LAUDO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE. Este documento quando impresso só é válido com as assinaturas

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1 HC-UFPE Nº001A/2014 LAUDO DE INSALUBRIDADE E Documento-base HC-UFPE Elaboração : Aprovação: Ana Paula Santos de Lima Chefe da Divisão de Gestão de Pessoas SIAPE: Este documento quando impresso só é válido com as assinaturas QUADRO DE CONTROLE DE REVISÕES DATA REVISÃO DESCRIÇÃO MOTIVO 23/12/2014 -*- EMISSÃO 1 Motivo: 1 Atendimento à Legislação / 2 Incorporação de nova atividade / 3 Alteração de metodologia / 4 Melhoria do processo VIGÊNCIA: INDETERMINADA 1 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

2 HC-UFPE Nº001A/2014 SUMÁRIO GLOSSÁRIO IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONSIDERAÇÕES GERAIS OBJETIVOS DO LAUDO DIRETRIZES EMBASAMENTO LEGAL CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS (CLT) NORMAS REGULAMENTADORAS CARACTERIZAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA HOSPITALAR METODOLOGIA APLICADA LEVANTAMENTOS DOS RISCOS AMBIENTAIS RUÍDOS CALOR RADIÇÕES IONIZANTES PRESSÕES HIPERBÁRICAS RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES VIBRAÇÕES FRIO UMIDADE POEIRAS MINERAIS BENZENO PRODUTOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS TRABALHO COM ENERGIA ELÉTRICA RECOMENDAÇÕES CONCLUSÃO ANEXO I TABELA INSALUBRIDADE/ EBSERH/HCPE 12. ANEXO II FICHAS DE LEVANTAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS 13. ANEXO III DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS FUNÇÕES EBSERH/HCPE 2 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

3 HC-UFPE Nº001A/2014 GLOSSÁRIO ABNT Associação Nacional de Normas Técnicas EBSERH Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares UFPE- Universidade Federal de Pernambuco NR Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego SOST - Serviço Ocupacional de Saúde e Segurança no Trabalho PPRA- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais CNEN Conselho Nacional de Energia Nuclear IN/ INSS Instrução Normativa do Instituo Nacional de Seguridade Social MTE Ministério do Trabalho e Emprego CLT Consolidação das Leis do Trabalho EPI s Equipamentos de Proteção Individual EPC s Equipamentos de Proteção Coletiva CME - Central de Material Esterilizado IBUTG Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo CA Certificado de Aprovação UTI Unidade de Terapia Intensiva DGP- Divisão de Gestão de Pessoas CNAE- Classificação Nacional de Atividades de Pessoas CBO- Classificação Brasileira de Ocupações 3 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

4 HC-UFPE Nº001A/ IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA o Razão Social: EBSERH Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Ltda. o UNIDADE : Hospital das Clínicas de Pernambuco HC/UFPE o CNAE (versão 2.0): o Ramo de Atividade: Atividade de Atendimento Hospitalar o Grau de Risco: 3 o CNPJ: / o Endereço: Avenida Professor Moraes Rego, S/N, Cidade Universitária, CEP Recife PE o Telefone: (81) o Sítio Eletrônico: o Contato: Ana Paula Santos de Lima Chefe de Divisão de Gestão de Pessoal Telefone: (81) Correio Eletrônico: 4 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

