TECNOLOGIA ASSISTIVA - UM TEMA EM ASCENÇÃO Aplicação de Recursos de Tecnologia Assistiva na Educação

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1 TECNOLOGIA ASSISTIVA - UM TEMA EM ASCENÇÃO Aplicação de Recursos de 1. Introdução Adriano de Oliveira A Tecnologia Assistiva (TA) é um tema que tem despertado atenção nos últimos anos, a inclusão das pessoas portadoras de necessidades especiais no convívio social, vem sendo defendida por vários setores da sociedade. Para que esses indivíduos tenham qualidade de vida se faz necessário a utilização de recursos de TA em seu cotidiano, recursos esses essenciais para suas atividades diárias, como educação, trabalho, mobilidade, entre outros [1]. A crescente demanda por recursos de TA tem se intensificado nos últimos anos, devido ao aumento considerável na população que se declara portador de algum tipo de deficiência. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do ano 2010, 23,90% da população declarou ter algum tipo de deficiência, isso representa mais de 45 milhões de pessoas, deficiências essas divididas entre visual (18,60%), auditiva (5,10%), motora (7,00%) e mental ou intelectual (1,40%) [2]. Este resumo estendido busca ilustrar uma breve revisão sobre o tema TA, sendo abordados inicialmente os direitos das pessoas com deficiência, seguindo uma abordagem aos conceitos de TA, encerrando com alguns recursos e serviços disponíveis de TA na educação de pessoas com necessidades especiais. 2. Direitos das pessoas com deficiência Durante muito tempo, pessoas portadoras de necessidades especiais foram discriminadas na sociedade. No passado indivíduos incapazes de realizar tarefas diárias, necessárias para o convívio em grupo, eram considerados um inconveniente social, por vezes escondidos, presos, ou abandonados à própria sorte [3]. Com o passar do tempo, e por fatores relacionados a política, cultura e religião, a exclusão foi aos poucos diminuindo, e encaminhamo-nos hoje para uma sociedade onde a inclusão é um tema de extrema importância [3]. pág.94

2 No Brasil o direito das pessoas com deficiência vem sendo debatido e explicitado em diversos documentos oficiais. A Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, assinado em 2007, foi incorporado à legislação brasileira pelo Decreto Nº , em 25 de agosto de 2009, e em seu Artigo 1, define pessoas com deficiência com as seguintes palavras [4], Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. Esse documento tem força de Emenda Constitucional e em sua apresentação cita a frase que descreve a essência da inclusão social [4]: Pessoas com deficiência são, antes de mais nada, PESSOAS. Pessoas como quaisquer outras, com protagonismos, peculiaridades, contradições e singularidades. Pessoas que lutam por seus direitos, que valorizam o respeito pela dignidade, pela autonomia individual, pela plena e efetiva participação e inclusão na sociedade e pela igualdade de oportunidades, evidenciando, portanto, que a deficiência é apenas mais uma característica da condição humana. O Governo Brasileiro assumiu o compromisso, juntamente com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, de estabelecer um País acessível a todos e de forma igualitária, segundo a Cartilha dos Direitos das Pessoas com Deficiência [5]: A pessoa com deficiência, na qualidade de cidadã brasileira, tem direito a uma vida digna, exercendo de forma plena sua cidadania. O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Viver Sem Limites) criado pelo Governo Federal em 2011 [7], institui ações de investimento direcionadas para a pesquisa de produtos de TA e linhas facilitadas de crédito, para aquisição de recursos por parte dos portadores de deficiência. Além desses direitos, a Constituição Federal de 1988, em seus Princípios Fundamentais prevê o pleno desenvolvimento do cidadão, sem preconceito e qualquer forma de discriminação, e também em seu artigo 208, o direito da educação às pessoas com necessidades especiais [3]. O Brasil ampara os direitos dos portadores de necessidades especiais ainda, difundidos em leis, decretos, portarias e outros documentos, todavia ser de direito não é garantia de ser de fato [8], é necessário a conscientização da sociedade, a quebra de paradigmas antiquados e a união de todos em busca de uma integração realmente efetiva. pág.95

3 3. Tecnologia Assistiva (TA) Tecnologia Assistiva (TA), é um conceito relativamente novo, que vem sendo construído nos últimos anos, e descreve o conjunto de recursos e serviços empregados para possibilitar ou auxiliar as habilidades de pessoas portadoras de necessidades especiais, proporcionando assim independência e integração social. Segundo [3]: O propósito das Tecnologias Assistivas reside em ampliar a comunicação, a mobilidade, o controle do ambiente, as possibilidades de aprendizado, trabalho e integração na vida familiar, com os amigos e na sociedade em geral. A Portaria nº. 142 de 16 de novembro de 2006, da Secretaria dos Direitos Humanos, instituiu o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), esse por sua vez definiu e aprovou, em 14 de novembro de 2007, um conceito de Tecnologia Assistiva como sendo [9]:... área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Os recursos de Tecnologia Assistiva podem ser classificados em categorias, de acordo com sua finalidade [10]: Auxilio para a vida diária e prática, comunicação aumentativa e alternativa, recursos de acessibilidade ao computador, sistemas de controle de ambiente, projetos arquitetônicos para acessibilidade, órtese e prótese, adequação postural, auxílio de mobilidade, auxílio para pessoas com baixa visão ou cegas, auxílio para pessoas com surdez ou com déficit auditivo, mobilidade em veículos e esporte e lazer. 4. Tecnologia Assistiva e a Educação Uma infinidade de recursos de TA podem ser utilizados nas salas de aulas inclusivas, segundo [12]... conforme as necessidades específicas de cada aluno com necessidades educacionais especiais presente nessas salas, tais como: suportes para visualização de textos ou livros; fixação do papel ou caderno na mesa com fitas adesivas; engrossadores de lápis ou caneta confeccionados com esponjas enroladas e amarradas, ou com punho de bicicleta ou tubos de PVC recheados com epóxi; pág.96

