações da carteira de ativos, dentre outras) e das expectativas de mercado sobre o comportamento futuro dos ativos, a ADITUS gerou simulações, através de metodologia proprietária, que visam a encontrar a carteira de ativos que promova, simultaneamente: Liquidez adequada para o plano de benefícios, tendo em vista a projeção de entradas de recursos, de saída de recursos e de crescimento dos ativos, a partir da rentabilidade dos mesmos; Rentabilidade adequada, tendo em vista a meta de rentabilidade, benchmarks específicos ou a meta atuarial do plano de benefícios; Minimização da volatilidade da razão de solvência, entendendo-se por razão de solvência a proporção entre o valor presente dos ativos e o valor do passivo atuarial do plano de benefícios em questão. A obtenção da carteira de ativos que satisfaça a essas condições é feita a partir da solução de uma equação diferencial, o que garante tanto a estabilidade da solução quanto a certeza de que se trata da melhor solução possível. Além disso, o método se baseia na simulação de diversos cenários econômicos, e o estudo apresenta as estatísticas relacionadas a cada cenário, o que permite verificar as condições em que o plano de benefícios é viável, e também as probabilidades de déficit atuarial, quando cabível, ao longo do tempo. A seguir, resumimos as principais datas relacionadas ao presente estudo: - Data de Realização do Estudo Set/14 - Data-Base para Simulação dos Cenários Ago/14 - Data do Passivo Atuarial Ago/13 3

5 2. Metodologia utilizada O objetivo do estudo de macro-alocação de ativos, no nosso caso, o ALM (sigla em inglês para Asset Liability Management), é encontrar a combinação de ativos financeiros mais compatíveis com as futuras obrigações atuarias da Entidade ( casamento com os pagamentos de pensões). O trabalho deve ser realizado por plano de benefícios (no caso do CIBRIUS, apenas para seu único Plano, do tipo BD), que busca encontrar uma alocação estratégica de ativos, considerando as premissas e restrições impostas pela Entidade. Com base em modelo próprio, que leva em conta as entradas e saídas financeiras futuras da Entidade ao longo do tempo, avaliação e simulação de cenários econômicos e do mercado de capitais, restrições internas da Entidade, bem como sua carteira atual de ativos, a ADITUS realizou o presente estudo buscando assessorar o CIBRIUS na definição de uma estratégia adequada de investimento de longo prazo. Portanto, a ADITUS possui uma ferramenta própria que permite parametrizar algumas regras e definir objetivos específicos, de acordo com o tipo de plano de benefícios da Entidade, com o intuito de atender, da melhor forma possível, as peculiaridades da Entidade. O modelo de ALM da ADITUS é baseado num modelo estocástico de Kouwenberg 1 (1998) e tem como objetivo principal a minimização do déficit dos planos de benefícios e/ou produtos de uma Fundação ou Seguradora. Por superávit ou déficit, entende-se a diferença entre o valor presente da carteira de ativos e o valor presente dos benefícios futuros projetados. A otimização é feita ao longo do tempo, considerando um horizonte de 10 a 20 anos. Além disso, o modelo procura minimizar a oscilação da relação retorno / volatilidade da carteira, de forma que os resultados obtidos permaneçam próximos a uma tendência bem definida. Para a projeção tanto da carteira quanto dos benefícios, é utilizado o modelo de RiskMetrics ClearHorizon para a geração de cenários de indexadores financeiros. A otimização é feita para cada cenário gerado, obtendo-se, assim, uma distribuição de valores possíveis para a carteira ótima. 1 KOUWENBERG, Roy. Scenario Generation and Stochastic Programming Models for Asset Liability Management. Econometric Institute, Erasmus University Rotterdam. 4

6 Os modelos de otimização e geração de cenários são feitos utilizando-se bibliotecas proprietárias da ADITUS e engine de cálculo da NAG, uma das mais conceituadas empresas de software científico do mundo. 3. Características do plano de benefícios do CIBRIUS O plano de benefícios do CIBRIUS tem como principal objetivo complementar a renda futura de seus participantes. O participante e a empresa patrocinadora contribuem durante o período de acumulação com uma fração dos salários de cada participante ativo para a formação de uma poupança coletiva e solidária que será destinada ao pagamento dos benefícios pactuados no regulamento do Plano. Os benefícios a serem pagos seguem uma regra que depende do salário (real) médio percebido por cada participante em um período pré-determinado antes da concessão do benefício. Os salários reais dos participantes geralmente crescem durante o período de atividade. Isso faz com que as contribuições no início da carreira incidam sobre salários geralmente mais baixos que a média dos salários finais, sobre a qual se calculam os benefícios. Em decorrência disso, a premissa de crescimento salarial dos participantes do Plano precisa refletir a realidade para que o Plano tenha condições de arcar com os benefícios de seus participantes. Por esse mecanismo, a premissa de crescimento salarial costuma ser uma fonte potencial de problemas de solvência nos Planos do tipo BD. As contribuições para o Plano são estabelecidas de tal modo que o volume dos recursos acumulados ao longo do tempo seja suficiente para arcar com os custos dos benefícios futuros projetados para todo o grupo. A poupança coletiva assim formada compõe os ativos de investimento do Plano. A compreensão da dinâmica do passivo atuarial é requisito fundamental para a elaboração do estudo de ALM, uma vez que o problema que se tem a resolver decorre diretamente da existência de obrigações. O passivo é, portanto, a razão de ser de todo este trabalho, e entendê-lo é a primeira condição para a elaboração do estudo de ALM. O valor presente dos benefícios futuros é estimado pelo atuário do CIBRIUS como "Reservas Matemáticas". No cálculo das reservas e das contribuições, várias hipóteses são assumidas como premissas. Essas hipóteses podem ou não se confirmar, por isso o processo de reavaliação atuarial deve ser feito anualmente para que diferenças sistemáticas não se acumulem ao longo do tempo. As contribuições são ajustadas periodicamente (para mais ou para menos) de modo a buscar-se o equilíbrio do Plano. As obrigações do Plano BD são contabilizadas em seu 5

