Mercado interno: a uva no contexto do mercado de frutas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mercado interno: a uva no contexto do mercado de frutas"

Transcrição

1 Comercialização de Uvas X Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia 161 Mercado interno: a uva no contexto do mercado de frutas Gabriel Vicente Bitencourt de Almeida 1 Da mesma forma que botanicamente, comercialmente as uvas para consumo in natura podem ser divididas em dois grandes grupos, as Uvas Rústicas (Vitis labrusca), cujas representantes mais famosas são a Isabel e a Niágara, variedades altamente sazonais. As Uvas Finas (Vitis vinifera), disponíveis em grande quantidade o ano todo no mercado, com um pico maior no fim do ano. Graças à alternância de regiões produtoras com características climáticas distintas. As variedades mais conhecidas de Uvas Finas são a Itália e suas mutações (Rubi, Benitaka e Brasil), e nos últimos anos várias tentativas de introdução novas cultivares, com destaque para a Red Globe e várias outras sem semente, porém em volume, ainda muito inferior à Itália e mutações. Neste texto nossa visão será a partir do mercado de São Paulo, mais precisamente do Entreposto Terminal São Paulo da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP). Levantamento já realizado pelo Centro de Qualidade em Horticultura (CQH), estima que aproximadamente, sete por cento de toda a uva produzida no Brasil passe pelo entreposto paulistano, incluídas aí as uvas de mesa e as de vinho. Pelos problemas ocorridos no sistema de informação da CEAGESP vamos apresentar dados ainda de 1999, apesar das quantidades serem diferentes, em levantamentos feitos no mercado constatamos que a dinâmica continua muito próxima de quatro anos atrás. O primeiro gráfico mostra a participação das cultivares na comercialização no entreposto em Abaixo, a quantidade de uva, em toneladas, enviada pelas principais regiões do Brasil ao ETSP da CEAGESP em É importante contar que de 1999 a participação de Minas Gerais, principalmente Pirapora, cresceu muito e a uva é considerada das melhores do mercado. 1 Engenheiro Agrônomo. Centro de Qualidade em Horticultura CEAGESP.

2 X Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia 162 O gráfico abaixo demonstra o suprimento do mercado pelas diferentes regiões produtoras de uva fina ao longo do ano. Os dados são de 1999, mas a dinâmica se mantém a mesma. O método mais utilizado na comercialização é a Consignação. Na verdade o termo mais adequado seria Preço a se Fazer. O produtor envia a sua uva para um ou mais Atacadistas da Central de Abastecimento (CEASA) sem saber o quanto vai receber. O atacadista vende as mercadorias aos clientes, geralmente varejistas ou distribuidores. Sobre a média do preço de venda do atacado é aplicada uma série de descontos para se chegar no preço pago ao produtor, conforme tabela: Taxa de Venda (Comissão) INSS Descarga Embalagem (pode ser do atacadista) Frete 17,50% 2,20% R$ 0,12 por unidade?? A outra modalidade de compra é o chamado Preço Feito, o atacadista simplesmente negocia com o produtor um preço fixo, compra a uva e tenta obter sua margem como qualquer capitalista. Este tipo de compra é dificultado pela falta de classificação mensurável. É um alto risco o atacadista comprar e não saber exatamente o que vai receber. O preço feito acontece mais com produtores que possuem uma reputação muito boa no mercado, espécie de marca. A proporção entre consignado e preço feito varia de acordo com a procura e a oferta. Quando a oferta é muito alta quase toda a uva passa a ser vendida por consignada e quando a falta no mercado acontece o contrário. Outra causa do aumento da consignação são chuvas na região produtora, como há um aumento de doenças pós-colheita o mercado evita pagar a uva antecipadamente, já que ocorrem perdas de lotes inteiros. O preço é formado dentro da CEASA por uma série de fatores, como dia da semana, preço de fechamento, proximidade das festas de fim de ano, quantidade que sobrou do dia anterior, quanto chegaram, qualidade do produto, etc. Tudo na prática dos vendedores. Na comercialização de fim de ano a oferta de outras frutas, como as de caroço, pode interferir na formação do preço da uva.