5 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS Procedeu-se, entre 03/11/2014 a 30/11/2014, inspeções nas instalações do HC-UFPE, visando a identificação da possível existência de atividades ou operações insalubres e/ou perigosas, originadas pelo efetivo exercício de atividades laborais dos cargos dos empregados da EBSERH nos ambientes inspecionados. A amostragem dos cargos e locais de lotação dos mesmos tomou como base os empregados admitidos do mês de agosto de 2014 até novembro de A Divisão de Gestão de Pessoas fica obrigada a informar ao SOST a criação de novos cargos após esse período, para que sejam realizadas avaliações ambientais dos novos postos de trabalho que porventura sejam criados pela empresa para atualização deste laudo técnico, com a inserção de nova atividade. Os servidores da Universidade Federal de Pernambuco cedidos à EBSERH, que desempenham suas atividades no HC-UFPE não foram avaliados neste levantamento dos riscos ambientais, sendo sua avaliação realizada pelos profissionais do NASS (Núcleo de Apoio da Saúde do servidor) ligado a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 3.OBJETIVOS DO LAUDO A elaboração desse laudo tem a finalidade única de identificar as atividades realizadas pelo funcionários da EBSERH- Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, com lotação no Hospital das Clínicas HC-UFPE no período de 03/11/2014 a 30/11/2014 expostos a condições insalubres e/ou perigosas, que podem ser medidas de maneira qualitativa, e seus respectivos graus de adicionais devidos. 4.DIRETRIZES Este Laudo Técnico tem como diretriz básica o atendimento da legislação vigente no país, as quais regulamentam e se aplicam ao tema insalubridade e periculosidade. 5.EMBASAMENTO LEGAL 5.1.CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Título II Dos Direitos e Garantias Fundamentais Capítulo II-Dos Direitos Sociais Art.7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: INCISO XXIII- adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei; 5.2.CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS TRABALHISTAS (CLT) SEÇÃO XIII Das Atividades Insalubres e Perigosas Art. 189 Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição aos seus 5 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

6 efeitos. Art. 190 O Ministério do Trabalho aprovará o quadro das atividades e operações insalubres e adotará normas sobre os critérios de caracterização da insalubridade, os limites de tolerância aos agentes agressivos, meios de proteção e o tempo máximo de exposição do empregado a esses agentes. Parágrafo único As normas referidas neste artigo incluirão medidas de proteção do organismo do trabalhador nas operações que produzem aerodispersoides tóxicos, irritantes, alergênicos ou incômodos. Art. 191 A eliminação ou a neutralização da insalubridade ocorrerá: I com a adoção de medidas que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância; II com a utilização de equipamentos de proteção individual ao trabalhador, que diminuam a intensidade do agente agressivo a limites de tolerância. Parágrafo único Caberá às Delegacias Regionais do Trabalho, comprovada a insalubridade, notificar as empresas, estipulando prazos para sua eliminação ou neutralização, na forma deste artigo. Art. 192 O exercício de trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, assegura a percepção de adicional respectivamente de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento) do salário mínimo da região, segundo se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo. Art. 193 São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado. 1º O trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. 2º O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido. Art. 194 O direito do empregado ao adicional de insalubridade ou de periculosidade cessará com a eliminação do risco à sua saúde ou integridade física, nos termos desta Seção e das normas expedidas pelo Ministério do Trabalho. Art. 195 A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Ministério do Trabalho, far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Ministério do Trabalho NORMAS REGULAMENTADORAS NR9 PORTARIA 3214/ Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores,tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros. 6 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

7 NR 15 PORTARIA 3214/ O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com os subitens do item anterior, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: % (quarenta por cento), para insalubridade de grau máximo; % (vinte por cento), para insalubridade de grau médio; % (dez por cento), para insalubridade de grau mínimo; 15.3 No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo vedada a percepção cumulativa A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer: a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância; b) com a utilização de equipamento de proteção individual. ANEXO 14 DA NR 15 DA PORTARIA 3214/78 AGENTES BIOLÓGICOS Relação das atividades que envolvem agentes biológicos, cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação qualitativa. Insalubridade de grau máximo Trabalho ou operações, em contato permanente com: - pacientes em isolamento por doenças infecto-contagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente esterilizados; - carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pelos e dejeções de animais portadores de doenças infectocontagiosas (carbunculose, brucelose, tuberculose); - esgotos (galerias e tanques); e - lixo urbano (coleta e industrialização). Insalubridade de grau médio Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-contagiante, em: - hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os pacientes,bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados); - hospitais, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos destinados ao atendimento e tratamento de animais (aplica-se apenas ao pessoal que tenha contato com tais animais); - contato em laboratórios, com animais destinados ao preparo de soro, vacinas e outros produtos; - laboratórios de análise clínica e histopatologia (aplica-se tão-só ao pessoal técnico); - gabinetes de autópsias, de anatomia e histoanatomopatologia (aplica-se somente ao pessoal técnico); - cemitérios (exumação de corpos); - estábulos e cavalariças; e - resíduos de animais deteriorados. 7 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