4 substituição da mesa por pranchas de madeira ou acrílico fixadas na cadeira de rodas; órteses diversas, além de inúmeras outras possibilidades. Embora os recursos de Tecnologia Assistiva, venham sendo empregados para dar amparo ao estabelecimento de novos modelos de inclusão na educação dos portadores de necessidade especiais [11], somente a TA não é suficiente para resolver os problemas, existe uma necessidade da concepção de uma educação verdadeiramente inclusiva. Existem alguns outros recursos que aplicados concomitantemente com os de TA, podem auxiliar a educação, como por exemplo as Salas de Recursos Multifuncionais e o Atendimento Educacional Especializado (AEE), regulamentados pelo Decreto Nº 7.611, de 17 de novembro de 2011 [13]. O AEE pode ser definido como [13] "...conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucional e continuamente, prestado de forma complementar à formação dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento... O atendimento educacional especializado deve integrar a proposta pedagógica da escola, envolver a participação da família para garantir pleno acesso e participação dos estudantes, atender às necessidades específicas das pessoas público-alvo da educação especial...". Ainda segundo o Decreto [13], As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do atendimento educacional especializado. No atendimento educacional especializado, realizado dentro das salas de recursos multifuncionais, educador e aluno identificarão as dificuldades e limites encontrados no ambiente escolar que dificultam o aprendizado. De posse das informações, o educador buscará recursos, incluindo de TA, que colaborarão para o bom desempenho das atividades no ambiente escolar. 5. Considerações Finais A aplicação conjunta dos recursos de TA, com o Ambiente Educacional Especializado, dentro das Salas de Recursos Multifuncionais, é de extrema importância, pois poderia diminuir a carga sobre os professores nas salas de aula. Muitos recursos de TA, podem ser concebidos de forma fácil e barata, e podem contribuir positivamente para que se tenha uma educação realmente inclusiva. pág.97

5 6. Referências [1] RODRIGUES, Patrícia Rocha; ALVES, Lynn Rosalina Gama. TECNOLOGIA ASSISTIVA - UMA REVISÃO DO TEMA Disponível em: < /article/viewfile/1595/765>. Acesso em: 10 Jun p. [2] Brasil. IBGE. (Org.). Cartilha do Censo 2010 Pessoas com Deficiência Luiza Maria Borges Oliveira. Disponível em: < ha-censo-2010-pessoas-com-deficienciareduzido.pdf>. Acesso em: 10 Jun. 2015, 35 p. [3] SONZA, Andrea Poletto. Acessibilidade e Tecnologia Assistiva: Pensando a Inclusão Sociodigital de Pessoas com Necessidades Especiais. Bento Gonçalves: BBB, 2013, 368 p. [4] Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo: Decreto Legislativo Nº 186, de 09 de julho de 2008: Decreto Nº 6.949, de 25 de agosto de ª Ed., Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, 2010, 102 p. [5] Cartilha IBDD dos Direitos da Pessoa com Deficiência 2 ed. Rio de Janeiro: IBDD, 2009, 83 p. [6] Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: Protocolo Facultativo: Decreto Legislativo Nº 186, de 09 de julho de 2008: Decreto Nº 6.949, de 25 de agosto de ª Ed., Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, 2010, 102 p. [7] BRASIL. Viver sem Limites Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República / Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, p. [8] GIROTO, Claudia Regina Mosca ET AL. As Tecnologias nas Práticas Pedagógicas Inclusivas. Marília: Cultura Acadêmica, 2012, 235 p. [9] Brasil. Secretaria dos Direitos Humanos. Comitê de Ajudas Técnicas Ata da III Reunião do Comitê de Ajudas Técnicas CAT. pág.98

6 [10] BERSCH, Rita. ASSISTIVA - TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO Disponível em: < Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 10 Jun. 2015, 20 p. [11] GALVÃO Filho, T. A.; MIRANDA, T. G. Tecnologia Assistiva e salas de recursos: Análise Crítica de um Modelo. Editora da Universidade Federal da Bahia - EDUFBA, 2012, p [12] Pesquisa Nacional de Tecnologia Assistiva. Jesus Carlos Delgado García; Teófilo Alves Galvão Filho. São Paulo: ITS BRASIL/MCTI-SECIS, Disponível em: < olopesqnacional-grafica.pdf>. Acesso em: 10 Jun p. [13] BRASIL. Presidência da República: DECRETO Nº 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE Disponível em: < >. Acesso em: 10 Jun pág.99

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