3 X Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia 163 Uma figura bastante importante na comercialização é o mateiro. Trata-se de um indivíduo que percorre as propriedades das regiões produtoras para comprar as uvas ainda na parreira. Podem representar um ou mais atacadistas das CEASAS, ou serem espécies de corretores que fecham negócios. Quando o mercado possui mais oferta os atacadistas Estados com menor consumo compram uvas nas grandes Centrais, como São Paulo e Belo Horizonte, já que o preço é baixo é a oferta se concentra lá. Em épocas de escassez estes atacadistas enviam seus mateiros para as regiões produtoras. O custo CEASA é de aproximadamente entre vinte e trinta por cento, então uma margem desta sobre um valor, por volta, de oito reais a caixa se torna mais barato que a compra na região produtora, porém se os valores ficam acima de doze reais, se torna mais vantajosa a compra direta. A venda direta para as grandes cadeias de supermercados também já ocorre com certa freqüência, ela se torna possível quando há grandes produtores, caso do Vale do São Francisco ou Cooperativas como a de Jales, SP que conseguem reunir os grandes volumes necessários a estas redes. Porém como a produção é pulverizada, com muitos pequenos produtores e alternância de região, os atacadistas, que são os agentes que agregam toda esta produção dispersa no tempo e no espaço são responsáveis por boa fatia do abastecimento das grandes redes. Não existe uma classificação clara e mensurável. O mercado utiliza a seguinte classificação: AA, A ou Extra (Extrinha), porém dois lotes Extras AA podem ter preços muito diferentes, isso mostra que a classificação é inexistente e o preço e definido pelo exame visual ou pela confiança no trabalho do produtor. São bastante comuns variações de cem a cento e cinqüenta por cento entre duas uvas Extra AA em um mesmo dia de comercialização. As melhores uvas do mercado costumam ir para frutarias, bons sacolões, feirantes que possuem pontos em bairros de maior aquisitivo e para o Distrito Federal e Goiânia. A maior parte dos compradores de supermercados, infelizmente, trabalham com o fator preço na decisão de compra. E como a uva é uma das frutas com maior variação de preço pela qualidade este tipo de varejo geralmente leva um produto inferior. Logicamente que há boas exceções. São estes os principais fatores na formação do valor de uma uva: Alto teor de açúcar (teor de sólidos solúveis acima de 14 0 Brix). Cor e turgidez do engaço. Tamanho do cacho, os médios, entre 400 e 800 g são mais valorizados. Tamanho das bagas, para o grupo da Itália o ideal é por volta de 24 a 26 mm de diâmetro. Uma boa embalagem, a preferência tem passado rapidamente para o papelão ondulado. As caixas abertas começam a crescer no mercado. Se bem que alguns mercados ainda preferem a madeira. Sacolas são valorizadas Coloração nos casos das uvas de cor. E por último a marca ou o bom nome do produtor. Uva de R$16,00 no dia Destino: sacolão de luxo e boas feiras-livres.

4 X Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia 164 Um cacho péssimo e um cacho muito bom. Um caso interessante é o das uvas que sofreram aplicação de giberilina, o mercado paulistano não aprecia muito, considera as bagas duras e o engaço muito grosso. Porém este tipo de uva já é bem valorizado para o envio a praças mais distantes, pela muito melhor conservação pós-colheita. As Uvas Rústicas As uvas rústicas diferem da Uva Fina por ter sua produção concentrada em regiões próximas a capital paulista. Principalmente na região agrícola de Campinas, com municípios como Louveira, Jundiaí, Indaiatuba e Vinhedo e o município de Porto Feliz na região de Sorocaba. Existem alguns novos pólos na região de Jales e no Paraná, porém menores. Outra característica marcante das Uvas Rústicas é uma sazonalidade muito mais marcante que a das finas. Conforme ilustra o gráfico abaixo, onde é mostrada a entrada de Isabel e Niágara no ETSP da CEAGESP.

5 X Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia 165 A classificação da uva Niágara é dada pela palitagem das caixas de madeira. São o número de pequenas ripas ou palitos colocados entre a caixa e sua tampa que teoricamente dão a classificação e a qualidade. Os critérios que valorizam a uva são a cor, tamanho do cacho, presença de Pruína (cera), compactação e doçura. O número de palitos constitui uma classificação nada confiável, então o que acaba determinando o preço é o exame visual da mercadoria. Alguns produtores possuem um alto reconhecimento e confiança e sua uva é sempre vendida primeira e com uma remuneração melhor, facilmente passando de 50% de ágio sobre o preço médio, mesmo que o mercado esteja saturado. A consignação é o sistema predominante, bem mais do que na Uva Fina. A uva Isabel, principalmente a produzida no Rio Grande do Sul, é levada em quantidades até razoáveis para São Paulo, onde em fevereiro a março, quando quase não há Niágara no mercado. A uva Niágara criou uma imagem de uma fruta de fim de ano. E de fato a maioria dos produtores faz a poda para uma produção no fim do ano os maiores preços são atingidos em setembro e outubro. Produtores da Região Noroeste de São Paulo colocam pequenas quantidades no mercado esta época. Esta uva apesar de deficiente em compactação, por causa do clima da região, consegue atingir preços de atacado. Do mesmo modo que na uva fina as melhores uvas vão para bons feirantes e sacolões.

Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura hortiescolha@ceagesp.gov.br 11 36433890/ 27

Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura hortiescolha@ceagesp.gov.br 11 36433890/ 27 Anita de Souza Dias Gutierrez Engenheira agrônoma Centro de Qualidade em Horticultura hortiescolha@ceagesp.gov.br 11 36433890/ 27 Centro de Qualidade em Horticultura CEAGESP Construção e adoção de ferramentas

Leia mais

Comercialização do Tomate de Mesa no Entreposto Terminal de São Paulo

Comercialização do Tomate de Mesa no Entreposto Terminal de São Paulo Comercialização do Tomate de Mesa no Entreposto Terminal de São Paulo Engenheiro Agrônomo Paulo Roberto Ferrari Centro de Qualidade, Pesquisa & Desenvolvimento Volume comercializado ETSP de frutas, hortaliças,

Leia mais

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR

BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO CEAGESP DO PRODUTOR BARRACÃO DO PRODUTOR FEIRAS SUPERMERCADOS SACOLÕES QUITANDAS ALIMENTAÇÃO ESCOLAR RESTAURANTES CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº 14 - JUNHO 2006 EU SEI PRODUZIR SÓ NÃO SEI COMERCIALIZAR!

Leia mais

Perguntas e respostas Mais Qualidade

Perguntas e respostas Mais Qualidade Perguntas e respostas Mais Qualidade O que é o Programa Mais Qualidade? O Mais Qualidade é um programa da Bayer CropScience que tem como objetivo a obtenção de frutas com qualidade superior. Tudo isso

Leia mais

O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens

O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens O Entreposto Terminal da CEAGESP e as embalagens A Corrente da Produção ao Consumo Insumos Tecnologia Produção Transporte Atacado Consumo Varejo Serviço de Alimentação O negócio de frutas e hortaliças

Leia mais

Panorama do mercado da banana no Brasil Orivaldo Dan

Panorama do mercado da banana no Brasil Orivaldo Dan Panorama do mercado da banana no Brasil Orivaldo Dan orivaldo@tropsabor.com.br Produção de bananas no Brasil (toneladas) 4500000 4000000 Tendência 3500000 3000000 2500000 2000000 1500000 2011 2010 2009

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 PONTO DE COLHEITA EM ABOBRINHAS SANDY EDER JÚLIO DE JESUS 1 ; ALINE PRUDENTE MARQUES 2 ; POLIANA GASPAR TOSATO 2 RESUMO Um dos fatores que contribui para a extensão da vida útil dos produtos hortícolas

Leia mais

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas Comentários gerais Pesquisa Anual de Comércio - PAC investiga a estrutura produtiva do A segmento empresarial do comércio brasileiro, sendo os resultados referentes a 2012 divulgados neste volume. A pesquisa

Leia mais

Transferência e distribuição

Transferência e distribuição Transferência e Distribuição Transferência e distribuição O sistema logístico inclui, na maioria dos casos, dois tipos de transporte de produtos: A transferência: envolve deslocamento maciços entre dois

Leia mais

A SAÚDE DO SEU PÊSSEGO NO MERCADO

A SAÚDE DO SEU PÊSSEGO NO MERCADO A SAÚDE DO SEU PÊSSEGO NO MERCADO A produção de pêssego no Brasil aumenta a cada ano. Se compararmos a produção brasileira de 2.000 com a de 1.993, observaremos um aumento de 45%. O período de safra é

Leia mais

PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DAS MÃES DE 2015

PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DAS MÃES DE 2015 PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DAS MÃES DE 2015 SINDIFLORES Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo Hórtica Consultoria- Inteligência de Mercado

Leia mais

Bolsa de Mercadorias & Futuros

Bolsa de Mercadorias & Futuros OPERAÇÕES EX-PIT Bolsa de Mercadorias & Futuros Apresentação Este folheto tem por objetivo apresentar aspectos técnicos e operacionais ligados aos negócios ex-pit. O que é a operação ex-pit, para que

Leia mais

opções de crédito para sua empresa

opções de crédito para sua empresa para sua empresa sumário introdução... 3 cartão bndes... 6 Introdução... 7 Custos operacionais... 8 Recebimentos... 9 Distribuidores... 9 Exemplos de operação...10 Revendedor compra com o Cartão BNDES

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA

UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Comunicação Científica UMA INVESTIGAÇÃO NA AGRICULTURA FAMILIAR UTILIZANDO A MODELAGEM MATEMÁTICA Emanuella Filgueira Pereira - UFRB Joana Angelina dos Santos Silva- UFRB Núbia de Andrade Santos - UFRB

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

Manual 5: TREINAMENTO PARA ATACADISTAS

Manual 5: TREINAMENTO PARA ATACADISTAS Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

A FORÇA DO COMPRADOR E AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS

A FORÇA DO COMPRADOR E AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS A FORÇA DO COMPRADOR E AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS A produção de frutas e hortaliças para exportação obedece procedimentos estabelecidos pelos diferentes sistemas de certificação determinados pelo comprador,

Leia mais

Preços de Frete Rodoviário no Brasil

Preços de Frete Rodoviário no Brasil Preços de Frete Rodoviário no Brasil Maria Fernanda Hijjar O Brasil é um país fortemente voltado para o uso do modal rodoviário, conseqüência das baixas restrições para operação e dos longos anos de priorização

Leia mais

ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ

ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ ESTUDO DAS PERDAS NA COMERCIALIZAÇÃO DE UVAS FINAS DE MESA COM SEMENTE NAS PRINCIPAIS CIDADES DO INTERIOR DO PARANÁ - Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu 1 Marcelo José Carrer 2 Alexandre Florindo