8 NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS PORTARIA 3214/ São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos desta Norma Regulamentadora - NR O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade que porventura lhe seja devido É responsabilidade do empregador a caracterização ou a descaracterização da periculosidade, mediante laudo técnico elaborado por Médico do Trabalho ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, nos termos do artigo 195 da CLT O disposto no item 16.3 não prejudica a ação fiscalizadora do Ministério do Trabalho nem a realização ex-officio da perícia. ANEXO Nº04 DAS ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM ENERGIA ELÉTRICA 1. Têm direito ao adicional de periculosidade os trabalhadores: a) que executam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em alta tensão; b) que realizam atividades ou operações com trabalho em proximidade, conforme estabelece a NR-10; c) que realizam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no sistema elétrico de consumo - SEC, no caso de descumprimento do item e seus subitens da NR10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade; d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência - SEP, bem como suas contratadas, em conformidade com as atividades e respectivas áreas de risco descritas no quadro I deste anexo. 2. Não é devido o pagamento do adicional nas seguintes situações: a) nas atividades ou operações no sistema elétrico de consumo em instalações ou equipamentos elétricos desenergizados e liberados para o trabalho, sem possibilidade de energização acidental, conforme estabelece a NR-10; b) nas atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos alimentados por extra-baixa tensão; c) nas atividades ou operações elementares realizadas em baixa tensão, tais como o uso de equipamentos elétricos energizados e os procedimentos de ligar e desligar circuitos elétricos, desde que os materiais e equipamentos elétricos estejam em conformidade com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis. O trabalho intermitente é equiparado à exposição permanente para fins de pagamento integral do adicional de periculosidade nos meses em que houver exposição, excluída a exposição eventual, assim considerado o caso fortuito ou que não faça parte da rotina. ANEXO (Portaria n.º 518, de 04 de abril de 2003) ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM RADIAÇÕES IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS RADIOTIVAS ATIVIDADES/ÁREAS DE RISCO 4. Atividades de operação com aparelhos de raios-x, com irradiadores de radiação gama, radiação beta ou radiação de nêutrons, incluindo: Salas de irradiação e de operação de aparelhos de raios-x e de irradiadores gama, beta ou nêutrons 4.1. Diagnostico médico e odontológico. Laboratórios de testes, ensaios e calibração com as fontes de radiação descritas Radioterapia Radiografia industrial, gamagrafia e neutronradiografia. Manuseio de fontes Análise de materiais por difratometria. Manuseio do equipamento. 8 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

9 4.5. Testes ensaios e calibração de detectores e monitores e radiação. Manuseio de fontes amostras radioativas Irradiação de alimentos. Manuseio de fontes e instalações para a irradiação de alimentos Estabilização de instrumentos médico-hospitalares. Manuseio de fontes e instalações para a operação Irradiação de espécimes minerais e biológicos. Manuseio de amostras irradiadas Medição de radiação, levantamento de dados radiológicos, ensaios, testes, inspeções, fiscalização de trabalhos técnicos. Laboratórios de ensaios e calibração de fontes e materiais radioativos. 5. Atividades de medicina nuclear. Sala de diagnósticos e terapia com medicina nuclear Manuseio e aplicação de radioisótopos para diagnóstico médico e terapia. Enfermaria de pacientes, sob tratamento com radioisótopos. Enfermaria de pacientes contaminados com radioisótopos em observação e sob tratamento de descontaminação Manuseio de fontes seladas para aplicação em braquiterapia. Área de tratamento e estocagem de rejeitos radioativos Obtenção de dados biológicos de pacientes com radioisótopos incorporados. Manuseio de materiais biológicos contendo radioisótopos ou moléculas marcadas Segregação, manuseio, tratamento, acondicionamento e estocagem de rejeitos radioativos. Laboratórios para descontaminação e coleta de rejeitos radioativos. 6. CARACTERIZAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA HOSPITALAR O Hospital das Clínicas de Pernambuco é um complexo hospitalar atuando nas mais diversas áreas médicas e de assistência à saúde para a população, atuando também nas áreas de ensino e pesquisas aplicadas, tanto teóricas quanto práticas. As atividades são divididas em diversos setores, como podem ser observadas no quadro I. Quadro I- Estrutura física do HCPE 9 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