7 balanço patrimonial e no da Patrocinadora, segundo as respectivas normas e orientações contábeis. 4. Cenários macro-econômicos utilizados pelo estudo Em função da necessidade de projeção do comportamento dos diversos ativos elegíveis pelo CIBRIUS para a realização deste estudo, para a construção da carteira ótima, é necessário estabelecer cenários de retorno e de volatilidade para esses ativos. Entendese por ativos elegíveis os ativos (investimentos) que serão passíveis de aplicação pelo CIBRIUS, dentre aqueles permitidos pela regulamentação aplicável aos fundos de pensão (atualmente a Resolução CMN 3.792) e pela Política de Investimento da Entidade. Nesse sentido, a construção do cenário se baseia tanto em dados históricos quanto em projeções atuais de mercado. Temos, portanto, que considerar na nossa análise: Volatilidade dos ativos: baseadas em séries históricas; Correlações entre os ativos: baseadas em séries históricas; A expectativa de retorno futuro dos ativos foi constituída com base em: Projeções de mercado para taxas de juros nominais e reais; Avaliação de spread histórico entre as diversas classes de ativos; Metas de rentabilidade estabelecidas pela Política de Investimentos do CIBRIUS, para os diversos segmentos de aplicação. Portanto, para a simulação dos cenários, devemos considerar todas essas variáveis. Considerando as projeções do mercado financeiro, o prêmio histórico das classes de ativos consideradas nesse estudo, bem como a visão da ADITUS para o comportamento do mercado nos próximos anos, construímos o Gráfico a seguir, que mostra o retorno esperado para o IPCA, CDI, IBR-X (Índice de Bolsa) e IMA-B (Índice que reflete as NTN-B s de mercado), que foram utilizados para a geração dos cenários nesse estudo: 6

8 Gráfico 1: retorno esperado por classe de ativo (base: Ago/14) Observarmos, então, uma ligeira tendência de queda dos retornos esperados para as classes de ativos acima considerados, ao longo dos anos. No caso da Bolsa (IBR-X), utilizamos o prêmio histórico acima do CDI. Com base no retorno esperado das classes de ativos e na volatilidade histórica das mesmas, construímos os Gráficos a seguir. Foram realizadas simulações, em que a carteira da Entidade foi avaliada. 7

9 Gráfico 2: cenários resultantes para o CDI (base: Ago/14) Gráfico 3: cenários resultantes para o IBR-X (base: Ago/14) 8

10 Gráfico 4: cenários resultantes para o IPCA (base: Ago/14) Gráfico 5: cenários resultantes para o IMA-B (base: Ago/14) Os Gráficos acima são conhecidos como Box-Plot (vide Anexo) e mostram as dispersões das séries de retorno das classes acima ao longo dos anos. O Anexo deste documento apresenta, através de um exemplo hipotético, as medidas estatísticas apresentadas por este tipo de análise. 9

11 No nosso caso, os Box-Plot acima mostram as dispersões dos retornos simulados para cada classe de ativos considerada. Portanto, temos, para cada classe, informações dos possíveis retornos das mesmas ao longo dos anos (e informações sobre o retorno mínimo, máximo, mediana etc, que foram resultantes das simulações). 5. Restrições e outras premissas para o estudo A construção da carteira se baseia também em premissas relacionadas à sua composição em última análise, em restrições ou limitações às alocações em determinados segmentos, tanto estabelecidas pela legislação aplicável aos fundos de pensão como pela Política de Investimento do CIBRIUS. Além das restrições legais, que se aplicam a todos os planos de benefícios, de qualquer modalidade, é necessário estabelecer restrições para a adequação da carteira à Política de Investimento ou mesmo às expectativas da Entidade. Ao longo desse estudo, as seguintes restrições foram utilizadas: Não alocação em papéis longos, com vencimentos superiores a 2022, por restrição interna do CIBRIUS; As classes de Imóveis e de Operações com Participantes não podem ser alteradas, isto é, o estudo não pode sugerir investimento ou desinvestimento nessas classes, em função da dificuldade da modelagem (simulação de cenários) e da peculiar característica dessas classes de ativos; A alocação inicial da carteira deve ser respeitada não se podem fazer mudanças bruscas em relação à alocação atual da carteira no primeiro instante de tempo. A tabela a seguir define os benchmarks utilizados para cada uma das Modalidades de investimento: Para a taxa de reinvestimento ao longo do tempo foi considerado o CDI, premissa bastante conservadora. 10