Leia mais

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Deputado Edson Ezequiel PMDB/RJ 19/05/2014 Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Venho a esta tribuna para falar de um assunto altamente preocupante para o nosso país. Trata-se do CUSTO BRASIL,

Leia mais

CAPA. Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus. Fevereiro de 2015 - HORTIFRUTI BRASIL - 9

CAPA. Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus. Fevereiro de 2015 - HORTIFRUTI BRASIL - 9 Por Larissa Gui Pagliuca, Lucas Conceição Araújo, Patrícia Geneseli e Tárik Cannan Thomé Tanus CAPA Identificar o melhor momento para ofertar sua safra é um desafio até mesmo para produtores experientes

Leia mais

Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF

Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Milho e Sorgo 11 de março de 2010 Agenda 1 Características do Mercado de Milho 2 Contratos Futuros e

Leia mais

EXPECTATIVAS DE VENDAS DE FLORES NO DIA DAS MÃES DE 2010

EXPECTATIVAS DE VENDAS DE FLORES NO DIA DAS MÃES DE 2010 EXPECTATIVAS DE VENDAS DE FLORES NO DIA DAS MÃES DE 2010 Antonio Hélio Junqueira 1 Marcia da Silva Peetz 2 O Dia das Mães representa, tradicionalmente, a segunda data mais importante em vendas para o comércio

Leia mais

SETOR DE ALIMENTOS: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro

SETOR DE ALIMENTOS: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL SETOR DE ALIMENTOS: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DEZEMBRO DE 2012 18 2012 PANORAMA GERAL

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R 8 DICAS ESSENCIAIS PARA ESCOLHER SUA CORRETORA W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R Aviso Importante O autor não tem nenhum vínculo com as pessoas, instituições financeiras e produtos, citados, utilizando-os

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 1.404, DE 2004

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 1.404, DE 2004 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 1.404, DE 2004 Redação final do Projeto de Lei da Câmara nº 89, de 2000 (nº 3.512, de 1997, na Casa de origem). A Comissão Diretora apresenta a redação final do Projeto de

Leia mais

Módulo 12 Segmentando mercados

Módulo 12 Segmentando mercados Módulo 12 Segmentando mercados Há alguns anos que os profissionais de marketing perceberam que não se pode atender todo o mercado com um único composto de produto. Nem todos os consumidores querem um carro

Leia mais

Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais

Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais 1 São Paulo, 06 de julho de 2009. NOTA À IMPRENSA Cesta básica tem alta moderada na maioria das capitais Em junho, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo DIEESE - Departamento Intersindical

Leia mais

Relatório de Benchmark Sender Score 2014

Relatório de Benchmark Sender Score 2014 Relatório de Benchmark Sender Score 2014 SENDER SCORE: POR QUE A REPUTAÇÃO É IMPORTANTE NO EMAIL MARKETING 55 SCORE Cada remetente de email tem uma reputação, ou Sender Score. O Sender Score é um proxy

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O CAMPONES E OS SETORES COMERCIAIS NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE- SP.

AS RELAÇÕES ENTRE O CAMPONES E OS SETORES COMERCIAIS NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE- SP. AS RELAÇÕES ENTRE O CAMPONES E OS SETORES COMERCIAIS NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE- SP. Fátima Rotundo da Silveira Facultade de Ciências e Tecnologia UNESP- Presidente Prudente 1. INTRODUÇÃO Com o aumento

Leia mais

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA 1. OBJETIVO Descrever a Metodologia do Indicador de Preços da SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA, produto comercializado no porto de Paranaguá nas modalidades

Leia mais

PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA

PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA PRODUTIVIDADE E A PESQUISA ANUAL DE SERVIÇOS NA HOTELARIA E GASTRONOMIA BRASILEIRA SUBSÍDIOS ESPECIAIS PARA FERTHORESP / FERTHOTEL FEVEREIRO 2012 - ALOISIO LEÃO DA COSTA...o IBGE realiza anualmente a Pesquisa

Leia mais

A VITICULTURA NO PARANÁ. Alessandro Jefferson Sato 1 e Sérgio Ruffo Roberto 1

A VITICULTURA NO PARANÁ. Alessandro Jefferson Sato 1 e Sérgio Ruffo Roberto 1 A VITICULTURA NO PARANÁ Alessandro Jefferson Sato 1 e Sérgio Ruffo Roberto 1 1. INTRODUÇÃO Na fruticultura paranaense, o cultivo de uvas é um importante segmento que conta atualmente com cerca de 5.900

Leia mais

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,

Leia mais

Cartilha do Contrato de Opção de Venda

Cartilha do Contrato de Opção de Venda Cartilha do Contrato de Opção de Venda CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 01 O QUE É O CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA? É uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa

Leia mais

Manual 2: CARACTERÍSTICAS DOS OPERADORES DA COMERCIALIZAÇÃO HORTIGRANJEIRA

Manual 2: CARACTERÍSTICAS DOS OPERADORES DA COMERCIALIZAÇÃO HORTIGRANJEIRA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