10 ESTRUTURA FÍSICA DO HC-UFPE BLOCO B PRIMEIRO PAVIMENTO CORREDOR ADMINISTRATIVO RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL DIVISÃO DE GESTÃO DE PESSOAS SETOR DE HOTELARIA HOSPITALAR SETOR DE ORÇAMENTOS E FINANÇAS SETOR DE ADMINISTRAÇÃO SETOR DE AVALIAÇÃO E CONTROLADORIA SETOR DE REGULAÇÃO E AVALIAÇÃO EM SAÚDE SETOR DE GESTÃO DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA DIVISÃO DE ENFERMAGEM COORDENADORIA DE RESIDÊNCIA MÉDICA E DE ENFERMAGEM DIRETORIA SUPERINTEDÊNCIA GESTÃO DE ATENÇÃO DE SAÚDE GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA GERÊNCIA ADMINISTRATIVA SEGUNDO PAVIMENTO ÁREA DE LAZER, RESTAURANTE E LANCHONETE (EM INSTALAÇÃO) TERCEIRO PAVIMENTO FÁRMACIA ALOJAMENTO DOS MÉDICOS RESIDENTES (MASCULINO E FEMININO) QUARTO PAVIMENTO BERÇÁRIO QUINTO PAVIMENTO UTI: UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA SEXTO PAVIMENTO ENFERMARIA SÉTIMO PAVIMENTO ENFERMARIAS: CARDIOLOGIA, PNEUMOLOGIA, GASTROENTEROLOGIA, ENDOCRINOLOGIA OITAVO PAVIMENTO ENFERMARIA: DOENÇAS INFECTOPARASITÁRIAS E DERMATOLOGIA NONO PAVIMENTO ENFERMARIA NEUROLOGIA, CIRURGIA PLÁSTICA, TRAUMATO-ORTOPEDIA DÉCIMO PAVIMENTO UNIDADE DE TRANSPLANTE DÉCIMO PRIMEIRO PAVIMENTO ENFERMARIA CLÍNICA MÉDICA BLOCO C PRIMEIRO PAVIMENTO SEGUNDO PAVIMENTO TERCEIRO PAVIMENTO QUARTO PAVIMENTO QUINTO PAVIMENTO SEXTO PAVIMENTO SÉTIMO PAVIMENTO OITAVO PAVIMENTO NONO PAVIMENTO DÉCIMO PAVIMENTO DÉCIMO PRIMEIRO PAVIMENTO BLOCO D PRIMEIRO PAVIMENTO SEGUNDO PAVIMENTO TERCEIRO PAVIMENTO QUARTO PAVIMENTO QUINTO PAVIMENTO BLOCO E PRIMEIRO PAVIMENTO SEGUNDO PAVIMENTO TERCEIRO PAVIMENTO QUARTO PAVIMENTO BLOCO F PRIMEIRO PAVIMENTO SEGUNDO PAVIMENTO TERCEIRO PAVIMENTO QUARTO PAVIMENTO QUINTO PAVIMENTO SEXTO PAVIMENTO ANEXO PORTARIA ADMINISTRATIVA UPA-UNIDADE DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS UNIDADE DE ALMOXARIFADO CENTRAL TELEFÔNICA COORDENAÇÃO DO CURSO MÉDICO NUTRIÇÃO E DIETÉTICA MATERNIDADE HEMODIÁLISE/ENFERMARIA DE NEFROLOGIA ENFERMARIA PEDIÁTRICA ENFERMARIA CLÍNICA MÉDICA E PSIQUIATRIA ENFERMARIA CIRURGIA GERAL ENFERMARIAS ENFERMARIAS:UROLOGIA, GINECOLOGIA, OTORRINO, OFTALMO TRANSPLANTES BANCO DE OLHOS, RINS E GASTROPLASTIA UNIDADE DE LABORATÓRIO RESSONÂNCIA MAGNÉTICA CHEFIA DO SERVIÇO SOCIAL DIAGIMAGEM: RADIOLOGIA, HEMODINÂMICA, ULTRA-SONOGRAFIA, TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA UNIDADE DE ESTERILIZAÇÃO UNIDADE DE ANATOMIA PATOLÓGICA CENTRO OBSTÉTRICO UNIDADE DE MEDICINA NUCLEAR BLOCO CIRÚRGICO PORTARIA AMBULATORIAL SERVIÇO SOCIAL (PLANTÃO) CHEFIA DE ENFERMAGEM AMBULATÓRIO AMBULATÓRIO DE CIRURGIA GERAL E PROCTOLOGIA AMBULATÓRIO TRAUMATO-ORTOPEDIA E CIRURGIA PLÁSTICA AMBULATÓRIO DE REUMATOLOGIA UNIDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL ANFITEATROS AMBULATÓRIOS AMBULATÓRIO QUIMIOTERAPIA E COLPOSCOPIA IEC/TERAPÊUTICA/ACUNPUTURA UNIDADE DE HEMOTERAPIA NÚCEO DE SAÚDE PÚBLICA CCIH CIRURGIA AMBULATORIAL SPA SERVIÇO DE ARQUIVO MÉDICO AMBULATÓRIO DE PED E CIPE ENDOSCOPIA E COLONOSCOPIA AMBULATÓRIOS: CARDIOLOGIA, HEMATOLOGIA E NEFROLOGIA ECG/ECOCARDIOGRAMA AMBULATÓRIOS AMBULATÓRIOS AMBULATÓRIOS AUDIOMETRIA/FONOAUDIOLOGIA UPR: UNIDADE DE PROCESSAMENTOS DE ROUPAS MANUTENÇÃO NECROTÉRIO NÚCLEO DE CIRURGIA EXPERIMENTAL AMBULATÓRIO DERMATOLOGIA 10 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