12 6. Avaliação do Passivo Atuarial O passivo atuarial foi calculado de acordo com as premissas elaboradas pelo CIBRIUS. De acordo com estas premissas, o passivo atuarial foi corrigido à INPC + 5%, a saber: Gráfico 6: passivo atuarial (base: Agosto/13) O Gráfico acima mostra a evolução das receitas (contribuições) e despesas (pagamento de benefícios) geradas pelo Atuário do CIBRIUS. Podemos observar que o Plano do CIBRIUS é maduro, ou seja, as despesas são superiores as receitas. Portanto, o CIBRIUS deverá buscar essa diferença através do ganho gerado pelos investimentos da Entidade ao longo dos anos, bem como pelo estoque atual de Ativos Financeiro investidos pela Entidade. O estudo de ALM buscará encontrar a forma mais eficiente (carteira ótima) para atender essa necessidade. Obs: Lembramos que, no estudo de ALM não foi considerado o aporte financeiro a ser efetuado pela Patrocinadora CONAB, relativo à contratação do restante da dívida referente ao serviço passado, ora em negociação com a citada Patrocinadora e Órgãos Reguladores do Governo. 11

13 7. Resultados Apresentaremos, nessa seção, um resumo dos resultados obtidos pelo estudo descrito ao longo desse documento. A Tabela a seguir apresenta a alocação sugerida para o Plano do CIBRIUS: Tabela 2: alocação eficiente (carteira proposta) Para cada cenário simulado, e considerando o passivo atuarial e as restrições estabelecidas, foi gerada pelo estudo uma carteira ótima (eficiente). A alocação proposta acima é a média das carteiras ótimas. Portanto, a carteira sugerida percentual deve ser considerada para fins de alocação. O Gráfico abaixo apresenta a carteira sugerida: 12

14 Gráfico 7: carteira atual x proposta A Tabela a seguir apresenta a sugestão de macro-alocação para o Mandato Renda Fixa na Curva, considerando cada título utilizado para esse mandato: Tabela 3: sugestão de macro-alocação (renda fixa curva) O Gráfico abaixo apresenta o mandato carteira de renda fixa curva sugerida: 13

15 Gráfico 8: mandato carteira renda fixa curva (atual x sugerida) 7.1 Probabilidade de Déficit A seguir estão disponibilizadas no Gráfico a probabilidade de Déficit e Déficit médio para a simulação, resultado do estudo de ALM. Gráfico 9: déficit médio x probabilidade de déficit 14

16 Considerando a alocação ótima (proposta pelo estudo) podemos observar no Gráfico acima a probabilidade de déficit e déficit médio que a mesma pode gerar ao longo dos anos. 7.2 Evolução Ativo x Passivo Os Gráficos abaixo apresentam a evolução do Ativo (carteira sugerida) e do Passivo ao longo do tempo: Gráfico 10: evolução do Ativo (carteira sugerida) 15

17 Gráfico 11: evolução do Passivo 7.3 Razão de Solvência Apresentamos, a seguir, a razão da solvência, que considera o valor presente dos ativos sobre o valor presente do passivo atuarial, portanto, reflete o nível de cobertura do passivo pelos ativos do plano. A razão se resume à seguinte fórmula: 16

18 Gráfico 12: evolução da razão de solvência ao longo do tempo 7.4 Evolução Carteira Sugerida Por fim, apresentamos abaixo a evolução da carteira sugerida nos próximos 10 anos, considerando as diversas classes de ativos do Estudo: Gráfico 13: evolução da carteira sugerida ao longo do tempo 17

19 8. Conclusões O estudo de ALM buscou, para cada cenário simulado, e considerando o passivo atuarial e as restrições estabelecidas pelo CIBRIUS, uma carteira ótima (eficiente). A alocação proposta foi a média das carteiras ótimas. A metodologia que adotamos considerou a minimização da volatilidade do descasamento entre retorno dos investimentos e a meta atuarial (no nosso caso, a taxa atuarial considerada foi de 5% ao ano). De maneira geral, constatamos que: Observarmos que parte da carteira atual do CIBRIUS já provê grande parcela do retorno necessário nos próximos anos. O CIBRIUS possui em sua carteira, NTN- B s que rendem bem acima do INPC + 5% ao ano. Além disso, os novos ativos sugeridos também oferecem um acréscimo de rentabilidade; Em função do cenário macro-econômico projetado, nota-se que a carteira ótima tende a assumir maior grau de risco, em relação ao que se observa atualmente; no entanto, observarmos que a carteira ótima resultante não reduz a probabilidade de déficit atuarial ao longo do tempo, bem como não melhora os indicadores de solvência do Plano (observarmos que a razão de solvência é decrescente ao longo do tempo); isso por que o Plano tem um déficit significativo (dívida a receber) e houve também um agravamento no passivo atuarial (mudança de tábua), segundo o CIBRIUS; Existem alocações em outras classes de ativos, assim como Bolsa, Multimercado Estruturados, Fundos Imobiliários e de Participações e de Crédito IPCA em menor quantidade. 18