Administração Mercadológica

Administração Mercadológica Organização Competitiva e Estratégias de Branding Administração Mercadológica Os elementos do mix de marketing Marketing-mix = Composto de MKt = 4P s Estratégia de produto Estratégia de preço Estratégia

Leia mais

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos:

Uma empresa só poderá vender seus bens/serviços aos consumidores se dois requisitos básicos forem preenchidos: Módulo 4. O Mercado O profissional de marketing deverá pensar sempre em uma forma de atuar no mercado para alcançar os objetivos da empresa. Teoricamente parece uma tarefa relativamente fácil, mas na realidade

Leia mais

por que essa rede assusta os varejistas Confira no tablet mais informações sobre a Rede Dia% agosto 2015 SM.com.br 39

por que essa rede assusta os varejistas Confira no tablet mais informações sobre a Rede Dia% agosto 2015 SM.com.br 39 p e r a T e x t o a l e s s a n d r a m o r i t a a l e s s a n d r a. m o r i t a @ s m. c o m. b r divulgaçãoo v t Lojas localizadas perto da casa do consumidor e que praticam preços difíceis de copiar.

Leia mais

DESAFIOS PARA A CITRICULTURA DE MESA BRASILEIRA. Camilo Lázaro Medina clmedina@conplant.com.br

DESAFIOS PARA A CITRICULTURA DE MESA BRASILEIRA. Camilo Lázaro Medina clmedina@conplant.com.br DESAFIOS PARA A CITRICULTURA DE MESA BRASILEIRA Camilo Lázaro Medina clmedina@conplant.com.br DESAFIOS PARA A FRUTICULTURA DE MESA BRASILEIRA Importância: 73% do volume de produção brasileira se destinam

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Fruticultura: Tecnologias para a fruticultura regional. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Fruticultura

Leia mais

Curso Formação de Auditores COMERCIALIZAÇÃO DA GOIABA DE MESA MERCADO INTERNO. Campinas, 10 de Novembro de 2011

Curso Formação de Auditores COMERCIALIZAÇÃO DA GOIABA DE MESA MERCADO INTERNO. Campinas, 10 de Novembro de 2011 Curso Formação de Auditores COMERCIALIZAÇÃO DA GOIABA DE MESA MERCADO INTERNO Campinas, 10 de Novembro de 2011 Helio Satoshi Watanabe Engenheiro Agrônomo CEAGESP - A CEAGESP- Não compre e não vende nada

Leia mais

Módulo 2 Planeamento de Marketing. Capítulo 4. Atribuição de Preço. Dr. Andrea Grimm Dr. Astin Malschinger

Módulo 2 Planeamento de Marketing. Capítulo 4. Atribuição de Preço. Dr. Andrea Grimm Dr. Astin Malschinger Módulo 2 Planeamento de Marketing Capítulo 4 Atribuição de Preço Dr. Andrea Grimm Dr. Astin Malschinger CONTEÚDOS 2 MÓDULO 2 PLANEAMENTO DE MARKETING Capítulo 4: Atribuição de preços Autores: Dr. Andrea

Leia mais

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012

Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 11 Custo de Produção da Cultura da Soja Safra 2011/2012 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso 1 2 11.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez mais requerem um grau de conhecimento

Leia mais

PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DOS NAMORADOS DE 2015

PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DOS NAMORADOS DE 2015 PERSPECTIVAS DE VENDAS DE FLORES PARA O DIA DOS NAMORADOS DE 2015 SINDIFLORES Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo Hórtica Consultoria- Inteligência de

Leia mais

Gestão de Múltiplos Segmentos e os Desafios para Distribuidores de Insumos

Gestão de Múltiplos Segmentos e os Desafios para Distribuidores de Insumos Gestão de Múltiplos Segmentos e os Desafios para Distribuidores de Insumos Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciencia do Prado* (Participação Markestrat no REMF Fórum Executivo de Gestão de Distribuidores

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento POLITICA de GARANTIA de PREÇOS MINIMOS

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento POLITICA de GARANTIA de PREÇOS MINIMOS POLITICA de GARANTIA de PREÇOS MINIMOS 04 de maio de 2009 RAZÃO DA POLÍTICA AGRÍCOLA CARACTERÍSTICA DA PRODUÇÃO Concentrada no tempo Consumo ao longo do ano Perecibilidade Baixo valor agregado Alta dispersão

Leia mais

Cédula de Produto Rural -

Cédula de Produto Rural - Renda Fixa Cédula de Produto Rural - CPR Cédula do Produto Rural Comercialização de produtos do agronegócio com recebimento antecipado O produto A Cédula do Produtor Rural é um título de crédito lastreado

Leia mais

MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DA UVA FINA DE MESA NO PARANÁ

MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DA UVA FINA DE MESA NO PARANÁ MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DA UVA FINA DE MESA NO PARANÁ Marcelo José Carrer 1 Alexandre Florindo Alves 2 Resumo: Sendo o Paraná um dos principais produtores de uva fina de mesa no Brasil, o presente trabalho