11 7.METODOLOGIA APLICADA Para a definição dos riscos ambientais foram utilizados os conceitos estabelecidos na NR9 da portaria 3214/78 e para a caracterização das condições de insalubridade e periculosidade e seus respectivos graus, foram utilizados os conceitos estabelecidos nas NR15 e NR16 da portaria 3214/78 respectivamente. Como não estavam disponíveis ao SOST- Serviço Ocupacional de Saúde e Segurança do Trabalho, os equipamentos para avaliação quantitativa dos riscos ambientais mensuráveis (decibelímetro, dosímetro de ruído, medidor de stress térmico, bomba gravimétrica, filtros de coleta para amostra de ar e detector/medidor de radiação ionizante, entre outros), os levantamentos foram realizados de maneira qualitativa exclusivamente, de acordo com a NR 15 e NR 16, por solicitação da gestão de pessoas, devendo-se futuramente ser realizada a avaliação quantitativa dos riscos mensuráveis através das medições específicas, a fim de complementar os dados, as considerações e conclusões apresentadas neste laudo técnico preliminar. As futuras medições deverão ser anexadas a este laudo e servirão de instrumento técnico e legal para as condições de insalubridade dos empregos avaliados e como histórico de exposição ocupacional dos empregados. O procedimento de avaliação técnica obedeceu as seguintes etapas: Inspeção nas dependências do Hospital visando o conhecimento dos procedimentos de trabalho adotados pelos empregados da empresa; Levantamento de informações inerentes ao(s) cargo(s) ocupado(s) pelos empregados da EBSERH no HC-UFPE, através da descrição sumária das funções disponíveis no edital do concurso, fornecida pela DGP/EBSERH-HCPE; Inspeção detalhada nos locais em que os empregados desenvolvem suas atividades, levantamento de informações através de entrevistas detalhadas com chefes de setor e funcionários que desenvolvem suas atividades naquele local ; Coleta de documentação necessária para subsidiar este Laudo Técnico (Ficha de Levantamento de Riscos Ambientais), realizada no período de 03/11/2014 a 30/11/2014, realizado através do acompanhamento da rotina diária das execuções de tarefas de cada emprego, a exposição aos riscos ambientais, as formas, frequências e o tipo de exposição e, quando se faz necessário, o uso e eficácia de EPI's e EPC (em anexo), realizados pelos técnicos de segurança Adelle Cristine Lucas Cordeiro, Geizon Ramilton da Silva, Natália Sales de Sá Lima. Realização das avaliações das atividades e operações insalubres e perigosas; Análise dos riscos e dos agentes de risco ambiental, envolvidos; Enquadramento legal; Reconhecimento das atividades ou operações insalubres e perigosas; Conclusão com a elaboração de tabela de reconhecimento das atividades insalubres e /ou perigosas por cargo e lotação fornecida pela gestão de pessoas da EBSERH-HCPE (em anexo); 8.LEVANTAMENTOS DOS RISCOS AMBIENTAIS 8.1.RUÍDOS Como os empregos avaliados referem-se basicamente às atividades de assistência à saúde e empregos de caráter administrativo, não foram identificadas fontes de ruído, não caracterizando uma 11 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