20 8. Anexo: entendendo o Gráfico de Box-Plot No nosso exemplo, o gráfico de Barras ou Box-Plot abaixo compara o desempenho de uma classe de ativos (ou fundo) com algumas medidas estatísticas definidas a partir do mercado, isto é, permite confrontar o retorno (que foi o índice utilizado nesse exemplo), relativamente ao valor mínimo, primeiro quartil, mediana ou segundo quartil, terceiro quartil, valor máximo e outras medidas de posição relativas. Os dois gráficos abaixo mostram um exemplo de Box-Plot para um fundo de investimento hipotético: Box-plot de um fundo simulado Fundo Simulado Valor Máximo o 3 Quartil (75%) Box-plot de um fundo simulado Valor Máximo o 3 Quartil (75%) RETORNO Mediana RISCO Mediana Valor Mínimo o 1 Quartil (25%) Fundo Simulado Valor Mínimo o 1 Quartil (25%) Observando o Box-Plot de retorno acima, podemos notar que o fundo simulado está próximo ao valor máximo da caixa, ou seja, muito próximo ao melhor retorno da categoria. Se ele estivesse no 3º quartil ele estaria com um retorno entre os 25% mais alto da categoria. Se ele estivesse no 1º quartil ele estaria com um retorno entre os 25% mais baixo da categoria. Caso contrário, se ele estivesse próximo do valor mínimo, tal fundo apresentaria um dos piores retornos dentro da categoria analisada. Portanto, verificamos que o fundo de nosso exemplo apresentou um nível de retorno acima da mediana dos retornos dos outros fundos de sua categoria e um nível de risco baixo quando comparado à mediana dos riscos desses mesmos fundos. Podemos concluir, então, que o fundo simulado apresentou um bom desempenho, para o período de análise, em termos de retorno X risco se comparado aos demais fundos de sua categoria. É importante ressaltar que tal análise considera apenas fundos de uma mesma categoria, ou seja, não faz sentido comparar fundos de renda fixa ativo com fundos de renda fixa passivo, ou fundos cambiais com fundos de renda variável, por exemplo. Outra observação importante é que podemos construir um único 19

21 Box-Plot, ou vários Box-Plots (por exemplo, Box-Plots semanais ou mensais), para o período em questão. 20

Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS

Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS Estudo de Macro-Alocação de Ativos FUNDAÇÃO CIBRIUS Esse documento apresenta as hipóteses, premissas e resultados do estudo de macro-alocação de ativos, conduzido pela ADITUS Consultoria Financeira, com

Leia mais

ESTUDO DE ALM SERPROS FUNDO MULTIPATROCINADO SERPRO (PSI) e SERPRO (PSII BD/PSII CD)

ESTUDO DE ALM SERPROS FUNDO MULTIPATROCINADO SERPRO (PSI) e SERPRO (PSII BD/PSII CD) ESTUDO DE ALM SERPROS FUNDO MULTIPATROCINADO SERPRO (PSI) e SERPRO (PSII BD/PSII CD) Janeiro de 2012 1 MOVIMENTOS FIC ADVANTAGE III PSI E PSII - BD Carteira Título Vencimento Alocação Atual - MTM Alocação

Leia mais

ESTUDO DE ALM SERPROS - Instituto SERPRO de Seguridade Social

ESTUDO DE ALM SERPROS - Instituto SERPRO de Seguridade Social ESTUDO DE ALM SERPROS - Instituto SERPRO de Seguridade Social Dezembro/2013 Este Relatório foi elaborado com base em informações fornecidas pelo SERPROS que foram tratadas por procedimento estatístico

Leia mais

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Julho de 2015

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Julho de 2015 Relatório de Análise dos Investimentos da OABPREV SP Julho de 2015 1. Introdução O presente Relatório de Análise dos Investimentos visa fornecer algumas análises quantitativas do mercado (indicadores financeiros),

Leia mais

Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011

Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011 Retorno dos Investimentos 1º semestre 2011 Cesar Soares Barbosa Diretor de Previdência É responsável também pela gestão dos recursos garantidores dos planos de benefícios administrados pela Sabesprev,

Leia mais

Fundação de Previdência dos Empregados da CEB

Fundação de Previdência dos Empregados da CEB Prezado(a) participante, Seguem informações referentes à Política de Investimento para o Plano Complementar de Benefícios da FACEB, Plano de Benefícios CEBPREV e Plano Administrativo PGA para o ano de

Leia mais

Cafbep - Plano Prev-Renda 1

Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Parecer Atuarial Para fins da avaliação atuarial referente ao exercício de 2013 do Plano Prev-Renda da Cafbep Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do

Leia mais

Regius - Plano de Benefícios 03 1

Regius - Plano de Benefícios 03 1 Regius - Plano de Benefícios 03 1 Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios 03 da Regius Sociedade Civil de Previdência Privada em 31/12/2010, com o objetivo de identificar sua situação

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Segurança nos investimentos Gestão dos recursos financeiros Equilíbrio dos planos a escolha ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 A POLÍTICA DE INVESTIMENTOS...4 SEGMENTOS DE APLICAÇÃO...7 CONTROLE

Leia mais

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos

ÍNDICE. Introdução. 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados. 2. Política de Investimentos 2010. 3. Distribuição de Investimentos Relatório Anual 2009 ÍNDICE Introdução 1. Demonstração Patrimonial e de Resultados 2. Política de Investimentos 2010 3. Distribuição de Investimentos 4. Parecer Atuarial 5. Parecer dos Auditores Independentes

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Paulo Teixeira Brandão - Conselheiro Deliberativo da Petros Eleito pelos Participantes

Paulo Teixeira Brandão - Conselheiro Deliberativo da Petros Eleito pelos Participantes NOSSA LUTA CONTINUA Paulo Teixeira Brandão - Conselheiro Deliberativo da Petros Eleito pelos Participantes Prezados participantes da PETROS. Em anexo o arquivo contendo a apresentação abaixo reproduzida,

Leia mais

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Maio de 2015

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Maio de 2015 Relatório de Análise dos Investimentos da OABPREV SP Maio de 2015 1. Introdução O presente Relatório de Análise dos Investimentos visa fornecer algumas análises quantitativas do mercado (indicadores financeiros),

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [02.884.385/0001-22] ELETRA FUNDACAO CELG DE SEGUROS E PREVIDENCIA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2000.0069-65] PLANO CELGPREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [00.469.585/0001-93] FACEB - FUNDACAO DE PREVIDENCIA DOS EMPREGADOS DA CEB PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2006.0068-11] CEBPREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2013 Atuário