Leia mais

Circular. Técnica. Recomendações para o manejo da planta e dos cachos das cultivares de uvas de mesa sem sementes BRS Morena, BRS Clara e BRS Linda

Circular. Técnica. Recomendações para o manejo da planta e dos cachos das cultivares de uvas de mesa sem sementes BRS Morena, BRS Clara e BRS Linda ISSN 1808-6810 51 Circular Técnica Bento Gonçalves, RS Dezembro, 2004 Autor Jair Costa Nachtigal, Eng. Agrôn., Ph.D., Embrapa Uva e Vinho, Estação Experimental de Viticultura Tropical, Caixa Postal 241,

Leia mais

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade I MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade I MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino O que é varejo Setor do comércio que vende diretamente para os consumidores finais. Fabricantes e atacadistas quando vendem para o consumidor

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas segunda-feira, 23 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 134,55 0,00 0,00 0,00 DEZ13 117,75 121,95 121,50-1,25

Leia mais

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012

Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 09 Custo de Produção do Milho Safrinha 2012 1 Carlos DirceuPitol Luiz2 Broch1 Dirceu Luiz Broch Roney Simões Pedroso2 9.1. Introdução Os sistemas de produção da atividade agropecuária cada vez requerem

Leia mais

EMPREENDEDORISMO Marketing

EMPREENDEDORISMO Marketing Gerenciando o Marketing EMPREENDEDORISMO Marketing De nada adianta fabricar um bom produto ou prestar um bom serviço. É preciso saber colocálo no mercado e conseguir convencer as pessoas a comprá-lo. O

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 7.586, DE 2014 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen)

PROJETO DE LEI N.º 7.586, DE 2014 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen) *C0049404A* C0049404A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 7.586, DE 2014 (Do Sr. Jorge Tadeu Mudalen) Dispõe sobre a normatização das feiras livres espalhadas em todo o país quanto à disposição dos

Leia mais

Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores

Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores Essa publicação apresenta as projeções de custos de produção

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RECADASTRAMENTO DO VITICULTOR VIA WEB 2010

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RECADASTRAMENTO DO VITICULTOR VIA WEB 2010 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO - MAPA-DFA/RS SECRETARIA DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DO RS EMBRAPA UVA E VINHO IBRAVIN MANUAL DE PREENCHIMENTO DO RECADASTRAMENTO DO VITICULTOR VIA WEB

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000)

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) PLANO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE LONDRINA

Leia mais

FLUXO DE COMERCIALIZAÇÃO DE HORTALIÇAS PRODUZIDAS NA REGIÃO ALTO CABECEIRAS DO TIETÊ

FLUXO DE COMERCIALIZAÇÃO DE HORTALIÇAS PRODUZIDAS NA REGIÃO ALTO CABECEIRAS DO TIETÊ 1 FLUXO DE COMERCIALIZAÇÃO DE HORTALIÇAS PRODUZIDAS NA REGIÃO ALTO CABECEIRAS DO TIETÊ GENI SATIKO SATO; SÔNIA SANTANA MARTINS; YARA MARIA CHAGAS DE CARVALHO; ALINE A. MILANI; RODRIGO PINHEIRO CUNHA; INSTITUTO

Leia mais

POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM

POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM Diretoria de Política Agrícola e Informações - Dipai Superintendencia de Gestão da Oferta - Sugof POLÍTICA de GARANTIA de PREÇOS MÍNIMOS - PGPM Por: Carlos Eduardo Tavares Maio de 2012 RAZÃO DA POLÍTICA

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009 Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia Novembro de 2009 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. METODOLOGIA... 2 2.1. BASE DE DADOS... 2 2.2. MÉTODO DE ANÁLISE... 3 3. EVOLUÇÃO DOS

Leia mais

O concurso do consumidor de cerveja brasileiro!

O concurso do consumidor de cerveja brasileiro! 2013 O concurso do consumidor de cerveja brasileiro! Sobre o Concurso Anualmente, a ABRADEG avalia as melhores cervejas nacionais e importadas comercializadas no Brasil através de concurso, seguindo modelos

Leia mais

Manual da Indicação Geográfica do Vale dos Vinhedos

Manual da Indicação Geográfica do Vale dos Vinhedos Manual da Indicação Geográfica do Vale dos Vinhedos Uma conquista O Brasil do futuro é agora: a vida melhorando, o mercado crescendo, novos produtos chegando, tudo acontecendo ao mesmo tempo. E com isto

Leia mais

LIDANDO COM SAZONALIDADES NO PROCESSO LOGÍSTICO

LIDANDO COM SAZONALIDADES NO PROCESSO LOGÍSTICO LIDANDO COM SAZONALIDADES NO PROCESSO LOGÍSTICO Praticamente todos os processos logísticos estão sujeitos a algum tipo de sazonalidade. A humanidade e seus grupos sociais, desde tempos remotos, sempre