12 condição insalubre aos funcionários da EBSERH-HCPE. A exceção, a Unidade de Processamento de materiais e Esterilização, onde os técnicos de enfermagem da EBSERH estão expostos de maneira habitual e permanente durante o funcionamento das termo desinfectadoras e autoclaves que são utilizados para a lavagem e esterilização de materiais médico-hospitalares; e também a exposição ocasional e intermitente ao ruído durante o uso da pistola de ar comprimido para a limpeza e secagem de instrumental. Como os equipamentos para medição não estavam disponíveis, para avaliação da intensidade de exposição a ruídos, conforme estabelecidos nos anexos 1 e 2 da NR15 da portaria 3214/78, não foi possível comprovar esta situação e caracteriza-lá como insalubre, devendo a mensuração dos níveis de ruídos serem realizadas tão logo os materiais de medição sejam disponibilizados ao SOST. 8.2CALOR Como os empregos avaliados referem-se basicamente às atividades de assistência à saúde e empregos de caráter administrativo, não foram identificadas fontes produtoras de calor nos ambientes de trabalho dos funcionários EBSERH, não caracterizando uma condição insalubre pelo agente de risco 'calor'. A exceção, a Unidade de Processamento de materiais e Esterilização, onde há técnicos de enfermagem da EBSERH lotados, foi identificada como fonte artificial geradora de calor, as autoclaves e termo desinfectadoras utilizados para a limpeza e esterilização de materiais médico hospitalares, os quais apresentam pouca dispersão de calor para o ambiente, e é compensada pelo uso de aparelhos de ar condicionado, apresentando uma condição térmica agradável, não caracterizando uma condição insalubre pelo agente de risco 'calor'. Como os equipamentos para medição da intensidade de calor não estavam disponíveis, para avaliação da intensidade de exposição ao agente calor e posterior avaliação dos resultados obtidos com os limites de tolerância estabelecidos nos anexo 3 da NR15, não foi possível comprovar esta situação e caracteriza-lá como insalubre, devendo a mensuração serem realizadas tão logo os materiais de medição sejam disponibilizados ao SOST. 8.3RADIÇÕES IONIZANTES Foram observadas exposição a fontes produtoras de radiação ionizante nos seguintes setores: Radiologia, Hemodinâmica e Medicina nuclear. O profissional técnico em radiologia e médico radiologista, admitidos pela Ebserh, estão exposto em seu ambiente de trabalho a radiação ionizante, caracterizando condição perigosa, conforme estabelecido na Portaria n.º 518, de 04 de abril de 2003, do Ministério do Trabalho e Emprego, incorporada à Norma Regulamentadora n0 16 da Portaria 3.214/78. O período e a dose da exposição devem ser medidas, mas como os equipamentos para medição da intensidade de radiação ionizantes não estavam disponíveis, para avaliação da intensidade de exposição ao agente radiações ionizantes para avaliação dos resultados obtidos com o estabelecido no anexo 5 da NR15 da portaria 3214/78, que se reporta à norma CNEN-NE 3.1 Diretrizes Básicas de Radioproteção, não foi possível a mensuração desse agente no ambiente de trabalho, do técnico em radiologia e médico radiologista. Como os demais ambientes avaliados referem-se basicamente às atividades de assistência à saúde e empregos de caráter administrativo, não foram identificadas fontes produtoras de radiação ionizante nos ambientes de trabalho dos funcionários EBSERH, não caracterizando uma condição insalubre pelo agente de risco radiação ionizante. OBSERVAÇÃO:NÃO SÃO CUMULATIVOS OS ADICIONAIS DE INSALUBRIDADE E, DEVENDO O EMPREGADO OPTAR PELO ADICIONAL QUE LHE CONVIER. 12 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