Leia mais

Política Anual de Investimentos Exercício de 2012

Política Anual de Investimentos Exercício de 2012 Política Anual de Investimentos Exercício de 2012 Política de Investimento -2012 1 SUMARIO 1. Introdução... 03 2. Divulgação da Política de Investimentos... 03 3. Objetivos... 03 4. Composição dos Investimentos

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Telest Celular Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento

Leia mais

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Pelotas - PREVPEL. Política de Investimentos Exercício de 2013

Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Pelotas - PREVPEL. Política de Investimentos Exercício de 2013 Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais de Pelotas - PREVPEL Política de Investimentos Exercício de 2013 Política de Investimentos do RPPS do Município de Pelotas RS, aprovada pelo

Leia mais

Contextualizando os Investimentos em 2012. O Olhar do órgão Fiscalizador

Contextualizando os Investimentos em 2012. O Olhar do órgão Fiscalizador Contextualizando os Investimentos em 2012 O Olhar do órgão Fiscalizador Brasília Maio/2012 1 Agenda A PREVIC e Dados do setor Impacto de Mudanças nas Taxas de Juros Alteração Res. CGPC 18 Guia PREVIC de

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO

1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 1. INTRODUÇÃO Atendendo à legislação pertinente aos investimentos dos Regimes Próprios de Previdência Social RPPS, em especial à Resolução n 3.922 de 25 de novembro de 2010 do Conselho Monetário Nacional

Leia mais

Política Anual de Investimentos. Período : 01/2010 a 12/2010

Política Anual de Investimentos. Período : 01/2010 a 12/2010 Regime Próprio de Previdência Social de Varginha(MG) Política Anual de Investimentos Período : 01/2010 a 12/2010 Política de Investimentos do RPPS do Município de Varginha(MG), aprovada em30/12/2009. 1.

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2010 Tibagi Tibagiprev. - 1 - Índice pág. 1 Introdução 3 2 Objetivos 4 3 Diretrizes de Alocação dos Recursos 6 4 Diretrizes para Gestão dos Segmentos 8 Tibagi Tibagiprev. - 2

Leia mais

DESEMPENHO DOS INVESTIMENTOS PLANO BD Junho/2015

DESEMPENHO DOS INVESTIMENTOS PLANO BD Junho/2015 Junho/2015 DESEMPENHO DOS INVESTIMENTOS PLANO BD Junho/2015 ANÁLISE GLOBAL DOS INVESTIMENTOS DO PLANO Os investimentos do Plano BD apresentaram, em junho, rentabilidade de 1,24%, o que representa 101,64%

Leia mais

Política de Investimento 2013 a 2017

Política de Investimento 2013 a 2017 Política de Investimento 2013 a 2017 FUMPRESC Fundo Multipatrocinado de Previdência Complementar Santa Catarina APROVADA EM REUNIÃO DE CONSELHO DELIBERATIVO NO DIA 19/12/2012 Ata nº 91/2012. Índice 1.

Leia mais

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Pareceres PARECER ATUARIAL DA AVALIAÇÃO REALIZADA EM 31/12/2009 Considerações iniciais O presente parecer tem por objetivo apresentar nossas considerações

Leia mais

Risco de Mercado: Desafios para o Segmento de Capitalização

Risco de Mercado: Desafios para o Segmento de Capitalização Risco de Mercado: Desafios para o Segmento de Capitalização (4o Encontro Nacional de Atuários) 16/09/2015 A resolução sobre Capital para Risco de Mercado foi publicada no final de 2014 (e revogada pela

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA DA transmitida à Previc em 27/03/2013 às 11:10:46 Número do protocolo: 005262 INFORMAÇÕES CADASTRAIS ENTIDADE Código: 0134-5 CNPJ: 02.884.385/0001-22 Sigla: ELETRA Razão Social: ELETRA FUNDACAO CELG DE

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [10.530.382/0001-19] FUNDO DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE PERNAMBUCO-ALEPEPREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2008.0048-56] ALEPEPREV ENCERRAMENTO

Leia mais

PERFIL DO INVESTIDOR. Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor

PERFIL DO INVESTIDOR. Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor PERFIL DO INVESTIDOR Uma das principais vantagens do Tesouro Direto é a possibilidade do investidor montar sua carteira de acordo com os seus objetivos, adequando prazos de vencimento e indexadores às

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

Investimentos. Plano BD Plano CV I

Investimentos. Plano BD Plano CV I Investimentos Plano BD Plano CV I Julho/2015 DESEMPENHO DOS INVESTIMENTOS PLANO BD Julho/2015 ANÁLISE GLOBAL DOS INVESTIMENTOS DO PLANO Os investimentos do Plano BD apresentaram, em julho, rentabilidade

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda Ministério da Fazenda Belo Horizonte, outubro de 2006 Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Calculadora do Tesouro Direto O que é Tesouro Direto? Em 07 de

Leia mais

Renda Vitalícia por Aposentadoria por SRB - INSS Benefício Definido Capitalização Crédito Unitário Projetado Invalidez (1)

Renda Vitalícia por Aposentadoria por SRB - INSS Benefício Definido Capitalização Crédito Unitário Projetado Invalidez (1) PARECER ATUARIAL PLANO DE BENEFÍCIOS REB 1998 AVALIAÇÃO ANUAL 2005 Fl. 1/6 ENTIDADE SIGLA: FUNCEF 1 CÓDIGO: 01523 2 RAZÃO SOCIAL: FUNCEF-FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS 18 3 PLANO NOME DO PLANO: REB