Leia mais

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia 6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia Complementando o que foi exposto sobre a gerência da cadeia de suprimentos analisada no Capítulo 3, através de

Leia mais

na região metropolitana do Rio de Janeiro

na região metropolitana do Rio de Janeiro O PERFIL DOS JOVENS EMPREENDEDORES na região metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL MARÇO DE 2013 Nº21 PANORAMA GERAL Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2011,

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE UVAS COM USO DE COBERTURA PLÁSTICA NO MEIO OESTE CATARINENSE

CUSTO DE PRODUÇÃO DE UVAS COM USO DE COBERTURA PLÁSTICA NO MEIO OESTE CATARINENSE CUSTO DE PRODUÇÃO DE UVAS COM USO DE COBERTURA PLÁSTICA NO MEIO OESTE CATARINENSE Valéria Peretti Kopsel 1 Leticia Peretti 2 e Josy Alvarenga Carvalho Gardin 3 INTRODUÇÃO A vitivinicultura é uma atividade

Leia mais

# COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES DE PEQUENOS AGRICULTORES FAMILIARES NO RIO DE JANEIRO: UM ESTUDO DE CASO #

# COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES DE PEQUENOS AGRICULTORES FAMILIARES NO RIO DE JANEIRO: UM ESTUDO DE CASO # # COOPERATIVAS E ASSOCIAÇÕES DE PEQUENOS AGRICULTORES FAMILIARES NO RIO DE JANEIRO: UM ESTUDO DE CASO # Fagner Moura da Costa 1 (ITCP/COPPE/UFRJ) Telefone: 9689-8252 / E-mail: fageco@ig.com.br Joana Tereza

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PROFESSOR: HAMIFRANCY MENESES 1 TÓPICOS ABORDADOS DEFINIÇÃO DE CANAL

Leia mais

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês

Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês 1 São Paulo, 04 de agosto de 2010. NOTA À IMPRENSA Redução do preço de alimentos básicos continua pelo terceiro mês Desde maio, na maioria das capitais onde é realizada mensalmente a Pesquisa Nacional

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS. 4 o. ANO DE ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO.

MERCADO DE CAPITAIS. 4 o. ANO DE ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO. MERCADO DE CAPITAIS 4 o. ANO DE ADMINISTRAÇÃO MATERIAL DE ACOMPANHAMENTO DAS AULAS PARA OS ALUNOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO, REFERENTE À 2 A. AVALIAÇÃO. PROFESSOR FIGUEIREDO SÃO PAULO 2007 Mercado de Capitais

Leia mais

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados Veículo: Assunto: Data: ABN 28/09/2012 Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=71860 Que o Brasil há muitos anos produz cafés de qualidade excepcional

Leia mais

Manual 6: TREINAMENTO PARA CARREGADORES DE MERCADO

Manual 6: TREINAMENTO PARA CARREGADORES DE MERCADO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade III MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade III MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Compras, abastecimento e distribuição de mercadorias Os varejistas: Precisam garantir o abastecimento de acordo com as decisões relacionadas

Leia mais

04 Os números da empresa

04 Os números da empresa 04 Os números da empresa Além de conhecer o mercado e situar-se nele, o empreendedor tem de saber com clareza o que ocorre com os números de sua empresa. Neste capítulo conheça os principais conceitos,

Leia mais

Evolução do Mercado de Pequenas Frutas no Brasil

Evolução do Mercado de Pequenas Frutas no Brasil Evolução do Mercado de Pequenas Frutas no Brasil Gabriel Vicente Bitencourt de Almeida Engenheiro Agrônomo, Dr. Centro de Qualidade em Horticultura - CEAGESP Centro de Qualidade em Horticultura TENDÊNCIAS

Leia mais

Lâmina de Informações Essenciais do. Título Fundo de Investimento Multimercado Longo Prazo (Título FIM-LP) CNPJ/MF: 02.269.

Lâmina de Informações Essenciais do. Título Fundo de Investimento Multimercado Longo Prazo (Título FIM-LP) CNPJ/MF: 02.269. Lâmina de Informações Essenciais do Informações referentes à Dezembro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o TÍTULO FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO - LONGO PRAZO (Título

Leia mais

SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro

SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: estabelecimentos e empregos formais no Rio de Janeiro OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, NOVEMBRO DE 2012 17 2012

Leia mais

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações

CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA. Especificações CONTRATO FUTURO DE AÇÚCAR CRISTAL COM LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA Especificações 1. Definições Hedgers: Preço de ajuste (PA): PTAX: Taxa de câmbio referencial BM&FBOVESPA: Dia útil: comitentes que negociam o

Leia mais

TRANSFORMANDO OPORTUNIDADES EM RESULTADOS:

TRANSFORMANDO OPORTUNIDADES EM RESULTADOS: TRANSFORMANDO OPORTUNIDADES EM RESULTADOS: O Médio Vale do Itajaí é uma das regiões mais desenvolvidas de SC. Um fator primordial para esse potencial econômico é a sua tradição industrial, que faz com

Leia mais

Cadeia Agroindustrial de Citros

Cadeia Agroindustrial de Citros Cadeia Agroindustrial de Citros O impulso da citricultura no Brasil, especialmente em sua principal região produtora São Paulo -, deveu-se à instalação das indústrias de suco de laranja concentrado na

Leia mais

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa.

