IRACEMA, José de Alencar Iracema, José De Alencar

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1 IRACEMA, José de Alencar Iracema, José De Alencar

2 Obra narrada em terceira pessoa; É a história de Martim (branco, português) e Iracema (índia tabajara). Os protagonistas se conhecem quando ela o atinge acidentalmente com uma flechada no rosto. Martin é levado para a tribo de Iracema como hóspede e é recebido pelo pai dela, Araquem, a quem explica que havia ficado para trás da expedição portuguesa por ter feito amizade com Poti, irmão do chefe da tribo dos pitiguaras, inimigos dos pitiguaras, inimigos dos tabajaras. Martin quer passar a noite com Iracema, mas ela se recusa, alegando ser filha do Pajé e serva de Tupã, tendo como dever guardar o segredo de jurema.

3 No dia seguinte, acirram-se os conflitos entre as tribos. Irapuã, apaixonado por Iracema, fica furioso ao vê-la acompanhada por um branco e tenta matar Martim. Ela impede. Caubi (irmão de Iracema) resolve guiar Martim pelo caminho de volta. Irapuã, acompanhado de guerreiros, arma uma emboscada para os dois e pede que Caubi entregue Martim. Tendo seu plano frustrado, Irapuã fica ainda mais furioso ao encontrar Martim e Iracema juntos, posteriormente, na cabana de Araquem. O pajé é obrigado a invocar Tupã. Com um rumor tremendo, o chão se abre e o intruso se retira.

4 À noite, escuta-se da floresta o grito de guerra de Poti, amigo de Martim. Irapuã cercou a cabana de Araquem com seus homens. Diante da porta fechada, Caubi e Araquem discutem e um novo tremor de terra ocorre, uma fenda se abre no chão e de brota a voz irada do deus Tupã, isso assusta os homens de Irapuã. Iracema e Martim aproveitam para fugir por uma fenda aberta no centro da taba, que vai dar em uma caverna. Iracema sugere então que eles aproveitem as festividades dos tabajaras para fugir. Nessa noite, Martim pede a Iracema um pouco de licor de jurema. Em seus delírios, ele a abraça; ma realidade deita-se junto a ele, na rede, e se entrega.

5 Nos dias seguintes, a guerra entre os tabajaras e pitiguaras finalmente ocorre, com esmagadora vitória dos pitiguaras. Martim e Iracema partem, junto de Poti. Em meio à viagem, Iracema anuncia sua gravidez e é nesse momento que Martim se converte à tribo dos pitiguaras, adotando o nome de Coatiabo. A tribo está em guerra contra os brancos tapuias (franceses), e Martim vai auxiliar seus baliados, abandonando provisoriamente Iracema. Após uma rápida vitória, ele volta a conviver com a mulher, porém, ao estourar um novo combate, Martim parte novamente. Enquanto soa o canto de vitória dos pitiguaras, nasce o filho de Iracema, Moacir, o filho da dor.

6 Sozinha, Iracema é encontrada pelo irmão, Caubi, que se oferece para ficar em sua companhia até o retorno de Martim. Iracema nega, pois seu pai, Araquem, já na velhice, precisa de alguém que o conforte. Abandonada, com o leite secando, ela resiste somente até a chegada de Martim. Estende então os braços com a criança em direção do português, em um último esforço, e morre. Martim leva a criança consigo e, quatro anos depois, retorna à região e, ajudado por Poti, agora convertido ao cristianismo, funda o Ceará, terra de Iracema.

7 Aspectos da obra Trata-se de um romance indianista. Extremamente idealista. A ação narrativa transcorre em um passado remoto no século XVII. Iracema tem características de um herói épico (não tem defeitos). Para José de Alencar, os índios são heróis da nascente nacionalidade pós-colonial. Por intermédio dos heróis indígenas, os leitores do século XIX podiam se orgulhar de suas supostas origens e de sua ancestral nobreza. Porém, conforme o crítico de literatura Alfredo Bosi, não foi o índio rebelde o celebrado por Alencar e sim o índio que entrou em íntima comunhão com o colonizador. Essa conciliação violava abertamente a história da ocupação portuguesa, feita, como todos sabem, de violência e destruição dos primitivos habitantes.

8 Assim, a exaltação do índio ocorre somente quando eles perdem sua identidade e seus valores, integrandose à cultura dos conquistadores brancos. No caso de Iracema, há ainda o patriarcalismo no elogio que o narrador faz ao comportamento da protagonista, feito de submissão, conformismo e renúncia. Iracema (anagrama de América) é considerada um dos romances fundadores, ou seja, marca por meio da ficcção metaforicamente o início de um mundo/de uma raça. A junção simbólica entre o índio e o branco é representada por Moacir, filho de Iracema e de Martim Soares e expressa, simbolicamente, o início da raça cearense. Iracema é uma obra repleta de lirismo: Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba;, Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

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