Leia mais

DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS RPPS Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor FAPS DOUTOR MAURÍCIO CARDOSO-RS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2014 1. FINALIDADE DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Este documento estabelece o modelo de investimentos

Leia mais

Política de Investimento. 2013 a 2017

Política de Investimento. 2013 a 2017 Política de Investimento 2013 a 2017 Abril/2013 Índice 1 Introdução... 3 2 Identificação do Plano de Benefícios... 3 3 Características do Plano de Benefícios... 4 4 Alocação de recursos e os limites por

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 8 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 19.810.009-92 - PLANO DE BENEFÍCIOS N.º 001 - BROOKLYN 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA

Leia mais

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Abril de 2015

Relatório de Análise dos Investimentos. da OABPREV SP. Abril de 2015 Relatório de Análise dos Investimentos da OABPREV SP Abril de 2015 1. Introdução O presente Relatório de Análise dos Investimentos visa fornecer algumas análises quantitativas do mercado (indicadores financeiros),

Leia mais

Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 RENDA FIXA

Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 RENDA FIXA Desempenho financeiro do Portus no 1º semestre de 2007 Este relatório tem como objetivo, atender a Instrução SPC nº 07 de 2005 e informar aos Participantes, Assistidos, Patrocinadores, Entidades de Classe

Leia mais

Precificação de Títulos Públicos

Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos Precificação de Títulos Públicos > Componentes do preço > Entendendo o que altera o preço Componentes do preço Nesta seção você encontra os fatores que compõem a formação

Leia mais

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV

Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV INVESTIMENTOS Esclarecimentos sobre rentabilidade das cotas do Plano SEBRAEPREV Uma questão de suma importância para a consolidação e perenidade de um Fundo de Pensão é a sua saúde financeira, que garante

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Multi Exercício: 013 e 01 dezembro R$ Mil Descrição 013 01 Variação (%) Relatório Anual 013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento Ações

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - MODERADA MIX 20

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - MODERADA MIX 20 BENCHMARK RF:80.00% ( 100.00%CDI ) + RV:20.00% ( 100.00%IBRX 100 ) Relatório Gerencial Consolidado - Período de 01/04/2015 Posição e Desempenho da Carteira - Resumo a 30/04/2015 pg. 1 Posição Sintética

Leia mais

República Federativa do Brasil Ministério da Fazenda PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS

República Federativa do Brasil Ministério da Fazenda PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS PRECIFICAÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS Componentes do Preço; Entendendo o que altera o preço. Componentes do Preço O objetivo desta seção é apresentar ao investidor: os fatores

Leia mais

Política e Alternativas de Investimentos. Alessandra Cardoso Towers Watson

Política e Alternativas de Investimentos. Alessandra Cardoso Towers Watson Política e Alternativas de Investimentos Alessandra Cardoso Towers Watson Processo de gestão de recursos Governança Definir Definição dos objetivos Alocação dos recursos Estrutura de investimento Executar

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA DA transmitida à Previc em 27/03/2013 às 11:08:58 Número do protocolo: 005549 INFORMAÇÕES CADASTRAIS ENTIDADE Código: 0134-5 CNPJ: 02.884.385/0001-22 Sigla: ELETRA Razão Social: ELETRA FUNDACAO CELG DE

Leia mais

Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter

Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter Escolha o seu e comece a construir o futuro que você quer ter Valia Fix, Valia Mix 20, Valia Mix 35 e Valia Ativo Mix 40 Quatro perfis de investimento. Um futuro cheio de escolhas. Para que seu plano de

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios PBS Telesp Celular Exercício: 203 e 202 dezembro R$ Mil Descrição 203 202 Variação (%) Relatório Anual 203 Visão Prev. Ativos Disponível Recebível

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social Plano de Benefícios PCD INERGUS Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios PCD INERGUS

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Vivo Prev Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Disponível Recebível Investimento

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [83.564.443/0001-32] FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2002.0046-92] MULTIFUTURO II ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2013 Atuário Responsável

Leia mais

PARECER ATUARIAL 2014

PARECER ATUARIAL 2014 PARECER ATUARIAL 2014 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro 1. OBJETIVO 1.1. O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre a qualidade da base cadastral, as premissas atuariais,

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX BENCHMARK 100.00%CDI Relatório Gerencial Consolidado - Período de 01/04/2015 Posição e Desempenho da Carteira - Resumo a 30/04/2015 pg. 1 Posição Sintética dos Ativos em 30/04/2015 Financeiro % PL FUNDOS

Leia mais

CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTOS

CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTOS CARTILHA PERFIS DE INVESTIMENTOS OBJETIVO GERAL O PrevMais prevê para o Benefício de Renda Programada a possibilidade de que os participantes optem por perfis de investimento, em épocas préestabelecidas,

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE JAGUARÃO-RS PARA O EXERCÍCIO DE 2014

POLÍTICA DE INVESTIMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE JAGUARÃO-RS PARA O EXERCÍCIO DE 2014 POLÍTICA DE INVESTIMENTO DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE JAGUARÃO-RS PARA O EXERCÍCIO DE 2014 1. Apresentação A presente Política de Investimentos visa atender as Portarias

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [01.182.491/0001-00] OABPREV-RS - FUNDO DE PENSAO MULTIPATROCINADO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SECCIONAL DO RIO GRANDE DO SUL [2006.0013-29]

Leia mais

Política de Investimentos PGA. 2011 a 2015

Política de Investimentos PGA. 2011 a 2015 Política de Investimentos PGA 2011 a 2015 Fundação Saelpa de Seguridade Social Plano de Gestão Administrativa Índice 1. Introdução... 3 2. Plano de Gestão Administrativa... 3 3. Alocação de recursos e

Leia mais

Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Perguntas e Respostas

Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Perguntas e Respostas Teste de Adequação de Passivos Circular Susep nº 457/12 Novembro/2013 1. ÁREAS RESPONSÁVEIS SUSEP/DITEC/CGSOA/COPRA SUSEP/DITEC/CGSOA/COARI 2. BASE LEGAL CIRCULAR SUSEP N 457, de 14 de dezembro de 2012.