MERCADO À VISTA. As ações, ordinárias ou preferenciais, são sempre nominativas, originando-se do fato a notação ON ou PN depois do nome da empresa. MERCADO À VISTA OPERAÇÃO À VISTA É a compra ou venda de uma determinada quantidade de ações. Quando há a realização do negócio, o comprador realiza o pagamento e o vendedor entrega as ações objeto da transação,

Leia mais

AGILIDADE E SEGURANÇA Plataforma de negociação de alta tecnologia, que garante rapidez e segurança nas operações.

AGILIDADE E SEGURANÇA Plataforma de negociação de alta tecnologia, que garante rapidez e segurança nas operações. 1.6 Histórico Há 30 anos no mercado, a Futura Corretora iniciou suas atividades nos mercados de derivativos, como sóciafundadora da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros). Desde sua fundação, vem disseminando

Leia mais

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FEIJÃO NO BRASIL DE 1976-2009 Paulo Roberto Vieira de ALMEIDA¹; Alcido Elenor WANDER² INTRODUÇÃO

EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FEIJÃO NO BRASIL DE 1976-2009 Paulo Roberto Vieira de ALMEIDA¹; Alcido Elenor WANDER² INTRODUÇÃO EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FEIJÃO NO BRASIL DE 1976-2009 Paulo Roberto Vieira de ALMEIDA¹; Alcido Elenor WANDER² ¹ Mestrando do Programa de Pós Graduação em Agronegócio na Escola de Agronomia e Engenharia

Leia mais

Notas Técnicas A região do Vale do Submédio São Francisco está se desenvolvendo intensamente nos últimos anos. A viticultura, ou seja, a produção de

Notas Técnicas A região do Vale do Submédio São Francisco está se desenvolvendo intensamente nos últimos anos. A viticultura, ou seja, a produção de Notas Técnicas A região do Vale do Submédio São Francisco está se desenvolvendo intensamente nos últimos anos. A viticultura, ou seja, a produção de uvas para o consumo in natura, foi introduzida no Semi-Árido

Leia mais

Rastreabilidadee Alimento Seguro. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP

Rastreabilidadee Alimento Seguro. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Rastreabilidadee Alimento Seguro Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Algumas constatações O cumprimento das exigências legais édever de cada cidadão. Ninguém

Leia mais

Prazo de Validade e indústria de alimento

Prazo de Validade e indústria de alimento Prazo de Validade e indústria de alimento Luiz Eduardo Carvalho Na Inglaterra uma cerveja em lata apresenta e prazo de validade nas tampas superior e inferior, bem como alerta no rótulo para que tal informação

Leia mais

ENCONTRO NACIONAL DA ABRACEN RIO GRANDE DO SUL

ENCONTRO NACIONAL DA ABRACEN RIO GRANDE DO SUL ENCONTRO NACIONAL DA ABRACEN RIO GRANDE DO SUL PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS Eng. Ms. Agrônomo Gustavo Costa de Almeida PORTO ALEGRE, 12/12/2012 Tecnologia da informação INFORMAÇÃO INFORMAÇÃO

Leia mais

O CAMINHO DO SABOR CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº

O CAMINHO DO SABOR CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº O CAMINHO DO SABOR CIRCULAR TÉCNICA CEAGESP - CQH Nº 16 - Novembro 2006 O CAMINHO DO SABOR Antigamente as pessoas moravam na roça ou tinham grandes quintais onde se encontravam árvores frutíferas e hortas

Leia mais

REGIONAL CENTRO-OESTE

REGIONAL CENTRO-OESTE REGIONAL CENTRO-OESTE SOJA DESPONTA NO CENTRO-OESTE, REDUZINDO ÁREAS DE MILHO VERÃO E ALGODÃO A produção de soja despontou no Centro-Oeste brasileiro nesta safra verão 2012/13, ocupando áreas antes destinadas

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 11 PESQUISA DE MERCADO Índice 1. Pesquisa de mercado...3 1.1. Diferenças entre a pesquisa de mercado e a análise de mercado... 3 1.2. Técnicas de

Leia mais

Rastreabilidade e Segurança Alimentar. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP

Rastreabilidade e Segurança Alimentar. Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Rastreabilidade e Segurança Alimentar Anita de Souza Dias Gutierrez Centro de Qualidade em Horticultura da CEAGESP Algumas constatações O cumprimento das exigências legais é dever de cada cidadão.

Leia mais

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br

CLIPPING 06/02/2014 Acesse: www.cncafe.com.br CLIPPING Acesse: www.cncafe.com.br Após altas, produtor não deve exercer opção de venda de café Valor Econômico Tarso Veloso e Carine Ferreira Após a sequência de altas do café arábica na bolsa de Nova

Leia mais