13 8.4PRESSÕES HIPERBÁRICAS Não foram identificadas fontes do agente de risco pressão hiperbárica, conforme definido no Anexo 6 da Norma Regulamentadora n0 15, da Portaria 3.214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.5RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES Não foram identificadas fontes do agente de risco Radiações não Ionizantes", conforme definido no Anexo 7 da Norma Regulamentadora n0 15, da Portaria 3.214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.6VIBRAÇÕES Não foram identificadas fontes do agente de risco Vibrações", conforme definido no Anexo 8 da Norma Regulamentadora n0 15, da Portaria 3.214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.7FRIO Não foram identificadas fontes do agente de risco Frio", conforme definido no anexo 9 da NR15 da portaria 3214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.8UMIDADE No anexo 10 da NR15 da portaria 3214/78, não são estabelecidos os limites quantitativos de tolerância para o agente 'umidade', não se observando no levantamento dos riscos ambientais situações laborais executadas em ambientes alagados ou encharcados, não havendo uma exposição ao agente umidade de maneira permanente e ocasional, não caracterizando a condição de insalubridade pelo agente de risco umidade, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais. 8.9POEIRAS MINERAIS Não foram identificadas fontes do agente de risco poeiras minerais", conforme definido no Anexo 12 da Norma Regulamentadora n0 15, da Portaria 3.214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.10BENZENO Não foram identificadas fontes do agente de risco Benzeno", conforme definido no Anexo 13-A da Norma Regulamentadora n0 15, da Portaria 3.214/78, no momento da realização dos levantamentos de riscos ambientais descritos no presente laudo técnico. 8.11PRODUTOS QUÍMICOS Como não estavam disponíveis os equipamentos para coleta de ar e determinação das concentrações dos agentes químicos, conforme estabelecidos nos anexo 11 da NR15 da portaria 3214/78, não foi possível a mensuração qualitativa dos agentes químicos. As funções que exigem manipulação de produtos químicos e agentes neoplásicos, estão em processo 13 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

14 de avaliação, devendo ser anexadas a este laudo técnico preliminar, logo que finalizadas. 8.12BIOLÓGICOS Para avaliação qualitativa dos riscos biológicos foi considerada o anexo nº14 da NR15 da portaria 3214/78, em que estão expostos riscos biológicos os profissional que mantém durante sua jornada de trabalho, contato permanente com pacientes infecto-contagiosos e/ou com seus materiais/pertences não previamente esterilizados. Sendo concedido grau máximo, àqueles profissionais que estão em contato permanente com pacientes infecto-contagiosos em isolamento e/ou com seus materiais não esterilizados. Na avaliação ambiental deste laudo foi caracterizado insalubridade grau máximo apenas aos profissionais que trabalham no setor de doenças infecto-parasitárias (DIP), locada no 8º andar do bloco B, onde permanentemente existe contato com pacientes em leitos de isolamento. Demais áreas, quando caracterizado o adicional de insalubridade por exposição a riscos biológicos, devem receber insalubridade grau médio. Funções administrativas e não assistenciais, por não haver um contato permanente com pacientes com doenças infecto-parasitárias e/ou contato com seus pertences não esterilizados, não caracterizam condição insalubre de ambiente de trabalho por exposição ao agente de risco 'biológicos'. 8.13TRABALHO COM ENERGIA ELÉTRICA No anexo nº04 da NR 16 da portaria 3214/78 é considerado atividade perigosa com energia a elétrica sendo devido o direito ao adicional de periculosidade os trabalhadores que executam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em alta tensão; que realizam atividades ou operações com trabalho em proximidade, conforme estabelece a NR-10; que realizam atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no sistema elétrico de consumo - SEC, no caso de descumprimento do item e seus subitens da NR10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade; das empresas que operam em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência - SEP, bem como suas contratadas. O engenheiro eletricista executa suas atividades em condições perigosas, acima descritas, sendo caracterizado atividade perigosa e sendo devido o direito do adicional de periculosidade. 9.RECOMENDAÇÕES Este laudo deve ter as avaliações quantitativas realizadas tão logo sejam disponibilizadas os aparelhos adequados para uma avaliação precisa dos agentes de riscos: ruído, calor, radiações ionizantes e agentes químicos, as futuras medições deverão ser anexadas a este laudo e servirão de instrumento técnico e legal para as condições de insalubridade dos empregos avaliados e como histórico de exposição ocupacional dos empregados. Este laudo tem vigência indeterminada, recomendo reavaliação bienal ou assim que novas medidas de proteção coletiva sejam instaladas, ou haja mudança de espaço físico, de equipamentos, de atividades, de processo, etc., que virem a alterar as condições ambientais de riscos ao empregado ou criação de novos cargos não contemplados neste laudo. Recomenda-se uma política de treinamento com controle de reciclagem a todos os empregados que laboram no hospital, no que diz respeito à norma regulamentadora NR-32. Os equipamentos de proteção individual EPI, descartáveis ou não, deverão estar à disposição em número suficiente nos postos de trabalho, de forma que seja garantido o imediato fornecimento ou 14 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