Leia mais

O que é e como funciona uma operação de swap

O que é e como funciona uma operação de swap O que é e como funciona uma operação de swap! O que é Swap! O que é Hedge! Mecanismo básico de funcionamento de uma operação de Swap Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)! Administrador de Empresas

Leia mais

Perfil de investimentos

Perfil de investimentos Perfil de investimentos O Fundo de Pensão OABPrev-SP é uma entidade comprometida com a satisfação dos participantes, respeitando seus direitos e sempre buscando soluções que atendam aos seus interesses.

Leia mais

Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2014.

Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2014. Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2014. STEA:- 80/2014/153 Ilma. Sra. Dra. Jussara Carvalho Salustino M.D. Diretora Presidente da ECOS Ref:- Parecer Atuarial sobre o Balanço de 31/12/2013 Plano BD Prezada

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [07.083.033/0001-91] CABEC-CAIXA DE PREVIDENCIA PRIVADA DO BEC PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1979.0019-11] BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável VICENTE

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [49.323.025/0001-15] SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA DE SUPLEMENTACAO PREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1985.0012-92] PB USIBA ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2009 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 OBJETIVOS... 2 2.1 OBJETIVO GERAL... 2 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 2 3 VIGÊNCIA... 3 3.1 MODELO DE GESTÃO... 3 3.2 PROCESSO

Leia mais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano PREV-RENDA da CAFBEP Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do Estado do Pará, patrocinado pelo BANPARÁ com o objetivo de identificar

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

Período São Bernardo SB Zero SB 20 SB 40 CDI. Janeiro 0,92% 1,05% -0,29% -1,71% 0,93% Fevereiro 0,81% 0,74% 1,93% 3,23% 0,82%

Período São Bernardo SB Zero SB 20 SB 40 CDI. Janeiro 0,92% 1,05% -0,29% -1,71% 0,93% Fevereiro 0,81% 0,74% 1,93% 3,23% 0,82% Rentabilidade da Renda Fixa em 2015 Desde o mês de junho deste ano as carteiras de investimentos financeiros que compõem os perfis de investimentos da São Bernardo têm sofrido forte flutuação de rentabilidade,não

Leia mais

Benefícios a Empregados

Benefícios a Empregados Sumário do Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) Benefícios a Empregados Observação: Este Sumário, que não faz parte do Pronunciamento, está sendo apresentado apenas para identificação dos principais pontos

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.020.006-38 - PLANO DE BENEFÍCIOS MULTIFUTURO I 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [01.541.775/0001-37] HP PREV SOCIEDADE PREVIDENCIARIA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1996.0026-19] PLANO HP PREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário Responsável MIRIA

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [49.323.025/0001-15] SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA DE SUPLEMENTACAO PREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1990.0016-29] PLANO DE BENEFÍCIOS BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014

Leia mais

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 Secretaria da Administração do Estado da Bahia Superintendência de Previdência Diretoria de Gestão Financeira Previdenciária e Investimentos PROPOSTA DE POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 REGIME PRÓPRIO

Leia mais

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO SERVIÇO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL Rua Monsenhor Soares nº. 65 Centro Itapetininga SP Fones (015)3271-0728 e 3271-7389(telefax) E-mail: seprem@uol.com.br POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

Leia mais

5 Análise dos Resultados Seguro de Vida

5 Análise dos Resultados Seguro de Vida Capítulo 5 Análise dos Resultados - Seguro de Vida 5 Análise dos Resultados Seguro de Vida Este capítulo tem como objetivo a análise dos resultados obtidos através da modelagem dos dados de uma seguradora.

Leia mais

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC Relatório PREVI 2013 Parecer Atuarial 2013 74 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC 1 OBJETIVO 1.1 O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre

Leia mais

JESSÉ MONTELLO Serviços Técnicos em Atuária e Economia Ltda.

JESSÉ MONTELLO Serviços Técnicos em Atuária e Economia Ltda. PARECER ATUARIAL V.1- Custos para o exercício seguinte em relação ao anterior: 1) A aplicação da metodologia de cálculo atuarial estabelecida para o plano de benefícios da FUNCASAL, utilizando as hipóteses

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS CAGEPREV - FUNDAÇÃO CAGECE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO DE BENEFÍCIO DE CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL Vigência: 01/01/2013 a 31/12/2017 1. OBJETIVOS A Política de Investimentos tem

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

Política de Investimentos

Política de Investimentos Política de Investimentos 2013 SERPROS Fundo Multipatrocinado Plano Serpro I PSI Aprovada pelo Comitê de Aplicações CAP em 13/12/2012 Aprovada pelo Conselho Deliberativo CDE em 19/12/2012 ÍNDICE 1. Introdução...3

Leia mais

Por dentro da Política de Investimentos IPERGS Porto Alegre (RS) Fev/2015

Por dentro da Política de Investimentos IPERGS Porto Alegre (RS) Fev/2015 Por dentro da Política de Investimentos IPERGS Porto Alegre (RS) Fev/2015 Política de Investimento Os RPPS possuem obrigação legal de elaborar anualmente sua política de investimentos; Essa política deve

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos para estruturação das demonstrações

Leia mais

Política de Investimentos Plano de Gestão Administrativa - PGA

Política de Investimentos Plano de Gestão Administrativa - PGA Plano de Gestão Administrativa - PGA Ano de Vigência - 2015 1/13 Introdução Este documento formaliza os objetivos e restrições de investimento da gestão dos recursos do, através da designação dos segmentos

Leia mais

MUTUOPREV 2014 - RELATÓRIO ANUAL DO PLANO DE BENEFÍCIOS II

MUTUOPREV 2014 - RELATÓRIO ANUAL DO PLANO DE BENEFÍCIOS II MUTUOPREV 2014 - RELATÓRIO ANUAL DO PLANO DE BENEFÍCIOS II A MUTUOPREV Entidade de Previdência Complementar - CNPJ nº 12.905.021/0001-35 e CNPB 2010.0045-74, aprovado pela portaria nº 763 de 27 de setembro

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Conselho de Administração Diretoria Geral Gerenciamento de Capital Diretoria de Controladoria, Operações, Jurídico, Ouvidoria e Cobrança Diretoria de Tesouraria, Produtos e Novos Negócios Operações Bancárias

Leia mais

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO O QUE É? No Brasil um fundo de investimento possui a sua organização jurídica na forma de um condomínio de investidores, portanto o fundo de investimento possui um registro na Receita Federal (CNPJ) pois

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2014

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2014 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS 2014 As Diretrizes de Investimento Adotadas pelo Fundo de Previdência Social do Município de Goianésia 1. Introdução Atendendo à Resolução CMN nº. 3922, de 25 de novembro de 2010

Leia mais

Diretrizes para Investimentos em Imóveis

Diretrizes para Investimentos em Imóveis Diretrizes para Investimentos em Imóveis 21ª reunião do CAP - 15/12/2010 11ª reunião ordinária do CDE - 16/12/2010 Anexo à Política de Investimentos 2011 a 2015 Índice 1. Contratação de Corretores, Avaliadores

Leia mais

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS CARTILHA Previdência Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS Índice 1. Os planos de Previdência Complementar e os Regimes Tributários... Pág. 3 2. Tratamento tributário básico... Pág. 4 3. Características próprias

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Princípios de Investimento

Princípios de Investimento Princípios de Investimento Rentabilidade Rentabilidade é o grau de rendimento proporcionado por um investimento pela valorização do capital ao longo do tempo. Liquidez Liquidez é a rapidez com que se consegue

Leia mais

André Proite. Novembro de 2012

André Proite. Novembro de 2012 Tesouro Direto André Proite Rio de Janeiro, Novembro de 2012 Princípios da Gestão da Dívida Visão Geral do Programa Vantagens do Tesouro Direto Entendendo o que altera o preço Simulador do Tesouro Direto

Leia mais

Política de Investimento. 2014 a 2018. SERPROS - Fundo Multipatrocinado Plano de Gestão Administrativa PGA

Política de Investimento. 2014 a 2018. SERPROS - Fundo Multipatrocinado Plano de Gestão Administrativa PGA Política de Investimento 2014 a 2018 SERPROS - Fundo Multipatrocinado Plano de Gestão Administrativa PGA Aprovada pelo Comitê de Aplicações CAP 13/2013 em 21/11/2013 Aprovada pelo Conselho Deliberativo

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 457, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Institui o Teste de Adequação de Passivos para fins de elaboração das demonstrações financeiras e define regras e

Leia mais

Página 1 de 7 Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial - 2014 RJ - PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA CNPJ : 32512501000143 SIAFI : 985925 Cadastro de Nome do Plano : Plano Previdenciário QUADRO

Leia mais

Cartilha Plano A. Índice

Cartilha Plano A. Índice Cartilha Plano A Cartilha Plano A Índice Apresentação A Previnorte Histórico Patrimônio Plano de Benefícios e Plano de Custeio Salário Real de Contribuição Jóia Requisitos exigidos para filiação à PREVINORTE

Leia mais

Regulamento - Perfil de Investimentos

Regulamento - Perfil de Investimentos Regulamento - Perfil de Investimentos 1. Do Objeto Este documento estabelece as normas gerais aplicáveis ao Programa de Perfil de Investimentos (Multiportfólio) da CargillPrev. O programa constitui-se

Leia mais

DURATION - AVALIANDO O RISCO DE MUDANÇA NAS TAXAS DE JUROS - PARTE lli

DURATION - AVALIANDO O RISCO DE MUDANÇA NAS TAXAS DE JUROS - PARTE lli DURATION - AVALIANDO O RISCO DE MUDANÇA NAS TAXAS DE JUROS - PARTE lli! Entendendo melhor a duração modificada! Como utilizar a duração modificada?! O que é imunização?! Qual o efeito da mudança do cupom

Leia mais

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1

ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 ANÁLISE DE BALANÇOS MÓDULO 1 Índice Análise Vertical e Análise Horizontal...3 1. Introdução...3 2. Objetivos e técnicas de análise...4 3. Análise vertical...7 3.1 Cálculos da análise vertical do balanço

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT Demonstrações Financeiras Relatório Anual 04 Visão Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Celular CRT Período: 04 e 03 dezembro R$ Mil Descrição 04 03 Variação (%). Ativos.85.769

Leia mais