15 reposição. Fornecer e orientar o uso mediante protocolo de recebimento, preferencialmente pelo setor de saúde e segurança do trabalho. Que seja implementado o mapa de risco em cada setor do Hospital, assim como a lista de equipamentos de proteção individual, EPI, que devem ser utilizados em cada setor, afim de proporcionar a melhoria da informação e gestão dos riscos existentes. Que seja implementado um modelo de organização administrativa para internação de pacientes com doenças infectocontagiosas: pois existe no hospital casos desse tipo de patologia e não há leitos exclusivos para estes pacientes, bem como recomenda-se que nas escalas ou plantões de enfermeiros e técnicos de enfermagem sejam nomeados previamente, dentre esses profissionais, os que irão tratar desse tipo de patologia, afim de aplicar a insalubridade de grau máximo somente para esse grupo, evitando de expor todos a tais riscos. Recomendo atualização mensal das chefias de cada setor, informando qualquer mudança de atividades dos colaboradores, ou mudança do cargo ou ainda mudança para outra unidade de trabalho, encaminhando listagem a Divisão de Gestão de Pessoas e ao SOST, para atualização do laudo. A Divisão de Gestão de pessoas deve informar ao SOST a criação de novos cargos após o período de elaboração desse laudo, para que sejam realizadas avaliações ambientais dos novos postos de trabalho que porventura sejam criados pela empresa para atualização deste laudo técnico, com a inserção de nova atividade. 10.CONCLUSÃO Este Laudo Técnico Pericial preliminar foi realizado com base na legislação vigente no que tange a avaliação dos riscos que são avaliados de forma qualitativa, segundo a NR15, NR16 e seus anexos. Os laudos Técnicos (Ficha de Levantamento de Riscos Ambientais) e a descrição oficial dos cargos fornecidas pela Divisão de Gestão de pessoas da EBSERH, que serviram de base para a caracterização de atividades insalubre e/ou perigosa, estão anexadas a este laudo. As funções ainda não contempladas neste laudo estão em processo de análise, devendo ser incluídas tão logo seja concluído suas avaliações e, se caracterizado, o grau de insalubridade de cada funcionário por função. Em anexo, segue tabela com os cargos e lotações da EBSERH-HCPE e seus respectivos graus de insalubridade e /ou periculosidade, se devido. Recife, dezembro de 2014 Ana Paula Santos de Lima Chefe da divisão de Gestão de pessoas CRM:19762/SIAPE: SIAPE: Laurimberg Diniz Cavalcante Gerente Administrativo/financeiro Frederico Jorge Ribeiro Superintendente 15 ELABORAÇÃO DO LAUDO:

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